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Educação no Brasil: quais caminhos para uma proposta séria e eficaz?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 23 de junho de 2020 | 16:31







Vamos falar sério sobre uma "proposta educacional de verdade para o nosso Brasil?"




O que é interessante e chama a atenção aqui no Brasil, é que quando se fala em "proposta educacional", geralmente se entende apenas de MELHORIAS SALARIAIS, como se melhorando o salário de professores, de uma hora para outra, os alunos se transformassem em super gênios, como num passe de mágica! Além de que, se formos fazer um comparativo salarial entre professores da rede pública e privada, os da rede pública tem majoritariamente ganhos superiores e maior estabilidade que os da rede privada, porém, no ensino da rede privada  os resultados são bem melhores, portanto, o problema central não é ganhos salariais! 




A educação no Brasil desde o pós Regime Militar até o final da era Ptista, passando pelo PNA, PNE e LDB, não se sabe até hoje, de onde se deve partir e onde se quer chegar? Isto tanto com crianças, jovens secundaristas, e nossos universitários. Confundem Projeto de Educação com métodos educacionais, onde até pessoas da área educacional chegam ao absurdo de considerarem "o MÉTODO Paulo Freire" como um PROJETO EDUCACIONAL, quando simplesmente não passa de um método entre tantos outros. E enquanto isto, o Brasil fica sempre a ganhar os piores resultados em todas as etapas educacionais entre os nossos hermanos latinos e mundo afora. Nossos educando ficam como COBAIAS de Pseudo iluminados a cada governo, ou seja, não existe continuidade, ficamos reinventando a roda ao invés de aplicarmos projetos educacionais e métodos já testados e que continuam a produzir sucesso nos países desenvolvidos (e que aplicam inclusive, recursos menores de seus PIB’s em educação, porém com retorno garantido). Já diz Olavo de Carvalho com relação ao método paulofreiriano: 





Paulo Freire, cujo maravilhoso método de ensino jamais produziu um escritor, um cientista, um filósofo ou mesmo um executivo competente, limitando-se a transformar milhares de coitadinhos em igual número de coitadinhos, é o patrono de uma educação nacional que produz analfabetos funcionais em massa e cujos estudantes obtêm sempre as piores notas nos testes internacionais. Se 41 universidades acham esse cidadão o máximo, 41 universidades deveriam ser fechadas. Paulo Freire é um sujeito oco, o tipo acabado do pseudo-intelectual militante. Sua fama baseia-se inteiramente no lucro político que os comunistas obtêm do seu método. Esse método, aliás, não passa de uma coleção de truques para reduzir a educação à doutrinação sectária. Um dia teremos vergonha de ter dado atenção a este lixo educacional...”












VAMOS FALAR SÉRIO SOBRE UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DE VERDADE PARA O NOSSO PAIS?

 



Por Maurício Mühlmann Erthal





Se alguém ainda tinha alguma dúvida, o ranking do Pisa provou de uma vez por todas que a tal "pátria educadora", que encheu péssimas universidades com péssimos alunos formados por péssimos professores, era apenas um embuste. Distribuir diplomas a pessoas de baixa inteligência, nenhum talento, estúpidas, cotistas, etc, é como carimbar o traseiro de bois e vacas que estão indo para o abate (neste caso justificável).“Na nossa cultura deformada pelo 'coitadismo', ou para falar mais academicamente, pelo ethos-igualitarista moderno, teimamos em achar que a Universidade é para todos. Nunca foi e nunca será. Essa é uma das maiores mentiras da modernidade. A decadência da civilização se iniciou com a universalização do ensino, com a troca da formação espiritual e intelectual puras, "ars gratia artis" no sentido aristotélico, pelo adestramento meramente utilitarista para fins de sobrevivência. 






"Universidade é realmente, para uma elite intelectual, que produza conhecimento! É para quem realmente tem talentos, gosta de estudar e tem uma inteligência privilegiada! Sua prioridade é produzir conhecimento e não formar mão de obra, e muito menos ainda formar militantes revolucionários que queiram a qualquer custo, implantar o comunismo no país! Para formar profissionais e mão de obra qualificada, existe o ensino técnico e profissionalizante."












As oportunidades, que devem ser oferecidas a todos, é a de uma boa formação de base!






Depois, onde por meio da meritocracia, serão revelados aqueles mais capazes de ir para a Universidade PRODUZIR CONHECIMENTO, para ai sim, ser compartilhado e democratizado com todos! Transformar todo mundo em universitário apenas para não ferir a autoestima do jovem maconheiro que usa piercing no nariz e alargador na orelha é algo completamente estúpido! Tudo que o governo do PT conseguiu foi queimar centenas e centenas de bilhões de reais para produzir o pior, o mais idiota, o mais ignorante, o mais analfabeto, e por consequência, o mais mimado, alienado e arrogante aluno do mundo!





Nivelaram todo mundo por baixo! Destruíram qualquer possibilidade de formar uma verdadeira elite intelectual para o país!





São mais de duas décadas jogadas inteiramente na lata de lixo da história! Trocaram a meritocracia (de alunos e professores) pela "universalização da mediocridade, política de cotas raciais (e não sociais),  e pela ideologização esquerdopata emburrecedora, com professores militantes, noiados, e maconheiros!".















Nunca reconhecendo que as pessoas são essencialmente diferentes, umas mais inteligentes, mais capazes e mais esforçadas que as outras; enfiam goela abaixo de todos o maldito igualitarismo que sempre favorecerá o vulgar, o grosseiro e o ignorante. Sempre nivelará por baixo, rebaixará a tudo e a todos e produzirá os piores resultados! Reúna vários alunos inteligentes e todos se tornarão mais inteligentes ainda. Cerquem um gênio de medíocres e vulgares e testemunhará sua lenta e gradual decadência. 






Numa era em que a humanidade enfrenta a sua mais radical transformação tecnológica, a civilização cibernética põe em cheque toda a cultura humanista, há uma mudança profunda de quase todos os paradigmas científicos, sociais e econômicos; nanotecnologia, microbiologia, projeto genoma, matriz energética, 5G e 6G, Internet das coisas, etc.Nós gastamos trilhões em 20 anos para produzir uma geração de mimadinhos(as), estúpidos, deprimidos, feminilizados, vazios, idiotas e arrogantes que votam no PSOL e morrem de medo de se tornar adultos. Uma legião de falsos graduados sem possibilidade de emprego, endividados com o FIES, caminhando para a meia idade, morando com os pais e frequentando a marcha da maconha porque precisam urgentemente legalizar seu suicídio. (M.Erthal)








Fonte:http://www.atrombetanews.com.br/2019/12/13/uma-analise-sobre-o-que-a-esquerda-fez-com-a-educacao-no-brasil/





Sim! Universidade “não é para todos”! Mas para quem quer PRODUZir conhecimento!
















Calma! Deixa o homem se explicar primeiro! 






O ex ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, afirmou em um vídeo divulgado em sua conta no Twitter, que universidade “não é para todos”, mas “somente para algumas pessoas”. 






Na gravação, ele diz que "a melhor forma de democratizar o ensino superior é investir no ensino básico de qualidade”. 




O comentário foi publicado em resposta às críticas que ele recebeu nesta semana por ter declarado, em entrevista ao Valor Econômico, que: 




-“As universidades devem ficar reservadas para uma elite intelectual, que não é a mesma elite econômica. Nas entrevistas que faço, algumas pessoas me perguntam o que acho de universidade para todos? E digo que universidade, do ponto de vista da capacidade, não é para todos! Somente algumas pessoas que têm desejo de estudos superiores e que se habilitam para isso, entram na universidade.O que não significa que eu não defenda a democracia na universidade”, afirma. 





-“A universidade tem que ser democrática! Ou seja, todos aqueles que quiserem entrar estarem em pé de igualdade para poder competir pelo ingresso na universidade. Então, a coisa melhor para democratizar a universidade, sabe qual é? Ensino básico de qualidade, onde todo mundo se forma, todo mundo se habilita e todo mundo pode competir em pé de igualdade. Universidade para todos, nesse sentido, vale”, ressalta.








FONTE:https://congressoemfoco.uol.com.br/educacao/universidade-nao-e-para-todos-mas-somente-para-algumas-pessoas-diz-ministro-da-educacao/






"Universidade não é para todos, e sim para os que se habilitam para ela", diz ex ministro da Educação Ricardo Vélez Rodriguez






Por Jornal do Brasil







Após as polêmicas provocadas pelas declarações dadas em entrevista sobre o acesso às universidades, o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodrigues, publicou um vídeo em seu Twitter no qual volta a tocar no assunto. O ministro reafirmou que compreende que a "universidade não é para todos, e sim para os que desejam e se habilitam para entrar na universidade", mas complementou que acredita que "a universidade deve ser democrática, ou seja, todos aqueles que quiserem entrar [devem] estar em pé de igualdade para poder competir pelo ingresso na universidade". O ministro conclui dizendo que o melhor para a democracia nas universidades "é o ensino básico de qualidade, assim todo mundo se forma, todo mundo se habilita, e todo mundo pode competir em pé de igualdade"!






Fonte:https://www.jb.com.br/pais/2019/01/976819--universidade-nao-e-para-todos--e-sim-para-os-que-se-habilitam---diz-ministro-da-educacao.html






O desprezo pelas elites




Por Cesar Ranquetat - Atualidades, Opinião, Política







No final do mês de janeiro de 2019,  em uma entrevista para o Valor Econômico o atual ministro da educação Ricardo Vélez Rodríguez, afirmou: 



“A ideia de universidades para todos não existe. As universidades devem ficar reservadas para uma elite intelectual, que não é a mesma elite econômica.” 




A declaração corajosa, mas sabiamente provocadora,  do ministro provocou certa polêmica; os intelectuais e jornalistas de esquerda prontamente buscaram de todos os modos e vias associar o posicionamento com uma particular forma de "elitismo que, na visão neomarxista, é uma manifestação específica do pensamento conservador e reacionário" (nada mais falso e equivocado). Sem entrar propriamente no mérito desta discussão, sublinho que esta controvérsia é mais um indício da predominância em importantes e significativos círculos culturais de uma mentalidade igualitarista e homogeneizadora, fortemente propensa a rechaçar qualquer forma de meritocracia, seleção e distinção social baseada em critérios morais e espirituais.  Como outras noções, o termo elite é visto por nossas classes falantes progressistas como um palavrão, algo repugnante e pecaminoso que precisa ser evitado e repelido a qualquer custo. Para a nossa iluminada "intelligentsia", fazer parte das elites – ser de elite –  entendo aqui esta categoria num sentido amplo, é alguma coisa de essencialmente ruim e condenável. Mas, por outro lado, posar como defensor do povo, das massas, e advogar, ao menos da boca para fora, pela eliminação de qualquer tipo de diferenciação social, e lutar contra os “privilégios de classe” e as hierarquias é uma prova inequívoca de evolução cultural e tolerância. 



Noções como povo, massa, igualdade e inclusão são sob certo aspecto mitificadas, assumindo um halo de sacralidade e de intocabilidade na gramática politicamente correta dominante. É um imperativo categórico de nossa época ser popular, ou pelo menos parecer popular, agradar as massas e levantar com entusiasmo juvenil a bandeira da igualdade.








Ora, o preconceito e o desprezo pelas elites é apenas um sintoma. De algum modo, a transformação do significado primário de uma palavra é um sinal de uma mutação mais ampla e profunda que ocorre inicialmente no campo dos valores e na visão do homem e do mundo. Em geral, a revolução semântica é precedida por uma revolução cultural que altera o senso comum. 




O sentido originário e primigênio do conceito elite foi completamente desfigurado, corrompido, e pervertido!

 



Elite, ao contrário do que apregoam com contumácia os bem-pensantes e os "grandes meios de desinformação e massificação", não significa propriamente um pequeno grupo de homens inescrupulosos que, movidos unicamente pela ambição e a vontade de poder, buscam dominar e explorar as massas. Isto é na verdade uma pseudo-elite, ou melhor, uma oligarquia, uma corrupção e deformação de uma autêntica elite. 





O Dicionário Caldas Aulete assim define com clareza e precisão o sentido primordial do termo elite: “o escol, a flor de uma sociedade. Minoria mais apta, preparada, mais forte, ou dominante no grupo”. Com efeito, é no mínimo um erro de percepção e julgamento identificar a existência de verdadeiras elites e aristocracias com um vil maquiavelismo e uma vontade titânica de poder e dominação fundada na vaidade, na ganância e no orgulho exacerbado. Uma elite genuína não apresenta estas características! 





Em termos históricos e sociológicos, não é possível imaginar e constatar concretamente uma comunidade, um povo, sem uma “classe diretora”, sem a presença em sua configuração social de elites, “minorias seletas” e de pequenos grupos humanos que se destaquem por sua coragem, honestidade, inteligência, sabedoria e força anímica.  Uma sociedade sem grupos dirigentes, distinções e hierarquias é uma utopia anárquica, um exercício de pura abstração, uma mera especulação de gabinete. 

 








Importantes sociólogos e cientistas políticos como Robert Michels, Vilfredo Pareto e Gaetano Mosca demonstraram que, apesar da fachada igualitária e pluralista, mesmo nas modernas sociedades com democracias representativas o poder político, o aparato governamental, concentra-se nas mãos de “elites”, de uma classe dominante minoritário que decide, comanda e manipula a opinião pública e os destinos coletivos. Estas elites de poder formam um grupo privilegiado, uma estrutura de dominação que, para além do sistema nominalmente democrático, detém um efetivo e real controle social, cultural e econômico. Estes autores perceberam que as massas não são governadas por si mesmas; de fato e concretamente não governam as maiorias, mas as minorias astutas e organizadas. Vigora, portanto, nos sistemas políticos parlamentares e partidocráticos o que Michels definiu como a “lei de ferro das oligarquias”.  Em todas as sociedades contemporâneas há um grupo minoritário e restrito que governa e manda e uma maioria – o povo – que é governado e obedece as regras e normas impostas pelo núcleo dirigente. 



As oligarquias dominantes, no entanto, não se eternizam no poder; há o que Pareto descreveu como o princípio da “circulação das elites”. As diversas e múltiplas pseudo-elites políticas e econômicas nos sistemas sociais modernos disputam poder e privilégios. Existe uma alternância permanente entre grupos minoritários que buscam conquistar a máquina governamental e posições estratégicas. Antigas e desgastadas elites são, deste modo, substituídas por novas, dinâmicas e ambiciosas elites. 








Resumidamente, estes cientistas sociais apontaram para a realidade inelutável da presença de classes dirigentes e dominantes mesmo nas estruturas políticas baseadas na ideia de democracia representativa. 




Estas elites controlam os principais recursos e mecanismos de poder econômico, cultural, social e político formando o que, atualmente, é chamando de “sistema”, ou melhor, o establishment.

 



Há uma relação direta entre o declínio dos estamentos aristocráticos, a crise e o enfraquecimento das elites espirituais, intelectuais e morais, e o domínio da vida política e social por oligarquias e classes dirigentes constituídas por arrivistas maquiavélicos destituídos de qualquer preocupação comunitária. 





Constata-se, especialmente em razão do vácuo deixado pelo esfacelamento das antigas nobrezas, a preeminência do poder do dinheiro e dos interesses mercantis nas nações modernas, assim como o sequestro da esfera política por lobbies, grupos de pressão e organizações subversivas. Se em outras épocas e culturas, em particular no Ocidente durante o Medievo e no cunhado Antigo Regime, existia uma sociedade de ordens e estados formada fundamentalmente pelo clero, a nobreza e o povo, conforme assevera o historiador Roland Mounier (1974), com a prevalência de elites espirituais e aristocracias guerreiras, é notável na modernidade e no mundo contemporâneo a ascendência das classes econômicas e tecnocráticas.







Neste sentido, a lição do pensamento político clássico, principalmente Platão e Aristóteles, permanece atualíssima: a primazia das oligarquias está intimamente vinculada à corrupção e decadência das aristocracias. A oligarquia é uma aristocracia degradada, uma minoria dominante egocêntrica e plutocrática que só pensa em manter e maximizar seus interesses materiais e de domínio, olvidando por completo do bem comum e dos valores do espírito.

 



As verdadeiras elites:




O que distingue e caracteriza uma autêntica elite, como também uma verdadeira aristocracia, não são tanto os direitos, privilégios e honrarias, mas o sentido do dever, e o senso das obrigações e responsabilidades. A tradicional máxima noblesse oblige (a nobreza obriga) revela os compromissos, preceitos, exigências e as limitações que as elites aristocráticas e dirigentes do passado tinham que seguir de maneira inflexível. 




O filósofo espanhol Rafael Gambra (1947), lembra que as antigas aristocracias europeias não podiam exercer determinadas ocupações profissionais e atividades, como, por exemplo, àquelas relacionadas ao comércio, aos negócios mercantis e ao trabalho manual e mecânico, proibições estas relacionadas com o ideal e a vocação específica da nobreza que, orientada por determinadas hábitos e uma ética particular, deveria dedicar-se integralmente ao serviço público, e a atividades ligadas à guerra, ao cultivo do espírito, às artes e ciências, à religião e à direção política de uma comunidade.

 



As legítimas elites formam uma nobreza do espírito, "minorias seletas e excelentes tão bem descritas por Ortega y Gasset" em sua grande obra "A Rebelião das Massas":

 




"Quando se fala de 'minorias seletas', a velharia habitual costuma tergiversar o sentido desta expressão, fingindo ignorar que o homem seleto não é o petulante que se supõe superior ao demais, mas o que exige mais de si que os demais, embora não consiga cumprir em sua pessoa essas exigências superiores. E é indubitável que a divisão mais radical que cabe fazer na humanidade é esta em duas classes de criaturas: as que exigem muito de si e acumulam sobre si mesmas dificuldades e deveres, e as que não exigem de si nada especial, mas que para elas viver é ser em cada instante o que já são, sem esforço de perfeição em si mesmas, boias que vão à deriva" (Ortega Y Gasset, 1971, p.52).

 




Com o seu duro e rigoroso código de conduta, com a sua austera e severa formação, seu forte sentido de honra e dignidade, assim como seu peculiar estilo e modo de vida, as antigas elites aristocráticas eram para o povo como um arquétipo, um espécie de espelho daquilo que, realmente, necessitava ser valorizado e estimado. As aristocracias exerciam certo magnetismo, cumprindo uma função cultural de paradigma antropológico a ser imitado pelas pessoas mais simples. 





Na realidade, todas as grandes civilizações do passado possuíam um modelo humano, um tipo representativo, um ideal do homem pleno e realizado que se alçava como norma de orientação e critério de medida. Este é um ponto decisivo! De acordo com o filósofo belga Marcel de Corte (2005):




 

"Para além das pequenas sociedades de fins limitados e de virtudes quase sempre ligadas a um ofício ou profissão, existe aquilo que se pode chamar de 'a grande sociedade', o conjunto dos homens que participam da civilização comum e possuem uma mesma concepção do homem. As civilizações passadas tiveram elites que encarnavam certo ideal humano; todas se propuseram a concretização dum tipo humano cuja essência se conformava à sociedade; para alcançar tal fim, cultivaram virtudes propriamente humanas. É impossível compreendermos a civilização grega sem conhecer o kalos kagathos, “o belo e o bom” de que se compunha a flor dos cidadãos; a civilização romana sem o vir bonus dicendi peritus ou sem o civis romanus; a civilização medieval sem o santo, o cavaleiro, o hidalgo; a civilização francesa do séc. XVII sem o honnête homme; a civilização inglesa anglo-saxã sem o gentleman. Uma civilização não se limita a ser um repositório de obras literárias, artísticas, científicas e religiosas: é antes certo modo de vida, de atitudes e de hábitos que distingue o homem do animal, e cuja perfeição e maturidade é alcançada pelos melhores, i. e., pelas elites. Por isso, as grandes civilizações puseram em relevo certo tipo humano e de modelo humano que talvez não exista, mas cuja atração ordena os esforços dos que se beneficiam de seu esplendor."[1]

 



Considerações finais:





O sentido original da palavra elite, bem como as concretas e autênticas  aristocracias do passado, pouco tem a ver com o mero poder econômico e a riqueza. Ademais, há que se estar atento ao perigo de perceber e conceber as “minores seletas” em sentido exclusivamente intelectual, de erudição e cultura livresca. O surgimento e a constituição de falsas elites exclusivamente baseadas no poder material e no dinheiro, ou então em qualidades unicamente de ordem intelectual e “cerebral”, é algo que se consolida apenas na modernidade que, como bem observou Marcel de Corte (2005), tende a hipertrofiar de maneira teratológica os valores materiais e a racionalidade abstrata desvinculada da vida e do real. 




Uma elite cultural de “pensadores sofisticados” e “gênios da ciência” exclusivamente estribada em modismos doutrinários, ideologias exóticas e noções rebuscadas em nada poderá contribuir com a tarefa de restauração dos princípios e instituições tradicionais que configuraram a civilização ocidental.

 



Como sublinha Rafael Gambra (1947):

 



"Em uma genuína elite o elemento decisivo e basilar é o 'valor moral, a qualidade espiritual e a integridade do caráter', que, resumidamente, se caracteriza por ser uma síntese do espírito religioso e do sentido social de servir à comunidade. As autênticas e verdadeiras aristocracias e elites dirigentes cumprem o importantíssimo papel de guardiãs das tradições culturais e religiosas de um povo e de protetoras da ordem política e da harmonia social."

 



Diante da massificação despersonalizadora e do predomínio na pós-modernidade de um “espirito plebeu” mesquinho e vulgar, é cada vez mais necessário formar novas elites que encarnem valores superiores e que exerçam uma efetiva ação pedagógica, formadora e orientadora. Elites e aristocracias que através de condutas, gestos e do seu ethos peculiar exemplifiquem uma vida marcada pela disciplina, lealdade, franqueza, gravidade, autodomínio e ascetismo.

 


 

 

Referências bibliográficas:




-Corte, Marcel de. L’homme contre lui-même. Éd. de Paris, 2005; págs 107-137. A Crise das Elites. Tradução: Permanência. Disponível em: http://permanencia.org.br/drupal/node/1367. Acesso em: Acesso em: 20/10/2018.

 

-Gambra, Rafael, El problema de las clases directoras en la sociedad contemporánea, en Revista Internacional de Sociología 18 (Madrid), 1947, pp. 364-367.

 

-Ortega Y Gasset, José. A Rebelião das Massas. Livro Ibero- Americano: Rio de Janeiro, 1971.

 

-Mounier, Roland.  As Hierarquias Sociais. Publicações Europa-América: Lisboa, 1974.

 



*[1] Disponível em: http://permanencia.org.br/drupal/node/1367. Acesso em: 20/10/2018.





Fonte - https://www.burkeinstituto.com/blog/atualidades/o-desprezo-pelas-elites/






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Shalom! A Paz em Cristo e o Amor de Maria, a mãe do meu Senhor (Lucas 1,43)

Narrativas contra Bolsonaro: genocídio, homofobia e outros debates políticos





A narrativa de manada: Genocida, Homofóbico, Racista, Fascista, Machista, Taxista...   

Por: Flavio Morgenstern





A revista do “Senso Incomum” número 4, que faz uma análise lingüística de como sobreviver ao novo vocabulário político dos dias que correm. Palavras como machista, homofóbico, racista e, claro, fascista são a tônica do discurso político atual. Na verdade, são palavras rigorosamente acreditadas. Exigem crença (mais que razão), e são adoradas e cultuadas por seus usuários!












De fato, é possível mesmo traçar a visão e o voto de alguém simplesmente pelo uso (ou não), de tais vocábulos! Exatamente por isso, o uso das palavras “machista, homofóbico, racista, fascista”, que sempre são usadas em conjunto, precisa ser tratado como se lida com uma religião, e não como um fenômeno descritivo, lógico ou mesmo político como está sendo feito.




De fato, estas palavras são fetiches!









São adoradas (ainda que como anátemas e pragas rogadas contra um inimigo)! São consideradas as questões mais importantes do Universo desde o Big Bang. Seu uso está mais próximo do gestual de uma pessoa religiosa ao fazer o sinal da cruz (ou melhor, de uma supersticiosa ao usar um pé de coelho) do que de procurar entender o que é o tal “patriarcado” ou “racismo estrutural”. E, claro, são sempre acompanhadas de comportamentos igualmente repetidos com rito de obediência, como dizer “vá estudar o feminismo”.






Fonte:https://sensoincomum.org/2018/12/03/revista-senso-incomum-4-machista-homofobico-racista-fascista/






Homofobia, machismo, racismo...Calma, se você for de esquerda, tudo bem!

Por Luan Sperandio -  Gazeta do Povo [17/04/2019]










Em discussão nas redes sociais, o ex-candidato à presidência Fernando Haddad fez uma polêmica provocação direcionada ao vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro. Em resposta a uma publicação crítica ao mandato de Jair Bolsonaro, o filho do presidente afrontou Haddad ao dizer “Chora marmita”. Foi respondido com um deboche indireto de Haddad a Carlos Bolsonaro, insinuando de que o mesmo seria Gay.O Catraca Livre, veículo com viés progressista, corretamente criticou o ex-prefeito de São Paulo: "Questionar se ‘o priminho tá bem’ fez com que Haddad tentasse diminuir Carlos Bolsonaro na discussão, partindo da premissa que ser gay é algo a ser ridicularizado...algo totalmente deplorável e desnecessário." Em contraponto, o ex-parlamentar do PSOL Jean Wyllys, o primeiro a eleger-se a partir da causa LGBT, saiu em defesa de Haddad:“Atacar Haddad por ter sido irônico com um homofóbico hipócrita que vive de depreciar a comunidade LGBT orgulhosa de si é falta de estratégia por parte da esquerda, e hipocrisia por parte da extrema-direita.” O mesmo Jean Wyllys também, atacou em 2011 Clodovil Hernandes, ex-deputado homossexual, ao afirmar que:“O ex-apresentador teria “homofobia internalizada” por não levantar as bandeiras da causa LGBT. Pelo fato de Clodovil ter sido contra cotas raciais, políticas migratórias e legalização das drogas e do aborto, bem como defendido privatizações e redução da maioridade penal — o exato oposto das pautas da esquerda brasileira, Clodovil nesta ocasião não mereceu a guarida de proteção da patrulha do politicamente correto. De forma semelhante, em 2016, José de Abreu foi provocado verbalmente por um advogado carioca, em um restaurante de São Paulo, devido a sua militância política. Em resposta, o ator cuspiu nele e em sua esposa. A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), militante pelos direitos das mulheres e ex-Ministra dos Direitos Humanos, manifestou-se em favor do artista: “Julgam Zé de Abreu por uma reação imediata. Quem reage a agressão não planeja como agir, quem agride, sim. Respeite e serás respeitado", declarou Rosário. A mulher do advogado, agredida gratuitamente, não obteve a defesa da parlamentar, que milita pelos direitos das mulheres. Já em 2018, o ex-deputado federal Ciro Gomes chamou o vereador de São Paulo e coordenador do MBL Fernando Holiday (DEM) de “capitãozinho do mato”, uma fala que o tornou alvo de inquérito por crime de injúria racial pelo Ministério Público de São Paulo. A expressão faz menção a um serviçal negro, pobre e livre, encarregado da captura de escravos fugitivos e coadjuvante na manutenção da escravatura. O mesmo movimento negro, que pediu boicote a Ciro Gomes quando ele fazia oposição ao PT em 2002, dividiu-se. Para o historiador Jones Manoel, por exemplo, Holiday faz parte de um movimento cuja postura política reforça o racismo. “Ele é contra as cotas raciais: importante, ainda que limitada, política pública de mitigação ao racismo. Nesse sentido, creio que a crítica de Ciro Gomes é correta”. As entidades representativas do movimento negro, por outro lado, sequer manifestaram-se sobre o episódio. A questão que fica é: Que emancipação é essa que não permite alguém agir conforme sua consciência? Ter a mesma cor não deveria significar ter a mesma inclinação política e lutar pelas mesmas coisas para ter uma opinião respeitada. Afinal, o desrespeito pela individualidade é uma faceta do racismo. Também no ano de 2002, quando foi candidato a presidente, Ciro foi questionado durante entrevista acerca da importância de sua mulher, a atriz Patrícia Pillar, na campanha: O político respondeu que “o papel dela é o de dormir comigo”. Contudo, parte do movimento feminista “Ele Não”, ocorrido durante as eleições de 2018, repudiava com razão as declarações machistas de Jair Bolsonaro e ignorava assertivas como as de Ciro Gomes. Assim, a despeito da postura, sua candidatura foi endossada pela maioria das feministas na corrida eleitoral de 2018, na medida em que o presidenciável declarou que o comentário foi “o maior erro de sua vida” e, durante a campanha, prometeu recriar a Secretaria das Mulheres e formar um governo 50% feminino. Não obstante, um ano antes, ao comentar sobre a pré-candidatura da ex-senadora Marina Silva, afirmou faltar “testosterona” à ambientalista. Sua violência reiterada contra as minorias não foi suficiente para desincentivar o apoio da esquerda politicamente correta a ele.Participando da Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara dos Deputados, em 10 de março deste ano, a ministra Damares Alves elogiou a beleza do deputado Túlio Gadêlha (PDT-PE), em um momento descontraído e que arrancou risadas de parlamentares. O deputado federal, mais conhecido por seu namoro com a apresentadora Fátima Bernardes, respondeu ao elogio nas redes sociais: "Diga a ela que pode tirar o Jesus da goiabeira que não vai rolar milagre, não", em referência a uma fala na qual a Ministra afirmou ter visto Jesus Cristo em um pé de goiaba, quando cogitou suicídio em virtude de abusos sofridos na sua infância. O comentário poderia provocar críticas tanto pela ofensa à crença religiosa de Damares quanto pelo machismo inerente a ele, mas a Frente Parlamentar em Defesa das Mulheres se manteve em silêncio sepulcral...(Poderíamos acrescentar Lula dizendo que em Pelotas só tinha Gay, e convocando as mulheres de grelo duro para saírem em sua defesa).Também não houve grandes manifestações de repúdio direcionadas ao professor de filosofia Paulo Ghiraldelli quando ele desejou, em 2013, que a jornalista Rachel Sheherazade fosse estuprada. A quantidade de casos semelhantes é infindável, mas fica clara a percepção de que a esquerda não é feminista, não é contra a homofobia, e tampouco defende os negros: ela apenas cria e vende narrativas a fim de se capitalizar politicamente, alimentando o cabresto ideológico responsável por sua ocupação de espaços e silenciamento de dissidentes. Tudo em nome de um projeto de poder.





Para a indignação seletiva da esquerda não importa o que se fala, mas sim quem fala!





É o duplipensar de George Orwell manifestado dia após dia, não de forma institucionalizada pelo Estado, mas por grupos que almejam o poder!







A hipocrisia seletiva do politicamente correto!












Os colunistas da Gazeta do Povo Guilherme Fiúza e Rodrigo Constantino têm opiniões similares a respeito de a quem interessa o politicamente correto.




Rodrigo afirma:



“O politicamente correto interessa a quem quer calar o debate por falta de argumentos. É uma forma velada, ou nem mais tão velada assim, de intimidar o oponente. Então se rotulam as supostas malignas intenções — ele é racista, machista, homofóbico, xenófobo — para não ter de rebater aquilo que se diz. Ataca-se o mensageiro para não ser preciso responder à mensagem”





Já Fiúza critica o fato de que os agentes defensores do politicamente correto buscam “monopolizar as virtudes”!






“O politicamente correto já foi uma demagogia. Hoje é uma subdemagogia para vender altruísmo pirata a R$ 1,99 — e rende milhões e milhões de dólares, porque ficou baratíssimo ser egoísta legalizado. É um mercadão de grana, voto, notícia, publicidade e poderes variados. O kit bondade dá ao seu titular o monopólio da virtude contra o fascismo imaginário (que pode ser projetado em qualquer mortal que não esteja trajando os adereços oferecidos pelo kit de R$ 1,99).”






Constantino aponta ainda a hipocrisia do politicamente correto, haja vista sua seletividade:






“Serve para calar e intimidar o humor contra as supostas minorias: contra o homem cristão, branco e hétero, pode meter o pau! O politicamente correto passou a ser um dos principais instrumentos nessa marcha das minorias oprimida, é a revolução das vítimas. E não tem nada a ver com as minorias em si: o feminismo não quer saber da Thatcher, o movimento negro não quer saber de Holiday”.





Embora o Estados Unidos seja um país referência por sua proteção ao direito constitucional à livre expressão, ele é dominado pelo discurso politicamente correto, o que cerceia debates. Isso ficou explícito por um caso ocorrido recentemente com a deputada democrata pelo Minnesota, Ilhan Omar. Ela minimizou a série de ataques terroristas contra os Estados Unidos coordenados pela al-Qaeda em 11 de setembro de 2001, que vitimou milhares de pessoas, dizendo que existe uma suposta islamofobia generalizada porque “algumas pessoas [muçulmanas] fizeram coisas”. As críticas direcionadas a Omar foram respondidas como sendo “incitações à violência pelo fato dela ser uma mulher negra, progressista e muçulmana”.













“Não se pode mais criticar o que foi dito. Ao dizer que se está incitando violência por criticar uma declaração infeliz, você mata qualquer debate racional”, conclui Constantino.











Em entrevista à Gazeta do Povo, o humorista Danilo Gentili afirmou que:




"o politicamente correto quer dizer que existe uma corrente política querendo que você seja correto, mas segundo a vertente deles! As pessoas acabaram banalizando o termo: muita gente confunde o politicamente correto com evitar gafes ou não ofender ninguém, mas não é disso que se trata. O politicamente correto se trata de um controle político específico”. É como se, para estar correto, fosse necessário seguir aqueles dogmas! Gentili conclui que "não existe ditadura oficial, mas sim um organismo de intimidação muito grande, para que se crie uma espiral de silêncio e as pessoas não falem certas coisas.”




“Teoria dos privilégios” (lei não para todos, mas para poucos)




(o que é mais justo? Cotas SOCIAIS, ou raciais?)




A norte-americana Peggy McIntosh fundamentou em artigo o que ficou conhecido como a Teoria do Privilégio, segundo a qual este se dá em função de aspectos socioeconômicos mais vantajosos e delimitados a partir do nascimento. A origem do termo privilégio denota a “lei para poucos”, isto é, uma distinção que possui origem e chancela estatal. Para a professora, no entanto, os privilegiados se beneficiam de vantagens individuais não concedidas pelo Estado e que podem ou não ser aproveitadas: quem nasce homem, branco, hétero e rico é naturalmente privilegiado em relação a mulheres, negros, gays e pobres. Os primeiros não sofrem opressão, enquanto quem não dispõe das mesmas características tende a ser vítima desta. Para o cientista político Bruno Garschagen, que tratou do tema em sua obra “Direitos Máximos, Deveres Mínimos”, se trata de “um reforço à caricatura que o marxismo faz entre ricos e pobres, entre opressores e oprimidos”. 









O filósofo Joel Pinheiro da Fonseca vai além. Para ele, a aplicação que se faz, no debate público, da teoria de McIntosh para analisar qualquer processo social é muito pobre: “Cada uma dessas categorias se dá em um contexto individualizado. Em determinada circunstância, uma mulher negra pode ter poder e oprimir um homem branco, por exemplo. De fato, em geral homens tendem a ter maior poder que mulheres, mas o importante é a análise do caso concreto e de seu contexto, o que se perde ao tratar indivíduos apenas com base em categorias e teorias abstratas”. A teoria dos privilégios pavimentou o caminho para a “esquerda moderna” tomar para si o discurso de proteção das minorias, e é a base para entender o comportamento desta militância.






Fonte:https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/homofobia-machismo-racismo-se-voce-for-de-esquerda-tudo-bem/





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(fotos reprodução)




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Os quatro tipos de Evangelização: Querigmática – Catequética – Testemunha da Verdade, e Intercessora

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 22 de junho de 2020 | 22:48







Não tem coisa melhor do que ser um "Católico esclarecido", conhecer o sagrado magistério da Igreja, a missão universal e integral a ela confiada como instituição divina, e a partir disto encontrar o seu lugar e sua missão pessoal dentro deste grande jardim. Como do contrário, não tem coisa pior do que aqueles(as) que desconhecem isto e ficam perdidos(as), querendo transformar realidades particulares e pessoais em missão universal, ou quando pior, achando que só o seu trabalho e missão é o mais importante de todos, menosprezando e diminuindo os demais com críticas do tipo: “Por que você não vai evangelizar ao invés de ficar só polemizando e falando de política?”. Como se a política não fosse uma ferramenta evangelizadora querida e motivada pela própria Igreja na obra de evangelização. 

Che Guevara: este é o ídolo assassino dos Ptistas e do “gabinete do amor”

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 21 de junho de 2020 | 22:49






Nesta data, portanto, há aproximadamente 48 anos, Ernesto “Che” Guevara recebeu uma grande dose de seu próprio remédio. Sem qualquer julgamento, ele foi declarado um assassino, posto contra um paredão e fuzilado. Historicamente falando, a justiça raramente nunca foi naturalmente tão bem  feita e eficaz. A velha LEI DO RETORNO operou sem piedade: “Tudo o que vai, volta”, expressa bem essa situação.


Efesios 4,27: “Não deis lugar ao demônio”







Santa Teresa d’Avila era muito ciente dista passagem:



Filipenses 4, 8 :"Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento."

Crise na Fé e Influência do Mal: O Verdadeiro Significado da "Fumaça de Satanás" Segundo o Papa Paulo VI

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 20 de junho de 2020 | 20:31


(foto reprodução)



O que realmente papa Paulo VI quis dizer com:  “a fumaça de Satanás entrou na Igreja”?



No início da década de 1970, a Igreja Católica vivia um momento de intensa turbulência espiritual e institucional. O Concílio Vaticano II, encerrado poucos anos antes, havia aberto novas perspectivas pastorais, mas também gerado tensões e confusões internas. É nesse contexto que o Papa Paulo VI, profundamente preocupado com o rumo da Igreja, pronuncia uma frase que ecoaria pelos séculos: “A fumaça de Satanás entrou na Igreja.”  Em 29 de junho de 1972, durante a solenidade de São Pedro e São Paulo, o Pontífice expressa o drama de um pastor que, diante da crise de fé e da crescente influência do secularismo, via o mistério da iniquidade penetrar até mesmo os muros do Vaticano. 

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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