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ÚLTIMAS POSTAGENS

Conheça a "Pastoral dos Construtores da Nova Sociedade" proposta no Documento de Aparecida

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 18 de outubro de 2013 | 12:20




"Pastoral dos Construtores da Nova Sociedade" proposta no Documento de Aparecida:




Capitulo III: Ação da Igreja junto aos construtores da Sociedade pluralista na América Latina





1206 A Igreja colabora por meio do anúncio da Boa Nova e mediante uma radical conversão à justiça e ao amor, para transformar, a partir do seu íntimo, as estruturas da sociedade pluralista, para que respeitem e promovam a dignidade da pessoa humana e lhe ensejem a possibilidade de realizar a sua vocação suprema de comunhão com Deus e dos homens entre si (Cf. EN 18, 19, 20).

Ser #Crente ou ser Religioso? O demônio é crente, mas "não pode ser religioso" - Por que ?








O demônio “é Crente”(acredita em Jesus) porém, JAMAIS será Religioso (religado a deus)!

Afinal os Papas seguiram o pedido de Nossa Senhora e Consagraram a Rússia? Ou não?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 17 de outubro de 2013 | 09:30





A FUNDAMENTAÇÃO BÍBLICA:




Salmo 45,9-17:


“À tua direita se encontra a Rainha ornada de finíssimo ouro de Ofir!


Ouve, filha, e olha, e inclina os teus ouvidos; esquece-te do teu povo e da casa do teu pai.


Então o Rei se afeiçoará da tua formosura, pois Ele é teu Senhor; adora-o.


E a filha de Tiro estará ali com presentes; os ricos do povo suplicarão o teu favor.


A filha do Rei é toda ilustre lá dentro; o seu vestido é entretecido de ouro.


Levá-la-ão ao Rei com vestidos bordados; as virgens que a acompanham a trarão a ti.


Com alegria e regozijo as trarão; elas entrarão no palácio do Rei.


Em lugar de teus pais estarão teus filhos; deles farás príncipes sobre toda a terra.


Farei lembrado o teu nome de geração em geração; por isso os povos te louvarão eternamente.

Violência Urbana: causas, consequências e medidas preventivas?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 16 de outubro de 2013 | 17:34








Decorrente, essencialmente, da má distribuição de renda, as consequências da desigualdade social no Brasil são observadas na favelização, pobreza, miséria, desemprego, desnutrição, marginalização, violência. A despeito do Brasil estar entre os dez países do mundo com o PIB mais alto, é o oitavo país com o maior índice de desigualdade social e econômica do mundo. Estudiosos propõem soluções para o problema, dentre eles: aliar democracia com eficiência econômica e justiça social. 

A Comunhão de Bens do Novo Testamento em confronto com a prática dizimista do Velho Testamento - Qual seguir?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 15 de outubro de 2013 | 13:40








“Os livros de Jó e Eclesiastes são divisores de épocas, marcando em definitivo a RUPTURA com a velha Teologia da Retribuição, que infelizmente retorna nos dias atuais com o PROTESTANTISMO PENTECOSTAL na ênfase da prática inescrupulosa da obrigatoriedade do dízimo acompanhado de ofertas, votos, desafios e campanhas, presentes na Teologia da Prosperidade de origem Norte Americana" (Haroldo Reimer)



As diferenças em posições doutrinárias do Papa Francisco e seus antecessores - Como distinguir as opiniões pessoais de magisteriais?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 4 de outubro de 2013 | 11:23






*GRIFOS DO AUTOR DO BLOG BERAKASH: Não podemos confundir opiniões pessoais dos Papas (que estão sujeitas a erros e revisões) com o Magistério da Igreja. E entre a opinião pessoal e magisterial, optemos pelo magistério infalível da Igreja - Sandro Magister é um jornalista de leitura obrigatória quando se trata de Vaticano.Ele trabalha para o jornal Chiesa e resolveu escrever sobre as diferenças entre Francisco e seus dois antecessores, João Paulo II e Bento XVI. Bom, eu concordo plenamente com o relato de Magister.  E destaco dois termos que ele usou: telecracia e demoscopia. Telecracia é o poder da mídia que subsuttui a democracia e demoscopia é o poder das pesquisas de opinião que substituem os princípios. Ao que parece Magister quer sugerir que Francisco deixou-se dominar pela telecracia da demoscopia! 




Em qual Concílio anterior a Trento (1545) a Igreja Católica definiu o atual cânon bíblico?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 3 de outubro de 2013 | 19:46





Antes de responder diretamente a essa pergunta, é essencial compreender o que está em jogo quando falamos de “cânon bíblico”. Não se trata apenas de uma lista de livros, mas da própria base da fé cristã, daquilo que é reconhecido como Palavra de Deus escrita e transmitida com autoridade. A definição do cânon não caiu do céu pronta e organizada; ela foi fruto de um longo processo histórico, teológico e eclesial, vivido no seio da Igreja ao longo dos primeiros séculos.


O Cânon Bíblico designa o conjunto de escritos reconhecidos como inspirados por Deus. A palavra “cânon” vem do hebraico qenéh e do grego kanón, significando “régua” ou “medida”, isto é, um critério normativo. Em outras palavras, são os livros que servem como regra de fé para os cristãos. Esses textos não foram escolhidos arbitrariamente, mas discernidos à luz da Tradição viva da Igreja, da pregação apostólica e da autoridade dos sucessores dos Apóstolos.


Ao contrário de uma ideia comum, a Bíblia não se auto-definiu. Foi a Igreja — anterior ao Novo Testamento enquanto coleção organizada — que, guiada pelo Espírito Santo, reconheceu quais escritos eram autênticos, apostólicos e dignos de serem proclamados como Escritura.


Muito antes do Concílio de Trento, já havia definições claras do cânon. Destacam-se especialmente os Concílios regionais de Concílio de Hipona e Concílio de Cartago, no norte da África. Nesses concílios, sob forte influência de grandes doutores como Santo Agostinho, foi estabelecida a lista dos livros sagrados exatamente como a Igreja Católica reconhece até hoje, incluindo os chamados deuterocanônicos.


Essa mesma lista foi posteriormente confirmada por autoridades eclesiásticas e pelo magistério romano, consolidando uma tradição contínua que atravessou séculos. Portanto, quando o Concílio de Trento definiu solenemente o cânon em 1546, ele não estava “criando” algo novo, mas reafirmando, de forma dogmática, aquilo que já era crido e praticado desde os primeiros séculos — especialmente em resposta às contestações surgidas com a Reforma.

Cracolândia: Por que o Brasil não adota soluções que já deram certo mundo afora?






Estima-se que existam mais de 2 milhões de brasileiros viciados em crack! O Governo na era Ptista “apressou-se” em diagnosticar essa realidade como epidemia e construir narrativas ideológicas em cima, impedindo ou inviabilizando soluções. O vai e vem de mortos-vivos na chamada Cracolândia é de cortar o coração. Penso nas mães, nos pais, nos irmãos, nos filhos dessas pessoas. Diante do número alarmante, no “país das Bolsas”, eis que foi criado o Cartão Recomeço, inevitavelmente apelidado de “bolsa crack”. Em resumo: Não se trata de dar dinheiro ao viciado! O dependente é levado para uma clínica conveniada que recebe cerca de R$ 1.350,00 por mês do governo do Estado de São Paulo para investir em reabilitação. Porém isto é paliativo, pois é como tentar eliminar todos os ovos existentes sem eliminar as galinhas. Mas, quero mesmo é focar nos números e vocês entenderão o por quê: O vício no crack não atinge somente o dependente. Atinge em cheio a sua família e a sociedade como um todo. É sim uma questão de saúde pública, a saúde das famílias também é abalada. Sem falar nas finanças! O crack subtrai do país 2 milhões de cidadãos que poderiam estar no mercado de trabalho gerando riqueza e pagando seus impostos. Conheço uma família afetada pelo crack. É pesado! O rapaz fez uma escolha errada em sua vida e agora sua vida não mais lhe pertence. Está doente, o crack decide tudo por ele. O crack tem o condão de, num curto espaço de tempo, retirar da pessoa toda sua condição de humano. É claro que ela não perde a humanidade, mas distancia-se de toda sua existência humana, deixa de vivenciar toda possibilidade ampla de experiências inteligíveis e sensoriais para agarrar-se apenas a uma: a imediata catarse provocada pela droga quando tragada ,o chamado “barato”. Segundo expressão usada por alguns usuários, é um “fiuim” finíssimo que se sente no cérebro ao tragar, muito curto e efêmero, mas cuja sensação se prolonga no espírito e provoca, com chamado constante, o retorno ao uso.E, a partir deste, as sensações outras começam a ser esquecidas, as necessidades mais básicas, deixadas de lado e a vida própria, observada à distância. É o “soma” do admirável mundo novo exponencialmente elevado, desligando a pessoa não apenas daquilo que lhe é ruim, mas de tudo o que forma o seu todo, seu mundo, sua consciência, seu ser. A pessoa passa a agir não irracionalmente, mas numa dimensão pré-racional, pois ainda lhe restam dados de sua construção cultural, mas o todo de seu contexto é perdido. Seu mundo da vida é quebrado e sua existência, consequentemente, fragmentada.A noção de vontade comumente definida, aproveitada pelo racionalismo que fundamenta um direito penal teoricamente pobre  é abandonada. O usuário não tem vontade, ele é movido por uma espécie de tropismo, que o dirige imperiosamente à droga. Todavia, por manter aquela condição pré-racional e por guardar suas estruturas culturais básicas, ele ainda consegue se agregar, infelizmente motivado pelo movimento de consumo do entorpecente.

Revelação Polêmica na Revista Veja: Quem Realmente Mandou Matar Celso Daniel?”

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 29 de setembro de 2013 | 11:41


(foto reprodução)




Pergunta que não quer calar: "Por que é proibido falar e divulgar algo sobre a morte do prefeito Celso Daniel do PT ?"

Por: Jean-Philip Struck – Revista Veja

Revista Inglesa põe Cristo Redentor caindo na capa e critica economia do Brasil

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 26 de setembro de 2013 | 14:06




Do UOL, Em São Paulo


A revista britânica "The Economist" voltou a estampar o Brasil na capa de sua edição para a América Latina e a Ásia. Com uma manipulação digital que mostra o Cristo Redentor afundando após um voo, a revista questiona:"Será que o Brasil estragou tudo?"A capa é uma referência da mesma revista, que, em 2009, mostrou o Cristo decolando como um foguete."Uma economia estagnada, um Estado inchado e protestos em massa significam que Dilma Rousseff deve mudar o rumo", afirma a reportagem especial sobre o país.A revista cita os protestos de junho, e se pergunta se a presidente Dilma Rousseff vai conseguir recolocar o país nos eixos. Além disso, pergunta se a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos vão ajudar a recuperação do Brasil ou simplesmente trazer mais dívidas.

Bento XVI ao matemático ateu Piergiorgio Odifreddi : "vou lhe contar quem foi o Jesus histórico"







"Ilustríssimo Senhor Professor, a minha crítica ao seu livro, em parte, é dura. Mas a franqueza faz parte do diálogo; só assim o conhecimento pode crescer. O senhor foi muito franco e, assim, aceitará que eu também o seja."O papa emérito Bento XVI escreve uma carta ao matemático ateu italiano Piergiorgio Odifreddi sobre a fé, a ciência, o mal. Um diálogo à distância sobre o livro Caro papa, ti scrivo, de autoria de OdifreddiO cientista, por sua vez, relatou emoção e surpresa ao receber em sua casa a "inesperada carta" do ex-pontífice.A carta foi publicada no jornal La Repubblica, 24-09-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto:A íntegra da carta será publicada no próximo livro do matemático italiano. O jornal italiano publica uma parte da carta que pode ser lida a seguir.

Dom João Petrini: papa Francisco reafirma que "a coisa mais importante neste tempo da Igreja é curar as feridas!"



(foto reprodução)


Por Thácio Lincon Soares de Siqueira - Zenit


Depois da entrevista concedida à revista dos jesuítas La Civiltá Cattolica, e publicada no dia 16 desse mês, ZENIT entrevistou o Presidente da Comissão Episcopal Pastoral da Vida e Família da CNBB, Dom João Carlos Petrini.bispo de Camaçari, compartilhou com os nossos leitores algumas das suas impressões a respeito de temas que o Pontífice vem repetindo desde que assumiu a Sede de Pedro.

O Rei da Holanda, Guilherme Alexander, está certo ao afirmar: “O estado do bem-estar social morreu. O povo e o mercado tem de se desenvolver sozinhos ?”

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 21 de setembro de 2013 | 23:32



O povo deve criar sua própria rede de assistência social. Vejam vídeo no link da fonte abaixo do discurso do Rei feito esta semana.

Verdade seja dita:

“Foi este modelo de desenvolvimento, que eu chamo de trabalho, que fez o mundo desenvolvido ser desenvolvido. É este modelo que fará os países em desenvolvimento e pobres saírem da miséria, e não este assistencialismo em que dar o peixe pronto e não ensina-se ninguém a pescar.”

A nova paróquia a partir do Documento de Aparecida: "Paróquia Comunidade de Comunidades"






Metodologia: Ver, julgar e agir.




I-Ver o problema (Analise):





É uma realidade comum em diversas paróquias do Brasil e do mundo, grupos de católicos que não se enquadram nas pastorais, mas servem e querem servir a Igreja local e universal. Existem três tipos mais comuns:




1)- Os tradicionalistas: São pessoas com boa formação doutrinária, que poderiam ser usados, na Catequese. Reúnem-se em grupos nas próprias casas, dão cursos sobre doutrina Católica de forma independente. São geralmente oriundos das Classes média e altas. Preferem as missas no rito Tridentino, sem palmas, expressões corporais e sem os instrumentos musicais modernos (bateria,guitarra, teclado e outros instrumentos de percussão).Quando assistem as missas no Rito de Paulo VI durante as homilias se retiram para orações, leituras e meditações pessoais, retornando apenas na liturgia Eucarística. Servem a Igreja de forma Isolada, geralmente na evangelização com os modernos meios de comunicação, palestras e cursos.Os mais radicais são Sede Vacantistas, cismáticos, e não aceitam o Concílio Vaticano II.






2)- Os Carismáticos: Na sua grande maioria hoje já estão mais próximos a paróquia e prestando serviço a mesma, nas diversas pastorais. Mas ainda existem grupos que por alguma desavença com o pároco ou algum(s) membro(s) de pastoral, ou mesmo até por não concordar com a metodologia pastoral, se afastam levando alguns simpatizantes, ou formando grupos de oração em residências, condomínios, prédios públicos e ou alugados. São excelentes no serviço de animação, pois são muito espontâneos!





3)- As Comunidades Eclesiais de Base:O futuro sobre o qual está depositado a esperança das CEBs é a fidelidade às orientações do Magistério que governa a Igreja”, afirmava o arcebispo emérito do Rio de Janeiro, cardeal Eugenio Sales. O arcebispo emérito escreveu um artigo sobre as CEBs (Comunidades Eclesiais de Base) – veiculado pelo portal da arquidiocese do Rio no dia 17 de junho – no contexto da realização, a 7 de agosto, em Natal, Rio Grande do Norte, do 2º Encontro de integrantes do então Movimento de Natal. Dom Eugenio recordava “duas iniciativas deste trabalho que, na década de 50, impulsionaram o surgimento das Comunidades de Base no Brasil”. Trata-se “da experiência da cidade de São Paulo do Potengi com a criação de núcleos de comunidades para o cultivo da vida cristã e a de educação pelo rádio”. Segundo Dom Eugenio Sales, à medida que se desenvolvem e crescem as Comunidades Eclesiais de Base, “manda a prudência cristã que haja vigilância na defesa de suas características essenciais” - “A eficácia desse admirável instrumento de evangelização, proporcionado pelo Espírito Santo, dependerá da preservação de sua identidade religiosa”, afirma.O arcebispo destacava o imperativo da fidelidade às orientações da Igreja.As CEBs “são parte integrante das paróquias e estas, das comunidades diocesanas que estão sob a direção dos Bispos e do Sucessor de Pedro, o Santo Padre”.Qualquer procedimento discordante constitui uma traição e uma ruptura, com a separação do tronco e a supressão da seiva divina. Como está expresso no Documento de Aparecida:“As comunidades eclesiais de base, no seguimento missionário de Jesus, têm a Palavra de Deus como fonte de sua espiritualidade e a orientação de seus pastores como guia que assegura a comunhão eclesial’ (nº 179)”, recorda o prelado.Ao reconhecer que há perigo de desvios, o cardeal Eugenio Sales recorda o documento que João Paulo II deixou para os líderes das CEBs, em sua viagem ao país de 1980.Dizia o Papa João Paulo II:“Sublinho, também, esta eclesialidade, porque o perigo de atenuar essa dimensão, de deixá-la desaparecer em benefício de outras, não é nem irreal nem remoto. Antes, é sempre atual. É particularmente insistente o risco de intromissão do político.’Diante da “importância dessa atividade religiosa, é dever do Bispo e de milhares de integrantes das Comunidades Eclesiais de Base zelar pela observância dos rumos dados pelo Magistério”.Para esses cristãos, vale mais a autonomia e a autodeterminação.Trata-se de um comportamento oposto ao verdadeiro ‘sentire cum Ecclesia’, ‘sentir com a Igreja. Porém,“Não há oposição às Comunidades Eclesiais de Base, quando estas são verdadeiras(Cristãs e Católicas)”.









II – Julgar






As comunidades, são as pessoas; a vida eclesial! A Igreja só tem dois caminhos: ela só pode ser uma Igreja Viva ou morta!





Uma Igreja morta é composta por várias comunidades que não deveriam receber o título de comunidade.Uma comunidade é um povoado, um grupo de pessoas que habitam no mesmo local e lá se reúnem para rezar, para realizar entre si os ensinamentos cristãos, onde se preparam para receberem os sacramentos em suas vidas, onde entram em comunhão com a Santa Mãe Igreja.Caso contrário, nós não teremos comunidades. Teremos apenas um espaço onde vivem e moram várias pessoas, e não comunidade. A comunidade sou eu, é você, e juntos podemos afirmar: NÓS FORMAMOS UMA COMUNIDADE DE VIDA.Uma comunidade de vida é um grupo onde encontramos agentes de pastoral, membros das Comunidades Novas e dos Movimentos de Igreja, pessoas comprometidas com os ensinamentos do Evangelho de Jesus. Comprometer-se é assumir o desafio. Assumir o desafio é acolher e aceitar em sua vida Jesus Cristo como a única verdade a ser seguida. Sendo ele a única verdade, não devemos escolher caminhos contrários que se apresentam para nós com falsas idéias, com falsas ideologias, com falsos ensinamentos. Tudo aquilo que vai contra os ensinamentos de Jesus, é uma mentira e deve ser rejeitada. A rejeição a centralidade de Jesus não deve existir. Só é possível esta rejeição quando fugirmos de nós mesmos, fugirmos do encontro com Deus e passamos a perder em nossa vida o que nós chamamos de fé.Em contra partida a fé é o ponto de ligação entre eu e Deus, entre eu e o outro, entre eu e a Igreja.




III – Agir:





O Novo Modelo de paróquia hoje é: “Paróquia, a Comunidade de Comunidades.”












A Igreja é a grande Mãe e Mestra! A Igreja é aquela que abre os braços para nos acolher, para nos compreender, para nos entender e principalmente para nos ensinar! Depois de acolhidos nós somos capacitados, somos formados, somos ensinados a cerca da verdade cristã integral.





Esses ensinamentos se fazem presentes em nossa vida em vários momentos do nosso dia-a-dia, nos nossos encontros, na Santa Eucaristia, nas nossas reuniões, nos nossos grupos de pastorais. Em todos esses momentos a Igreja forma. E a formação é um ponto necessário para que a gente possa compreender o meu sentido, o meu papel dentro da vida de minha paróquia.Conservemos em nossas mentes, em nossas vidas, baseados nos ensinamentos de Jesus uma comunidade que caminha em união. Não pensemos uma paróquia separada de todas as comunidades.Mas dentro do corpo da nossa paróquia nós temos as pequenas ramificações que são as nossas comunidades com os diferentes nomes que nós conhecemos. E cada uma delas lá realiza o seu ofício. Tudo isso fundamentados no que a paróquia oferece. Nossa paróquia não pode ser entendida como ambiente isolado de toda comunidade, porque ela é a própria comunidade.As comunidades Cristãs mais distantes também formam a nova paróquia: Comunidade de Comunidades, inclusive aquelas separadas da Igreja Católica.













São pessoas que compartilham da mesma verdade de Cristo, da mesma palavra de vida que aqui experimentamos. Não somos melhores e nem piores que ninguém, somos diferentes, e procuramos viver a unidade na diversidade que compõe o belo jardim da igreja, todos plantados e sendo alimentados no mesmo solo!





Porque o olhar que Deus lança sobre nós é um olhar de esperança, que nos faz sentir amados. E diferentemente da nossa situação ele nos ama.Deus ama aquele que vem a Igreja na mesma proporção que ama aquele que não vem.Deus ama aquele pratica sempre o bem, a verdade e aquele que não pratica o bem e nem faz uso da verdade. Deus ama da mesma forma. Deus não faz distinção de pessoas. A diferença está no tipo de amor que nós oferecemos a Deus. Se você ama mais a Deus do que mim, você está mais propensa a realizar aquilo que Deus pede. E se eu rejeito o amor de Deus em minha vida eu estou mais propenso a realizar aquilo que Deus não pede. Reconheçamos isso: Deus nos ama por igual.A diferença está no tipo de amor que nós oferecemos a Deus. Se eu amo pouco vou lutar para amar mais. E se muito eu amar, mais eu irei amar a minha igreja, a minha Paróquia, a minha comunidade. E se eu amo, eu sou capaz de me entregar. E se eu me entrego eu realizo um ato de doação. E se eu me dou eu realizo em minha própria vida e deixo acontecer este envio que Deus nos faz. Dois a dois, dez a dez, cinco a cinco para anunciar o evangelho de Deus. Porque se nós anunciamos nós somos hoje e sempre: “discípulos e missionários de Jesus, conscientes do que a nós é permitido e o que não é permitido.”






Sejamos fiéis, sinceros e comprometidos com aquilo que Deus nos pede, sem fazer acepção de pessoas, mas chamando e acolhendo a todos para trabalharem na vinha do Senhor! Alguns dirão que vão vir e não virão, outros dirão que não virão, e depois irão vir! Não são inimigos, são irmãos!






“Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”






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Como o Cristão deve testemunhar sua fé em uma Sociedade Hedonista ?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 19 de setembro de 2013 | 10:11






O hedonismo é muito confundido com o epicurismo, apesar de eles possuírem divergências claras.

“O epicurismo surge através de Epicuro, que levando em conta o hedonismo que o antecede irá, segundo suas concepções, aperfeiçoá-lo. Salientando que o prazer deverá ser regido pela razão, o que resulta em moderação.”

Antiguidade:

Aristipo de Cirene (ca. 435-335 a.C.), contemporâneo de Sócrates, é considerado o fundador do hedonismo filosófico:

1)- Ele distinguia dois estados da alma humana, o prazer (movimento suave do amor) e a dor (movimento áspero do amor).

2)- Segundo ele o prazer, independentemente da sua origem, tem sempre a mesma qualidade e o único caminho para a felicidade é a busca do prazer e a diminuição da dor.

3)- Ele afirma inclusive que o prazer corpóreo é o próprio sentido da vida.

Outros defensores do hedonismo clássico foram Teodoro de Cirene e Hegesias de Cirene.

Todo Cristão batizado é chamado é Santidade de vida - Portanto Ser Santo não é presunção, MAS VOCAÇÃO - Já pensou sobre isto ?






Reflexão sobre a santidade, meta de todo fiel católico consciente da fé que professa.

(Por Vanderlei de Lima – Zenit)

Encheu-me de alegria essa solicitação a mim dirigida, há poucos dias, por um seminarista:

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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