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Faculdades de Teologia e Crise Doutrinal: como estudantes e seminaristas devem discernir entre fé, ciência e Ideologia?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 13 de fevereiro de 2011 | 22:43





Faculdades e Seminários de Teologia, ou Heresias? O que fazer como estudante ou seminarista nesses ambientes?




por*Francisco José Barros de Araújo 





A Teologia, em seu sentido próprio e clássico, é o estudo racional da Revelação divina, da fé e de suas implicações na história, na moral, no direito e na organização da sociedade. Longe de ser um saber meramente confessional ou subjetivo, ela constitui um dos pilares da civilização ocidental, tendo influenciado decisivamente a formação das leis, dos códigos jurídicos, das Constituições modernas e da própria noção de dignidade humana. O Decálogo — espinha dorsal das Escrituras — não apenas moldou a consciência moral do Ocidente, mas serviu como fundamento ético para estruturas sociais duradouras. Mais do que isso, a Teologia busca compreender e transmitir os desígnios de Deus na chamada Economia da Salvação, isto é, o modo como Deus age na história para a redenção universal da humanidade.



O problema contemporâneo enfrentado por muitos estudantes e, sobretudo, por seminaristas, não está na Teologia em si, mas naquilo que frequentemente se apresenta como “teologia” nos ambientes acadêmicos. Em diversos cursos e faculdades, o estudo teológico foi progressivamente substituído por uma achologia ideológica, na qual opiniões pessoais, agendas políticas e leituras sociológicas enviesadas ocupam o lugar da reflexão teológica séria, fundada na Sagrada Escritura, na Tradição e no Magistério da Igreja. Ensina-se quase tudo — filosofia política, militância social, crítica cultural — exceto a autêntica Teologia em suas múltiplas vertentes: bíblica, dogmática, moral, patrística, litúrgica e espiritual.




Não se trata de um problema novo. São Tomás de Aquino já advertia em sua época (imagine-se hoje), sobre o perigo dos “mestres de um livro só”, isto é, daqueles que absolutizam uma única perspectiva e a impõem como critério exclusivo da verdade. Hoje, esse alerta assume nova forma: o cuidado necessário diante de instituições que adotam, quase de modo exclusivo, uma leitura pseudo-libertadora da Teologia da Libertação, frequentemente desvinculada da fé da Igreja e mais alinhada a categorias ideológicas do que ao depósito da fé.



Diante desse cenário, surgem questões concretas e urgentes:



-Como sobreviver intelectualmente e espiritualmente nesse ambiente? 

-Como discernir entre o que é Teologia autêntica e o que é mera ideologia travestida de discurso religioso? 



O estudante leigo ainda pode, em certa medida, fazer escolhas, complementar sua formação e buscar referências sólidas. Mas e o seminarista, que muitas vezes se encontra à mercê de uma faculdade indicada ou imposta pela diocese, sem liberdade real de opção? 



É justamente esse dilema — vivido silenciosamente por muitos — que este texto pretende esclarecer, oferecendo critérios, orientações e caminhos possíveis para quem deseja permanecer fiel à fé, à razão e à verdadeira Teologia, mesmo em contextos adversos.







os 3 tipos de "cursos de Teologia"



Antes de tudo, é fundamental distinguir os diferentes tipos de cursos de Teologia existentes, pois a confusão entre eles é uma das principais causas de frustração, expectativas equivocadas e escolhas mal orientadas por parte de estudantes e seminaristas. Embora todos utilizem o termo “Teologia”, tratam-se de formações com natureza, objetivos, duração e reconhecimento institucional distintos.



1) Curso Básico de Teologia ou Formação Teológica InicialO primeiro tipo é o chamado "curso básico de Teologia, geralmente oferecido por paróquias, dioceses e Associações Privadas de Fiéis" — sendo altamente recomendável que estas instituições possuam reconhecimento pontifício. Trata-se de uma formação não acadêmica, com duração média de um a dois anos, voltada principalmente para leigos que desejam aprofundar seus conhecimentos bíblicos, doutrinais e pastorais para aplicação prática na catequese, na evangelização e na liderança comunitária.



Esses cursos "não têm como objetivo formar teólogos no sentido estrito" (bacharelado) mas fornecer uma base sólida de fé e conhecimento religioso, adequada à vida pastoral cotidiana da Igreja. Instituições e movimentos eclesiais amplamente conhecidos, como a Comunidade Católica Shalom, o Centro de Estudos Bíblicos (CEBI) e a Canção Nova, oferecem esse tipo de formação, normalmente com certificado de conclusão, e não com diploma acadêmico.



2) Curso de Teologia em Seminários Teológicos O segundo tipo corresponde à formação teológica ministrada em Seminários, instituições destinadas à preparação de candidatos à vida eclesiástica e ao ministério ordenado. Essa formação possui caráter vocacional e pastoral, integrando-se ao processo formativo mais amplo do seminarista, que inclui também dimensões humanas, espirituais e pastorais.



Em geral, a formação teológica no seminário dura cerca de quatro anos (podendo variar conforme a denominação e o projeto formativo) e tem como finalidade preparar futuros presbíteros, diáconos ou ministros religiosos para o exercício do ministério à frente de uma comunidade cristã. Padres católicos, diáconos permanentes e transitórios, bem como pastores evangélicos, normalmente passam por esse tipo de formação antes de assumirem funções de liderança e ensino religioso.


É importante destacar que, embora o conteúdo possa ser academicamente consistente, "nem todo curso de Teologia de seminário possui reconhecimento civil", pois sua finalidade principal não é acadêmica, mas eclesial e pastoral.



3) Graduação em Teologia Reconhecida pelo MEC - Por fim, temos a graduação em Teologia (bacharelado, mestrado e doutorado) oferecida por faculdades e centros universitários devidamente reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC). 



Trata-se de um curso superior, com estrutura acadêmica formal, destinado à formação de teólogos profissionais, aptos a atuar tanto na liderança religiosa quanto na pesquisa, no ensino e na produção intelectual no campo das Ciências da Religião e da Teologia.



Ao término do curso, o estudante recebe um "diploma acadêmico de bacharelado ou licenciatura em Teologia" , o que lhe confere validade civil e possibilita, conforme o caso, a atuação acadêmica, a continuidade dos estudos em nível de pós-graduação e o exercício de funções educacionais reconhecidas pelo Estado.



confira algumas disciplinas estudadas na graduação em Teologia onde muita confusão e até frustração vêm justamente de grades formativas incompletas ou enviesadas




O que não pode faltar em uma grade formativa completa de um Bacharelado em Teologia reconhecido pelo MEC



Um Bacharelado em Teologia reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) não se reduz a um conjunto de disciplinas pastorais ou a leituras ideológicas de caráter sociológico. Trata-se de uma formação universitária plena, que exige rigor metodológico, equilíbrio entre as áreas do saber teológico e diálogo crítico com a filosofia, as ciências humanas e a tradição intelectual do cristianismo. Uma grade formativa séria deve contemplar, de modo orgânico e sistemático, quatro grandes eixos, aos quais se somam disciplinas complementares indispensáveis.






1) Eixo Bíblico (Fundamento da Teologia)



Nenhuma formação teológica é autêntica sem uma base bíblica sólida, científica e respeitosa da fé da Igreja. O eixo bíblico deve incluir:


-Introdução Geral à Sagrada Escritura


-Pentateuco e Livros Históricos


-Livros Sapienciais e Proféticos


-Evangelhos Sinóticos e Atos dos Apóstolos


-Literatura Joanina


-Cartas Paulinas e Católicas


-Métodos de Exegese Bíblica


-Hermenêutica Bíblica


-História do Cânon Bíblico






Noções de Hebraico Bíblico e Grego Koiné



O estudo bíblico não pode ser reduzido a análises meramente sociológicas ou políticas; deve integrar crítica histórica, análise literária e leitura teológica, evitando tanto o fundamentalismo quanto o reducionismo ideológico.



2) Eixo Dogmático e Sistemático (Conteúdo da Fé)



Este eixo é o coração da Teologia e deve apresentar de forma ordenada o depósito da fé cristã, conforme a tradição da Igreja:



-Introdução à Teologia e Método Teológico


-Teologia Fundamental (Revelação, Fé, Tradição e Magistério)


-Cristologia e Soteriologia


-Trindade


-Antropologia Teológica


-Eclesiologia


-Mariologia


-Sacramentologia Geral e Especial


-Escatologia



Aqui é essencial que o curso mantenha fidelidade doutrinal, apresente o desenvolvimento histórico dos dogmas e permita o diálogo crítico com correntes teológicas modernas, sem absolutizar uma única escola ou ideologia.







3) Eixo Moral e Ético (Vida Cristã e Sociedade)



Uma formação teológica completa não ignora as questões morais contemporâneas, mas as aborda a partir de princípios objetivos e racionais:



-Teologia Moral Fundamental


-Teologia Moral Especial (vida, família, sexualidade, bioética)


-Doutrina Social da Igreja


-Ética Cristã e Filosófica


-Teologia Pastoral



É justamente nesse eixo que muitas grades falham ao substituir a moral cristã por discursos políticos ou ativismo ideológico. Uma boa formação ensina discernimento, não militância.



4) Eixo Histórico e Patrístico (Memória da Fé)



Sem história, não há teologia. Este eixo garante a continuidade da fé ao longo dos séculos:



-História da Igreja Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea


-Patrística (Padres da Igreja)


-Concílios e Desenvolvimento do Dogma


-História da Teologia


-Reforma e Contrarreforma


A ausência ou o tratamento superficial desse eixo geralmente leva a "anacronismos teológicos e leituras distorcidas" da autêntica tradição cristã.



5) Eixo Filosófico (Racionalidade da Fé)



A Teologia pressupõe a razão. Por isso, uma graduação séria deve conter:



-Introdução à Filosofia


-Filosofia Antiga, Medieval e Moderna


-Metafísica e Epistemologia


-Antropologia Filosófica


-Ética Filosófica


-Filosofia e Sociologia da Religião



Sem a racionalidade da filosofia, a teologia degenera em sentimentalismo ou ideologia.



6) Eixo Metodológico e Acadêmico (Produção do Saber)



Por se tratar de um curso superior reconhecido pelo MEC, é obrigatório o domínio das "ferramentas acadêmicas":



-Metodologia Científica


-Leitura e Produção de Textos Acadêmicos


-Normas da ABNT


-Pesquisa Teológica


-Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)


Esse eixo diferencia um curso universitário sério de formações meramente catequéticas e formações básicas em Teologia.



O que costuma faltar (e faz toda a diferença) nos cursos de Teologia



Em muitas instituições, especialmente nas mais ideologizadas, percebe-se a ausência ou enfraquecimento de:



-Línguas bíblicas (Hebraico e Grego)


-Patrística sólida


-Filosofia clássica


-Teologia dogmática sistemática


-Doutrina Social da Igreja "ensinada integralmente" (todo compêndio da DSI, e não apenas documentos do CELAM).




-O *Tomismo não é opcional, mas é exigido nos documentos do Concílio Vaticano II:


*Optatam Totius — Decreto sobre a Formação Sacerdotal. No Parágrafo 16  o texto conciliar afirma:  “Os estudantes sejam conduzidos a penetrar mais profundamente nos mistérios da salvação por meio da especulação, tendo São Tomás como mestre.” (Optatam Totius, n. 16).  No original latino, a expressão é ainda mais clara e forte:  “…mysteria salutis penitius perscrutentur, Sancto Thoma magistro, per speculationem…” - Ou seja: São Tomás de Aquino é indicado normativamente como mestre (magistro) para a formação teológica, especialmente na "teologia dogmática". (a grande maioria das Faculdades Católicas não cumprem essa exigência).



Quando esses elementos são substituídos por leituras políticas unilaterais, o resultado não é Teologia, mas doutrinação. Um Bacharelado em Teologia reconhecido pelo MEC deve formar teólogos, não militantes; pensadores, não repetidores de slogans; homens e mulheres capazes de dialogar com o mundo, sem trair a fé que estudam. Conhecer os critérios de uma grade formativa completa é o primeiro passo para discernir se uma instituição ensina Teologia de verdade — ou apenas ideologia com verniz religioso.



FACULADADES DE TEOLOGIA OU DE HERESIAS?



"Pior que a empáfia dos ignorantes é a soberba dos hereges"






São Paulo, 13 de Setembro de 2007



A Paz!





Meu nome é Luiz Henrique da Silva, sou brasileiro de Santa Catarina, e eu resido atualmente na cidade de São Paulo. Venho por meio desta relatar, a quem interessar possa, alguns fatos ocorridos comigo no primeiro semestre deste ano.Já havia algum tempo que vinha procurando uma oportunidade para participar de um curso livre de teologia que fosse voltado para leigos como eu. Na paróquia Santo Antônio de Lisboa, no bairro do Tatuapé, localizada à Rua Francisco Marengo, nº 1470, me foi entregue um folheto com informações sobre o “Curso de Teologia e Sagrada Escritura para Leigos” da “UniSal” (Centro Universitário Salesiano de São Paulo), na Região Episcopal Belém – Setor Carrão. Segue anexa uma cópia deste folheto, onde constam as informações de que as aulas acontecem na Paróquia São João Batista, à Rua Coronel Marques, 174, também no bairro do Tatuapé, às segundas e quartas feiras, das 19:30 às 22 horas.  Muito feliz, me apressei em procurar o local e iniciar o curso.Mas logo na primeira aula sofri uma grande decepção: a professora, cujo nome infelizmente não me lembro, ensinava em sala que os milagres bíblicos não existem, que todas as ocorrências maravilhosas descritas na Bíblia aludem a apenas simbologia ou metáforas, e que “A PRÓPRIA RESSUREIÇÃO DE CRISTO SERIA APENAS UMA METÁFORA, QUE NA VERDADE JESUS NÃO RESSUSSITOU REALMENTE E QUE A ‘PRESENÇA REAL’ NA EUCARISTIA NÃO EXISTE, MAS É APENAS UMA CELEBRAÇÃO SIMBÓLICA”. Essa mesma professora ensinava que (palavras dela): “É preciso que o católico ‘amadureça’ sua fé. Precisamos esquecer tudo que aprendemos na catequese! Os milagres bíblicos são metáforas, a ressurreição de Cristo é um símbolo. O que realmente importa é o serviço social”! Profundamente desapontado, desisti deste curso e fui procurar um outro. Tenho comigo o sonho de me tornar catequista, e o meu objetivo era o de me capacitar e também me aprofundar no sentido da fé cristã, além de aprimorar a minha cultura bíblica. Acabei tomando conhecimento do curso do “Itelsé - Instituto de Teologia da Região Sé”. Nessa instituição, as aulas são ministradas uma vez por semana, às segundas feiras, em horário noturno (das 19:30 às 21:45 horas), no Colégio Maria Imaculada, no bairro do Paraíso, à Rua Bernardino de Campos, 79, e o curso tem duração de três anos. Também estou enviando anexo a cópia do panfleto publicitário deste curso, cujo site na internet é:http://www.regiaose.org.br/forma/itelse_det.html - Ingressei nesse curso e, como o meu interesse em aprender era (e é) muito grande, logo no meu primeiro dia de aula me tornei líder de classe, responsável pela interface entre alunos, professores e a diretoria da instituição. Mas qual não foi a minha surpresa ao perceber que o principal objetivo deste curso também é o de negar, abertamente, os princípios essenciais da fé cristã católica, a existência dos milagres, a autoridade do papa como sucessor de Pedro e a importância dos dogmas da Igreja. Chocado, presenciei, por diversas vezes, o professor do primeiro ano “B” (Introdução à Teologia), Sr. Carlos Mario, negando a Presença Real do Corpo de Cristo na Eucaristia, a verdade dos Evangelhos e até mesmo a própria Ressurreição! Presenciei, diversas vezes, à hora do intervalo e na saída das aulas, os alunos se entreolhando, no pátio e nos corredores, estupefatos com o conteúdo das aulas. E assim, eu pude compreender o porque de ter sido saudado pelos meus colegas de classe, logo ao ingressar no curso, com a seguinte saudação: “Bem vindo! Aqui você vai perder a sua fé!”. Existe até uma espécie de “dito” entre os alunos: “Quem estuda teologia vira ateu!”. Durante todo o tempo em que participei do curso (em torno de 90 dias, pois mais do que isso não pude suportar), tive a infeliz oportunidade de presenciar, em sala de aula, a figura do papa ser ridicularizada, sua autoridade questionada, e até a capacidade de realizar milagres do Cristo ser alvo de piadinhas e chacotas, por parte do professor. Como líder de classe, participei de reuniões e pude comprovar, por mim mesmo, que esse comportamento não era condição exclusiva do professor supra-citado, mas sim de todo o corpo docente da instituição! Depois de algum tempo, como disse, meu coração não suportou mais e eu abandonei também este curso. Gostaria de salientar que o que mais me preocupa é que percebo claramente o crescimento de um forte movimento pseudo-cristão marxista crescendo assustadoramente dentro da Igreja, aqui em São Paulo; uma ala que quase chega a pregar o ateísmo, composta de membros bastante inteligentes e MUITO ATIVOS, dirigindo atividades importantes e criando cursos como esses, dentro das paróquias, desviando fiéis e destruindo a fé, com o claro propósito de combater os princípios essenciais da Igreja. Sem mais, e na esperança de ter contribuído, de algum modo, para o fim deste despautério, subscrevo-me.





Luiz Henrique da Silva







RESPOSTA



Muito prezado  Henrique, Salve Maria!





O que você me conta em sua carta não é novidade! 




Essas são algumas das heresias modernistas que são pregada também na Faculdade de Teologia da Assunção, em uma das seções dela, onde os professores declaram aos alunos que visam causar-lhes uma crise na Fé. Vários dogmas da Fé são explicitamente negados nessas "Faculdades" de "Teologia" ou antes melhor dizendo, Faculdades de Heresia. Na PUC de São Paulo, quem dirige  o cruso de "religião" é um ex padre -- mas sempre modernista -- e contaram-me que nessa "Pontíficia" Universidade, há professores de "religião" que se declaram ateus, na própria aula de religião. E comprovam-se nesses erros a ignorância imensa dos sacerdotes deformados nesses institutos, nas pregações e homilias de muitos padres deformados por tais cursos. 


Não é de estranhar pois, que a Igreja Católica em São Paulo esteja sofrendo uma crise tão grande na Fé!  Aliás, se o antigo Cardeal de São Paulo - Dom Cláudio Hummes - declarou que o "Lula é católico à sua maneira", não é de se estranhar que os "Teólogos" paulistanos sejam também católicos à sua maneira. Isto é, que sejam, de fato, tudo, menos católicos.

    



In Corde Jesu, semper, 





Orlando Fedeli





Heresias de um estudante de Teologia - II





Nome:
Richard J. Souza
Enviada em:
07/06/2006
Local:
São Paulo - SP, Brasil
Religião:
Católica
Idade:
42 anos
Escolaridade:
Superior em andamento








Deixei de comentar uma colocação sua:





"E fique sabendo que a Igreja não tem que acompanhar a Ciência pois Cristo não deu as chaves do reino dos céus a Darwin mas a São Pedro e a seus legítimos sucessores. Portanto, você está completamente errado."



Em nenhum momento afirmei que o cientista Darwin é que está certo com relação à criação do mundo. Vou explicar melhor e mais detalhado para que possa entender: O começo das atividades científicas, como arquelologia e antropologia, trouxe para o homem moderno o entendimento de como funcionavam as sociedades antigas, tanto no campo social, econômico, político e religioso. E muito se descobriu sobre os povos que relata a Bíblia, legitimando muitos escritos e conseguindo compor uma ordem cronológica aos dados relatados nela.O aprofundamento das ciências humanas possibilitou que a igreja revisse vários entendimentos de fatos descritos nos Escritos Sagrados (quais?). O que por muito tempo se tinha como verdade, descobriu-se que eram enganos, não erros, mas enganos de interpretação. Como exemplo, voltemos à idade média, onde Galileu Galilei quase foi morto na fogueira da inquisição por declarar que a terra girava em torno do sol. Outro exemplo que a igreja caminha junto com as ciências é que a cidade de Roma, incluindo o Vaticano, é local constante de pesquisas arqueológicas.Isto não quer dizer que a igreja aceita ou deva aceitar tudo o que as ciências dizem.Tudo é analisado, estudado e depois dado uma resposta positiva ou negativa. É só olharmos as encíclicas papais e veremos uma mudança ou melhor, uma adaptação a verdade descoberta dos fatos antigos. Mesmo se adaptando à realidade, não deixa nunca de professar os ensinamentos que Jesus ministrou aos apóstolos e foi passado a frente até os dias de hoje. A excência(?) não mudou e nunca mudará. O que muda é o entendimento que se tem dela. Saber quem esta certo, o Criacionismo ou a Teoria da Evolução, não é o mais importante. O importante é que a Sagrada Escritura nos mostra que foi pelo AMOR de Deus que tudo existe, que tudo foi criado. Aí entramos em um outro tema que é longo e não há como discuti-lo neste momento. Outra coisa que queria falar é sobre uma colocação minha que você colocou na sua resposta. É muito esperto este método de tirar do contexto uma frase apenas e lançá-la no ar. O mais correto era ter reescrito todo o parágrafo e não apenas uma frase, pois a deixa sem sentido ou deturpa o seu entendimento. A mesma coisa acontece com quem usa apenas um versículo da Bíblia para fundamentar uma idéia. Acaba caindo no fundamentalismo barato e fúril.Para seu conhecimento, também não existem vogais no alfabeto egípcio antigo. Eles desenhavam símbolos e cada um significava uma consoante, ou palavra, ou objeto, ou forma, e até uma frase. Isto a arqueologia e a antropologia descobriram depois de muito estudar e pesquisar. O alfabeto hebraico, até os primeiro séculos de nossa era, não tinham vogais e o que determinava o som das vogais era o som da consoante. Como exemplo, o nome de Deus escrito em hebraico e transliterado para o nosso alfabeto é YHWH. Porteriormente foram atribuídas as vogais ficando YHAWEH. As traduções latinas já trazem como JAVE e numa junnção de YHWH e ADONAI, alguns traduzem como JEOVÁ. Este entendimento não é fruto da minha imaginação ou minha vontada, mas de estudos que muitos doutores (quem?) no assunto fizeram e que a igreja aceita como correto. Agora, se não aceita as descobertas científicas, creio então que continua acreditando que a terra é o centro do universo e que tudo gira em torno dela. Aconselho-o a se instruir melhor para responder com mais clareza e entendimento às perguntas que lhe fazem, para não dar resposta como a que deu a mim, chamando-me de uma pessoa cheia de empáfia de ignorante e soberba. Apenas expressei minha opinião diante de colocações que são feitas nas suas respostas, que são fracas de sustentação e fundamentos, tanto teológicos como históricos. Leia os documentos da igreja: Os do Concílio Vaticano II, o Catecismo da Igreja Católica, as Encíclicas Papais, os documentos da Congregação da Doutrina da Fé, muitos escritos pelo Papa Bento XVI, quando preifeto da congregação, entre outros. Serão grandes subsídios para suas respostas.






PS.: Quando citar algum documento, indique onde se encontra a citação para que as pessoas possam ler o texto todo e entender o contexto do escrito.






"Em tudo seja Cristo o centro" (são Bento de Núrcia)





Richard José de Souza - Estudante de Teologia 3° ano - Pontifícia Faculdade de Teologia Nª Sª Assunção














RESPOSTA
RESPOSTA





Muito prezado Richard,





Salve Maria!






Você me manda mais uma carta, tentando explicar o que disse e justificar-se de alguma maneira. Ficou ainda pior! Meu caro, seu mal é ser pretensioso! Esse defeito é próprio de quem faz uma Faculdade ruim. Pensa que sabe, e nem sabe o quanto ignora.`    Para "explicar melhor" o que você pensa que pensa, você me escreveu: "O aprofundamento das ciências humanas possibilitou que a igreja revisse vários entendimentos de fatos descritos nos Escritos Sagrados. o que por muito tempo se tinha como verdade, descobriu-se que eram enganos, não erros, mas enganos de interpretação". 



Para você -- muito vazio candidato a teólogo -- a Igreja só descobriu que ensinara como verdades coisas erradas, depois que a ciência fez grandes descobertas. Se fosse assim, você confessa que segue a "Ciência" e não à Igreja! Portanto, você não é católico! E agora muito menos,  cientista! Como também não é teólogo, e nunca o será, ainda que lhe dêem um diploma de Teologia. Você pensa que vai ser teólogo...Realmente você é só um herege, e com um nível de conhecimentos menos que ginasiano. Quer a prova disso? 


Veja a besteira que você escreveu (e agora não pode ser professor de história):



"Como exemplo, voltemos à idade média, onde Galileu Galilei quase foi morto na fogueira da inquisição por declarar que a terra girava em torno do sol". 



Galileu não viveu na Idade Média! Galileu nasceu em 1564 e morreu em 1642, em plena Idade Moderna! Marca-se o fim da Idade Média em 1453, com a queda de Constantinopla.E o problema de Galileu não foi "por declarar que a terra girava em torno do sol". Quem defendeu isso foi Copérnico! Galileu defendia que a terra girava em torno de seu eixo, e queria provar isso pelas marés. 













Meu caro, o carro de sua ignorância é puxado por parelhas de sofismas e de mentiras.Estou sendo duro com você? Sua presunção não permite outra saída.Ou você compreende, hoje, seus defeitos, ou nunca mais! Se fazer o "Curso de Teologia" já o cegou tanto, imagine a cegeira que lhe produzirá o diploma desse curso! 



E você me diz: "Agora, se não aceita as descobertas científicas, creio então que continua acreditando que a terra é o centro do universo e que tudo gira em torno dela".Você nem tem idéia do que seja centro! Será que você pensa, realmente, que tudo gira em torno do sol? E julga você que o sol é o centro do universo?Coitadinho!... O sol é apenas o centro de um sistema planetário no interior de uma galáxia. Possivelmente você considera que o universo material é infinito. E, só para argumentar ad hominem, lhe pergunto: se o universo é infinito como pode ter centro? (e agora não pode ser astrônomo). 



A palavra centro tem vários sentidos. Um deles é o de centro geométrico ou físico. E desse modo o sol não é centro do universo! Outro sentido é o de centro de importância. São Paulo é o centro mais importante de nossa pátria, mas não é o centro geográfico do Brasil. Sem dúvida, a Terra é o centro do universo, porque nela habita o homem, para quem Deus fez o sol e as estrelas, a fim de que o homem compreendesse, pelas qualidades visíveis do universo, as qualidades invisíveis do Criador (Cfr. Rom. I , 20).O centro de tudo é Deus! O centro de tudo é Cristo! Tudo gira em torno de Cristo! E essa foi a única coisa que você escreveu de certo, no fim de sua carta:"Em tudo seja Cristo o centro(são Bento de Núrcia). Mas, se isso é certo, -- e isso é certíssimo! -- jogue seus slogans sobre Galileu no lixo. E se o Galileu for junto, nada se perderá!E sua frase seguinte é inadequada, e absolutamente fora de contexto:"Outro exemplo que a igreja caminha junto com as ciências é que a cidade de Roma, incluindo o Vaticano, é local constante de pesquisas arqueológicas". O fato de que haja pesquisas arqueológicas em Roma nada prova sobre a posição da Igreja. Isso é bobagem! Pesquisas arqueológicas são feitas em inúmeros lugares da Terra. Talvez você quisesse dizer que a Igreja comprovou muito do que diz de seu passado histórico com provas arqueológicas. Mas a frase tal como você a escreveu é completamente inadequada. 




Além de aprender a escrever, você teria que começar a aprender a pensar. E a começar a rezar pedindo a Deus humildade...Veja outra prova de que você não sabe nem pensar,e nem escrever:"A excência não mudou e nunca mudará. O que muda é o entendimento que se tem dela". Que é a "excência"? Vai ver que você quis escrever essênciaEsse seu erro de ortografia revela o nível filosófico de um aluno do Terceiro ano de Teologia da Faculdade Nossa Senhora da Assunção. Uma vergonha! "Excência"!!! Que vergonha! 



Mas você deveria se envergonhar mais dos erros contra a Fé do que com esse erro crasso de ortografia, que, afinal, é de somenos importância.  Ninguém perde a alma por erros ortográficos. Mas, os erros contra a Fé ofendem muito a Nosso senhor e perdem almas.Tenho pena de você! E gostaria de ajudá-lo.  E somente continuo esta dura análise de sua carta porque tenho esperança de lhe abrir os olhos para seu estado lamentável.Quer outra prova de que você não sabe pensar, e que não sabe o que escreve?Veja aí esta outra frase sua:"Saber quem esta certo, o Criacionismo ou a Teoria da Evolução, não é o mais importante. O importante é que a Sagrada Escritura nos mostra que foi pelo AMOR de Deus que tudo existe, que tudo foi criado". Se pouco importa quem disse o certo, se a Bíblia ensinando o criacionismo ou se Darwin, mentindo sobre a evolução, se nada disso importa, como afirma você que a criação foi por "AMOR"? Mas então você aceita o criacionismo? E rejeita o "científico" Darwin? 



"AMOR" é palavra coringa -- ou mágica -- usada em sermões bem vazios de pensamento.Quando num sermão, ou numa entrevista, um padre não sabe mais o que dizer, começa a tagarelar sobre o "AMOR". É o que dá, ser viciado em telenovela.



 








Pobrezinho! Muito provavelmente, você nem sabe o que significa a palavra "AMOR"! Por fim, agradeço-lhe sua preocupação com minha ignorância, pois que me dá um conselho que venho pondo em prática há muitos anos, pois que me diz: "Aconselho-o a se instruir melhor para responder com mais clareza e entendimento às perguntas que lhe fazem, para não dar resposta como a que deu a mim, chamando-me de uma pessoa cheia de empáfia de ignorante e soberba. Apenas expressei minha opinião diante de colocações que são feitas nas suas respostas, que são fracas de sustentação e fundamentos, tanto teológicos como históricos". E você não tem vergonha de me escrever isso?! "Teólogo, cura-te a ti mesmo". Meu caro, coloque-se diante de Deus, peça-lhe que Ele lhe faça ver o que você mais precisa. E você precisa de muita coisa! Se eu puder ajudá-lo, conte comigo, que, desde já, peço a Deus que lhe abra os olhos, para que veja sua imensa presunção. Todos devemos -- quer eu, quer você -- ver bem como somos sem valor, como em nós nascem tendências para o erro e para o mal, e compreendermos que só Deus é fonte de Sabedoria. Somente Nossa Senhora, meu caro, pode retirá-lo do abismo em que você jaz! Rogo a Ela que o ajude. Um abraço, ainda com alguma esperança, pela ação da Virgem Maria em sua alma.





In Corde Jesu, semper,





Orlando Fedeli - Associação Cultural Montfort







Para onde ir? Como discernir diante da crise formativa nos seminários




Muitos estudantes de Teologia e seminaristas vivem hoje um profundo dilema: 



-Em qual instituição estudar? 

-Qual seminário escolher? 

-Como agir diante de formadores que relativizam a fé? 

-O que fazer quando o ambiente formativo se mostra doutrinariamente confuso, ideologizado ou abertamente hostil ao Magistério da Igreja? 




Essas perguntas, longe de serem exceção, tornaram-se cada vez mais frequentes em um contexto de crise intelectual e espiritual que atinge também os espaços de formação eclesiástica.





(foto reprodução)




Princípios fundamentais para o sadio discernimento vocacional



1) Não existe seminário perfeitoO primeiro ponto a ser compreendido é que não existe, nem jamais existiu, o seminário ideal. Desde os primórdios da Igreja, a formação do clero sempre conviveu com limitações humanas, tensões culturais e desafios doutrinais. A expectativa de encontrar um ambiente absolutamente puro e imune a erros é irreal e pode gerar frustração e abandono injustificado da vocação.


2) A vocação não é ao seminário, mas ao sacerdócioO segundo princípio é decisivo: ninguém tem vocação para ser seminarista. O seminário é um estado transitório, um meio ordenado a um fim maior, que é o sacerdócio ministerial. Quando essa verdade se perde, corre-se o risco de absolutizar a instituição formativa e esquecer o chamado de Deus, que ultrapassa circunstâncias históricas e fragilidades humanas.



3) Fidelidade à Igreja e não às ideologiasQuando o seminarista se depara com ensinamentos contrários à fé católica, leituras ideologizadas ou práticas incompatíveis com o Magistério bimilenar da Igreja, ele não está autorizado a abandonar a fé para “se adaptar ao sistema”. Pelo contrário, é chamado a permanecer fiel à Igreja de sempre, à Sagrada Escritura, à Tradição viva e ao Magistério autêntico.








Nessas situações, recomenda-se voltar o olhar para os padres santos, estudar suas vidas, beber das fontes seguras da teologia clássica e manter uma vida espiritual sólida. A perseverança silenciosa, aliada ao estudo sério e à oração constante, costuma ser o caminho mais fecundo para quem tem certeza de sua vocação.



No vídeo acima,  o Padre Paulo Ricardo trata desse tema com clareza e equilíbrio, oferecendo critérios prudentes para atravessar ambientes adversos sem perder a fé, a caridade nem o vínculo com a Igreja.




Conclusão: permanecer na verdade para permanecer na Igreja




A crise que atravessa parte da formação teológica e dos seminários não é, em primeiro lugar, uma crise estrutural ou administrativa, mas uma crise de fidelidade à verdade revelada. Sempre que a Teologia deixa de ser fides quaerens intellectum — a fé que busca compreender — e se transforma em instrumento de projetos ideológicos, ela perde sua natureza própria e deixa de servir à Igreja. Onde a fé é substituída por categorias políticas, o Evangelho deixa de iluminar e passa a ser instrumentalizado.



A resposta a essa crise não está na criação de “igrejas paralelas”, em guetos ideológicos ou em movimentos de ruptura, mas na permanência humilde e corajosa na Igreja de Cristo, aquela que atravessou dois mil anos de perseguições externas e confusões internas sem jamais perder a sua identidade. 



A história demonstra que as maiores renovações da Igreja não nasceram da adaptação acrítica ao espírito do mundo, mas da fidelidade radical à fé recebida, vivida com inteligência, caridade e perseverança.



(foto reprodução)




Para o seminarista e o estudante de Teologia que se veem inseridos em ambientes confusos ou hostis à ortodoxia, o caminho não é o desespero nem a rebeldia estéril, mas o discernimento prudente, sustentado por uma vida espiritual sólida, estudo sério e obediência reta — nunca cega, mas iluminada pela verdade. Permanecer fiel ao Magistério não significa fechar os olhos para os problemas, mas recusar-se a chamar erro de avanço e heresia de progresso.



Cristo mesmo nos advertiu que o anúncio da verdade não seria acolhido sem resistência. Ele falou publicamente, com clareza e autoridade, e foi rejeitado por muitos exatamente por isso. A tentação de calar a verdade em nome da aceitação social ou da conveniência institucional não é nova; ela sempre esteve presente quando o respeito humano se sobrepôs ao temor de Deus. 



Quando a fé deixa de ser professada à luz do dia, surgem os discursos ambíguos, os círculos fechados, as “iniciações” ideológicas e, por fim, uma espiritualidade deformada, mais próxima de seitas e partidos do que da Igreja una, santa, católica e apostólica.







Por isso, a fidelidade católica autêntica não se define por rótulos políticos ou posicionamentos ideológicos, mas pela adesão integral à fé da Igreja. Como recorda com simplicidade e precisão o Padre Daniel Pinheiro, ecoando o ensinamento perene do Magistério: “nem direita, nem esquerda, nem centro: sejamos simplesmente católicos”. Ser católico é crer no que a Igreja sempre creu, ensinar o que ela sempre ensinou e viver o que sempre viveu, mesmo quando isso se torna impopular.




Ao final, permanece uma certeza consoladora: Cristo não abandona aqueles que Ele chama. Nenhuma ideologia ou crise, por mais profunda que pareça, é capaz de anular a ação da graça. A vocação sacerdotal não depende da perfeição das instituições, mas da fidelidade daquele que chama e da resposta generosa de quem se deixa conduzir. 



Permanecer na verdade, mesmo em tempos de confusão, é já uma forma silenciosa e poderosa de santidade — e, muitas vezes, o primeiro passo para a verdadeira renovação da Igreja.




*Francisco José Barros de Araújo – Bacharel em Teologia pela Faculdade Católica do RN, conforme diploma Nº 31.636 do Processo Nº  003/17 - Perfil curricular no sistema Lattes do CNPq Nº 1912382878452130.






BIBLIOGRAFIA





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-CONCÍLIO VATICANO II. Optatam Totius: Decreto sobre a formação sacerdotal. In: CONCÍLIO VATICANO II. Documentos do Concílio Vaticano II. Cidade do Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 1965.

-CONCÍLIO VATICANO II. Gravissimum Educationis: Declaração sobre a educação cristã. In: CONCÍLIO VATICANO II. Documentos do Concílio Vaticano II. Cidade do Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 1965.

-JOÃO PAULO II, Papa. Veritatis Splendor: Carta encíclica sobre algumas questões fundamentais do ensinamento moral da Igreja. São Paulo: Paulinas, 1993.

-JOÃO PAULO II, Papa. Fides et Ratio: Carta encíclica sobre as relações entre fé e razão. São Paulo: Paulus, 1998.

-CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ. Instrução sobre alguns aspectos da “Teologia da Libertação” (Libertatis Nuntius). São Paulo: Paulinas, 1984.

-BENTO XVI, Papa. Discurso à Cúria Romana por ocasião das felicitações natalinas (22 de dezembro de 2005): A hermenêutica da continuidade. Vaticano, 2005. Disponível em português no site da Santa Sé.

-CONGREGAÇÃO PARA O CLERO. Ratio Fundamentalis Institutionis Sacerdotalis: O dom da vocação presbiteral. Brasília: Edições CNBB, 2017.

-FRANCISCO, Papa. Veritatis Gaudium: Constituição Apostólica sobre as Universidades e Faculdades Eclesiásticas. Cidade do Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 2017.

-CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA. Instrução sobre a incorporação de institutos de estudos superiores. Cidade do Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 2020.

-FRANCISCO, Papa. Praedicate Evangelium: Constituição Apostólica sobre a Cúria Romana e seu serviço à Igreja e ao mundo. Cidade do Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 2022.

-CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA. A identidade da escola católica para uma cultura do diálogo. Cidade do Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 2022.



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Anônimo
3 de setembro de 2023 às 16:07

Muito obrigado por estes esclarecimentos! Estou pensando em entrar para o seminário e essa matéria me ajudou demais ! Deus os abençoe!

Sergio Fonseca

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