Somos imediatistas.
Satisfazemo-nos com soluções rápidas, fantasiosas, mágicas e que por isto mesmo
muitas vezes são falsas. Precisamos compreender e acreditar que o Senhor é a
única fonte da verdadeira felicidade e realização, fora dele o que encontramos é uma
falsa realização e uma felicidade passageira. A base da nossa fé é a
Palavra de Deus. A verdade que precisamos conhecer é a Palavra de Deus, para a
partir daí fundamentarmos e darmos sentido as nossas opções definitivas.
Moysés Azevedo: “só haverá um mundo novo se houver famílias novas!”
Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 2 de junho de 2021 | 16:51
Papa Francisco quer Consagrados e uma Igreja longe das ideologias, seja de direita, esquerda, ou centro
Written By Beraká - o blog da família on domingo, 23 de maio de 2021 | 17:51
Meus heróis não morreram de overdose, mas dando sua vida pelo próximo!
Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 21 de maio de 2021 | 20:39
O vice-presidente da República General Hamilton Mourão, afirmou em entrevista à Globo News que:"Em situação hipotética de anarquia, pode haver sim um “autogolpe” por parte do presidente com apoio das Forças Armadas" - Ele lembrou que na década de 1960 o Brasil viveu uma situação de guerra civil e não titubeou ao defender personalidades militares como o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que morreu em 2015, e nunca foi provado que ele era torturador (veja entrevista do mesmo, neste link: https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2019/08/excessos-podem-ter-havido-de-ambos-os-lados-disse-o-coronel-ustra-em-entrevista-a-zh-em-2014-cjz432jcs00w401pa381umwyj.html) - Disse ainda o General Mourão:
“Meus heróis não morreram de overdose, e Carlos Alberto Brilhante Ustra foi meu comandante quando era tenente em São Leopoldo. Um homem de coragem, um homem de determinação e que me ensinou muita coisa! Tem gente que gosta de Carlos Marighella, um assassino, terrorista! Houve uma guerra (no regime militar). Excessos foram cometidos? Excessos foram cometidos de ambos os lados! Heróis matam! ”
Uma reflexão para os Jovens sobre a vida e a morte de MC KEVIN
Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 20 de maio de 2021 | 11:11
Muitos
dizem: “Não é o momento! ” ...Bom, e quando será o momento? A palavra de Deus
diz que devemos pregar a verdade oportuna e inoportunamente, pois virá o dia (e
já chegou), em que já não suportarão a sã doutrina da salvação (II Tim 4, 1-5).
Porém, como é de praxe, os fiscais do politicamente
correto virão com aquelas palavras na ponta da língua que, não devemos julgar ninguém, e que
Deus é amor (mas também, é justiça). Hora ninguém está aqui a julgar
nem mandar alguém para o Céu ou inferno. Mas, não podemos nos calar quando
querem canonizar uma pessoa, seja ela quem for, só porque morreu. Se os bons exemplos nos aproximam de Deus, os maus ao contrário,
influenciam e nos distanciam dele (I Cor 15,33). Assim está escrito para nossa exortação e edificação
em Cristo:
Verdade seja dita: Quem primeiro declarou que a Covid-19 era apenas uma “GRIPEZINHA” foi realmente o Dr Drauzio Varella
Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 19 de maio de 2021 | 19:36
Jornalista Felipe Fiamenghi: O governo federal quer a solução da Covid, a oposição quer apenas o poder
Written By Beraká - o blog da família on domingo, 16 de maio de 2021 | 18:30
Medicina Holística e Alternativas – O que diz a Ciência?
Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 13 de maio de 2021 | 18:36
Massacre em Santa Catarina - Armas para que mesmo?
Todos querem mais
segurança! No Brasil de hoje, ricos e pobres vivem sob a ameaça constante da
violência: uma em cada treze mortes por armas de fogo no mundo acontece no
país. Não há como negar que sucessivos governos
após o período militar vêm falhando em cumprir seu dever constitucional de
proteger a população. Neste cenário de medo e insegurança, é compreensível
que surja todo tipo de propostas – principalmente no que diz respeito ao uso de
armas por civis. A pergunta que fica é: Se professores e funcionários da
escola em Santa Catarina estivessem armados, será que o criminoso ousaria ao
menos entrar na escola, e se entrasse, será que teria conseguido seu
intento?...
Combatendo o orgulho, a inveja e a arrogância a partir da Amoris Leticia
AMORIS LETICIA – CAP IV : O AMOR NO
MATRIMÔNIO!
89. “Tudo o que foi
dito não é suficiente para exprimir o Evangelho do matrimónio e da família, se
não nos detivermos particularmente a falar do amor. Com efeito, não poderemos
encorajar um caminho de fidelidade e doação recíproca, se não estimularmos o
crescimento, a consolidação e o aprofundamento do amor conjugal e familiar. De fato,
a graça do sacramento do matrimónio destina-se, antes de mais nada, «a
aperfeiçoar o amor dos cônjuges». Também aqui é verdade que, «ainda que
eu tenha tão grande fé que transporte montanhas, se não tiver amor, nada sou.
Ainda que eu distribua todos os meus bens e entregue o meu corpo para ser
queimado, se não tiver amor de nada me vale» (1Cor 13, 2-3). Mas a palavra
«amor», uma das mais usadas, muitas vezes aparece desfigurada.”
Os relativistas dizem: Você está sendo radical demais, precisa renunciar as suas verdades e convicções
Eles querem que renunciemos as nossas verdades e convicções, mas não abrem mão de renunciar, ou mesmo RELATIVISAR um milímetro as deles! E quando ficam sem argumentos plausíveis, apelam para o argumento da hipocrisia. Nossa sociedade é hipócrita? É sim! E nós muitas vezes somos e agimos como hipócritas, e daí? Escandalizado com esta verdade? Porém fique sabendo que: Erros, pecados, e nossas hipocrisias cotidianas, não é licença para agir inescrupulosamente, se auto permitindo a tudo, ou querendo institucionalizar o pecado! Muito pelo contrário! Mas é motivo para continuarmos a lutar com o auxílio da graça de Deus, pela coerência de vida conforme as nossas opções definitivas.
Especialista Thorsten Paprotny: Existe um risco de novo Cisma Alemão com Roma
Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 10 de maio de 2021 | 22:57
Em uma coluna publicada na CNA Deutsch, agência em alemão do grupo ACI, o autor Thorsten Paprotny, doutor em filosofia e estudioso da obra de Joseph Ratzinger, aponta que: “A Igreja na Alemanha poderia estar caminhando para uma ruptura com Roma, ainda que este rompimento não implique a formação de uma igreja à parte, como foi o caso do cisma de Lutero, mas na configuração de uma Igreja na Alemanha que vive sistematicamente de costas para Roma e longe da comunhão com o Romano Pontífice.”As tensões entre os bispos alemães e o Vaticano ameaçam causar uma grave crise na Igreja Católica. Em 2019 a Conferência Episcopal decidiu levar adiante o incipiente debate reformista, nascido no calor da investigação sobre abusos sexuais na Alemanha, apesar da oposição vaticana. Posteriormente, os bispos alemães se reuniram com representantes de organizações católicas para preparar o chamado “caminho sinodal”, um fórum em que se prevê o debate de assuntos como o papel da mulher na Igreja, a homossexualidade e o celibato. O Vaticano alertou que tais questões cabem exclusivamente à Igreja universal e não a uma espécie de sínodo nacional. Mas a Alemanha, apesar das advertências por escrito, seguiu em frente. A insistência da Alemanha de imprimir maior velocidade à transformação e abertura da Igreja começa a abrir fendas importantes entre a Santa Sé e a Igreja mais rica do mundo.
Em junho de 2019, o
papa Francisco escreveu uma carta dirigida aos fiéis alemães, na qual disse:
“Compartilhar a preocupação sobre o futuro da Igreja na Alemanha” e
constatou a erosão da fé. Mas também, alertou sobre o perigo de se colocar em
andamento processos que podem afastar a Igreja alemã da comunhão eclesial. A
Igreja universal vive em e das Igrejas particulares, assim como as Igrejas
particulares vivem e florescem em e da Igreja universal, e ao encontrarem-se
separadas do corpo eclesial por inteiro, se enfraquecem, secam e morrem”.
O erro principal é que estão lidando em nível nacional com uma questão que afeta a Igreja universal. São 70 bispos, e na Igreja há mais de 70.000 bispos. Estão forçando, atribuindo-se uma série de competências que não têm. É um assunto que afeta diretamente a unidade da fé. A velocidade com a qual as mudanças ocorrem, não corresponde às necessidades da Igreja para se adaptar ao mundo atual. Os bispos alemães não entendem por que Roma não acata esta urgência deles. Acatando, Roma estaria salvando estas almas ou levando todo rebanho católico para o caminho largo da perdição? O Papa Francisco já alertou a Igreja Católica alemã que ela deve permanecer em comunhão com Roma.Os bispos alemães são os mais radicais modernistas da Igreja e a principal base de sustentação de Francisco. Eles, na verdade, mais lideram o papa do que são liderados por ele. Esses mesmos alemães já declararam que a Igreja não tolerará um próximo papa que não seja como Francisco.
No cerne dessa disputa estão "duas visões quase opostas da
missão" da Igreja:
1ª)-Pode-se dizer que, para os alemães e os modernistas do Vaticano II, a Igreja deve celebrar a
humanidade. Sua missão principal é
caminhar com os homens e mulheres do mundo e, como gosta de dizer Francisco,
escutá-los na luta por promoção humana, justiça social e, especialmente com
o atual papa, a preservação da natureza.
2ª)-“A Igreja está gravemente
enganada quanto à natureza real da crise se
pensa que sua missão essencial é oferecer solução para todos os problemas
políticos relativos à justiça, à paz, à pobreza, à recepção dos imigrantes, e se esquecer da evangelização. Se a Igreja, com a obsessão que tem hoje com os
valores da justiça, dos direitos sociais e da luta contra a pobreza acabar,
como resultado, esquecendo
sua alma contemplativa, tida por Jesus como a melhor parte que não lhe será
tirada, ela falhará em sua missão integral. É, como tem sido desde o
tempo de Jesus, uma tensão em torno do que significa a Igreja “estar no mundo”,
mas “não ser do mundo”, afirmou o Cardeal negro, Sarah, numa entrevista quando
era diretor da Cor Unum, órgão do Vaticano responsável pelas obras de caridade
no mundo.
CONCLUSÃO:
Thorsten Paprotny defende ainda que a resposta ao dubium, não exclui que a Igreja possa dar a bênção a um indivíduo com inclinações homossexuais que expressa a vontade de viver em fidelidade aos planos revelados de Deus tal como apresentados na doutrina; o que o responsum declara, no entanto, é que qualquer forma de bênção que tende a legitimar estas uniões é inadmissível, pois a Igreja abençoa o pecador, mas nunca o pecado. Criticando a forma como os Católicos na Alemanha têm politizado o tema, o Professor Paprotny convida a ir ao essencial e lembra as palavras do Papa Francisco, que advertiu que:“Não se pode instrumentalizar a doutrina, em concreto os ensinamentos do Concílio Vaticano II que propôs um “aggiornamento” do ensino, ou seja, uma atualização da doutrina da Igreja, não uma ruptura com a mesma”.Os bispos, como todos os cristãos do mundo, permanecem chamados a permanecer fiéis ao evangelho de Jesus Cristo, ao credo e à doutrina da Igreja. Quer gostemos pessoalmente ou não, a situação é tal como Santo Ambrósio ensinou: "Ubi Petrus, ibi eclesia (= Onde está o Papa, ali está a Igreja)". Oremos pela Igreja na Alemanha. Quem queira romper com a doutrina dando como desculpa a implementação dos ensinamentos do Vaticano II na verdade está fraccionando a própria Igreja, e parece ser isto, que de certa forma, está ocorrendo na Alemanha segundo a análise de Thorsten Paprotny. A Igreja como mãe e mestra da verdade, tentará até as últimas instâncias o diálogo na caridade, o que virá depois, só o tempo dirá.
Por *Francisco José Barros
Araújo – Bacharel em Teologia pela Faculdade Católica do RN, conforme diploma
Nº 31.636 do Processo Nº 003/17
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Como o Magistério Católico interpreta a doutrina da Predestinação?
Written By Beraká - o blog da família on domingo, 9 de maio de 2021 | 20:50
A doutrina da predestinação sempre ocupou um lugar central e, ao mesmo tempo, profundamente misterioso dentro da reflexão cristã. Desde as primeiras comunidades, ao se depararem com passagens como as da Carta aos Efésios, da Carta aos Romanos e de outros textos apostólicos, os fiéis perceberam que estavam diante de uma realidade que ultrapassa a simples lógica humana: Deus, em sua eternidade, conhece, chama, justifica e conduz à glória aqueles que ama.
Ao mesmo tempo, a própria Escritura afirma com igual clareza a responsabilidade do homem, sua liberdade real e a seriedade de suas escolhas diante de Deus. É justamente dessa tensão — entre a soberania absoluta da graça divina e a liberdade autêntica da criatura — que nasce a controvérsia teológica sobre a predestinação.
Ao longo da história, a Igreja, fiel ao depósito da fé, não buscou reduzir esse mistério a uma explicação simplista ou puramente racional. Pelo contrário, como bem expõem autores como Estevão Bettencourt e grandes mestres da teologia como Tomás de Aquino, o Magistério procurou preservar simultaneamente duas verdades fundamentais: Deus é o Senhor absoluto da salvação, e o homem é verdadeiramente livre. Assim, evitou-se tanto o erro do fatalismo — que transformaria a predestinação em um destino cego e inevitável — quanto o erro oposto, que reduziria a graça divina a um simples auxílio secundário diante do esforço humano. A predestinação, na compreensão católica, não é um decreto arbitrário que condena alguns e salva outros independentemente de tudo, mas o desígnio amoroso de Deus de conduzir o homem à vida eterna, respeitando e elevando sua liberdade.
Essa fidelidade ao mistério se manifesta também na legítima diversidade teológica dentro da Igreja, expressa, por exemplo, nas escolas molinista e tomista, ambas permitidas pelo Magistério.
Enquanto uma acentua a cooperação livre do homem com a graça, a outra destaca a eficácia primeira da ação divina, mas ambas convergem na mesma verdade essencial: ninguém é predestinado ao mal, Deus quer a salvação de todos, e a condenação é sempre consequência da livre rejeição da graça.
Ao mesmo tempo, a Igreja definiu pontos firmes e inegociáveis, como o fato de que a graça precede toda conversão, que a perseverança final é dom de Deus e que a predestinação à glória é gratuita. Dessa forma, o Magistério oferece segurança doutrinal sem sufocar o caráter misterioso da ação divina.
A imaculada conceição de Maria é negada por algumas Igrejas Ortodoxas e Protestantes - Afirmada e pouco entendida pelos católicos!
O Papa emérito Bento
XVI em seu curto e frutuoso pontificado dirigiu um convite aos estudiosos de
Mariologia, dizendo que:
“É importante olharmos para
Maria, a Virgem imaculada, que o nosso modelo de plenitude e maturidade cristã
e assim vivermos com maior empenho e
coerência a nossa vocação de filhos de Deus chamados à santidade.
Infelizmente, muitos católicos, mesmo aqueles engajados na missão pastoral da
Igreja, não têm senão um conhecimento parcial e insuficiente do papel de Maria
no mistério de Cristo e da Igreja. Particularmente o dogma da Imaculada Conceição de Maria é
pouco entendido. Foi o desejo do
Beato Papa João Paulo II que ―o dogma da Imaculada seja sempre e ulteriormente
aprofundado nos seus aspectos bíblicos, espirituais e cultuais, a fim de poder
ser, depois, anunciado ao homem contemporâneo mediante iniciativas pastorais
apropriadas” (Discurso, 25 de março de 1994).
Culpa e remorso: o que a perspectiva Cristã e a Psicologia de Freud nos ensinam
Written By Beraká - o blog da família on sábado, 8 de maio de 2021 | 19:55
A CULPA NA VISÃO DO MAGISTÉRIO DA IGREJA:
Consciência e culpas
§1781 A consciência permite assumir a
responsabilidade dos atos praticados. Se o homem comete o mal, o julgamento justo
da consciência pode continuar nele como testemunho da verdade universal do bem
e ao mesmo tempo da malícia de sua escolha singular. O veredicto do
juízo de consciência continua sendo um penhor de esperança e misericórdia.
Atestando a falta cometida lembra a necessidade de pedir perdão, de praticar
novamente o bem e de cultivar sem cessar a virtude com a graça de Deus.Diante
dele tranqüilizaremos nosso coração, se nosso coração nos acusa, porque Deus é
maior que nosso coração e conhece todas as coisas (1 Jo 3,19-20).
Entre psicanálise e moral cristã: instintos liberados ou paixões domadas?
Psicanálise de Freud x Prudência Cristã: libertação dos instintos ou domínio das paixões?
A Psicanálise já se incorporou ao nosso dia-a-dia. Palavras como inconsciente, libido, Id, ego, superego, histeria, ou neurose viraram de uso comum, embora nem sempre se saiba que querem dizer.Quando a psicanálise surgiu, no final do século XIX, essa teoria foi combatida ferozmente e seu autor, Sigmund Freud, submetido a pesadas acusações. Mas não desanimou. O que aparentemente o movia era a vontade de explicar, antes de tudo, a si mesmo e vencer os demônios que o atormentavam. A pandemia e o isolamento social nos recolocaram velhas questões filosóficas e psicanalíticas ligadas ao cotidiano humano e ao significado na cultura e no conjunto da natureza. Indignações seletivas, gabinete do ódio x ódio do bem, polarizações aliadas ao universo de informações falsas, especialmente, força-nos a pensar o papel da racionalidade nesse contexto, e as razões pelas quais as pessoas inteligentes e até normais, que apesar de toda informação disponível, ainda pensam e agem mais baseadas nos impulsos das emoções que no equilíbrio da razão.Em Freud, essa ambiguidade do pulsional precisa ser pensada de modo mais preciso, em seus diversos planos de concepção. Freud quer entender não apenas a dinâmica pulsional, mas também,aquilo que se articula ao fundo dessa dinâmica e, nesse sentido, encontra a tendência de retorno aos impulsos primitivos. Isso nos conduz ao terreno da especulação filosófica mais profunda acerca da vida e de uma possível entropia ao fundo de todo o processo, que nos conduziria a dois resultados possíveis, um de caráter teleológico, no sentido histórico, e outro de caráter intemporal, cíclico. De um ponto de vista teleológico, o alvo da vida seria a morte. E não se fala aqui da morte individual, mas, se considerarmos a sério essa hipótese, a vida poderia ser entendida de forma muito reducionista, como uma simples forma de resistência à tendência à desordem e de exaustão dos recursos energéticos que acomete o mundo físico.
Jacarezinho tragédia previamente arquitetada pelo crime organizado que vai se repetir
Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 7 de maio de 2021 | 18:49
A verdadeira intenção do Papa Francisco ao dizer “Quem sou eu para julgar?”
O Papa Francisco em um
de seus comentários tornado público, e que o jornalista italiano Andrea
Tornielli transformou em livro, o pontífice tenta explicar a sua famosa
declaração “Quem sou eu para julgar?”, a qual foi apenas uma reposta específica e
não genérica a uma pergunta sobre sacerdotes gays e que vem sendo amplamente
interpretada como sendo o seu comentário sobre todas as pessoas LGBTs.
Segundo o sítio eletrônico National Catholic Reporter, que recebeu
antecipadamente uma versão inglesa do livro intitulado The Name of God Is Mercy
[O nome de Deus é misericórdia], o Papa Francisco dá a devida e esclarecedora explicação:











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