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ÚLTIMAS POSTAGENS

Os 4 Dogmas Marianos e Seu Impacto na Vida Cotidiana do Cristão

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 1 de maio de 2013 | 23:09






Além das convicções fundamentais da fé, os dogmas solenemente e definitivamente proclamados pela Igreja Católica possuem implicações concretas e decisivas na vida do cristão. Eles não são verdades abstratas destinadas apenas ao campo intelectual, mas pilares espirituais que oferecem segurança, orientação e sentido diante das dúvidas e desafios do mundo contemporâneo. A certeza da divindade de Cristo ilumina todas as escolhas, recordando que cada ação deve refletir a obediência amorosa a Deus. A Imaculada Conceição de Maria inspira a pureza do coração e a confiança absoluta na ação da graça; sua Assunção fortalece a esperança na vida eterna e na promessa de que a fidelidade será plenamente recompensada. Já o dogma da infalibilidade papal garante a unidade da fé e a clareza moral, permitindo ao cristão discernir com segurança o caminho a seguir. Assim, os dogmas moldam não apenas a compreensão teológica, mas também a prática cotidiana: impulsionam a oração, a vida sacramental, o compromisso com a santidade e a coerência do testemunho cristão, fazendo da fé uma força viva que orienta toda a existência. Nesse horizonte, não é possível falar dos Dogmas Marianos sem voltar os olhos para Maria Santíssima tanto na Anunciação quanto no Magnificat. É nesses dois momentos que se revela o coração de toda Mariologia autêntica. Na Anunciação, Maria se autodefine como “a serva do Senhor” (Lc 1,38), expressão que não indica submissão passiva, mas adesão livre, consciente e total ao desígnio divino. No Magnificat, ela proclama que Deus “olhou para a humildade de sua serva” (Lc 1,48), unindo inseparavelmente sua condição de serva à virtude da humildade. Maria jamais se coloca no centro, não se exalta nem reivindica méritos próprios; ao contrário, reconhece com absoluta lucidez que tudo nela é obra exclusiva da misericórdia de Deus. Qualquer abordagem mariana que não passe por esses dois textos corre o risco de tornar-se sentimental, desequilibrada ou mesmo caricatural. O Magnificat não é um discurso sobre Maria, mas um hino inteiramente voltado para Deus; e a Anunciação não é a exaltação de uma mulher, mas a revelação de uma serva que, na humildade, se torna espaço fecundo da ação divina. Maria aparece, assim, não como fonte da graça, mas como o lugar onde Deus age, onde sua misericórdia se manifesta plenamente. É justamente nessa humildade radical e nessa obediência filial que repousa sua verdadeira grandeza e o fundamento seguro de toda devoção mariana genuinamente cristã.

Bispo da Diocese de Bauru excomunga "padre Beto que defende abertamente o adultério consentido"


(foto reprodução)




É de conhecimento público os pronunciamentos e atitudes do Reverendo Pe. Roberto Francisco Daniel (padre Beto) que, em nome da “liberdade de expressão” traiu o compromisso de fidelidade à Igreja a qual ele jurou servir no dia de sua ordenação sacerdotal.Estes atos provocaram forte escândalo e feriram a comunhão eclesial. Sua atitude é incompatível com as obrigações do estado sacerdotal que ele deveria amar, pois foi ele quem solicitou da Igreja a Graça da Ordenação.

PORQUE O RELATIVISMO É CONTRADITÓRIO ?





*Pe. Anderson Alves


O relativismo é realmente contraditório porque pretende afirmar que todas as afirmações, inclusive as contraditórias, são sempre verdadeiras (ou sempre falsas).

Mas quem diz que duas afirmações contraditórias podem ser verdadeiras, deve aceitar que duas contraditórias não podem ser verdadeiras.

O relativismo e o ateísmo absolutos são reciprocamente excludentes; e o relativismo só pode ser verdadeiro quando é relativo, ou seja, parcial, aplicado ao modo de expressar ou de conhecer uma verdade, e não à verdade mesma.

De fato, o conhecimento humano é discursivo e progressivo e até hoje nenhuma ciência pode dizer que conhece totalmente o objeto estudado. A realidade que está diante de nós é sempre mais rica do que conhecemos. Por isso ela é como uma janela pela qual nos chega a luz da verdade e da bondade divinas e infinitas.

Uma Igreja que não cabe Maria a MÃE DO MEU SENHOR (Lucas 1,43) - Também não cabe um verdadeiro Cristão.





É muito comum o protestantismo exaltar as mulheres bíblicas e relevarem ao esquecimento Maria a mãe do nosso salvador. Apesar de desprezadas pela história entre elas Maria Santíssima, várias mulheres tiveram um papel fundamental no antigo Testamento e na vida de Jesus. Muito mais decisivo do que se pensava tradicionalmente. A investigação bíblica recente começa a desvendar fatos que contradizem a ideia anteriormente tida sobre estas mulheres e principalmente sobre Maria. Assim é: elas estavam lá desde o início e foram mães, profetas, apóstolas, rainhas, discípulas, evangelizadoras, financiadoras, interpeladoras de Jesus. “Jesus aceitou-as e não as discriminou pelo facto de serem mulheres”, diz Maria Julieta Dias, religiosa do Sagrado Coração de Maria e coautora de “A Verdadeira História de Maria Madalena” (ed. Casa das Letras).Os evangelhos citam várias vezes as mulheres que seguiam Jesus “desde a Galileia”, onde ele começara o seu ministério de pregador itinerante. No momento da crucifixão, são elas que estão junto a Ele na Cruz.



Intolerância vs. Livre Pensamento: Entendendo o Debate Contemporâneo sobre Liberdade de Expressão

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 28 de abril de 2013 | 16:20






"liberdade de expressão x intolerância" – O que está acontecendo?


*Por Vanderlei de Lima




Dom Estevão Bettencourt (1919-2008), monge beneditino poliglota, escrevia na revista Pergunte e Responderemos n. 546, dezembro de 2007, p. 558-560, uma constatação importantíssima para os nossos dias quando muito se usa – por “engenharia verbal”O termo homofobia a fim de condenar quem, em nome de princípios religiosos ou éticos, rejeita práticas (e não pessoas) homossexuais.

Filosofia e Ideologia: uma análise de Hannah Arendt e Tomás Melendo sobre a verdade









"Se enxerguei além dos outros, é por que estava no ombro de gigantes" (Isaac Newton).


 
“O que Eu quero é o conhecimento de Deus mais que os holocaustos. Mas eles, como Adão,violaram a a aliança” (Oséias 6, 6-7).



O mundo moderno veio à luz como uma revolta contra a ordem intelectual da Idade Média”.(Simpson, The Gothic Cathedral).


Professor Ivanaldo Santos, autor de "Aborto: Discursos Filosóficos", analisa a relação entre o aborto e a soberania nacional

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 18 de abril de 2013 | 09:24


(foto reprodução)



*Por Ivanaldo SantosBRASíLIA, 17 de Abril de 2013 (Zenit.org)



O que fazer?




O quadro que foi apresentado anteriormente, de forma resumida, demonstra que a soberania dos países latino-americanos e de outras regiões do planeta está em perigo. Ela é sumariamente ignorada pelos grupos de pressão pró-aborto que, se utilizando de amplo capital em dinheiro e de grande estrutura internacional, desejam a qualquer custo implantar, incentivar e promover o aborto no continente latino. Essa promoção fere tanto os valores democráticos como a soberania das nações.  No entanto, como salienta Gonzalo Miranda[1], não se deve desanimar diante dos obstáculos, por maiores que sejam as dificuldades deve-se sempre vê-las com otimismo.

Paulo Vasconcelos Jacobina Analisa: Desafios Jurídicos e Sociais do Casamento Homoafetivo





Reflexões de Paulo Vasconcelos Jacobina, procurador regional da república: "o casamento e a homo afetividade"


Por *Paulo Vasconcelos Jacobina - BRASíLIA, 17 de Abril de 2013 (Zenit.org)



As uniões interpessoais de cunho sexual são questão de foro “absolutamente íntimo”

Polêmica no Congresso: a “PEC Gay” e o embate entre liberdade religiosa e direitos civis

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 14 de abril de 2013 | 21:01







Atenção, cristãos e cidadãos interessados nos rumos do debate público no Brasil. Nos últimos anos, diversas propostas relacionadas aos direitos das minorias sexuais e à ampliação de garantias civis têm gerado intensas discussões no cenário político nacional. Entre elas, ganhou destaque a proposta de reforma constitucional elaborada no âmbito da Comissão Especial da Diversidade Sexual do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), iniciativa que contou com a participação da então senadora Marta Suplicy, conhecida por sua atuação em pautas ligadas à sexualidade e aos direitos da população LGBTQIA+.

Apelidada por seus críticos de "PEC Gay", a proposta provocou forte reação de diversos setores da sociedade, especialmente entre lideranças cristãs, juristas e grupos conservadores, que manifestaram preocupação quanto aos possíveis impactos de determinadas mudanças sobre a liberdade religiosa, a autonomia das instituições confessionais e o direito à manifestação pública de convicções morais fundamentadas na tradição judaico-cristã.


Por outro lado, os defensores da iniciativa sustentavam que o objetivo da proposta era assegurar igualdade de direitos, combater a discriminação e ampliar a proteção jurídica de grupos historicamente marginalizados. Assim, o debate ultrapassou a simples disputa partidária e passou a envolver questões mais profundas relacionadas aos limites entre direitos individuais, liberdade de expressão, pluralismo democrático e convivência entre diferentes visões de mundo.

Independentemente das posições adotadas, é inegável que temas dessa natureza exigem análise cuidadosa, conhecimento jurídico e serenidade, evitando tanto o alarmismo quanto a desinformação. Afinal, em uma sociedade democrática, o desafio consiste justamente em conciliar a proteção dos direitos civis com a preservação das liberdades fundamentais, entre elas a liberdade religiosa e de consciência, garantidas pela própria Constituição Federal.


Haverá um "reino de Maria" independente do reinado de Jesus como prega a TFP e os Arautos do Evangelho?





O *“Reino de Maria” como realidade autêntica da espiritualidade católica ou como construção ideológica?Uma análise à luz do Magistério da Igreja  



*A doutrina do Reino de Maria, central no pensamento de Plinio Corrêa de Oliveira e da Tradição, Família e Propriedade (TFP), é uma visão teológica e profética sobre uma futura era de fervor católico, baseada nas promessas de Fátima e em tradições marianas. 


Pontos Fundamentais da Doutrina (TFP):


1)- Era de Ouro Mariana: É definida como uma época vindoura de triunfo da Igreja Católica e da civilização cristã, caracterizada por uma luz de virtude que superará as "trevas" da época atual, resumida pela frase: “Onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5, 20).


2)-Triunfo do Imaculado Coração de Maria: A base é a profecia de Fátima, onde Maria afirmou que, por fim, seu Imaculado Coração triunfaria, resultando na conversão da humanidade.


3)-Contrarrevolução: Na perspectiva da TFP, o Reino de Maria é a vitória da "Contrarrevolução", um movimento que visa combater o laicismo, o igualitarismo e a destruição da moral cristã no mundo moderno.


-Contexto na TFP: A ideia está profundamente ligada à missão da TFP e dos Arautos do Evangelho (herdeiros teológicos da TFP), que veem a devoção a Nossa Senhora como condição essencial para superar a crise atual da Igreja e do mundo.


-"A Bagarre": A doutrina da TFP frequentemente menciona que, antes do triunfo (Reino de Maria), ocorreria um grande castigo ou crise (chamada de bagarre), que purificaria o mundo. 


-Esta doutrina não é um dogma oficial da Igreja Católica, mas sim uma interpretação profética tradicionalista valorizada pelo grupo, frequentemente ligada ao pensamento de São Luís Maria Grignion de Montfort. 



Ao longo da história da Igreja, a devoção à Santíssima Virgem Maria sempre ocupou um lugar central na espiritualidade católica, sendo reconhecida como caminho seguro para Cristo, nunca como um fim em si mesma. Entretanto, em determinados momentos, algumas correntes espirituais ou movimentos acabaram desenvolvendo interpretações particulares sobre o papel de Maria na história da salvação, às vezes utilizando linguagem simbólica ou mística que, quando mal compreendida ou exagerada, pode dar margem a confusões doutrinárias. 



Entre essas discussões está a ideia de um suposto “Reino de Maria”, frequentemente associada a certos autores ligados à TFP (Tradição, Família e Propriedade) e posteriormente difundida em alguns ambientes próximos aos Arautos do Evangelho.  A questão central, porém, não é a legitimidade da devoção mariana — algo plenamente confirmado pelo Magistério da Igreja — mas sim se pode existir um “reino de Maria” entendido como uma etapa histórica autônoma ou paralela ao reinado de Cristo, ou ainda como uma nova era quase escatológica dentro da história. 



Essa distinção é essencial porque a fé católica ensina claramente que toda a missão de Maria é subordinada e ordenada ao senhorio único e definitivo de Jesus Cristo, Rei do Universo e único mediador entre Deus e os homens (cf. 1Tm 2,5).  




O Magistério sempre ensinou que Maria participa da obra da salvação de modo singular, mas sempre de forma dependente de Cristo e jamais como protagonista independente da economia da redenção. Como ensina o Concílio Vaticano II na Lumen Gentium (n. 60-62), a mediação de Maria “de modo algum obscurece ou diminui a mediação única de Cristo, mas antes manifesta a sua eficácia”. Portanto, qualquer formulação teológica ou espiritual que possa sugerir uma espécie de reinado paralelo ou uma nova economia histórica distinta daquela inaugurada por Cristo precisa ser cuidadosamente examinada à luz da doutrina segura da Igreja.  



Além disso, é importante recordar que a Igreja sempre foi prudente diante de interpretações milenaristas ou de expectativas de eras históricas perfeitas antes da segunda vinda de Cristo. 


O Catecismo da Igreja Católica (n. 676) rejeita explicitamente as formas de milenarismo que prometem uma espécie de realização histórica plena do Reino de Deus dentro do tempo, antes do juízo final. Por isso, quando expressões espirituais como “Reino de Maria” são utilizadas, elas devem ser entendidas em sentido espiritual, moral ou devocional — como um crescimento da fé, da santidade e da influência do Evangelho — e não como um projeto histórico quase messiânico ou como uma transformação ontológica da humanidade.  Dessa forma, o verdadeiro critério para discernir tais ideias não deve ser polêmicas pessoais nem críticas baseadas apenas em experiências particulares, mas sim o ensinamento constante da Igreja, que é a regra próxima da fé. 



Como recordava São Vicente de Lérins, o verdadeiro desenvolvimento da doutrina deve ocorrer eodem sensu eademque sententia (no mesmo sentido e no mesmo entendimento), nunca introduzindo conceitos estranhos à Tradição apostólica.  



É justamente nesse horizonte que se torna necessário confrontar certas interpretações particulares do chamado “Reino de Maria” com aquilo que a Igreja efetivamente ensina sobre a realeza de Cristo, a mediação de Maria e o verdadeiro sentido das profecias privadas, como as de Fátima, que jamais podem ser interpretadas de modo independente do discernimento e da autoridade do Magistério.

Quem são os preferidos de Deus ? Os Pecadores, os justos, os pobres, ou os humildes ?







O pescador de pérolas dos mares do sul, que mergulha em busca de pérolas preciosas, faz uma experiência singular que, em menores proporções, é a de qualquer nadador, quando tenta imergir-se na água. Esta tende, com toda a sua massa, a repeli-lo para foraÉ o conhecido princípio de Arquimedes referente ao empuxo vertical de baixo para cima que sofre um corpo mergulhado num líquido: "Quanto maior e mais volumoso é o corpo, maior a massa de água que desloca e, por conseguinte, o empuxo sofrido para cima." Tudo, portanto, tende a manter ou reconduzir o pescador à superfície. Mas ele é puxado para baixo pela esperança e, não raro, pela necessidade, pois deste trabalho depende o sustento. Por isso, com vigorosas braçadas e rápido movimento dos pés, dirige-se verticalmente para o fundo. Ingente é seu esforço, mas dá lugar a incontida alegria, no momento em que vislumbra, no fundo das águas, uma concha semi-aberta deixando entrever a reluzente pérola.

Cardeal Raniero Cantalamessa: Concílio Vaticano II: Nem aggiornamento e nem ruptura, mas novidade na continuidade

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 13 de abril de 2013 | 14:19


(foto reprodução)


O Concílio Vaticano II permanece como um dos acontecimentos mais importantes da história recente da Igreja Católica, não apenas pelo conjunto de documentos que produziu, mas sobretudo pelo impulso espiritual e pastoral que procurou oferecer à Igreja diante dos desafios do mundo contemporâneo. Convocado por São João XXIII em 1962, o Concílio não pretendia alterar a essência da fé cristã, mas renovar a forma como essa mesma fé é anunciada, vivida e testemunhada no tempo presente.

Nesse sentido, uma das maiores dificuldades surgidas após o Concílio não foi tanto o seu conteúdo, mas a sua interpretação. Ao longo das décadas seguintes, surgiram leituras divergentes: alguns viram nele uma ruptura com a tradição, enquanto outros o interpretaram como uma simples continuidade sem verdadeira renovação. Entre estas posições, o Magistério da Igreja, especialmente através do Papa Bento XVI, propôs uma chave interpretativa mais profunda e equilibrada: a hermenêutica da novidade na continuidade, ou seja, uma reforma que permanece fiel à identidade essencial da Igreja enquanto se renova em suas expressões históricas.

É precisamente nesta perspectiva que se insere a reflexão do Cardeal Raniero Cantalamessa, pregador da Casa Pontifícia, que procura mostrar como o verdadeiro fruto do Concílio não deve ser buscado apenas nas mudanças estruturais ou disciplinares, mas sobretudo na ação silenciosa e transformadora do Espírito Santo na vida da Igreja. Mais do que um evento histórico isolado, o Vaticano II deve ser compreendido como um momento de graça dentro da longa história da Tradição viva, na qual o Espírito continua a conduzir o povo de Deus.

Como recorda a tradição patrística, especialmente Santo Irineu, a verdadeira Tradição não é uma realidade estática, mas uma vida que se transmite e se renova. Trata-se de uma fidelidade dinâmica, que não consiste em repetir formas do passado, mas em conservar a substância da fé enquanto se permite que ela floresça em novas circunstâncias históricas. Como também afirmava o Cardeal Newman, viver é mudar, e a perfeição cristã é fruto de muitas transformações que, longe de trair o Evangelho, procuram torná-lo sempre atual.






Nesta perspectiva, a reflexão de Cantalamessa mostra que o verdadeiro aggiornamento desejado pelo Concílio não é uma adaptação superficial ao mundo, nem uma ruptura ideológica com o passado, mas uma renovação interior operada pelo Espírito Santo. Trata-se de compreender que a Igreja não vive apenas da letra dos documentos, mas do Espírito que lhes dá vida e os torna fecundos na história.Assim, compreender o Concílio Vaticano II cinquenta anos depois exige não apenas análise histórica ou teológica, mas também um olhar espiritual capaz de reconhecer onde os seus frutos realmente apareceram: na redescoberta da Palavra de Deus, na vitalidade das comunidades cristãs, no impulso missionário e no surgimento de novos carismas que testemunham a permanente juventude da Igreja.

Evidências da Fé Cristã: se Deus quer salvar a todos, por que não Se revela visivelmente aos incrédulos?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 10 de abril de 2013 | 14:09





Não seria melhor Deus aparecer aos incrédulos e os advertir de que "somente o Cristianismo é a Verdade e a vida?"




A questão acerca do “silêncio de Deus” diante da incredulidade humana constitui uma das interrogações mais recorrentes da filosofia da religião e da teologia fundamental: por que Deus não se manifesta de modo inequívoco aos incrédulos, advertindo-os diretamente de que somente o Cristianismo é a Verdade?


À primeira vista, poderia parecer que uma manifestação extraordinária — visível, universal e irrefutável — resolveria o problema da incredulidade, conduzindo todos à fé. Entretanto, a Tradição cristã, a Sagrada Escritura e a reflexão teológica clássica indicam que o agir divino segue uma pedagogia mais profunda, harmonizada com a liberdade humana, com a ordem natural da criação e com os desígnios da Providência.


Deus não age de modo arbitrário ou espetacular como regra ordinária, pois Ele próprio é o autor das leis naturais e morais que regem o universo. Sua manifestação ocorre de forma suficientemente clara para quem busca a verdade com retidão, mas não de modo coercitivo que anule a liberdade ou reduza a fé a mera evidência sensível.

É verdade que a Igreja Católica proibia a leitura da bíblia?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 8 de abril de 2013 | 17:00







1. A grande revolta contra a Igreja romana não deixou as pessoas verem como elas tinham sido enganadas pela Igreja? 



Muitos acreditam que pôr a Bíblia nas mãos das pessoas provocou a Reforma. A multiplicidade de religiões cristãs foi provocada pondo a Bíblia nas mãos das pessoas sem intérprete formal do que as Escrituras estavam dizendo. A Bíblia estava nas mãos das pessoas muito antes da Reforma como você pode observar em outro lugar por declarações neste folheto logo a seguir. 

Idade Média - Era das Trevas ou da Verdadeira Luz ?









Grifos meus: “Assim como afirmam alguns: Creio em Deus, mas não o Deus bíblico do Antigo Testamento, podemos parafrasear: Creio na Razão, mas não na razão Iluminista, que em nome desta mesma razão cometeu-se as atitudes mais irracionais no dito:Século da luzes .Os homens e mulheres da Idade Média, não perdiam tempo assistindo novela imorais e arenas das Bigs Rivalidades onde vale tudo,e não se aprende nada útil, mas iam sim assistir aos grandes debates, Lutero com suas 95 teses é a prova do interesse do homem da Idade média pelo uso racional da razão.O homem da Idade média era extremamente lógico e não tinha dúvidas sobre a verdade.Vivemos em uma época democrática, que se gaba de ter fornecido para as nações liberdade social e individual, Hipnotizado pela pseudoliberdade, o homem moderno se revolta contra qualquer regra, imposição ou lei. Estamos no tempo do “achismo”, do cada um faz e pensa o que quiser, mesmo que seja um absurdo, ninguém pode invadir esse “mundo egocêntrico” e sem verdade absoluta. E nesta pseudo tolerância, se devem tolerar todas a opiniões menos a da Igreja, que proibida,silenciada, e encurralada no âmbito religioso e particular ( Esquecem que a Academia de Ciências do Vaticano possuem 9 prêmios Nobel em Ciências).Proclama-se a liberdade política e chega-se ao extremo de exigir tolerância até para atividades francamente subversivas. Em flagrante contradição com o princípio generalizado da liberdade, quase todos os países livres admitem um partido que tem seu ideal na completa ditadura, nominalmente tirânica, que achou sua expressão inconfundível nos países comunistas. Nunca houve escravização tão completa, como debaixo do jugo comunista e sua inquisição moderna: Prisões sem proceder jurídico, torturas, execuções, campos de concentração, espoliação. Alucinados pela quimera da liberdade absoluta abrimos caminho e facilitamos o advento da nossa escravização.Exige-se hoje completa liberdade de opinião, assistimos com espanto ao crescimento da imoralidade nos meios de comunicação; os últimos quarenta anos trouxeram mais depravação dos costumes do que os séculos anteriores.Finalmente observa-se a apostasia da fé. Como todas as idéias devem ser respeitadas, cresce o número de pessoas que acreditam em gnomos, cristais, macumba, reencarnação, fantasmas etc.Será correta ou razoável essa orientação? Os nossos antepassados desejavam liberdade, porém liberdade que traz unidade, paz e eleva o homem. Os povos antigos viviam com menos bens materiais e com mais alegria, o homem moderno tem ao alcance todas as comodidades e vive em depressão, nunca se cometeu tanto suicídio na história como nos dias atuais. A Idade Média é pejorativamente chamada de idade das trevas,por Maçons e Iluministas de plantão na Universidades e instituições, quando na realidade trouxe inúmeros avanços para a sociedade: A verdade é que neste período o povo tinha fé e piedade profunda, por isso é atacada como época de obscuridades. Incrimina-se a mentalidade medieval por queimar alguns baderneiros, hereges violentos(Cátaros) e malfeitores na fogueira; mas será que os tempos modernos possuem uma mentalidade diferente? Nas últimas guerras quantos foram queimados pelos lança-chamas que atingem o inimigo a 100 metros de distância? Quantos abortos foram cometidos? Quantos idosos foram descartados pela eutanásia? Essa é a mentalidade moderna em que tudo é permitido, exceto aceitar a Verdade, o Caminho e a Vida.Nós reprovamos os procederes dos nossos antepassados, mas eles com certeza ficariam indignados com os métodos modernos atuais. Não vamos infligir ao povos do passado, admiráveis pela fé ardente, a injúria de compará-los com os pagãos modernos, encarnados principalmente nos nazistas, comunistas, terroristas, relativistas e abortistas. Abusus non est usus:O abuso não tolhe o uso,ora querer Condenar a Igreja Católica pelas falhas e abusos de alguns de seus dirigentes no passado é o mesmo que hoje querer condenar o povo Alemão por causa da segunda guerra, ou então querer condenar e mais ainda, acabar com a polícia, por ter policiais corruptos em seu meio,portanto este é um argumento revanchista e injusto. Não podemos comparar os crentes antigos e os materialistas modernos, porque os materialistas se colocam à margem da cultura e da moral, tornando manifesto a sua impostura hoje pela violência dizendo que os fins justificam os meios.”

A Promessa de Deus às Mães: O Sentido Profundo de 1Tm 2,15 sobre a Salvação pela Maternidade




A promessa de Deus às mães: "a mulher será salva pela maternidade" (1Tim 2,15)                                   

Em 1Tm 2,15 São Paulo afirma que "a mulher é salva pela teknogonia" 



Esta palavra grega pode traduzir-se por geração de(os) filhos ou, simplesmente, maternidade. Neste caso, o Apóstolo tem em vista a maternidade como colaboração com a obra do Criador: é, de certo modo, um sacerdócio, visto que toda mãe é chamada a transmitir não somente a vida corporal e a educação respectiva, mas também a doutrina da fé, que estrutura o cristão! Muitos Santos tiveram sua formação cristã através de suas mães, entre eles Santo Agostinho, que teve como mãe Santa Mônica.

Reinaldo Azevedo: "Posso não concordar com tudo de Marco Feliciano, mas racista ele não é!"

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 5 de abril de 2013 | 15:49





Na foto acima, vocês veem o pastor Marco Feliciano abraçado ao padrasto, que é negro, e à mãe que eu chamo de “mestiça”(mulata),mas que os movimentos militantes chamam de “negra” também! Feliciano é, pois, enteado de um negro, filho de uma negra e, segundo os critérios que orientam as leis de cotas no Brasil, também é… negro! Não obstante, querem acusá-lo de racismo por uma frase tonta escrita no Twitter. Ele próprio divulgou a foto no Facebook. Há um monte de branco raivoso apontando o dedo para o negro Feliciano. Já demonstrei que ele apenas comentava uma passagem do Gênesis, e ainda errava sobre a origem bíblica dos africanos. Na democracia, as pessoas são livres para falar e escrever tolices.

#REFORMA PROTESTANTE: DIVISÕES, CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS







COMENTÁRIOS DO BLOG BERAKASH: “Verdade seja dita, a malfadada Reforma Protestante na realidade não passou de uma deformação da doutrina de Cristo e de sua Igreja. Ora, quem faz uma reforma em sua casa, não sai da casa para ficar falando mal dela, atirando-lhe pedras, renunciando-a, opondo-se e até mesmo odiando-a. Se alguém realmente fez uma reforma na Igreja, esta pessoa foi São Francisco de Assis com sua humildade e fidelidade à Santa Mãe Igreja, reformou-a não com palavras, mas com seu testemunho. Lutero em seu orgulho e egoísmo apenas deformou, deturpou e denegriu a imagem da verdadeira Igreja de Cristo, levando a esta atual pulverizações de seitas contraditórias entre si.”


O que é um "casamento válido" e quais as principais causas de "nulidade matrimonial" na igreja católica?




Se o casamento for inválido, a autoridade eclesiástica, vale dizer, a justiça canônica poderá declarar a nulidade


*Por Edson Sampel

SãO PAULO, 04 de Abril de 2013 (Zenit.org)Neste momento, gostaria de apresentar ao leitor um resumo de todas as principais causas de nulidade.Sabemos que, por princípio, o casamento é indissolúvel (cf. Mc 10, 1-12), ou seja: " O que Deus uniu, o homem não separa".Sendo assim, nenhum poder humano, nem a Igreja, nem o papa, podem anular um matrimônio válido.

O homem moderno confunde Verdade com sinceridade

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 4 de abril de 2013 | 16:19







Por Dom Estevão Bettencourt (OSB)







O Homem precisa da religião para praticar o bem?




O Homem moderno confunde VERDADE com SINCERIDADE – Todas as religiões são boas ? Basta uma prática sincera sem preocupar-se com a VERDADE ?TODOS, assim, “tem razão” e Deus se torna dispensável  e todas as religiões são boas e verdadeiras, pois basta ser um religioso sincero? O mundo de hoje diz: "Em matéria de Religião, o essencial é o procedimento reto e bondade para com todos os homens. As questões de credo ficam sempre obscuras e não essenciais na busca da verdade, bastando os sentimentos. Sinto...logo é verdadeiro!"

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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