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Jornalista Matthew Tyrmand: "Ciência forense nos EUA afirma que Bolsonaro efetivamente venceu o segundo turno"

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 12 de janeiro de 2023 | 12:27

 

 

(foto reprodução - Matthew Tyrmand)



Um excelente artigo, assinado pelo jornalista Matthew Tyrmand, apresenta um levantamento técnico baseado em métodos de “ciência forense eleitoral” desenvolvido nos Estados Unidos, buscando reconstruir, a partir dos dados disponíveis, o que teria ocorrido no segundo turno das eleições presidenciais brasileiras


A análise chama atenção não apenas pela conclusão apresentada, mas principalmente pela tentativa de demonstrar como, onde e por meio de quais mecanismos estatísticos e eleitorais teria ocorrido a suposta distorção dos resultados.


Provavelmente uma das matérias internacionais mais extensas e detalhadas sobre essa controvérsia, o texto procura ir além da simples disputa política e questiona tecnicamente elementos relacionados ao funcionamento do sistema eleitoral, à distribuição dos votos, aos padrões estatísticos observados e às circunstâncias que envolveram todo o processo. 


O levantamento também aborda aquilo que seus autores identificam como um ambiente de assimetria política, institucional e informacional, incluindo mecanismos de censura, restrições ao debate público e diferentes formas de tratamento dispensadas aos atores políticos durante o período eleitoral.


Mais do que simplesmente afirmar que houve uma diferença entre o resultado oficial e aquilo que a análise considera ter acontecido, o artigo procura apresentar onde estariam as anomalias, quais dados sustentariam essa interpretação e qual seria o mecanismo capaz de explicar os resultados encontrados. É justamente esse aspecto que torna o material relevante para quem deseja compreender a controvérsia com maior profundidade, separando, tanto quanto possível, acusações políticas de evidências estatísticas e de hipóteses que podem ser submetidas à verificação.


Naturalmente, uma alegação dessa magnitude precisa ser examinada com rigor, confrontada com os dados oficiais, com metodologias independentes e com análises técnicas de diferentes correntes. Afinal, afirmar que uma eleição foi fraudada ou que determinado candidato efetivamente venceu é uma afirmação extraordinária e exige evidências igualmente robustas e passíveis de verificação. O mérito do levantamento, portanto, está também em colocar essas questões sobre a mesa e estimular um debate baseado em dados, metodologia e transparência, e não apenas em narrativas políticas.


 

 




ANÁLISE FORENSE DEMONSTRA AINDA MAIS EVIDÊNCIAS DE FALSIDADE NOS DADOS DAS ELEIÇÕES BRASILEIRAS!

 

 


Por *Matthew Tyrmand - 22 de dezembro de 2022

 


 

Estudo técnico de um grupo internacional de analistas forenses indica fortes divergências entre as novas urnas e as antigas. Uma análise regional (por Matthew Tyrmand e um consórcio internacional de analistas forenses, que desejam permanecer anônimos).As recentes eleições presidenciais brasileiras estão se tornando um assunto de nível da Interpol devido à criminalidade massiva com muito já provado e muito mais a ser descoberto. O que sabemos já provou ser um escândalo estatístico de classe mundial. A cada dia que passa surgem novas análises independentes que mostram cada vez mais a fragilidade do sistema suspeito que se instalou no Brasil para apuração de votos e fabricação de resultados eleitorais. 


Um grupo de cientistas forenses fez uma nova análise dos dados eleitorais do segundo turno, e mostrou novas evidências de fraude, falsidade, e adulteração artificial de resultados. Tecnicamente, a expressão é “inconsistências” ou “anomalias”, mas quando considerada em sua totalidade, a única conclusão lógica é fraude absoluta. Considerando todos os fatos recentes, e que um dos desembargadores da Justiça Eleitoral brasileira declarou que “as eleições não se ganham, se tomam eleições”, o que se poderia chamar de “anomalias” começa a adquirir um estatuto mais explícito – “manipulação”.

 


 

RECUSAS DA INTERPOL NOS e.u.a AO stf

 

 


 

Há pouco tempo, o líder da milícia judicial brasileira - comportando-se mais como ditadores judiciais do que como juízes ministeriais, que sua função constitucional determina, Alexandre de Moraes, ordenou a inclusão do jornalista brasileiro Allan dos Santos na lista de "aviso vermelho" da Interpol, por questões políticas, e sem uma condenação oficial, ou mesmo uma acusação formal. 



A Interpol recusou-se a cumprir a ordem de captura e extradição (como é exigido por tal designação) expedida por este juiz, devido a este exagero insano. Viram o que nós observadores de boa fé também vemos: Allan dos Santos é jornalista e não um bandido! Pelo olhar dos dados eleitorais brasileiros, e considerando todos os indícios de fraude e falsificação de resultados que foram descobertos nos últimos dias, é sim Moraes quem deve acabar na lista de capturas criminais internacionais. 


O julgamento no Tribunal Penal Internacional (TPI) em Haia seria um local apropriado se o judiciário brasileiro ainda não estiver muito infiltrado por aqueles que incitaram seus crimes contra a constituição e os cidadãos brasileiros.

 


MEMBROS DO STF COM ALTA REJEIÇÃO POPULAR INTERNA E EXTERNA



 






 

Na opinião pública brasileira, Moraes já figura como “criminoso em série” e “inimigo público número um” para a maioria dos cidadãos brasileiros dentro e fora do país. Nem Moraes nem seus colegas do STF podem hoje andar nas ruas, ou ir a restaurantes, seja no Brasil ou nos Estados Unidos, sem serem abordados por brasileiros que questionam a falta de integridade e imparcialidade na condução das eleições pelo Tribunal Eleitoral (TSE - o tribunal subsidiário do STF - o Supremo Tribunal Federal ... ele dirige os dois órgãos "deliberativos"). No dia da certidão eleitoral (segunda-feira, 12 de dezembro, adiada ilegalmente uma semana por despacho judicial a partir do dia 19 para acelerar o andamento do processo), Moraes, na qualidade de  presidente da Justiça Eleitoral, compareceu a uma festa de confraternização pelo candidato que proclamaram vencedor, o ex-presidiário e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (“Lula”), que libertaram depois de cumprir apenas 580 dias de uma pena de 12 anos de prisão por corrupção pública (conhecida como “ Operação Lava Jato”.


Ele havia sido julgado em três tribunais e condenado em 12 acusações por unanimidade, por três painéis de juízes, totalizando 19 juristas. Após sua libertação, eles anularam seu caso, suas sentenças, e eliminaram seu registro na lei de Ficha Limpa (dada a lei brasileira que nenhum criminoso condenado pode concorrer a um cargo público).Seria como a equipe de arbitragem da NFL aparecendo na festa do time vencedor do Super Bowl. Uma demonstração notória de conflito de interesses e parcialidade.

 


 

ANORMALIDADES DETECTADAS

 

 


Ao analisar os dados da segunda rodada, os cientistas forenses encontraram sérias discrepâncias. Os dados tomaram como referência a votação dos candidatos no segundo turno, considerando as zonas eleitorais, com a análise do segundo dígito da série numérica. Fica evidente pela análise desses dois grupos gráficos que se os resultados fossem corrigidos dentro do parâmetro das discrepâncias encontradas, o vencedor seria o candidato Jair Bolsonaro, atual Presidente do Brasil. 


Isso porque, as anomalias encontradas indicam uma diminuição artificial dos votos de Bolsonaro contra um aumento artificial dos votos de Lula. Considerando que o resultado final da eleição foi uma diferença de menos de 1,8% a favor de Lula, uma correção mínima seria suficiente para reverter os resultados. No exemplo da região Sudeste, os votos de Bolsonaro estão próximos do normal dentro do universo das novas urnas eletrônicas. Porém, dentro do universo das antigas urnas eletrônicas (sem certificação adequada) os votos de Bolsonaro sofrem uma alta incidência de anormalidade.  



Em 10 das votações possíveis, 6 apresentam inconsistências superiores a 10%, ou seja, uma anomalia superior a 60% do universo de votos, o que indica a possibilidade de que seus votos possivelmente tenham sido esvaziados dentro desta base geográfica (Sudeste).



No exemplo da região Nordeste, os votos de Lula apresentam anomalias em 7 dos 10 universos possíveis. Considerando o alto índice de anomalias nos dígitos 7 e 8, isso indica uma possível alteração artificial na frequência desses dígitos. O dígito 7, por exemplo, tem uma taxa de anomalia em torno de 40% 

 

 

 

LEI DE BENFORD (para auditorias)

 

 


 

A técnica utilizada na auditoria é a "lei de Benford", método amplamente utilizado em investigações e auditorias do FBI, CIA e diversas agências internacionais de investigação. É preciso dizer que a Lei de Benford não é absoluta, pois não indica as fraudes em si, mas aponta caminhos a serem seguidos como pistas de investigação. 


Depois que a auditoria da Lei de Benford sobre dados digitais indicou os caminhos a serem investigados, deve haver uma segunda etapa de verificação física de evidências e documentos. E aqui há um problema sério, pois o processo conduzido por Moraes e seus comparsas não permite nenhum documento para verificação física. Ou seja, nas eleições brasileiras é impossível realizar recontagens.


Aplicamos a Lei de Benford ao primeiro e ao segundo turno das eleições presidenciais deste ciclo e as anomalias que indicariam que os resultados provavelmente não seriam os apresentados nos dados iniciais pós-eleitorais - antes de o TSE retirar os dados dois dias após a segunda rodada e limpou antes de colocar "os dados" de volta - mas não antes de ser baixado por muitos especialistas forenses, incluindo o especialista argentino Fernando Cerimedo.


A lógica principal da Lei de Benford é a seguinte: se um fraudador quiser evitar atingir o número limite de 100.000 dólares para escapar das inspeções, ele tentará disfarçar esse número fazendo uma entrada de 99.000 dólares. Com isso ele mudará a frequência natural dos números.


Não há razão para refutar a aplicação da Lei de Benford a esses dados, pois dois conjuntos de dados idênticos com os mesmos padrões estão sendo comparados. Se os dados fossem gerados naturalmente, os padrões de frequência seriam semelhantes. Mas eles não são semelhantes. Pelo contrário, os dois conjuntos de dados analisados apresentam fortes discrepâncias entre si. Considerando que foram gerados no mesmo dia e na mesma base geográfica e nos mesmos horários, deveriam apresentar comportamento semelhante. Mas não é isso que acontece.



Os votos de Bolsonaro na região Sudeste dão sinais de redução. Quanto aos votos de Lula no Nordeste, há indícios de que foram aumentados.


Se considerarmos um caminho de frequência que parte do número 1 e vai até o número 7, percebe-se que nos votos de Lula essa frequência aumenta, ou seja, há mais números 4, 5, 6 e 7 do que números 1 e número 7 está 40% acima do normal. Esta é uma indicação forte e clara de que números “altos” foram lançados onde deveria haver números “baixos”. A norma dentro dos padrões de frequência da Lei de Benford é exatamente o contrário, o número que mais aparece é o número 1, e aí os demais números tem sua frequência reduzida.No caso do voto de Lula no Nordeste, ocorre o contrário, a frequência aumenta para os números maiores. A frequência dos números 4, 5, 6 e 7 é maior que a frequência do número 1. E os números 4, 5, 6 e 7 estão acima da média esperada, todos eles.


Na votação de Bolsonaro na região sudeste ocorre exatamente o contrário: os números 4, 5, 6 e 7 foram murchos, ou seja, sua frequência é reduzida para abaixo da média esperada. Todos eles estão abaixo da média. Dentro do mesmo universo, um dos grupos oscila para baixo e o outro oscila para cima. Com a mesma constância.Isso é quase impossível do ponto de vista da estatística forense. O que torna isso estatisticamente questionável.

 

 


 

urnas SEM REGISTRO FISICO DOS VOTOS PARA POSTERIOR COMPARAÇÃO, e ou, recontagem

 


 

A falta de elementos físicos que permitam uma auditoria é uma incoerência gravíssima do processo eleitoral brasileiro. Especialmente considerando que os juízes do Tribunal Eleitoral (TSE) interferiram diretamente para bloquear a tentativa de formulação de uma lei criando uma cédula de papel duplicado dos recibos de voto para garantir a capacidade de auditoria. O juiz ministro do supremo, Barroso, declara em suas palestras que foi pessoalmente ao Congresso Nacional impedir a aprovação dessa lei.



Não foi incomum nos últimos dois anos ouvir apoiadores de Bolsonaro, reunidos em massa em comícios, gritando: “nos dê cédulas de papel, nos dê cédulas auditáveis nas urnas eletrônicas!” Eles sabiam o que estava prestes a acontecer. Eles também se lembram de Bolsonaro, quando era legislador na Câmara dos Deputados, conhecido como deputado na Câmara dos Deputados (como membro da Câmara dos Representantes nos EUA), liderando a legislação para colocar impressoras nas seções eleitorais para ter esta cédula de papel de volta na urna eletrônica. 



Essa legislação foi aprovada na Câmara dos Deputados e vetada pela então presidente Dilma Rousseff (que assumiu quando Lula foi destituído do cargo, e acusada posteriormente de crimes de corrupção pública, ela foi então, impugnada e condenada no mesmo escândalo de corrupção pública - a já mencionada “Operação Lava Jato”). Ela citou os custos fiscais como o que a compeliu a exercer esse veto. Como se os socialistas fossem responsáveis com gastos públicos devido a preocupações comuns, como despesas incorridas pelos contribuintes. Muito menos os custos das impressoras. Quando foi enviado de volta ao Congresso, o veto foi derrubado por uma supermaioria de membros (uma ocorrência rara na fraturada e turbulenta legislatura brasileira). 




Com a derrubada do veto, o Judiciário interveio e extinguiu a lei por motivos supostamente constitucionais. Eles citaram “preocupações com a privacidade”. Assegurar a ausência de cédulas de papel nas urnas eletrônicas, falta de comparação física e a impossibilidade de recontagens, não é acidental, mas intencional, e faz parte do projeto da implantação de uma ditadura judiciária. Também é importante observar que, de acordo com a constituição brasileira, os militares têm o direito e a responsabilidade de auditar a eleição se houver alegação de irregularidade (o que tem acontecido desde as conclusões do primeiro e do segundo turno). Para isso, os militares exigiram a revisão das máquinas (conhecidas como “urnas”), do código-fonte (antes e após o pleito), e dos dados de tabulação. Eles foram sumariamente ignorados pela Justiça Eleitoral



No relatório de auditoria militar de 65 páginas apresentado ao STE e ao público, eles afirmaram que há anomalias, mas não podemos provar nada até o momento, pois fomos bloqueados pela ofuscação ilegal do tribunal que supervisiona esse processo. Obedientemente, a grande mídia global relatou isso ao concluir que “não há fraude”.



Quando o líder do Partido Liberal (PL no Brasil e partido de Bolsonaro), Valdemar Costa Neto demonstrou irregularidades nas tabulações e inconsistências das máquinas, relativas às diferentes proveniências de produção de máquinas que discutimos aqui também, Moraes multou o partido em 22 milhões de reais ($ 4-5mm USD) e declarou que este estadista mais velho da política partidária brasileira seria colocado sob investigação criminal no infame “inquérito criminal de notícias falsas” pelo que eles chamam de “ataque às instituições democráticas”. 

 


Esta é a mesma investigação criminal em andamento (e interminável) usada para censurar e prender jornalistas, legisladores eleitos do Partido PL e agora manifestantes. Foi também o que foi citado para justificar a detenção e interrogatório ilegais deste correspondente e minha comitiva em setembro de 2021.

 

 



 

LEI DE BENFORD EM MATÉRIAS ELEITORAIS

 

 

 

Há uma discussão acadêmica em ambientes técnico-científicos sobre a validade da aplicação da Lei de Benford sobre dados eleitorais. O professor Walter Mebane, renomado pesquisador da Universidade de Michigan, se aprofundou nessa questão e concluiu que é perfeitamente possível e viável aplicar a Lei de Benford – ou Lei dos Números Anômalos – sobre dados eleitorais. 


Ele já publicou muitos trabalhos sobre o assunto, afirmando que sim, pode haver tal aplicação, e que seus resultados são muito consistentes quando aplicados ao segundo dígito da série numérica de votos. Uma simples pesquisa no Google retornará resmas de estudos estatísticos acadêmicos sobre esse assunto.


No caso brasileiro, o Tribunal de Contas de Contas da União (TCU) afirma em seu site que sim, é possível aplicar a Lei de Benford sobre dados de obras públicas, e cita como exemplo um trabalho do professor Mebane sobre dados eleitorais das eleições de Irã. Não há dúvida, portanto, sobre a utilidade desse instrumento técnico para análise de integridade de dados.

 

 

 

RESULTADO CONCRETO

 

 

 

No caso do estudo realizado pela nossa equipa de peritos forenses apurámos que os dados estavam organizados por zonas eleitorais e agrupados por regiões, sendo posteriormente divididos em 2 grupos: novas urnas electrónicas e velhas urnas electrónicas (dentro da mesma base territorial ).O resultado é que o índice de inconsistências nas urnas eletrônicas antigas é muito maior do que nas urnas eletrônicas novas. 


Coincidentemente, a auditoria oficial de um dos partidos políticos brasileiros indicou que nas antigas urnas eletrônicas (anteriores a 2020) era impossível certificar a veracidade dos dados, pois não possuem certificação digital dentro dos padrões internacionais de compliance. 



Por incrível coincidência, o candidato Lula só venceu nessas pesquisas. Mas nas novas urnas eletrônicas (de 2020 em diante), que contam com certificação completa e rigorosa, o vencedor foi o atual presidente do Brasil, o presidente Bolsonaro.


O simples fato desses cientistas não poderem aparecer, e não poderem divulgar seus dados sob ameaça direta de prisão e pesadas multas, já é um violento ataque ao processo democrático, já que o juiz Alexandre de Moraes conduz um inquérito pessoal e interminável há mais de dois anos, durante o qual vem aplicando penas de prisão e multas sem o devido processo legal e sem que os julgamentos constitucionalmente previstos tenham sido concluídos, sem que as pessoas apresentem suas provas, e muitas vezes os acusados nem sabem quais são as acusações reais contra eles. Moraes ordenou recentemente a prisão de um jornalista que foi espancado e ficou com paralisia de um membro inferior (Oswaldo Eustáquio).



O Brasil não vive mais sob o Estado de Direito e sua democracia foi abalada por alguns ditadores judiciais que assumiram o controle do Supremo Tribunal Federal, que evisceraram a constituição e erradicaram o devido processo legal...O Brasil se tornará uma Venezuela com extrema rapidez! Que é o objetivo expresso de Lula desde que ele co-fundou a incubadora de marxistas latino-americanos, o Foro de São Paulo, em 1990 com o toque de tambores de Fidel Castro.

 

 

 



 

APÊNDICE: GRÁFICOS

 

 


 

Veja os gráficos com amostras retiradas da Região Nordeste (votos de Lula em maioria) e da Região Sudeste (votos de Bolsonaro em maioria), comparando as novas e antigas urnas eletrônicas (no link da fonte ao final desta postagem)

 


 

*Matthew Tyrmand é um jornalista político investigativo e editorial, que divide seu tempo entre os EUA e a Europa (dadas suas raízes polonesas-americanas). Ele trabalhou em investigações de corrupção, análise eleitoral, auditoria forense do setor público e atua nos conselhos e na gestão de várias das principais organizações de jornalistas e ativistas americanos. Ele é frequentemente visto na mídia americana e europeia, sendo um convidado frequente no Bannon's WarRoom e na televisão polonesa (TVP World).

 


 

Fonte:https://creativedestructionmedia.com/investigations/2022/12/22/suspicious-elections-in-brazil-forensic-analysis-demonstrates-even-more-evidence-of-falsehood-in-brazilian-election-data-as-if-it-were-needed/






Vitória de Lula foi roubada, diz Steve Bannon, ex-estrategista-chefe da Casa Branca

 


Por Folha Politica

 


Ex-assessor da Casa Branca também defendeu manifestantes contrários ao resultado das eleições brasileiras. O ex-assessor da Casa Branca, Steve Bannon, afirmou que a eleição de Lula, em 2022, para o cargo de presidente da República foi “roubada”. 


A declaração foi feita por ele durante a chegada a um tribunal em Nova Iorque para uma audiência sobre um suposto esquema de fraude na arrecadação de doações para a construção de um muro na fronteira entre os Estados Unidos e o México.



 

(foto reprodução - Folha Política)



Ao chegar ao tribunal, nesta quinta-feira (12), Bannon foi questionado por jornalistas se tem mantido contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em sua resposta, Bannon falou sobre os manifestantes brasileiros contrários ao resultado das eleições, a quem chamou de “lutadores pela liberdade”.









– Aqueles são lutadores pela liberdade. Foram 75 dias, com dezenas de milhões de pessoas nas ruas, desde o primeiro dia. Aquela eleição foi roubada! Se você ler o relatório, os militares dizem que a auditoria não foi finalizada – disse.











Essa foi a segunda vez, nesta semana, que o ex-assessor falou sobre o pleito brasileiro de 2022. Na última segunda (9), Bannon afirmou que o resultado da eleição brasileira teria sido fraudada e que não recuaria “nem um centímetro quanto a isso”. Ele também pediu a abertura de uma investigação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).





– Sejam transparentes! Deixem os cidadãos do Brasil verem – falou Bannon sobre as eleições do Brasil em seu podcast War Room.

 

 



 




 

 

Fonte:https://www.folhadapolitica.com/2023/01/vitoria-de-lula-foi-roubada-diz-steve.html



CONCLUSÃO



Não sou dono da verdade — aliás, ninguém é. Por isso, faço questão de apresentar estas palavras como uma reflexão pessoal, aberta ao contraditório e à correção. Também considero profundamente injusto colocar todos os militares no mesmo saco, especialmente os praças e oficiais subordinados, que muitas vezes apenas cumprem suas funções dentro da hierarquia e dos limites legais. Venho de uma família com militares e tenho um filho na Polícia Militar; portanto, tenho respeito por quem veste uma farda e serve à sociedade. Minha crítica, quando a faço, não é dirigida indistintamente às Forças Armadas, mas àquilo que entendo como responsabilidade das mais altas instâncias de comando e às decisões tomadas naquele período.






Na minha leitura dos acontecimentos, permanece uma pergunta incômoda: até que ponto o Alto Comando das Forças Armadas tinha conhecimento de tudo aquilo que estava acontecendo e qual foi, efetivamente, sua responsabilidade diante daquele cenário? Essa é uma questão que precisa ser examinada com serenidade, documentos, fatos e transparência, sem transformar suspeitas em certezas nem acusações genéricas em condenações coletivas. 



Também considero necessário distinguir aquilo que era juridicamente possível daquilo que politicamente alguns setores desejavam que acontecesse. Não basta invocar expressões como “Artigo 142”, “GLO” ou “intervenção” como se fossem palavras mágicas capazes de produzir uma solução automática. A Constituição possui regras, competências e limites que precisam ser compreendidos antes de qualquer conclusão.





Da mesma forma, não considero responsável alimentar a expectativa de que uma intervenção militar seria uma espécie de solução simples, rápida e sem consequências. Qualquer ruptura ou medida excepcional envolvendo as Forças Armadas teria consequências institucionais imprevisíveis e poderia atingir justamente as liberdades e garantias que muitos dizem defender. 


Por isso, antes de conclamar alguém a tomar as ruas ou esperar uma suposta “salvação” pelas armas, é preciso perguntar: qual é o fundamento jurídico? Qual é o objetivo? Quem assumiria a responsabilidade? Quais seriam as consequências para as famílias, para a economia, para as instituições e para o próprio futuro do país?




E aqui chegamos ao ponto que considero mais importante: não podemos continuar colocando cidadãos comuns em situações de enorme risco sem responsabilidade, planejamento e consciência das consequências. 


Mandar milhares de pessoas para as ruas com discursos inflamados, promessas de que “agora vai”, de que “ninguém nos segura” ou de que determinada instituição certamente irá agir, sem possuir qualquer garantia concreta disso, não é estratégia. É imprudência. 



E quem incentiva uma determinada ação deveria estar disposto, no mínimo, a assumir pessoalmente os riscos e as consequências daquilo que está propondo, em vez de agir como um general de internet, sentado confortavelmente em casa, enviando os outros para a linha de frente.


Isso não significa abandonar princípios, desistir da defesa da liberdade ou aceitar passivamente aquilo que consideramos injusto. Significa compreender que patriotismo também exige prudência. Coragem não é ausência de medo; é agir com responsabilidade mesmo quando estamos indignados. Muitas pessoas já pagaram um preço altíssimo por decisões tomadas em momentos de grande tensão política. Há idosos, pessoas com limitações físicas e famílias inteiras enfrentando consequências que jamais imaginaram. Isso deveria nos ensinar alguma coisa.


Também não considero correto transformar o sofrimento dessas pessoas em argumento para novas aventuras ou para uma escalada de confronto. Se queremos uma sociedade verdadeiramente livre, precisamos pensar além da próxima manifestação, do próximo protesto e da próxima eleição. Precisamos formar cidadãos, fortalecer instituições legítimas, ocupar espaços na sociedade, investir em educação, comunicação, organização comunitária, participação política e formação de novas lideranças. Uma mudança duradoura não nasce apenas de multidões nas ruas; nasce também de uma sociedade civil consciente, organizada e capaz de disputar ideias, instituições e o futuro das próximas gerações.


É nesse sentido que a conhecida advertência atribuída a Olavo de Carvalho sobre não pensar somente na próxima eleição, mas nas próximas gerações, pode ser tomada como um chamado à estratégia de longo prazo. Não basta conquistar uma vitória eleitoral eventual se, depois dela, não houver pessoas preparadas, instituições funcionando adequadamente e uma sociedade civil capaz de defender seus princípios dentro da legalidade. Ganhar uma eleição é uma etapa; construir uma cultura política capaz de sustentar a liberdade é uma tarefa de gerações.


Portanto, precisamos parar de agir movidos exclusivamente pela indignação. Precisamos pensar, estudar, organizar, formar e planejar. Precisamos perguntar não apenas “o que fazer agora?”, mas “que país queremos deixar para nossos filhos e netos?”. Eu sinceramente não tenho todas as respostas. E talvez reconhecer isso seja mais honesto do que fingir possuir uma estratégia infalível. O que podemos fazer é pedir a Deus sabedoria, discernimento e prudência para não transformar nossa indignação legítima em decisões que produzam consequências ainda mais dolorosas.




E, finalmente, não adianta utilizar como argumento permanente a prudência dos outros enquanto se exige coragem daqueles que estão dispostos a correr riscos. Se alguém acredita sinceramente que determinado caminho é indispensável, que tenha também a honestidade de assumir pessoalmente a responsabilidade por aquilo que defende, sem transformar cidadãos comuns em massa de manobra. Patriotismo não é mandar os outros para o sacrifício. Patriotismo é assumir responsabilidades, proteger vidas, respeitar a verdade e trabalhar para que as próximas gerações encontrem um país mais livre, mais justo e mais institucionalmente equilibrado.


Repito: não sou dono da verdade. Esta é apenas minha opinião pessoal, sujeita a críticas, correções e ao contraditório. Mas acredito que, neste momento, prudência não significa covardia; significa maturidade. E talvez seja justamente disso que mais precisamos: menos euforia, menos bravata, menos “vamos para lá ou para cá” e mais inteligência, responsabilidade, oração, organização e estratégia. 



Que Deus nos conceda discernimento para saber quando falar, quando agir e, principalmente, quando não colocar outras pessoas em perigo por causa de nossas próprias certezas.


 _______________________



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Anônimo
12 de janeiro de 2023 às 21:01

Notícia falsa 👉👉 https://nucleo.jor.br/reportagem/2022-10-04-aliados-de-trump-fazem-campanha-nas-redes-para-bolsonaro-e-espalham-mentira-sobre-fraude/

Anônimo
14 de janeiro de 2023 às 11:32

O Código fonte antes do 1º turno e 2º foi realmente analisado – Porém, não foi acessível depois do 2º turno – Por que? Relatório das Forças Armadas não excluiu a possibilidade de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas! Vejam relatório: Brasília (DF), 10/11/2022 - Com a finalidade de evitar distorções do conteúdo do relatório enviado, ontem (9.11), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Ministério da Defesa esclarece que o acurado trabalho da equipe de técnicos militares na fiscalização do sistema eletrônico de votação, embora não tenha apontado, também não excluiu a possibilidade da existência de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022. Ademais, o relatório indicou importantes aspectos que demandam esclarecimentos. Entre eles:
- houve possível risco à segurança na geração dos programas das urnas eletrônicas devido à ocorrência de acesso dos computadores à rede do TSE durante a compilação do código-fonte;
- os testes de funcionalidade das urnas (Teste de Integridade e Projeto-Piloto com Biometria), da forma como foram realizados, não foram suficientes para afastar a possibilidade da influência de um eventual código malicioso capaz de alterar o funcionamento do sistema de votação; e
- houve restrições ao acesso adequado dos técnicos ao código-fonte e às bibliotecas de software desenvolvidas por terceiros, inviabilizando o completo entendimento da execução do código, que abrange mais de 17 milhões de linhas de programação.
Em consequência dessas constatações e de outros óbices elencados no relatório, não é possível assegurar que os programas que foram executados nas urnas eletrônicas estão livres de inserções maliciosas que alterem o seu funcionamento.
Por isso, o Ministério da Defesa solicitou ao TSE, com urgência, a realização de uma investigação técnica sobre o ocorrido na compilação do código-fonte e de uma análise minuciosa dos códigos que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas, criando-se, para esses fins, uma comissão específica de técnicos renomados da sociedade e de técnicos representantes das entidades fiscalizadoras.
Por fim, o Ministério da Defesa reafirma o compromisso permanente da Pasta e das Forças Armadas com o Povo brasileiro, a democracia, a liberdade, a defesa da Pátria e a garantia dos Poderes Constitucionais, da lei e da ordem.

Ministério da Defesa


Anônimo
14 de janeiro de 2023 às 11:36

Quero parabenizar o berakash por mostrar os dois lados da moeda! muito boas as matérias, com fontes, e a transparência em deixar os comentaristas exporem suas opiniões. Continuem assim!

Anônimo
14 de janeiro de 2023 às 11:42

Bom, eu acho que o TSE não precisaria esperar que os militares FORMALMENTE peçam o acesso ao código fonte após o segundo turno. Numa atitude de transparência e desejo de pacificação por parte da camada da sociedade que exige esse acesso, para encerrar o processo de fiscalização, o TSE deveria tomar a LIVRE iniciativa e entregar o código fonte pós eleição para ser analisado. Quem não deve não teme, já diz o ditado...

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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"CONSAGRADOS A JESUS" PELAS MÃOS DE MARIA SANTÍSSIMA

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