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Dom Odilo Scherer: "A PUC é Católica e segue as suas diretrizes!"

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 19 de janeiro de 2013 | 14:38






Universidades Católicas



Por Dom Odilo Pedro Scherer – O Estado de São Paulo, 8 de dezembro de 2012.




A recente nomeação da reitora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), professora Anna Maria Marques Cintra, causou diversas reações na comunidade acadêmica dessa instituição de ensino superior! estranheza, contrariedade e aprovação. Aparentemente, o motivo foi a escolha, pelo grão-chanceler da universidade, não do primeiro nome da lista tríplice que lhe foi apresentada, mas do terceiro. Reações até certo ponto compreensíveis.Talvez algumas reações tenham decorrido de interpretação equivocada do processo de escolha do reitor e do vice-reitor da PUC de São Paulo. Conforme o Estatuto da PUC-SP, compete ao Conselho Superior da Universidade (Consun) “organizar, através de consulta direta à comunidade, por meio de processo eletivo, a lista tríplice de nomes de professores para escolha e nomeação do Reitor e respectivo Vice-Reitor, nos termos deste Estatuto, encaminhando-a ao Grão-Chanceler” (artigo 21, XXII).E prevê ainda o mesmo Estatuto que ao grão-chanceler compete “escolher e nomear o Reitor e o Vice-Reitor dentre os professores de uma lista tríplice organizada e encaminhada pelo Consun” (artigo 43, II).Portanto, não se trata de escolha direta do reitor e do vice pela comunidade universitária. Se assim fosse, não haveria sentido na apresentação de uma lista tríplice pelo Consun e estaria prevista a eleição direta, pura e simples, do reitor e do vice pela comunidade universitária.

Entre Revolução e Conservadorismo: O Novo Comportamento dos Homossexuais Franceses

(foto reprodução - líder gay francesa: Nathalie de Williencourt)

 


Os Gays da França criaram Juízo? 



A LIDER GAY DO PAIS MAIS LAICISTA DO MUNDO, A FRANÇA, a lésbica Nathalie de Williencourt, uma das fundadoras de Homovox, uma das maiores associações de gays da França,reconhece que: “NÃO SE DEVE USAR AS NOSSAS CRIANÇAS COMO MASSA DE MANOBRAS,COBAIAS , OU BUCHA DE CANHÃO PARA VANGUARDAS IDEOLÓGICAS”.Nathalie de Williencourt (Foto em destaque acima), é uma lésbica francesa, e à diferença do que afirmam certos meios de imprensa, considera que "a maioria de homossexuais, incluindo ela mesma, não querem nem o matrimônio nem a adoção de crianças e estão em desacordo com o projeto de lei do presidente François Hollande de legalizar ambas práticas" - Em uma entrevista concedida no dia 11 de janeiro ao site de notícias italiano Tempi.it, Nathalie assinalou que: “O casal homossexual é diferente do heterossexual por um simples e mero detalhe: não podemos dar origem à vida...”

Crítica ao #falso conservadorismo na Igreja Católica

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 16 de janeiro de 2013 | 00:41







Sou adepto do Verdadeiro Conservadorismo, este conjunto de bons valores e sentimentos herdados, esta maneira de ver o mundo e compreender a ordem social segundo uma tradição constante e correta de interpretar os acontecimentos à luz da Palavra de Deus e  da Sagrada tradição sob o magistério da Igreja.Ora, segundo o grande teórico do Conservadorismo Russell Kirk, no seu Dez Princípios Conservadores, o conservador acredita na natureza humana, em princípios morais sólidos, fundamentados na tradição de nossa civilização, uma ordem moral que herdamos de nossos antepassados e sobre a qual construímos o nosso presente, tendo em vista o futuro, o conservador crê no valor da tradição, dos costumes, e sobre este alicerce firme assenta sua opinião política, desejosa sempre da ordem social e do bem comum.O segundo motivo é que sou católico. E como católico, sou adepto e defensor dos princípios morais fundamentais da minha religião. Creio que a Moral Católica é o melhor que há para o desenvolvimento das virtudes, para uma vida digna e para a constituição de uma ordem moral e social justa e certa. Creio piamente nos preceitos morais da Santa Madre Igreja.Tampouco pretendemos fazer um exame exaustivo das posições que não compartilhamos, menos ainda analisar todas as diferenciações que existem na ampla gama daquilo que se costuma chamar “integristas, “conservadores”,etc; gama, essa, que inclui os lefebvristas, os meta-lefebvistas, os deponentistas, os sede-vacantistas, etc. Por isso, não pretendem nossas afirmações apontar a todos eles da mesma forma e no mesmo sentido.


Qual a nossa prioridade ? Agradar os homens ou a Deus ?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 13 de janeiro de 2013 | 20:22







"Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo." - Gálatas 1,10



Lembrem-se de que multidão vocês têm para agradar? e quando vocês agradarem a alguns,outros mais permanecerão insatisfeitos, e outros(as) ainda permanecerão sempre insatisfeitos depois que vocês derem o seu melhor.




Sede vós também misericordiosos uns para com os outros, como Vosso Pai Celeste também é misericordioso para Convosco

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 12 de janeiro de 2013 | 14:25




PARÁBOLA DA MISERICÓRDIA DIVINA: ( MATEUS 18,21-35).



“Então Pedro se aproximou dele e disse: Senhor, quantas vezes devo perdoar a meu irmão, quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?Respondeu Jesus: Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.Por isso, o Reino dos céus é comparado a um rei que quis ajustar contas com seus servos.Quando começou a ajustá-las, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos.Como ele não tinha com que pagar, seu senhor ordenou que fosse vendido, ele, sua mulher, seus filhos e todos os seus bens para pagar a dívida.Este servo, então, prostrou-se por terra diante dele e suplicava-lhe: Dá-me um prazo, e eu te pagarei tudo!Cheio de compaixão, o senhor o deixou ir embora e perdoou-lhe a dívida.Apenas saiu dali, encontrou um de seus companheiros de serviço que lhe devia cem denários. Agarrou-o na garganta e quase o estrangulou, dizendo: Paga o que me deves!O outro caiu-lhe aos pés e pediu-lhe: Dá-me um prazo e eu te pagarei!Mas, sem nada querer ouvir, este homem o fez lançar na prisão, até que tivesse pago sua dívida.Vendo isto, os outros servos, profundamente tristes, vieram contar a seu senhor o que se tinha passado.Então o senhor o chamou e lhe disse: Servo mau, eu te perdoei toda a dívida porque me suplicaste Não devias também tu compadecer-te de teu companheiro de serviço, como eu tive piedade de ti?E o senhor, encolerizado, entregou-o aos algozes, até que pagasse toda a sua dívida.Assim vos tratará meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão, de todo seu coração.”



"Sede portanto misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso.Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai , e sereis perdoados; dai, e dar-se-vos-á. Colocar-vos-ão no regaço medida boa, cheia, recalcada e transbordante, porque, com a mesma medida sereis medidos vós também." -LUCAS 6:36-38

Padre e Astrônomo José Funes afirma: 'Não há conflitos entre ETs e a Igreja'




POR CESAR BAIMA – O GLOBO.COM




Inspirado pelo que chama de "época de ouro" da conquista do espaço, que culminou com a chegada do homem à Lua em 1969, José Funes, então com seis anos, decidiu ser astrônomo.Quase 15 anos depois, porém, ouviu outro chamado, desta vez de Deus. Assim, logo depois que obteve seu diploma de astrônomo da Universidade de Córdoba, na Argentina, em 1985, ingressou na ordem dos jesuítas, recebendo novo diploma em filosofia antes de seguir para Roma, onde foi ordenado.Em 2006 os dois caminhos se encontraram e Funes foi apontado diretor do Observatório do Vaticano pelo Papa Bento XVI. Homem de fé e de ciência, ele defende o diálogo como forma de superar os conflitos. Para ele, o Big Bang e o Gênesis não são contraditórios, e sim caminhos diferentes da eterna busca humana pelo conhecimento e pela verdade.Até a possibilidade de existência de vida extraterrestre já é aceita pela Igreja. "Não vejo contradição entre fé e ciência, pois a verdade é uma só", diz ele, que está no Rio para participar do workshop "The Evolving Universe", evento promovido pela PUC-Rio e pela Fundação Planetário.

Professor Felipe Aquino (Dr. em física)rebate ao pseudo ateísmo científico do físico ateu Marcelo Gleiser







*Por Prof. Felipe Aquino (Dr. em Física pela UNESP)





Alguns cientistas ateus tentam usar a Ciência para provar que ou Deus não existe e/ou que não precisamos Dele para explicar a origem do Universo e da vida humana.



"Penso logo existo, ou sinto logo é verdadeiro!" Onde está a verdade ?






Grifos meus (Autor do blog O Berakash): No penso logo existo em confronto com o sinto logo existo, leva-nos a questionar: Onde está a verdade ? Naquilo que ela é, ou  não é ? (Santo Tomás de Aquino), ou a verdade está nos sentimentos ? Ou seja : O verdadeiro é aquilo que me comove e mexe com meus sentimentos? Afinal a verdade está no observador ou no objeto observado? Qual a medida dos sentimentos para discernir a verdade? Devemos negar os sentimentos neste processo? O próprio Deus nos ordena: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças.” ( Marcos 12, 30 ) - Na nossa relação com Deus, Ele mesmo ordena que coloquemos o nosso coração (sentimentos afetivos) e não somente o nosso entendimento.

Templo é dinheiro! A dizimolatria protestante transformou a Igreja numa casa de comércio!

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 9 de janeiro de 2013 | 11:50







Não se engane: A maioria dos Pastores protestantes só está interessada em uma coisa: “Tirar o Pé da lama!” Lucas 19,45-48: Jesus entrou no Templo e disse:“Está escrito: ‘Minha casa será casa de oração’. No entanto, vós fizestes dela um antro de ladrões”. Sem querer ofender aos verdadeiros protestantes, mas é exatamente isto o que parte do protestantismo fez da Igreja de Cristo: Uma casa de Comércio! É explicito que em grande parte do protestantismo existe muita hipocrisia muitos ADORADORES DE MAMON! A começar pelos seus humildes e pobrezinhos pastores  com seus carros e luxuosas mansões, enquanto os otários... ops...fiéis, ficam na miséria a sustentá-los.


Os primeiros cristãos professavam a reencarnação, até o Concílio de Constantinópola em 533?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 4 de janeiro de 2013 | 23:37






A MENTIRA PROPAGADA PELOS ESPÍTRITAS: “Os primeiros cristãos professavam a teoria da reencarnação. Foi somente em 533, num sínodo de Constantinopla, que a Igreja imprudentemente a condenou, introduzindo a ideia do inferno.”



Entre a Linguagem e a Prática Social: Como Diferenciar Preconceito de Discriminação?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 29 de dezembro de 2012 | 10:11





#Preconceito e discriminação é a mesma coisa? - São Sinônimos ou Hiperônimos?



Não são palavras sinônimas, mas Hiperônimas, e Hipônimas: Preconceito é Hiperônima, ou seja, é uma palavra que apresenta um significado mais abrangente do que o do seu hipônimo (discriminação), que por sua vez, é uma palavra de sentido mais específico (ou restrito).

"Se Deus Existe, por Que o Mundo É Imperfeito"? O Argumento de John F. Haught e a Questão do Sentido da Criação

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 24 de dezembro de 2012 | 10:28


(foto reprodução)





Em Science and Religion: From Conflict to Conversation ("Ciência e Religião: Do ​​Conflito ao Diálogo" - 1995), John F. Haught.  defende que: 



A ciência não é tão pura e objetiva, nem a teologia tão impura e subjetiva quanto se pensava, e que ambas partilham a procura da verdade - mas, para as duas áreas entrarem em diálogo, é necessária dar uma "explicação em camadas".

Olavo de Carvalho - Esquerda e direita na Igreja :A Igreja sempre esteve ao lado dos Pobres ou não ?


(Madre Teresa de Calcutá- A dama dos pobres)




























Muitos comentam sobre Olavo de Carvalho:  "esse cara é louco, "astrólogo", gnóstico, "um jumento metido a intelectual, fascista, taxista, etc...sem nem ao menos ter lido dois livros completos na vida, e muito menos nada da produção filosófica e sociológica do Olavo. Eu decidi arriscar, meio arredio e desconfiado confesso. Comecei a ver seus vídeos, ler seus artigos e alguns de seus livros (justamente para poder falar mau com propriedade), e me SURPREENDI Existe MUITA coisa boa vindo dele, desde as aulas a respeito dos Mitos culturais e literários à aulas a respeito do belo e a própria história do Brasil. Hoje, eu não o IDOLATRO, mas o respeito e admiro e sei que o que a maioria fala sobre o Olavo está encharcado de puro preconceito e desconhecimento.































“A Igreja, toda a Igreja, sempre trabalhou pelos pobres. A ela devem-se a invenção dos hospitais, das maternidades, o ensino universal gratuito, a progressiva abolição da escravatura, etc. A “teologia da libertação”, que se auto-embeleza com o título de “Igreja dos pobres”, nada fez pelo povo pobre além de usá-lo como massa de manobra ou bucha de canhão, como o faz na Colômbia e em Cuba...” (Olavo de Carvalho).


Riscos e alertas do magistério sobre a "interpretação meramente sociológica da bíblia sagrada"

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 23 de dezembro de 2012 | 23:32









O problema da interpretação da Bíblia não é uma invenção moderna como alguns querem fazer crer!


SÃO JOÃO PAULO II e O SENTIDO CRISTÃO DO SOFRIMENTO HUMANO







CARTA APOSTÓLICA SALVIFICI DOLORI -DO SUMO PONTÍFICE JOÃO PAULO II - SOBRE O SENTIDO CRISTÃO DO SOFRIMENTO HUMANO


Livros de Jó e Eclesiastes: a ruptura com teologia da retribuição e da prosperidade no Judaísmo!







Livros de Jó e Eclesiastes: "a ruptura com teologia da retribuição" e da prosperidade no Judaísmo!


por*Francisco José Barros de Araújo 




O tema do “justo que sofre” não constitui uma problemática recente da reflexão religiosa, mas acompanha a humanidade desde suas mais antigas expressões culturais e espirituais. Já nos textos sapienciais da Mesopotâmia, particularmente entre os sumérios e acádios, cerca de dois mil anos antes de Cristo, encontramos lamentos existenciais que questionavam a aparente contradição entre justiça divina e sofrimento humano. 


A experiência universal da dor inocente, da perda imerecida e da prosperidade dos injustos sempre provocou inquietação religiosa, exigindo respostas que ultrapassassem explicações simplistas sobre a ação de Deus na história.  No interior do Antigo Israel, essa questão assume contornos decisivos com o surgimento e amadurecimento da chamada teologia da retribuição, segundo a qual existiria uma correspondência direta entre comportamento moral e destino humano: o justo seria recompensado com prosperidade, saúde e longevidade, enquanto o pecador inevitavelmente experimentaria sofrimento, fracasso e punição divina. 


Tal concepção encontra respaldo em diversas tradições sapienciais e deuteronomistas, nas quais a fidelidade à Lei aparece associada à bênção e a infidelidade ao castigo. Durante séculos, esse paradigma ofereceu estabilidade religiosa e explicação coerente para a ordem moral do mundo.  Entretanto, a realidade concreta da existência humana começou a desafiar esse esquema teológico. 


A observação empírica mostrava algo perturbador: pessoas justas sofriam profundamente, enquanto indivíduos injustos frequentemente prosperavam. É nesse contexto que emergem os livros de Jó e Eclesiastes como verdadeiros marcos de maturidade espiritual dentro da revelação bíblica. Ambos não negam a fé em Deus nem rejeitam a tradição de Israel, mas introduzem uma crise salutar na sabedoria tradicional, colocando em questão a suficiência da teologia da retribuição como chave absoluta de interpretação da vida.  


O Livro de Jó apresenta de forma dramática o confronto entre a experiência do sofrimento inocente e o discurso religioso convencional representado pelos amigos do protagonista. Para eles, o sofrimento só poderia ser explicado como consequência do pecado oculto; para Jó, porém, essa lógica revela-se incapaz de interpretar sua realidade. Surge então aquilo que muitos estudiosos chamam de “crise da sabedoria”: não é apenas a situação pessoal de Jó que está em debate, mas o próprio sistema teológico vigente, que se mostra insuficiente diante do mistério do sofrimento humano. A narrativa bíblica ousa colocar em xeque respostas religiosas prontas e abre espaço para uma compreensão mais profunda da relação entre Deus e o homem, fundada não na recompensa automática, mas na confiança gratuita e na fidelidade mesmo em meio ao silêncio divino.  




De modo complementar, o livro do Eclesiastes radicaliza ainda mais essa reflexão ao denunciar a fugacidade das conquistas humanas e a incapacidade da prosperidade material de oferecer sentido definitivo à existência. Qohelet observa o mundo com realismo quase desconcertante: o justo e o injusto compartilham o mesmo destino terreno, o trabalho nem sempre gera satisfação, e a vida permanece marcada pela imprevisibilidade. 



Longe de conduzir ao niilismo, essa constatação prepara uma fé mais purificada, libertando o relacionamento com Deus da lógica utilitarista da recompensa.  Assim, Jó e Eclesiastes representam, dentro da tradição judaica, uma verdadeira ruptura hermenêutica com a religião da prosperidade e com qualquer tentativa de reduzir Deus a um mecanismo moral automático. 



O sofrimento deixa de ser interpretado exclusivamente como punição e passa a ser reconhecido como mistério que desafia, amadurece e aprofunda a experiência religiosa. A fidelidade a Deus já não depende da garantia de bênçãos visíveis, mas nasce da confiança mesmo quando a realidade parece contradizer a justiça divina.  



A presente pesquisa exegética buscará, portanto, investigar de que maneira o Livro de Jó — em diálogo com o pensamento sapiencial expresso também em Eclesiastes — desconstrói o paradigma da retribuição e inaugura uma nova compreensão da fé bíblica. Pretende-se demonstrar que o sofrimento não rompe necessariamente a comunhão com o Deus único, mas pode tornar-se espaço privilegiado de encontro, purificação e transformação espiritual. 



Além disso, procuraremos evidenciar como os questionamentos suscitados pela dor humana não constituem falta de fé, mas expressão legítima de uma relação viva com Deus, capaz de impulsionar mudanças pessoais, comunitárias e pastorais.  



Inicialmente será apresentada uma breve análise da teologia da retribuição no contexto do judaísmo antigo; em seguida, desenvolver-se-á a leitura exegética do Livro de Jó à luz da crise sapiencial por ele provocada. Por fim, nas considerações finais, será proposta uma atualização teológica e pastoral da mensagem desses livros bíblicos, buscando discernir quais ensinamentos permanecem relevantes para a vida cristã contemporânea, especialmente diante das persistentes tentações modernas de reduzir a fé a promessa de prosperidade, sucesso ou ausência de sofrimento.

A chave de leitura teológica para entender o livro do Apocalipse




Liturgia e Apocalipse




Por - Pe. Jair Cardoso Alves Neto


Você consegue diferenciar a verdadeira da "falsa opção preferencial pelo pobre?"

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 22 de dezembro de 2012 | 19:34






Tratar de fé e política nem sempre é fácil. O mais comum é encontrar pessoas cuja visão da política e da própria participação sócio-transformadora é bastante negativa. A religião, nessa perspectiva, não poderia envolver-se em assuntos considerados profanos, sob pena de degenerar em subversão.É necessário insistir e investir, no meio cristão, em uma introdução ao relacionamento entre fé e política que parta de um princípio capaz de conjugar essas duas instâncias, harmonizando-as em nome do bem comum.A opção preferencial pelos pobres pode desempenhar esse papel, mostrando-nos como o engajamento político é uma exigência da adesão ao projeto de Jesus.

O Dom do Discernimento no Espírito Santo: Perspectivas Teológicas a partir de I Tessalonicenses 5,19





I Tessalonicenses 5,19: “Não extingais o Espírito" - Uma teologia sobre o dom carismático e extraordinário do "discernimento"



O dom de ciência, segundo a tradição cristã, é uma graça especial pela qual Deus permite que o ser humano compreenda a realidade com uma profundidade que ultrapassa as capacidades naturais da razão. Não se trata apenas de adquirir informações, mas de perceber as causas, raízes e significados espirituais que se escondem por trás de fatos, sentimentos, enfermidades e acontecimentos cotidianos. Assim como o médico busca a origem da febre para tratar a verdadeira doença, o dom de ciência conduz o cristão além dos sintomas, iluminando aquilo que está na origem das feridas humanas. É o próprio Espírito Santo quem revela o que, humanamente, seria impossível conhecer — sempre com o propósito de cura, conversão, restauração interior e crescimento na verdade divina. Por meio desse dom, Deus permite que sua luz penetre o entendimento humano, revelando não apenas o que acontece, mas o que Ele está realizando na vida de cada pessoa.

É mais evidente a existência, ou não existência de Deus?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 18 de dezembro de 2012 | 23:58








Perguntando-nos se Deus existe, temos que pensar em duas outras questões:





1.Que boas razões existem para pensarmos que Deus existe?




2.Que outras boas razões existem para pensarmos que Deus NÃO existe?

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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