Além das convicções fundamentais da fé, os dogmas solenemente e definitivamente proclamados pela Igreja Católica possuem implicações concretas e decisivas na vida do cristão. Eles não são verdades abstratas destinadas apenas ao campo intelectual, mas pilares espirituais que oferecem segurança, orientação e sentido diante das dúvidas e desafios do mundo contemporâneo. A certeza da divindade de Cristo ilumina todas as escolhas, recordando que cada ação deve refletir a obediência amorosa a Deus. A Imaculada Conceição de Maria inspira a pureza do coração e a confiança absoluta na ação da graça; sua Assunção fortalece a esperança na vida eterna e na promessa de que a fidelidade será plenamente recompensada. Já o dogma da infalibilidade papal garante a unidade da fé e a clareza moral, permitindo ao cristão discernir com segurança o caminho a seguir. Assim, os dogmas moldam não apenas a compreensão teológica, mas também a prática cotidiana: impulsionam a oração, a vida sacramental, o compromisso com a santidade e a coerência do testemunho cristão, fazendo da fé uma força viva que orienta toda a existência. Nesse horizonte, não é possível falar dos Dogmas Marianos sem voltar os olhos para Maria Santíssima tanto na Anunciação quanto no Magnificat. É nesses dois momentos que se revela o coração de toda Mariologia autêntica. Na Anunciação, Maria se autodefine como “a serva do Senhor” (Lc 1,38), expressão que não indica submissão passiva, mas adesão livre, consciente e total ao desígnio divino. No Magnificat, ela proclama que Deus “olhou para a humildade de sua serva” (Lc 1,48), unindo inseparavelmente sua condição de serva à virtude da humildade. Maria jamais se coloca no centro, não se exalta nem reivindica méritos próprios; ao contrário, reconhece com absoluta lucidez que tudo nela é obra exclusiva da misericórdia de Deus. Qualquer abordagem mariana que não passe por esses dois textos corre o risco de tornar-se sentimental, desequilibrada ou mesmo caricatural. O Magnificat não é um discurso sobre Maria, mas um hino inteiramente voltado para Deus; e a Anunciação não é a exaltação de uma mulher, mas a revelação de uma serva que, na humildade, se torna espaço fecundo da ação divina. Maria aparece, assim, não como fonte da graça, mas como o lugar onde Deus age, onde sua misericórdia se manifesta plenamente. É justamente nessa humildade radical e nessa obediência filial que repousa sua verdadeira grandeza e o fundamento seguro de toda devoção mariana genuinamente cristã.
Os 4 Dogmas Marianos e Seu Impacto na Vida Cotidiana do Cristão
Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 1 de maio de 2013 | 23:09
Bispo da Diocese de Bauru excomunga "padre Beto que defende abertamente o adultério consentido"
É de conhecimento público os pronunciamentos e atitudes do
Reverendo Pe. Roberto Francisco Daniel (padre
Beto) que, em nome da “liberdade de expressão” traiu o compromisso de
fidelidade à Igreja a qual ele jurou servir no dia de sua ordenação sacerdotal.Estes
atos provocaram forte escândalo e feriram a comunhão eclesial. Sua atitude é incompatível com as obrigações do estado sacerdotal
que ele deveria amar, pois foi ele quem solicitou da Igreja a Graça da
Ordenação.
PORQUE O RELATIVISMO É CONTRADITÓRIO ?
Uma Igreja que não cabe Maria a MÃE DO MEU SENHOR (Lucas 1,43) - Também não cabe um verdadeiro Cristão.
Intolerância vs. Livre Pensamento: Entendendo o Debate Contemporâneo sobre Liberdade de Expressão
Written By Beraká - o blog da família on domingo, 28 de abril de 2013 | 16:20
Filosofia e Ideologia: uma análise de Hannah Arendt e Tomás Melendo sobre a verdade
Professor Ivanaldo Santos, autor de "Aborto: Discursos Filosóficos", analisa a relação entre o aborto e a soberania nacional
Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 18 de abril de 2013 | 09:24
Polêmica no Congresso: a “PEC Gay” e o embate entre liberdade religiosa e direitos civis
Written By Beraká - o blog da família on domingo, 14 de abril de 2013 | 21:01
Apelidada
por seus críticos de "PEC Gay", a proposta provocou forte reação de
diversos setores da sociedade, especialmente entre lideranças cristãs, juristas
e grupos conservadores, que manifestaram preocupação quanto aos possíveis
impactos de determinadas mudanças sobre a liberdade religiosa, a autonomia das
instituições confessionais e o direito à manifestação pública de convicções
morais fundamentadas na tradição judaico-cristã.
Haverá um "reino de Maria" independente do reinado de Jesus como prega a TFP e os Arautos do Evangelho?
Quem são os preferidos de Deus ? Os Pecadores, os justos, os pobres, ou os humildes ?
Cardeal Raniero Cantalamessa: Concílio Vaticano II: Nem aggiornamento e nem ruptura, mas novidade na continuidade
Written By Beraká - o blog da família on sábado, 13 de abril de 2013 | 14:19
Evidências da Fé Cristã: se Deus quer salvar a todos, por que não Se revela visivelmente aos incrédulos?
Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 10 de abril de 2013 | 14:09
É verdade que a Igreja Católica proibia a leitura da bíblia?
Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 8 de abril de 2013 | 17:00
Idade Média - Era das Trevas ou da Verdadeira Luz ?
Grifos meus: “Assim como afirmam alguns: Creio em Deus, mas não o Deus bíblico do Antigo Testamento, podemos parafrasear: Creio na Razão, mas não na razão Iluminista, que em nome desta mesma razão cometeu-se as atitudes mais irracionais no dito:Século da luzes .Os homens e mulheres da Idade Média, não perdiam tempo assistindo novela imorais e arenas das Bigs Rivalidades onde vale tudo,e não se aprende nada útil, mas iam sim assistir aos grandes debates, Lutero com suas 95 teses é a prova do interesse do homem da Idade média pelo uso racional da razão.O homem da Idade média era extremamente lógico e não tinha dúvidas sobre a verdade.Vivemos em uma época democrática, que se gaba de ter fornecido para as nações liberdade social e individual, Hipnotizado pela pseudoliberdade, o homem moderno se revolta contra qualquer regra, imposição ou lei. Estamos no tempo do “achismo”, do cada um faz e pensa o que quiser, mesmo que seja um absurdo, ninguém pode invadir esse “mundo egocêntrico” e sem verdade absoluta. E nesta pseudo tolerância, se devem tolerar todas a opiniões menos a da Igreja, que proibida,silenciada, e encurralada no âmbito religioso e particular ( Esquecem que a Academia de Ciências do Vaticano possuem 9 prêmios Nobel em Ciências).Proclama-se a liberdade política e chega-se ao extremo de exigir tolerância até para atividades francamente subversivas. Em flagrante contradição com o princípio generalizado da liberdade, quase todos os países livres admitem um partido que tem seu ideal na completa ditadura, nominalmente tirânica, que achou sua expressão inconfundível nos países comunistas. Nunca houve escravização tão completa, como debaixo do jugo comunista e sua inquisição moderna: Prisões sem proceder jurídico, torturas, execuções, campos de concentração, espoliação. Alucinados pela quimera da liberdade absoluta abrimos caminho e facilitamos o advento da nossa escravização.Exige-se hoje completa liberdade de opinião, assistimos com espanto ao crescimento da imoralidade nos meios de comunicação; os últimos quarenta anos trouxeram mais depravação dos costumes do que os séculos anteriores.Finalmente observa-se a apostasia da fé. Como todas as idéias devem ser respeitadas, cresce o número de pessoas que acreditam em gnomos, cristais, macumba, reencarnação, fantasmas etc.Será correta ou razoável essa orientação? Os nossos antepassados desejavam liberdade, porém liberdade que traz unidade, paz e eleva o homem. Os povos antigos viviam com menos bens materiais e com mais alegria, o homem moderno tem ao alcance todas as comodidades e vive em depressão, nunca se cometeu tanto suicídio na história como nos dias atuais. A Idade Média é pejorativamente chamada de idade das trevas,por Maçons e Iluministas de plantão na Universidades e instituições, quando na realidade trouxe inúmeros avanços para a sociedade: A verdade é que neste período o povo tinha fé e piedade profunda, por isso é atacada como época de obscuridades. Incrimina-se a mentalidade medieval por queimar alguns baderneiros, hereges violentos(Cátaros) e malfeitores na fogueira; mas será que os tempos modernos possuem uma mentalidade diferente? Nas últimas guerras quantos foram queimados pelos lança-chamas que atingem o inimigo a 100 metros de distância? Quantos abortos foram cometidos? Quantos idosos foram descartados pela eutanásia? Essa é a mentalidade moderna em que tudo é permitido, exceto aceitar a Verdade, o Caminho e a Vida.Nós reprovamos os procederes dos nossos antepassados, mas eles com certeza ficariam indignados com os métodos modernos atuais. Não vamos infligir ao povos do passado, admiráveis pela fé ardente, a injúria de compará-los com os pagãos modernos, encarnados principalmente nos nazistas, comunistas, terroristas, relativistas e abortistas. Abusus non est usus:O abuso não tolhe o uso,ora querer Condenar a Igreja Católica pelas falhas e abusos de alguns de seus dirigentes no passado é o mesmo que hoje querer condenar o povo Alemão por causa da segunda guerra, ou então querer condenar e mais ainda, acabar com a polícia, por ter policiais corruptos em seu meio,portanto este é um argumento revanchista e injusto. Não podemos comparar os crentes antigos e os materialistas modernos, porque os materialistas se colocam à margem da cultura e da moral, tornando manifesto a sua impostura hoje pela violência dizendo que os fins justificam os meios.”
A Promessa de Deus às Mães: O Sentido Profundo de 1Tm 2,15 sobre a Salvação pela Maternidade
Reinaldo Azevedo: "Posso não concordar com tudo de Marco Feliciano, mas racista ele não é!"
Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 5 de abril de 2013 | 15:49
Na foto acima, vocês veem o pastor Marco Feliciano abraçado ao padrasto, que é negro, e à mãe que eu chamo de “mestiça”(mulata),mas que os movimentos militantes chamam de “negra” também! Feliciano é, pois, enteado de um negro, filho de uma negra e, segundo os critérios que orientam as leis de cotas no Brasil, também é… negro! Não obstante, querem acusá-lo de racismo por uma frase tonta escrita no Twitter. Ele próprio divulgou a foto no Facebook. Há um monte de branco raivoso apontando o dedo para o negro Feliciano. Já demonstrei que ele apenas comentava uma passagem do Gênesis, e ainda errava sobre a origem bíblica dos africanos. Na democracia, as pessoas são livres para falar e escrever tolices.


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