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ÚLTIMAS POSTAGENS

O Brasil vive um conflito entre liberdade religiosa e militância LGBT?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010 | 17:06




O Brasil está se tornando o paraíso dos gays e o inferno para os Cristãos




O Brasil vem enfrentando, há algum tempo, um conflito crescente entre a comunidade LGBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) e cidadãos que defendem os valores tradicionais da família e a moral cristã. Enquanto os ativistas do movimento gay, organizados e articulados junto às autoridades civis, buscam a criminalização da “discriminação homossexual”, impondo severas sanções a quem manifeste objeções à prática homossexual, grande parte da sociedade se vê ameaçada por uma legislação que, na prática, cria uma verdadeira ditadura da minoria.  Este embate não se limita à esfera política: alcança a vida cotidiana, intimida líderes religiosos, sites e profissionais que defendem a moralidade tradicional e gera um clima de pré-censura generalizada. Cidadãos temem ser processados ou penalizados por simplesmente expressarem sua fé, princípios éticos ou críticas fundamentadas à prática homossexual. O que está em jogo é a preservação da liberdade de expressão, da fé cristã e da ordem moral que sustenta a sociedade brasileira, ameaçada por uma agenda ideológica que busca impor uma visão de mundo restrita a todos, sob pena de sanção legal. Este cenário evidencia, de forma alarmante, o risco de que uma minoria organizada dite normas que contrariam a consciência, a tradição e a própria cultura da maioria da população.

Aquele que nunca pecou ATIRE A PRIMEIRA PEDRA

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 12 de janeiro de 2010 | 12:42





Narra o capítulo 8 do Evangelho de João:












"Narra que Jesus foi para o monte das Oliveiras, e, pela manhã cedo, voltou para o templo, e todo o povo vinha ter com Ele, e, assentando-se, os ensinava.E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério. E, pondo-a no meio, disseram-lhe:Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando, e, na lei, nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?Isso diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra.E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se e disse-lhes: Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.Quando ouviram isso, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficaram sós Jesus e a mulher, que estava no meio. E, endireitando-se Jesus e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão àqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais..."


A VERDADEIRA HISTÓRIA SOBRE LUTERO O FUNDADOR DO PROTESTANTISMO

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 | 16:36




A história do cristianismo é também a história da luta pela preservação da verdade revelada por Nosso Senhor Jesus Cristo. Desde os tempos apostólicos, a Igreja sempre teve que enfrentar divisões, heresias e tentativas humanas de reinterpretar a fé segundo opiniões pessoais. Já no século I, São Paulo advertia claramente:


"Rogo-vos, irmãos, que tomeis cuidado com aqueles que provocam divisões e escândalos contra a doutrina que recebestes" (Rm 16,17).


Foi justamente esse drama da divisão que marcou o século XVI com o surgimento do movimento iniciado por Martinho Lutero. O que começou como uma contestação disciplinar acabou se transformando numa ruptura doutrinária profunda que deu origem ao protestantismo e, posteriormente, à fragmentação do cristianismo em milhares de denominações com doutrinas contraditórias entre si.


A grande questão que precisa ser feita com honestidade é esta: Cristo fundou várias igrejas ou uma só Igreja?



A Sagrada Escritura responde claramente:"Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja" (Mt 16,18).


Jesus não disse minhas igrejas, mas minha Igreja.O problema central da Reforma não foi apenas moral ou disciplinar, pois a própria Igreja Católica sempre reconheceu a necessidade de reforma dos homens (como aconteceu no Concílio de Trento). O verdadeiro problema foi doutrinário: a introdução de princípios como:

Sola Scriptura (somente a Bíblia)
Sola Fide (somente a fé)
– Rejeição da autoridade apostólica
– Negação da Tradição

Essas ideias romperam com a compreensão histórica do cristianismo que sempre ensinou que a Revelação se transmite por Escritura, Tradição e Magistério (1Tm 3,15).O resultado histórico visível desse princípio da interpretação individual foi exatamente aquilo que o próprio Lutero temia: a multiplicação de interpretações divergentes e a divisão contínua do cristianismo.Hoje vemos o fruto desse princípio:


-milhares de denominações com doutrinas contraditórias.

-uma fé pulverizada, fragmentada, e sem unidade.



Enquanto isso, a Igreja Católica continua professando a mesma estrutura fundamental:



-uma fé,um só batismo, e um só Senhor: Jesus Cristo!

-uma sucessão apostólica legítima e com continuidade histórica.



Conhecer a história real da Reforma não deve servir para alimentar ódio ou desprezo pelos protestantes — que são nossos irmãos separados — mas para compreender as consequências das rupturas doutrinárias e valorizar o tesouro da unidade que Cristo quis para sua Igreja.A verdade histórica não deve ser temida, porque a verdade nunca contradiz a fé autêntica.

Quem nos separará do amor de Cristo?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 28 de dezembro de 2009 | 14:54

“Quem nos separará do amor de Cristo? a tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia todo; fomos considerados como ovelhas para o matadouro.

Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou.

Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor...” (Rom 8:35 - 39).

Quem poderá nos separar da graça Divina se nem Ele permite isto ?
Vejo todos os dias milhares de formas estranhas de pessoas expressarem a tirania divina e o furor da ira de um deus que não suporta que as pessoas sejam pessoas, ou seja pecadores.

Vejo pessoas falarem sobre santidade e ser santo de uma maneira inimaginável para qualquer ser normal.

Amarramos fardos nos outros que nem nós podemos carregar, mas cobramos dos outros.
Em 1 Cor 13, 7 temos uma descrição de um amor e incondicional: “ A Caridade a tudo suporta, tudo ama e tudo perdoa...”

Casamos pela felicidade pessoal ou do casal?

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 | 15:57





CASAMOS APENAS PARA SERMOS FELIZES, OU PARA FAZER O OUTRO FELIZ ?

D. Estevão Tavares Bettencourt - OSB: Por que #não se recomenda músicas protestantes em ambientes católicos?








Não é conveniente adotar cânticos protestantes em celebrações católicas pelas razões seguintes:






- O PRINCIPAL MOTIVO: "Lex orandi lex credencie" (nós oramos, celebramos e cantamos, de acordo com aquilo que cremos!). Isto quer dizer: existe grande afinidade entre as fórmulas de fé e as fórmulas de oração; "a fé se exprime na oração", já diziam os escritores cristãos dos primeiros séculos.





-No século IV, por ocasião da controvérsia ariana (que debatia a divindade de Jesus), os hereges queriam incutir o arianismo através de hinos religiosos, ao que Sto. Ambrósio se "opôs" com os hinos ambrosianos.














-Mais ainda: nos séculos XVII-XIX o Galicanismo propugnava a existência de Igrejas nacionais subordinadas não ao Papa, e sim ao monarca. Em consequência foi criado o calendário galicano, no qual estava inserida a festa de São Napoleão, que podia ser entendido como um mártir da Igreja antiga, ou como sendo o Imperador Napoleão.






CONCLUSÃO
















Pois bem, os protestantes têm sua fé e seus próprios cantos religiosos, cuja letra nela se exprime a fé protestante! O católico que utiliza esses cânticos, não pode deixar de assimilar aos poucos a mentalidade  protestante com suas heresias (arrebatamento, milenarismo, salvação só pela fé, sentimentalismo subjetivista, teologia da prosperidade, favores divinos em troca do dízimo, etc) esta é, em certos casos, completamente oposta a fé  católica, principalmente com relação ao uso das imagens, culto a Maria, aos santos e à celebração eucarística. Os cantos protestantes ignoram verdades centrais do Cristianismo autêntico, oriundo dos apóstolos: A presença real na Eucaristia, a Comunhão dos Santos, a Igreja visível, hierárquica, mãe e mestra, coluna e sustentáculo da verdade,  a virgindade de Maria... esses temas são irrenunciáveis, e não podem faltar numa autêntica espiritualidade cristã-católica. Deve-se portanto, estimular os compositores católicos a produção de cânticos com base na PUREZA da fé Católica, ou seja, sem misturas que a confundam.


















D. Estevão Tavares Bettencourt, OSB





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AS DIFICULDADES DO CRISTÃO FALAR SOBRE SEXO NA MÍDIA

A dificuldade de falar em tecnologia e sexo na mídia


Christopher West esclarece como caiu em uma polêmica nos Estados Unidos


(Por Genevieve Pollock)


EXTON, domingo, 13 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).

O trabalho de Christopher West, no Instituto de Teologia do Corpo, tem sido objeto de debate desde o surgimento de uma polêmica, em maio passado, em Nightline do ABC, devido a má apresentação de seus pontos de vista.

Igreja Católica Apostólica Romana: Origem Histórica, Consolidação Eclesiástica,Tensões internas e externas ao Longo dos Séculos

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 | 11:20




por *Francisco José Barros de Araújo 




Uma curiosidade frequentemente levantada — e não raramente explorada de forma anacrônica — consiste em perguntar a que “igreja” pertenceriam os trinta e quatro bispos de Roma anteriores ao imperador Constantino, se ainda não existiria a chamada “Igreja Católica?”. Tal indagação revela, antes de tudo, uma confusão entre desenvolvimento histórico-institucional e identidade eclesial. A Igreja não nasce plenamente estruturada, mas se constitui progressivamente na história sem jamais perder sua continuidade essencial.  A Igreja Católica professa que sua origem não está em um decreto imperial nem em um concílio tardio, mas na própria vontade fundante de Jesus Cristo. Segundo a fé católica, Cristo instituiu a Igreja ao escolher os Doze Apóstolos e, de modo singular, ao conferir a Simão Pedro um primado específico entre eles: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” e “Dar-te-ei as chaves do Reino dos Céus” (cf. Mt 16,17–19). Após a Ressurreição, esse mandato é confirmado quando o Senhor confia a Pedro o cuidado pastoral do rebanho: “Apascenta os meus cordeiros… apascenta as minhas ovelhas” (cf. Jo 21,15–17). A tradição cristã identifica em Pedro, posteriormente bispo de Roma, e em seus sucessores, o princípio visível de unidade e continuidade da Igreja.  Do ponto de vista teológico, a constituição plena da Igreja se consuma no evento de Pentecostes, quando o Espírito Santo desce sobre os Apóstolos, inaugurando a missão pública e universal da comunidade cristã. Historicamente, os primeiros cristãos, inicialmente vinculados ao judaísmo, passaram rapidamente a se distinguir da sinagoga, sobretudo em razão das perseguições promovidas pelo Sinédrio e da confissão explícita de Jesus como o Messias e Filho de Deus. Desde seus primórdios, o cristianismo não se compreendeu como uma seita étnica, mas como uma fé de alcance universal.  Essa universalidade — expressa já no termo katholikós (“segundo o todo”) — manifesta-se de modo decisivo no Concílio de Jerusalém, no ano 49 da era cristã, considerado o primeiro concílio da Igreja. Nele se definiu que os gentios convertidos não estariam obrigados à observância da Lei mosaica, especialmente no que se refere à circuncisão e às prescrições rituais. Tal decisão marcou a ruptura definitiva com os limites do judaísmo e lançou as bases da Igreja como comunidade transnacional, apostólica e doutrinalmente unificada.  Assim, os bispos de Roma anteriores a Constantino não pertenciam a uma “outra igreja”, mas à mesma Igreja una, santa, católica e apostólica que, perseguida e ainda não reconhecida juridicamente pelo Império, já existia de forma orgânica, sacramental e hierárquica. O Édito de Milão não cria a Igreja; apenas põe fim às perseguições e permite que aquilo que já existia se manifeste publicamente com maior clareza institucional.

Como explicar o alienante fenômeno do satanismo, ou seja, o culto ao maligno?










Nos últimos anos, o fenômeno do satanismo reapareceu em formas chamativas. Para compreender melhor o satanismo ativo, classifica-se em 3 categorias:





1)-satanismo de adolescentes. 


2)-satanismo ácido.


3)-satanismo racionalista.




Do Estilo Musical ao Estilo de Vida: A Formação da Identidade EMO e Suas Consequências Sociais

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 | 11:37





Vivemos em um tempo em que os avanços tecnológicos, as transformações ideológicas e as constantes mudanças sociais acontecem de forma acelerada e quase simultânea. Diante desse cenário dinâmico, torna-se indispensável olhar para cada fenômeno cultural que surge, não apenas como algo passageiro, mas como expressão de um momento histórico da sociedade. Entre esses fenômenos está o movimento EMO, que ultrapassou as barreiras da música e consolidou-se como uma identidade coletiva, marcando gerações e estabelecendo-se como uma tribo urbana digna de estudo sociológico.

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Blog formativo e apologético inspirado em 1Pd 3,15. Aqui você não vai encontrar matérias sentimentalóides para suprir carências afetivas, mas sim formações seguras, baseadas no tripé da Igreja, que deem firmeza à sua caminhada cristã rumo à libertação integral e à sua salvação. Somos apenas o jumentinho que leva Cristo e sua verdade aos povos, proclamando que Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), e que sua Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade (1Tm 3,15). Nossa Missão: promover a educação integral da pessoa, unindo fé, razão e cultura; fortalecer famílias e comunidades por meio da formação espiritual e intelectual; proclamar a verdade revelada por Cristo e confiada à Igreja, mostrando que fé e razão caminham juntas, em defesa da verdade contra ideologias que nos afastam de Deus. Rejeitamos um “deus” meramente sentimental e anunciamos o Deus verdadeiro revelado em Jesus Cristo: Misericordioso e Justo o qual ama o pecador, mas odeia o pecado que destrói seus filhos. Nosso lema é o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome daí glória” (Sl 115,1).

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