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ÚLTIMAS POSTAGENS

Alexandre Garcia: Democracia - Governo da maioria ou das minorias?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 8 de julho de 2021 | 19:02

 




 

 

Alexandre Garcia: "A voz do povo"

 

 

Nós, brasileiros, não perdemos a mania de discutir o evidente. Isso acontece porque não nos damos conta do óbvio.A Constituição começa dizendo que: “Todo poder emana do povo”. Se democracia é a vontade da maioria, então o poder emana da maioria do povo. Mas uma grande maioria da dita intelectualidade contesta essa obviedade. Afirma que democracia não é a vontade da maioria. Que a vontade da maioria vira ditadura contra a minoria (Porém, o mais pior que isto é quando a minoria impõe sua ditadura sobre a maioria por força de lei).E que, portanto, é preciso impor, sim, a vontade da minoria, para que haja democracia. Os gregos chamavam isso de sofisma. O sofisma vem, a propósito, da minoria derrotada na última eleição presidencial, numa insistência miliciana, demostrando não aceitar que por quatro anos o país seja governado de acordo com os princípios de uma maioria de mais de 57 milhões de eleitores.Isso não é de agora. Sou eleitor desde 1960 e já participei de três consultas populares cujos resultados foram desprezados pelos legisladores, sem cobrança por parte dos meios de informação:

 

 

-Em 6 de janeiro de 1963, os brasileiros se pronunciaram em plebiscito a favor da forma presidencial de governo em 82%; o sistema parlamentar ficou em 18%.

 

 

-Trinta anos depois, em 21 de abril de 1993, em referendo, quase 70% dos eleitores afirmaram preferir uma república presidencial; e 30% ficaram com a forma parlamentar de governo republicano. Ainda assim, nossa Constituição mantém uma forma Frankenstein de governo, em que o presidente não tem os poderes para governar, mas tem a responsabilidade de governo.O Congresso manda no orçamento e não tem o ônus de arrecadar os recursos, nem a responsabilidade de governar. Ou seja, tem o bônus de gastar.

 

 

-O mesmo aconteceu com o referendo sobre armas, em 23 de outubro de 2005, sobre a lei que queria proibir o comércio de armas. Apenas 34% concordaram. E 64% foram contra a proibição e a favor das armas. Ainda assim, as restrições ao sagrado direito da legítima defesa continuaram no Estatuto do Desarmamento.

 

 






O que há com os que foram eleitos para representar seus mandantes? Não teriam que refletir a vontade da maioria? O parlamento existe para fazer e mudar leis, fiscalizar, criticar, apoiar, mas não para governar. Controlando e usando os recursos de governo, está invadindo o outro poder e o enfraquecendo; alterando o equilíbrio necessário entre os poderes. Quanto à vontade da maioria, ela se impõe nos objetivos governo, mas não em detrimento da minoria, já que os direitos têm que ser iguais para todos, maioria ou minoria. A inversão totalitária dessa igualdade é, a pretexto de justiça, dar mais direitos às minorias, como a prática tem mostrado. E aí temos o paradoxo da democracia: “com mais poder às minorias”.

 

 





Nos últimos anos, as redes sociais deram voz a todos, rompendo o monopólio dos meios tradicionais de informação. Democratizou-se a informação, mesmo com a resistência dos que dominavam a opinião e a informação. Antes da era digital, a forma de conduzir multidões foi manter uma minoria no comando dos instrumentos que poderiam controlar corações e mentes. Foi esse tipo de máquina de engodo e convencimento que ajudou a manter no poder ditadores como Mussolini, Hitler, Stálin, Mao, Fidel Castro. 








Uma minoria do partido, ou da ideologia, com o monopólio da informação e da voz, fazia prevalecer a vontade, o domínio do pensamento. 









Quem acompanhou a Constituinte de 1988 sabe muito bem como a voz da minoria produziu consequências. Agora a voz do povo já dispensa intérpretes para atravessar o concreto das duas cúpulas de Niemeyer.

 

 






Breve discussão sobre a vontade da maioria nas democracias

 

 

 

Por Giancarlo Montagner Copelli - 29 de maio de 2021

 

 

 

Não de hoje, significativo catálogo de comentários em redes sociais — entre outros meios — tem discutido o fundamento do poder nas democracias.Grosso modo, a questão entabulada coloca a democracia como a conjunção entre demos e poder, numa fórmula que, refletida no "simplismo desse encontro", identifica como legítimo e democrático o posicionamento da maioria. Bom resumo desse entendimento, que no romantismo de seu argumento ganha cada vez mais adeptos, pode ser encontrado na conhecidíssima opinião do renomado jornalista Alexandre Garcia: "Nós, brasileiros, não perdemos a mania de discutir o evidente. Isso acontece porque não nos damos conta do óbvio. A Constituição começa dizendo que 'todo poder emana do povo'. Se democracia é a vontade da maioria, então o poder emana da maioria do povo. Mas uma grande maioria da dita intelectualidade contesta essa obviedade. Afirma que democracia não é a vontade da maioria..."

 

 

 

A questão, entretanto, seria tão óbvia assim? Vejamos:

 

 

Se democracias são regimes políticos orientados pela vontade popular, claro, mas não apenas, constituindo-se também como remédios contra maiorias eventuais, há nela alguns nós a desatar: Observemos — nesse sentido e por exemplo — a questão posta através das lentes do filósofo político francês Pierre Rosanvallon. Segundo seu "La legitimidad democrática", há novas possibilidades de legitimação dessa forma de governo, para além do exercício eleitoral. E, nesse intuito, volta a uma espécie de senso comum político para, já na introdução da obra, lembrar uma premissa que pretende quebrar: a da "ideia de que o povo é a única fonte legítima de poder". Essa ideia — que o autor chama de ficção — se estabelece de maneira sólida, claro, porque rompe com uma espécie de "mundo antigo, em que as minorias ditavam sua lei". E, sobretudo por isso, sequer foi discutida, constituindo-se na "obviedade de Garcia". Afinal, fazia uma clara e necessária oposição em um ambiente e contexto de franca ruptura com um passado autoritário: de um lado, a Igreja, por exemplo — a quem cabia dizer o direito divino ao trono —, contestada desde os dois tratados de Locke. De outro, o povo, visto agora como a nova fonte da legitimidade para governar.

 

 


 



Diante dessa espécie de senso comum democrático, Rosanvallon pondera que a legitimidade da democracia não se estabelece, todavia, exclusivamente a partir do povo. Ou seja, a democracia e o funcionamento de seus mecanismos são também legítimos para além dos procedimentos de escolha dos governantes, até então suficientes — repete-se, nessa ficção inquestionada — "para dar forma aos direitos da maioria contra a vontade claramente particular dos regimes despóticos ou aristocráticos". Mas, mais que isso, para Rosanvallon, tal legitimidade também se daria por imparcialidade, por proximidade e por reflexividade. É justamente sobre essa última possibilidade de legitimidade democrática que pode recair o interesse desse debate, já que são os tribunais constitucionais as instituições que encarnam esse modo de legitimação. É a partir delas, afinal, que se estabelecem — ou se recordam — os limites ao líder executivo ou ao Parlamento, deixando claro: A expressão da maioria nas urnas não significa permissão para toda forma de discricionariedade. De outro modo, em uma dimensão que não é a da disputa eleitoral — e das diferenças que a caracterizam —, localizam-se essas mesmas instituições, voltadas à garantia do interesse geral, em tese, delimitado nos pactos políticos — ou seja, nas constituições —, espaço em que se encontram catalogados os princípios que orientam a comunidade política que os projeta.

 

 

 

Ditadura do Judiciário? Não!  Princípios fecham interpretações. 





E é justamente por isso que tal premissa não significa perceber o lócus de defesa desse espaço constitucional — que são os próprios tribunais — como uma espécie de Babel de sentidos, em que se substitui o voluntarismo do governante ou "das maiorias" pelo decisionismo dos juízes. Isso, afinal, restaria como não mais que o deslocamento do arbítrio de um poder a outro.O ponto é: A autonomia é do Direito, que constitui o jogo de linguagem e, idealmente, coloca-se como condição de possibilidade para projetar unidade à forma de vida democrática. Não está num ou noutro poder ou mesmo numa certa abstração popular. O caminho histórico é tortuoso, e disso não se duvida, como a própria atualidade da democracia não nos cansa de mostrar. De todo modo, não há atalhos: a legitimidade democrática não está em uma ilimitada ação executiva ou proposta legislativa, ainda que a voz das ruas — espelhada em maiorias eventuais — assim o peça. Afinal de contas, desse modo, o exercício do poder sempre estaria associado à força. E isso, há de se convir, parece pouco republicano. Substituiríamos o célebre e absolutista "L'État c'est moi" por um novíssimo e "democrático" "Nous sommes l’Etat". Mas e se você, eventual leitor, não estiver entre o "nous", como seria? Eis a pergunta fundamental.

 

 

 





Na vida em sociedade, meu direito acaba onde começa o seu! Se eu fumo, é um direito meu, ponho minha saúde em risco, mas tenho esse direito. Mas se fumo em ambiente onde outros não fumam, ponho também, em risco a saúde deles, e não tenho esse direito!

 

 


 

A Constituição me assegura o direito de ir e de vir. Mas em determinadas situações, tal direito não é absoluto, inquestionável. No caso de uma pandemia, por exemplo. Se eu quero me infectar, eu até posso. Desde que não me torne depois um transmissor da doença, nem em casa ou qualquer outro local.Se meu (inha) próximo(a)for ateu? Ou crente em Deus? O que ele(a) tem a ver com minha fé em Deus, ou minha descrença? Sou obrigado a crer ou descrer? Não! Mas ambos (crentes e ateus), devem ter o direito de apresentar suas convicções.Ora, mas até mesmo o direito à expressão do pensamento e de nossas convicções não é ilimitado. Sim, posso pensar o que quiser a respeito de qualquer coisa. Posso falar ou escrever o que penso.  Mas se alguém sentir-se ofendido pelo o que eu disse ou escrevi pode me processar. Caberá aos tribunais decidirem quem tem razão. É assim que as coisas funcionam em um ambiente legitimamente democrático.A vida em sociedade só é possível porque é sujeita a leis, e elas dizem em todos os códigos conhecidos que os interesses coletivos se sobrepõem aos individuais.  Do contrário voltaríamos aos tempos primitivos das cavernas, dos humanos caçadores-coletores, e do impérios dos mais fortes, e sabemos por experiência que não foi bom.

 

 

 


 



Através de tentativas de erros e acertos, a humanidade viu ao longo de sua história evolutiva que o direito ou a liberdade que cada pessoa tem deve ser pautada no respeito ao próximo, e deve ser estabelecido limites para que todos possam viver em harmonia e em paz.O nosso direito está limitado ao direito de outra pessoa. É a famosa limitação positiva da liberdade. Seja numa escola, seja num parque, seja num shopping, ou espaço religioso, a pessoa deve respeitar o seu próximo para que ela seja respeitada e tenha os mesmos direitos. Pois o direito é uma via de mão dupla. Por exemplo: Direitos e deveres da vizinhança:Você tem o direito de fazer o que bem entender com sua propriedade que é privada e diz respeito à você e ao município subsidiariamente. Porém quando do você atrapalha o sossego do seu vizinho você ultrapassa o seu espaço privado e invade o espaço privado de outrem, sem a permissão ou aval deste último.É uma máxima que vem dos gregos, os grandes defensores do direito e deveres dos indivíduos em sociedade. Este ditado popular define a vida em democracia. Poderemos sincroniza-lo com o outro ditado popular:

 

 



 

 

Enfim, é uma explicação resumida de um direito consagrado nas constituições de qualquer país democrático.Os direitos e deveres de um cidadão devem estar sempre juntos, já que o direito de um cidadão implica necessariamente numa obrigação de outro cidadão. Cidadão é aquele que se identifica como parte de um território, desfruta dos direitos e cumpre os deveres estabelecidos em lei.

 

 





Assim, exercer a cidadania é ter consciência de seus direitos e de suas obrigações para consigo, com o próximo e com a sociedade, em fim, lutar para que o que é justo e correto seja colocado em prática. Sempre que se aborda as questões que envolvem os direitos, se faz referência a algum tipo de obrigação, que pode ser moral, econômica, social ou política. O termo deveres se refere às atividades, atos e circunstâncias que envolvem uma determinada obrigação moral e/ou ética. Geralmente, os deveres se relacionam com determinadas atitudes que todos os seres humanos, independentemente de sua origem, etnia, idade ou condições de vida, estão obrigados a cumprir, de modo a assegurar ao resto da humanidade a possibilidade de viver em paz, com dignidade e com certas comodidades.

 

 





Então, os deveres são um dos pontos mais importantes de todos os sistemas de leis porque tem a ver com conseguir formas comunitárias e sociedades mais equilibradas, por onde todos possam ter acesso a seus direitos, pois uma sociedade que se baseia somente no estado de direito sem os deveres, acabará por se tornar inviável.








Os deveres podem estar implícitos ou explícitos em uma sociedade e isto tem a ver com os costumes específicos de cada comunidade, assim também com a noção de sua sobrevivência, pois os deveres muitas vezes estão relacionados com a permanência das melhores condições para o desenvolvimento da comunidade. O mais importante do que representa os deveres é o momento em que eles estão ligados com a noção de direitos. Normalmente, considera-se que o cumprimento dos deveres de uma pessoa tem a ver com respeitar os direitos do outro. Portanto, ambos se relacionam e são essenciais para que os membros de uma sociedade possam conviver de maneira ordenada e organizada. Assim, vivemos sob diversos conceitos, tais como: de deveres, de direitos, de cidadania, de lei, de responsabilidade social, de laser, de democracia, de moral e de ética. E somente tendo consciência do que cada um destes conceitos representa, de como são importantes para uma vida civilizada e pacífica, é que poderemos construir um mundo melhor.

 

 


BIBLIOGRAFIA:

 

 

-ROSANVALLON, Pierre. La legitimidad democrática: imparcialidad, reflexividad, proximidad. 1 ed. Tradução de Heber Cardoso. Buenos Aires: Manantial, 2009.

 

 

-https://www.politize.com.br/o-que-sao-minorias/ (08/07/2021)

 

 

 

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O tiro saiu pela culatra e "a China está falindo!"

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 6 de julho de 2021 | 18:45



 

Por Luiz Soares

 

 

O mundo dormiu e acordou invadido por uma onda chinesa, leia-se Partido Comunista Chinês, de uma forma devastadora! O seu primeiro artefato nos atingiu na saúde, com a introdução do vírus denominado Corona. O mundo voltou à era das cavernas. O povo acuado e morrendo. A economia parou sistematicamente. Tudo parou!

 

De fato, são as Forças Armadas que garantem a Democracia como poder moderador em caso de crise entre os três poderes!

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 4 de julho de 2021 | 13:08


 


 

O Papel das Forças Armadas na Democracia

 

 

Jornalista Oswaldo Eustáquio é solto após denunciar Alexandre Moraes à Corte Interamericana de Direitos Humanos

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 3 de julho de 2021 | 14:58

(foto reprodução)

 

Eustáquio denunciou Moraes à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Ministro do Supremo Tribunal Federal foi acusado de cometer abuso de autoridade. O jornalista Oswaldo Eustáquio pediu à Corte Interamericana de Direitos Humanos, em caráter liminar, a revogação de sua prisão. Além disso, denunciou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por abuso de autoridade e cárcere privado. No entendimento de sua defensoria, por ter a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedido o arquivamento do inquérito dos “atos antidemocráticos”, a prisão não tem amparo legal.

 

 

Se o Gramscismo Cultural usou a razão para se instalar, porque devemos combate-lo somente com a oração?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 1 de julho de 2021 | 22:17

 


 

Lucas 16,8: “Então, o senhor elogiou aquele administrador da injustiça, pois agiu com sabedoria. Porquanto os filhos deste mundo são mais espertos entre si, na conquista dos seus interesses, do que os filhos da luz em meio à sua própria geração...”

As lições que aprendemos com a morte de Lázaro em confronto com a polícia

 




Eu não sou de acordo com frases do tipo: “bandido bom é bandido morto”, muito menos com o tal do “CPF cancelado”. Mas eu vejo um efeito Netflix na nossa sociedade: Você assiste essas séries e vai se envolvendo, e em pouco tempo, você já olha “Lúcifer” como uma pessoa boa. Então na sequência, você acaba torcendo pela fuga dos assaltantes como em “La casa de Papel”, pouco a pouco você vai "romantizando a criminalidade e o criminoso” e isso é muito perigoso para o conjunto da sociedade! Deus ama o pecador, mas odeia o pecado! É preciso saber separar alhos de bugalhos!

 




 


 




Eu não comemorei a morte do Lázaro! Inclusive rezei todos esses dias pra ele se entregar, fosse preso, pagasse pelos seus crimes e se converte-se, ou seja, se recuperasse, mas não minto, confesso fiquei extremamente aliviado com o fim dessa história.

 



 





-Aliviado por saber que nenhuma vítima mais será feita.

 

 

-Aliviado por saber que a moça grávida que fugiu da sua casa de medo e passou dias dormindo num carro em frente a base da polícia vai poder voltar.

 

 

-Que os comerciantes poderão reabrir, que os donos de terra vão poder voltar pra casa, porque não estavam indo nem dar comida para suas criações de animais.

 

 

-Aliviado porque cidades vão poder voltar a ter uma noite de paz e dormir novamente sem ter medo de alguém entrar do nada e matar brutalmente ele e sua família. 

 

 

 

Ele fugiu, a polícia perseguiu, ele descarregou duas armas, a polícia revidou e ele teve um fim trágico. Mas foi dada a ele oportunidades que ele não deu a suas vítimas.Tem gente que pensa que a polícia pode chegar perto de uns caras desse e pedir “por favor, pare de atirar, solte a arma e se entregue pacificamente".  A polícia simplesmente fez o que ela tinha que fazer, e isso seria em qualquer lugar do mundo. 

 


 


 

-Queria ver se fosse seu pai um policial na mata ha 20 dias, sem tomar um banho, comer direito, arriscando a vida, sem saber se voltaria.

 

 

-Se fossem seus irmãos sendo brutalmente assassinados com tiros e facadas.

 

 

-Se fosse sua mãe ou irmã sendo estupradas e mortas brutalmente.

 

 

-Se fosse você tendo que fugir da sua casa, deixando tudo que sua família lutou tanto pra conquistar por medo de serem mortos sem mais nem menos por um serial Killer solto pertinho de você.

 

 

 

Será que você teria esse mesmo discurso de ver ele como uma “vítima da sociedade” e criticar a polícia pela ação dela?

 

 

conclusão:







 




Enquanto você vive seu mundinho de Netflix, tem um mundo real aqui fora amigo(a)! Enquanto você romantiza o bandido, você pouco se importa para as reais vítimas inocentes da sociedade. E ainda crítica quem está fazendo o seu papel de defender a sociedade? Infelizmente, a nossa geração parece viver em um mundo de faz de contas! Numa adolescência sem fim... 






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Se só existe uma única Igreja que forma o corpo de Cristo - Por que perguntar a qual Igreja você pertence?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 30 de junho de 2021 | 21:28

 




I Cor 1, 10-13: “Suplico-vos, queridos irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que concordeis uns com os outros no que falam, a fim de que não haja entre vós divisões; antes, sejais totalmente unidos, sob uma mesma disposição mental e no mesmo parecer. Caros irmãos, fui informado a vosso respeito, pelos da família de Cloé, que existem discórdias entre vós. Refiro-me ao fato de um de vós afirmar: Eu sou de Paulo”; enquanto o outro declara: Eu sou de Apolo; e outro: Eu sou de Pedro; e outro ainda:Eu sou de Cristo! Ora, acaso Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado em vosso favor? Fostes batizados em nome de Paulo?...”


Da ausência de referências à autorreferencialidade: desafios para a cultura e a fé

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 29 de junho de 2021 | 14:42





Efésios 4, 14-15: “O objetivo é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para o outro pelas ondas teológicas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela malícia de certas pessoas que induzem os incautos ao erro. Longe disso, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”.

Pe. José Eduardo: #Progressismo com a conversinha fiada de transgredir a tradição nada tem de corajosa”

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 28 de junho de 2021 | 12:27

 

 


 

"É a covardia de esconder-se por trás da falange dos bárbaros", declara enfaticamente o pe. José Eduardo sobre o falso progresso

 

 

Courage na Prática: Transformando o Acolhimento de LGBTQ+ na Igreja Católica

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 26 de junho de 2021 | 16:04





COURAGE e a Igreja Católica: abordagem autêntica e compassiva para pessoas LGBTQ+


COURAGE – Uma autêntica Pastoral Católica Internacional no cuidado a pessoas homossexuais



Courage International, Inc. é um apostolado da Igreja Católica, fundado em 1980 pelo padre John F. Harvey, presente no Brasil e em outros países, que oferece apoio pastoral a homens e mulheres que sentem atração pelo mesmo sexo e que tenham escolhido viver uma vida casta. Em 28 de novembro de 2016 Courage International recebeu o status canônico na Igreja Católica de associação pública clerical de fiéis, fazendo-o o único apostolado canonicamente aprovado de sua espécie: Prot. N216/93 - Este Pontifício Conselho para a Família apóia a organização chamada "Courage", fundada pelo Pe. John Harvey, OSFS, por ajudar pessoas homossexuais a viver de acordo com as leis de Deus e os ensinamentos de Sua Igreja.



Cardeal Lopez Trujillo,


Presidente do Conselho Pontifício para a Família


7 de julho de 1994

Bolsonaro genocida? Você de direita ou esquerda tem coragem de ler isto para saber?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 25 de junho de 2021 | 18:30

 

 



 

Vamos ver se a falácia de chamar Bolsonaro de genocida se sustenta, deixando todo ódio irracional por ele que impede a muitos de fazer um raciocínio equilibrado, baseado na razão e não emoção.

 

 

Entenda o que é o "Verdadeiro Conservadorismo"




Por: Alessandro Nicoli de Mattos (Politize.com)

 

 

“O conservador pensa na política como um meio de preservar a ordem, a justiça e a liberdade. O ideólogo, pelo contrário, pensa na política como um instrumento revolucionário para transformar a sociedade e até mesmo transformar a natureza humana. Na sua marcha em direção à Utopia, o ideólogo é impiedoso.” (Russell Kirk (1918 – 1994; teórico político americano).

 

Refutando a falácia da Soberania Nacional nas estatais e exploração da Amazônia.

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 21 de junho de 2021 | 15:22

 


 

 

Este despretensioso artigo, não se propõe a dar um ponto final nesta temática, porém, tenta oferecer uma crítica lógica à teoria da soberania nacional (ou popular). Mediante os métodos histórico e filosófico são analisadas as falácias, questionando uma teoria política nascida da Revolução Francesa e que é aceita sem restrições por políticos, profissionais dos meios de comunicação e acadêmicos, e que foi admitida pelas Constituições do mundo ocidental como uma das bases principais do sistema político.

 

Bolsonaro encarna o verdadeiro "Patriotismo Constitucional" que não se confunde com Nacionalismo

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 17 de junho de 2021 | 14:33


 


 

Em seu primeiro evento oficial como presidente eleito, Jair Bolsonaro participou, na manhã de terça-feira (6/11/2018) de uma sessão solene no Congresso para celebrar os 30 anos da Constituição Federal. Em um breve discurso, Bolsonaro afirmou que:"Na democracia, só há um norte: o da nossa Constituição” - Na Alemanha, em razão de seu passado histórico maculado por um nacionalismo xenófobo, que conduziu ao nazismo, buscou-se um novo modelo de identificação política capaz de superar aquele nacionalismo totalitário e promover a união entre os povos. Assim, no final da década de 70, por ocasião da comemoração dos 30 anos da Constituição da Alemanha de 1949. O historiador Dolf Sternberger foi o primeiro a usar o termo patriotismo constitucional (Verfassungspatriotismus), como forma de oposição à noção tradicional de nacionalismo, visando a apresentar uma identificação do Estado Alemão com a ordem política e os princípios constitucionais.O patriotismo constitucional representa a construção de uma nova identidade que leva em consideração a história de uma coletividade a partir da Constituição. O termo foi inicialmente introduzido pelo filósofo Dolf Sternberg, e mais tarde, retomado pelo sociólogo Mario Rainer Lepsius (LACROIX, 2005, p.123), que foi utilizado na criação de uma nova identidade coletiva pós-guerra com base na Lei Fundamental da República Federativa Alemã de 1949, ou também denominada de “Lei Fundamental de Bonn”.Todavia, foi com o filósofo e sociólogo alemão Jürgen Habermas, nos anos 80, que o patriotismo constitucional foi amplamente difundido no meio acadêmico e político.Segundo Habermas, o patriotismo constitucional produziu de forma reflexiva uma identidade política coletiva conciliada com uma perspectiva universalista comprometida com os princípios do Estado Democrático de Direito. Isto é, o patriotismo constitucional foi defendido como uma maneira de conformação de uma identidade coletiva baseada em compromissos com princípios éticos e constitucionais democráticos capazes de garantir a “integração e assegurar a solidariedade entre os povos”, com o fim de superar o conhecido problema do nacionalismo étnico, que por muito tempo opôs culturas e povos (HABERMAS, Jürgen. Identidades nacionales y postnacionales. Madrid: Tecnos, 1998).

 

 

Deturparam Marx ou Adam Smith? (Refutando o Manifesto Comunista)

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 14 de junho de 2021 | 21:05

 



 

 

 

Deturparam Marx – Aprenda a Refutar essa Falácia - Deturparam Adam Smith, também

 

 

(Por: Paulo Antonio Papini)

 

 

Sabe quando seu amigo/professor universitário marxista, ou outra pessoa que tem certa Autoridade Intelectual, lhe diz que:

 

 

 

“O verdadeiro socialismo/marxismo nunca existiu!”

 

 

Monsenhor Jonas Abib: Aguenta firme! Não desista dos seus Cinco Minutos na Cruz

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 13 de junho de 2021 | 18:15

 


 

Romanos 8,18: “Estou absolutamente convencido de que os nossos sofrimentos do presente não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada”.

 

 

Papa São João XXIII: Somente hoje...

 



 

Confira 10 conselhos de São João XXIII para manter a serenidade:

 

Stephen Kanitz: "O grande erro da Ditadura Militar e a origem do ódio dos intelectuais e jornalistas aos Militares"

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 12 de junho de 2021 | 19:22

(foto reprodução)


 

Uma semana depois de assumirem o governo, os militares patrocinaram uma emenda constitucional número 9, que se tornaria o maior erro deles! Promoveram a emenda constitucional número 9 de 22 Julho de 1964, e logo aprovada 81 dias depois, que "passou a obrigar todo jornalista, escritor e professor deste país a pagar imposto de renda, algo que nenhum destes faziam desde 1934".Este é um dos segredos mais bem guardado pelos nossos professores de história, a ponto de nem os novos militares, jornalistas, professores de história e escritores de hoje sabem o que ocorreu de fato! 

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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