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Carta Contundente do Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini ao Ministério da Defesa Gera Repercussão e Alerta para o Cenário Militar Brasileiro

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 12 de janeiro de 2023 | 20:12


(foto reprodução)

 

Antes de qualquer reflexão mais profunda, preciso deixar algo muito claro: não pretendo generalizar nem rotular todos os generais das Forças Armadas, nem todos os membros do STF. Seria injusto, irresponsável e completamente distante da realidade. Tanto as F.A. quanto o Supremo Tribunal Federal são instituições compostas por indivíduos — cada um com sua história, suas convicções, seus limites, suas virtudes e seus erros. Reduzi-los a blocos monolíticos, como se todos pensassem e agissem da mesma forma, seria cometer o mesmo tipo de simplificação que tantas vezes criticamos nos outros. Muitas vezes, diante da crise moral, institucional e política que o país atravessa, o cidadão comum — ferido, frustrado, cansado — acaba reagindo com rótulos fáceis, generalizações e julgamentos amplos, como se todos os militares fossem “melancias” ou se todos os ministros do Supremo agissem com a mesma motivação. Mas essa visão, por mais compreensível emocionalmente que seja, não corresponde ao quadro real.


Nas Forças Armadas, assim como no STF, existe diversidade:


– Há pessoas convictamente dedicadas ao país;

– Há quem siga o legalismo estrito, mesmo discordando intimamente do contexto;

– Há membros progressistas e conservadores;

– Há os que são movidos pela coragem e pela honra;

– Há os que são movidos por conveniências, carreiras ou receios;

– Há quem dialogue com o povo, e há quem se feche em sua própria bolha institucional.


Em resumo: onde há seres humanos, há pluralidade — e também falhas. Por isso, minha intenção aqui não é atacar instituições inteiras, nem desrespeitar a dignidade de quem, em qualquer uma dessas instâncias, cumpre seu dever com honestidade. Pelo contrário: justamente por reconhecer essa complexidade interna é que considero necessário refletir com maturidade, separar responsabilidades e analisar o momento que vivemos com prudência, lucidez e honestidade.Feita essa distinção fundamental — e afastada qualquer tentativa de generalização — podemos então entrar no tema que motivou este texto, sempre conscientes de que estamos diante de um cenário delicado, doloroso e complexo, que exige firmeza, mas também serenidade.



Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini se revolta e escreve carta pesada ao ministro da Defesa


Por Devair G. Oliveira

 


Nunca mais se diga que: "nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!"


Hoje perdemos a maior delas!

Perdemos nossa Coragem!

Perdemos nossa Honra!

Perdemos nossa Lealdade!

Não cumprimos com o nosso Dever!

Perdemos a nossa Pátria!

Eu estou com vergonha de ser militar!


 

 


 

Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.



(foto reprodução)

 

Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!

 

 

Fomos reduzidos a pó! Viramos farelo!







 

Seremos cobrados e atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.

 

 

Joguem todas as nossas canções no lixo! A partir de hoje, só representam mentiras!

 

 

 

Como disse Churchill à uma prudência revestida de covardia do seu antecessor Neville Chamberlain:  


“Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha...E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente!"

 

 





A guerra seguirá com o povo honesto e de bem, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. E todos verão os militares como traidores!



(foto reprodução)




Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive! Generais não serão mais representantes de suas tropas. Perderão o respeito dos honestos.As tropas se insubordinarão, e com toda razão. Os generais pagarão caro por essa deslealdade! Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas. Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude? Mas outros, civis, conseguiram! A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram mais uma vez, humildes o suficiente, para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!




(foto reprodução - UOL)



E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas, e até mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou dar a oportunidade de AMPLA defesa, com o basilar direito juridico ao contraditório? Isso não conta? Isso não aconteceu? 



(foto reprodução)



E a intromissão em assuntos de competência do Executivo e do Legislativo? Isso também não aconteceu? 



Onde está a defesa dos poderes constitucionais? Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão? Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte (após final das eleições), valida-se também, esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade organizada?

 

 

NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!

 

 

A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas apenas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.

 

 

O povo nunca perdoou os traidores nem os burros! E não vai ser agora que irão!

 





Ah, sim, generais! Esses entrarão para a História Pela mesma porta que entrou Calabar!




QUE VERGONHA!

 



Assina...

 


(foto reprodução- Twitter)


 


Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini - Graduado em medicina com várias especializações. Médico da Aeronáutica, com ampla experiência na área de relações interministeriais e internacionais. Foi secretário da Biodiversidade no Ministério do Meio-Ambiente, Presidente da câmara técnica da biodiversidade e do conselho nacional do Meio Ambiente. No cargo, aperfeiçoou a governança dos projetos e recursos de cooperação internacionais e nacionais, coordenou o programa de proteção das espécies ameaçadas e as estratégias de manejo e prevenção da introdução e dispersão das espécies exóticas, implementou e coordenou processos de formação, capacitação e educação ambiental e induziu práticas de responsabilidades socioambientais focando no desenvolvimento socioeconômico, entre outras realizações. É membro da Associação de medicina Aeroespacial dos USA, da associação de medicina militar dos USA e da academia brasileira de medicina militar (cadeia nº16). Tem vários livros publicados e recebeu várias condecorações e prêmios.








Fonte: https://www.jm1.com.br/forcas-armadas-brasileiras/brigadeiro-se-revolta-e-escreve-carta-pesada-ao-ministro-da-defesa.html



 

Muito orgulho das "fROUXAS armadas" do Brasil?



 

(foto reprodução)

 


Não existe registro que qualquer outro país, como EUA ou Israel, que convivem com o terrorismo, tenham tido sucesso em prender mais de 1500 terroristas tão perigosos de uma única vez! O número de detidos caiu drasticamente, apenas por conta da aplicação dos estatutos de proteção ao idoso e da criança, além de algumas gestantes e pessoas com comorbidades graves.

 

 



*Já com relação aos "artefatos de guerra" encontrados na posse dos terroristas, segue a relação do que foi inventariado até o momento:

 


 



 

 

-22 cadeiras de rodas.


-104 andadores. 


-305 bengalas. 




(foto reprodução)



-88 muletas.


-25 carrinhos de bebê.


-208 pacotes de fraldas. 


-22 mamadeiras.


-31 chupetas. 


-1520 bandeiras nacionais.



(foto reprodução)



-388 óculos de grau elevado, e caixas contendo fartos medicamentos de uso contínuo, além de celulares repletos de grupos pacíficos e patrióticos.


-Bonés nas cores verde e amarelo, contendo os símbolos nacionais.


-Protetores solar fator 30, 50 e até 60 FPS. 



Todo esse material já  foi devidamente catalogado e enviado para ser periciados na Polícia Federal, que parece não ter mais o que fazer nas fronteiras, com o tráfico de drogas, e crime organizado que está tomando conta do Brasil!

 


*Texto com listagem circulando nos grupos de Whatsapp




CARTA DA NAÇÃO ÀS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS



 

(foto reprodução)
 

 

 

Se acham que pediremos mais uma vez, inutilmente, que intercedam pelo Brasil, estão redondamente enganados! Vocês venceram a sociedade pelo cansaço e pela traição! No entanto, trata-se de uma vitória amarga, constrangedora. Vocês se lembram de quando Rubinho Barrichello parou o carro a poucos metros da linha de chegada para que  Schumacher vencesse a prova? O alemão subiu ao pódio sob vaias, e aquela “vitória” desonrosa manchou as dezenas de outras vitórias que ele obteve durante sua carreira. Pagou um alto preço pela covardia. Esse deve ser o provável sentimento de todos os militares incluindo os que ainda gozam de um mínimo de decência, de vergonha na cara, por vossa culpa, generais de araques e sem valor. Para esses comandantes merecem as mesmas vaias e desprezo que o piloto de Fórmula 1 recebeu na ocasião. A diferença é que serão vaias muito mais duradouras e que respingarão, infelizmente, nas pessoas com as quais convivem. Até seus filhos e netos se envergonharão de vocês!  Deve ser difícil agora levantar cedo e ter que vestir uma farda diante da esposa e dos filhos. A farda se tornou agora um sinal de covardia, de submissão, de decadência moral, de vergonha, de conivência com tudo que há de repugnante. Permitam-nos um trocadilho: convenhamos que, literalmente, sentirão, mais do que nunca, o peso do fardo, pois nunca tiveram o respeito de quem agora os governa e perderam o respeito de quem sempre os defendeu. Essas medalhas que carregam no peito jamais foram por atos de bravura porque de bravos vocês não têm nada, mas de covardia, tudo! É uma mistura de burrice com traição. Se acham que os anos pós-governos militares foram difíceis (pelas críticas que receberam da esquerda), não imaginam o que virá pela frente, pois agora estão sozinhos e sob ordens de quem sempre os odiou e que os eliminará aos poucos ou os trocarão por cidadãos indignos. Vocês extrapolaram o limite da indecência ao preferir prestar continência a um ladrão condenado por unanimidade pelo TRF4, que a um colega de farda  - seu presidente e a autoridade máxima da nação - num ato de insubordinação, cometendo crime de lesa-pátria e traição previsto no artigo 55 do Código Penal Militar, que prevê fuzilamento por tais atos...A gota d’água da conduta vergonhosa dos senhores foi o de ainda conduzirem manifestantes indefesos para um campo de concentração comunista. Isso  chegou às raias da bizarrice. Cena digna de um Gulag de Stalin. Vocês não perceberam que haviam ali mulheres, idosos e crianças? Pessoas incapazes de destruir o patrimônio público? Vocês são mesmo tão ignorantes a ponto de não perceberem que o quebra-quebra foi articulado por militantes petistas infiltrados? Há duas possibilidades: vocês já se venderam à proposta autoritária deste governo criminoso, ou vocês foram feitos de trouxas mesmo. Qualquer resposta representa a desmoralização final das tropas brasileiras, uma instituição que gozava do mais alto grau de nossa confiança. Não há justificativa plausível para aceitarem o estado de absurdos da conjuntura brasileira com tantos gatunos no comando para causar o caos e dominar o povo como fez Hitler...Vocês já viraram chacota nas redes sociais e em breve essa instituição será desmantelada, sucateada por aqueles a quem se venderam e serão execrados publicamente. Judiciário opressor, eleições extremamente burladas, um bandido na presidência, presos políticos, jornalistas censurados, laços com ditaduras e narcotraficantes refeitos, uma armadilha que cedo ou tarde pegará vocês também, e suas famílias. Registra-se, neste momento, a página mais vergonhosa e constrangedora da história das Forças Armadas do Brasil. Os soldados, como os da gloriosa FEB, que outrora enfrentavam nazistas em prol da liberdade, agora prestam continência para um bandido comunista, corrupto, que possui estreitas relações com narcotraficantes, terroristas e ditadores. Os senhores, por gerações, farão parte da história do dia em que protagonizaram o enterro do Brasil na lama, desviando-o do caminho que trilhava para o primeiro mundo e se livrar das ratazanas que sempre o destruíram. Quando a velhice vos alcançar, fazemos votos para que o remorso da covardia devore vossas consciências por todo mal causado a 220 milhões de pessoas por mera vaidade. 



(foto reprodução)



Um inferno para vocês é muito pouco para a covardia e desonra causada à nossa Pátria! E para completar, no  próximo dia sete de Setembro, dia em comemoramos o dia Pátria, vocês não terão as ruas cheias, o povo aplaudindo e vibrando  como fizeram no governo do Presidente Bolsonaro. Ficaremos em nossas casas. E quem for assistir irá virar as costas quando passar as tropas do Exército,  exceto, quando passar as tropas da Marinha do Brasil! A única que afirmou apoio ao Presidente Bolsonaro na pessoa de seu Comandante, o Almirante de Esquadra  Almir Garnier.

 


 

Fonte:https://www.recantodasletras.com.br/cartas/7701109




Este Texto ABAIXO Está Circulando nas redes sociais






As Forças Armadas do Brasil, na visão de grande parte da população, atravessam talvez o momento mais constrangedor de sua história contemporânea. Não houve guerra, não houve batalha, não houve sequer uma escaramuça — e, ainda assim, muitos brasileiros enxergam nelas uma derrota moral e institucional sem precedentes. 


O caso mais emblemático dessa percepção recai sobre o Exército. Para muitos observadores — nacionais e internacionais — tornou-se difícil compreender como uma força de aproximadamente 360 mil homens, sob o comando de mais de uma centena de generais, pôde aparentar tamanha impotência diante das decisões de poucos agentes do sistema judicial e político. 



Estratégistas ao redor do mundo se perguntam, atônitos, como uma instituição dessa magnitude chegou a um ponto em que sua voz pública parece reduzida a um silêncio obsequioso. A sensação generalizada entre milhões de brasileiros é a de que houve omissão, hesitação e uma incompreensível falta de firmeza diante de acontecimentos graves e controversos que marcaram o país. 



Muitos, sentindo-se traídos, interpretam que determinados generais — falando como se representassem toda a corporação — optaram por uma postura que, na prática, deixou grande parte da população desamparada. Para esses cidadãos, a escolha de não agir foi, na essência, uma escolha que favoreceu exatamente aqueles grupos que sempre demonstraram hostilidade aberta às Forças Armadas. 



(foto reprodução)


O resultado dessa percepção é devastador: a instituição que durante décadas foi símbolo de honra, ordem e estabilidade perdeu, em pouquíssimo tempo, quase todo o apoio de uma população que historicamente a admirava. A matemática moral é cruel: ao decepcionar a imensa maioria que confiava, e ao agradar apenas uma minoria que jamais demonstrou respeito por seus valores, o Exército parece ter logrado o raro feito de desagradar praticamente a todos. 



A história da humanidade está repleta de episódios em que a omissão de comandantes custou caro às nações. E é exatamente essa memória histórica que pesa sobre os ombros dos atuais líderes militares. Há quem diga, com profunda indignação, que certos generais deveriam ter a humildade de abrir mão de suas estrelas e condecorações — não por punição formal, mas como gesto moral, reconhecimento silencioso de que falharam no dever de proteger a confiança do povo que sustentou a instituição por gerações. Para esses brasileiros, resta uma mensagem dura, porém honesta: 



“A pátria não precisa de comandantes que temem o próprio dever. Precisa de homens que honrem a farda, a tradição e o olhar confiante de seus soldados. Se não podem ou não querem fazê-lo, que permitam que outros o façam.” 



Porque, no fim das contas, uma nação não cai apenas pela força de seus inimigos externos — mas, sobretudo, pelo silêncio daqueles que deveriam ser seus guardiões internos.



Adaptado de: https://realpfigueiredo.locals.com/upost/3610293/este-texto-est-circulando-entre-generais-do-ex-rcito




*CONCLUSÃO








Não sou dono da verdade — aliás, ninguém é! A vida política, por mais apaixonante que seja, não admite certezas absolutas nem julgamentos simplistas. E é justamente por reconhecer isso que considero injusto atacar as Forças Armadas como se fossem um bloco monolítico, uniforme e perfeitamente alinhado em intenções e responsabilidades. Não é assim. Nunca foi.


Nossas F.A., em seus três comandos, são compostas por seres humanos: homens e mulheres que carregam histórias diferentes, formações diversas e visões de mundo às vezes diametralmente opostas. Há generais progressistas e há generais conservadores; há os que se preocupam profundamente com o Brasil e sua soberania, assim como há aqueles cujo foco maior é a estabilidade da própria carreira ou a manutenção de prestígio institucional. Há oficiais com espírito de luta e coragem admirável, e há também aqueles cuja postura é marcada pela cautela extrema — ou, em alguns casos, pela hesitação que beira a omissão. Em outras palavras: onde há seres humanos, há virtudes e há falhas.



(foto reprodução)



Dito isso, e me corrijam se eu estiver errado, o cenário atual nos leva à dolorosa impressão de que tudo que tem acontecido em nosso desfavor não é exatamente uma surpresa para o Alto Comando. Pelo contrário: parece ocorrer sob seu pleno conhecimento e, em certa medida, com sua anuência silenciosa. Essa conclusão não me alegra. Na verdade, me fere. Eu preferiria acreditar que está havendo equívoco, desinformação ou alguma limitação operacional. Mas os fatos, infelizmente, sugerem outra coisa.


A verdade — árdua, amarga e escancarada — é que Bolsonaro terminou politicamente isolado. E quando chegou o momento decisivo, quando uma posição institucional mais firme e dentro das quatro linhas, como ele sempre defendeu, poderia ter feito toda a diferença, restou praticamente sozinho. A Marinha demonstrou algum nível de fidelidade e compreensão histórica; já Exército e Aeronáutica, pilares indispensáveis de qualquer ação constitucional mais incisiva, permaneceram inertes. Sem o Exército, não existe “intervenção pontual”, por mais jurídica que seja a argumentação de juristas como Dr. Ives Gandra. Essa é a realidade estratégica incontornável.





Por isso eu insisto: não adianta clamar por Artigo 142, por GLO, por ruptura ou por qualquer solução que pressuponha a atuação de quem já deixou claro que não pretende se mover. E, mais grave ainda, não adianta incentivar as pessoas a voltarem às ruas sem qualquer garantia institucional. Muitos, movidos por fé, esperança, patriotismo e dor, irão. Mas enviá-los assim, desprotegidos, é colocá-los na linha de frente de um risco altíssimo — inclusive de encarceramento. E infelizmente já vimos demais cidadãos de bem, muitos deles idosos, mães, pais de família, pagarem o preço mais cruel dessa ingenuidade coletiva.






Precisamos de outra postura. De outra estratégia. De outra maturidade! Nenhuma mudança profunda se faz na base do improviso emocional. É preciso pensar nos próximos anos, nas próximas décadas — exatamente como alertava Olavo de Carvalho. Não basta vencer uma eleição; é necessário alterar o eixo cultural, intelectual e institucional de um país. E quem domina atualmente esses eixos é a esquerda, porque se infiltrou silenciosamente após o regime militar, ocupando universidades, centros de formação, sindicatos, a mídia, o sistema educacional, setores do Judiciário, ONGs e toda a máquina cultural do país. Eles jogaram o jogo longo. Jogaram com paciência. E venceram essa etapa.


Agora é a nossa vez de entender que o processo é demorado — e que não adianta agir como um exército desorganizado, disparando emocionalmente para todos os lados. Sem estratégia, qualquer mobilização vira uma exposição desnecessária. Sem preparo, qualquer movimento vira sacrifício inútil. E sem prudência, qualquer entusiasmo vira armadilha.



(foto reprodução)


O que fazer, então? Não temos respostas definitivas. Nenhum de nós tem. Mas existe um caminho possível: humildade, oração, lucidez e reconstrução silenciosa. Precisamos pedir sabedoria a Deus. Precisamos trabalhar na base, na cultura, na formação. Precisamos estar onde as ideias nascem — escolas, universidades, conselhos, associações. Precisamos ocupar espaços, preparar novas lideranças, reconstruir horizontes, sem cair na tentação infantil de achar que tudo se resolve em uma grande marcha ou em um grande ato.


E é necessário também dizer algo incômodo: não podemos mais aceitar discursos inflamados de pessoas que incentivam “vamos pra lá!”, “vai ser gigante!”, “ninguém nos segura!”, enquanto elas mesmas permanecem confortavelmente sentadas em suas casas, protegidas por desculpas convenientes. Isso é covardia embrulhada em heroísmo de papel. E se alguém acredita que esse é o único caminho, que vá primeiro. Que dê o exemplo. Que corra o risco que exige dos outros. Porque justificar-se com “sou idoso”, “tenho problemas de saúde”, “tenho família dependente”, enquanto muitos dos que foram presos estavam nessas mesmas condições, é uma contradição moral gigantesca.





O momento pede menos bravata e mais equilíbrio. Menos impulsividade e mais estratégia. Menos grito e mais consciência. Oração, prudência e serenidade — isso não faz mal a ninguém, e talvez seja o que mais precisamos agora. Que Deus nos ilumine, fortaleça e dê discernimento. Repito: não sou dono da verdade. Esta é apenas a minha visão, modesta e imperfeita, mas sincera.




*Texto conclusivo de livre circulação nos grupos de Whatsapp, não implica necessariamente a posição do Apostolado Berakash





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Anônimo
20 de fevereiro de 2023 às 15:59

Sim, os generais fizeram o seu papel na comédia chamada "Forcas Armadas do Brasil". Afirmaram em prosa e ações que o hinário decorado e cantado desde o cadete até o oficial mais graduado, que enaltece as ffaa, é uma piada contada para que o povo se orgulhe mas sem a mínima razão de ser. Os netos certamente vão ler sobre a covardia de seus avós e vão andar nas sombras com temor de serem identificados como descendentes daqueles que por arrogância, egoísmo e covardia lesaram a vida e a pátria de milhões de brasileiros.

Anônimo
13 de março de 2023 às 19:00

Excelentíssimo Senhor Brigadeiro
EDUARDO SERRANEGRA CAMERINI
Parabéns por sua honra e lucidez. O senhor é a maior liderança militar dos brasileiros atualmente. Terá todo apoio do povo honesto e patriota, que é a grande maioria, para liderar milhares de oficiais e praças das três Forças Armadas e Forças Auxiliares inconformados com a atitude inconsequente de alguns generais antidemocráticos, corruptos, lulistas e covardes ao extremo. Há de se retomar o poder que foi usurpado por políticos crápulas, juízes marginais e generais canalhas. Esses militares traidores da pátria merecem a masmorra para não dizer pena de morte.
Sob seu comando, suplicamos implantar um regime militar, evitando assim que milhões de pessoas venham a morrer de fome ou sejam escravizadas por esse regime nefasto que está sendo implantado pelo larápio que conta com a proteção de facções criminosas, da mídia desqualificada, de ministros do STF (urubus carniceiros), de políticos podres, da OAB e da ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana, principalmente da CNBB). Quanto antes tomar medida saneadora, menos sangue será derramado.
Receba nosso incondicional aplauso e apoio.
Jambeiro, 14 de março de 2023.
Respeitosamente,
João de Toledo Cabral
Oficial da res. da PM/SP
Obs.: Favor repassar para que milhões de brasileiros saibam o que pode ser feito para salvar o nosso querido Brasil e orgulhosa bandeira verde / amarela. Sejamos todos nós partícipes da reconstrução do Brasil.

Anônimo
19 de dezembro de 2024 às 11:27

Prudência e canja de galinha não faz mal a ninguém, é o que estamos precisando neste momento. Que Deus nos ilumine! O que fazer? Não sei ! Precisamos pedir sabedoria a Deus! O que não podemos é ficar motivando os outros assim: “vamos pra lá, vamos pra cá! Vai ser grande! Ninguém nos segura...”

Isso é pura burrice!

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