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Alguém me perguntou "quanto ganho para defender Bolsonaro?"

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 26 de janeiro de 2021 | 10:34

 


 

Alguém me perguntou quanto ganho para defender Bolsonaro?...Estou ganhando a esperança de ver um Brasil que não seja novamente refém do mensalão, do petrolão, dos esquemas bilionários de corrupção e da velha política sustentada por compra de apoio, aparelhamento institucional e impunidade seletiva.


Estou ganhando um país onde condenados não sejam tratados como heróis nacionais nem protegidos dentro do próprio sistema que deveriam respeitar. Estou ganhando a chance de ver o dinheiro público sendo menos usado para alimentar estruturas ideológicas, interesses partidários e organizações que por décadas viveram às custas do contribuinte sem apresentar retorno real para a população.


Estou ganhando o direito de acreditar novamente em valores que tentaram ridicularizar: família, patriotismo, liberdade de expressão, respeito à fé, segurança pública, mérito, honestidade e amor pela própria nação.


Estou ganhando o fim de bilhões despejados em artistas militantes, projetos ideológicos e manifestações culturais que muitas vezes afrontam os próprios valores da sociedade brasileira enquanto são financiadas com dinheiro do povo trabalhador. Cultura verdadeira não precisa destruir a inocência das crianças, banalizar a sexualização precoce nem transformar degradação moral em expressão artística.


Estou ganhando um presidente que, com todos os seus defeitos, nunca precisou posar de santo, intelectual ou salvador da pátria para dialogar com o povo simples. Um homem que falou aquilo que milhões de brasileiros tinham medo de dizer em voz alta porque durante anos qualquer opinião conservadora era imediatamente tratada como ignorância, preconceito ou extremismo.






Bolsonaro não é perfeito. Erra, exagera e muitas vezes age de forma impulsiva. Mas existe uma diferença enorme entre reconhecer defeitos reais e aceitar a caricatura construída por setores da mídia e da política que passaram anos tentando transformá-lo no maior mal da história do Brasil.


Não o vejo como mito, nem como herói. O Brasil já sofreu demais idolatrando políticos. Porém, também me recuso a aceitar a narrativa de que ele seja um fascista, nazista ou inimigo da democracia simplesmente porque ousou enfrentar interesses poderosos e questionar estruturas que durante décadas dominaram o país sem resistência popular significativa.


E talvez seja exatamente por isso que tantos enxergam sua perseguição e prisão como injustas: porque Bolsonaro se tornou símbolo de resistência contra um sistema político, midiático e ideológico que não tolera ser confrontado. Quando alguém desafia estruturas consolidadas, expõe privilégios e desperta o povo para pensar por conta própria, inevitavelmente se torna alvo.





O maior legado de Bolsonaro talvez nem seja econômico, mas cultural. Ele despertou milhões de brasileiros para a importância da liberdade, da responsabilidade individual, da defesa dos valores tradicionais e da necessidade de participação política ativa.


Hoje entendo que o verdadeiro desafio não é apenas eleger um presidente, mas formar uma geração inteira de cidadãos conscientes e parlamentares honestos comprometidos com esses princípios. Porque nenhum homem sozinho muda uma nação. Mas um povo desperto, vigilante e disposto a defender seus valores nas urnas pode mudar a história de um país inteiro.


Portanto, não ganho dinheiro para defender Bolsonaro. Ganho esperança de que o Brasil não volte a se ajoelhar diante daqueles que transformaram corrupção, manipulação ideológica e destruição moral em projeto de poder.

 

 






Estou ganhando o prazeroso sumiço do MST e muito, muito mais que o pão com mortadela que davam aos desgraçados mortos de fome, que já não tinham mais dignidade, nem o país que venderam por 30 reais e um pão, aos que lhes prometeram igualdade.






Estou ganhando o prazer de ver hipócritas deixando cair suas máscaras, outrora pedindo "mais amor", hoje revoltados porque um cantor de direita doou oxigênio, enquanto todos os de esquerda faziam o de sempre: passavam vergonha!

 

 





A propósito, não defendo o governo, defendo a verdade!




*Autoria supostamente dada a Rogério Pletz (carece de confirmação)


 









O Bolsonarismo é uma ideia que já ultrapassou Bolsonaro!

 


Se você olhar para o Bolsonarismo, ele consegue unir mais diversidades que o esquerdismo. Há o liberal, representado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e o militar, que é nacionalista e os Cristãos Católicos e Protestantes que são conservadores na moral e bons costumes. 



São ideias que se confrontam. Evangélicos querem ter presença forte e os liberais são contra a presença da religião no governo, mas mesmo assim, conseguem conviver e lutarem juntos com bandeiras comuns tais como a do conservadorismo, do Estado mínimo, da meritocracia e do equilíbrio entre direitos e deveres, e não só aquela do estado de direito esquerdista.











É um movimento sociopolítico sustentado por diversas correntes de pensamento que não são necessariamente complementares e às vezes antagônicos, como o liberalismo econômico, o militarismo, o cristianismo conservador, os pensamentos de Olavo de Carvalho, Felipe Pondé, entre outros.



O presidente se utiliza dessas correntes para justificar a militância para o patriotismo, os bons costumes, os valores familiares, a lei, a ordem, e o sepultamento da ideologia Comunista fracassada historicamente mundo afora.




A grande verdade é, quer gostem ou não, o bolsonarismo vai permanecer por muito tempo além da figura do Bolsonaro, mesmo que, em próximas eleições, algum candidato de esquerda ou de centro ganhe. Haverá agora reações desta nova corrente politica. Estudar e compreender o bolsonarismo não é coisa de momento, é algo que já vem sendo construído por um tempo e que vai ficar por muito tempo.






O vendido Reinaldo Azevedo escreveu um texto em que atacava não mais a Bolsonaro, mas os que apoiam o governo. O texto é rancoroso, maniqueísta, caricatural. Não leio há algum tempo Azevedo, a quem lia diariamente. Continua escrevendo bem, mas mudou o conteúdo: Já há algum tempo buscou uma reconciliação com os que o chamavam de nomes pouco educados, os mesmos que diziam ser ele hidrofóbico e rottweiler. Para isso, fez concessões intelectuais de tal monta que restou irreconhecível. Hoje, habilita Lula e o PT por vias transversas. Reinaldo Azevedo não se deu conta - e com ele muitos que exercitam o ódio contra Bolsonaro - que não raro o presidente é apoiado menos por quem é do que pelo que são os seus adversários. Essa história do leite condensado é um exemplo!

 



-Quando fecham o comércio e os postos de trabalho, indo passar as férias em Miami, Bolsonaro se fortalece.

 

-Quando dizem “fiquem em casa”, mas vão passar as férias com a família em paraísos tropicais, Bolsonaro se torna mais forte.

 

-Quando artistas dão depoimentos com fisionomias fúnebres, mandam as pessoas ficarem trancadas, mas dia após dia são vistos nas ruas, em academias, em caminhadas ao ar livre, em barcos e lanchas, seguindo a vida, Bolsonaro cresce em popularidade.Porque a hipocrisia é escancarada.

 

-Os que o chamam de genocida por alertar que a economia paralisada mataria mais, com o seu jeito rústico, são os mesmos que agora reclamam da carestia, da Ford indo embora (e foi da Europa também pelas mesmas razões de estratégia empresarial) e da inflação. Há muito cinismo!

 

-Bolsonaro se fortalece ainda a cada depoimento desesperado de artistas que se beneficiavam de elevadas renúncias fiscais da Lei Rouanet. Milhões que deixavam os cofres públicos para eventos culturalmente nulos de produtoras ligadas aos braços da esquerda.

 

-As pessoas cansaram do jornalismo que distorce para estorquir o governo por verbas.

 

-Se cansaram de ver toda noite os mesmos ataques, as notícias apocalípticas, porque acabou a farra com o dinheiro de publicidade.

 

-Vemos a Globo - que dizia não precisar de verbas públicas - demitir, realinhar salários, abrir mão do monopólio de eventos esportivos, perder estrelas com salários irreais para o Brasil.

 


 

Então, esses que apoiam o governo olham o cenário todo e não apenas o que a imprensa quer destacar!

 


 

Veem os defeitos de Bolsonaro, erros seus, decisões que poderiam ser diferentes, mas observam os contornos, os adversários, as narrativas absurdas contra ele e, assim, mantêm o apoio e explicitam isso sem receio. Porque sabem pelo que lutam e contra o que lutam. 



Um Brasil igualitário e plural é um país que não se feche no ódio identitário, mas alimente a igualdade na dignidade da pessoa humana; é o país que não persiga a fé e as tradições por uma minoria organizada que odeia a transcendência e o sagrado.É o país das oportunidades que não se deixa escravizar por patrulhamentos, por sectarismo, pelo discurso asfixiante do politicamente correto, que busca constranger e intimidar quem somos e o que somos por uma moral amoral pautada por uma agenda de esquerda. 



É por isso que Bolsonaro continua com tanto apoio. Porque olhamos para os que o odeiam e vemos que lhes faltam méritos para lhe darmos o mínimo de apoio -Na cabeça dos jegues esquizofrênicos da esquerda brasileira, o presidente toma banho com leite condensado e constrói tanquinhos de guerra em tamanho real com chicletes, nas horas vagas. No detalhamento das compras, o leite condensado foi adquirido pelo ministério da defesa, para ser distribuído entre Marinha, Exército e Aeronáutica, com um total de 334,5 mil militares durante 1 ano, para fazer sobremesa para os militares.



(foto reprodução)



 

Acha abusivo os militares das Forças Armadas comerem uma sobremesa?

 

 


Abusivo são 9 bilhões que uma ex-terrorista que presidiu o país, gastou com publicidade.Sem falar nos vinhos e viagens de luxo para reuniões ideológicas com países ditatoriais.

 

 


E os chicletes ?

 

 

São todos para a Aeronáutica por 20 centavos a unidade. Qualquer um que assistiu Top Gun ou algum filme do gênero, sabe que pilotos usam chicletes para aliviar a pressão nos ouvidos mais rápido, para poderem ouvir a comunicação de rádio pelos fones. Seria absurdo os 83 mil militares da aeronáutica mascarem chicletes com propósito de segurança?

 

 

Abusivo é Lula, o ladrão, passeando livre no Caribe e gastando só com assessoria, 500 mil do erário público, recebendo 58 mil / mês por anistia e salário de ex- presidente com despesas pagas, depois de roubar, corromper e aparelhar tudo o que tocou, por 14 anos. Chiclete para pilotos não, isso não é abusivo.Essa é a verdade.O resto é conversa fiada de jornalista burro e jegues esquizofrênicos de plantão, preocupados com chicletes dos pilotos mas passivos sobre as lagostas e vinhos premiados do STF.Todos desesperados, sem propinas, sem escândalo de corrupção há dois anos, tendo que fabricar desinformação e fake news.

 

 

 

Para a galera que ainda reclama do impeachment de Dilma



Vocês acham que se essa grana tivesse sido investida na Saúde, educação e segurança, hoje você estaria vivendo como está?

 


 


 

 

● 38,26bilhões de reais com os Jogos Olímpicos;

 

● 40 bilhões de reais com a Copa do Mundo de Futebol;

 

● 121 bilhões de reais desviados da Petrobras;

 

● 12,6 bilhões de reais repassados a 7.700 ONGs, governo Lula;

 

● 9 bilhões de reais em publicidade, em 4 anos do governo Dilma. O último não tenho;

 

● 7 bilhões de reais em publicidade, governo Lula;

 

● 1 bilhão de reais ao MST e outros movimentos ligados ao PT, governo Dilma.

 

● 152 milhões de reais repassados ao MST, só no governo Lula;

 

● 154 milhões de reais com cartão corporativo (gastos secretos), gestão Dilma;

 

● 65,9 milhões de reais repassados à UNE nos governos Lula e Dilma;

 

● 50 milhões de reais com cartão corporativo (gastos secretos), gestão Lula

 

● 11 milhões de reais repassados por Dilma a blogueiros petistas às vésperas do impeachment

 

● 6,5 bilhões de reais em obras na República Dominicana;

 

● 1 bilhão de reais/ano de mesada à ditadura cubana, sob o disfarce de “Mais Médicos

 

● 2,9 bilhões de dólares investidos a fundo perdido na construção da primeira fábrica de medicamentos contra Aids da África, em Moçambique; fazendas experimentais de arroz no Senegal e de algodão em Mali; projetos agropecuários, de combate ao trabalho infantil e de capacitação de docentes para o ensino de português no Timor-Leste, e a implantação de bancos de leite humano de 22 países da África

 

● 1,5 bilhão de dólares de prejuízo naquela falsa tomada de assalto às refinarias da Petrobras na Bolívia. Na verdade foi um ato nojento e covarde de traição do governo petista ao povo brasileiro. Conforme posteriormente Lula confessou, ele e o índio cocaleiro já haviam acertado toda a farsa, anteriormente: Evo faria o teatrinho de “ocupação“ das instalações da Petrobras e ele doaria tudo à Bolívia. E assim foi feito;

 

● 1,22 bilhão de dólares na construção de uma 2ª ponte de 3.156 m sobre o rio Orinoco, Venezuela;

 

● 1,5 bilhão de dólares na construção de um trem subterrâneo na Argentina (o famoso soterramento do Ferrocarril Sarmiento, ligando Buenos Aires a Moreno)

 

● 1 bilhão de dólares para o metrô Cidade do Panamá;

 

● 900 milhões de dólares de perdão de dívidas a ditaduras africanas para com o Brasil;

 

● 792,3 milhões de dólares de prejuízo na compra da refinaria sucateada de Pasadena, Texas e depois revendida abaixo do preço.

 

● 732 milhões de dólares na construção do Metrô de Caracas, Venezuela;

 

● 692 milhões de dólares para o porto de Mariel, Cuba;

● 636,8 milhões de dólares na expansão de gasodutos da distribuidora Cammesa, Argentina

 

● 400 milhões de dólares em auxílio para compra de alimentos para Cuba;

 

● 200 milhões de dólarespara compra de máquinas agrícolas para Cuba(bolsa agrícola cubana);

 

● 650milhões de dólares para melhorias no porto de Mariel, em Cuba;"

 



"Só" isto acima totaliza a bagatela do rombo de R$ 229.412.000.000,00



CONCLUSÃO



No fim das contas, a verdadeira batalha nunca foi apenas sobre Jair Bolsonaro. O que está em jogo é muito maior do que um homem, um partido ou uma eleição. Trata-se de decidir que tipo de país queremos deixar para nossos filhos e futuras gerações.




De um lado, existe um projeto de poder sustentado por dependência estatal, aparelhamento ideológico, relativização moral, censura disfarçada de combate à desinformação e uma elite política que sempre acreditou que o povo brasileiro deveria apenas obedecer calado. Do outro lado, surgiu uma população cansada de corrupção, cansada de ver seus valores ridicularizados, cansada de trabalhar para sustentar privilégios e estruturas que pouco retornam ao cidadão comum.



Bolsonaro talvez tenha sido apenas o estopim desse despertar nacional. Pela primeira vez em décadas, milhões de brasileiros comuns começaram a discutir política, economia, liberdade, constituição, conservadorismo, imprensa, ativismo judicial e o papel das instituições. O povo deixou de ser mero espectador para tentar participar do debate público. E isso incomoda profundamente aqueles que sempre controlaram as narrativas sem resistência.


É por isso que muitos enxergam a perseguição contra Bolsonaro não apenas como algo pessoal, mas como um recado direcionado a todos os que ousam pensar diferente da narrativa dominante. Quando tentam destruir reputações, censurar vozes e criminalizar opiniões divergentes, o objetivo não é apenas atingir um líder político, mas intimidar milhões de brasileiros que compartilham dos mesmos valores.


Mas ideias não podem ser presas. Valores não podem ser cancelados. E um povo que despertou dificilmente volta a dormir completamente.


O movimento conservador brasileiro não nasceu de marketing político, nem de manipulação midiática. Nasceu do sentimento legítimo de abandono vivido por milhões de cidadãos que já não se viam representados por elites políticas desconectadas da realidade do povo. Nasceu da revolta contra a corrupção institucionalizada. Nasceu da defesa da família, da liberdade religiosa, da segurança pública, do direito de educar os filhos segundo seus princípios e da recusa em aceitar que apenas uma visão ideológica possa dominar todas as instituições da sociedade.


Agora, o desafio do povo brasileiro é amadurecer politicamente. Não basta apenas apoiar Bolsonaro emocionalmente ou transformar políticos em figuras messiânicas. O Brasil precisa formar uma base sólida de parlamentares honestos, governadores responsáveis, prefeitos comprometidos com a população e cidadãos preparados para defender seus valores de maneira consciente e permanente.


Nenhuma transformação verdadeira acontece apenas através de um presidente. Mudanças duradouras acontecem quando existe uma sociedade vigilante, culturalmente forte e politicamente ativa. É preciso ocupar espaços, fortalecer lideranças conservadoras sérias, defender a liberdade de expressão, exigir responsabilidade institucional e impedir que o país retorne ao ciclo de corrupção, manipulação e aparelhamento que tanto destruiu a confiança do povo brasileiro.


Talvez Bolsonaro passe. Talvez seja derrotado politicamente. Talvez continuem tentando silenciá-lo. Mas o que ele despertou em milhões de brasileiros dificilmente desaparecerá. Porque o bolsonarismo, para além de um nome, tornou-se símbolo de resistência cultural, política e moral contra um sistema que por muito tempo acreditou ser intocável.


E enquanto houver brasileiros dispostos a defender a verdade, a liberdade, a família, a fé, a justiça e o direito do povo de pensar por si mesmo, esse movimento continuará vivo.


O futuro do Brasil não depende de salvadores da pátria. Depende de um povo consciente, corajoso e disposto a não entregar novamente sua liberdade nas mãos daqueles que transformaram o poder em instrumento de dominação ideológica e interesses pessoais.



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“Este apostolado não possui fins lucrativos. As contribuições são destinadas à evangelização, produção de conteúdo e manutenção do projeto.”

 

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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