Maurício Erthal e sua polêmica mensagem: “Queridos formandos, burros e jumentos!” – uma reflexão sobre educação e futuro
De tempos em tempos, surgem textos que incomodam não porque sejam ofensivos, mas porque expõem, sem rodeios, uma realidade que muitos preferem ignorar. Este é um desses casos. À primeira vista, pode soar duro — e de fato é. Mas talvez o incômodo maior não esteja no tom, e sim no conteúdo que toca em feridas abertas da nossa sociedade.
A autoria do texto costuma ser atribuída a Maurício Mühlmann Erthal, embora também haja registros semelhantes publicados por Rosalvo Reis. Independentemente de quem o escreveu, a verdade é que a força da mensagem ultrapassa a assinatura.
O que está em jogo aqui não é quem disse, mas o que está sendo dito — e, principalmente, o quanto disso reflete a realidade educacional brasileira.
Há ainda a alegação de que o texto teria sido lido em uma cerimônia de formatura na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre. A veracidade desse detalhe é discutível, mas pouco altera o essencial: trata-se de uma crítica contundente ao modelo de educação que vem sendo consolidado no Brasil ao longo das últimas décadas.
O ponto central da reflexão recai sobre a influência de Paulo Freire no sistema educacional brasileiro. Amplamente celebrado no país, seu pensamento pedagógico é frequentemente tratado como referência incontestável.
No entanto, críticos argumentam que essa hegemonia carece de resultados práticos consistentes, especialmente quando observamos indicadores internacionais de desempenho educacional, como o Programme for International Student Assessment (PISA).
Surge então uma pergunta inevitável: se determinado modelo educacional é tão eficaz quanto se afirma, por que não é amplamente adotado por países com melhor desempenho educacional? Nações frequentemente citadas como referência — como Finlândia, Japão e Alemanha — seguem caminhos distintos, com metodologias próprias, muitas vezes centradas em rigor acadêmico, disciplina e avaliação contínua de resultados.
Diante disso, a discussão deixa de ser ideológica e passa a ser prática: quais modelos funcionam de fato? O Brasil, após décadas influenciado — direta ou indiretamente — por uma linha pedagógica específica, apresentou avanços consistentes ou permaneceu estagnado nos indicadores educacionais?
Essa é a provocação que o texto traz. Não se trata de rejeitar nomes ou teorias por si só, mas de confrontar resultados. Em qualquer área da vida, aquilo que não produz frutos precisa ser revisto. E na educação — talvez o pilar mais importante de uma nação — essa revisão não é apenas desejável, é urgente.
No fim das contas, o desconforto causado por textos como esse pode ser justamente o primeiro passo para algo que raramente acontece: uma reflexão honesta, livre de paixões ideológicas, sobre o futuro da educação no Brasil.
Texto explicando o porque de o Brasil sempre levar
os piores resultados em todos estes anos de “educação Paulofreiriana” - Leiam e
reflitam!
Se alguém ainda tinha alguma dúvida, o ranking do Pisa provou de uma vez por todas que a tal "pátria educadora", que encheu péssimas universidades com péssimos alunos formados por péssimos professores, era apenas um embuste! Distribuir diplomas a pessoas de baixa inteligência, nenhum talento, estúpidas, cotistas etc, é como marcar a ferro o traseiro de bois e vacas que estão indo para o abate. Neste caso justificável. Na nossa cultura deformada pelo "coitadismo", ou para falar mais academicamente, pelo "ethos-igualitarist a moderno", teimamos em achar que a Universidade é para todos. Nunca foi e nunca será! Essa é uma das maiores mentiras da modernidade! A decadência da civilização se iniciou com a universalização do ensino, com a troca da formação espiritual e intelectual puras, "ars gratia artis", no sentido aristotélico, pelo adestramento meramente utilitarista para fins de sobrevivência.
Universidade é sim para uma elite intelectual! É para quem realmente tem talentos, gosta de estudar e tem uma inteligência privilegiada! Sua prioridade é produzir conhecimento e não formar mão de obra, e muito menos ainda, formar militantes revolucionários que pretenderão implantar no País regimes ultrapassados e falidos, como o comunismo para proveito de poucos, por exemplo.
Para formar profissionais e mão de obra, existe o ensino profissionalizante e técnico!
As oportunidades iguais devem ser oferecidas a todos sim! E uma boa formação de base onde, por meio da meritocracia, serão revelados aqueles mais capazes de ir para a Universidade e, lá, PRODUZIREM CONHECIMENTO! Transformar todo mundo em universitário apenas para não ferir a autoestima do jovem maconheiro que usa piercing no nariz e alargador na orelha, é algo completamente estúpido!
Tudo que os governos do PT conseguiram, foi queimar centenas e centenas de bilhões de reais, para produzir o pior, o mais idiota, o mais ignorante, o mais analfabeto, e por consequência, o mais mimado, alienado e arrogante aluno do mundo!
Nivelaram todo mundo por baixo, destruíram qualquer possibilidade de formar uma verdadeira elite intelectual para o País! São mais de duas décadas jogadas inteiramente no lixo! Trocaram a meritocracia (de alunos e professores) pela "universalização", pela "política de cotas" e pela "ideologização". Nunca reconhecendo que as pessoas são essencialmente diferentes, umas mais inteligentes, mais capazes, mais interessadas e mais esforçadas que as outras.
E tentam enfiar, goela abaixo de todos, o maldito igualitarismo que sempre favorecerá o vulgar, o grosseiro e o ignorante. Sempre nivelará por baixo, rebaixará a tudo e a todos, e produzirá os piores resultados.
Reúna vários alunos inteligentes e todos se tornarão mais inteligentes ainda! Cerquem um gênio de medíocres e vulgares, e testemunhará sua lenta e gradual decadência. Numa era em que a humanidade enfrenta a sua mais radical transformação tecnológica, a civilização cibernética põe em cheque toda a cultura humanista, havendo uma mudança profunda de quase todos os paradigmas científicos, sociais e econômicos. Nanotecnologia, microbiologia, projeto genoma, matriz energética, 5G e 6G, Internet das coisas etc. Nós, gastamos trilhões em 20 anos para produzir uma geração “Nem-Nem” de mimadinhos, estúpidos, deprimidos, homens feminilizados ou mulheres masculinizadas, vazios, idiotas e arrogantes, que votam num PT, num PSOL e morrem de medo de se tornar adultos. Uma legião de falsos graduados sem possibilidade de emprego, endividados com o FIES, caminhando para a meia idade, morando com os pais e frequentando a marcha da maconha, porque precisam urgentemente se alienar e legalizar seu suicídio."
Fonte:https://www.professortacianomedrado.com/2020/02/ponto-de-vista-queridos-formandos.html
Vocês conhecem alguma personalidade famosa, que tenha sido alfabetizada pelo "método Paulo Freire?"
Alguma dessas raras criaturas, se é que existem, chegou a demonstrar competência em qualquer área de atividade técnica, científica, artística ou humanística? Nem precisam responder!
Todo mundo já sabe que, pelo critério de “pelos frutos os conhecereis”, o célebre Paulo Freire é um ilustre desconhecido. As técnicas que ele inventou foram aplicadas no Brasil, no Chile, na Guiné-Bissau, em Porto Rico e outros lugares, e o resultado: “Não produziram nenhuma redução das taxas de analfabetismo em parte alguma!”
Produziram, no entanto, um florescimento espetacular de louvores em todos os partidos e movimentos comunistas do mundo! O homem foi celebrado como gênio, santo e profeta! Porém, contudo, entretanto, todavia, a passagem das décadas trouxe, a despeito de todos os amortecedores publicitários, corporativos e partidários, o choque de realidade! Triste realidade!
Quem concedeu anos de vida a seguir os ensinamentos desta criatura, e viu com seus próprios olhos que a pedagogia do oprimido não passava, no fim das contas, de uma opressão da pedagogia. Não digo isso para criticar a nomeação póstuma desse personagem como “Patrono da Educação Nacional”. Ao contrário! Aprovo e aplaudo calorosamente a medida! Ninguém melhor que Paulo Freire pode representar o espírito da educação petista, que deu aos nossos estudantes os últimos lugares nos testes internacionais, tirou nossas universidades da lista das melhores do mundo e reduziu para um tiquinho de nada o número de citações de trabalhos acadêmicos brasileiros em revistas científicas internacionais!
Quem poderia ser contra uma decisão tão coerente com as tradições pedagógicas do partido que nos governou? A não ser que tivesse preferido chamar a Dilma Roussef, aquela que não consegue lembrar o título do livro que tanto a havia impressionado, ou Lula, que não lia livros porque lhe davam dor de cabeça!
“Paulo Freire, cujo maravilhoso
sistema de ensino jamais produziu um escritor, um cientista, um filósofo ou
mesmo um executivo competente, limitando-se a transformar milhares de
coitadinhos em igual número de coitadinhos, é o patrono de uma educação nacional
que só produz analfabetos funcionais em massa e cujos estudantes obtêm sempre as
piores notas nos testes internacionais! Se 41 universidades acham esse cidadão
o máximo, 41 universidades deveriam ser fechadas. Paulo Freire é um sujeito oco,
o tipo acabado do pseudo-intelectual militante. Sua fama baseia-se inteiramente
no lucro político que os comunistas obtêm do seu método. Esse método, aliás,
não passa de uma coleção de truques para reduzir a educação à doutrinação
sectária. Um dia teremos vergonha de ter dado atenção a esse "lixo educativo" que
só formou militontos(as).” (Olavo de Carvalho).
CONCLUSÃO:
Apesar de todas as críticas aqui apresentadas, é necessário fazer uma distinção fundamental:
Não se trata de atacar pessoas, mas de questionar ideias.
Muitos simpatizantes de projetos políticos ligados à esquerda — inclusive de lideranças como Luiz Inácio Lula da Silva — são, em grande parte, pessoas sinceras, bem-intencionadas e movidas por um desejo legítimo de justiça social. Esse ponto precisa ser reconhecido com honestidade.
O problema, no entanto, não está na intenção, mas na formação crítica. Em muitos casos, observa-se uma adesão pouco questionadora a narrativas prontas, frequentemente alimentadas por ambientes ideologicamente homogêneos. Isso cria um cenário onde o contraditório não é debatido, mas rejeitado — e, às vezes, até ridicularizado.
Uma sociedade madura exige mais do que convicções: exige confronto de ideias. Exige leitura ampla, contato com diferentes correntes de pensamento e disposição para rever posições. Afinal, como ensina a tradição filosófica, a verdade dificilmente se revela a quem se contenta com apenas um lado da história.
É nesse ponto que surge um desafio essencial: sair das bolhas intelectuais. Frequentar universidades é importante, mas não suficiente. O verdadeiro conhecimento nasce do contraste entre perspectivas — da capacidade de ouvir autores divergentes, estudar diferentes escolas e compreender que nenhuma teoria séria se sustenta sem ser constantemente testada.
Quando esse ambiente plural não existe, o risco é evidente: forma-se não o pensamento crítico, mas a repetição de discursos. E isso empobrece o debate público. Em vez de argumentação, surgem rótulos. Em vez de diálogo, ataques pessoais. Em vez de ciência, dogmatismo travestido de ciência.
A liberdade de consciência — pilar de qualquer sociedade democrática — passa a ser, então, relativizada. Pensar diferente deixa de ser um direito e passa a ser tratado como desvio. Isso é particularmente preocupante quando ocorre em espaços que deveriam, por definição, ser universais: as universidades.
O próprio termo “universidade” remete ao universal, ao todo, à pluralidade do saber. Quando esse ideal é substituído por uma única linha de pensamento dominante, perde-se a essência da instituição. Não há verdadeiro conhecimento onde não há confronto de ideias.
Nesse sentido, a reflexão proposta por textos como o atribuído a Maurício Erthal não deve ser descartada pelo tom, mas analisada pelo conteúdo. O incômodo que provoca pode ser, na verdade, um convite: repensar certezas, ampliar horizontes e recuperar o hábito — cada vez mais raro — de questionar.
Afinal, como já se disse ao longo da história, mudar de opinião não é sinal de fraqueza, mas de maturidade intelectual. E talvez seja exatamente isso que mais falta em tempos de polarização: menos certezas absolutas e mais disposição para pensar.
Bibliografia
-Olavo de Carvalho. O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota. Rio de Janeiro: Record, 2013. (Coletânea de artigos que critica a hegemonia cultural e educacional da esquerda no Brasil, defendendo a necessidade de formação intelectual independente.)
-Pascal Bernardin. Maquiavel Pedagogo. Campinas: Ecclesiae, 2013. (Análise crítica das bases ideológicas da educação moderna, incluindo influências que dialogam com propostas pedagógicas progressistas.)
-Dermeval Saviani. Escola e Democracia. Campinas: Autores Associados, 1983. (Embora não seja um crítico direto de Paulo Freire, apresenta uma visão alternativa dentro da pedagogia brasileira, permitindo contraste teórico.)
-Newton Duarte. Crítica ao fetichismo da individualidade. Campinas: Autores Associados, 2004. (Obra que questiona tendências pedagógicas contemporâneas e problematiza aspectos do pensamento educacional dominante.)
-João Luiz Mauad. Desconstruindo Paulo Freire. São Paulo: Edição independente, 2017. (Apresenta críticas diretas à obra e ao método de Paulo Freire, questionando sua eficácia prática.)
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Realmente precisamos dar um desconto a nossa esquerda, muitos são pessoas sinceras (embora sinceramente enganadas por ideólogos de plantão). A maioria são pessoas simples, porém ingênuas, doutrinadas massivamente, e que acreditam cegamente em tudo que suas lideranças dizem e fazem! Enfim, acreditam em contos de FADA e no paraíso socialista! Precisam despertar e ADMITIR que ainda não se dedicaram a ler livros e autores que as façam ver que TODA MOEDA TEM TRÊS LADOS!
Diz a máxima milenar: “Mudar de opinião é próprio dos sábios.” E sempre vale a pena manter a mente aberta para ouvir e analisar o outro lado, ainda que eu não goste e não concorde. Porque não o fazem então? Porque preferem agredir o argumentador em vez de responder o argumento? Faltam professores com capacidade analítica em grande parte das universidades brasileiras, e infelizmente, suas crias os “alunos”, reverberam o mantra do tal “progressismo”, e assim caminham as nossas universidades, que se recusam a serem como diz o termo da palavra: "universidades", ou seja, voltadas para o saber universal, e não só da esquerda...
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