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Crítica ao Falso Conservadorismo religioso na Igreja Católica

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 16 de janeiro de 2013 | 00:41







Sou adepto do Verdadeiro Conservadorismo, este conjunto de bons valores e sentimentos herdados, esta maneira de ver o mundo e compreender a ordem social segundo uma tradição constante e correta de interpretar os acontecimentos à luz da Palavra de Deus e  da Sagrada tradição sob o magistério da Igreja.Ora, segundo o grande teórico do Conservadorismo Russell Kirk, no seu Dez Princípios Conservadores, o conservador acredita na natureza humana, em princípios morais sólidos, fundamentados na tradição de nossa civilização, uma ordem moral que herdamos de nossos antepassados e sobre a qual construímos o nosso presente, tendo em vista o futuro, o conservador crê no valor da tradição, dos costumes, e sobre este alicerce firme assenta sua opinião política, desejosa sempre da ordem social e do bem comum.O segundo motivo é que sou católico. E como católico, sou adepto e defensor dos princípios morais fundamentais da minha religião. Creio que a Moral Católica é o melhor que há para o desenvolvimento das virtudes, para uma vida digna e para a constituição de uma ordem moral e social justa e certa. Creio piamente nos preceitos morais da Santa Madre Igreja.Tampouco pretendemos fazer um exame exaustivo das posições que não compartilhamos, menos ainda analisar todas as diferenciações que existem na ampla gama daquilo que se costuma chamar “integristas, “conservadores”,etc; gama, essa, que inclui os lefebvristas, os meta-lefebvistas, os deponentistas, os sede-vacantistas, etc. Por isso, não pretendem nossas afirmações apontar a todos eles da mesma forma e no mesmo sentido.


Alguns Conservadores fanáticos e de pensamento engessado caem em um erro parecido com o dos protestantes:


Os protestantes  falavam da “sola Scriptura” como norma remota  da Revelação e do “livre exame” como norma próxima, destruindo a Tradição e o Magistério sob o mesmo princípio.



Alguns atuais Conservadores  parecem que têm como norma a “sola Traditio” e, como norma próxima, o livre exame, isto é, o que eles mesmos dizem ao selecionarem as partes do magistério mais cômodas e que justifiquem sua conduta, que pertence ou não à Tradição, aplicando o mesmo princípio protestante do “livre exame” à Bíblia e ao Magistério.





Por isso, estão em conflito com o que  desde sempre foi o próprio coração da Tradição, que é o Primado INTEGRAL  dos Papas(Do passado e do presente), desde o “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mt 16,18), passando por Santo Inácio de Antioquia aos cristãos de Roma: “ estejam purificados de todo matiz estranho...e preside na caridade”.



São Irineu: “Nela  (a Igreja de Roma) se conservou sempre a tradição apostólica” São Cipriano a designa como “ponto de partida da unidade episcopal”, nela “não tem acesso o erro na fé”.



São Jerônimo escreve ao Papa: “Somente em Vós se conserva íntegra a herança dos Padres”.



Santo Agostinho “Roma locuta causa finita” .Santo Ambrósio “Onde está Pedro ali está a Igreja”.São Leão Magno: “Assim como perdura para sempre o que em Cristo Pedro acreditou, da mesma maneira perdurará para sempre o que em Pedro Cristo instituiu”.



Os Padres do Concílio de Calcedônia (ano 451) recebem a espístola dogmática do Papa São Leão I (o Tomus ad Flavianum) aclamando: “Pedro falou pela boca de Leão”; o Papa Hormisdas (ano 519) “Na Sé Apostólica se conservou sempre imaculada a religião católica”.


Até o Concílio Vaticano II: 




“Esta doutrina sobre a instituição, perpetuidade, poder e razão de ser do sacro primado do Romano Pontífice e seu magistério infalível, o Santo Concílio a propõe novamente como objeto de fé inamovível a todos os fiéis...As Igrejas particulares do Oriente e do Ocidente... estão encomendadas igualmente ao governo pastoral do Romano Pontífice que, por instituição divina, sucede a Pedro no primado da Igreja Universal” (Decreto sobre as Igrejas Orientais Orientalium Ecclesiarum, 3. Cf. LG 13. 22; AG 6. 22. 38; etc.).




E assim como, paradoxalmente, os protestantes com a “sola Scriptura” ficaram sem a Escritura  integral os  conservadores fanáticos  , analogamente, com a “sola Traditio” ficaram sem a Tradição integral e verdadeira, mas apenas com partes dela.






Parece, também, que se teme a sã e homogênea evolução do dogma, como se a fé e a Igreja não fossem um organismo vivo e de vida sobrenatural que, de si, tende ao desenvolvimento. 





Perguntava-se São Vicente de Lerins (morto antes de 450):





”Mas talvez diga alguém: depois não haverá na Igreja de Cristo nenhum progresso na religião? Certamente esse progresso existe e é muito grande... Mas tem  que ser verdadeiro progresso na fé, não alteração da mesma. Pois, é próprio do progresso que algo cresça em si mesmo, enquanto o próprio da alteração é transformar uma coisa em outra” (Conmonitorium 23).



Ora, quem tem autoridade, dada por Cristo, para dizer que algo é ou não é de fé? Os atuais Conservadores que se arrogam tal direito ou os sucessores de Pedro? 





Os que estudaram este tema (Cf. F. Marín Solá. O.P., Evolución homogénea del dogma católico, Ed. BAC, Madrid),provam que é o Magistério da Igreja o que torna explícito o que estava implícito.




Além disso, deve-se dizer que esta evolução acidental não pode ser parada, já que é obra do Espírito Santo. Parece-nos que não é nenhuma proposta sábia considerar que tudo se arrumaria voltando o rito codificado por São Pio V, que a Bíblia só fosse lida em latim, que o último catecismo católico fosse o “Catecismo Romano”.






Há, ainda, alguns problemas de ordem filosófica, como o considerar ‘post hoc, ergo propter hoc’ (depois disto, logo é causado por isto).  E, assim, a culpa de todos os males que se podem ver na Igreja e no mundo se atribuem ao Concílio Vaticano II, da mesma maneira como os “velhos católicos” anteriores a este, atribuíam por sua vez ao Concílio Vaticano I.



VOCÊ SABIA QUE O TRADICIONALISMO FOI CONDENADO PELO CONCÍLIO VATICANO I E PELO PAPA LEÃO X  ?




O que é o TRADICIONALISMO ?



É uma posição doutrinária condenada pelo Concílio Vaticano I e pelo Papa Leão X ,segundo a qual a fé se remete unicamente a uma mera corrente tradicionalista e não a revelação como um todo e tendo o magistério como seu intérprete infalível tanto do passado como do presente e bem como no futuro que há de vir.Está aí uma das mais queridas estratégias do tradicionalismo anti-Vaticano II: selecionar expressões avulsas, frases soltas, períodos completamente distantes de seu contexto, e apresentá-los como o pensamento completo.



Foi o que aconteceu com a expressão “semente divina” da Constituição Pastoral Gaudium et Spes, separada inteiramente de seu contexto para corroborar a concepção de que haveria Gnose nos textos do Concílio; ou o “subsiste” da Constituição Dogmática Lumen Gentium, este utilizado ilicitamente por modernistas para propagar seu pernicioso relativismo religioso, e por tradicionalistas anti-Vaticano II como forma de criticar o Concílio: estaria no “subsiste” a prova de que o Concílio é modernista (afinal, para os tradicionalistas anti-Vaticano II, mais valem as palavras dos Teólogos modernistas e suas interpretações errôneas, do que o próprio texto em si, que em momento algum insinua relativismo religioso).

Mas voltemos aos “torpedos”. Utilizando sua “grande” estratégia de retirar as coisas de seu contexto real e verdadeiro para inserí-las no contexto tradicionalista anti-Vaticano II, buscando corroborar o argumento de que o Concílio pode ser rejeitado, os tradicionalistas anti-Vaticano II encontram “torpedos” contra o Concílio até onde estes claramente não existem. E como gostam de utilizar as palavras do Cardeal Ratzinger! Logo as palavras do grande Teólogo Ratzinger, que como Teólogo e Cardeal sempre se esforçou para mostrar o verdadeiro significado dos textos conciliares, o seu significado próprio, nato, essencial, o significado que o próprio Concílio estabeleceu, que o próprio Magistério da Igreja definiu, já que os textos do Concílio falam por si só, e nada precisa lhes ser adicionado, subtraído, ou interpretado longe do que já expressam; Ratzinger que sempre se esforçou por afastar dos textos conciliares as sombras das interpretações errôneas modernistas, para que o texto concliar pudesse ser visto tal como realmente é (coisa que os tradicionalistas anti-Vaticano II nunca fizeram, pois preferem confiar na “segunda versão” dos modernistas: preferem as interpretações dos Teólogos modernistas do que o próprio texto em si). Joseph Ratzinger que hoje, como Papa, amado Papa Bento XVI, gloriosamente reinante, combate a “hermenêutica da descontinuidade”, hermenêutica que vê o Concílio como uma ruptura com a perene Tradição da Igreja, hermenêutica defendida por modernistas (criadores do absurdo conceito “Igreja pós-conciliar”) e tradicionalistas anti-Vaticano II (autores do igualmente absurdo conceito de “Igreja pré-conciliar”), hermenêutica equivocada em todos os sentidos, pois o Corpo Místico de Cristo não pode romper-se, rachar-se ao meio: a Igreja é uma só, sempre.



Entretanto, já que os tradicionalistas anti-Vaticano II gostam tanto de torpedos, deveriam dar atenção ao torpedo direcionado também a eles pelo Papa Leão X. Com efeito, ao condenar os erros do Protestantismo de Lutero na sua magistral Bula Exsurge Domine, o Papa condenou aqueles que se acham no direito de atenuar a autoridade de um Concílio Ecumênico e contradizer aberta e deliberadamente suas determinações. E este torpedo é torpedo realmente, não uma frase solta, uma expressão avulsa, um período fora de seu contexto. O gênero de enumeração de erros, o mesmo utilizado pelo Papa São Pio X no seu Decreto Lamentabili Sine Exitu ou pelo Papa Beato Pio IX no seu Syllabus dos Erros Modernos, é direto e claro; a condenação dos erros fala por sí só, não podendo ser retirada do seu contexto, volatilizada ou interpretada de forma a corroborar esta ou aquela opinião; no caso de erros contra a Fé (como acontece na Exurge Domine, no Decreto Lamentabili e na maioria dos erros enumerados no Syllabus, este último com excessão de algumas definições pastorais, que podem ser reformadas) são definições irreformáveis, por estarem ligas aos dogmas de Fé.



Mas o que disse o Papa Leão X para os hereges protestantes, que ainda hoje vale para os tradicionalistas anti-Vaticano II (e também para hereges modernistas)? Simplesmente condenou sua pretensão de rejeitar a autoridade de um Concílio Ecumênico, enfraquecer esta mesma autoridade, e contradizer deliberadamente o que foi determinado num Concílio. O Papa Leão X condenou: “Um meio foi dado a nós para enfraquecer a autoridade de Concílios, para contradizer seus atos livremente, julgar seus decretos e corajosamente confessar tudo o que pareça verdade, seja o que for que tenha sido aprovado ou desaprovado por qualquer Concílio” (SS. PAPA LEÃO X, Bula Exsurge Domine, erro condenado nº 29).





CONCLUSÃO:










Até um certo ponto acho positivo o VERDADEIRO E INTEGRAL CONSERVADORISMO,mas a partido do momento em que vira puritanismo Cego e descamba para o extremismo excludente ,intransigência,ruptura e descontinuidade  com criticas e visões parciais da realidade e da modernidade, fica completamente negativo e mutilado este mesmo conservadorismo manco.Ser conservador é estar vigilante com relação à  manutenção dos bons princípios, da ética e da moral social fundamentada nos valores Cristãos.




Mas ser extremista e Conservador fanático ao meu ver significa não respeitar o livre arbítrio e as liberdades individuais. Ser conservador ao extremista é não respeitar as diferenças é ser preconceituoso com aqueles que pensam diferente, é ser ditador, é querer impor suas ideias e não a Tradição Integral da Igreja a força.




Não é mal ser um bom Conservador,ao contrário, é bom resgatar valores que se perderão ao longo do tempo, mas veja bem “VALORES”. Digo isso, pois junto com esses valores vem muito preconceito, preconceito esse que devemos deixar no passado, junto com tudo de ruim  (e sem anacronismos)que alguns de nossos líderes como filhos de seus tempos o fizeram.O problema do conservadorismo radical é que este trava a igreja em normas e pensamentos que não condizem mais com a nossa realidade. E se seguimos uma única igreja, não podemos ter dois discursos. O que acontece atualmente é que alguns Conservadores radicais  falam uma língua e a nossa igreja outra.E entre esses dois discursos, é mais prudente ficar com o discurso “oficial”da Igreja em seu santo e sagrado magistério de sempre, aliado a tradição e a palavra, do que com discursos isolados, mancos e parciais destes pseudos guardiões da sua própria Tradição.



O ponto passivo é:




Se sou católico devo por obrigação apoiar o santo e atual Sagrado magistério de minha igreja, que prega o ecumenismo, o diálogo inter-religioso, que não apóia a idéia de "somente a nossa religião salva", entre outros discursos pseudos conservadores.Se digo ‘ NÃO ao discurso atual de minha igreja é simples, “eu não sou católico” e não estou em unidade com a Igreja de Cristo fundada sobre Pedro (Mateus 16,18).



Apesar de gostar muito de canto Gregoriano,da missa em Latim e do rito Tridentino,se o conservadorismo fosse "questão de honra" dentro da nossa  igreja ainda estaríamos com a Bíblia em Latin ou Grego, e nossas igrejas estariam vazias.O próprio Cristo disse: Sêde mansos como as pombas, mas espertos como as serpentes. E tudo para a Glória de Deus e de sua Igreja.Em primeiro lugar, creio que é necessário de parte de cada um de nós um exame de consciência sobre o tema, como disse o Cardeal Hyacinthe Thiandoum, arcebispo de Dacar:




“Se a Igreja é comunhão e seus membros não são solidários entre si, então este drama é nosso...”




É verdade que, no movimento espiritual pós-conciliar, deu-se, muitas vezes, um esquecimento, inclusive uma supressão da questão da verdade.A verdade apareceu de repente  como uma pretensão demasiado alta, um triunfalismo.Isto se verifica de modo claro na crise na qual caíram o ideal e praxis missionária.Daí que se conseguimos mostrar e viver de novo a totalidade do que é ser católico e ser missionários nestes pontos, então podemos esperar que o cisma de Lefebvre e outros Conservadores não será de longa duração. 






Há, também, que se assinalar a falta de justiça e de caridade que demonstram os arautos da renovação e do progresso, chegando à crueldade com aqueles que não compartilham de suas teorias renovadoras e progressistas.Estamos comprometidos com a  renovação na fidelidade , ou o que é o mesmo, com  a fidelidade na renovação. Cremos que pode haver uma sã e legítima evolução “no mesmo sentido e com o mesmo conteúdo.





Cremos que o Concílio Vaticano II pode e deve ser interpretado à luz do Magistério anterior, como ensina Paulo VI: 







“Pelo contrário, deve-se dizer que as coisas ensinadas pelo Concílio Vaticano II, guardando um estreito nexo com o Magistério eclesiástico anterior, são sua continuação, explicação e incremento.O Concílio continua a vida da Igreja; não a interrompe, não a deforma, não a inventa, mas que a confirma, a desenvolve, a aperfeiçoa e a põe atual. O que principalmente se atém o Concílio Ecumênico é o seguinte: que o sagrado depósito da doutrina cristã seja guardado e ensinado de forma eficaz.A finalidade principal deste Concílio não é, pois,  a discussão deste ou daquele tema da doutrina fundamental da Igreja. E no mesmo sentido recorda o Sínodo dos Bispos que “deve-se entender o Concílio em continuidade com a grande tradição da Igreja...” (L’Osservatore Romano 26/9/66).




Evidentemente que nos referimos aos textos finais, não ao chamado “concílio Vaticano paralelo” ou “paraconcílio” ou as interpretações que fizeram os peritos, ou as declarações de clérigos, ou as possíveis omissões, ou a ausência de algumas definições. 




Além disso, de maneira especial:





“As orientações do Concílio devem ser estudadas, meditadas, relidas e praticadas: não somente os Documentos conciliares específicos, já, em si mesmos, tão ricos de indicações e sugestões pastorais, mas também com a ajuda do que podemos chamar a chave sinodal de leitura do próprio Concílio, isto é, mediante as indicações aportadas pelos trabalhos dos Sínodos dos Bispos, até agora celebrados e propostas em documentos de amplo alcance, de tal forma que somente na fidelidade atual e de fato ao Romano Pontífice, se conecta e se aproveita a Tradição viva e verdadeira e não fossilizada.(Joao Paulo II, Alocução aos bispos italianos em Assis, n° 7 (L´Osservatore Romano 21/3/82, p. 8).


Fonte original:www.padrebuela.com.ar
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Anônimo
3 de fevereiro de 2013 13:43

O Concílio continua a vida da Igreja; não a interrompe, não a deforma, não a inventa, mas que a confirma, a desenvolve, a aperfeiçoa e a põe atual.
O próprio Cristo disse: Sêde mansos como as pombas, mas espertos como as serpentes. E tudo para a Glória de Deus e de sua Igreja. Nunca deixarei de te amar!! Te amo cada dia mais, Painho do céu!!

Anônimo
3 de fevereiro de 2013 14:46

E o painho do Céu também a ama e confirma todo este amor !!

“As orientações do Concílio devem ser estudadas, meditadas, relidas e praticadas: não somente os Documentos conciliares específicos, já, em si mesmos, tão ricos de indicações e sugestões pastorais, mas também com a ajuda do que podemos chamar a chave sinodal de leitura do próprio Concílio, isto é, mediante as indicações aportadas pelos trabalhos dos Sínodos dos Bispos, até agora celebrados e propostas em documentos de amplo alcance, de tal forma que somente na fidelidade atual e de fato ao Romano Pontífice, se conecta e se aproveita a Tradição viva e verdadeira e não fossilizada.(Joao Paulo II, Alocução aos bispos italianos em Assis, n° 7 (L´Osservatore Romano 21/3/82, p. 8).

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