A posição da Igreja Católica sobre a inseminação artificial não nasce de uma rejeição à medicina, à ciência ou aos avanços tecnológicos, nem de uma falta de compaixão pelos casais que enfrentam o sofrimento da infertilidade. Pelo contrário: a Igreja reconhece o legítimo desejo de um homem e de uma mulher de constituírem uma família e compreende profundamente a dor daqueles que não conseguem gerar naturalmente um filho. A questão, porém, é mais profunda: é moralmente legítimo utilizar qualquer meio disponível para realizar o desejo de ter um filho, ou existem limites éticos que devem ser respeitados justamente para proteger a dignidade dos pais, do matrimônio e, sobretudo, da própria criança?
Por que a Igreja é contra a inseminação artificial e propõe a adoção no lugar?
Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 31 de agosto de 2026 | 11:24
Por Quentin e Pela Europa Livre: Liberdade Religiosa, Polarização e o desafio da convivência no Século XXI
Written By Beraká - o blog da família on domingo, 15 de fevereiro de 2026 | 13:10
por *Franzé
A comoção internacional provocada pelos relatos da morte brutal do jovem cristão Quentin, na França, reacende um debate urgente e necessário sobre os rumos da civilização contemporânea. Independentemente da confirmação integral dos fatos narrados nas redes ou de suas circunstâncias específicas, a repercussão global do caso revela algo maior: o crescimento da polarização ideológica, a escalada da intolerância e o temor crescente de perseguições motivadas por fé, cultura ou identidade.
A Europa — historicamente moldada por raízes cristãs, valores humanistas e instituições democráticas — encontra-se no centro dessa tensão civilizacional. O episódio atribuído a militantes antifascistas, amplamente divulgado online, não apenas gerou indignação, mas também expôs feridas abertas no debate sobre liberdade religiosa, segurança e coexistência cultural.
Feministas dizem que um feto ao ser abortado não sente dor porque não é um ser humano
Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026 | 19:36
por *Franzé
O debate sobre o aborto costuma ser apresentado, sobretudo no discurso midiático, como um embate entre religião e laicidade. No entanto, essa é uma redução indevida que empobrece a complexidade do tema. A oposição simplista entre fé e Estado secular acaba por invisibilizar uma vasta tradição de reflexão construída fora de qualquer matriz confessional. Ao longo das últimas décadas, diferentes áreas do conhecimento têm se debruçado sobre a questão com instrumental analítico próprio, produzindo argumentos que independem de dogmas religiosos e se apoiam em dados empíricos, categorias filosóficas e princípios jurídicos universalizáveis.
Há um amplo campo de argumentação científica, filosófica, bioética e jurídica que problematiza a interrupção voluntária da gestação sem recorrer a fundamentos religiosos. A embriologia humana, por exemplo, ao investigar o início do desenvolvimento biológico do organismo humano, levanta questões objetivas sobre continuidade da vida, identidade genética e individualidade biológica desde as fases iniciais. Já a bioética contemporânea, especialmente em suas correntes personalistas e principialistas, discute os deveres de proteção, não maleficência e justiça aplicados ao ser humano em desenvolvimento, ponderando direitos, vulnerabilidades e responsabilidades.
No âmbito da filosofia moral secular, autores de distintas tradições — do kantismo ao jusnaturalismo laico, passando pelo personalismo ontológico e por correntes do humanismo filosófico — investigam o status moral do nascituro, o conceito de dignidade intrínseca e os critérios que definem quem deve ser incluído na comunidade de sujeitos de direito. Essas análises não dependem de revelação religiosa, mas de construções racionais acerca de valor humano, potencialidade, continuidade identitária e igualdade moral.
Do mesmo modo, o debate jurídico constitucional examina a colisão entre direitos fundamentais, como autonomia corporal, inviolabilidade da vida, proteção do vulnerável e dever estatal de tutela. Além disso, a discussão sobre os limites da autonomia corporal tem sido aprofundada em paralelo a outros dilemas bioéticos — como eutanásia, manipulação genética e experimentação em embriões — demonstrando que o tema do aborto não é isolado, mas parte de uma rede mais ampla de decisões morais envolvendo vida humana em estágios de fragilidade.
Nessa perspectiva, o princípio do consentimento, embora central, não é absoluto, sendo frequentemente equilibrado com critérios de proporcionalidade, responsabilidade e proteção de terceiros dependentes. Diante desse panorama, torna-se possível compreender que a defesa da vida em desenvolvimento não se sustenta apenas em convicções religiosas, mas também em fundamentos racionais debatidos no espaço público secular. Esta matéria reúne 10 argumentos racionais utilizados por pensadores, juristas, médicos e filósofos que defendem a proteção da vida humana em desenvolvimento sob uma perspectiva não confessional, evidenciando que o debate, longe de ser meramente teológico, envolve questões científicas, éticas e civilizatórias de grande profundidade.
O mito do sexo casual: o que a TV não mostra e a vida real revela
Written By Beraká - o blog da família on sábado, 23 de agosto de 2025 | 16:51
Vivemos em uma sociedade onde a mídia apresenta o sexo como algo leve, divertido e sem consequências. Em novelas, séries e filmes, uma noite de paixão termina sempre em sorrisos, prazer e liberdade, sem nenhum tipo de dor ou risco. Mas será que a vida real funciona assim?
Como lembrou o Cardeal Lozano (1): “Estamos falando do centro do cristianismo, pois se trata de amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo. O que conta é a abstinência, a fidelidade e «não matarás».”
A verdade é que fora da ficção, o sexo sem compromisso pode trazer marcas profundas — físicas, emocionais e espirituais.
Yuval Harari revela sua homossexualidade e provoca debate sobre religião em seu novo livro
Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 18 de agosto de 2025 | 17:24
por*Francisco José Barros de Araújo
Em "21 Lições", Harari questiona se as religiões tradicionais, como o cristianismo, Judaismo e o islão, conseguirão se adaptar à engenharia genética, que pode levar à criação de super-humanos e à superação da morte.Ele também, levanta a possibilidade de que os novos avanços tecnológicos e as empresas de tecnologia, como as de Silicon Valley, possam vir a criar novas "religiões" ou sistemas de crenças que substituirão os antigos.E diz que se assumiu homossexual por causa da ciência.
Yuval Harari em seu último livro, apresenta a religião mais como um desejo pessoal, que o incomoda, do que uma narrativa histórica comprovadamente em declínio (muito pelo contrário), sendo desafiada, segundo ele, por novas visões de mundo e pelo impacto das novas tecnologia.
Em 21 Lições para o Século 21, Yuval Noah Harari não critica a religião diretamente, mas a aborda como uma forma de "narrativa" ou ideologia que molda a humanidade, questionando seu papel no mundo atual e futuro diante dos avanços tecnológicos e outros desafios globais. Ele argumenta que, embora as religiões sejam poderosas, e eficazes, a humanidade precisa discernir entre fatos e as narrativas que nos são contadas para lidar conosco e a realidade que nos rodeia.
Harari analisa narrativas, incluindo as religiosas, como formas de criar significado e ordem no mundo. Ele questiona a rigidez dessas, na linguagem do autor, consideradas todoas elas como narrativas, sem levar em conta o fato histórico de Jesus de Nazaré, colocando todas no mesmo rol.
Uma das questões centrais do livro é se "Deus está de volta". Isso não é uma afirmação de retorno divino, mas uma reflexão sobre a persistência e o papel da religião e dos valores religiosos no mundo contemporâneo. Harari incentiva seus ávidos e fieis leitores a desenvolverem um pensamento crítico para distinguir a verdade das narrativas que lhes são apresentadas.
O livro não se aprofunda numa condenação da religião, mas a usa como um ponto de partida para discutir questões mais amplas do século XXI, como a tecnologia, a política, a guerra e as mudanças climáticas. O objetivo é preparar os indivíduos para um futuro complexo, focando nas habilidades para lidar com ele.
Em suma, Harari não critica a religião como mal, mas a insere no contexto maior das narrativas e ideologias que influenciam e são questionadas no mundo atual.
Yuval Noah Harari declara-se abertamente como homossexual no livro, com um "marido" o qual lhe dedica o livro. O autor temos percebido, há alguns anos, faz de sua identidade uma parte importante da sua visão de mundo e da forma como ele usa o pensamento científico para se questionar sobre a realidade e aceitar a si mesmo.
Harari explicou como a ciência o ajudou a aceitar a sua própria identidade sexual, questionando a ideia de que ser gay é "não natural". Ele argumenta que qualquer coisa que existe é natural por definição, desmistificando preconceitos sobre a sexualidade.
Porem, para os especialistas no assunto, como Freud e Zusman, a homossexualidade é compreendida como uma fixação da libido e uma regressão patológica à fase anal da evolução psicossexual, isto é, pré-genital. A noção de fixação é relacionada a uma parada do desenvolvimento, tomada como indicador de patologia, e não como os modos de inscrição dos representantes da pulsão no corpo. Desta forma, a homossexualidade não se teria subordinado à “primazia genital”, índice de “maturidade humana”, da “evolução ideal”, caracterizando, assim, uma perversão ou desvio do instinto sexual. Para Zusman, o homem ou a mulher homossexual possui uma identidade de gênero discordante de seus órgãos genitais. Essa não correspondência seria um problema de identificação. A identificação do homossexual com a mãe seria a responsável pela fixação anal e sua respectiva passividade.
A cristalização dessa identificação feminina conduziria a uma identidade ou identificação delirante, a exemplo dos travestis. Alguns almejariam a “mutilação” dos genitais para a consumação de seu delírio. Seja como for, “a homossexualidade tem na face interna dos seus disfarces a etiqueta da psicose”, conclui (conforme ZUSMAN, Waldemar: "Breve anatomia da homossexualidade". Jornal O Globo. Rio de Janeiro, Caderno Opinião, 12 ago 1997, p. 7 - "As Erínias da Celmy". Boletim Científico da SBPRJ. Rio de Janeiro. 1: 1-8, jan/1998).
Saúde íntima em risco? Médicos explicam a verdade sobre o sexo anal
Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 7 de agosto de 2025 | 09:41
Não vamos usar neste post o argumento religioso ou de moral
conservadora, mas apenas a racionalidade científica médica para comprovar que a prática
de sexo anal tanto para passivos femininos e masculinos não é
saudável.Basicamente, o risco que o sexo anal pode oferecer à saúde é o
surgimento de infecções devido à alta concentração de bactérias nessa região excretora. Ao
contrário da vagina, o ânus não possui a capacidade de autolubrificação, outro problema é o dano físico. Isto é, o ânus e o reto são estruturas
que, apesar de apresentarem alta resistência física em sua musculatura, são bem frágeis quanto a natural proteção bacteriológica em relação a vagina. Assim,
a prática de sexo anal pode causar traumas no reto, hemorroidas,
fissuras anais, e prolapso retal (a mucosa do reto acaba se exteriorizando pelo
ânus). Todas essas situações têm como
principais causas a prática do sexo anal prolongado, a introdução de
objetos largos no ânus e a redução da sensibilidade local em função do consumo
de álcool ou de outras drogas.Além de que,
o sexo anal pode afetar a próstata, especialmente no caso de homens que
praticam sexo anal de forma ativa. O risco de problemas como prostatite
(inflamação da próstata) e uretrite (inflamação da uretra) ocorrem em maior proporção devido à entrada de bactérias do reto na uretra, que podem subir até a
próstata. Além disso, o sexo anal receptivo pode aumentar o risco de ISTs, como
gonorreia, clamídia, sífilis e herpes. Como o ânus é órgão excretor e não
reprodutor, não produz lubrificação natural, tornando o tecido anal mais
suscetível a lacerações e irritações durante o sexo anal.
Com fala polêmica, Ivan Lins acusa extrema direita de rejeitar artistas
Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 30 de julho de 2025 | 12:50
Desculpe-me discordar caro Ivan Lins,mas, é exatamente o contrário!
O principal ressentimento e magoa dos artistas e falsos intelectuais da esquerda é sem sombra de dúvidas a inveja! Geralmente são pessoas profundamente ressentidas com toda sociedade. Este tipo de gente também, se encontram em uma situação de mercado muito incômoda: na maior parte das circunstâncias, são pessoas que perderam seus espaços e poder de fala, e acham que o valor de mercado que recebem ao seus insignificantes processos produtivos é bastante pequeno.
A vida de Preta Gil nos recorda: "o amor de Deus nunca abandona o pecador"
Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 21 de julho de 2025 | 12:51
O que a familia, parentes, e amigos de Preta Gil mais precisam agora, são as orações a Deus por sua alma e pela vida eterna! Não podemos julgar ninguem à condenação ou salvação, por recortes parciais e contextuais na vida das pessoas, pois nesses augustos momentos finais de nossa existência só a misericórdia divina sabe de nossa real condição. Mas, é preciso sim, sobre o legado de nossas vidas, pesar tudo e ficar apenas com o que é bom (confr.1 Tessalonicenses 5, 21), não aprovando tudo e nem condenando tudo. Claro que os simpatizantes de suas causas e valores, espoliarão seu nome e sua memória até o limite da vulgaridade ideológica, valer-se-ão das mais precipitadas e obtusas argumentações, de falsos recortes oportunistas (mulher, negra...) e de oportunismo político, para mais vivamente propelirem a agenda habitual de arrebentar com o verdadeiro alvo e inimigo dos progressistas: a família e os valores judaico cristãos que modelaram e ainda modelam grande parte de nossa sociedade. Todo professor e pai de familia, que já frequentou um conselho de classe conhece e lamenta o impacto negativo da desestrutura familiar na vida de jovens de todas as classes sociais — bem como, ao contrário, celebra as vantagens de haver pais que, animados por um amor genuíno porque sacrificial, honram seus compromissos, superam surtos emancipatórios pessoais e prosperam nas dificuldades em prol da estabilidade do lar e da boa (leia-se, firme) educação da prole. Não há antídoto mais forte que este contra as desafiadoras adversidades que cercam o berço de um desafortunado(a) pelo sexo, raça, ou condição social, e não é senão pelo auxílio da fé cristã (ou de algum recorte ético que a tem por princípio, ainda que se o negue) que a exigente empreita de criar bons filhos, mental e moralmente sadios, pode ser levada a cabo, dando a sociedade e ao mundo, bons cidadãos, honrados profissionais, e exemplares pais de familia.
Dr. Ives Gandra denuncia: "as técnicas brutais do aborto"
A barbaridade das técnicas
para a realização do aborto
Por *Ives Gandra da Silva Martins
Tenho acompanhado pela imprensa a manifestação de muitos
articulistas que entendem que ser contra o aborto é defender teses retrógradas.
Neste artigo, pretendo escrever apenas sobre o sofrimento do feto ou do bebê já
formado durante o abortamento, lembrando que, em alguns países, já se estuda a
possibilidade de anestesiá-los antes da prática do ato para que não sofram
tanto quando lhes for tirada a vida.
Chesterton e a crítica ao falso heroísmo do suicídio
Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 21 de abril de 2025 | 17:41
ORTODOXIA DE G. K. Chesterton - CAPÍTULO
V: “A BANDEIRA DO MUNDO” (NÃO EXISTE honra NA DESONRA E NEM NO SUICÍDIO)
Quando eu
era criança, havia dois homens estranhos correndo por aí, que eram chamados de
Otimista e pessimista. Eu usei constantemente esses termos e confesso com toda
a ingenuidade, que nunca tive uma ideia muito especial o que eles significavam.
A única coisa que pode ser considerada evidente é que eles não queriam dizer o
que queriam dizer, porque a explicação verbal atual era que o otimista julgava
que o mundo era totalmente bom, enquanto o pessimista julgou que é tão ruim
quanto pode ser.
Um humanista ateu "ser contra o aborto sob qualquer circunstãncia" é coerente?
Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 3 de outubro de 2024 | 15:22
Gilberto Gil para Preta Gil: "Se estiver sendo muito difícil pra você e se for sua hora, aceite!"
Written By Beraká - o blog da família on domingo, 15 de setembro de 2024 | 12:44
Por que "não devemos julgar nada e a ninguém precipitadamente?"
Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 19 de julho de 2024 | 08:56
Quais foram os "três homens mais poderosos e inigualáveis" da história, e por que?
Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 27 de junho de 2024 | 10:56
Bertrand
Russell nos ajuda nessa resposta:
Se eu
tivesse que selecionar três desses homens que adquiriram mais mais poder e
influência do que quaisquer outros, a princípio, sem o uso de armas, e ou, qualquer TIRANIA ESTATAL, mencionaria nessa ondem cronológica: Sócrates, Jesus Cristo, e Buda.
Reação de um Pai a um Filho LGBTQ+: análise de comportamento familiar em "Casos de Família"
Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 26 de junho de 2024 | 17:21
Vejam a resposta de um pai a um filho homosexual no programa "Casos de familia"
Maria Christina Lima Corrêa da Rocha é apresentadora de televisão e jornalista brasileira. Entre maio de 2009 e março de 2023, foi apresentadora do programa “Casos de Família” no SBT. Em um de seus programas, teve o caso dramático do pai de filho homossexual assumido, onde o filho foi ao programa em referência para obter a reconciliação e aceitação de seu pai para sua condição de vida homossexual ativa. O filho estava presente no programa, mas o pai não foi e nem autorizou a divulgação de sua imagem, mas permitiu a sua fala em áudio sobre a situação, e foi surpreendente, deixando a todos, apresentadora, plateia e o próprio filho muito emocionados com suas sábias palavras. Disse aquele pai:
Entre Mito e Realidade: Uma Avaliação Acadêmica do Conceito do “Bom Selvagem” no Brasil
Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 14 de junho de 2024 | 13:03
O bom selvagem ou mito do bom selvagem é um personagem modelo ou tópico literário na literatura e no pensamento antropológico da Idade Moderna, que nasce na Europa a partir do primeiro contato com as populações indígenas da América. A popularização do conceito é atribuída a filósofos iluministas como Rousseau, que teorizou uma humanidade naturalmente boa, ingênua e que seria corrompida por um processo civilizatório.
Gravidez Resultante de Estupro: É o Aborto Realmente a Única Solução?
Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 13 de junho de 2024 | 10:12
Por que o debate público sobre o aborto concentra-se quase exclusivamente nos direitos da mãe, ignorando completamente a vida que se forma no útero? A criança ainda não nascida é um ser humano em desenvolvimento, e como tal, deveria ter direito à proteção e ao cuidado desde o início de sua existência. A Constituição e os princípios éticos conservadores sempre valorizaram a vida como bem supremo, e não podemos permitir que este valor seja relativizado. Ignorar os direitos do nascituro é negar-lhe dignidade e a oportunidade de viver. Cada vida começa de forma única e merece amparo, proteção e respeito. Defender apenas a mãe sem considerar o filho é uma visão parcial e injusta. A sociedade, ao proteger apenas uns, falha em seu dever moral de garantir justiça a todos. O conservadorismo reconhece que a vida é sagrada desde a concepção, sem distinção de estágio. Portanto, é imperativo trazer o direito à vida da criança no útero de volta ao centro do debate. Só assim se constrói uma sociedade verdadeiramente ética e coerente.
Crise do pensamento crítico? Uma análise do conteúdo e da qualidade das teses universitárias brasileiras
Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 5 de junho de 2024 | 17:20
Vejam só o "nível intelectual das atuais teses acadêmicas" nas universidades brasileiras
O dinheiro do contribuinte — fruto do trabalho árduo de milhões de brasileiros que acordam cedo, enfrentam transporte precário e pagam impostos extorsivos — vem sofrendo, ao longo dos anos, ultraje atrás de ultraje. São desperdícios que se acumulam em camadas: falta de investimento em infraestrutura básica, incapacidade de prevenir desastres anunciados, desorganização sistêmica e uma burocracia que parece viver de costas para a realidade. Entretanto, nada causa mais espanto do que ver o erário sendo consumido em refeições de bandejão, dormitórios, contas de luz e água, bolsas de pesquisa e salários — tudo para financiar a produção de “teses acadêmicas” que, em muitos casos, beiram o nonsense absoluto. É um soco no estômago de qualquer cidadão que trabalha de sol a sol e vê o resultado de seu esforço evaporar em estudos que confundem militância com ciência e devaneio com produção intelectual. Esses trabalhos não apenas revelam a falência moral e metodológica de parte do meio universitário, como também escancaram uma inversão de valores: a transformação da pesquisa acadêmica em palco de experimentos ideológicos e obsessões individuais. O que deveria ser um espaço de pensamento crítico e rigor metodológico virou um laboratório de narrativas subjetivas, onde a coerência cede lugar ao proselitismo. Mais grave ainda é perceber como esse tipo de produção acaba sendo amplificado por setores da mídia e do entretenimento — jornalistas, influenciadores e artistas militantes — que reproduzem e difundem tais ideias, moldando percepções e tentando impor uma cultura desconectada da realidade. É a criação deliberada de uma “realidade paralela”, onde a razão é substituída pela emoção, e a objetividade dá lugar ao ressentimento travestido de ciência.
Corpo, Identidade e Modernidade Líquida: um olhar teológico e filosófico sobre a crise de aceitação do sexo biológico
Written By Beraká - o blog da família on domingo, 26 de maio de 2024 | 18:17
Jesus disse: "deste-me um corpo" - A modernidade líquida e a crise da aceitação do sexo biológico e do próprio corpo
Hebreus 10,5-7: “Por isso, quando Cristo veio ao mundo, disse:
Sacrifício e oferta não quiseste, mas um corpo
Tu me destes...Então eu disse: Aqui estou, no
livro está escrito a meu respeito; vim para fazer a tua vontade, ó Deus...”
Polícia? Ruim com ela? "Sem ela seria voltar a barbárie com grupos de extermínios, e o império da lei do mais forte!"
Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 24 de maio de 2024 | 12:56
A polícia
existe desde que o mundo é mundo, e seus profissionais são diferenciados. Por
isso, eles não têm o direito legal de entrar em greve e nem de fazer ações que
reduzam a eficiência do seu trabalho. É importante que a classe observe essa
limitação e reivindique no estrito terreno legal para evitar revezes e,
principalmente, a morte tanto de integrantes da classe quanto de pessoas do
povo como decorrência dos movimentos. Em suma: se a polícia parar,
é o caos e, além de patrimônio, vidas são colocadas em jogo. Os governantes não
devem se aproveitar desse espaço menor de pressão para negligenciar as
reivindicações pois, aí, não restará alternativa diferente do que apelar à
ilegalidade, com todos os riscos que isso representa. Não se
deve ignorar as agruras que o policial passa para defender a sociedade e
arriscando suas vidas todos os dias nas ruas, sem ganhos suficientes, ter de
morar em locais perigosos da periferia onde nem ao menos pode orgulhar-se em
mostrar sua profissão porque seus vizinhos são muitas vezes os marginais, ou
inimigos da corporação. Policiais precisam dividir o transporte público muitas
vezes com aqueles que combate profissionalmente e, principalmente, por não
conseguir pagar suas contas com o que ganha. É preciso considerar o grande
número de suicídios e de moléstias de ordem psicológica existente nas tropas
policiais. Durante as últimas décadas, quando o país caiu nas mãos dos
demagogos que buscaram encurtar a ação dos meios de segurança pública para com
isso obter votos, todos os policiais foram prejudicados. Governos federal,
estaduais, lideranças políticas e sociais devem se preocupar com isso. Ouvir e
atender aos reclamos da classe naquilo que for possível. Até porque, sem contar
com os trabalhos dos policiais, a vida fica mais difícil para todos, quer
gostemos, concordemos ou não com suas ações. Vale, nesse caso, o velho jargão:
"ruim com ela? Pior sem ela!"



