A MENTIRA: “Maria deu a luz seu Filho PRIMOGÊNITO - Dedução protestante: se foi primogênito, vieram outros depois!”
ONDE SE ENCONTRA ?
2)-http://averdadesobremaria.blogspot.com/2009/07/adoracao-maria.html
É um
equívoco primário e fundamental afirmar que: “Maria deu à luz seu Filho primogênito, logo
houve outros depois”. Trata-se de um erro teológico e interpretativo. Jesus foi
apresentado como primogênito no templo aos 40 dias, sem que outros filhos
tivessem nascido depois, como veremos à luz da Bíblia e da tradição teológica.
Deus estabelece claramente que o primogênito deve ser contado: “Contarás todo
primogênito varão entre os filhos de Israel, da idade de um mês para cima”
(Números 3, 40). Ora, se existe primogênito de um mês, não se exige que exista
um segundo filho para que alguém seja considerado primogênito. O conceito de
primogênito, tanto para pessoas quanto para animais, refere-se àquele que nasce
primeiro, independentemente de haver outros depois (Êxodo 13, 2). A própria
tradução protestante confirma que o primogênito é aquele que “abre a madre”,
sem que seja necessário que nasça outro para caracterizá-lo como tal. Portanto,
Jesus ser chamado de primogênito não implica a existência de irmãos
posteriores; Ele é o primogênito por natureza do nascimento e da consagração,
conforme a Lei de Deus. Simples, claro e bíblico.
Adiante, alega um "paxtô", sem qualquer
fonte, que:
2)-Labão, diz a Jacó: “Acaso, porque tu és meu irmão, deves tu servir-me de graça ? (Gênesis 29,15). E no entanto Jacó era sobrinho de Labão!Isaac chamou a Jacó e o abençoou e lhe pôs pôr preceito dizendo: “Não tomes mulher da geração de Canaã; mas vai e parte para a Padã-Arã … e desposa-te com uma das filhas de Labão, irmão de tua mãe “” (Gênesis, 28,1e 2). Realmente Jacó era filho de Isaac com Rebeca (Gênesis 25, 21 a 25) e Rebeca era irmã de Labão: “Rebeca, porém, tinha um irmão chamado Labão” (Gênesis, 24,29). E, no entanto, não só como vimos acima, seu tio o chama irmão , mas também quando Jacó se encontra com Raquel, que é filha de Labão (Gênesis 29,5 e 6), diz à moça que é irmão de Labão: “E lhe manifestou que era irmão de seu pai, filho de Rebeca (Gênesis 29,12).
3)-Lê-se no Levítico que Nadabe e Abiú, filhos de Arão (Levítico 10,1) são mortos por castigo, por terem oferecido um fogo estranho nos seus turíbulos. Moisés chama os primos dos que faleceram: Misael e Elisafan, filhos de Oziel, tio de arão (Levítico 10,4) “e lhes diz: ide, tirai vossos irmãos de diante do santuário e levai-os …” (Levítico 10,4).
4)-Lê-se no livro de Crônicas que Eleazar e Quis são filhos de Mali: “filhos de Mali: Eleasar e Quis”(1 Crônicas 23,21), portanto Irmãos no verdadeiro sentido da palavra. Eleazar só teve filhas e não filhos; as filhas dele se casaram com os filhos de Quis. Espera-se que a Escritura diga: casaram-se com os filhos de Quis, que eram seus primos; mas ela diz: com os filhos de Quis, seus irmãos: “E Eleazar morreu e não teve filhos, porém filhas; e os filhos de Quis, seus irmãos , as tomaram por mulheres (1 Crônicas, 23,22).
Sem precisar recorrer a nenhum argumento da tradição (porque
talvez os protestantes não gostem disto, pois não gostam de estudar e caem no
fanatismo) temos que observar o seguinte:
Ainda hoje mesmo, entre nós, nas nossas localidades do interior principalmente, é multo comum esta duplicidade de nomes!
Refutação a outro engano primário de hermenêutica exegética:
DOCUMENTOS QUE COMPROVAM QUE, A VIRGINDADE PERPÉTUA DE MARIA É FATO RELATADO PELOS APÓSTOLOS, E NÃO QUESTÃO DOUTRINÁRIA!
Por que a “detalhista genealogia de Jesus em Mateus 1,1-16" - são citados irmãos de alguns patriarcas, mas, nenhum irmão de Jesus? (texto de mateus, completo, após imagem):
1 Registro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão:
2 Abraão gerou Isaque;
Isaque gerou Jacó;
Jacó gerou Judá e seus irmãos;
3 Judá gerou Perez e Zerá, cuja mãe foi Tamar;
Perez gerou Esrom;
Esrom gerou Arão;
4 Arão gerou Aminadabe;
Aminadabe gerou Naassom;
Naassom gerou Salmom;
5 Salmom gerou Boaz, cuja mãe foi Raabe;
Boaz gerou Obede, cuja mãe foi Rute;
Obede gerou Jessé;
6 e Jessé gerou o rei Davi.
Davi gerou Salomão, cuja mãe tinha sido mulher de Urias;
7 Salomão gerou Roboão;
Roboão gerou Abias;
Abias gerou Asa;
8 Asa gerou Josafá;
Josafá gerou Jorão;
Jorão gerou Uzias;
9 Uzias gerou Jotão;
Jotão gerou Acaz;
Acaz gerou Ezequias;
10 Ezequias gerou Manassés;
Manassés gerou Amom;
Amom gerou Josias;
11 e Josias gerou Jeconias e seus irmãos, no tempo do exílio na Babilônia.
12 Depois do exílio na Babilônia: Jeconias gerou Salatiel;
Salatiel gerou Zorobabel;
13 Zorobabel gerou Abiúde;
Abiúde gerou Eliaquim;
Eliaquim gerou Azor;
14 Azor gerou Sadoque;
Sadoque gerou Aquim;
Aquim gerou Eliúde;
15 Eliúde gerou Eleazar;
Eleazar gerou Matã;
Matã gerou Jacó;
16 e Jacó gerou José, marido de Maria,da qual nasceu Jesus, que é chamado Cristo - (ué, por que Mateus não cita estes "supostos irmãos" de Jesus atribuidos pelos pastores e lideranças protestantes?).
Como Ezequiel 44,2 Confirma a Virgindade perpétua de Maria
Santíssima?
Em Ezequiel 44,2, o profeta descreve uma visão do templo em
que a porta ocidental permanece fechada, pois “o Senhor, o Deus de Israel,
entrou por ela; por isso ela deve permanecer fechada, não será aberta, ninguém
entrará por ela; pois o Senhor, o Deus de Israel, entrou por ela, e ela deve
permanecer fechada.”
Essa passagem revela o extremo cuidado e zelo de Deus com aquilo que é santo, mesmo quando se trata de uma representação simbólica da Sua presença, como a arca da aliança, que ocupava o lugar mais sagrado do templo. Se Deus protegeu com tanto rigor uma porta por onde apenas a manifestação divina transitou, quanto mais não devemos reconhecer e venerar Maria, o verdadeiro “santíssimo sacrário vivo”, que acolheu em seu ventre o próprio Redentor e Salvador do mundo? Maria não foi apenas um receptáculo humano: ela foi o espaço escolhido por Deus para tornar-se carne, o templo onde habitou a plenitude da divindade. Assim como a porta do templo foi selada por respeito e reverência à santidade de Deus, Maria merece nossa admiração, respeito e proteção de doutrina, pois nela Deus manifestou a Sua obra mais sublime: a encarnação de Seu Filho. Portanto, Ezequiel 44,2 não apenas nos mostra a santidade da presença divina, mas serve como uma figura antecipada que nos ajuda a compreender a singularidade e o privilégio de Maria como mãe de Deus, confirmando sua virgindade e seu papel único na história da salvação.A Igreja, através da tradição exegética, interpreta essa porta como um símbolo da entrada do Messias no mundo de maneira virginal. Assim como a porta permanece selada após a entrada do Senhor, a Virgindade de Maria permanece intacta antes, durante e após o parto.
Ligação tipológica com Maria
Tipologia bíblica: Muitas portas, pórticos e cidades fechadas nas Escrituras apontam para a santidade e pureza (cf. Ap 21,25; Jo 10,9). Maria é vista como a “porta selada” por excelência: ela recebe em seu ventre o Filho de Deus sem deixar de ser virgem.
Relação com a virgindade perpétua de Maria Santíssima
O profeta Ezequiel não fala de uma porta que se abre e se fecha uma vez; ele enfatiza que permanece sempre fechada. Este “permanece fechada” é interpretado pela Tradição como confirmação da virgindade perpétua de Maria: antes, durante e depois do nascimento de Jesus.
Confirmação da Escritura e Tradição
A Bíblia não apenas relata que Jesus nasceu de Maria (Mt 1,18; Lc 1,27), mas também reforça a pureza dela.Os Padres da Igreja (como Santo Agostinho e São Jerônimo) interpretaram passagens como Ezequiel 44,2 como figuras da virgindade de Maria.
A tradição católica e Ortodoxa, mantém que Maria é Aeiparthenos — "sempre
virgem".
Ezequiel 44,2 não é apenas uma imagem de um templo antigo: é uma profecia viva, que aponta diretamente para Maria como a “porta selada” pela qual o próprio Deus entrou no mundo.
A Escritura, apoiada pela Tradição, deixa
claro que Maria nunca teve outros filhos carnais, reforçando que a virgindade
de Maria é um dogma central da fé católica, confirmado pelas palavras
inspiradas do próprio Deus.
CONCLUSÃO
Ao final desta reflexão, torna-se evidente que a questão dos chamados “irmãos de Jesus” não representa uma objeção à fé católica, mas antes uma oportunidade para compreender mais profundamente a riqueza das Sagradas Escrituras e a sabedoria da Tradição Apostólica. Longe de contradizer a Virgindade Perpétua de Maria, os textos bíblicos, quando interpretados em seu contexto histórico e linguístico, confirmam a singular missão da Mãe do Salvador e a sua consagração total a Deus.
A Igreja, desde os primeiros séculos, sempre professou que Maria permaneceu virgem antes, durante e depois do nascimento de Cristo. Essa verdade, testemunhada pelos Padres da Igreja e preservada pelo Magistério, não é um acréscimo tardio à fé cristã, mas parte integrante do depósito da fé recebido dos Apóstolos. Os “irmãos” mencionados nos Evangelhos são parentes próximos de Jesus, segundo o uso semítico da linguagem, e não filhos da Virgem Maria.
Além disso, passagens como Lucas 1,34-35 e João 19,26-27 revelam o caráter único da maternidade de Maria e reforçam a compreensão de que Jesus é seu Filho único segundo a carne.
A Virgem Santíssima, escolhida para ser a Nova Eva e a Arca da Nova Aliança, ocupa um lugar singular na história da Salvação, inteiramente orientado para Cristo e para a obra da Redenção.
Portanto, afirmar que Jesus não teve irmãos biológicos não é apenas sustentar uma posição teológica, mas reconhecer a coerência da Revelação divina e a continuidade da fé professada pela Igreja ao longo dos séculos.
A Escritura, lida à luz da Tradição e do Magistério, conduz-nos à mesma conclusão professada pelos cristãos desde a antiguidade: Jesus Cristo é o Filho único de Maria, e a Virgem Santíssima permanece para sempre a Sempre Virgem, Mãe de Deus e Mãe do Redentor.
Ao contemplarmos essa verdade, somos convidados a louvar a fidelidade de Deus e a unir-nos à profecia do Magnificat:
«Todas as gerações me chamarão bem-aventurada» (Lc 1,48).
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+ Comentário. Deixe o seu! + 9 Comentário. Deixe o seu!
É pra rir esse artigo. Imagine alguém usando a palavra PRIMEIRO sem que haja um SEGUNDO ou TERCEIRO. Óbvio que, se Jesus foi chamado de primogênito,é porque teve OUTROS irmãos. Quer dizer, para defender o ponto-de-vista da virgindade perpétua de Maria, o artigo tem de subverter até mesmo o sentido da palavra. Se primogênito não é mais primogênito, então quem garante que UNIGÊNITO tb seja unigênito?
Primogênito é o PRIMEIRO. E só há primeiro se houver SEGUNDO, TERCEIRO, QUARTO e vai por aí afora.
Pra concluir: a Bíblia não dá a menor importância à Maria. Maria sequer é citada nas cartas dos apóstolos, a não ser em uma pequena lista, e isso juntamente com outras pessoas.
Católicos precisam se libertar de Maria, uma mulher como qualquer outra, com os mesmos pecados das outras, as mesmas falhas, os mesmos defeitos.
Vale lembrar que Jesus nem mesmo a chamava de MÃE. Que Jesus perguntou a ela: "Que tenho eu contigo, mulher?"
É inaceitável a chamada MARIOLATRIA. Só Deus, e ninguém mais, deve ser venerado, adorado ou homenageado. O resto é papo furado!
Sempre digo: O maior castigo para os protestantes como vc é ter que conviver por toda a eternidade( Se for salvo claro) com Maria a Mãe de Deus.
MUSICA : “PERFEITO É QUEM TE CRIOU !!! “
(Walmir Alencar) Baseada em Lucas 1 e Apoc.12
Se um dia um anjo declarou
Que tu eras cheia de Deus
Agora penso: Quem sou eu
Para não te dizer também
Cheia de graça, ó Mãe?
Cheia de graça, ó Mãe?
Agraciada
Se a palavra ensinou
Que todos hão de concordar
E as gerações te proclamar
Agora eu também direi:
Tu és bendita, ó Mãe!
Tu és bendita, ó Mãe!
Bem-aventurada.
Surgiu um grande sinal no céu
Uma mulher revestida de sol
A lua debaixo de seus pés
E na cabeça uma coroa
Não há com que se comparar
Perfeito é quem te criou
Se o Criador te coroou
Te coroamos, ó Mãe!
Te coroamos, ó Mãe!
Te coroamos, ó Mãe!
Nossa Rainha! (Apoc. 12)
“Pregando a Verdade e confirmando os irmãos na verdadeira fé, com a graça de Deus construo Catedrais nas almas para que nelas possam habitar o Espírito Santo de Deus” ( Pierry de Craon).
Prezado protestante Sonner,
Obrigado por sua visita - Respondendo agora a sua missiva:
Em que sentido é Jesus "o primogênito
de toda a criação"?
1)- Curiosamente a tradução protestante confirma que primogênito é aquele que abrir toda madre, sem precisar de outro (Êxodo 13, 2).
2)- Colossenses 1:15-20 é uma das passagens mais fortes que afirma a primazia de Jesus Cristo. Este trecho mostra que Jesus é superior à criação, acima de todas as autoridades, e o cabeça da igreja. Em Jesus habita "toda a plenitude da Divindade" (Colossenses 2:9; 1:19).
3)- Algumas pessoas interpretam a palavra "primogênito" de uma maneira errada, assim tirando Cristo de sua devida posição divina. Ele é Deus que se fez carne (João 1:14) e que veio à Terra para ser "Deus conosco" (Mateus 1:23). Essas pessoas dizem que "primogênito de toda a criação" quer dizer que o próprio Jesus foi criado.
4)- Para apoiar esta idéia, alguns até pervertem a tradução da Bíblia, inserindo a palavra "outras" cinco vezes neste trecho (Colossenses 1:16-20) para mudar o sentido do texto (Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, a tradução usada exclusivamente pelos Testemunhas de Jeová).
5)- "Primogênito" nem sempre tem o sentido do primeiro que nasceu. Esta palavra é usada várias vezes na Bíblia para mostrar a posição de honra ou privilégio que alguém recebeu. Por exemplo, Deus chamou Israel de primogênito entre os povos (Êxodo 4:22). Diversas outras nações já existiam séculos antes de Deus criar a nação de Israel. Primogênito não quer dizer, neste caso, o primeiro que passou a existir. Quer dizer simplesmente que Deus colocou Israel numa posição de honra acima de todas as nações.
6)- No Novo Testamento, todos os filhos de Deus são primogênitos (Hebreus 12:23) porque Deus os colocou numa posição de honra. No mesmo sentido, o Pai colocou Jesus numa posição de primazia acima de todas as criaturas.
Shalom e volte sempre !!!
Não adianta debater com protestante. Eles são fanáticos e não estão atrás da verdade. Até porque cada qual se acha um "infalível" intérprete. A religião protestante é permeada pela soberba, orgulho e auto-suficiência. Por isto mesmo é que brigam. Um não concorda com o outro e já surge uma nova seita. A falta de amor é a principal características dos filhos de Lutero. Eu digo filhos, porque Lutero é seguido apenas no que interessa. Calvino idem. Calvino chamava de ignorantes aqueles que atribuíam filhos a Maria além de Jesus. Lutero defendia também a virgindade perpétua de Maria. Mas fazer o que ? O sujeito deixa de ler Santo Agostinho para ouvir Malafaia. Deixa de consultar São Tomás de Aquino para escutar Valdemiro Santiago. Deixa de ler sua santidade e maior teólogo do nosso tempo Bento XVI para escutar o defensor do aborto Edir Macedo. Ignora o exemplo de Madre Teresa e copia o apóstata do RR Soares. Deixa de escutar a Igreja dos 2000 anos para dar ouvidos a Terra Nova ou Hernandez. Deixa de estudar Santa Teresinha de Lisieux para bater palmas para as palhaçadas de Ana Paula Valadão. Nestas seitas se cumpre a promessa do evangelho."...ajustarão mestres para si".
LUTERO
Em seu comentário sobre o Magnificat Lutero escreveu: "Ó bem-aventurada Mãe, Virgem digníssima, recorda-te de nós e obtém que também em nós o Senhor faça essas grandes coisas!"
Ao referir-se a Mt 1,25, observa: "Destas palavras não se pode concluir que, após o parto, Maria tenha tido consórcio conjugal. Não se deve crer nem dizer isto" (Obras de Lutero, edição Weimar, tomo 11, pg. 323).
Em 1522, Lutero comentando sobre o Magnificat de Nossa Senhora, a chama repetidas vezes de a “doce Mãe de Deus”. E neste mesmo comentário Lutero pede à Virgem “que ore por ele”. “Peçamos a Deus que nos faça compreender bem as palavras do Magnificat… Oxalá Cristo nos conceda esta graça por intercessão de sua Santa Mãe! Amém.”.
CALVINO
Calvino disse: “Não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para Mãe de Deus.” (Comm. Sur l’Harm. Evang.,20)
JOHN WESLEY
John Wesley, fundador da Igreja Metodista na Inglaterra, em 1739, disse:
“Creio que (Jesus) foi feito homem, unindo a natureza humana à divina em uma só pessoa; sendo concebido pela obra singular do Espírito Santo, nascido da abençoada Virgem Maria que, tanto antes como depois de dá-lo à luz, continuou virgem pura e imaculada.”
ZWINGLIO
"Firmemente creio, segundo as palavras do Evangelho, que Maria, como virgem pura, nos gerou o Filho de Deus e que, tanto no parto quanto após o parto, permaneceu virgem pura e íntegra." (Zwinglio, em "Corpus Reformatorum")
Ainda Calvino: Mt 13,55 não são filhos de Maria, mas parentes do Senhor; professar o contrário, segundo Calvino, significa "ignorância", "louca sutileza" e "abuso da S. Escritura".
Considerando que Calvino é igualmente seguido pela maioria das denominações evangélicas instaladas no Brasil, seria lícita a afirmação de que os evangélicos, em sua grande maioria, não entenderam a mensagem integral de seu mestre ?
Quem está certo ?
Calvino, que sustenta a virgindade perpétua de Maria, ou os “seguidores” de Calvino, que sustentam que Maria não permaneceu virgem após o parto ?
Quem está certo ?
Calvino, que sustenta que Jesus Cristo não tinha irmãos carnais, ou os “seguidores” de Calvino, que sustentam que Jesus tinha irmãos carnais ?
Quem são estes evangélicos que nunca se firmam na verdade, mas antes se entregam a adoração a homens e se fazem mestres aos seus próprios olhos ?
Bom vejo um grande número de informações utéis para debates mas que não edificam como Paulo disse:
Como te roguei, quando parti para a macedônia, que ficasses em Éfeso, para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina,
Nem se dêem a fábulas ou a genealogias intermináveis, que mais produzem questões do que edificação de Deus, que consiste na fé; assim o faço agora.
Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida.
Do que, desviando-se alguns, se entregaram a vãs contendas;
Querendo ser mestres da lei, e não entendendo nem o que dizem nem o que afirmam.
1 Timóteo 1:3-7
segundo o texto que foi citado pelo senhor
"Sim, dá. Sabe-se dos nomes, pelo menos de 4": Tiago, José, Judas e Simão:”Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? E não estão aqui entre nós suas irmãs? E escandalizavam-se dele”. (Marcos, 6-3). “Não é este o filho do carpinteiro ? E não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos tiago, e josé, e simão e judas? E não estão entre nós todas as suas irmãs?.. (Mateus, 13,55 e 56).se o texto referido cita o nome de 04 pessoas,os irmãos de Jesus,poderia ser dito, então, não estão entre nós seus irmãos e irmãs? se especifica e enumera e por serem ,pessoas que mereciam ser citadas, irmãos de fato;veja o que diz o texto seguinte:
E estava próxima a festa dos judeus, a dos tabernáculos.
Disseram-lhe, pois, seus ir-mãos: Sai daqui, e vai
para a Judéia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes.
Porque não há ninguém que procure ser conhecido que faça coisa alguma em oculto. Se fazes estas coisas, manifesta-te ao mundo.
Porque nem mesmo seus irmãos criam nele.
João 7:2-5
nem mesmo seus irmãos, não poderia ser dito, que nimguém criam nele.
"este Tiago Apóstolo era filho de Maria, mãe de Jesus; por que então depois da morte de José, na hora da morte de Cristo, ela está sozinha, sem marido e Cristo a entrega a João Evangelista, filho de Salomé e Zebedeu, que a levou para casa?" justamente por não crerem no Senhor não estavam no calvário.
e esse texto que se refere a irmãos do senhor
Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?
esse texto se refere de modo generalizado não especifico como os anteriores.
Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também.
1 Coríntios 15:6
Terceiro a própria Maria precisa de um salvador.
Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor,
E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador;
Lucas 1:46-47
Protestantes anônimo
Quando é para defender a fé católica, é vãs discussões, mas quando é para falar dos escandalos de seus pastores, dizimolatria e a infundada e diabólica teologia da prosperidade, vcs se enchem de argumentos para defender-se não é ? Por que um peso e duas medidas ?
Calvino , reformador protestante, aceita o título “Mãe de Deus”. Sustenta a perpétua virgindade de Maria, afirmando que “os irmãos de Jesus” citados em Mt 13,55 não são filhos de Maria, mas parentes do Senhor; professar o contrário, segundo Calvino, significa “ignorância”, “louca sutileza” e “abuso da S. Escritura”.
- É confirmado por São Jerônimo, tradutor da Bíblia, que a traduziu entre os hebreus, que a palavra “irmãos de Jesus” no pobre dialeto hebraico, significava “PRIMOS de Jesus”.
A tradução para o grego apenas manteve a forma como os hebreus falavam, causando tremenda confusão entre os recentes evangélicos brasileiros, que nunca encontrarão na bíblia, outro que não seja Jesus, sendo chamado de “filho de Maria”.
“… há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, como o fazem também com as outras Escrituras, para sua própria perdição” (2 Ped 3,16).
Realmente o Jesus dos evangélicos não é o mesmo Jesus dos evangelhos.
Estais enganado irmão, Maria ja era citada la no antigo testamento ela não é uma mulher qualquer vc tem um total despreparo mediante a palavra. Vai estudar um pouco a mais se é que vc usa a sua biblia. Peca ao Espírito Santo que te ilumine, pois sua ignorância é muito grande talvez maior qie sua arrogância.
Prezada(o) protestante anônima(a) do dia 17 de outubro de 2012 às 22:21
Caro irmão, agradeço pela reflexão e pela citação das Escrituras. É sempre bom quando o diálogo sobre a fé se apoia na Palavra de Deus. No entanto, permito-me responder ponto a ponto, com base não em “fábulas” — como bem adverte Paulo —, mas na leitura íntegra e contextual da Escritura, à luz da própria fé apostólica que ela gerou.
1. Sobre os “irmãos de Jesus”:
É importante notar que nas línguas originais da Bíblia — hebraico e aramaico — não existia uma palavra específica para “primo” ou “parente próximo”. O termo ach (irmão) era usado também para designar parentes próximos, membros do mesmo clã, e até correligionários.
Quando o Evangelho menciona Tiago, José, Judas e Simão como “irmãos” de Jesus, está dentro dessa tradição semítica. Tanto é assim que Tiago, chamado “irmão do Senhor”, é identificado em Gálatas 1,19 como filho de outra Maria, não de Maria, mãe de Jesus (cf. Mateus 27,56; Marcos 15,40).
Logo, trata-se de parentes, não filhos do mesmo ventre.
2. “Nem mesmo seus irmãos criam nele” (Jo 7,5):
Sim, o texto mostra que parte de sua parentela não acreditava n’Ele. Mas isso não significa que fossem filhos da mesma mãe. De fato, o Evangelho mostra que os discípulos também o abandonaram (Jo 6,66), e nem por isso eram irmãos carnais.
A incredulidade, portanto, não é prova de consanguinidade — é apenas uma marca humana diante do mistério divino.
3. “Mulher, eis aí teu filho” (Jo 19,26):
Aqui está uma das provas mais claras da virgindade perpétua de Maria.
Se ela tivesse outros filhos, seria impensável — cultural e religiosamente — que Jesus confiasse sua mãe a um discípulo (João). A lei judaica determinava que o cuidado dos pais cabia aos filhos legítimos.
O gesto de Cristo, na cruz, tem profundo valor teológico: Maria torna-se mãe espiritual de todos os discípulos, representados em João.
4. “Maria precisa de um Salvador” (Lc 1,46-47):
Sim, Maria confessa Deus como seu Salvador — e nisso está sua maior humildade. Mas aqui está o ponto: ela foi salva de modo diferente de nós.
Nós fomos libertos após cair no pecado; Maria foi preservada do pecado original antes mesmo de cair, por um ato antecipado da graça de Cristo.
O mesmo sangue redentor que nos limpa, a preservou. É o que a teologia chama de “redenção preventiva” — um dom singular concedido àquela que geraria o próprio Salvador.
5. “Nem todos entendem o que afirmam” (1Tm 1,7):
Paulo tinha razão: é preciso cuidado para não transformar as Escrituras em campo de disputas sem caridade.
O fim do mandamento é o amor — mas o amor não anula a verdade; ele a aperfeiçoa. Amar é também defender a coerência da fé, transmitida desde os Apóstolos.
Em resumo:A Igreja nunca negou que Maria precisou de um Salvador — apenas ensina como foi salva.
E nunca negou que Jesus tinha “irmãos” — apenas afirma que eram parentes, não filhos de Maria.
Assim, a leitura coerente das Escrituras confirma, e não contradiz, a fé recebida desde os primeiros séculos.
A paz de Cristo e o amor de Maria!
Everaldo – Colaborador do Apostolado berakash
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