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Cai a máscara do Mídia Ninja. É apenas um braço do PT!

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 11 de outubro de 2016 | 09:50









(Posted on julho 23, 2013 by Tribuna da Internet – Por Carlos Newton)




Depois dos vândalos do Black Bloc, agora está caindo a máscara do tal Coletivo Mídia Ninja, que alega estar fazendo “jornalismo de vanguarda”, ao incentivar a baderna e a violência nas ruas, prejudicando e desvirtuando totalmente um dos movimentos político-sociais mais importantes da História do Brasil.O Coletivo Mídia Ninja se apresenta como se fosse uma espécie de “jornalismo de vanguarda”, uma iniciativa aparentemente interessante e viável para quebrar o monopólio das chamadas nove famílias que comandam a “grande mídia” no Brasil. Mas na verdade é apenas mais um instrumento político de baixo nível. O PT, chegando ao poder, traçou uma estratégia para democratizar a mídia. E se passaram 12 anos e nada. O que fez? Fortaleceu a Rede Record, está criando mais duas redes evangélicas (R.R. Soares e Waldomiro Santiago) e inundou de dinheiro uma rede de blogs amigos, que inventaram o PIG (Partido da Imprensa Golpista) e o transformaram em Partido da Imprensa Governista, defendendo tudo que o governo Ptista fazia e demonizando a oposição. Eram e ainda são muitos blogs e sites financiados pelo governo Ptista, através do Banco do Brasil, Petrobras, Caixa Econômica etc., e a fila estava aumentando, porque tinha muito jornalista também querendo entrar nessa boca rica. E o tal Mídia Ninja, quem diria, é financiado pelo PT, via ONG Fora do Eixo.









NA VIDA NADA SE ESCONDE POR MUITO TEMPO, NO FIM TUDO SE SABE!




Acontece que a liberdade/liberalidade da internet abriga também outros tipos de sites e blogs, que não são financiados pelo governo e atuam com impressionante liberdade (como este blog Berakash). Agora, ao pesquisar sobre o Coletivo Mídia Ninja, me surpreendo ao encontrar uma “Tribuna da Imprensa”, alternativa, que se diz livre. E foi nesse site que encontrei a verdade sobre os “jornalistas” que agem junto com os vândalos e baderneiros. O PT precisava de seus próprios mascarados. Não uma massa anônima, incontrolável e com um ideal. E sim bem identificáveis, confiáveis. Aliados e afinados. Talvez também com máscaras mas saídos das entranhas do financiamento público cultural: os “NINJAS”, diz o extenso artigo, acrescentando que o Mídia Ninja é um braço da ONG Fora do Eixo, protegida por José Dirceu. Cria do Ministério da Cultura, o Fora do Eixo arrecadou milhões em incentivos fiscais ao longo dos anos. Uma rede política abastecida por recursos públicos, mas empenhada em algo próximo a um “marxismo cultural” do que em prestação de contas. Seria injusto eu não dizer ao menos uma ou duas boas iniciativas criadas por eles. Mas digamos que eu seja injusto. Em seus mais de 10 anos de existência nenhum artista ou grupo musical conseguiu qualquer tipo de projeção ou relevância através dos serviços do Fora do Eixo. Conseguiram sim, que associações de produtores, selos e festivais fossem fechados, dessem prejuízo ou chegassem a bancarrota.










Quando o PT decidiu que deveria fazer parte das manifestações, não foi uma medida desesperada. Enxergaram um interesse político e eleitoral. Uma oportunidade. Paulo Henrique Amorim enquanto mais uma vez chamava o site Anonymous de “tucanonymous”, colocou um link ao vivo da Mídia Ninja em seu Conversa Afiada. A distinção estava clara, a dicotomia mais uma vez estabelecida. Vieram as manifestações, o cenário mudou. A Mídia Ninja, gerida pelo Fora do Eixo com simplórios porém eficazes recursos, mostra semanalmente a falta de comando da PM nos já esvaziados protestos contra o governador, contra Deus e contra tudo. E veio a glória: detenção totalmente insólita, por alguns minutos, de seus jornalistas. Com Cabral chegando aos incríveis 20% de aprovação e arrastando junto Pezão para o buraco, Lindbergh e o PT entraram no jogo novamente para a cadeira de governador. O pobre Dudu Paes, cujo vice é do PT, e que ainda tem pretensões eleitorais, não foi esquecido pelos seus aliados. O PT logo arranjou com a Mídia Ninja uma exclusiva com o prefeito, garantindo de que tudo saísse bem. Entrevista com muita água e açúcar, Paes se distanciou de Cabral, criticou a polícia, elogiou os manifestantes. Se mostrou um político jovem, antenado com o digital. Paes é Ninja. E o cara-pintada Lindbergh também!






CONCLUSÃO:





Como dizia Ibrahim Sued, "em sociedade tudo se sabe". Ninguém desconhece que a política é um jogo sujo, mas não se pode admitir grupos políticos apoiando lançamento de coquetéis molotov sobre a polícia, que pouco tem a ver com os governantes, pois exerce uma função de Estado, quem elege os governantes somos nós. A culpa é nossa,  e não da Polícia! Os soldados da PM são brasileiros como nós, não merecem ser queimados vivos, em nome da baderna que favorecerá este ou aquele partido.





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A ovelha é reflexo do pastor ?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 9 de outubro de 2016 | 13:35






Nunca esqueço desta formação dada pelo irmão de comunidade Júlio esposo de Ayla, quando esteve em missão por Mossoró-RN. Ele nos convidava enfaticamente como pastores de grupos de casais que renunciássemos em nome de Jesus esta afirmação demoníaca. E justificava o porque:



“Ora meus irmãos, se este raciocínio maldito fosse verdade, todos nós membros da Comunidade Católica Shalom seríamos uma cópia modelo (xérox) do nosso fundador Moyses, com vida de oração intensa, apostolado intenso, zelo na evangelização e a busca diária pela vivência da santidade não por presunção mas, por vocação. Pois o que vemos muitas vezes com os membros dos grupos e comunidades, é exatamente o oposto, e isto não é mérito apenas nosso. Se isto fosse verdade, todos os Franciscanos seriam santos, todos os Carmelitas seriam canonizados, pois os membros de qualquer carisma seriam cópias autênticas e fieis de seus fundadores, e dai por diante. Meus irmãos, nós somos na realidade o reflexo não de nossos pastores, mas de nossas opções livres. E lhes digo mais, você pode ter como pastor, ou formador pessoal o próprio Jesus Cristo em pessoa, e ainda assim, seguir suas próprias opções e liberdade. Como pastores, não podemos tomar as decisões no lugar de nossas ovelhas, como pastores o que podemos fazer é apenas aquela mesma atitude do pai com relação ao filho pródigo, que é estar sempre de portas abertas e o abraço pronto para dar a todas aquelas ovelhas que depois de experimentarem da suas próprias opções e liberdade, fazem o caminho de retorno a casa do Pai...”



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A culpa de todos os males do Brasil foi realmente de Temer ?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 8 de outubro de 2016 | 23:01







Alguns motivos que fazem muitas pessoas dizerem “Fora Temer” não são bem culpa direta ou exclusiva do suposto "presidente ilegítimo". Você tem percebido uma certa mania em muitos opositores do impeachment de Dilma? Sem querer tirar toda culpa de Temer e do PMDB, o problema é que estão culpando o governo de Michel Temer por tudo o que acontece de ruim no Brasil, mesmo quando não é algo de responsabilidade direta dele. Mas é necessário fazer justiça e convidar você a perceber que, apesar do clima de comoção com o suposto golpe, nem tudo o que está acontecendo é culpa de Michel Temer e sua equipe. O que não quer dizer, que fique claro,que esta é uma defesa do mandato dele, pois ao contrários dos Ptistas, não tenho político de estimação, e nem sou favorável ao quanto pior melhor, pois quem sofre é o povo brasileiro. O mais comum de acontecer é Temer levar a culpa por atos que na verdade são legislativos, como projetos de lei ainda não sancionados ou vetados. Então, para muitos, Temer e ou seus ministros são acusados de culpados como os responsáveis diretos. 


Mais um mentira do PT é desmascarada: Não foi o PT quem tirou 36 milhões de pessoas da miséria

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 2 de outubro de 2016 | 15:37






(Por Pedro Menezes)




Ao fim do último mês de março, quando pesquisas de opinião apontavam que 3 dentre 4 brasileiros já não confiavam na presidente Dilma, e a rejeição ao seu partido parecia difícil de esconder, os diretórios estaduais do PT lançaram um manifesto oficial, onde se lê: “Condenam-nos não por nossos erros, que certamente ocorrem numa organização que reúne milhares de filiados. Perseguem-nos pelas nossas virtudes. Não suportam que o PT, em tão pouco tempo, tenha retirado da miséria extrema 36 milhões de brasileiros e brasileiras.” É importante notar que não se diz que o partido contribuiu decisivamente para a redução da miséria extrema no país, mas que foi o PT, enquanto organização, quem diminuiu em 36 milhões o número de brasileiros miseráveis, sendo o responsável único e exclusivo por este acontecimento. O mesmo discurso é repetido com frequência por quase todas lideranças do partido ou simpáticas a ele nas campanhas eleitorais de 2006, 2010 e 2014, e constituiu-se como a principal força aglutinadora da militância partidária desde então.Quase toda a metafísica que inspira corações e mentes petistas nos dias de hoje passa, necessariamente, pela narrativa que dá ao PT o mérito por um combate à miséria de sucesso extraordinário, inquestionável e “nunca antes visto na história deste país”, como dizia o ex-presidente Lula. Como consequência lógica deste discurso, tudo o que é externo ao petismo é imediatamente retratado como favorecimento a elites que não suportam a ascensão social de quem ontem era pobre “e hoje anda de avião”.Digo isso, inclusive, com base na minha experiência pessoal: como filho de um ex-petista outrora orgulhoso (e, por alguns anos, desgostoso pela minha “conversão reacionária”), cresci nos mais diversos círculos militantes, assistindo a comícios e comemorando apurações na rua, e até hoje tenho no armário camisetas brancas com uma estrela vermelha no peito. Durante todos esses anos, nenhum argumento foi mais importante para ratificar internamente o meu petismo do que as estatísticas de redução da miséria e desigualdade durante o governo Lula, assim como minha futura rejeição ao partido passou necessariamente pela desmistificação deste discurso. Deixei de ser petista, dentre outros motivos, justamente depois de me convencer sobre o que escrevo neste artigo: o Partido dos Trabalhadores NÃO foi responsável, nem exclusivo e nem majoritário, pelos 36 milhões de brasileiros e brasileiras que deixaram a miséria extrema.




A desigualdade começou a cair em 2001, antes da eleição de Lula!











Técnicos do governo federal lançaram o documento “Sobre o processo de desenvolvimento inclusivo no Brasil da última década”. O mais famoso dos autores é Ricardo Paes de Barros, um economista reconhecido por sua contribuição para a criação do Programa Bolsa Família e que, durante o primeiro mandato de Dilma, foi subsecretário de Ações Estratégicas da Presidência da República. Para começar a desmascarar esta mentira, é preciso mensurar a evolução da desigualdade de renda no Brasil desde 1976. A medida adotada é o Coeficiente de GINI, tido como padrão internacional para mensurar a desigualdade de renda. Um coeficiente de 0.5 significa que, naquele país, a distância média entre a renda de duas pessoas de um país é igual a 50% da renda média da população. A definição pode ser complicada para os não-iniciados em economês (ou mais especificamente, em estatistiquês), mas o essencial é notar que, quanto menor o Coeficiente de GINI, menor é a desigualdade de renda dentro de um país.O ano de referência é 2001, quando a desigualdade começa a cair no Brasil. E em 2001 e 2002, como se sabe, Lula ainda não havia vencido as eleições para presidente do Brasil. Não me parece que, fora do governo, Lula ou o PT tenham exercido alguma influência mágica para reduzir a desigualdade por aqui. Além disso, a queda verificada nos primeiros anos de governo dificilmente pode ser vista como mérito do presidente, já que não faz sentido imaginar que as políticas de Lula tenham surtido efeito imediato a partir do momento em que o ex-presidente chegou ao poder.






Questão de educação





Mostrar que a redução da desigualdade começou antes da chegada do PT ao poder, porém, não é suficiente para explicar por que todo esse processo de inclusão social e redução da miséria aconteceu no Brasil. A resposta a esta pergunta é aquela que, com frequência, decepciona os discursos simplistas: Os pesquisadores que estudaram a questão quase sempre atribuem a uma conjunção de fatores. Alguns têm relação com coisas que aconteceram dentro do Brasil (ou seja, que podem ser influenciadas por um presidente) e outras entram na conta dos acontecimentos internacionais, que não guardam a menor relação com o fato de o PT ter chegado ao poder.Dentre os acontecimentos internos que foram decisivos para este processo de redução da miséria e desigualdade, o próprio Paes de Barros (que, repetindo, foi o assessor da Presidente Dilma sobre o assunto) reconhece que o maior deles antecede e muito o ano de 2002. Ele poderia atribuir tudo à expansão do Programa Bolsa Família (elogiado neste site em diversas oportunidades), o que até lhe afagaria o ego, já que foi ele o responsável técnico pelo programa em seu início, mas Paes de Barros considera que o Bolsa Família funcionou “mais como aditivo, contudo, do que como causa principal”. O Bolsa Família teria sido responsável por entre 10 e 15% do processo de inclusão social. É natural: o que aconteceu no Brasil foi profundamente estrutural – ou seja, mexeu com as dinâmicas mais profundas da economia brasileira. Apesar de suas inegáveis qualidades, a atuação do Bolsa Família é emergencial e pontual. Em uma analogia simples, é como se o programa atuasse retirando as famílias que estão rodeadas por um incêndio num barraco de madeira. O que aconteceu no Brasil, porém, é muito maior: as famílias não apenas saíram do incêndio, mas passaram a ter uma nova casa de material não-inflamável e instalaram alarmes para evitar que desastres voltassem a acontecer no futuro.Estudos elaborado pelo Centro de Políticas Públicas do Insper, ilustra aquela que, para Paes de Barros, foi a mudança interna mais decisiva para a redução da miséria e desigualdade no Brasil – e que, como a própria história do pais pode constatar, o processo começou antes da eleição de Lula:O estudo mostra que, durante os últimos 20 anos, cada vez mais crianças brasileiras passaram a ter acesso à escola, fazendo crescer significativamente a escolaridade média da população brasileira. Entre 1992 e 2013, o número de adultos brasileiros com 4 anos de estudo ou menos caiu pela metade, enquanto o grupo com mais de 9 anos de estudo dobrou em tamanho. O estudo retrata a porcentagem de crianças e jovens matriculados em algum curso regular, dividindo-os por idade e tipo de curso. Em 1983, o gráfico se parece com uma montanha. Vemos que a educação básica era um privilégio de poucas crianças com menos de 7 anos; o ensino superior aparece também como privilégio. Ao longo do tempo, o pico da montanha se alarga e vai para cima, mostrando que mais jovens passaram a ter acesso à escola por um período maior. Em 2003, a situação já era muito melhor do que em 1983, aumenta consideravelmente; o acesso à pré-escola, abaixo dos 30% em 1983, já chegava a 70% das crianças de 2003; o acesso ao ensino fundamental já era realidade para quase todos os jovens brasileiros; entre as crianças de 7 e 13 anos, mais de 95% tinham acesso à escola em 2003. Uma melhora significativa e histórica, mesmo quando consideramos a péssima qualidade da educação pública no país. As crianças e jovens que puderam estudar pela primeira vez não fazem parte da elite econômica do país. Os filhos de famílias ricas sempre tiveram alguma escolaridade, assim como seus pais. Quem sentiu a diferença neste processo foram os filhos de famílias pobres. Em resumo, com o intenso aumento do acesso à escola no Brasil, o que caiu foi a desigualdade de escolaridade – ou desigualdade educacional. O abismo na formação dos filhos de famílias ricas e pobres diminuiu consideravelmente. Ou, como fica claro em reportagem da revista piauí:“Entre 1996 e 2009, a escolaridade média de quem procurava emprego passou de 5,4 anos de estudo para 7,3 – um aumento, em 13 anos, de 35% na qualificação dos trabalhadores. Investimentos decorrentes de exigências da Constituição de 88 e da ampliação de verbas para o ensino fundamental no governo Fernando Henrique fizeram com que a desigualdade educacional, que antes crescia, começasse afinal a cair, no início dos anos 2000.”Como todos sabem, as mães estão certas quando dizem aos filhos que quem estuda terá um salário melhor no futuro. Após algum tempo, quando os jovens e crianças envelhecem e saem da escola rumo ao mercado de trabalho, era natural imaginar que a redução na desigualdade educacional levaria a alguma redução da desigualdade de renda e da miséria com o passar dos anos. Antes, o filho do pobre nem entrava na escola, enquanto o filho do rico estudava nas melhores instituições de ensino do país. Isso mudou – e não foi por causa do PT.





Crescimento econômico e cenário mundial favorável





Só há um jeito de combater miséria e desigualdade: crescimento econômico. Para que as pessoas melhorem de vida, e o abismo entre ricos e pobres diminua, a renda das famílias mais pobres precisa crescer – e crescer mais do que a renda das famílias mais ricas. Mas nada disso é possível se a economia brasileira não crescer como um todo. O economista Ricardo Paes de Barros, já citado neste texto, afirma que o crescimento econômico explica mais do que a metade deste processo de inclusão social. E, de fato, durante o governo Lula a economia brasileira cresceu mais do que antes de sua chegada ao poder. Mas por que? Antes de entrar no assunto, vale um parênteses: certamente não foi por causa do petismo, enquanto conjunto de ideias econômicas. Como é de conhecimento geral, Lula começou o seu governo admitindo que, no campo da economia, ele se limitaria a fazer rodar o software econômico vindo do governo anterior. Lula começou o governo indicando Henrique Meirelles para a presidência do Banco Central, um ex-banqueiro que havia acabado de eleger-se deputado federal pelo PSDB. Um tucano legítimo. Já no Ministério da Fazenda, o titular era Antônio Palocci, conhecido dentro do PT como um rebelde quando o assunto é economia, pois discordava de quase todos os seus colegas de partido e elogiava abertamente a política econômica tucana, chegando a declarar publicamente que “A mais importante reforma dessas quatro décadas foi a adoção do regime de metas para inflação, quando aqui esteve Armínio Fraga e, na Fazenda, o colega Pedro Malan”. Armínio Fraga, neste caso, é aquele mesmo que foi escolhido por Aécio Neves como ministro da fazenda em um eventual governo. Quanto a isso, não há prova maior do que o fato de Palocci ter escolhido Marcos Lisboa e Joaquim Levy (ele mesmo), dois economistas ideologicamente distantes do partido, para ocupar as duas das secretarias mais importantes do ministério, respectivamente as secretarias de Política Econômica e do Tesouro. A política econômica do governo Lula, ao menos até 2008, pode ser acusada de tudo, menos de petista. Desta forma, o crescimento econômico no Brasil certamente não ocorreu pela adoção de políticas inovadoras após 2003, mas justamente pela repetição do que havia sido feito durante o governo FHC. Ainda assim, isso não é suficiente para explicar por que o Brasil cresceu. Analisando comparativamente, a situação dos dois governos é bem parecida: tanto com Lula quanto com FHC, a economia brasileira cresceu pouco mais do que a média dos vizinhos latinoamericanos. A diferença é que, durante o governo Lula, a taxa de crescimento dos países da América Latina foi 72% maior do que durante o governo tucano. Não é que Lula tenha inventado a roda com políticas públicas geniais que beneficiaram os trabalhadores. O motivo é mais simples: no início da década passada, o mundo se tornou um lugar muito mais agradável para países como o Brasil.Um dos motivos certamente foi a subida nos preços internacionais nas commodities, mercadorias primárias como comida e minérios. Para um país como o Brasil, muito forte em setores como a agricultura, isso basicamente significa que as coisas que são produzidas aqui ficaram cada vez mais caras quando comparadas com o que é produzido fora daqui. O cenário perfeito para uma economia que precisa crescer.Em português, trata-se do preço internacional de tudo o que os brasileiros vendem para outros países, dividido pelo preço internacional de tudo o que os brasileiros compram de outros países (exportações/importações). Não é razoável imaginar que Lula ou o PT tenham exercido qualquer influência nos preços internacionais e os números são claros ao demonstrar que as condições externas melhoraram muito durante o início do governo Lula.Os termos de troca internacionais da economia brasileira, que estavam piorando consistentemente, começaram a melhorar no início do governo do PT, mas como resultados do governo anterior. Para mostrar quão relevante foi a melhora, basta dizer que, em 2011, os termos de troca do Brasil chegaram ao seu melhor nível em mais de 50 anos.Além do crescimento ter se acelerado de forma generalizada em toda a América Latina, desde a Colômbia governada pela direita à Venezuela bolivariana, e dos termos de troca terem melhorado consistentemente, há ainda um último fato que explica o crescimento econômico e a redução da miséria e desigualdade no Brasil. De acordo com os dados disponíveis, nunca antes na história humana tantas pessoas saíram da pobreza em tão pouco tempo ao redor do mundo. Em 20 anos, 1 bilhão de pessoas saíram da pobreza. No Brasil o mesmo aconteceu, mas não por causa de uma mudança repentina nos governantes brasileiros, mas porque a mesmíssima coisa aconteceu em todos os países emergentes do mundo. A revista The Economist com dados do Banco Mundial mostra o que digo: apenas entre 2005 e 2008, 111 milhões de pessoas saíram da pobreza ao redor do globo:




A década perdida entre 2003 e 2012











O erro mais comum de quem trata a inclusão econômica e social dos últimos anos como obra exclusiva do PT é antigo. Trata-se de uma velha falácia lógica conhecida como post hoc ergo propter hoc – em português, seria algo como “depois disso, logo, por causa disso”. Quase todo o processo aconteceu depois da eleição de Lula, logo, simpatizantes do ex-presidente tendem a deduzir que ela aconteceu por causa da eleição de Lula.Como vimos, não foi bem assim. Acontecimentos internacionais, que o ex-presidente não poderia controlar, assim como dinâmicas internas anteriores à sua chegada ao poder foram mais influentes do que qualquer medida tomada por ele durante a presidência. Claro que há algum mérito a ser reconhecido. A expansão do Bolsa Família, já citada, deve ser considerada. O estudo que citarei a seguir reconhece ainda outras contribuições importantes do governo Lula, como as reformas microeconômicas do primeiro mandato, em especial a Lei de Falências.





Ao reivindicar o mérito exclusivo por tudo o que aconteceu no Brasil, Lula está agindo como qualquer outro político o faria em seu lugar!








Quem deve estudar economia são os economistas. Os políticos agem de outra forma, tentando acumular poder a partir dos fatos do dia. E Lula, com sua habilidade política e personalidade carismática, soube capitalizar como poucos a imagem de combatente incansável contra a pobreza. Ninguém jamais chegará ao poder mostrando gráficos complicados, discutindo dinâmicas que reduziram a desigualdade de escolaridade ou explicando o que são termos de troca. A política já era assim antes de Lula e continuará sendo assim depois dele.Existe, porém, uma forma mais sóbria de avaliar o desempenho das políticas públicas do presidente: comparar, com os melhores controles estatísticos possíveis, os avanços no Brasil com o que aconteceu em países parecidos com o Brasil, durante o mesmo período. Foi o que fizeram os economistas João Manoel Pinho de Mello (professor do Insper, Ph.D pela Stanford University), Vinicius Carrasco (professor da PUC Rio e Ph.D pela Stanford University) e Isabela Duarte (mestre pela PUC Rio) em um estudo publicado recentemente.O método foi simples: para que a conclusão do estudo fosse mais precisa, em cada quesito foi feita uma comparação entre o Brasil e o que se chama de “grupo de controle sintético” – um grupo de países que pode ser tomado como o melhor possível para uma comparação justa. A conclusão foi assustadora: o Brasil “cresceu, investiu e poupou menos; recebeu menos investimento estrangeiro direto e adicionou menos valor na indústria; teve mais inflação; perdeu competitividade e produtividade, avançou menos em Pesquisa e Desenvolvimento e piorou a qualidade regulatória; foi pior ou igual em quase todos os setores importantes; a distribuição de renda, a fração de pobres, e a subnutrição caíram em linha ou um pouco menos; a escolaridade avançou menos, a despeito de maiores gastos; a saúde andou em linha, sem grandes diferenças”. O único critério em que avançamos mais do que os países de comparação foi no mercado de trabalho, mas mesmo nele os pesquisadores julgaram que apenas “avançamos na margem mais fácil: colocar as pessoas para trabalhar”. Em tarefas mais difíceis, como a já citada produtividade – que seria capaz de garantir empregos de melhor qualidade e com salários maiores -, o Brasil foi pior.Há algo ainda mais grave: em muitos aspectos, o Brasil tinha uma tarefa mais fácil do que os países comparados. Nossa sorte foi tamanha que, mesmo dentre os emergentes, tivemos termos de troca muito mais favoráveis no período analisado e mais disponibilidade para investir a renda externa. Ainda assim, nossos resultados foram quase todos piores. Por isso, o estudo foi chamado de “A década perdida: 2003-2012”. Os leitores mais curiosos (ou mesmo que duvidem da conclusão, que é muito diferente do senso comum criado sobre o tema), podem acessa-lo aqui e conferir com os próprios olhos. A linguagem, em geral, é amigável para leigos em economia e estatística.É verdade: os eleitores brasileiros demonstraram, desde 2006, sua satisfação com o governo do PT, o que alguns enxergam (com boa dose de razão) como “retribuição” por todo esse fantástico processo de redução da miséria. O que precisamos lembrar é que eleitores não estão certos por definição. Na verdade, muitos economistas e cientistas políticos dizem que, em democracias, temos ótimos incentivos para não estudar a realidade antes de votar: ninguém jamais será capaz de distinguir perfeitamente quem merece levar o capital (ou o ônus) político por um episódio histórico e estudar o que os pesquisadores mais reputados dizem sobre o assunto envolve um custo imenso sem benefício claro, já que dificilmente um eleitor sozinho definirá as eleições, não importa quão consciente seja o seu voto.Uma pesquisa do King’s College de Londres e da Royal Statistical Society é esclarecedora nesse sentido: ela nos mostra que a população do Reino Unido está errada em quase tudo o que diz. O povo britânico errou clamorosamente alguns fatos básicos em perguntas sobre imigração, criminalidade, programas sociais e gravidez na adolescência. Até mesmo num país onde o acesso a educação de qualidade e informação é muito superior ao do Brasil, a opinião pública é formada através de aparências e impressões gerais que podem estar simplesmente erradas. Por que seria diferente no Brasil? Será que nós somos melhores e mais inteligentes do que os britânicos? A mera sinceridade não é o critério da verdade, pois uma pessoa pode estar sinceramente equivocada. Apoio popular e razão nem sempre andam juntos. A aprovação de Lula durante o seu período na presidência é compreensível, assim como suas vitórias eleitorais de 2002. Lula provavelmente seria igualmente popular em qualquer outro país do mundo que passasse por tudo o que o Brasil nos últimos anos, mas a voz do povo não é a voz de Deus. Dar ao povo a razão em tudo o que diz não é nada inteligente, ainda mais num país como o Brasil, onde desde Floriano Peixoto nada é impossível quando o assunto é populismo. Conceder tons divinos ao voto popular é, também, conceder uma aura divina a nossa larga tradição de políticos autoritários.





Esclarecimentos:






Esse é um artigo de opinião, escrito para a internet, e deve ser lido como tal. Não há pretensão científica, embora argumente através de publicações. Tento apenas argumentar que diversos fatores externos ao PT confluíram para essa imensa redução da miséria, a ponto de ser razoável afirmar que algo parecido muito provavelmente com outro partido no poder. Não há muita controvérsia quanto a isso. Eu acho, e meus argumentos estão escritos em diversos parágrafos aí em cima, que a redução na miséria certamente não foi causada exclusivamente pelo partido, e mesmo sua influência provavelmente não foi tão decisiva quanto a maioria das pessoas acredita. Parte do que ocorreu pode ser creditada ao PT, é claro. Uma parte consideravelmente menor são medidas que tiveram influência e podem ser creditadas ao petismo, enquanto conjunto de ideias.Provavelmente esqueci de outros pontos importantes para essa questão. Dei preferência às atitudes do PT que contrariam o petismo, o conjunto de ideias. Há omissões no sentido inverso também: não citei fenômenos demográficos que sofreram zero influência do PT – pobres passaram a ter menos filhos de forma brusca com a urbanização e isso teve efeito especial nesse período, ao diminuir a oferta de mão de obra barata. Este é um artigo de opinião. Você pode discordar desta opinião – e deve discordar, desde que tenha consciência dos motivos e argumentos. Eu sei que muitos dados vão ficar de fora, muitas informações úteis não são citadas e eu ficaria feliz se as pessoas fossem atrás de mais informação. Existem muitos dados e estudos públicos, especialmente em sites do governo (IPEA, SAE, etc) e de instituições de ensino e pesquisa. Aposto que dentro dos próximos 50 anos alguém vai publicar um livro muito bom, uma espécie de tratado geral sobre a história econômica brasileira nos últimos anos. Este não é o propósito do meu texto e a tarefa exigiria um autor mais inteligente.




Fonte:http://mercadopopular.org/2015/06/nao-foi-o-pt-quem-tirou-36-milhoes-de-pessoas-da-miseria/




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21 dúvidas de um adventista respondidas por um católico!

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 1 de outubro de 2016 | 18:38








É importante lembrar que a Maioria dos protestantes, não estão interessados de conhecerem a verdade, mas apenas em impor suas interpretações pessoais. E já diz o ditado que não adianta dar provas a quem já decidiu antecipadamente anão aceita-las! A maioria dos protestantes são papagaios de pastores, ou seja, só leem e aceitam o que seus pastores dizem. Sou Cristão, porém isto não me faz melhor e mais salvo que ninguém, pois diz a palavra de Deus que nem todo aquele que diz Senhor, entrará no reino dos céus (Mateus 7,21), e nos revela também no Salmo 15,2: “SENHOR, quem poderá hospedar-se em teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte? Aquele que é íntegro em sua conduta e pratica a justiça, que de coração fala a verdade, e não usa a língua com maledicência, que nenhum mal faz a seu semelhante...", vou sempre a Igreja, não tanto quanto eu deveria ir, adoro Jesus Cristo e amo a sua mãe Maria Santíssima, bem como a todos os Santos provados e comprovados, que não são o caminho, mas SETAS ao longo do verdadeiro caminho que é Cristo, e que para mim, os santos mais que pessoas a pedir favores e milagres pelas suas intercessões junto a Cristo, eles são exemplos a serem imitados conforme o apóstolo Paulo nos pede em I Cor 11,1.Creio que sou apenas um ser humano que deve buscar ser agradável mais a Deus que aos homens,(Conf. Galatas 1,10).Creio que apesar das muitas falhas que tenho, não devo parar nelas e seguir em frente(Conf. Filip 3,13-14).Creio firmemente que Jesus é o único Filho de Deus, e que também é Deus, gerado, não criado, consubstancial ao Pai, que se encarnou e nasceu da virgem Maria por obra da terceira pessoa da Santíssima Trindade o Espírito Santo, que também é Deus. Creio que este mesmo Jesus foi crucificado numa cruz, morrendo por meus pecados e de toda humanidade do passado, presente e do futuro porvir, pagando um preço que eu não posso jamais pagar, e que nenhum outro poderia pagar no seu e meu lugar, creio que Ele ressuscitou dos mortos e que está a direita do Pai a interceder por nós, e que de novo ha de vir uma segunda e última vez para o Juízo final (Conf. Mateus 25,32).Creio que a fé é necessária a salvação,pois sem fé é impossível agradar a Deus (Heb 11,6), porém creio que somente a fé é insuficiente a salvação, pois diz a revelação que a fé sem obras é fé morta(Tiago 2,20). Creio que apesar de sermos salvos pela graça, as obras da fé devem comprovar a fé professada (Efesios 2,10).Creio que como nos revela as escrituras, não seremos julgados pela fé, mas pelas obras da fé não praticadas (Mateus 25,41-42). Creio que Jesus perdoa todos os nossos pecados, e nos ama infinitamente, mas Ele nos diz: " Se você me negar na frente de seus amigos, eu o negarei diante de meu Pai . " (Mateus 10,33). Por fim creio firmemente que Jesus é a verdadeira vida e nosso único Deus e verdadeiro Senhor e salvador, creio que sua palavra é lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho, creio que a sua Igreja fundada sobre Pedro (Mateus 16,18) é a coluna e sustentáculo da Verdade (Conf I Tim 3,15) e que o reino de Deus é a minha meta aqui na terra.


Conheça os principais partidos políticos brasileiros que defendem explicitamente o aborto

(aborticídio covarde e cruel a um inocente indefeso)




Sinceramente não entendo como alguém em sã consciência, pode-se dizer católico, e defender abertamente, filiando-se, votando, defendendo e levantando bandeiras de partidos DECLARADAMENTE ABORTISTAS como: PT,PV, PCdoB e outros, não reconhecendo isto como um pecado grave, e tratando a questão com tanta banalidade, dando até a entender como se a Igreja aprovasse isto! Não estou aqui querendo julgar ninguém, mas é meu dever como CRISTÃO ESCLARECIDO, levar estas pessoas a despertarem desta LETARGIA ESPIRITUAL, pois se eu não fizer isto serei cobrado por Deus, que nos diz: A QUEM MUITO FOI DADO, MUITO SERÁ COBRADO.E o pior é quando isto parte de lideranças na Igreja e Comunidades e até com pessoas consagradas em um Carisma na Igreja. O nosso Código de direito Canônico, define como “dolo”, ou seja, matéria penal, a violação da lei Canônica. Essas definições continuam sendo válidas atualmente, e com todo seu rigor. “Delito doloso” será, pois, o delito cometido com a ciência e consciência de que se está transgredindo um preceito legal da Igreja. Os conceitos de censura e excomunhão formal e automáticas estão DETALHADOS CLARAMENTE nos CÂNONS:  1324 – 1398. Advirta-se que o cânon não faz nenhuma exceção quanto aos motivos do aborto. A excomunhão AUTOMÁTICA atinge, portanto, também os que realizam o aborto no caso de estupro da mulher, de deformidades do feto, ou de perigo de vida da mãe. E atinge por igual a todos os que, a ciência e consciência, intervêm no processo abortivo, quer com a cooperação material (médicos, enfermeiras, parteiras etc.), quer com a cooperação moral, ou seja favorecendo a CULTURA DE MORTE na defesa do aborto.A primeira coisa que se deve investigar em um candidato, antes mesmo de sua atuação passada ou de suas promessas, é o partido político a que pertence. Dos 32 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, muitos são amorfos. Seus estatutos dizem pouco ou quase nada. Tais partidos não trazem ameaças aos cristãos que a ele se filiam. Há uns pouquíssimos partidos que se propõem explicitamente à defesa da vida humana e da família.


Protestantes dizem que "não pregam religião, igreja e doutrinas, mas apenas Jesus", será verdade?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 27 de setembro de 2016 | 15:58






por*Francisco José Barros de Araújo 




À primeira vista, essa afirmação soa atraente. Quem poderia ser contra “apenas Jesus”? No entanto, por trás dessa frase aparentemente simples existe uma ideia que merece ser examinada com atenção. 


Afinal, é realmente possível anunciar Cristo sem transmitir também uma interpretação sobre quem Ele é, o que ensinou e como deve ser seguido? Ou será que toda pregação, mesmo quando nega, carrega consigo uma doutrina — ainda que não explicitamente reconhecida?


Ao longo da história do cristianismo, desde os tempos dos Apóstolos, a fé nunca foi vivida de forma isolada ou puramente subjetiva. O próprio Cristo confiou Seus ensinamentos a uma comunidade visível, que ensinava, corrigia, preservava e transmitia fielmente aquilo que havia recebido. Não existia um “Jesus sem ensinamento”, nem um “Cristo sem Igreja”. Pelo contrário, havia uma fé concreta, com conteúdo, autoridade e continuidade.


Hoje, porém, é muito comum encontrar pessoas que tiveram a graça de nascer em uma família católica, mas que ainda não fizeram uma adesão consciente à própria fé. Muitas acabam acreditando que “tanto faz” pertencer à Igreja Católica ou a qualquer outra comunidade cristã, como se todas fossem essencialmente iguais, apenas com estilos diferentes. Essa visão, embora difundida, ignora diferenças profundas de doutrina, autoridade e compreensão da própria mensagem de Cristo.

Diante disso, surge uma pergunta inevitável: quando alguém afirma pregar “apenas Jesus”, está realmente livre de doutrinas — ou apenas substituiu a doutrina histórica da Igreja por interpretações pessoais ou recentes? 


É justamente essa questão que precisa ser enfrentada com honestidade, conhecimento e senso histórico.

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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