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Avaliação do Governo Bolsonaro: quais Políticas Públicas, Reformas Econômicas e Indicadores melhoraram no Brasil?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 13 de abril de 2019 | 21:30




Afinal "o que Bolsonaro fez de bom para o Brasil" durante seu governo?

Jair Bolsonaro não é um homem perfeito — e nunca se apresentou como tal! Mas perder e negar Bolsonaro e por conseguinte, o Bolsonarismo, significaria perder uma oportunidade histórica de romper com um modelo político que, por décadas, manteve o Brasil refém da corrupção, do fisiologismo e da submissão a uma elite política desconectada do povo. Não se trata de idolatria, mas de reconhecimento: entre todas as opções que se apresentaram, Bolsonaro foi — e ainda é — a alternativa real de mudança.  Falo aqui a partir da experiência de quem viveu a política brasileira por mais de meio século. Tenho 56 anos e participei das eleições de Collor, dos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, dos dois de Lula, dos dois de Dilma Rousseff e, mais recentemente, de Jair Bolsonaro. Durante grande parte desse percurso, votei em Lula — até o seu primeiro mandato. Hoje, com a maturidade que o tempo traz, posso afirmar com convicção: jamais vi um presidente da República demonstrar tamanha hombridade, coragem pessoal e compromisso com o Brasil quanto Jair Bolsonaro.  Trata-se de um homem de vida pública ilibada, sem envolvimento em escândalos de corrupção, reconhecidamente honesto, simples, ligado ao povo, defensor da família, bom pai, bom filho e esposo, e, sobretudo, alguém que procurou cumprir aquilo que prometeu. Temente a Deus, Bolsonaro jamais se apresentou como perfeito — porque perfeito só Deus —, mas como o homem certo, no momento certo, para enfrentar um sistema apodrecido.  Desde o descobrimento, o Brasil convive com ciclos de exploração. Antes, por colonizadores; hoje, por uma elite política que se perpetua no poder, troca nomes e partidos, mas preserva os mesmos vícios. Essa elite nunca se preocupou em levar água ao interior do Nordeste, oferecer educação de qualidade sem doutrinação ideológica ou formar um povo crítico e independente. Pelo contrário: sempre trabalhou para manter a população dependente do Estado, presa a favores e migalhas eleitorais.  Durante anos, fomos levados a acreditar numa falsa polarização entre “mocinhos e vilões”, PSDB e PT, ambos sustentados pelo mesmo centrão oportunista. A Operação Lava Jato, liderada por Sérgio Moro, revelou o que muitos desconfiavam: o sistema era profundamente corrupto, estruturalmente criminoso e protegido por interesses cruzados. Partidos que nasceram da anistia política mostraram-se, na prática, incapazes de governar sem ilícitos.  É nesse cenário que surge Jair Bolsonaro, prometendo enfrentar essa engrenagem corrupta. Muitos votaram nele por convicção; outros, por falta de alternativa capaz de derrotar o PT. O fato é que, de maneira inédita na história política recente do Brasil, Bolsonaro tentou cumprir o que prometeu: combater a corrupção, renovar ministérios, moralizar estatais, enfrentar aparelhamentos em universidades, reduzir privilégios e mudar a forma de se fazer política.  Os resultados são claros para quem se dispõe a olhar além da narrativa dominante: estatais voltaram a dar lucro, ministros passaram a ser escolhidos por critérios técnicos, políticos profissionais perderam espaço e, pela primeira vez, tivemos um governo sem escândalos de corrupção sistêmica. Nunca se tentou moralizar tanto a vida pública brasileira quanto durante o governo Bolsonaro.  Justamente por isso, aqueles que sempre viveram do sistema reagiram com fúria. Incapazes de atacar resultados concretos, passaram a investir em ataques pessoais, escândalos artificiais e polêmicas irrelevantes, desviando o foco das transformações reais em curso. O objetivo sempre foi um só: impedir que o Brasil mudasse de verdade.



Governo Bolsonaro: Resultados Concretos, Pouca Propaganda e um Legado Ignorado pelo Marketing Político  




Um dos grandes equívocos do governo Jair Bolsonaro — reconhecido até mesmo por seus apoiadores — foi não compreender plenamente a importância do marketing político na disputa pela narrativa pública. 




Diferentemente de governos anteriores, que transformavam ações rotineiras do Estado em grandes peças de propaganda oficial — como se abrir a torneira de casa e sair água fosse um feito extraordinário do governante de plantão —, Bolsonaro optou pela Austeridade e por não inflar artificialmente suas realizações. O resultado foi um paradoxo: enquanto entregava resultados concretos, seu governo foi sistematicamente retratado como ineficiente por quem sempre dominou a máquina de comunicação estatal.  



Essa ausência de autopromoção contrasta fortemente com práticas adotadas por governos do PT, que durante quase 20 anos no poder investiram pesadamente em publicidade oficial, controle narrativo e construção de uma imagem triunfalista, muitas vezes dissociada da realidade fiscal, institucional e moral do país. Bolsonaro, ao contrário, apostou que os fatos falariam por si. 



Em um ambiente político dominado por militância, imprensa engajada e redes de desinformação, essa escolha revelou-se um erro estratégico — não de governo, mas de comunicação.  Ainda assim, mesmo com pouco tempo de mandato e enfrentando crises inéditas, sabotagens institucionais, oposição desleal e permanente, o governo Bolsonaro entregou avanços que seus críticos preferem ignorar. 



Seguem abaixo algumas dessas “coisinhas” que Jair Bolsonaro fez em poucos anos de governo — e que o PT não conseguiu realizar em quase duas décadas no poder. Realizações que não dependeram de discursos grandiloquentes, mas de decisões firmes, gestão responsável e compromisso real com o Brasil:





1 – Bolsonaro iniciou seu governo de forma verdadeiramente revolucionária ao romper com os paradigmas da velha política. Um dos primeiros e mais simbólicos atos foi o corte drástico da máquina pública: dos 39 ministérios existentes na era petista, reduziu para apenas 22. Não foi apenas uma reforma administrativa, mas um recado claro ao país — menos cargos, menos aparelhamento, menos desperdício e mais responsabilidade com o dinheiro do contribuinte. Essa decisão gerou economia real aos cofres públicos e demonstrou que governar não exige inchar o Estado, mas sim torná-lo mais eficiente e funcional em favor dos brasileiros.










2 – Rompendo definitivamente com o fisiologismo que marcou os governos do PT e do FHC, Bolsonaro formou um ministério sem indicações político-partidárias, baseado exclusivamente em critérios técnicos. Pela primeira vez em décadas, o “toma lá, dá cá” deixou de ser regra na composição do governo federal. Cada ministro foi escolhido por sua capacidade, experiência e compromisso com resultados, e não por alianças espúrias ou interesses eleitorais.  Essa postura ficou clara já no início do mandato. Em discurso a empresários chilenos, em Santiago, no dia 23 de março de 2019, Bolsonaro afirmou ter recebido um país mergulhado em uma profunda crise ética, moral e econômica. Reconheceu que o Brasil era visto como um dos campeões mundiais da corrupção — uma realidade exposta pela própria mídia — e destacou que parte da classe política resistia em abandonar os vícios da velha política. Sua fala não foi retórica, mas a justificativa prática de um governo que optou por governar sem conchavos, enfrentando interesses arraigados em nome da reconstrução do país.










3 – O governo Bolsonaro rompeu com décadas de uso político do BNDES ao abrir a chamada “caixa-preta” do banco. Como resultado desse processo de transparência e revisão de contratos, o BNDES devolveu cerca de R$ 100 bilhões ao Tesouro Nacional, além de realizar repasses mensais da ordem de R$ 6 bilhões até 2022. Esses recursos aliviaram a dívida pública e devolveram dinheiro ao contribuinte brasileiro.  A abertura dos dados revelou operações obscuras firmadas em governos anteriores, incluindo financiamentos bilionários a regimes autoritários no exterior e a grandes grupos empresariais favorecidos por relações políticas. Ao pôr fim a esse modelo de capitalismo de compadrio, Bolsonaro transformou o BNDES de instrumento ideológico e partidário em um banco mais técnico, transparente e alinhado aos interesses do Brasil — e não de projetos de poder.









4 – Bolsonaro demonstrou, na prática, compromisso com o combate ao desperdício, aos abusos e à corrupção na administração pública. Um exemplo simbólico foi o cancelamento de um contrato do IBAMA para a compra de caminhonetes cujo valor chegava a ser até 20 vezes superior ao preço de mercado, expondo como contratos inflados haviam se tornado rotina em governos anteriores. Essa mesma postura firme permitiu concluir a tão sonhada e historicamente prometida transposição do Rio São Francisco, uma obra que por décadas se arrastou entre atrasos, corrupção e superfaturamento. Aquilo que muitos nordestinos já não acreditavam ver finalizado finalmente se concretizou, levando água, dignidade e esperança a regiões castigadas pela seca. 







Com a chegada da água encanada, o governo também enfraqueceu a histórica exploração praticada pelos donos de carros-pipa, que lucravam com a escassez e mantinham populações inteiras reféns da seca. Ao barrar gastos abusivos, concluir a obra e romper com esse ciclo perverso, Bolsonaro mostrou que o dinheiro público e as políticas de Estado devem servir ao povo — e não a esquemas, intermediários ou interesses políticos.









5- Cortou R$ 2,5 bilhões de verbas de patrocínios de televisão e criou um canal oficial do Governo no YouTube para falar diretamente com o povo além de já usar as redes sociais como informativo. Devido a isso as mídias esquerdistas como Globo quase abriram falência, e passaram a distorcer as falas dos Ministros e do Presidente, criando "Fake News" em conluio com a grande mídia que o odiava.











6 – Bolsonaro promoveu um corte histórico de milhares de cargos comissionados que, por décadas, serviram apenas como moeda de troca política e instrumento de aparelhamento do Estado. Ao desmontar essa estrutura artificial — usada para formar massas de manobra e sustentar conchavos — seu governo reduziu privilégios e devolveu racionalidade à administração pública. Essa medida representou economia concreta aos cofres públicos e esteve plenamente alinhada à política de austeridade fiscal conduzida pelo ministro Paulo Guedes, reafirmando o compromisso com um Estado mais enxuto, eficiente e voltado ao interesse do contribuinte, e não à manutenção da velha política.













7- Durante o governo Bolsonaro, vieram à tona denúncias de que comunidades indígenas estavam sendo instrumentalizadas por terceiros para a criação clandestina de estruturas de mineração de criptomoedas, gerando lucros milionários à margem da lei e explorando populações vulneráveis; diante disso, o governo atuou para identificar, coibir e impedir essa manipulação, acionando órgãos de fiscalização e reforçando o combate a esse tipo de exploração ilegal.











8- Mesmo diante de uma estrutura estatal profundamente aparelhada por indicações e interesses ligados ao PT — situação que, em muitos setores, persiste até hoje — o governo Bolsonaro revelou esquemas criminosos envolvendo o uso indevido de aeronaves do SUS para o transporte de drogas. A partir dessas descobertas, diversas operações ilegais foram interrompidas, voos clandestinos foram abortados e o uso criminoso da máquina pública passou a ser combatido com maior rigor.











9- O governo Bolsonaro pôs fim ao "famigerado imposto sindical obrigatório", um tributo que, durante décadas, foi utilizado não em benefício real dos trabalhadores, mas para sustentar dirigentes sindicais pelegos, seus círculos de poder, amigos e familiares. Esse mecanismo alimentou no Brasil uma verdadeira indústria e máfia sindical, amplamente aparelhada e controlada por partidos de esquerda, que viviam da arrecadação compulsória sem qualquer compromisso com resultados concretos. Ao tornar a contribuição sindical facultativa, Bolsonaro devolveu ao trabalhador o direito de decidir, obrigando os sindicatos a finalmente mostrarem serviço, representarem de fato suas categorias e irem além de discursos ideológicos vazios.











10- Com o apoio de sua base no Congresso, o governo Jair Bolsonaro promoveu uma reforma previdenciária de caráter histórico, por meio de uma PEC que rompeu com privilégios consolidados e distorções antigas do sistema. Pela primeira vez no Brasil, avançou-se na lógica de maior equidade: quem ganha mais passou a contribuir mais, e quem ganha menos passou a contribuir menos. A reforma atingiu políticos, militares e servidores públicos, enfrentando interesses poderosos e inaugurando um novo paradigma de responsabilidade fiscal e justiça contributiva no país — algo até então inédito na história brasileira.









11- Em menos de três meses, o governo Bolsonaro registrou um saldo positivo de R$ 30,2 bilhões nas contas públicas, resultado de uma gestão fiscal responsável e comprometida com o equilíbrio das finanças do Estado. Mesmo em meio a uma pandemia mundial sem precedentes, todas as estatais passaram a operar no azul, demonstrando eficiência administrativa e o fim da lógica de aparelhamento político. Nesse período, o Brasil voltou a registrar episódios de "DEFLAÇÃO" — algo que não se via havia muitos anos — aliviando o custo de vida da população. A Petrobras, símbolo histórico de corrupção e má gestão, voltou a dar lucro de forma consistente após o combate à roubalheira e a adoção de critérios técnicos e transparentes na sua condução.












12- De forma inédita — e até hoje imperdoável para a chamada elite artística da “esquerda caviar” — o governo Bolsonaro promoveu mudanças na Lei Rouanet, rompendo com um modelo concentrador e excludente que, por décadas, beneficiou quase sempre os mesmos artistas já consagrados e ideologicamente alinhados, como Gilberto Gil, Fafá de Belém, Caetano Veloso, Chico Buarque e sua trupe. As alterações buscaram democratizar o acesso aos recursos públicos, abrindo espaço para artistas independentes, não consagrados e fora do tradicional eixo Rio–São Paulo. Pela primeira vez, a política cultural avançou no sentido da descentralização, da transparência e de uma distribuição mais justa dos incentivos, priorizando diversidade regional e responsabilidade no uso do dinheiro público.










13 — Redução do uso de verbas públicas para eventos festivos e culturais de elite, como carnavais de camarote e grandes espetáculos ideologizados, reafirmando o princípio de que esse tipo de iniciativa deve ser financiado pela iniciativa privada — e não pelo contribuinte. O governo Bolsonaro adotou uma postura inédita de contenção de gastos, encerrando a prática de bancar eventos com forte viés político ou restritos a grupos específicos, priorizando o uso responsável do dinheiro público em áreas essenciais como saúde, segurança e infraestrutura.











14- Aumento da validade da CNH de 5 para 10 anos, e redução no valor do IPVA.











15 — Revisão e retirada de lombadas eletrônicas em rodovias federais que, em muitos casos, serviam mais para alimentar a chamada “indústria da multa” do que para promover segurança viária. O governo Bolsonaro adotou critérios técnicos para a manutenção desses equipamentos, priorizando trechos realmente perigosos. Além disso, promoveu o encerramento da adoção da placa do Mercosul como política prioritária, um modelo que não trouxe benefícios práticos relevantes ao cidadão, aumentou custos e não contribuiu de forma efetiva para a segurança pública ou fiscalização.






16 — Identificação e correção de inúmeras fraudes no programa Bolsa Família. Durante o governo Bolsonaro, auditorias e cruzamentos de dados revelaram irregularidades graves: pessoas já falecidas, empresários, servidores públicos, além de filhos e parentes de figuras conhecidas recebiam indevidamente o benefício. Essas distorções foram sanadas, garantindo que os recursos públicos passassem a chegar a quem realmente precisava, reforçando a justiça social, a transparência e o respeito ao dinheiro do contribuinte.










17 — Demonstração inédita de compromisso com a transparência e a legalidade. Jair Bolsonaro exonerou o então ministro da Saúde ao identificar divergências graves de condução e, de forma igualmente inédita na política brasileira, determinou que a Polícia Federal investigasse irregularidades envolvendo o próprio partido pelo qual havia sido eleito, o PSL. Ao não interferir e permitir a apuração independente, Bolsonaro deixou claro que ninguém estaria acima da lei — nem aliados, nem ministros, nem o próprio governo. Isso é gestão transparente.













18 — O episódio que ficou internacionalmente conhecido como o “caso do golden shower”, ocorrido durante o Carnaval de 2019, ganhou repercussão mundial após Jair Bolsonaro trazer o tema ao debate público. A divulgação do vídeo evidenciou excessos tolerados — e muitas vezes financiados — pelo poder público ao longo de anos, provocando constrangimento internacional e reação até mesmo entre setores da própria esquerda. O caso rompeu o silêncio institucional e abriu uma discussão inédita sobre limites culturais, responsabilidade do Estado e o uso de recursos públicos em grandes eventos populares.











19 — No programa Mais Médicos, o governo Bolsonaro propôs uma mudança inédita e humanitária: que os médicos cubanos passassem a receber seus salários integralmente, de forma direta, e tivessem garantido o direito de trazer suas famílias para morar no Brasil. O governo de Cuba recusou a proposta e optou por retirar seus profissionais do país. Ainda assim, muitos médicos cubanos escolheram permanecer no Brasil, evidenciando, na prática, que a realidade vivida aqui oferecia mais liberdade e dignidade do que aquela imposta pelo regime cubano — um contraste que desmontou o discurso do suposto “paraíso” propagado pela ditadura.













20 — Enfraquecimento do crime organizado e restabelecimento da ordem pública. O governo Bolsonaro promoveu a transferência estratégica de líderes de facções criminosas para presídios federais de segurança máxima, isolando-os de suas bases e dificultando a coordenação de ações criminosas. A medida contribuiu para a redução de ataques coordenados, trouxe um período de maior estabilidade e ajudou a devolver à população a sensação de paz e segurança.














21 — Jair Bolsonaro escandalizou o sistema político ao demonstrar ao Brasil e ao mundo que é possível fazer política sem recorrer ao toma-lá-dá-cá. Realizou a campanha presidencial mais barata da história recente, provando que o uso excessivo do fundo partidário não é indispensável para vencer eleições. Com apoio popular, discurso direto, propostas claras e linguagem acessível ao povo, mostrou que verdade, coerência e conexão com a sociedade podem ser mais poderosas do que milhões em recursos públicos. Simples assim.













22 — Contrariando pressões da esquerda nacional e internacional, o governo Bolsonaro viabilizou a extradição do italiano Cesare Battisti, condenado pela Justiça de seu país por assassinatos cometidos nos anos 1970. Após permanecer por anos no Brasil sob proteção política de governos alinhados à esquerda, Battisti foi finalmente entregue às autoridades italianas, reafirmando o compromisso do Brasil com o combate ao terrorismo, ao crime internacional e com o respeito às decisões judiciais de democracias consolidadas.













23 —Talvez o aspecto mais paradoxal de seu governo: Jair Bolsonaro provocou um choque cultural que rompeu consensos estabelecidos e deslocou profundamente o debate público. Suas posições e atitudes levaram setores tradicionalmente alheios — ou até hostis — a valores conservadores a revisitar temas como fé, moral, símbolos nacionais e identidade cultural, a ponto de fazer até ateus e comunistas passarem a frequentar igrejas e missas, ainda que por mera tentativa de melhora da imagem desgastada perante a opinião pública.Na arena política, adversários abandonaram slogans e cores historicamente associadas à esquerda, trocando o vermelho pelo verde e amarelo. Episódios emblemáticos do período — como o caso do “golden shower” — também expuseram contradições do discurso progressista, levando jornalistas, militantes e formadores de opinião a reverem narrativas antes tratadas como intocáveis.











24)- E por fim, o legado de inclusão social mais revolucionário de Bolsonaro: O Pix, que foi idealizado e desenvolvido pelo Banco Central do Brasil, com estudos iniciados em 2018, e implantado em 16 de novembro de 2020, durante o governo Jair Bolsonaro. À época, o Banco Central era presidido por Roberto Campos Neto, indicado por Bolsonaro e aprovado pelo Senado. O apoio político do governo foi decisivo para garantir autonomia técnica ao BC e permitir a implementação do sistema, mesmo diante da forte resistência de setores do sistema financeiro tradicional, especialmente bancos e intermediários que viam no Pix perda de receitas com TED, DOC e tarifas. Ao romper com esses interesses, o Pix ampliou a concorrência, reduziu custos para a população e empresas e promoveu inclusão financeira, tornando-se um dos maiores avanços do sistema de pagamentos no Brasil.







Mais alguma coisa boa que não estou lembrando?... 




CONCLUSÃO



Diante de tudo isso, é impossível ignorar que o governo Jair Bolsonaro representou muito mais do que uma alternância de poder: ele simbolizou uma ruptura — ainda que imperfeita — com a lógica histórica que sempre manteve o Brasil refém de interesses escusos, privilégios de castas políticas e da corrosão moral das instituições. Bolsonaro não foi apenas um presidente; foi o catalisador de um despertar cívico em milhões de brasileiros que, pela primeira vez, sentiram-se representados por alguém disposto a enfrentar o sistema, mesmo pagando um alto preço por isso.  



Os valores que emergiram durante seu governo — defesa da família, respeito à vida, liberdade de expressão, patriotismo, responsabilidade fiscal, combate à corrupção e valorização do mérito — não pertencem a um homem ou a um partido. Eles pertencem ao Brasil profundo, trabalhador e honesto, que sustenta esta Nação todos os dias e que já não aceita ser tratado como massa de manobra. Abandonar esse legado significaria retroceder à velha política, ao conformismo e à normalização da corrupção como método de governo.  






Por isso, mais do que defender um nome, é necessário preservar uma ideia de país. Um Brasil onde o Estado sirva ao cidadão — e não o contrário; onde a política volte a ser instrumento de bem comum; onde a educação forme pessoas livres, críticas e conscientes; onde a fé, a família e a identidade nacional sejam respeitadas, e não ridicularizadas. 



O bolsonarismo, nesse sentido, ultrapassa a figura de Jair Bolsonaro: ele se tornou uma expressão legítima do desejo de mudança, moralização e soberania.  Cabe agora aos brasileiros de bem — homens e mulheres que trabalham, pagam impostos, educam seus filhos e acreditam em um futuro melhor — assumir esse compromisso histórico. Não com fanatismo, mas com consciência. Não com ódio, mas com firmeza. Defender o legado de Bolsonaro é defender a possibilidade real de um Brasil mais justo, livre e próspero, onde a honestidade volte a ser virtude e não exceção.  



O futuro do Brasil não será construído por salvadores da pátria, mas por cidadãos vigilantes, comprometidos com valores sólidos e dispostos a não ceder novamente ao comodismo e às falsas promessas do passado. Que cada brasileiro abrace essa responsabilidade, preserve o que foi iniciado e siga adiante com coragem, fé e amor ao país. Porque o Brasil pode dar certo — e depende de nós não permitir que essa chance seja perdida outra vez.







E como sempre diz o nosso capitão:



UM FORTE ABRAÇO!




Fonte:https://www.facebook.com/groups/477320089142243/permalink/1335439356663641/



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14 de abril de 2022 às 15:46

Fico intrigada quando vejo tantas pessoas falarem de política, parecendo que em um país há apenas dois candidatos, vejo apenas corrupção e os nossos direitos nunca são respeitados, uma desculpa de gerações anteriores, fico me perguntando, nós trabalhadores temos nossos deveres na empresa , porque político também não é assim, para quer tantas regalias, altos salários.

Anônimo
14 de novembro de 2024 às 10:48

Bolsonaro não é perfeito, mas se perdermos esse cara, perdemos a chance de mudar o Brasil! BOLSONARO não é perfeito, mas é a única opção. Não vamos deixar a nossa bandeira virar vermelha! Pra mim “PESSOALEMENTE”, Bolsonaro é o MELHOR presidente que o Brasil já teve! Tenho 56 anos, já participei das eleições de Collor, nas duas vezes de FHC, nas duas vezes de Lula nas duas vezes de Dilma e agora votei em Bolsonaro. Lamentavelmente, SEMPRE votei em Lula até o primeiro mandato deste energúmeno ex-presidiário. Mas agora, confesso a vocês que nesses bem vividos 56 anos de minha vida, nunca vi um presidente da República com tanta HOMBRIDADE como Bolsonaro. Um parlamentar de vida pública ilibada, INCORRUPTÍVEL, honesto, apaixonado por nossa Nação, sem envolvimentos com corrupção, homem simples e do povão, SUPER FAMÍLIA, bom filho, bom pai e esposo, e acima de tudo: cumpridor daquilo que promete. Temente a Deus. Não é perfeito, como ninguém o é, pois perfeito só Deus, mas é a pessoa certa, na hora certa e no lugar certo! Só tenho gratidão a este grande brasileiro!

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