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ÚLTIMAS POSTAGENS

Deus, Religiões e Salvação: Estudo Acadêmico das Principais Religiões

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 14 de novembro de 2025 | 17:03

 



Religiões, Doutrina e Salvação: Um Estudo Comparativo Sobre Cristianismo, Judaísmo, Islamismo, Budismo, Hinduísmo e Espiritualismo

 

O debate sobre salvação, pecado, reencarnação, natureza de Deus e as divisões internas das tradições religiosas acompanha a humanidade desde seus primeiros registros. Desde as primeiras civilizações, o ser humano busca respostas para questões que transcendem a experiência sensível e tocam o sentido último da existência. 



Perguntas como “o que é salvação?”, “qual o papel da confissão ou do arrependimento?”, “existe reencarnação?”, “todas as religiões possuem divisões internas?” e “como diferentes tradições compreenderam Deus?” revelam um anseio comum: entender a própria origem, o destino final e o relacionamento com o Sagrado. Ao longo da história, cada religião elaborou caminhos para explicar a condição humana e oferecer algum tipo de libertação. Entretanto, dentro da perspectiva cristã — especialmente conforme o Magistério da Igreja — todos esses anseios encontram sua plenitude de sentido e revelação em Jesus Cristo, o Verbo encarnado, no qual Deus se manifesta de maneira definitiva e insuperável. 



Se outras tradições expressam lampejos da busca humana por transcendência, o cristianismo afirma que em Cristo essa busca encontra sua resposta última: a reconciliação plena com Deus, a revelação total do amor divino e o acesso aos meios concretos de salvação. Este artigo reúne e organiza diversos temas levantados em estudos teológicos, históricos e comparativos, estruturando-os de forma clara e didática em tópicos e subtópicos. A proposta é apresentar uma visão abrangente do panorama religioso, sem perder de vista o eixo central da fé cristã: Cristo como a revelação definitiva de Deus e a plenitude da verdade salvífica. O conteúdo é fundamentado em textos bíblicos, na tradição da Igreja e em dados históricos, oferecendo ao leitor uma leitura integrada capaz de iluminar por que tais questões continuam vivas e relevantes no imaginário espiritual da humanidade.

A Estratégia Cristã diante da Teologia da Libertação: entre a fidelidade doutrinária e o discernimento pastoral

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 5 de novembro de 2025 | 17:42

 



 

Como combater a Teologia da Libertação na Igreja e na paróquia de forma estratégica e cristã



A sinceridade não é, por si só, critério da verdade. É preciso reconhecer que muitos membros e adeptos da Teologia da Libertação (TL) são pessoas de boa índole e profundamente sinceras; contudo, essa sinceridade não garante a licitude de suas convicções. Muitas dessas pessoas, de maneira bem-intencionada, se encontram sinceramente equivocadas, abraçando uma ideologia que, em vários contextos, tem afastado fiéis de Deus e, de forma implícita ou explícita, incorporado elementos do marxismo revolucionário e ateismo.  Nas últimas décadas, a Teologia da Libertação emergiu como uma das correntes mais controversas dentro da Igreja Católica. Surgida em um contexto marcado por pobreza, desigualdade e injustiças sociais na América Latina, a TL buscou unir fé e transformação social. Inicialmente, essa proposta parecia compatível com a preocupação cristã com os pobres; entretanto, em muitas de suas formulações, o movimento acabou substituindo o núcleo espiritual do Evangelho por uma agenda sociopolítica inspirada em análises marxistas. A centralidade da salvação eterna e da vida em Cristo foi muitas vezes deslocada, dando lugar a uma ênfase exclusiva na "libertação" temporal. 

45 Filmes que o Vaticano Considera Essenciais: Uma Viagem entre Fé, Valores e Arte

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 2 de novembro de 2025 | 15:21

 

(foto reprodução)


Você sabia que o Vaticano possui uma lista de filmes considerados essenciais para a reflexão sobre a vida, a fé e a arte?  Em 1995, ano em que se comemorava o centenário do cinema (contando a partir da primeira exibição oficial promovida pelos irmãos Lumière em 1895), o Papa João Paulo II convidou especialistas para selecionar 45 filmes produzidos até aquele período, reunindo obras que se destacam pelo valor espiritual, humano e artístico.  



São João Paulo II, amante e profundo conhecedor das artes cênicas desde sua juventude, sempre teve sensibilidade para perceber a importância do cinema e da cultura como instrumentos de formação humana. A Igreja Católica, de forma geral, sempre reconheceu o poder do cinema como veículo de inspiração e reflexão.  Já em 1936, o Papa Pio XI afirmava, na encíclica Vigilanti Cura, que o cinema deveria se colocar “a serviço do aperfeiçoamento do homem”. Mais tarde, em 1957, o Papa Pio XII ressaltou, na encíclica Miranda Prorsus, que o cinema, rádio e televisão “não são simples meios de recreio, mas verdadeiras transmissões de valores humanos, sobretudo espirituais”.  O Papa João Paulo II também enfatizou que “a indústria cinematográfica se tornou uma mídia universal que exerce profunda influência no desenvolvimento das atitudes e escolhas das pessoas, atravessando fronteiras sociais e culturais.”

Conheça os santos que viveram a transição da Missa em latim para o vernáculo em santa obediência

 



Introdução — A ação do Espírito Santo e a fidelidade dos santos na Igreja pós conciliar


A história da Igreja é marcada por uma constante renovação conduzida pelo Espírito Santo, que age ao longo dos séculos purificando, iluminando e santificando o Povo de Deus. Durante o Concílio Vaticano II (1962–1965), essa ação divina se manifestou de modo especial, quando a Igreja, movida pelo Espírito de Verdade, procurou dialogar com o mundo contemporâneo sem renunciar à sua essência divina. Entre as muitas reformas promovidas, a litúrgica se destacou por seu alcance espiritual e pastoral, permitindo que o Povo de Deus pudesse participar mais plenamente do mistério eucarístico através da celebração da Missa em língua vernácula.Entretanto, essa mudança — da Missa em latim para o vernáculo — foi, para muitos, motivo de perplexidade e até resistência. Muitos fiéis, formados na antiga liturgia, sentiram-se inseguros diante das transformações. Mas, como em todas as épocas de transição, o Espírito Santo suscitou almas fiéis e obedientes, que compreenderam que a verdadeira fidelidade a Deus passa pela obediência amorosa à Sua Igreja e ao Papa, sucessor de Pedro. Os santos e beatos que viveram essa transição não apenas aceitaram a reforma litúrgica com fé, mas a viveram como ocasião de purificação e crescimento espiritual. Eles compreenderam que a santidade não está na forma externa do rito, mas na disposição interior de unir-se ao sacrifício de Cristo. Sua vida é testemunho de que a obediência é o caminho mais seguro e belo para permanecer na vontade divina. Através de suas histórias — de São Josemaría Escrivá a Santa Teresa de Calcutá, de São João Paulo II à Beata Chiara Lubich — vemos o reflexo da ação harmoniosa do Espírito Santo, que nunca abandona a Igreja, mesmo quando ela caminha por sendas desconhecidas. Esses santos são sinais luminosos de esperança, mostrando que a verdadeira Tradição não é resistência ao novo, mas continuidade viva do mesmo amor a Deus que se renova em cada geração.

Dayenu: Explorando o Cântico Judaico da Gratidão e Sua Relevância em The Chosen’

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 28 de outubro de 2025 | 17:01

 



Entre os símbolos mais belos do judaísmo, poucos traduzem tão bem a essência da gratidão quanto o cântico “Dayenu” — expressão hebraica que significa “teria sido suficiente”. Essa antiga canção, entoada durante a celebração da Pessach (a Páscoa Judaica), atravessa milênios como um lembrete de que cada ato divino, mesmo o menor, é motivo de louvor.Recentemente, o termo ganhou destaque ao aparecer na série cristã “The Chosen”, emocionando espectadores que perceberam a profundidade espiritual por trás da simples frase: “teria sido suficiente”. O cântico Dayenu, tradicionalmente associado à celebração da Páscoa Judaica (Pessach), é um hino de gratidão que celebra a libertação do povo de Israel do Egito. Embora tenha ganhado destaque recentemente em obras como a série The Chosen, não há evidências históricas de que Jesus e seus apóstolos tenham recitado o Dayenu. Jesus, sendo judeu, certamente participou das celebrações pascais, como indicam os Evangelhos ao descreverem a Última Ceia como uma refeição pascal. Nessas ocasiões, os judeus recitavam bênçãos e hinos tradicionais, mas o Dayenu, na forma que conhecemos hoje, só aparece em manuscritos muito posteriores, provavelmente no século XV d.C., dentro da tradição sefarditaA popularização do Dayenu em narrativas contemporâneas, como em The Chosen, é um exemplo de como a cultura moderna busca conectar tradições judaicas à história de Jesus, mesmo quando não há comprovação histórica direta. Essa reinterpretação reforça valores universais como gratidão e reflexão sobre libertação e bênçãos, aproximando o público contemporâneo da riqueza da tradição judaica.  Assim, o Dayenu se torna não apenas um canto de celebração histórica, mas também um símbolo de inspiração espiritual, mostrando como antigos hinos podem influenciar e dialogar com narrativas modernas, sem que necessariamente tenham sido parte da vida dos apóstolos. Mas o que realmente representa o “Dayenu” no judaísmo e por que sua mensagem continua tão atual? Desde o Êxodo até o Calvário, o povo de Deus aprendeu a agradecer mesmo quando ainda caminhava no deserto. Assim como o antigo cântico judaico “Dayenu” celebrava cada milagre do Êxodo como “suficiente”, o cristão de hoje pode olhar para a história da salvação e repetir:



“Mesmo que o Senhor tivesse feito só isso, já teria sido suficiente!”

“Canção da Despedida”: o hino dos exilados do 8 de Janeiro e a esperança de voltar a um Brasil livre e democrático

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 19 de outubro de 2025 | 15:22



 

 

“Já vou embora, mas sei que vou voltar” — A Canção dos Exilados e o Amor Inquebrável ao BrasilUma canção que atravessa gerações e distâncias!

 


Algumas canções ultrapassam o tempo e se tornam espelhos da alma de um povo. A “Canção da Despedida”, composta por Geraldo Azevedo e Carlos Fernando, é uma dessas melodias eternas. Escrita num tempo de incertezas, ela fala da dor da partida, mas também da certeza do retorno.Hoje, essa música ressoa novamente no coração de tantos brasileiros que se encontram longe de sua terra — não apenas por razões políticas, mas por amor, medo, fé ou esperança. Cada verso ecoa como um suspiro coletivo de quem carrega o Brasil na alma, mesmo a milhares de quilômetros de distância.

Vulnerabilidade e resiliência cristã: o significado de “Eis que vos envio como ovelhas entre lobos” à luz da psicologia, teologia e ciência

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 18 de outubro de 2025 | 19:22

 




“Eis que vos envio como ovelhas entre lobos”: vulnerabilidade, estratégia e fé



Na Sagrada Escritura, Jesus adverte seus discípulos com palavras que atravessam os séculos: “Eis que vos envio como ovelhas para o meio de lobos” (Mateus 10,16). Essa metáfora, de aparente simplicidade, encerra uma profunda reflexão sobre a condição humana e a missão cristã no mundo. Em poucas palavras, Cristo descreve a tensão permanente entre mansidão e hostilidade, inocência e astúcia, fé e ameaça — dimensões que definem a experiência do discípulo diante das adversidades.  Mais do que uma figura de linguagem, a imagem dos lobos e das ovelhas carrega significados que dialogam com diferentes campos do saber. Na biologia e na etologia, o comportamento do lobo revela estratégias de sobrevivência e domínio social; na psicologia social, ele representa a agressividade e o instinto competitivo presentes nas relações humanas; já a ovelha, por sua vez, simboliza a confiança, a docilidade e a dependência de um guia — características que, no âmbito espiritual, remetem à fé e à obediência ao Bom Pastor.  Assim, o ensinamento de Jesus não se limita ao contexto do século I, mas ultrapassa fronteiras culturais e temporais. Ele convida cada cristão a compreender que a vida de fé se desenrola num cenário de conflito e discernimento, em que é necessário unir pureza de coração e sabedoria prática, vulnerabilidade e estratégia, para testemunhar o Evangelho em um mundo frequentemente hostil à verdade.

Evangelização e Discipulado Cristão: o Desafio de Ser "Ovelha entre Lobos" na Sociedade Contemporânea




“Eis que vos envio como ovelhas entre lobos”: a missão cristã no coração de um mundo hostil


As palavras de Jesus registradas no Evangelho de Mateus 10,16 — “Eis que vos envio como ovelhas no meio de lobos” — permanecem entre as mais fortes e provocadoras de toda a Escritura. Nelas, encontramos o núcleo da missão cristã: ser presença de Deus em um mundo que muitas vezes O rejeita.À primeira vista, a imagem parece contraditória e até perigosa. Quem enviaria ovelhas indefesas para o meio de lobos famintos? No entanto, o Senhor não é imprudente, nem faz desse envio uma missão suicida. Ele fala com profundo realismo espiritual, revelando que o seguimento de Cristo nunca foi caminho de conforto, mas de fidelidade.O discipulado católico nasce desse paradoxo: somos frágeis como ovelhas, mas conduzidos pelo poder do Pastor. Cristo conhece os perigos e as resistências do mundo moderno — um mundo marcado pela indiferença religiosa, pelo relativismo moral e pela busca desenfreada de prazer e sucesso.Mesmo assim, Ele envia os seus, porque confia na força da graça. Antes de enviar, Jesus prepara, adverte e promete. Suas promessas não são de aplausos nem de recompensas humanas, mas das bem-aventuranças eternas, da alegria que ninguém pode tirar (cf. Jo 16,22), e da vida que não se perde (cf. Jo 10,28).Evangelizar, portanto, é um ato de coragem e obediência. É proclamar o Evangelho da verdade e da vida cristã autêntica em meio a um mundo que muitas vezes prefere as trevas à luz. É nesta tensão que o cristão descobre a beleza de sua vocação: ser discípulo missionário, fiel ao chamado do Mestre e consciente de que só a comunhão com Cristo torna possível o testemunho do Evangelho.

A falácia da Soberania Nacional: O Petróleo É Nosso,mas o Preço é de Quem?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 9 de outubro de 2025 | 22:03

 


Os Prós e Contras do Argumento da Soberania Nacional



Soberania? Só mesmo com nossas jabuticabas! Porque, convenhamos, no resto a soberania parece mais uma piada interna. A Amazônia? Essa foi praticamente rateada entre ONGs internacionais e o crime organizado global — um verdadeiro consórcio de interesses estrangeiros. Nossas Forças Armadas? Dependem de ajuda externa como quem pede Wi-Fi grátis em aeroporto.  O nosso solo fértil e mineral? Entregue de bandeja para as multinacionais, que vêm, exploram, faturam e vão embora. O petróleo? Nem se fala! “Nosso” só o nome, porque o preço, esse sim, é definido por outros, longe do alcance de quem realmente deveria mandar: nós, os donos do petróleo.  Então, sim, o Brasil é soberano, mas só no discurso, na bandeira e, claro, na jabuticaba. No resto, é só espetáculo de faz de conta.

A “Igreja de Constantino” e os 32 Papas Invisíveis de Júlio Lancellotti: um estudo de sua "achologia" aplicada

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 5 de outubro de 2025 | 11:59




Em tempos de redes sociais, onde “achologia” virou disciplina e teologia virou pretexto para performance, surge mais uma pérola do púlpito midiático de Júlio Lancellotti. Em vídeo amplamente divulgado nas redes (ver link abaixo), o reverendo da compaixão fotogênica decidiu abraçar, com o fervor de um influencer e a leveza de um teólogo de grupo de WhatsApp, a velha tese protestante de que a Igreja Católica teria sido fundada por Constantino.

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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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