Leonardo Boff nunca foi excomungado pela Igreja Católica. Ao contrário do que muitas vezes se sugere em sua própria narrativa pública, sua separação da estrutura eclesial não decorreu de uma expulsão formal, mas de uma decisão pessoal de afastamento em meio a tensões doutrinárias e disciplinares. Esse dado histórico é fundamental para evitar uma leitura distorcida dos fatos e para não confundir ruptura institucional com perseguição.
Nesse contexto, torna-se necessário recordar um princípio básico da vida eclesial: a comunhão com Cristo se realiza concretamente na comunhão com a Igreja por Ele fundada. Como ensina o Evangelho: “Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita” (Lc 10,16). A escuta da fé, portanto, não é meramente individual ou subjetiva, mas se dá dentro de uma tradição apostólica viva, transmitida através dos legítimos sucessores dos apóstolos.
A própria Escritura adverte que “nenhuma profecia da Escritura é de interpretação particular” (2Pd 1,20), o que reforça a necessidade de uma leitura em continuidade com a autoridade da Igreja. É dentro dessa perspectiva que se compreende também a missão confiada a Pedro: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja… Eu te darei as chaves do Reino dos Céus” (Mt 16,18-19). Trata-se de um fundamento que aponta para uma autoridade visível e estável na interpretação da fé, exercida hoje pelo Papa e pelo colégio dos bispos em comunhão com ele.
Diante disso, torna-se problemático construir narrativas que sugiram um papel de vítima institucional quando, na realidade, se trata de uma ruptura assumida pessoalmente com essa mesma estrutura de comunhão.

A Teologia da Libertação foi condenada pelo Vaticano depois da
polêmica sobre as obras do agora ex frei Leonardo Boff. Este havia escrito uma
série de livros que foram criticados pela Congregação da Doutrina da Fé.
Um dos
livros que causou maior oposição no Vaticano foi o intitulado "Igreja,
Carisma e Poder" (Vozes, Petrópolis, 1981), embora muitos outros livros de
Boff tivessem já causado grande escândalo.Boff contou que desde 1972 esteve sob
vigilância e exame do Vaticano.
Em 1984, o livro "Igreja Carisma e
Poder" desencadeou um processo no Vaticano, contra ele.
As discussões
entre o Vaticano e Leonardo Boff prosseguiram com alternativas variadas, por
alguns anos.Em março de 1984 saiu na revista "30 Giorni" o texto do
Cardeal Ratzinger condenando as teses de Frei Boff (esse texto foi publicado
também pela Folha de São Paulo em 24-de março de 1984).Boff foi convocado
oficialmente para ir à Congregação para a Doutrina da Fé, a fim de explicar-se.
Os cardeais Arns e Aloisio Lorscheider acompanharam o frade rebelde ao Vaticano
para defendê-lo, o que foi um ato inédito de apoio a um suspeito de defender
doutrinas heréticas.
Boff contou em uma entrevista à revista Caros Amigos
(junho de 1997) que Dom Arns teria enfrentado o cardeal Ratzinger, dizendo que
não acatava a condenação de Boff.
 |
| (Frei Clodovis Boff) |
Inicialmente,
o Vaticano condenou o frade a um "silêncio obsequioso", proibindo que
ele desse entrevistas, fizesse conferênicas, publicasse livros,etc. Depois,
este silêncio foi suspenso. Mas, afinal, Frei Boff teve seus erros condenados
pelo Vaticano.Em março de 1991, por imposição do Vaticano, Boff teve que deixar
a direção da revista Vozes.
Em setembro desse mesmo ano
de 1991, Boff deu entrevista anunciando que "desistia" (graças a
Deus!).Frei Boff pediu ao Papa dispensa de seus votos, abandonou a
batina de frade e a vida religiosa. Deixou de ser Frei Leonardo Boff. Tornou-se
apenas Genésio.
Foi depois disso que
Boff anunciou que, havia muitos anos, mantinha "um caso" com uma
mulher casada, mãe de seis filhos, que fora sua secretária durante anos. Mas ela mesma esclareceu que o marido dela sabia disso desde
o princípio (o que ainda é pior!).
Em outra entrevista Boff
declarou que mantinha com ela uma união "pós moderna", cada um
vivendo em um local, e que ela o visitava algumas vezes, toda semana.
Atualmente,
o ex frade aderiu a um pensamento "ecológico" fortemente tisnado de
Gnose. Perdeu grande parte de sua influência e importância.
Para maiores
esclarecimentos, recomendo-lhe que leia a entrevista de Genésio Boff à revista
"Caros Amigos" em junho de 1997.É uma entrevista para lá de
escandalosa.
In Corde Jesu, semper, Orlando
Fedeli (Montfort)
 |
| (Só Leonardo Boff não segue o que ele mesmo afirma) |
Grifo nosso: É, no mínimo, paradoxal observar que Leonardo Boff tende a atribuir caráter quase universal e normativo aos seus próprios “pontos de vista”, enquanto relativiza aquilo que, na tradição católica, é compreendido como verdade revelada e dogmaticamente definida. Em outras palavras, aquilo que pertence ao núcleo doutrinal da fé é frequentemente tratado como mera opinião histórica ou construção institucional, ao passo que suas próprias interpretações são apresentadas com pretensão de validade mais ampla.Esse deslocamento de critérios gera uma evidente assimetria: de um lado, a relativização do que a Igreja sempre entendeu como verdade salvífica; de outro, a amplificação de uma leitura pessoal que busca espaço de universalização. O resultado é uma inversão metodológica que levanta sérias questões sobre coerência interna do discurso e sobre os critérios usados para distinguir entre doutrina, opinião teológica e interpretação subjetiva.
RESPOSTA A LEONARDO BOFF - Dom Estêvão
Bittencourt
O ex-frade tem se pronunciado “amargamente” contra a Igreja
e cospindo no prato que comeu:
25.04.2009 - O ex-frade
franciscano Leonardo Boff tem-se pronunciado amargamente, na imprensa, contra a
Igreja e seus artigos de fé e disciplina, causando surpresa e perplexidade em
muitos leitores.
O povo de Deus tem pedido esclarecimentos acerca dos pontos abordados
por esse pensador. Não seria lícito deixar de atender a essa demanda dos fiéis
católicos desejosos de saber afinal o que ensina a Igreja sobre tais questões.
Eis
por que oferecemos este opúsculo no intuito de dissipar dúvidas e equívocos a
respeito da doutrina da Igreja. Teremos em mira uma das mais expressivas
entrevistas de L. Boff publicada pelo periódico PASQUIM, de 02/04/2002,
cobrindo quatro páginas desse jornal.
O tema explanado (aliás
longamente explanado) refere-se a sexo e celibato:
1)- Boff: “O Catolicismo
sempre entendeu a sexualidade sob o âmbito do proibido, do perigoso e do
pecaminoso”
Resposta: A Igreja sabe que Deus criou o
homem e a mulher para que se complementem mutuamente tanto no plano espiritual
como no corporal.
O Senhor abençoou a união matrimonial desde o início (cf. Gn
1,28); Cristo elevou-a à dignidade de sacramento, de modo que o lar cristão
deve ser uma “igreja doméstica”. Quem
tem a vocação, matrimonial, é chamado a ser santo vivendo o seu casamento! E houve - como também há - muitos santos casados; em outubro 2001 o Papa João
Paulo II beatificou um casal como casal: Luigi e Maria Beltrame. Os pais de
Santa Teresinha estão em processo de Beatificação.
Acontece, porém, que o instinto sexual é particularmente forte, provocando
estupros, adultérios, engravidamento de meninas… Estes fatos inegáveis e cada
vez mais freqüentes obrigam a sã pedagogia a acautelar os jovens contra os
excessos do impulso sexual, que podem bestializar o ser humano. Feita esta
observação, continua a afirmação de que o ato sexual efetuado dentro do matrimônio
segundo a lei natural (que é a lei do Criador) é algo de plenamente
justificado.
2)- Boff:“A
Igreja lê de forma moral as proibições meramente rituais do Antigo Testamento”.
Resposta: L. Boff, que foi professor de Teologia, deve saber muito bem que a Igreja distingue
o plano meramente ritual do plano moral: a Moral católica reconhece que as
impurezas rituais do Antigo Testamento (ejaculação espontânea, menstruação) não
eram pecaminosas.
3)- Boff: “A
Igreja é uma instância de profunda desumanização do ser humano.
Resposta: Basta considerar a história para
encontrar clamoroso desmentido de tal afirmação.
Com efeito; até época recente
a Igreja era a grande mantenedora dos hospitais, asilos, orfanatos, que, em
grande parte, eram dirigidos por celibatários e celibatárias; tenham-se em
vista São Vicente de Paulo, São João Bosco, Dom Orione, Santa Luisa de Marillac,
Santa Ângela Merici, Madre Teresa de Calcuttá, Irmã Dulce.
O celibato favorece a dedicação enternecida ao próximo carente sem
depender de esposo(a) e filhos. A continência sexual não é uma castração, mas
uma harmonização dos sentimentos e afetos, que permite mais pura e
desinteressada entrega a Deus e ao próximo.
4)-Boff: “A
Igreja impõe o celibato por razões de propriedade, porque a pessoa celibatária
não tem que dividir, não tem que deixar herança”.
Resposta:Tal é a explicação
socialista do celibato; não é a genuína. São Paulo recomenda a vida una ou
indivisa porque permite ao cristão concentrar-se mais nos interesses do Reino
de Deus, que já começou a se implantar pela vinda de Cristo; ver 1 Cor 7,25-35.
Conscientes disto, muitos clérigos foram
espontaneamente adotando o celibato. Somente no século IV (307 aproximadamente)
o Concílio regional de Elvira (Espanha) legislou a respeito. Outros Concílios
regionais fizeram o mesmo até o Concílio geral do Latrão II (1139), que estendeu
à Igreja inteira a lei do celibato’. O celibato é o testemunho de que alguém se
pode realizar plenamente procurando, tanto quanto possível, somente os valores
eternos.
Quando o Senhor dá a vocação para o sacerdócio, dá também o
carisma do celibato.L. Boff engana-se ao afirmar que a lei do celibato para
toda a Igreja só foi promulgada pelo Concílio de Trento (1545¬1563).
(só os bispos de esquerda claro, podem falar de política)
5)-Boff: “Para
impedir o acesso ao sexo, a igreja sataniza o prazer: É o demônio!’ Então o
Cristianismo torna-se a religião da tristeza”.
Resposta: A igreja não é contrária ao prazer; ela o abençoa quando desfrutado segundo as
leis de Deus, também por ocasião das relações sexuais entre os cônjuges. Há, porém, dois
tipos de prazer: o carnal e o espiritual; este último consiste em usufruir da
união com Deus, que já o Batismo propicia, fazendo do cristão o templo de Deus
(cf. 1 Cor 6,19; Jo 14,23).
Quem descobre o deleite da vida espiritual,
abstém-se espontaneamente de prazeres carnais, como aliás diz o Senhor em Mt
19,12: “Há eunucos que se fizeram tais por amor do reino dos céus”. Religião de tristeza? - Jamais o
Cristianismo foi tal! Diz-se em linguagem popular: “Um Santo triste é um triste
Santo”.
Pondere-se o cultivo das artes, especialmente o da música e o do
canto, por parte dos cristãos através dos séculos.
A verdadeira alegria não está
em satisfazer a todos os impulsos; ela só pode resultar do autocontrole que
promova a harmonia da pessoa e de sua’ conduta. Boff e seus entrevistadores pleiteiam a abolição do celibato como
remédio para os desvios registrados em clérigos. Tal, porém, não seria a
solução, pois também as pessoas casadas cometem escândalos sexuais; seja
citado, entre outros, o caso do Dr. Eugênio Chipkevitch, pediatra de São Paulo,
que abusava dos seus pacientes de menor idade e foi preso por causa disto (cf.
VEJA; 27/03/02, pp. 90s).
A solução para se levar uma vida casta é a
educação dos instintos naturais mediante disciplina, autocontrole ou ascese; se
esta não existe, nenhuma vocação é isenta de graves quedas. Todavia o reinante
hedonismo da sociedade contemporânea dificulta a valorização dessa autêntica
solução.
Boff equipara as freiras aos clérigos, como se estas também fossem
coagidas a abraçar a vida una. Mais uma
vez o teólogo esquece; ele deveria saber que as Religiosas abraçam a vida
indivisa estritamente por espontânea vontade ou precisamente porque se querem
consagrar totalmente a Deus, sem visar ao sacerdócio. O seu instinto maternal
se realiza ricamente no plano espiritual - o que lhes proporciona grande paz e
felicidade.
Em suma, as objeções contra a vida una são, em grande parte,
inspiradas pela falsa persuasão de que, só existe o prazer dos sentidos e da
corporeidade.
Fonte: Sal Terrae -
https://salterrae.org
CONCLUSÃO
O conjunto dos fatos históricos e das intervenções oficiais da Congregação para a Doutrina da Fé revela que a chamada Teologia da Libertação, em suas formulações mais radicais, enfrentou sérias advertências e correções por parte do Magistério da Igreja, especialmente no contexto das obras associadas a Leonardo Boff. Entre os diversos escritos analisados, destaca-se o impacto do livro Igreja: Carisma e Poder, que se tornou um dos principais pontos de tensão no diálogo entre o autor e a autoridade eclesial, desencadeando um processo formal de exame doutrinal conduzido pelo então Cardeal Joseph Ratzinger.
Esse período foi marcado por uma série de medidas disciplinares e teológicas, entre elas a imposição do chamado “silêncio obsequioso”, bem como a exigência de revisão pública de determinadas posições consideradas incompatíveis com a doutrina católica. Posteriormente, mesmo após a suspensão parcial dessas medidas, ocorreram novos desdobramentos que culminaram no afastamento de Boff de funções editoriais e, mais tarde, em sua saída da vida religiosa.
Contudo, é fundamental observar que esse processo não pode ser descrito de maneira simplificada como perseguição ou expulsão arbitrária. Trata-se, antes, de um caso clássico de tensão entre interpretações teológicas divergentes e o papel normativo do Magistério na preservação da unidade da fé. Nesse sentido, a própria dinâmica dos acontecimentos indica que não houve uma excomunhão formal, mas sim uma sucessão de decisões pessoais e institucionais em um contexto de progressivo distanciamento.
Ao mesmo tempo, críticos apontam que, após sua saída, Leonardo Boff passou a construir uma narrativa fortemente acusatória em relação à Igreja, frequentemente atribuindo-lhe características negativas generalizadas e reinterpretando sua própria trajetória sob uma ótica de vitimização intelectual. Essa leitura, segundo tais críticos, tende a deslocar o eixo do debate teológico para uma oposição institucional, na qual o dissenso doutrinal é reconfigurado como denúncia moral da própria Igreja.
Além disso, sua produção posterior é frequentemente associada a uma releitura da fé cristã fortemente influenciada por categorias sociopolíticas, o que, para seus opositores, contribui para uma inversão de perspectiva: aquilo que na tradição católica é compreendido como desenvolvimento orgânico da doutrina passa a ser interpretado como opressão institucional ou desvio estrutural.
Dessa forma, o caso Boff permanece como um marco importante para compreender os limites entre liberdade teológica, autoridade magisterial e rupturas interpretativas dentro do pensamento católico contemporâneo. Mais do que uma narrativa simplificada de perseguição, trata-se de um processo complexo em que se entrelaçam questões doutrinárias, disciplinares e hermenêuticas, cujo desfecho revela não apenas divergências individuais, mas também conflitos mais amplos sobre a própria compreensão da Igreja e de sua missão no mundo.
------------------------------------------------------
*“Este
apostolado não possui fins lucrativos. As contribuições são destinadas à
evangelização, produção de conteúdo e manutenção do projeto.”
🙌 Gostou do conteúdo?
Compartilha e siga-nos em nossas Redes
Sociais abaixo:
👉 Clique aqui e siga nosso
canal no YouTube
👉
Siga o canal "Evangelho Cotidiano" no WhatsApp:
https://whatsapp.com/channel/0029Vaj6GhP6buMR1cyUUN0S
👉
Siga e assine nossa página de Cursos e Aprofundamentos no Instagran
(@teologia.leigos1):
https://www.instagram.com/teologia.leigos1/
*Desde 2009 quando iniciamos esse
apostolado, oferecemos conteúdo independente, profundo e fiel aos fatos — livre
de algoritmos que tentam ditar o que você deve ver e ler. Nosso compromisso é
mostrar os três lados da
moeda, com credibilidade e respeito, mesmo em tempos de
polarização e tanta fake news. O blog é mantido
pelo apoio de nossos leitores. Se você valoriza nosso trabalho,
ajude-nos a crescer com suas orações, propaganda
e doação espontânea para manter nossos custos.
+ Comentário. Deixe o seu! + 2 Comentário. Deixe o seu!
A igreja romana há muito deixou de representar a Igreja de Cristo. O que ela representa desde o imperador Constantino até hoje é o império romano disfarçado de Igreja.
Prezado protestante Beto
Marque com um (x) aquele que prega a verdadeira doutrina Cristã:
( )O pregador do aborto?
( )O pregador da Teologia da prosperidade?
( )O pregador que prega o “ministério” do patrocínio, a determinação bíblica e o débito automático?
( )O pregador do dízimo, trízimo, ofertas, desafios, votos pagos, e campanhas?
( )O pregador do evangelho Judaizante (Que dizem que Jesus não é Deus e não existe a Trindade Santa: Pai, Filho e Esp. Santo).
( )O pregador da unção com Urina Santa?
( )O pregador do divórcio?
( )O pregador do casamento entre pessoas do mesmo sexo?
Qual deles é seu “irmão” em Cristo ? Todos ? ou alguns ? Quais ? Se você fosse obrigado a escolher, você ficaria com alguma destas igrejas ou com a Igreja Católica de Santo Agostinho e São Tomás Aquino com seus 2.000 anos, 21 concílios e mais de duzentos e tantos papas sucessores legítimos de Pedro ? Se você fosse alguém que procurasse viver retamente a Palavra de DEUS e frequentasse uma denominação protestante séria e tivesse que chamar alguém de irmão em Cristo, qual dos candidatos abaixo mereceria este título ?
1)-Um católico praticante que leva uma vida honesta e santa?
2)-Um membro de uma igreja do evangelho judaizante?
3)-Um membro de uma igreja que pratica a teologia da prosperidade esperando algo em troca de Deus?
4)-Um membro de uma igreja que casa pessoas do mesmo sexo?
Grato pela visita e volte sempre! Aqui você não ver e ler o que quer, mas o que precisa: a verdade!
Shalom !!!
Postar um comentário
Todos os comentários publicados não significam nossa adesão às ideias nelas contidas.O blog oferece o DIREITO DE RESPOSTA a quem se sentir ofendido(a).Os comentários serão analisados criteriosamente e poderão ser ignorados e ou, excluídos se ofensivos a honra.