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ÚLTIMAS POSTAGENS

Afinal "para que serve a ABIN"(Agência Brasileira de Inteligência)? É um órgão independente?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 26 de agosto de 2021 | 19:02



 

Por *Paulo Celso Liberato Correa



AGÊNCIA BRASILEIRA DE INTELIGÊNCIA (Abin): o serviço secreto brasileiro

 


Após a desativação do Serviço Nacional de Informações (SNI) pelo governo Collor em 1990, os serviços de informação foram alocados na Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) de modo a desmilitarizar a função. A mudança do conceito de informação para o de inteligência reafirmava também o propósito de livrar a atividade do setor do estigma causado pela ação do SNI e dos órgãos a ele vinculados nas décadas anteriores.Assim, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi instituída em 1999 pelo governo Fernando Henrique Cardoso como órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência, com a função de planejar, executar, coordenar, supervisionar e controlar as atividades de inteligência e contra-inteligência e executar a Política Nacional de Inteligência de mais alto nível do governo, integrando os trabalhos dos demais órgãos setoriais do gênero em todo o país.

*Canção do Exército Brasileiro – Simplesmente Perfeita e Arrepiante!

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 25 de agosto de 2021 | 10:06

 


 


*Canção do Exército

 

 

Sobre os ritos litúrgicos, os Sacramentos, e a diferença entre Memorial e Presença Real

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 24 de agosto de 2021 | 13:31

 


 

"A Missa é memorial, mas a presença de Cristo na Eucaristia é real"



Essas duas verdades não se opõem; ao contrário, se completam. Um dos equívocos mais comuns é imaginar que, por ser chamada de memorial, a celebração eucarística seria apenas uma recordação simbólica da Última Ceia ou um simples ato de recordar Jesus. 


No entanto, na linguagem bíblica e litúrgica da Igreja, memorial não significa mera lembrança psicológica, mas a atualização sacramental do acontecimento salvífico realizado por Cristo.


Assim, a Santa Missa torna presente o único sacrifício de Cristo na Cruz, sem repeti-lo, permitindo que os fiéis participem dos frutos da redenção. Por isso, a Igreja sempre ensinou que os sacramentos não são símbolos vazios, mas sinais eficazes da graça divina. Na Eucaristia, de modo singular, Jesus Cristo está presente verdadeira, real e substancialmente sob as espécies do pão e do vinho.


Compreender essa distinção é fundamental para evitar falsas oposições. A Missa é memorial porque faz memória da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor; e a presença é real porque, pela ação do Espírito Santo e pelas palavras da consagração, o próprio Cristo se faz presente no Sacramento do Altar. 



Portanto, para a fé católica, memorial e Presença Real não são conceitos contraditórios, mas duas dimensões inseparáveis do mesmo mistério eucarístico.


FUNDAMENTAÇÃO MAGISTERIAL (CIC): Definição, significação, e fins dos sacramentos

 

 

§774 A palavra grega "mysterion" foi traduzida para o latim por dois termos: "mysterium" e "sacramentum". Na interpretação ulterior, o termo "sacramentum" exprime mais o sinal visível da realidade escondida da salvação, indicada pelo termo "mysterium". Neste sentido, Cristo mesmo é o mistério da salvação: "Non est enim aliud Dei mysterium, Christus - Pois não existe outro mistério de Deus a não ser Cristo". A obra salvífica de sua humanidade santa e santificante é o sacramento da salvação que se manifesta e age nos sacramentos da Igreja (que as Igrejas do Oriente denominam também "os santos mistérios"). Os sete sacramentos são os sinais e os instrumentos pelos quais o Espírito Santo difunde a graça de Cristo, que é a Cabeça, na Igreja, que é seu Corpo. A Igreja contém, portanto, e comunica a graça invisível que ela significa. É neste sentido analógico que ela é chamada de (como que)"sacramento".


Por que o método Paulo Freire não garante bons resultados no PISA? Um olhar crítico sobre a educação brasileira

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 23 de agosto de 2021 | 16:16

 




Comentários do Blog Berakash: O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), tradução de Programme for International Student Assessment, é um estudo comparativo internacional realizado a cada três anos pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Pisa oferece informações sobre o desempenho dos estudantes na faixa etária dos 15 anos, idade em que se pressupõe o término da escolaridade básica obrigatória na maioria dos países, vinculando dados sobre seus backgrounds e suas atitudes em relação à aprendizagem, e também aos principais fatores que moldam sua aprendizagem, dentro e fora da escola. Os resultados do Pisa permitem que cada país avalie os conhecimentos e as habilidades de seus estudantes em comparação com os de outros países, aprenda com as políticas e práticas aplicadas em outros lugares e formule suas políticas e programas educacionais visando à melhora da qualidade e da equidade dos resultados de aprendizagem. O Inep é o órgão responsável pelo planejamento e a operacionalização da avaliação no país, o que envolve representar o Brasil perante a OCDE, coordenar a tradução dos instrumentos de avaliação, coordenar a aplicação desses instrumentos nas escolas amostradas e a coleta das respostas dos participantes, coordenar a codificação dessas respostas, analisar os resultados e elaborar o relatório nacional. O Pisa avalia três domínios: leitura, matemática e ciências – em todas as edições ou ciclos. A cada edição, é avaliado um domínio principal, o que significa que os estudantes respondem a um maior número de itens no teste dessa área do conhecimento e que os questionários se concentram na coleta de informações relacionadas à aprendizagem nesse domínio. A pesquisa também avalia domínios chamados inovadores, como Resolução de Problemas, Letramento Financeiro e Competência Global.Desde sua primeira edição, em 2000, o número de países e economias participantes tem aumentado a cada ciclo. O Brasil participa do Pisa desde o início da pesquisa, e continua com desempenho muito ruim, aparecendo entre as 20 piores colocações no ranking das três áreas analisadas pelo Pisa, que é a principal avaliação da educação básica no mundo.

 

 

Militares: "aval jurídico que permitiu Lula participar da eleição de 2022" sinaliza risco de fraude!


(foto reprodução)

 

 

Militares veem a reeleição de Bolsonaro sob alto risco, e avaliam que o aval jurídico que permitiu a Lula participar da eleição de 2022 sinaliza risco de fraude!

 

J. R. Guzzo: BARROSO, O “GRANDE LÍDER” DA OPOSIÇÃO!

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 22 de agosto de 2021 | 14:12

 



 

Por: J. R. Guzzo - Jornalista

 


É mentira, para usar uma palavra descomplicada, que o Tribunal Superior Eleitoral, repartição pública encarregada de organizar e de apurar eleições para cargos públicos, esteja querendo impedir a circulação de notícias falsas sobre a disputa presidencial de 2022 ou sobre a qualidade do sistema eletrônico de votação – coisa, pelo que diz a lei, que não tem absolutamente nada a ver com suas funções.O que o TSE, braço do Poder Judiciário presidido em sistema de rodízio por ministros do STF, está fazendo é silenciar a imprensa de direita, ou conservadora, ou anticomunista, ou a favor do presidente Jair Bolsonaro, e que se manifesta através das redes sociais.Na vida real e em termos práticos é isso, exatamente, que o corregedor do TSE acaba de decidir:As grandes plataformas que operam as redes sociais de comunicação, como YouTube, Facebook, Twitter etc., ficam proibidas de pagar o que devem pela publicação de conteúdo editorial produzido pelos canais de direita. É o pior ataque à liberdade de imprensa desde a ditadura do Estado Novo nos anos 30 e 40, quando a vida dos órgãos de comunicação era controlada pelo Departamento de Imprensa e Propaganda do governo. Alguém se lembra de algum outro? Nem durante o AI-5, que podia tudo, o regime militar colocou no papel, em letra de fôrma, uma agressão ao direito de livre expressão tão nua e crua quanto essa que o TSE faz agora. Pelo que sustentam o corregedor e a polícia, os canais direitistas foram punidos por publicarem “fake news”, como eles dizem, assim mesmo em inglês. Quais? Basicamente, afirmações a favor do chamado “voto impresso”, contra o atual sistema de votação eletrônica e, em geral, levantando a possibilidade de fraude na apuração das eleições de 2022. Por que isso seria falso o TSE não comprova, nem pode comprovar, mas o centro do problema não está aí. A questão toda, na verdade, poderia começar e acabar com uma pergunta só: onde está escrito, em qualquer lei hoje em vigor no Brasil, que é proibido publicar notícias falsas, ou punir os veículos que as publicam?

 

 

 

O artigo 5.º da Constituição Federal diz apenas o seguinte:

 

 

“É livre a manifestação do pensamento”. Só isso, mais nada – não há exceções! Não está escrito que o pensamento é livre “salvo se der notícia falsa”, ou “salvo se o corregedor do TSE não quiser”.

 

 



Muito bem: se não está escrito, não vale nada!

 

 



Ninguém, como diz essa mesma Constituição, está obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da lei. Por que raios os canais direitistas teriam a obrigação de concordar com o que os tribunais superiores acham do sistema eleitoral do Brasil, e dizer que ele é uma maravilha? Se não há lei nenhuma proibindo a divulgação de notícias falsas, ou verdadeiras, ou de qualquer tipo, a decisão fica incompreensível. A questão seguinte é igualmente um enigma.

 

 





O que é, em português claro, uma notícia falsa – e quem decide, na prática, se uma notícia é verdadeira ou não é? O corregedor do TSE?

 

 



Dizer que o voto eletrônico, como ele é hoje, está sujeito a fraudes é falso, segundo a polícia e o TSE. Quem disse? Existe alguma lei afirmando que o atual sistema de votação é perfeito, ou que é impossível haver fraude? A verdade, que os tribunais jamais vão admitir, é que só há um juiz verdadeiro para essa questão: o público, o único que pode decidir se algo é mentira ou é fato. É ele quem acredita – ou não. O decreto do corregedor, com o apoio pleno do STF, diz que a “autoridade” resolve isso por ele. É simples: Um burocrata e uma delegada de polícia estão decidindo o que o povo pode ou não pode ouvir durante a campanha eleitoral. Onde está a democracia nisso tudo?

 



 

Fonte:https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/agress%C3%A3o-nua-e-crua/ar-AANAzPr

 

 



BARROSO, O “GRANDE LÍDER” DA OPOSIÇÃO!



 


 

Por: J. R. Guzzo - Jornalista

 

 

Como está num mundinho onde ninguém é capaz de alertá-lo sobre o despropósito de declarar que o Brasil vive uma “ditadura”, o ministro vai em frente.O ministro Luís Roberto Barroso, a exemplo do que vem acontecendo com frequência alarmante entre a maioria dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal, tem oferecido ao público uma sequência do que parecem ser acessos cada vez mais severos de excitação nervosa. Seria apenas problema dele, é claro, mas, por uma dessas coisas que só acontecem com o Botafogo e com o Brasil, o homem é ministro daquilo que tem a função legal de funcionar como a “suprema corte” do país. Nada de mais, na verdade, para um tribunal presidido até ontem por um cidadão que foi reprovado duas vezes no concurso público para juiz, recebia uma mesada de R$ 100 mil da mulher advogada e escreve decisões num português tão ruim, mas tão ruim, que nem pode receber nota; é simplesmente incompreensível.Mas uma calamidade não diminui de tamanho pelo fato de ser acompanhada de outra — e Barroso, de uns tempos para cá, resolveu dar um notável upgrade, como se diz, nos teores de ruindade desenvolvidos até agora pelos colegas. É osso!O ministro, ultimamente, parece ter convencido a si próprio de que é o grande líder da oposição no Brasil — e como vive 100% selado dentro de um mundinho onde ninguém é capaz de alertá-lo sobre o perfeito despropósito de achar uma coisa dessas, ele vai em frente. Por que não? Barroso é levado terrivelmente a sério pela mídia, pelo senador Alcolumbre e por outros colossos da nossa vida política, intelectual e “civilizada”. É natural que acredite, como o galo Chantecler da fábula de Rostand, que o sol só nasce porque ele canta.Seu mais recente manifesto à nação e ao mundo foi também um dos mais esquisitos do seu repertório. Falando num inglês de curso Berlitz mal concluído, naquele sotaque de brasileiro que tenta imitar o que imagina ser a pronúncia “norte-americana” (era um vídeo do Instituto Fernando Henrique para uma plateia estrangeira — assista abaixo), Barroso revelou que o Brasil vive numa dic-tator-ship, que o presidente Bolsonaro é a favor da tortura e outros prodígios da mesma natureza. Levou meia hora para falar esse dic-tator-ship, assim mesmo, sílaba por sílaba. Quis parecer um tipo cosmopolita. Acabou sendo apenas cômico.





Como assim, “ditadura”?

 



 

Para levar a sério por mais de cinco minutos a acusação do ministro, seria preciso que ele demonstrasse, com base em algum fato objetivo, por que o Brasil de hoje seria uma ditadura.E então? Quais os atos contra a democracia, as leis e as “instituições” praticados por Bolsonaro ou membros do seu governo? Em que data? Em que lugar? O governo enviou à Câmara ou ao Senado algum projeto que possa ser descrito como antidemocrático? Qual? Quando? E decreto — há algum decreto presidencial contra a democracia?Talvez nenhum outro governo na História do Brasil tenha sido tão atacado pela imprensa como o de Bolsonaro — começou a apanhar antes mesmo de tomar posse e não parou até hoje. Durante esse tempo todo, não houve nenhuma tentativa de censura, aberta ou disfarçada, contra qualquer órgão de comunicação. Nenhum jornalista brasileiro ou estrangeiro foi incomodado até hoje, por nenhum motivo.(o ex-presidente Lula, a título de comparação, quis expulsar do Brasil um correspondente norte-americano que deu a entender num artigo que ele era bêbado: só não o expulsou porque não conseguiu.)

 

 


 

Bolsonaro nunca chegou a fazer 10% dos elogios desesperados que o jornal O Globo fez ao Regime Militar na época!

 

 

 

O que houve, e apenas uma vez, foi uma tentativa de ação legal contra um jornalista que escreveu o seguinte: “Eu quero que o presidente morra”. Mas e daí? A coisa não deu em nada, e nem deveria mesmo dar, porque não é contra a lei querer que o presidente, ou qualquer outra pessoa, morra. O problema é apenas de quem escreveu, do veículo que publicou isso e dos leitores, a quem cabe julgar esse tipo de desejo. Jornalistas são processados o tempo todo na Justiça, pelos mais diferentes motivos — não estão acima da lei, como se sabe. Nessas ocasiões, procuram um advogado e esperam a decisão da Justiça. Qual é o problema? Não há nada de errado com isso.Em compensação, Barroso despacha a poucos metros do ministro Alexandre de Moraes, que já censurou a revista digital Crusoé, proibiu que jornalistas de direita escrevessem ou falassem nas redes sociais, cassou perfis no Twitter, meteu a Federal em cima deles, apreendeu celulares, mandou depor, o diabo. Esse mesmo ministro conduz há um ano e meio um inquérito absolutamente ilegal contra quem ele considera divulgadores de “notícias falsas”. Quem é o censor da imprensa nessa história: Bolsonaro ou o STF?

 

 

 

Jair Bolsonaro pode ser um presidente ótimo, bom, médio, ruim ou péssimo, dependendo do lado em que você está!

 

 

 

Lula e Luciano Huck acham que ele é péssimo. O general Heleno e Luciano Hang acham que ele é ótimo! O que ele não é, com certeza, é um ditador; não existe no mundo nenhum ditador que tenha sido eleito para o cargo por 58 milhões de votos em eleições livres, universais e democráticas, nas quais o único ato grave de violência foi a tentativa de assassinato que ele próprio, Bolsonaro, sofreu durante a campanha. O que Barroso está dizendo — e no fundo ele está dizendo só isso, mais nada — é que o presidente é antidemocrático porque elogia o regime militar. É um argumento de centro acadêmico em faculdade de segunda linha. E os milhões de brasileiros que acham exatamente a mesma coisa — e para os quais o que o ministro chama de dic-tator-ship foi um dos melhores períodos que o Brasil já viveu? O que Barroso sugere que se faça com eles? A propósito: Bolsonaro nunca chegou a fazer 10% dos elogios desesperados que o jornal O Globo fez ao golpe militar e ao regime que saiu dele. “Fabulosa demonstração de repúdio ao comunismo”, dizia a manchete da edição de 3 de abril de 1964 de O Globo. Durante os 49 anos seguintes as organizações Globo continuaram dizendo basicamente a mesma coisa — até que, em agosto de 2013, resolveram pedir desculpas por ter escrito o que escreveram. Tudo bem. Mas quem disse isso foram eles, e não o presidente. Por que o ministro não vai reclamar com a Globo?Não vai porque seu interesse não é determinar quem foi contra ou a favor de coisa nenhuma, e sim aparecer como o principal condutor da “resistência democrática” no Brasil. É duvidoso que seus colegas de STF, onde o nível de estima mútua é um dos mais baixos que se podem encontrar entre onze pessoas, concordem com a avaliação de líder que Barroso faz de si mesmo. O “Supremo”, notoriamente, é um lugar de muito chefe e pouco índio — mas ficar contra o governo, hoje em dia, é o que se chama de uma grande career opportunity, como diria o próprio ministro num dos seus sermões em inglês.Antes de lançar sua proclamação pró-democracia, Barroso já tinha se juntado, um pouco depois dos outros, ao bloco “Unidos do Genocídio”, formado no STF para denunciar Bolsonaro pelas misérias da covid-19 — numa tentativa de resultado ainda incerto para esconder a responsabilidade dos ministros na decisão de entregar às “autoridades locais” todo o combate à epidemia. O fato é que — por ordem direta do STF — as 130 mil pessoas cuja morte é atribuída ao vírus estavam, do ponto de vista da saúde pública, entregues à custódia exclusiva dos 27 governadores e 5.500 prefeitos quando morreram. Como é que se vai apagar isso? A saída tem sido a negação sistemática e organizada da realidade — e acusar Bolsonaro de “genocídio”.

 

 

 

Barroso afirmou considerar normal que cada ministro tenha um funcionário para lhe arrumar o caimento da toga!?

 

 

 

O STF jamais vai conseguir explicar o que fez nem apagar a decisão que tomou. O governo federal não ficou afastado do combate à covid-19 porque quis abandonar o campo; isso foi assim porque o STF mandou que fosse, em decisão oficial com força de lei. E agora? Quem deu todas as ordens durante o período de tempo em que as 130 mil pessoas morreram não foram os governadores dos Estados Unidos nem os prefeitos da Alemanha; também não foram os marcianos. Foram esses que estão aí, e quem decidiu desse jeito foram Barroso e seus colegas. Os ministros dão a impressão de achar que está tudo resolvido, porque a classe política, a mídia e a elite fazem de conta que acreditam neles. Pode ser. Para a população, no meio de toda essa conversa, o que sobrou de concreto foi o seguinte: a única participação do governo Bolsonaro no combate à epidemia foi dar os R$ 600 do vale de emergência a 60 milhões de pessoas.Não há, na verdade, nenhuma surpresa nisso tudo. Junto com a sua denúncia contra a dic-tator-ship. O ministro Barroso afirmou em público que considera perfeitamente normal que cada ministro tenha direito a um funcionário para lhe arrumar o caimento da toga e puxar sua cadeira quando se senta nas sessões plenárias. De acordo com Barroso, usar a toga é uma tarefa de altíssima complexidade; só mesmo quem não tem noção das coisas pode ignorar que a capa prende aqui, puxa ali, enrosca mais adiante. Em suma: é um perigo. O que iriam dizer se Bolsonaro falasse algo parecido? É melhor nem pensar. O STF, porém, é um outro ecossistema.O ministro Barroso faz lembrar uma daquelas gravuras de escravos negros que ficavam de quatro ao lado do cavalo para servir de escada ao sinhô na hora de montar. A diferença é que hoje é você quem paga o escravo.Tudo a ver, não é mesmo? Acusar os outros, como sabe qualquer psicólogo, é um dos truques mais elementares e compulsivos dos que vivem num mundo falsificado: denuncie o próximo, sempre, de fazer aquilo que você faz e quer negar que fez. Barroso foi o advogado de defesa do terrorista italiano de extrema esquerda Cesare Battisti, hoje devolvido à Itália e cumprindo pena de prisão perpétua, no seu bem-sucedido esforço de asilar-se no Brasil para escapar da punição por seus crimes, durante o governo Lula. Battisti, que segundo Barroso era um “perseguido político”, assassinou quatro pessoas na Itália; antes de fugir para cá, foi condenado por 70 juízes italianos, e também pela Corte de Justiça da Comunidade Europeia. Segundo nosso ministro, então advogado, a Itália vivia naquele tempo, entre os anos 70 e 80, sob uma “ditadura” — isso mesmo, “ditadura”, uma acusação alucinada para um país que desde 1946 é uma das democracias mais impecáveis do mundo. Como era uma “ditadura”, não tinha o direito de punir um quádruplo homicida que matava pessoas porque obedecia a um “ideal político”. Qual o crédito que se pode dar à acusação do ministro Barroso de que o Brasil vive uma ditadura hoje, quando ele acusou a Itália de viver uma ditadura em 1980? A Itália não mudou absolutamente nada de lá para cá; se era uma ditadura naquela época, então continua sendo uma ditadura hoje. Não faz nexo, claro — mas não é mesmo para fazer! Os ministros do STF, cada vez mais, estão tentando governar o Brasil sem ter sido eleitos para nada. Estão fraudando a vontade da maioria da população brasileira, expressa nas eleições democráticas de 2018. Perderam no voto — e agora se empenham em fazer o contrário de tudo o que o governo eleito se comprometeu a fazer junto ao eleitorado. Utilizam um truque básico: declaram que tudo aquilo de que não gostam é “inconstitucional”. Todo mundo fica quieto, ou bate palma. Eles não veem nenhuma razão para não ir adiante.

 

 

Fonte: http://biakicis.com.br/jrguzzorevistaoeste/

 

 

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Dárcio Bracarense: A história mostra que os genocídios começaram pelos Rótulos: Rato Judeu, Sérvio, Tutsi, burguês (bolsonarista, gado...)




Por: Dárcio Bracarense

 

Meu irmão me indicou um livro (Purificar e Destruir), onde o historiador e cientista político Jacques Sémelin encontra elementos em comum em genocídios em tempos distintos e sociedades igualmente diferentes (Alemanha nazista, Iugoslávia e Ruanda). Na medida que leio, mais cresce meu temor pelo nosso futuro:

 

 

“O critério de identidade vence tudo, define tudo: esmaga o indivíduo. Este não se chama mais Martin, Bogdan, Séraphin, Maria ou João, ele(a) é antes de tudo um judeu, um sérvio, um tutsi, burguês...” (Eu completo: um “bolsonarista”).

 

 

“Não há dúvida, porém, de que a desumanização funciona bem aqui por meio dessa animalização do Outro que o coloca fora do campo das relações humanas. Começamos a matá-lo com palavras que desqualificam sua humanidade”. (Tratando por “gado”, por exemplo).

 

 

“O despertar de memórias dolorosas, de traumas que ainda estão vivos, permite justamente despertar o medo e construir o ódio”. (Então queima-se as estátuas do Borba Gato e convoca-se a população contra os “militares”)

 

 

“Aqui tocamos em uma das chaves para entender a passagem para agir. Convencidos da iminência do perigo, desenvolvido a partir de um imaginário de medo, os homens são impelidos a se darem os meios “racionais” para erradicar essa ameaça”. (Utilizando de instrumentos jurídicos distorcidos para mandar tais “ameaças” para a cadeia, por exemplo).

 

 

 

Fonte: https://www.facebook.com/photo/?fbid=4299576143462426&set=a.145555598864522

 

 

Como legalizar um crime? Abrindo inquéritos ilegais e dizendo que está defendendo a democracia e as instituições. É emblemática a nota do STF que considera "antidemocrático um procedimento previsto pela constituição", que é o pedido de impeachment de qualquer ocupante de cargo público – aliás, como fazem diuturnamente contra o Presidente Bolsonaro – mas, acham medida de defesa da democracia prender pessoas por crime de opinião sem dar-lhes sequer o direito ao devido processo legal.

 

 

“Quando um comunista acusa seus inimigos de algum crime, investigue e acabará descobrindo, em noventa e nove por cento dos casos, que quem cometeu o crime foi ele mesmo”. (Olavo de Carvalho)

 

 

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Dárcio Bracarense: Como destruir a Democracia fingindo defende-la?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 21 de agosto de 2021 | 20:48

 



Modus Operandi revolucionário: "Como destruir a Democracia fingindo defende-la"

 

HOJE É DOMINGO! DIA DO SENHOR! - 21º Domingo do Tempo Comum (22/08/2021) – Evangelho: João 6,60-69



 

Salmo Responsorial 33(34): Provai e vede quão suave é o Senhor!

 

 

Anúncio do Evangelho (João 6,60-69)

 

— Glória a vós, Senhor!

 

"Não ao extremismo" seja de esquerda ou direita!

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 20 de agosto de 2021 | 12:44


(a Verdade sempre está no meio - Santo Hermenegildo)




Toda pessoa que já discutiu sobre política sabe que é quase impossível convencer alguém mesmo sendo sincero(a) em suas convicções, possa estar “SINCERAMENTE EQUIVOCADO” principalmente em questões políticas e ideológicas, áreas da ciências humanas que se caracterizam por serem CIÊNCIAS INEXATAS. Mas, apesar de tudo, essa possibilidade existe com pessoas sinceras, embora seja pequena. Já quando se trata de extremistas, essa possibilidade é quase nula. Pois não adianta dialogar com alguém que já está convencido de que está 100% certo e se recusa a ver a questão por outra perspectiva. Enfim, Não adianta explicar quando o outro já está decidido a não entender. Dada a crescente relevância dos movimentos políticos radicais, surgiram nos últimos anos novos estudos destacando o excesso de confiança que os mais radicais têm em sua própria opinião. Agora, alguns cientistas resolveram verificar se há algo mais dentro das cabeças mais fanáticas que as impede de sair de seus dogmas, independentemente da ideologia, da pressão social e do ego.“Queríamos esclarecer se as pessoas que têm crenças políticas radicais geralmente estão muito seguras de suas crenças, ou se se trata de diferenças na metacognição, que é a capacidade que temos de reconhecer quando estamos errados”, explica Steve Fleming, neurocientista da University College de Londres.

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