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Resumo de “Como se introduziu o Marxismo Cultural no Brasil e no Mundo?”

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 17 de junho de 2020 | 22:27









Olavo de carvalho:









“O pessoal pensa que o movimento comunista se define por uma ideologia. Mas isso é loucura. O movimento comunista já trocou de ideologia “um milhão” de vezes. Veja, Marx começou dizendo que o movimento socialista era a expressão do interesse objetivo do proletariado. Passado 100 anos um teórico novo do movimento chamado Ernesto Laclau (1935-2014) argentina, diz que a propaganda do partido CRIA a classe social que ira representar. Essa inversão é própria do pensamento dialético. Converter-se no seu contrario quantas vezes for necessário. O comunismo não é uma ideologia de maneira nenhuma, ele é uma CULTURA. Os estudiosos posteriores do pensamento marxista tentaram entender o porque os proletarios não haviam matado seus patroes, já que Marx tinha dito que os patroes oprimiam de maneira violenta seus empregados. Porque então os empregados defenderam seus patroes? O que os ALIENOU?”






O papa emérito Bento XVI em discurso proferido no dia 22 de setembro de 2011 no Congresso Nacional (Parlamento Federal no Palácio do Reichstag de Berlim - Bundestag) onde dirigiu uma palestra aos parlamentares de seu país. Foi aplaudido efusivamente de pé por quase todos os congressistas (exceto por um pequeno número de pessoas, de um determinado partido). Em suas palavras conclusivas o papa emérito disse:




"A cultura da Europa nasceu do encontro entre Jerusalém, Atenas e Roma, do encontro entre a fé no Deus de Israel, a razão filosófica dos Gregos e o pensamento jurídico de Roma. Este tríplice encontro forma a identidade íntima da Europa (ocidente). Na consciência da responsabilidade do homem diante de Deus e no reconhecimento da dignidade inviolável do homem, de cada homem, este encontro fixou critérios do direito, cuja defesa é nossa tarefa neste momento histórico".




Segundo Bento XVI, é necessário defender a fé Judaico-Cristã, o direito romano e a filosofia grega, porque existe um movimento revolucionário que está derrubando (e já derrubou em muitos locais) estas três colunas da civilização ocidental. O papa professa publicamente que é necessário reerguê-las. É preciso, porém, deixar claro: quem quer? e por que quer destruir estas colunas?




Luiz Felipe Pondé:








Dentre as várias formas de processo transformador da sociedade no socialismo. A teoria do Gramsci é a que melhor se aplica ao que tem acontecido no mundo e no Brasil. Porque o socialismo –comunismo - marxismo perdeu em tudo, ele só não perdeu na cultura. Na cultura ele é hegemonicamente vitorioso.




Olavo de Carvalho:




Antonio Gramsci ensinava o seguinte. “Nós temos que tomar o poder mediante a infiltração e a ocupação de espaços por meio da revolução cultural”.




Diego Casagrande:






“Como Gramsci criou metodologias que tornaria o socialismo/comunismo predominante culturalmente na sociedade, a revolução não aconteceria por meio das armas ou da força. Há décadas temos grupos que tentam fazer isso no Brasil. Aproveitando que nós historicamente temos uma cultura relativista, não temos instituições fortes e saudáveis. Ou seja, temos o cenário perfeito para o surgimento de ideologias totalitárias. Para Gramsci uma ditadura sem uma hegemonia cultural jamais resistiria muito tempo e este era o problema do regime stalinista. Todos os aspectos culturais da sociedade como filosofia, literatura e etc formaria a superestrutura da sociedade que deveria ser derrubada. Gramsci então propõe que através do controle do sistema educacional, das instituições religiosas e dos meios de comunicação seria possível “reconstruir”, criar e reproduzir uma hegemonia cultural comunista”.




Paulo Freire o patrono da educação Brasileira foi um dos discípulos do pensamento gramsciano aqui no Brasil, e foi o maior responsável por implementar na educação brasileira esse esquema de pensamento proposta por Gramsci.




Em paralelo Felix Weil decide montar uma serie de congressos reunindo pensadores marxistas para acelerar o processo de revolução . Entre eles estava Karl Korsch um teórico contemporâneo de Gramsci que apresenta a tese de que o estado é sim estruturado pela economia mas essa economia tem como base outra estrutura invisível que é a cultura estabelecedora dos valores que são passados de geração em geração. Entusiasmado com as apresentações de Korsch, Felix junto com György Lukács fundaram um instituto de pesquisa sociológico de Frankfurt . Instituto que ao longo dos anos seria apelidado de Escola de Frankfurt. Essa fundação se deu no ano de 1923. Esta instituição tinha como uma de suas finalidades principais estudar a civilização ocidental e destrui-la (ou desconstrui-la, muda-la, distorce-la em favor da revolução). Na fundação temos a colaboração dos pensadores:



Georg Lukcás

Karl Korsch

Karl August Wittfogel

Friedrich Pollock e outros.



A partir de 1930 foi incorporado outros pensadores importantes:



Max horkheimer

Theodor Adorno

Erich Fromm

Herbert Marcuse ( Autor da obra “Eros e civilização” 1955)

Walter Bejamin



O sucessor de Felix na escola de Frankfurt foi Max Horkheimer, que assim como Gramsci acreditava em uma nova hegemonia cultural e na destruição dos valores que se perpetuam por meio da autoridade da Igreja, da família e da escola. Segundo a escola de Frankfurt:



1)-Os pais ensinam os filhos o que é certo e errado por meio do castigo e educam através do exemplo da família.



2)-A Igreja estabelece os dogmas morais que condicionam a ação do homem e a escola condiciona o comportamento por meio do ensino.Para a escola de Frankfurt se tratava de um ciclo vicioso que deveria ser atacado e destruído.



3)-Uma vez que as instituições entrassem em crise, o estado cada vez mais assumiria as responsabilidades do ensino dos valores para as novas gerações, tendo a oportunidade de estabelecer a hegemonia cultural comunista.



Dando continuidade ao movimento: Horkheimer, Theodor Adorno e Jurgen Habermas, junto com outros pensadores vão fundar a TEORIA CRITICA.



A teoria critica busca a síntese entre os pensamentos de Marx e as ideias de Freud o fundador da psicanalise. A ideia na pratica era simples. Se criticarmos tudo que existe o processo de dialética histórica trazida por Hegel sera acelerada e consequentemente a utopia, o paraíso comunista iria chegar mais rápido. Isto passa a ser a pratica comum das instituições de produção teórica em adotar a crítica sobre todos os aspectos da sociedade até sua exaustão para então derruba-los.”











Leandro Ruschel:






A Escola de Frankfurt cunhou o termo Indústria Cultural. Segundo eles, a indústria cultural nada mais é do que a cultura que serve aos interesses dos opressores, dos donos do capital, da burguesia em geral, e essa indústria cultural precisava ser combatida através da teoria critica. A cultura burguesa teria como objetivo anestesiar as classes proletárias e a teoria critica seria uma forma de questionar essa indústria cultural através da educação, da arte, dos livros, dos filmes, series e etc.




Através dessa teoria critica teríamos então uma conscientização maior das classes oprimidas, segundo eles, para fazer a revolução. Isso serve como matéria prima para que na França o filosofo Jacques Derrida crie o desconstrucionismo. Que é o método de retirar o significado de um texto para colocar um novo significado pretendido. Este método não é aplicado só em textos, mas também, na retorica política e ideológica em geral.



Exemplo 1: “A analise desconstrucionista da bíblia pode levar a entender que se trata de apenas de um livro dedicado a superioridade de uma raça e de um sexo sobre outro sexo”.




Exemplo 2: “A análise desconstrucionista de Shakespeare pode concluir que se trata de obras misóginas que defendem a opressão da mulher...”  (não interessa o conjunto da obra).




Para o marxista cultural a análise histórica resume-se apenas na relação de poder entre os grupos sociais. O desconstrucionismo é a chave daquilo que chamamos de POLITICAMENTE CORRETO. Porque é através dele que surge o RELATIVISMO MORAL. Que reinterpreta toda e qualquer relação social, valor ou tradição cultural de acordo com as necessidades das causas políticas do momento.




Um membro importante da escola de Frankfurt foi Herbert Marcuse. Ele foi membro do partido social-democrata Alemão e desenvolveu trabalhos nos EUA. Em seu livro “O homem unidirecional” ele afirma que:




1)-A sociedade industrial chegou ao ponto em que o proletariado, a classe responsável pelo movimento da historia deixa de ser agente transformador da sociedade. Porque os avanços do capitalismo torna a vida desses grupos tão confortáveis que suas vontades revolucionarias teriam acabado. Então para dar continuidade a teoria de Marx detecta que o grupo revolucionário, a nova massa de manobra eram as pessoas as margens da sociedade, os assassinos, estupradores, ladroes, sequestradores e etc.




2)-Marcuse defendeu também, que a masculinidade e a feminilidade NÃO ERAM DIFERENÇAS SEXUAIS ESSENCIAIS DA NATUREZA HUMANA, MAS SIM APENAS MERAS CONSTRUÇÕES SOCIAIS, IMPOSTAS PELO QUE SERIA A PRIMEIRA DIVISÃO DO TRABALHO DA HISTORIA DA HUMANIDADE A FAMÍLIA.




3)-Também defendeu que a libertinagem sexual seria uma reação a repressão social política. Marcuse por meio dos seus pensamentos e de sua influência impulsionou o relativismo moral no mundo inteiro.









O politicamente correto é aceito de braços abertos pela opinião publica, basicamente por 3 motivos:




1)-Porque as teorias econômicas de Marx são complicadas de entender. Enquanto o tipo de raciocínio do politicamente correto por meio dos chavões e frases de efeito consegue aliviar e criar uma fantasia na cabeça das pessoas, uma fantasia de um mundo ideal , perfeito . E isso é muito mais atraente para o cidadão comum.


2)-Porque o politicamente correto pratica a teoria critica destrutiva ate a exaustão. Sabemos que a adesão desse tipo de mentalidade revolucionaria principalmente por parte dos jovens é enorme.


3)-Porque o marxismo falhou como sistema social e econômico em todo o mundo. Restava para sua sobrevivência a guerrilha cultural.



O mundo ocidental entra em choque no fim do período de poder de Stalin, pois se tornou público documentos que serviram como provas concretas de suas loucuras e atrocidades. Neste momento David Holowitz se desfilia do partido comunista e funda junto a Marcuse e outros pensadores a New left nos EUA. A new left era um movimento que tinha como objetivo ser a esquerda purificada, muito mais atraente e progressiva.




Com sua visão e forma de comunicar suas intenções por meio do desconstrucionismo e reformando sua maneira de agir com base nas origens do marxismo. Escondendo todos os genocídios cometidos na busca pela utopia comunista. Abraçando assim a contra cultura dos anos 60 o movimento hippie, a libertação das drogas, a libertinagem sexual e o aborto. Trabalhando slogans simples e publicitários como “Faça amor não faça guerra”.


Em meados dos anos 80 Saul D. Alinsky pega os princípios da guerra politica escritos por Horowitz e faz uma serie de sofisticações metodológicas na estrategia comunista. Na decada de 30 Alinsky foi apresentado a Al Capone (chefe da mafia) durante a lei seca nos EUA. Este se aproximou de Frank Nitti que ensina para o Alinsky como funciona a máfia. Aprendendo a importância vital de ser discreto e agir nos bastidores. Como consequência Alinsky entende que para destruir o sistema é preciso agir silenciosamente, gradativamente e por dentro do próprio sistema.



Alinsky “o que eu estou querendo dizer é que as pessoas só conseguem o poder quando elas tomam ele para si. Quando elas são fortes suficiente para que o outro lado desista”.


Em seu livro Regras para radicais, faz uma dedicatória para lucifer, lhe dando credito como o primeiro revolucionário da historia. As 3 premissas básicas de sua teoria são:




1)- Desinformação: na estratégica política não se pode contar ao povo os objetivos finais. Pois esses podem se assustar e podem não apoiar a causa. É preciso que se conte apenas o necessário para então ser ajudado pelo povo.




2)-Niilismo politico: tudo vale para que aconteça a revolução. Não existe valores nem regras e a corrupção faz parte do objetivo.




3)-Destruição do oponente: em um debate não devemos vencer o argumento do adversário e sim devemos destruí-lo da vida pública.



Alinsky defende a ideia da organização das massas como fundamento metodológico da revolução. Segundo sua proposta a mudança vem da organização. Para agir as pessoas precisam se juntar. Exemplo:


a)-Uma igreja reúne pessoas pelo interesse comum na fé.


b)-Uma empresa pelo interesse comum econômico.


Por isso Alinsky acreditava que fundar organizações para acelerar a revolução era a brecha do capitalismo. Por jogar na mesma lógica da descentralização dos interesses em comum. Durante sua vida honrou seu posicionamento ideológico ao fundar 44 ONGs. Muitas delas formaram outros formadores de ONGs e assim o numero foi se multiplicando intensamente. Essas organizações reuniram pessoas interessadas em solucionar certos problemas. Entretanto Alinsky dizia “o problema nunca era o problema, o problema era sempre a revolução”. Quanto mais seccionadas forem as ONGs melhor será, pois ninguém vai se opor a causas tão generosas e  especificas, que querem em tese, a melhoria da sociedade. Cada ONG representava um bloco de votos unidos por suas causas e detentoras de um potencial de lobby político. As ONGs viraram instrumentos de manobra política e passariam completamente despercebidas.




Voltando ao pensamento marxista:


Os pensadores marxistas dividem o marxismo em duas vertentes:




1)-Uma é o pensamento MARXIANO que é o pensamento original e genuíno do próprio Marx.



2)-E outra é o pensamento MARXISTA que transcende e muito as ideias originais do Marx.




Para os marxistas não existe verdade!




Isso significa dizer que, quando nós (cristãos) estamos fixados nessa “estupidez” (segundo eles), de que existe uma verdade, na qual nós precisamos ser coerentes e seguir uma lógica, nós estamos demonstrando a nossa alienação profunda.




Como os marxistas veem o mundo?




Para eles o mundo é irracional, louco, desordenado. Eles entendem que: se Deus não existe é evidente que o mundo não pode ser racional. Porque para que haja um cosmos (uma ordem racional) deve existir um intelecto criador. Já que eles desconsideram essa possibilidade, então só resta considerar tudo irracional.




Segundo os marxistas a ordem que nós impomos ao mundo racional é uma ordem que traduz única e exclusivamente os nossos INTERESSES DE CLASSE. Ou seja, até os Santos por exemplo, viveram suas vidas por interesses próprios e não por amor a Deus (São Francisco deve ter se revirado no túmulo ao saber disto).




Segundo eles, existe uma SUPERESTRUTURA (a religião, a filosofia e o direito) que justifica o STATUS QUO (o estado atual), que justifica a situação opressora na qual a sociedade se encontra. Quando criamos uma cultura (superestrutura), esta cultura está defendendo os meus INTERESSES DE CLASSE. Portanto é preciso invocar essa cultura no subconsciente das pessoas e isso é o que tornam elas profundamente ALIENADAS, porque estão “envenenadas” com (a religião, filosofia, direito) a LOGICA BURGUESA, e então começam inconscientemente a defender os seus INTERESSES DE CLASSE. É por causa dessa forma de pensar que os marxistas nunca debatem. Eles não debatem porque sabem que se eles entrarem na nossa lógica ESCOLASTICA TOMISTA (que eles chamam de logica burguesa) irão sempre irão perder o debate.





A única coisa que eles fazem é DENUNCIAR uma suposta “logica burguesa” tramada ideologicamente nos porões da história desde a criação. Segundo eles o importante não é anunciar, mas denunciar. Porque para eles o que importa é mostrar que nós (cristãos) estamos a serviço do sistema OPRESSOR.




Nesse sentido é preciso que entendamos que é tempo perdido entrar num debate de ideias com eles usando nossa lógica ARISTOTÉLICO -TOMISTA, porque eles não seguem essa lógica. Eles seguem uma lógica invertida com relação a nossa.




A logica aristotélica-tomista é movida com honestidade moral, os envolvidos têm o sincero desejo de encontrar a verdade. Porem os marxistas não creem que esta verdade exista. Gramsci deixou uma lição básica segundo a qual não existe bem e mal, a única coisa que existe é o que ajuda a revolução (destruição da superestrutura), e o que a atrapalha.



Ele entendia que o partido e as suas ideias revolucionarias devem ser como as lições do “príncipe” de Maquiavel. Gramsci foi muito influenciado também pelas leituras de Maquiavel. Ele na sua ideologia, usa a lógica maquiavélica.




Então como combater essas ideias loucas dos marxistas? 






1)-Buscando a conversão diária, rezando, se confessando, lutando contra o mal que existe dentro de nós e também fora, viver bem os sacramentos, exercitar as virtudes, seguir os exemplos de vida dos santos, ser penitente e seguir as condutas que o magistério oficial da Igreja nos ensina.




2)-Diferente dos marxistas nós (cristãos) cremos que existe sim uma VERDADE UNICA E IMUTAVEL, que é maior que a própria Igreja. A verdade não foi criada pela igreja, mas a Igreja que foi criada pela VERDADE. Por isso nós que somos homens e mulheres de Igreja temos que LUTAR contra a única arma que o demônio possui que são as ideias, essa é a única arma do demônio, é o poder da mentira, pois ele é o pai da mentira e das meias verdades.




3)-Como cristãos temos que assumir que existe e experimentamos uma verdade imutável, única, salvífica e libertadora. Isso significa também, que devemos sempre deixar muito claro que existem ideias que não possuem o direito de existir e que nós não podemos aceita-las de forma alguma. (O que tinha Hitler? a não ser ideias...)




4)-Temos que aprender a transmitir isso para os homens desse tempo de forma que eles possam abraçar a verdade e abandonar os relativismos que os aprisionam e os escravizam. O nosso desafio é enfrentar um mundo que está completamente mergulhado nesse mal-estar de “respeito a diversidade” e sabermos apresentar com caridade a UNICA VERDADE que é Cristo e seus valores, ensinando-os que TUDO que nega o significado profundo dos ensinamentos de Cristo não pode ter o direito de existir.




5)-É preciso ter bastante atenção para não perder a nossa fé em vista de um “respeito” que ajuda o homem de hoje a caminhar a passos largos para o inferno. Suplicar a graça a Deus de sabermos diferenciar a realidade do respeito a liberdade do outro e a omissão de um “respeito” que condiciona o homem a continuar a sua vida relativista de pecado. NAO PODEMOS TER MEDO DE ENFRENTAR COM CORAGEM E OUSADIA AS MENTIRAS COLOCADAS PELO DEMONIO NA MENTALIDADE DO HOMEM DE HOJE. Pois sabemos que não existe verdadeiro amor pelo bem se não houver um profundo ódio (repulsa completa e verdadeira que transpareça nas nossas ações) pelo mal.





6)-Precisamos estar atentos às mentiras que o demônio tenta colocar em nós de que não devemos odiar nada, tudo é somente amor, de que o cristão não luta, de que o cristão entende que essa guerra contra o mal é coisa ruim, de que nós somos pela “paz”, que somos pacifistas, que não queremos lutar nunca, jamais, em hipótese alguma. Essa é uma arma cultural poderosa utilizada pelos inimigos de Deus e da Igreja, eles conseguiram colocar essa mentira satânica dentro do coração até mesmo dos cristãos, como se Apocalípse 12 não tivesse havido uma batalha com a expulsão do demônio, e não um acordo respeitoso de cavalhaeiros e permanecerem amorosamente juntos. Papa Paulo VI disse :




“Nós (cristãos) somos pacíficos mas não pacifistas. O cristão não defende a paz custe o que custar, ele defende a justiça. Porque sabemos que existe uma “paz” injusta, uma “paz” destruidora”.





A mentira mais destruidora é aquela que mais se parece com a verdade.




O demônio é especialista nisto. A modificação do senso comum tem por finalidade desviar a atenção do povo da verdade e torna-las escravas de uma propaganda que no fundo é fundamentada em conceitos completamente contrários aos conceitos dados por Deus mas que tem aparência de verdade.  Os marxistas são anti-intelectualistas, isso significa que para eles não existe verdade, o que existe são ideologias usadas com o intuito de alcançar alguma coisa. Para eles o mundo é irracional, e a verdade é apenas uma superestrutura, uma alienação que os homens criaram.



Os marxistas no processo de “evolução” das suas ideias foram compreendendo que a luta armada não era o melhor meio de se alcançar a revolução e eles só mudaram de estratégia da luta armada para o campo cultural porque perceberam que com muitas mortes brutais a única coisa que eles conseguiam era populações revoltadas que não se curvavam às suas ideias.




Na guerra que agora é cultural eles sabem que a igreja católica é um empecilho, visto que esta é uma instituição hierárquica que contém toda uma econômica sacramental e que tem por finalidade última levar os fiéis para o céu e não construir o paraíso socialista aqui na terra. Então os marxistas usam estratégias para tentar mudar a Igreja, transforma-la em uma sociedade igualitária e não hierárquica. Eles querem esvaziar todo o sentido da Igreja e destrui-la por dentro modificando aquilo que ela é.




Eles querem mudar ou distorcer a economia sacramental para assim tornar a Igreja um lugar onde haja apenas uma luta pelo social, para então usa-la em favor de sua ENGENHARIA SOCIAL e que esta passe a colaborar com o seu projeto de implantar o “paraíso perfeito” aqui na terra. Seria a imanentização do eschaton descrita por Eric Voegelin. Os marxistas tomaram a ideia de alienação de Hegel e a partir dessa ideia, ou seja,  eles veem as pessoas alienadas como sendo aquelas que renunciaram seus direitos de classe, direitos próprios para dá-los a outra classe.




Neste sentido eles se perguntaram: O que alienou o povo de maneira que este povo não se revolta contra os seus “opressores”? Uma das respostas encontradas por eles foi: a Civilização Ocidental.



Os pensadores marxistas Antonio Gramsci e Georg Lukács foi que apresentaram essa resposta. Gramsci percebeu isso enquanto estava preso durante a transição entre o governo de Lenin para Stalin. Ele então entendeu que primeiro era preciso modificar a cultura (superestrutura) do povo e só depois que isso fosse feito seria possível a revolução. 






Sabemos que o cristão ver o mundo e percebe que este vai mal exatamente porque ele (o indivíduo) não está bem, ou seja, existe no indivíduo condutas “pecaminosas” que vai contribuindo para o mundo ir mal, portanto sou eu (indivíduo) que preciso me converter, abandonar a vida de pecado e buscar viver uma vida constante de combate ao pecado. Já os revolucionários entendem que o mundo vai mal não por causa da conduta “pecaminosa” (que é um pensamento fascista segundo eles) do indivíduo, mas sim porque existe um sistema ruim. Ou seja, o mal está fora do homem, não é culpa dele individualmente mas sim do sistema, do outro, de qualquer coisa que não seja ele. O mundo é mal porque ele está estruturado de forma má, existe um sistema opressor que precisa ser destruído e este sistema é a cultura ocidental (a etica judaico-crista, a filosofia grega e o direito romano). 







Perguntamos então aos Socialistas de todos os matizes e correntes ideológicas de esquerda:





“Se o problema não está no indivíduo, mas sim nas estruturas e cultura erradas, por que nas experiências Socialistas históricas, onde se eliminaram proposital e barbaramente estes homens contaminados por esta cultura e estruturas erradas, por que então nestes locais a estrutura de poder tornou-se para seu povo mais OPRESSORA que a anterior, levando seu povo a clamar por liberdade, e fazendo de tudo para sair desta nova estrutura socialista? Já que segundo eles, é essa cultura que faz com que o mundo seja mal?"...É Por isso que eles se esforçam com tudo que tem para destrui-la, porque se esta cultura for destruída “conseguirão" assim um mundo melhor, um mundo perfeito?...”Porém, o discurso não está correspondendo com a prática.




Os esforços da escola de Frankfurt é de montar estratégias para destruir a cultura ocidental




Max Horkheimer e Theodor Adorno publicaram um livro chamado “A personalidade autoritária”, neste livro eles tentam descrever e mostrar que existe uma intima ligação entre o Capitalismo, a Sociedade Ocidental e o Fascismo. Com essas ideias eles conseguiram convencer muitas pessoas que passaram a crer que o capitalismo, a civilização ocidental, o cristianismo são conceitos Fascistas. Contrariado assim a própria história que mostra CLARAMENTE que o fascismo nasceu de uma crise teórica do comunismo após a primeira guerra. Todos sabemos que o Fascismo é um  cisma do pensamento comunista. 






De acordo com esse livro o fascismo se manifesta em nós quando valorizamos a família, a religião crista, a propriedade privada, o mercado livre, os valores sexuais e morais tradicionais. São baseados nesses valores que eles descrevem o SER FASCISTA. Eles contorcem a realidade e tentam mostrar que por exemplo, quando um pai exerce sua autoridade moral e paterna sobre seus filhos é exatamente nisso que se fundamenta o princípio de autoridade fascista que depois vai se manifestar no totalitarismo social.



Para esses pensadores da escola de Frankfurt nós (cristãos) somos fascistas também, porque cremos nesse princípio de autoridade. Os Estados Unidos segundo essa lógica, vive um imperialismo facista, assim como também, a Igreja Católica, pois estes vivem nesse “esquema” que oprime as pessoas e as obriga a viver uma “fantasia”, onde por interesses nojentos e pérfidos socialmente, o Papa e seus seguidores (em especial os santos), ALIENAM o povo e IMPOEM sobre estes uma ortodoxia doutrinal.




Um exemplo de opressão inaceitável para eles é o CELIBATO, que é uma “repressão” sexual. Por isso que eles se esforçam para desmoralizar, desconstruir, demolir, destruir, modificar e distorcer o celibato, para assim destruir a opressão da Igreja imposta a força aos fiéis.




Sabemos que isto não corresponde à verdade, mas eles acham  que se eles destruírem a nossa cultura e nossos valores, irá surgir uma sociedade e uma moral melhor. Porém, o bonde da história tem amargamente nos provado que a repressão às liberdades individuais nestes LABORATÓRIOS SOCIALISTAS são completamente suprimidas, e o povo vive sob constante tensão e vigilância, maior e pior que na Cultura Ocidental, e são fuzilados por coisas corriqueiras como fazer uma ligação internacional para um parente fora destes muros.




Quais as influencias dos pensamentos revolucionário no Brasil?




Para compreender isso é preciso conhecer bem a nossa história, a verdadeira história do Brasil, sobre tudo da necessária e oportuna intervenção militar em diante. Em 1959 quando Fidel Castro anuncia para o mundo que sua revolução era comunista. Ele então passa a ser apoiado por Moscou e pela URSS. Criou então um programa de financiamento de grupos de guerrilha na América Latina.



Veja o vídeo no link abaixo, onde a irmã de Fidel Castro relata um pouco da verdadeira história e personalidade de seu irmão. No you tube o título do vídeo é: “Juanita Castro, irmã de Fidel: Ele traiu o povo cubano. Só semeou ódio":





Este ativismo da revolução comunista encontrou forte eco no Brasil levando a formação de diversos grupos de orientação comunista que culminou com o apelo popular contra o Comunismo e com a tomada do poder pelos militares em1964. (Veja o vídeo denominado: “LUTA ARMADA DE 64 - DITADURA DO PROLETARIADO - Eles mentiram para você! ”). É importante lembrarmos que muitos dos nossos políticos atuais atuaram em grupos que tinham a intenção de tornar possível a ditadura do proletariado. Essa seria a via armada do comunismo que foi financiada por Fidel e foi aderida por muitas pessoas aqui no Brasil. A partir daí a esquerda passa a ter como principal objetivo a derrubada do regime militar. Além das mudanças educacionais que estavam em curso no Brasil decorrentes do programa da nefasta pedagogia do oprimido, que foi implementado por Paulo Freire.




Nos anos 70 surge um caloroso debate universitário a respeito do futuro do comunismo no Brasil. Neste debate os sociais democratas Fabianos (FHC - PSDB) concluem que os mortos na revolta armada servirão de mártires para endossar a revolução cultural. O movimento foi facilitado pelos próprios militares, ao considerarem mais importante o combate armado e davam espaço a uma esquerda cultural se infiltrando em todas as instâncias.




Comentários de Olavo de Carvalho:




O governo militar não entendia nada do que estava acontecendo e o que os comunistas estavam fazendo paralelo à luta armada. Enquanto eles estavam perseguindo os comunistas lá no meio do mato, eles estavam tomando as escolas com a pedagogia do oprimido. Dois sinais de estupidez do governo militar foram:


1)-Criar a sindicalização obrigatória dos jornalistas. Quem fez essa sindicalização foram os comunistas. Então o partido sindicalizou todos e fichou todos. Ao fim da campanha de sindicalização o partido tinha o cadastro “total” dos jornalistas do pais. Sabendo quais poderiam ser colaboradores e quais não. Nos anos seguintes em todos os sindicatos jornalístico do pais, estes eram comandados pelo partido comunista. Frequentemente apresentando 2 chapas e as duas eram sempre comunistas. Eu sei disso porque eu estava lá.


2)-A educação moral e cívica. Porque eles não queriam fazer um negócio anticomunista. Os militares sem nenhuma estratégia, inocentemente falavam:




“Não vamos falar contra ninguém, nós vamos fazer uma propaganda positiva, o patriotismo...” Então lançaram a educação moral e cívica obrigatória nas escolas. E quem ocupou as cátedras foram os comunistas.




Os excessos da repressão do regime militar em meados da década de 70 em conjunto com o esgotamento de seu modelo econômico no início da década de 80 levaram a um longo movimento de redemocratização culminando com a eleição de Tancredo Neves em 1985 que morreu antes de ocupar o cargo, assumindo seu vice José Sarney. A constituição de 88 marca a forte influência do socialismo no meio político e cultural Brasileiro”





“Os militares realmente decidiram então ceder tudo. Eles não sabiam mais o que fazer. Nem dava para saber. Depois de você ficar no poder durante 20 anos, tendo um congresso que está ali só para carimbar os seus decretos. Ou seja, você matou a política. Eles mataram toda a liderança direitista. Acabaram com a direita ideológica. Porque eles tinham uma mentalidade tecnocrata herdada do positivismo. Os militares eram positivistas desde tempo do império. Com essa mentalidade tecnocrata positivista eles achavam que tinham que reprimir toda a atividade política e acabaram transformando os políticos em simples office-boys. Ora enquanto isso a esquerda estava se organizando se fortalecendo e entrando num autoexame muito profundo. Os debates que eles tiveram em 64-65 a respeito dos seus próprios erros históricos foi uma coisa muito séria. A esquerda estava se reorganizando e se fortalecendo ideologicamente, culturalmente e estrategicamente. Enquanto os generais desmantelavam ideologicamente a direita. Quando os militares enfim largaram a rapadura quem pegou a rapadura foram os esquerdistas pois eram a única força política que existia. E veio já com duas caras como é própria da esquerda. Eles estudam dialética justamente por isso. Essa é a arte de pensar duas coisas ao mesmo tempo. Nunca uma coisa só. Quando se cria o PT e o PSDB já era com esse pensamento. O Lula sintetizou isso há muitos anos atrás. Quando disse: “Eu e o José Serra inauguramos uma nova modalidade de politica...” esta modalidade se expressa na divisão do domínio do território político, ou seja, cada partido governa por um determinado tempo, porém o poder é sempre nosso. Isso está em vigor no Brasil hoje e foi quebrado momentaneamente por Bolsonaro. Ainda predomina a velha divisão de território político (uma nova roupagem da política do Café com Leite ao modus esquerdista).




Por causa do regime civil-militar que desejava no início frear ou barrar o comunismo no Brasil nós tivemos uma espécie de maquiagem perfeita para os marxistas. Como os militares tinha preocupação somente de defender-se do marxismo armado, as guerrilhas e a guerra civil em si, eles deram amplas oportunidades para os marxistas culturais se fortalecessem.




Neste início de intervenção a Igreja Católica ajudou os militares e promoveu as maiores marchas e passeatas pela família, estas foram motivadas principalmente pelo medo que a população Cristã da época tinha do comunismo. Nessa época a nossa Igreja Catolica era claramente conservadora e anticomunista.




Podemos então questionar. Como é possível que a Igreja Católica tenha mudado tanto nos últimos anos?




A resposta principal é por causa da famigerada e diabólica Teologia da Libertação que serviu e ainda serve como arma principal dos revolucionários para esvaziar o sentido e a missão verdadeira da Igreja. Houve uma serie de transformações internas na Igreja após o concilio vaticano II (1962-1965) e os “teólogos” da libertação se serviram dessas mudanças para distorcer completamente a religião Cristã.




Foi o líder russo Nikita Khrushchev que inventou o termo Teologia da Libertação. Ele chamou por lá meia dúzia de funcionários para implantar essa religião no meio ocidental para corroer por dentro a religião existente e implantar ali os conceitos de Antônio Gramsci. O pensamento era: “Não devemos combater a religião mas corrompe-la por dentro para fazer dela uma caixa de ressonância das nossas propostas. ”  Em 1968 criam um congresso internacional onde as ideias base da TL são apresentadas.




Três anos após, aparece o primeiro livro sobre TL feito por um autor latino, o padre latino americano Gustavo Gutiérrez Merino. Detalhe: Ele estava no congresso feito por Nikita, ouviu claramente as instruções dele, e baseado nisso escreveu um livro. Apesar de muitos acreditarem que foi o padre Gutierrez que inventou a TL na verdade não foi. O Leonardo Boff só vai ter conhecimento da TL a partir do ano de 1977 ou seja 9 anos após o início dos pensamentos ideológicos da TL.




A formula estratégica já estava completa,  pois Nikita avia formulado todo o esquema nos anos 50, porém, só conseguiu fazer a conferencia apenas em 1968.




Assista o vídeo em que o Olavo detalha a origem da TL. No you tube o título do vídeo é: “Olavo de Carvalho: Quem inventou a Teologia da Libertação?”









Aprofundemos um pouco mais sobre a intervenção militar



A chamada repressão civil-militar representou o crescimento da cultura comunista aqui no Brasil em proporções nunca vista. Isso se deu por que os militares se preocuparam somente com o comunismo armado e ignoraram completamente a realidade cultural. Não só ignoraram como financiaram este aspecto cultural do marxismo, isso é atestado pelos próprios marxistas/comunistas/revolucionarios, que diziam abertamente que:



“Não havia governo tão financiador quanto esse dos militares brasileiros”. Como os militares tinham uma mentalidade liberal eles entendiam que em uma democracia saudável é preciso existir Direita e Esquerda, para eles tem sempre que existir comunistas/marxistas/revolucionarios. Então os militares decidiram entregar as universidades aos revolucionários para assim se preocupar em resolver apenas a questão das guerrilhas e do comunismo armado. Devemos entender que apesar de existir pessoas da polícia secreta dentro das universidade a única preocupação destes era de saber se os professores estavam ensinando guerrilha e combate armado e invasão de terras”.




*OBS: a maioria dos nossos professores atuais de história, geografia, sociologia e filosofia da atualidade, foram formados e viveram dentro dessa realidade e receberam como cordeirinhos essa mentalidade revolucionaria. Foi por meio das universidades que eles conseguiram formar todas as gerações dos anos 70 até hoje com essas ideias revolucionarias, que infelizmente dominam hegemonicamente todos os espaços “culturais” nacionais.



Uma arma muito utilizada pela Revolução Cultural e bastante eficaz são as novelas!



Por meio delas é possível moldar o pensamento de todo um povo. Elas servem a um único propósito: “destruir os valores cristãos e a tudo aquilo que possa impedir a revolução cultural de acontecer”.  (O Padre Paulo Ricardo em vídeo no link abaixo, explica as mudanças que as novelas já conseguiram fazer na nossa sociedade ao longo dos anos, inclusive usando dados das próprias produtoras de novelas, apontando os globalistas Dias Gomes e Janete Clair (nome artístico de Janete Emmer Dias Gomes):




Dentro das várias estratégias usadas pelos revolucionários para destruir a cultura ocidental, uma bastante utilizada é a inveja!



Um pensador marxista chamado Pierre Bourdieu (1930-2002) desenvolveu essa forma de subversão utilizando a inveja na sua obra chamada “Escritos de Educação - Os excluídos” – A intenção nesta obra é explorar a inveja das pessoas como combustível capaz de fazer eclodir uma revolução.



Eles perceberam que todas as pessoas se sentem excluídas por alguma razão, e estão insatisfeitos com a vida por algum motivo, então descobriram que é muito eficaz esse sentimento para produzir a revolta. Analisando o povo hoje é possível perceber que todas as pessoas estão contaminadas com uma insatisfação além do normal.




Sabemos que existe uma grande diferença entre lutar por justiça e ser tomado por um sentimento exagerado de inveja. Essas pessoas que querem destruir os nossos valores, têm por objetivo mudar a cultura e sabem que essa mudança precisa ser lenta, gradual, mas progressiva, e que precisa dar uma impressão ilusória de naturalidade (técnica gramsciana).




Pela política da dominação de espaços, eles já conseguiram dominar toda a CLASSE FALANTE, que são as pessoas que “produzem” cultura: os jornalistas, os cineastas, os psicólogos, padres, juízes, políticos, escritores, os professores, os pedagogos, os sociólogos, os economistas e outros.




No Brasil hoje, a classe falante que são formadas nas universidades (que por sua vez são dominadas completamente pelas ideias revolucionarias há mais de 50 anos, como já comprovamos acima) são mergulhadas no pensamento e na mentalidade revolucionaria marxista. Todas as universidades hoje são programadas e aparelhadas para formar pessoas na cartilha do marxismo cultural. E isso é consequência do descaso histórico por parte dos conservadores (cristãos ou não cristãos) brasileiros que permitiram que a esquerda conseguisse se apossar por completo das nossas universidades.




Como então identificar essa hegemonia?




A característica principal é o profundo ódio que se tem do cristianismo, dos valores cristãos, e mais especificamente da Igreja Católica. Todos os cursos das nossas universidades estão aparelhados pela esquerda, e de forma especial nas universidades católicas.




UMA MAIORIA SILENCIOSA





Mas vale lembrar que apesar de tudo isso e de todos os esforços dos revolucionários, e do Marxismo Cultural, o fato é que a maioria do povo brasileiro ainda é conservador e ainda presa pelos valores cristãos. Porém, como a classe falante está completamente dominada, eles que são a minoria, conseguem fazer tanto “barulho'” que dá a impressão de que nós (cristãos) somos a minoria. Porem, isso NÃO é verdade. Somos uma maioria silenciosa que infelizmente, não tem quem nos represente. No dia que um político descobrir isto estará eleito.




Já na realidade da Igreja temos a “Teologia” da libertação. Devemos lembrar que no pensamento marxista a religião e a teologia são superestruturas. Para Marx a religião é um fenômeno patológico (uma doença) que atrapalha a vida das pessoas.




Após a morte de Marx seus seguidores começaram a notar a importância da superestrutura, a importância da cultura. Na escola de Frankfurt entenderam que a cultura é a religião exteriorizada.



Porque afinal temos uma visão religiosa do mundo?


Isso significa que o homem produz cultura porque fundamentalmente ele é religioso. Mas essa religião é 'verdadeira' ou é uma religião realmente alienante? Para responder a esta suposta alienação, eles criaram a Teologia da libertação. Esta é em sua raiz a imanentização da religião cristã, e ou, de qualquer outra religião. Isso se dar porque a religião serve enquanto força inconsciente que pode ser manipulada para produzir a sociedade que eles desejam (uma sociedade perfeita aqui na terra pelas forças do homem). A TL assim como as novelas e tantas outras formas do Marxismo Cultural, são apenas armas que podem ser usadas na engenharia social para se obter uma sociedade "perfeita", o paraíso socialista aqui na terra. Para os adeptos da TL a religião não tem uma finalidade transcendente, mas sim meramente imanente. Outra característica da TL é a negação da nossa esperança escatológica, Isso significa que não se espera o reino de Deus no céu mas sim no futuro próximo aqui na terra. De certa forma, um milenarismo humano.




O marxismo é um imanentismo trapaceiro porque ao invés de ficar na posição existencialista de que Deus não existe, prefere ocupar-se da não existência do transcendente, e portanto, não existe sentido para essa vida, ele então trapaceia e afirma que o sentido do hoje é o amanhã, o sentido do presente é o futuro socialista.



A única coisa comum entre o futuro e a transcendência é que os dois são desconhecidos, porem a natureza dessas duas coisas são absolutamente diferentes. Visto que o futuro ainda se encontra neste mundo e a transcendência está fora desse mundo e vai muito além das esperanças desse mundo. O marxista faz questão de adiar para depois de amanhã a crise da falta de sentido na construção deste amanhã socialista.




Ora se o mundo futuro é o sentido de tudo, se a sociedade perfeita é o sentido de tudo podemos então questionar. Qual o sentido dessa sociedade futura? A TL é a aplicação “religiosa” desse pensamento marxista. Sabemos que a lógica revolucionaria é diferente da nossa. Para eles bom é o que ajuda a revolução e mau é tudo aquilo que atrapalha. Na cabeça deles, eles estão acima do bem e do mal, porque eles não creem que existe uma verdade.




Saibamos que sempre que nós cristãos vamos dialogar com uma pessoa que se move dentro dessa “logica” revolucionaria ficaremos desconcertados com a falta de coerência logica deles e se insistirmos em argumentar nesse sentido nós iremos sempre perder e nos chatear.




Para dialogar com essas pessoas temos que entender que a “logica” deles segue o caminho inverso do nosso, enquanto nós tentamos com sinceridade encontrar a verdade, eles estabelecem APENAS um objetivo: a construção do seu mundo perfeito aqui na terra, e irão usar qualquer argumento que sirva para esse fim, e se nós conseguimos vencer seu argumento ele irá inventar outro ainda que este seja contrário ao anterior, justamente porque a “logica” usada é inversa a nossa. Isso se chama o PRIMADO DA PRAXIS SOBRE A TEORIA.



Eles sabem que querem destruir (desconstruindo) a nossa cultura ocidental e, portanto, irão utilizar de qualquer coisa que possa realizar esse objetivo, não importando se serão incoerentes no processo, pois os fins justificam os meios. Em 1990 na América Latina o petista e líder sindical Luiz Inácio lula da silva, o ditador Fidel Castro e o Leonardo Boff fundaram o famigerado Foro de São Paulo. Uma organização que reúne todos os governantes comunistas do continente da América Latina. Com mais uma centena de partidos e várias organizações criminosas ligadas ao narco trafico como as FARC-EP e o MIR chileno. No decorrer de suas reuniões feitas ao longo de 26 anos de existência. Estratégias e planos de ação foram feitas para expandir a revolução. O foro de São Paulo é a organização que articula a estratégia internacional socialista.




Em 1994 o partido socialista PSDB elege Fernando Henrique Cardoso como presidente, que começara um amplo programa de incentivo as políticas estatais. O processo Fabiano se deu com sucesso ao longo dos 8 anos do governo FHC que precederam a era Lula e Dilma. O Brasil estava a caminho da utopia. Estaríamos rumo a uma revolução que foi contada aos poucos? Seriam todos os partidos brasileiros ideologicamente idênticos e metodologicamente diferentes? Você reconhece este Brasil?









Os Vídeos que serviram de base para este texto foram:


1)-Video do Canal Terça Livre: “Entendendo a esquerda De Kant a escola de Frankfurt”.




2)-Video do site do Padre Paulo Ricardo: “Revolução e Marxismo Cultural”




3)-Vídeo do site Brasil paralelo: “Raízes do Problema”




4)-Vídeo que serve como um complemento importante: “A Subversão nos Países-alvo da Extinta URSS - Ex-agente da KGB Yuri Bezmenov”


 

AGRADECIMENTOS:


 
(Texto de apontamentos de estudos compartilhados por Jhonathan Rogerys – Mossoró-RN)



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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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