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11 principais erros de princípios e práticas do MST no Brasil

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 5 de abril de 2018 | 20:37








Se estivessem realmente querendo terra para trabalhar e plantar eu seria o maior defensor do MST! Mas todos sabemos que não é este o objetivo fim deste movimento! E gostaria de salientar que nem todos os participantes do movimento são pessoas más. Tem muita gente lá que deve ter sido influenciada e doutrinada, não possuindo condições para contestar o movimento. Além do mais, não há problema algum em trabalhadores rurais se unirem em sindicatos, cooperativas, etc. 










O MST é um movimento que Desde sua criação, seus participantes já receberam do governo mais de 22 milhões de hectáres de terra, equivalente a 5 Dinamarca. Mesmo assim o movimento não termina e nem dá sinais que vai terminar. Muitas das pessoas que recebem terras do governo não tem como produzir, nem viabilizar o plantio. Logo, muitos desses recebedores de terras acabam vendendo suas terras para outros e voltando a ser sem-terra. 






Atualmente a competitividade e complexibilidade do mercado agrícula dificulta muito a atuação pequeno produtor, que depende do governo, e outra série de fatores para conseguir produzir e vender sua produção!






Como pode um movimento que não pode pagar por seus crimes ser beneficiado por recursos públicos dos brasileiros contribuintes? 







A grande verdade é que a luta do MST é contra o grande latifúndio e o agronegócio! 






No entanto, o Brasil é um dos países com a comida mais barata do mundo por causa dos grandes latifúndios PRODUTIVOS, e do AGRONEGÓCIO que pela sua imensa produção acabam barateando a comida que chega na mesa de todo trabalhador brasileiro! 





Se não fosse pelos métodos de produção arrojados dos grandes produtores, boa parte dos nossos alimentos simplesmente não seria nem colhido, pois os caríssimos métodos agrícolas atuais conseguem prevenir as pragas nas safras e otimizar os meios de produção. 






Acabar com o grande latifúndio e o agronegócio, é lutar contra uma realidade que põe comida barata e de qualidade na nossa mesa! 






O  MST é  um movimento social brasileiro de inspiração marxista com influência da teologia da libertação, cujo objetivo é a realização da reforma agrária no Brasil. O MST teve origem na década de 1980. Defendem eles que a expansão da fronteira agrícola, os megaprojetos, dos quais as barragens são o exemplo típico, e a mecanização da agricultura contribuíram para eliminar as pequenas e médias unidades de produção agrícola e concentrar a propriedade da terra.





11 principais erros de princípios e praxe do MST no Brasil


(foto reprodução)




1- Parados no tempo - Aquilo que o MST defende é o passado: fixar o homem no campo é um atraso, pois hoje a economia do Brasil se encontra focada no setor de serviços e na indústria, onde existem os melhores empregos! O correto seria o governo pegar todos esse manifestantes, ensiná-los uma profissão e dar-lhes uma moradia nas cidades. Apenas dessa forma o manifestante poderia ter uma vida descente. Para quem não sabe, a esmagadora maioria das oportunidades de trabalho e crescimento agora estão nas cidades. Além do mais, acreditar que todo homem merece seu pedaço de chão é um delírio. Imagine se isso fosse aplicado no Japão. O que daria pra fazer com um cubículo de terra férfil que cada japonês “teria direito”?






2- Não adianta processa-los Judicialmente – Estrategicamente, como o MST não existe no papel, todo o ataque e destruição que ele eventualmente venha a causar a terceiros, sempre fica impune. Logo, quando o governo fomenta um movimento irresponsável como este, apenas esta alimentando a impunidade. Os líderes do MST sabem que o MST não pode ser punido e por isso promovem invasões e destruições do patrimônio privado, com a certeza da impunidade.


3- Perpetuidade de um ciclo vicioso - O MST é um movimento que tem um fim impossível e sua existência apenas impede a solução do problema. Desde sua criação, participantes do MST já receberam do governo mais de 22 milhões de hectáres de terra, equivalente a 5 Dinamarca.Mesmo assim o movimento não termina e nem dá sinais que vai terminar. Muitas das pessoas que recebem terras do governo não tem como produzir, nem viabilizar o plantio. Logo, muitos desses recebedores de terras acabam vendendo suas terras para outros e voltando a ser sem-terra. Atualmente a competitividade e complexibilidade do mercado agrícula dificulta muito a atuação pequeno produtor, que depende do governo para conseguir produzir.








4- Mal uso e administração do dinheiro público(sem prestação de contas) - Apenas entre 2003 3 2007, o governo do PT destinou mais de 12 bilhões de reais para ONGs, muitas delas ligadas ao MST. Como pode um movimento que não pode pagar por seus crimes ser beneficiado por recursos públicos dos brasileiros contribuintes?



5- Inimigos de morte do Capitalismo, e da meritocracia - A luta do MST é contra o grande latifúndio. No entanto, o Brasil é um dos países com a comida mais barata do mundo por causa dos latifúndios PRODUTIVOS, que pela sua imensa produção acabam barateando a comida que chega na mesa do trabalhador, e principalmente dos pobres que eles dizem defender. Se não fosse pelos métodos de produção arrojados dos grandes produtores, boa parte dos nossos alimentos simplesmente não seria nem colhido, pois os caríssimos métodos agrícolas atuais conseguem prevenir as pragas nas safras e otimizar os meios de produção. Acabar com o grande latifúndio é lutar contra uma realidade que põe comida na nossa mesa.







6- Injustiças e difamação ao agronegócio - Por que motivo perseguir o grande latifúndio? Será que os grandes produtores de grãos são perversos apenas por serem grandes produtores? Então por que não perseguimos também as grandes empresas? Será que os grandes empresários são perversos apenas por serem grandes empresários. Sucesso não é crime. Os grandes agricultores recebem o dinheiro deles produzindo, assim como todos os demais brasileiros. Isso é o certo. O errado é viver às custas do governo sem produzir nada, reclamando e querendo tomar tudo de quem realmente  produz.





7- Direito de Propriedade lezado - Todos nós temos o direito à propriedade, é bíblico e constitucional. O que o MST faz quando invade uma propriedade é negar o direito à propriedade do dono da terra. Ter conivência com isso é ser a favor do crime. O esbulho possessório, habitualmente praticado pelo MST, é crime previsto no art. 161, II do Código Penal. Se permitirmos que o direito de propriedade de outros seja solapado, não poderemos reclamar quando o direito à propriedade violado for o nosso!











8- Doutrinação ideológica impositiva - A Escola Nacional Florestan Fernandes, assim como todos os empreendimentos educacionais do MST, tem sido apontada pela mídia como um foco de doutrinação da esquerda revolucionária. Em 2004, as escolas do MST abrigavam 160.000 alunos, empregando 4.000 professores. Esses alunos acabarão recebendo doutrinação esquerdista e acreditando que invadir patrimônio alheio é justificável. Se desde criança uma pessoa é ensinada a entender que o crime é justificável, não poderemos reclamar se depois de adulta se tornar criminosa. Esta doutrinação massiva  e repetitiva, acaba provocando uma “dissonância cognitiva”. É um sistema de defesa do cérebro humano que bloqueia de forma compensatória, toda e qualquer ideia contrária àquilo que acreditamos e temos como certo, não importa a qualidade dos argumentos ou as evidências mostradas. Em teologia, classificamos este tipo de pessoa com relação a sua pertença a uma seita ou falsa religião, que mesmo prejudicando-a ela se recusa a sair, de “ignorância invencível”. Essa “dissonância cognitiva”, ou ignorância invencível, vale para toda e qualquer preferência e paixões: política, futebol, religião, biscoito, diversão, Pokémon favorito, e basicamente qualquer outra coisa a que alguém possa se agarrar firmemente e psicologicamente, como algo compensatório de alguma frustração, ou insucesso na vida. Reduz-se tudo ao discurso do NÓS contra ELES. Tudo o que ELES dizem está errado, enquanto tudo que NÓS dizemos e fazemos está certo, não importa os meios, mas unicamente os fins. NÓS somos superiores. ELES não sabem o que dizem, são corruptos, ladrões, ditadores, fascistas etc. Esse político aí pode ser corrupto ou incompetente, mas se ele é de esquerda, é melhor votar nele, que no outro que não é do meu time, e não se alinha a nossa forma de pensar e de agir, mesmo que queira fazer o bem por outra forma de agir e pensar o bem comum!






9- Descrédito pela sociedade como fruto da baderna - É claro que existe muita coisa errada no MST: venda irregular de lotes, bloqueio de estradas, assentamentos com baixa produtividade, denúncias de assassinatos, acordos políticos, lideranças corruptas e totalitárias, etc. Um movimento que no passado era conhecido por invadir latifúndios improdutivos, hoje, invade qualquer hortinha. Fica claro que o movimento já perdeu bastante do seu caráter inicial e que a tendência é só piorar conforme se aliem com o governo, e este o apoie.


10- Prática ideológica de protestos carregados da famigerada indignação seletiva - Desde muito tempo atrás o MST é visto como mais um braço radical de um certo partido que existe. Se eles fossem um movimento sério, protestariam todos os dias lá na porta do Congresso e do gabinete presidencial. No entanto, sabemos muito bem que não é lá que eles protestam, pois quem está lá em Brasília já está do lado deles. Por isso eles têm que protestar bloqueando estradas, depredando plantações e destruindo centros de pesquisa que seriam úteis a todos nós. Pois só dessa forma eles podem prejudicar o povo e assim tentar engaja-los na luta deles. Protesto sim, vandalismo não!






11- A Prática da Reforma Agrária brasileira é um modelo fracassado e já ultrapassado em todo mundo, inclusive nos regimes socialistas: Infelizmente a reforma agrária já não é a solução nem aqui, e nem mundo afora:

-No Zimbábue a reforma agrária promovida por Robert Mugabe gerou inflação galopante e fome. 

-No México, primeiro país a fazer uma reforma agrária, os resultados foram tão desatrosos que o governo logo teve que agir para colocar a iniciativa privada de novo na agricultura. 

-No Egito, a reforma agrária conduzida por Nasser tornou os agricultores ainda mais miseráveis. 

-Cuba, Coreira do Norte, e China Comunistas: vivem o constante pesadelo da insegurança alimentar. O agronegócio brasileiro é quem praticamente alimenta a China e boa parte do mundo!


(foto reprodução)




A realidade é que o momento de ter feito uma reforma agrária se foi a muito tempo! O Brasil vive outra realidade! É mais urbano que agrário!  Se fosse feita hoje, os benefícios talvez não compensassem os prejuízos que o país teria na produtividade!






Fonte: acidblacknerd.wordpress.com








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Vale a pena ainda apostar na teoria da Conspiração do “GOPI”?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 4 de abril de 2018 | 22:36









COMENTÁRIOS INICIAIS: Não consigo precisar exatamente quando o golpe foi pensado. Acho que foi quando a Dilma ganhou a reeleição. Lula, Temer e Aécio não contavam com isso. Tinham certeza que ela perderia. Lula lançou uma candidata inviável para o suceder. Como ele poderia imaginar que ela ganharia? O ditado dizia que o raio não cairia no mesmo lugar pela segunda vez. Reeleição seria impossível. Mas aconteceu. Já no primeiro mandato, Lula e Dirceu adotaram uma prática em desconformidade aos anseios da esquerda. Por isso, muitos abandonaram o PT. Os dissidentes fundaram o PSOL , e a gota d’água que levou à fundação do partido foi exatamente a reforma da previdência, depois também, da aliança de Lula com Sarney e Collor, ainda em 2004. Lula já era ali um político que se integrara perfeitamente ao sistema vigente. Depois do mensalão, o PT aliou-se de vez ao Temer e ao PMDB. Mas o Lula viu que era inviável ficar no poder porque, para isso, dependia dos votos da esquerda e do dinheiro do empresariado. Havia uma contradição e a equação não fechava. Então Lula teve uma ideia: Costurou com o PMDB, com o PSDB e com os financiadores de campanha lançar uma candidata inviável, que perderia as eleições, permitindo espaço para os “adversários” chegarem ao poder e implementarem as políticas pedidas pelos endinheirados. Isso os tornaria eleitoralmente inviáveis e Lula voltaria em 2014, nos braços da esquerda e do povo, derrotando os neoliberais, para mais dois mandatos, ficando o mesmo grupo por, pelo menos, 20 anos no poder, mamando na Petrobras e onde mais fosse possível. O plano foi posto em prática. Tudo ia bem. A candidata foi lançada a princípio com apenas 10% de intenções de voto. Fizeram campanha, para garantir as aparências, mas o impensável aconteceu: Dilma ganhou. Bom, tudo bem. Ela inviabilizaria, com sua notória inabilidade, o PT para as eleições seguintes. Era só empurrar o plano por mais quatro anos. Fez uma campanha fantasiosa. Pintou um Brasil que não existia. Fez discursos sem pé nem cabeça do nós contra eles (quem?). Passada a reeleição, Dilma, Lula, Aécio, Serra, Temer e outros se reuniram para ver o que fazer? Tinham uma carta na manga: deliberadamente, haviam estudado a legislação e lembraram que haviam deixado no passado umas tais pedaladas fiscais para serem usadas em caso de necessidade. Não era muito, mas era alguma coisa, e decidiram usar. Articularam o processo de impeachment. Era o plano perfeito, convocaram a figura mais carismática do PT, que era Hélio Bicudo, pessoa que ninguém iria ficar com raiva dele, para dar o pontapé. Dilma viria na TV irritar o povo até o limite das panelas. Temer assumiria e poderia implementar finalmente as políticas que o alto empresariado vinha demandando, sem riscos. Combinaram com a Dilma que ela não perderia os seus direitos políticos, e que ela ainda sairia de vítima de uma conspiração “gopista”. Lula gritaria contra o golpe, mas não muito. Não viajaria o mundo se reunindo com líderes internacionais, nem iria pessoalmente à ONU nem nada assim. Convinha não exagerar na gritaria para não estragar o plano. Para garantir as aparências, Serra seria ministro. Ouve um imprevisto estranho e assustador: As risadas cordiais entre Dilma, Aécio e Lewandowski no dia do julgamento do impeachment no Senado quase puseram tudo a perder, mas a imprensa colaborou abafando as imagens. Temer desagradaria o povo o suficiente para garantir que Lula poderia voltar forte em 2018. Lula uniria as esquerdas e ganharia com folga 2018 e 2022. Melhor, impossível: 24 anos da turma no poder. Articularam logo de imediato com a imprensa e “aqueles jornalistas”(aqueles viu!!!) numa perseguição implacável ao Lula que, assim, se tornaria um mártir, ficando invencível. Bolsonaro entraria também no jogo: seu papel era fazer um discurso tão à extrema direita que convenceria até antipetistas convictos a votarem no Lula. Mas ai surgiu aquela dúvida: e se ninguém caísse no teatro de Bolsonaro, e de repente começassem a acreditar nesta proposta da direita? Era melhor não dar mole. Lula teria que ser invencível em 2018. Bolsonaro conseguiu vários aliados na imprensa para fortalecer seu teatro. Até a eleição dos EUA e da Argentina foi acertada com a cúpula do PT para dar credibilidade ao plano. E está tudo correndo conforme o previsto: A reforma da previdência, as terceirizações, tudo vai sendo aprovado, sem desgastar Lula nem Dilma, que levantaram esse discurso no passado mas o deixaram pra lá, pois articulando então esse golpe, sairiam mais fortes. Por enquanto, está dando certo. Tudo se encaminha para a volta do Lula quando já implementadas as políticas que ele sabia que, de outra forma, não seriam implementadas. Todo mundo hoje em dia tem uma teoria da conspiração. Esta é a minha, mas é apenas uma teoria minha gente, calma...

A "nova direita brasileira"e o porque de seu sucesso junto aos jovens?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 1 de abril de 2018 | 00:48


(foto reprodução)



A crise econômica, profunda corrupção, perniciosos crimes cometidos pelos mais altos cargos da República. A crescente imoralidade pública chegou junto da crise política e estremeceram a vida do Governo liderado há décadas pela esquerda brasileira, colocando à direita na rua, invadindo de forma fulminante o tradicional domínio esquerdista. Das diferentes vertentes políticas essa nova direita se faz surgir por jovens, motivados, cultos, e que mistura em seu fermento fortes traços de amor à pátria brasileira.De um lado temos as esquerdas, que favorece o controle estatal da economia e a interferência ativa do governo em todos os setores da vida social. Colocam o ideal igualitário acima de outras considerações de ordem moral, cultural, patriótica ou religiosa. De outro, a nova direita, que favorece a liberdade de mercado, defende os direitos individuais e os poderes sociais intermediários contra a intervenção do Estado, coloca a defesa do Brasil e os valores religiosos e culturais tradicionais acima de quaisquer projetos de reforma da sociedade.Essa direita é nova por ser liberal em costumes, a favor da liberdade de expressão, do governo institucional e contrária a qualquer forma de ditadura. O discurso está focado na tentativa de diminuição do poder do Estado, no aumento das liberdades individuais e na restauração de uma verdadeira democracia.Os benefícios são muitos, a começar pelo fato de apresentar à sociedade ideias políticas alternativas e mais adequadas ao Brasil, num período histórico em que a esquerda e as demais ideologias intervencionistas dominam a nossa política. Outro aspecto positivo é estabelecer um vínculo entre política e a sociedade. Hoje, inexistente pela desconfiança que temos dos políticos, que favorecem a rejeição pela atividade política. Ao rejeitarmos a política, deixamos as decisões nas mãos dos políticos com os quais não temos afinidade ou confiança. E, sozinhos, os políticos visam seus próprios interesses, trabalhando para, com a mentalidade intervencionista, aumentar o poder político e econômico do Estado.

A importância da leitura espiritual para o crescimento e maturidade Cristã

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 31 de março de 2018 | 23:53







É altamente recomendado, ainda, dedicar um tempo diário a ler algum dos muitos livros clássicos da espiritualidade católica – de preferência, se você tiver um diretor espiritual, com a recomendação personalizada dele para você. Não podemos ter sempre nosso diretor espiritual junto de nós para pedir-lhe conselho em todas as nossas ações e, especialmente, em nossas dúvidas; a leitura espiritual, porém, supre o seu lugar, dando-nos as luzes de que necessitamos e os meios de evitar os enganos do demônio e do amor próprio, e de viver segundo a Vontade de Deus. E por isso, segundo afirma Santo Atanásio, não se encontrará um fervoroso servo de Deus que não seja dado à leitura de livros espirituais.Um modo efetivo de alcançar o objetivo de crescer em santidade mediante a leitura espiritual é ir além da leitura propriamente dita: comece com uma meditação sobre o Evangelho do dia e, em seguida, faça a sua leitura do livro espiritual escolhido, a fim de fortalecer o seu relacionamento com Deus.Porém,não confunda a «leitura espiritual» com a «oração mental» (ou a «meditação»). É muito frequente o engano de pessoas que utilizam determinados livros para fazer a sua oração mental (ou a sua meditação), e acham que com isso estão fazendo leitura espiritual. Misturam e confundem conceitos diferentes. Para a oração mental ou meditação, cada dia, se quiser, você pode escolher à vontade textos de livros diferentes, os que achar que lhe podem servir de apoio para meditar sobre a sua vida e “falar com Deus”. A «leitura espiritual», porém, como acabamos de ver, é coisa diferente: trata-se de ler em sequência, quase que de “estudar” um livro inteiro, completo, que garanta o aprofundamento da sua formação. Há outras leituras, que também nos fazem muito bem; mais ainda, que nos fazem muita falta: as que nos proporcionam formação doutrinal. Entre elas, podem-se destacar os catecismos: desde Compêndio do Concílio vaticano II, até o próprio Catecismo da Igreja Católica, amplo, profundo, excelente, ainda que exige certo preparo doutrinário para entendê-lo bem. Um bom livro de teologia para leigos, que não hesito em recomendar, é a obra do americano Leo Trese, A fé explicada; excelente, pedagógico e claro. Em bastantes casos, pode ser usado também como “leitura espiritual”.Todos deveríamos achar algum tempo (não precisa ser diário, pode ser semanal, mais longo nas férias) para ler obras doutrinais. Hoje, num mundo de ideias confusas, é uma necessidade vital.Um dos maiores clássicos da literatura espiritual católica é a Imitação de Cristo, de Tomás de Kempis. Também são imperdíveis os livros do pe. Afonso de Santa Cruz sobre a vida de vários santos, beatos e mártires da fé. Em estilo romanceado, ele dá vida e dinamismo aos relatos.


Por um #sindicalismo classista, independente, e de resultados!

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 4 de março de 2018 | 20:58






Comida – Titãs



“A gente não quer só comida
A gente quer comida, diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída para qualquer parte...

A gente não quer só dinheiro
A gente quer dinheiro e felicidade
A gente não quer só dinheiro
A gente quer ser inteiro
E não pela metade...”


Patriarcado versus Matriarcado: Evidências históricas, fundamentos antropológicos e os limites das narrativas desconstrutivistas





Como e por que, o patriarcado se sobrepôs ao matriarcado na história da humanidade?


*Francisco José Barros de Araújo 




Não há qualquer pretensão de encerrar este tema com a presente reflexão. Ao contrário: trata-se de uma tentativa de organizar racionalmente um debate que, nos tempos atuais, tem sido frequentemente capturado por paixões ideológicas, leituras anacrônicas da história e disputas identitárias marcadas mais pelo impulso emocional do que pela análise rigorosa. A leitura de Sapiens, de Yuval Noah Harari, funciona aqui como ponto de partida, não como autoridade absoluta, mas como provocação intelectual relevante. Ao tratar da evolução do Homo sapiens e das estruturas sociais que emergiram ao longo de dezenas de milhares de anos, Harari recoloca uma questão central da antropologia: 



Por que a organização patriarcal se tornou predominante ao longo da história humana, enquanto sociedades matriarcais amplas e duradouras não se consolidaram como norma?  Essa pergunta persiste porque desafia explicações simplistas. 



A sociedade patriarcal antecede religiões organizadas, sistemas jurídicos complexos e mesmo a escrita. Ela atravessa continentes, culturas e épocas, resistindo a mudanças políticas, revoluções econômicas e transformações morais profundas. 



Antropólogos, biólogos, sociólogos e historiadores apresentam múltiplas hipóteses — desde fatores biológicos, como força física média e influência hormonal, até explicações evolucionistas ligadas à reprodução, à sobrevivência do grupo e à divisão de tarefas em contextos de escassez extrema. Nenhuma dessas teorias, isoladamente, resolve o problema; juntas, contudo, revelam a complexidade do fenômeno.  



No contexto contemporâneo, esse debate ganha nova tensão ao ser inserido no conflito entre a chamada heteronormatividade, a cultura gay e os movimentos identitários associados ao que se convencionou chamar de cultura woke. Hoje, discutir patriarcado, gênero e sexualidade exige um esforço consciente para que a racionalidade prevaleça sobre a militância acrítica. 



Nesse ponto, é significativo observar que o próprio Yuval Noah Harari — homossexual assumido e intelectual alinhado a pautas progressistas — não abdica da análise empírica e histórica em favor da pós-verdade. Ao contrário, Harari frequentemente vai na contracorrente do discurso emocionalizado, reconhecendo limites biológicos, contingências históricas e a impossibilidade de reescrever completamente a natureza humana apenas por decreto cultural.  



Assim, este texto não busca justificar moralmente o patriarcado, tampouco negá-lo como construção histórica sujeita a transformações. Busca, antes, compreender por que ele emergiu, por que se manteve por milênios e por que qualquer tentativa de superá-lo exige mais do que slogans: exige conhecimento histórico, rigor científico e honestidade intelectual.

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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