François-Xavier Nguyên Van Thuân (Phanxicô Xaviê Nguyễn Văn Thuận - (Phu Cam, Huế,17 de abril de 1928 + Roma, 16 de setembro de 2002), foi um bispo e cardeal vietnamita da Igreja Católica.
Buscava conversar com os carcereiros, que resistiam, mas logo eram
seduzidos por sua gentileza e inteligência.
Como o amor é criativo, Van Thuan encontrou
também um jeito de se comunicar com seu rebanho!
O Cardeal Van Thuan foi libertado no dia 21
de novembro de 1988
Em 30 de novembro de 2007, comentando a sua encíclica Spe Salvi, o Papa Bento XVI voltou a se referir a ele como exemplo de como a oração é modelo de esperança:
"Há outro testemunho de que, em uma situação de "desespero aparentemente total", a escuta de Deus e poder falar com ele foi uma força crescente de esperança: trata-se do servo de Deus, o cardeal vietnamita François-Xavier Nguyên Van Thuân (1928-2002), uma figura inesquecível. Treze anos nas prisões vietnamitas; deles, nove em isolamento: sua experiência de esperança, graças à oração, "lhe permitiu ser para os homens em todo o mundo uma testemunha da esperança, daquela grande esperança que não declina, mesmo nas noites da solidão".
Van Thuan declara-se apaixonado pelas fraquezas de Jesus, e as descreve no livro “Testemunhas da esperança”
No calvário, no auge da indescritível agonia, Jesus ouve a voz do ladrão à sua direita: “Jesus, lembra-te de mim quando estiveres em teu reino” (Lc 23,43). Se fosse eu, teria respondido: “Não vou esquecê-lo, mas seus crimes devem ser pagos por longos anos no purgatório”. No entanto, Jesus respondeu-lhe: “...hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23,43). Jesus esqueceu todos os crimes desse homem.Semelhante atitude Jesus teve com a pecadora que banhou os seus pés com perfume... Não faz nenhuma pergunta sobre seu escandaloso passado. Simplesmente diz: “Seus inúmeros pecados estão perdoados, porque muito amor demonstrou” (Lc 7,47).A memória de Jesus não é igual à minha.
Se Jesus tivesse se submetido a um exame de matemática, por certo teria sido reprovado... “Um pastor tinha 100 ovelhas. Uma se extravia. Ele, imediatamente, deixa as 99 no redil e vai em busca da desgarrada. Reencontra-a, coloca-a no ombro e volta feliz” (cf. Lc 15,4-7).Para Jesus, uma pessoa tem o mesmo valor de noventa e nove e, talvez, até mais. Quem aceita tal procedimento? Sua misericórdia se estende de geração em geração.
Uma mulher possuía 10 dracmas. Perdeu uma. Acende a lâmpada; varre a casa... procura até encontrá-la. Quando a encontra convida suas amigas para partilhar sua alegria pelo reencontro da dracma... (Lc 15,8-10)... de fato, não tem lógica fazer festa por uma dracma... O coração tem motivações que a razão desconhece... Jesus deu uma pista: “Eu vos digo que haverá mais alegria diante dos anjos de Deus por um só pecador que se converte...” (Lc 15,10).
Executivos, pessoas encarregadas do “marketing das empresas”, levam em suas pastas projetos, planos cuidadosamente elaborados... Em todas as instituições, organizações civis ou religiosas não faltam programas prioritários; objetivos, estratégias.Nada semelhante acontece com Jesus. Humanamente analisando, seu projeto está destinado ao fracasso.Aos apóstolos, que deixaram tudo para segui-lo, não garante sustento material, casa para morar, somente partilhar do seu estilo de vida. A um desejoso de unir-se aos seus, responde: “As raposas têm tocas e as aves do céu ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8,20)...Os doze confiaram neste aventureiro. Milhões e milhões de outros igualmente. Já vão lá mais de dois mil anos e a incalculável multidão de seguidores continua a peregrinar. Galerias enormes de santos e santas, bem-aventurados, heróis e heroínas da aventura. No Universo inteiro esta abençoada romaria continua... Vai que este aventureiro tem razão...? Neste caso, a mais fantástica viagem na “contramão” da história será a verdadeira...! “A quem iremos?”.
Se Jesus fosse o administrador da empresa, da comunidade, a falência seria uma questão de dias. Como entender um administrador que paga o mesmo salário a quem inicia o trabalho cedo e a outro que só trabalha uma hora? Um descuido? Jesus errou a conta? ...
I. A minha experiência pessoal
A celebração faz do sacerdote um santo. É por causa disto que eu quero compartilhar com vocês a minha experiência eucarística, assim como a experiência de outras pessoas íntimas que me marcaram com a sua fé, com a sua devoção à Eucaristia.No seminário, minha formação se inspirou na vida do Cura D´Ars, são João Maria Vianney, e do Padre Pio. Eles me acompanharam durante toda a vida sacerdotal. Quando eu celebrava sozinho na prisão, João e Pio estavam sempre diante de mim e celebravam comigo. Foi graças ao seu sacrifício e ao seu amor pela Eucaristia que eu pude sobreviver na prisão. Lembro-me de que o Padre Pio celebrava a missa não em vinte ou trinta minutos, mas em uma hora, uma hora e meia. Ninguém reclamava da duração da missa, porque todos estavam fascinados pela sua maneira de celebrar, inclusive os bispos que assistiam. Entretanto, algumas pessoas mal-intencionadas pediram ao Santo Ofício que o proibisse de celebrar a Eucaristia desta forma, e então o Padre Pio foi obrigado a celebrar a missa em no máximo 45 minutos. O Padre Pio obedeceu à ordem, mas os fiéis pediram à Santa Sé a permissão para o frade celebrar a missa como antes, e Pio XII deu a autorização. Alguém perguntou a São João Maria Vianney porque às vezes ele chorava e outras vezes sorria quando celebrava a missa. Ele respondeu que sorria quando pensava no dom da presença de Jesus na Eucaristia e chorava quando pensava nos pecadores que não podem receber tal dom. Quando fui preso, retiraram todos os meus pertences, mas me permitiram escrever para casa e pedir roupa e remédios. Eu pedi que me enviassem vinho em frascos de remédio para o estômago. No dia seguinte, o diretor da prisão me chamou para perguntar se eu estava mal do estômago, e se tinha algum remédio. Depois de escutar as minhas respos-tas afirmativas, me entregou um pequeno frasco de vinho com uma etiqueta que dizia “remédio para a dor de estômago”.Este foi um dos dias mais felizes da minha vida! Desta forma eu pude celebrar a missa dia após dia, com três gotas de vinho e uma gota d´água na palma da mão e com um pouco de hóstia que me davam para a celebração, e que eu guardava com muito cuidado contra a umidade. Depois, quando estava com outras pessoas de fé católica, era abastecido de vinho e de hóstias, que os seus familiares levavam quando iam visitá-los. De um modo ou de outro, eu quase sempre pude celebrar a missa, sozinho ou acompanhado. Celebrava depois das nove e meia da noite, porque a essa hora não havia luz e conseguíamos juntar umas seis pessoas. Todos dormiam numa cama comum, 25 em cada parte. Cada um dispunha de 50 centímetros: estávamos como sardinhas. Quando celebrava e dava a comunhão, secávamos o papel dos maços de cigarro dos prisioneiros e, com arroz, os pregávamos para fazer uma pequena bolsa na qual colocávamos o Santíssimo. Todas as sextas-feiras tínhamos uma aula de marxismo, e todos eram obrigados a participar. Depois havia um pequeno intervalo, e era quando os cinco católicos levavam o Santíssimo a outros grupos. Eu também o levava num pequeno pacote que colocava na minha bolsa, e assim a presença de Jesus me ajudava a ser corajoso, generoso, amável, e a dar testemunho de fé e de amor aos outros. A presença de Jesus fazia maravilhas, porque entre os católicos também havia alguns que eram pouco fervorosos, menos praticantes... Havia ministros, coronéis, generais e, na prisão, cada um em particular fazia uma Hora Santa todas as tardes, uma hora de adoração e de oração diante de Jesus eucarístico. Assim, na solidão, na fome... uma fome terrível, foi possível sobreviver. Desta maneira dávamos testemunho na prisão. A semente tinha sido semeada. Ainda não sabíamos como ia germinar, mas pouco a pouco, um a um, budistas, membros de diversas religiões, inclusive fundamentalistas hostis ao catolicismo manifestavam o desejo de ser católicos. Nos tempos livres eu ensinava catecismo a todos juntos. Batizava às escondidas e... era até padrinho. A presença da Eucaristia mudou a prisão, que era lugar de vergonha, de tristeza, de ódio e que tinha se transformado em lugar de amizade, de reconciliação e em escola de catecismo. Sem saber, o governo tinha feito uma escola de catecismo! A presença da Eucaristia é muito forte, a presença de Jesus é irresistível. Eu e todos os meus companheiros de prisão somos testemunhas disto.
II.A Celebração Eucarística nos santifica!
"Não devemos ser santos para celebrar a Missa, mas celebrar a Missa para sermos santos!"
1. In persona Christi - Quando celebramos a Santa Missa nos santificamos, porque o fazemos in persona Christi. Da mesma forma, as meditações, oração, a ação de graças, o louvor, a oblação e a intercessão. Somos intercessores e estas funções, in persona Christi, nos ajudam a ser santos. Estas funções renovam a lembrança da nossa ordenação. São Paulo pede que nós pensemos na nossa ordenação, no momento em que nos impuseram as mãos. In persona Christi não está somente a lembrança da nossa ordenação, mas a identificação com Cristo. E quando pronunciamos as palavras da consagração, nos sentimos mais do que nunca filhos de Maria. Todas as manhãs somos renovados porque começamos uma aliança nova, sempre mais nova e eterna, que não termina. Esta identificação nos ajuda a ser santos. Também nos santificamos porque a Eucaristia é fonte da nova evangelização.
2. Fonte da nova evangelização - A Eucaristia nos ajuda a realizar a nova evangelização por todo o mundo. No Vietnã, na fronteira entre Laos e China, há uma aldeia cujos habitantes falam pouco o vietnamita, mas o entendem. Um dia, um sacerdote que vivia muito longe de lá viu um grupo daquelas pessoas caminhando e lhes perguntou para onde iam. Responderam que iam se batizar.O sacerdote perguntou como tinham aprendido o catecismo, pois não existia um catecismo na sua língua. Responderam que tinham escutado uma estação de rádio de Manila: “Fonte da vida”. O sacerdote sabia que era uma rádio protestante, mas a rádio protestante também faz católicos! O pároco lhes convidou a ficar alguns dias com ele, para rezar e se preparar para o batismo. Eles responderam que só podiam ficar dois dias porque já tinham empregado seis pelo caminho, a pé nos montes, e devendo gastar outros tantos para voltar só tinham arroz suficiente para ficar aquele período de tempo. Nesses dois dias, o pequeno grupo de pessoas se preparou para receber o batismo e a comunhão, e assistiram à Missa pela primeira vez. Depois voltaram felizes para a aldeia de onde tinham vindo. Os comunistas os perseguiam e não davam autorização para construírem uma igreja. Então eles se organizaram, em segredo, com outros habitantes da aldeia, para dividir o trabalho da construção. Alguns se encarregariam da porta, outros das janelas, outros do piso, outros do teto. E numa noite de lua, levantaram uma pequena igreja de madeira. No dia seguinte a polícia foi atrás dos construtores e ordenou que igreja fosse destruída. Porém, toda a aldeia de 400 pessoas foi solidária e assumiu a responsabilidade da construção da igreja, que não foi derrubada. Os recém-convertidos ao catolicismo sempre têm um vivo desejo de também levar a Palavra de Deus aos outros e, para fazer isto, às vezes têm que lançar mão de planos muito engenhosos. De fato, no regime comunista há um grande controle sobre as pessoas, que devem denunciar se alguém sai da aldeia ou entra, mesmo que seja só durante um dia. Para solucionar essas proibições são organizadas falsas brigas, e culpam como responsáveis da desordem algumas famílias que são convidadas a sair da aldeia. Essas famílias são as que depois levarão o Evangelho a outras aldeias e se transformarão em catequistas. É como no tempo dos apóstolos. Quando eu saí da prisão muitos vieram me visitar. Eu tinha conseguido para eles um rádio, para eles poderem acompanhar a Missa na estação Véritas, enquanto trabalhavam nos campos ou com os búfalos. Às nove e meia paravam o trabalho e se reuniam para assistir à Missa, escutar a pregação e recobrar forças para a nova evangelização. Estas pessoas sofrem muito, mas a presença de Jesus as ajuda.
III. A Eucaristia é força que transforma!
Durante a celebração é preciso concentrar-se plenamente nos textos que são lidos, nos gestos que se realizam. Todos vocês têm a oportunidade de ver como o Papa celebra a Missa. Está tão absorvido na oração que se esquece de tudo o que está ao seu redor. Com freqüência fazem um gesto depois da comunhão para avisá-lo de que deve concluir a Missa, porque ele está transformado pela presença de Jesus.Um dia fui convidado pelo Cardeal polonês André Deskur, amigo pessoal do Papa. Quando estávamos comendo, ele me convidou para ir ver a sua pequena capela. Fui, mas não notei nada em particular. Então o cardeal me disse que enquanto todo o prédio tem o piso de mármore, o da capela é de madeira, porque ele mandou trocar com medo de o Papa pegar uma pneumonia. De fato, desde que era sacerdote, bispo, cardeal, o Santo Padre freqüentemente rezava durante longo tempo prostrado por terra com os braços em cruz. Seu secretário me disse que ele ia sete vezes à capela para adorar o Santíssimo. É como se o Papa visse Jesus. As pessoas podem encontrar Jesus em homens como João Paulo.Quando eu era diácono, servi a um cardeal da Armênia. Durante a bênção com o Santíssimo eu ficava impressionado com os seus gestos. Profundamente impressionado, porque quando colocava o incenso ele não estava em silêncio como todos nós, mas cantava o Tantum Ergo com tamanha devoção que transformava aquele momento em algo inesquecível. Este é o tipo de pessoas de que precisamos, porque elas encontraram Jesus e ajudam os outros a encontrá-lo.Tive a oportunidade de constatar como a Madre Teresa rezava na igreja diante do Santíssimo. É inesquecível. Nas sacristias das casas da Madre Teresa está escrito, para ajudar os sacerdotes:
Então, o que devemos fazer com a nossa vida?
"Eucaristizar! Transformar tudo em Eucaristia, para podermos ter o homem eucarístico, a Igreja eucarística, a terra eucarística, e assim toda a vida será Eucaristia! O mundo eucarístico da Igreja que crê, que espera, que guia, que está destinada à Restauração, que proclama a Trindade, que sempre renova o mundo, a sociedade. E estes são os meus bons desejos e a minha oração por todos vocês!"
Nota:
O Cardeal Van Thuan foi presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz. Faleceu em Roma no dia 16 de setembro de 2002, depois de uma dolorosa doença. Estas meditações foram pregadas nos exercícios espirituais dirigidos aos membros do Centro Pastoral Logos, em fevereiro de 2002.
Para citar: Apostolado Sociedade Católica. "O Dom da Eucaristia" – Meditação Pregada pelo Cardeal Van Thuan em 2002. Disponível em: http://www.sociedadecatolica.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=236 desde 07/05/08
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+ Comentário. Deixe o seu! + 8 Comentário. Deixe o seu!
Os iludidos devem DESISTIR de ler os 06 PDFs “DESMASCARANDO a BÍBLIA”?
O link para download é http://www.recantodasletras.com.br/e-livros/3062194
Nos 6 PDFs o Lisandro Hubris prova que:
Noé e os animais permaneceram na ARCA 375 DIAS!
NERO não torturou os cristãos no COLISEU.
A “BATALHA DE KADESH” virou JOSUÉ PAROU O SOL
A “GÁS PLANT” inspirou a lenda da “SARÇA ARDENTE”
O BATISMO DE JESUS por JOÃO BAPTISTA é só uma PSEUDOEPIGRAFIA
Foi um TRAUMATISMO CRANIANO que fez SAULO de Tarso virar “PAULO”.
Existiram humanos de outras raças, outra espécie ou “endêmicos”.
Sodoma foi destruída na época do Deus Enki, e não JAVÉ.
ANUNCIAÇÃO, CONCEPÇÃO, NASCIMENTO e ADORAÇÃO a HÓRUS.
A crença num “DEUS ÚNICO” é anterior a ABRAÃO.
Desmascarando a farsa dos patriarcas bíblicos terem vivido MUITO.
Os ILUDIDOS têm o beneficio da vantagem numérica...
E é quase impossível publicar PDF/livros ateístas como os livros:
Que tal ajudar divulgar os PDFs:
“DESMASCARANDO a BÍBLIA”?
“Moises é uma fraude”.
“O sudário de Turim foi fabricado pelo Da Vinci”.
Ou “Desmascarando a Bíblia” Volume i, II, III e IV.
Prezado Anônimo,
POR QUE O ATEÍSMO É TÃO “ ABORRECIDO e MAÇANTE ” ?
1)- “Aborrecido” - É talvez dos mais elegantes adjetivos que eu vi serem usados recentemente para se referir – com propriedade – ao ateísmo. A miséria intelectual auto-elevada – ridicularmente – ao patamar de única posição socialmente aceitável, provocando os maçantes jantares aos quais o filósofo Pondé se refere com tanto bom humor.
2)- Como se fossem uma decrépita cerimônia ritual onde os velhos fiéis de uma religião sem fé bajulam-se mutuamente, em um mecanismo de auto-afirmação que é a antítese perfeita dos cultos religiosos onde os fiéis confortam-se uns aos outros. Nem mesmo nisso eles são originais.Realmente, o diabo só faz mesmo tocar cover das canções do Céu aqui na terra.
3)-E o ateísmo é aborrecido, porque auto-limitado. Porque pobre, raso, estéril. Incapaz de satisfazer aos anseios humanos mais profundos – insistindo em ficar às margens e negar a existência do oceano que se descortina diante dele.
4)- Um bufão que se julga rei, emitindo ordens disparatadas em sua estultície e rasgando as vestes, espantado, ao perceber serem bem poucos os que o levam minimamente a sério para além das mesas dos “jantares inteligentes”,que é um mecanismo encontrado de auto-afirmação que é a antítese perfeita dos cultos religiosos onde os fiéis confortam-se uns aos outros.
Trocaram seis por meia dúzia.
Por gentileza, quando o último ateu responder e sair, apague a luz por favor.
Shalom !!!
tem sufrido... a religião deste mundo chega a ser vergonhosa. Mas graças a Deus existe um projeto eterno no qual estou!
graças a Deus o Senhor non me permitiu ser cega que nem vc
!
A igreja católica vai acabar, as atitudes que o vaticano está tomando vai criar um buraco em suas doutrinas, se não começar a tomar atitudes éticas "logo" ninguém mais vai saber quem é jesus.
Olá.
O Padre Nguyen Van Thuan, nasceu santo !
Mas não foi Ele quem escreveu seu livro ...
Eu gostaria de saber o nome das duas mulheres em pé na foto na página 32.
https://papipub.info
Obrigado.
Prezado(a) "l'Impossible Histoire"
Eu não encontrei nenhuma fonte confiável séria que sustente que François Xav¬ier Nguyễn Van Thuân não seja o autor de “Testemunhas da Esperança”. Ao contrário: praticamente todas as fontes bibliográficas e editoriais atribuem a ele a autoria.
Alguns pontos para considerar:
• A editora Cidade Nova (que publica a versão em português) registra o autor como François X. N. Van Thuan. Barnes & Noble+2livrariashalom.org+2
• No site oficial das publicações do Cardeal Van Thuân, aparece que Testemunhas da Esperança são meditações dele, escritas para os Exercícios Espirituais da Cúria Romana em 2000. cardinalvanthuan.org
• Na homilia do Papa João Paulo II nas exéquias de Van Thuan, fala-se explicitamente do livro como fruto do retiro pregado por ele. Vaticano
• Sites católicos (como o da Comunidade Shalom) também repetem que é obra do cardeal: “No livro ‘Testemunhas da esperança’, ele relata sua experiência de prisioneiro.” Comunidade Católica Shalom
Se há pessoas que dizem o contrário (“alguns dizem que ele não foi o autor”), pode haver confusão com outro livro com título semelhante, ou com traduções, ou edições diferentes. Por exemplo, há outro livro chamado Testemunhas da Esperança de Arturo Paoli. livrariatraca
Resumindo: a grande maioria das fontes confiáveis atribui a autoria a Van Thuân, e não encontrei evidência sólida para desacreditá-la.
Referente as mulheres que você se refere na página 32, precisa detalhar de qual livro, ano, editora e autor.
Shalom !
Everaldo
Prezados(as) ateus anônimos
Desculpem a demora na resposta.
Agradeço a sinceridade de ambos os comentários, pois é justamente no diálogo — mesmo quando discordamos — que podemos buscar a verdade com humildade. A fé nunca deveria ser motivo de agressão, mas de reflexão e encontro.
À primeira mensagem, compreendo a frustração diante de erros humanos cometidos por pessoas de qualquer religião. Contudo, é bom lembrar que a Igreja Católica não é definida pelas falhas de seus membros, mas pelo Evangelho que ela procura anunciar há dois mil anos. Muitos homens e mulheres santos, anônimos ou conhecidos, continuam oferecendo ao mundo testemunhos de caridade, perdão e esperança. Criticar é legítimo, mas reduzir toda uma tradição espiritual a “cegueira” impede justamente o diálogo que ilumina.
Quanto à segunda mensagem, a ideia de que a Igreja Católica “vai acabar” aparece desde os primeiros séculos. Mesmo assim, ela atravessou impérios, crises, guerras, reformas e mudanças culturais profundas. Não por força humana, mas pela promessa de Cristo: “Estarei convosco todos os dias até o fim dos tempos.” Isso não significa que a Igreja não precise de conversão contínua — ao contrário, ela mesma ensina que sempre deve purificar-se e corrigir seus caminhos. Ética, coerência e fidelidade ao Evangelho são exigências para todos, dentro e fora da Igreja.
Ambos os comentários expressam preocupações verdadeiras, mas a resposta cristã não é destruir, e sim construir: dialogar, buscar a verdade, corrigir o que precisa ser corrigido e reconhecer o bem onde ele existe. O testemunho de Cristo continua vivo não porque instituições humanas sejam perfeitas, mas porque Deus age na história apesar das nossas fragilidades.
Shalom!
Everaldo
Reforçando ao primeiro comentário de outro ateu do dia 23 de julho de 2011 às 11:47
Entendo que você tenha interesse em divulgar esses materiais, mas é importante lembrar que críticas à fé cristã e à Igreja Católica não são novidade. Há séculos estudiosos, historiadores, arqueólogos e teólogos debatem textos, tradições e eventos bíblicos — e isso não ameaça a fé, apenas mostra que ela é grande o suficiente para dialogar com qualquer questionamento.
Só que afirmar não é o mesmo que provar. Muitos desses PDFs que você mencionou seguem uma linha interpretativa bastante especulativa, misturando hipóteses com conclusões definitivas. O estudo sério — seja histórico, arqueológico ou teológico — não funciona assim.
A Igreja Católica, ao contrário do que se pensa, não teme pesquisa nem investigação. Aliás, boa parte do que sabemos sobre história antiga, manuscritos e preservação textual vem justamente do esforço de monges copistas, arqueólogos cristãos, universidades católicas e centros de pesquisa ligados à própria Igreja. A fé nunca precisou fugir da ciência; as duas caminham juntas quando se tem seriedade intelectual.
A Bíblia não é um manual científico moderno — e nunca se propôs a ser. Ela é um texto religioso, espiritual e histórico, formado ao longo de milênios, e que continua transformando vidas há dois mil anos. Reduzir tudo a “fraude” ou “farsa” pode soar provocativo, mas não faz justiça à profundidade cultural, moral e filosófica desse patrimônio.
Por fim, quem é crente não é “iludido”; apenas encontrou sentido e propósito em algo maior que si mesmo. Da mesma forma, quem é ateu não precisa ser tratado como inimigo. O diálogo só é possível quando existe respeito mútuo — e nisso o cristianismo sempre insistiu.
Se seus PDFs trazem argumentos, serão lidos como qualquer obra crítica: com atenção, mas também com espírito criterioso. A fé verdadeira não se abala com links. Ela se fortalece pela experiência, pela razão e, principalmente, pelo encontro pessoal com Deus.
Obrigado pela sua visita e comentário
Shalom!
Everaldo
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