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Quais são os tipos de Formadores de Opinião?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 17 de junho de 2020 | 13:17










TIPOS FORMATIVOS DE OPINIÃO (Do maior para o menor, até o alvo da opinião):

1)-Professores/Educadores – Conceito Gramsciano: “Não tomem quarteis, tomem escolas e universidades. Não ataquem blindados, ataquem ideias."  (Antônio Gramsci).

2)-Mídia Jornalística e televisiva.

3)-Os intelectuais: Aqueles que tem uma Produção Intelectual publicada e reconhecida. Quer gostemos ou não.Ex.:Olavo de Carvalho;Felipe Pondé;Leandro Karnal; Jessié Souza,etc.

4)-DETENTORES DOS PÚLPITOS(Areópagos): Políticos, Religiosos e Influenciadores digitais.­­

5)-ESCLARECIDOS: De Opinião Formada: em vários assuntos.
                                  Especialistas: Ex.:Vaticanista;autor.
                                  Fanático: Repetidor de uma Narrativa.
                                 Isentão: Aquele que não é contra nem a favor,muito pelo contrário...entende?(quer agradar a todos).                               

6)-ALVO RECEPTOR DAS OPINIÕES: Gado no pasto (alienado):Aquele que fica ao sabor das opiniões, conforme Efésios 4,14: “O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro”.






















Conforme as referências de consultas ao final desta matéria, os Formadores de Opinião são pessoas que tem a capacidade de formar, influenciar e moldar a opinião de outras pessoas em vários campos (político, social, moral, cultural, econômico, esportivo, etc).  As opiniões podem pertencer a grandes grupos do pensamento humano, como opção religiosa, tendência política, comportamento sexual, torcidas esportivas, preferências pessoais, etc.Um pastor protestante, um escritor espírita, um monge budista, um padre católico, são formadores de opinião, pois podem determinar a conduta das pessoas, não apenas na parte religiosa, mas também no modo de vida pessoal. Uma professora primária, um professor universitário, são importantes formadores de opinião cultural e política, muitos estudantes adquirem na universidade informações que irão formar a suas opiniões políticas e culturais que em muitos casos se tornam convicções decisivas para o resto de suas vidas, e muitos podem se aproveitar disto.Um craque de futebol diferenciado é um formador de opinião e influência as crianças a serem torcedores do time para o qual ele joga. Uma ativista feminista com sua atuação junto a sociedade pode modificar a conduta pessoal de muitas mulheres alterando a opinião delas com respeito a assuntos como aborto, uso de camisinha, liberdade sexual, etc. Um político popular, um apresentador de TV famoso, um colunista de jornal conhecido, um arquiteto renomado, um compositor de sucesso, um nadador ganhador de medalha de ouro nas Olimpíadas, um campeão mundial de Fórmula 1, e todas as pessoas que de alguma forma conseguiram destaque na sociedade, podem alterar a opinião e a conduta das pessoas nos mais diversos assuntos, por isso são chamados de "formadores de opinião".  No mundo atual surgiram também formadores de opinião grupais, tais como Veganos, Greenpeace e demais associações que através de suas passeatas, protestos e manifestações através dos mais variados meios de comunicação, tentam mudar a opinião das pessoas para que apoiem os princípios sociais e políticos que defendem. De uma forma geral no mundo atual, devido a facilidade de acesso aos diversos meios de comunicação através de entrevistas, reportagens, noticiário, artigos, blogues, comunidades sociais, etc, todas as pessoas podem colaborar em algum momento para a formação da opinião de outras pessoas.Um simples vídeo colocado por um desconhecido no YouTube pode atingir milhões de pessoas e modificar a opinião delas sobre determinado assunto.


























Os formadores de opinião são muito requisitados para externar opiniões sobre variados temas. Essas pessoas geralmente tem o reconhecimento da sociedade e suas atitudes são imitadas pelo público. A credibilidade é sua moeda de troca e com isso, eles conseguem se posicionar na sociedade. Influenciar pessoas não é uma tarefa fácil, por isso o trabalho dos formadores de opinião é tão importante quando alinhado às estratégias para os fins que querem atingir.




Os formadores de opinião podem ser:


1)-Locais, tendo sua influência baseada na proximidade de na reputação. Eles vivem dentro de uma comunidade que influenciam e são ativos nas organizações sociais formais.


2)-Cosmopolitas, pois baseiam sua liderança no fato de serem especialistas em termas determinados. Eles têm acesso a produtos de mídia e se só interessam por temas de sua especialidade.




UMA ANÁLISE CRÍTICA DO FENÔMENO DA FORMAÇÃO DE OPINIÃO




É patética essa realidade onde as pessoas simplesmente abriram mão de sua capacidade de raciocinar e se renderam a facilidade de opiniões ofertadas!


“Não sabemos de quem mais devemos nos compadecer: se é do formador de opinião que se sente como um “guia” cheio de razões e sabedoria, mas que cedo ou tarde será atormentado pelo peso da responsabilidade; ou do “influenciado” que jogou o cérebro num liquidificador de futilidades e já não é mais capaz de pensar por si só, vivendo como uma marionete das opiniões”



É certo que estes são tempos de extrema projeção social; todo mundo “têm” opinião sobre tudo, “sabe” de todo os detalhes, “conhece” todos os assuntos e defende “seus” ideais com unhas e dentes. Mas mesmo assim somos uma sociedade atrasada que nem sabe mais o que significa desenvolvimento. E a responsabilidade é de quem? Vamos do início:


“Opinião, ao contrário do que pensam, não significa verdade. Uma opinião é apenas um ponto de vista construído através da interpretação das informações que se obtém”.



Lá no começo as pessoas obtinham as informações através do diálogo. Mesmo que houvesse distorção da verdade de boca a boca, não era algo tão extremo e prejudicial para a formação individual de opinião. Depois surgiram os meios de informação profissionais; jornais e revistas. A distorção da verdade vinha em modo de edição, mas recebiam um tanto mais de credibilidade. As opiniões eram formuladas dentro dessas edições, mas balanceadas com uma leve suspeita, afinal, lia-se ao invés de ver ou ouvir. A ênfase de um discurso não ecoa pelas linhas de uma publicação até surtir efeito na interpretação de quem lê.



Daí as coisas se modernizaram; correspondentes, televisão, satélites, etc. E a informação transbordava para dentro das casas. E então começou a era da informação manipulada; não pense algo, pense isso!



Até aí, por mais lamentável que fosse, não era um drama absoluto. Havia a possibilidade de se questionar os “fatos” apresentados, pesquisar, confrontar e então formar uma opinião. As informação chegava cheia de edição, distorcida ou inverossímil e as pessoas duvidavam, pois ainda eram capazes de pensar e já nutriam a suspeita de manipulação por parte dos distribuidores de informação. No entanto, as informações eram oferecidas de modo tão veloz e em tamanha quantidade que o espaço para processar tudo e se desenvolver uma opinião ficava cada vez menor. Mas as toneladas de informações que eram apresentadas não eram totalmente inventadas, ou seja, as coisas realmente aconteciam e se existe muita informação é por acontecer muita coisa.




“É um ciclo; muitos acontecimentos geram muita informação que gera menos tempo para processar. Esse “menos tempo” também tinha a ver com a falta de tempo das pessoas. Eis a oportunidade cabal para os formadores de opinião de plantão se aproveitarem. ”




Ora,por que desperdiçar tempo pensando/duvidando/questionando se já não há tempo pra quase nada? Uma hora lendo um jornal, ou um livro? Absurdo! Porém, os formadores de opinião sabem que mesmo assim, com esta falta de tempo, as pessoas sempre precisam se informar. Se a informação oferecida vem carregada de interrogações e exclamações, o jeito é engolir informações já mastigadas/pensadas/processadas cheias de pontos finais com as devidas conclusões das narrativas: não pense assim, mas pense assim.




Surge com isso uma falsa sensação de se estar informado e economiza-se tempo.



É patético, e é patético pelo simples fato de que basta haver a necessidade de se obter informações “reais” para que alguém, um candidato a concurso público por exemplo, deixe de lado os formadores de opinião e se dedique a leitura de jornais e revistas. É patético, pois salvo esses casos, o GADO NO PASTO já adestrado, defendem seus formadores mais queridos como donos máximos de toda a verdade sobre todas as coisas do mundo.




















Tá, mas e daí? Qual é o problema?



No começo um formador de opinião é tão dedicado e cuidadoso quanto qualquer pessoa que inicia uma função. Mas se você já fica feliz com 100 curtidas numa foto e já pensa logo na próxima, imagine alguém recebendo 10.000 curtidas em um dia. Não demora muito para que esse formador de opinião fique mais interessado na quantidade do que na qualidade. E ao mesmo tempo em que isso acontece, do outro lado os carentes de opinião já se renderam em absoluto. Já não pensam, esperam pensamentos prontos, mastigados e processados.




Imagine um formador de opinião frustrado com alguma coisa, possuindo 10.000 cabeças vazias a sua disposição. Por que você acha que empresas investem milhares de reais num formador de opinião? Porquê basta uma frase para se atingir o mesmo objetivo que 15 segundo na televisão! Quantas vezes você já não viu gente seguindo modas ridículas só porque alguém influente apareceu numa foto usando uma roupa ou um acessório? No caso da opinião é quase a mesma coisa. A diferença é que sair pela rua usando uma roupa estranha não causa tanto efeito quanto escolhas feitas sem pensar, comportamentos adotados sem consideração, discursos propagados sem consequências.




Dizem que “mente fazia é oficina do diabo”. Mas e uma mente adestradas, é o que?




Todos os dias surgem novas “fobias”, parafilias, tipos diferentes de preconceito, grupos com ideologias desconhecidas, gente reclamando de tudo como se nada nunca tivesse funcionado. Estão modificando o dicionário, inventando desculpas, atribuindo vitimismo à tudo como se a única solução para o caos que nos governam desde o tempo de Adão estivesse na mãos deles, os fantoches salvadores.



Ex.: O funk depreciativo da mulher e do sexo pode né? Claro, é divertido! Mas é uma diversão que se transforma em valor Cultural, ou seja, a mulher já nem se percebe como simples depósito de esperma, e até favorece esta mesma cultura.




E a coisa já está tão grave que já não há mais nada que se possa fazer a não ser esperar a inevitável revolução social que está prestes a acontecer e que não é nem um pouco parecida com o que profetizam os tais formadores de opinião. Porque acredite, eles não estão construindo um futuro, estão apenas enchendo o tapume de cartazes!























O papel das pesquisas de opinião pública tem relação direta com esse personagem pouco etéreo chamado formador de opinião. Aliás, entre opinião pública e opinião publicada existe espaço tão grande ou maior que o existente entre o Oiapoque e o Chuí. Faltou mencionar que desde a pá de cal lançada sobre o necessário regime militar reiniciado no Brasil em 1964 e, em especial, durante as eleições diretas para presidente da República em 1989, vimos surgir ostensiva separação entre a opinião da vasta maioria da população e a opinião dominante publicitada de maneira retumbante – e sempre repetitiva – pelos que formam os grandes grupos midiáticos do país.É também um conceito que a atual teoria da comunicação rejeita por não aceitar que um indivíduo tenha poder de formar a opinião da massa. Formador é exagero. O que temos, e muito, são pessoas que influenciam a opinião de outros. Quando se descarta o conceito de ‘massa manipulável’ percebe-se que a população é heterogênea e interpreta as mensagens segundo seus códigos. Nesta perspectiva, o conceito de ‘formador de opinião’ passa a ser tão efetivo quanto dar um susto para que uma pessoa se livre do repetitivo (e irritante) soluço. Alguns estudiosos afirmam que formador de opinião é quem consegue se destacar na atividade que exerce. Pessoa com grande grau de reconhecimento (de forma positiva) do público. É fácil confundir formador de opinião com pessoa que tem gosto pela simples polêmica. São pessoas que não fogem ao debate ou, então, como dizem alguns: são aqueles ‘que dão um boi para não entrar numa briga e uma boiada para não sair’. Ou, pior, são aqueles que, qual mariposas em tempo de chuvas, sentem-se instantaneamente atraídas pela luminosidade e pelo calor emanado dos holofotes. Estes fazem ecoar sua opinião em entrevistas sobre assuntos diversos ou alheios, que tem potencial de polêmica, ou colocam aqueles manifestos ou as famosas carta-aberta na praça.





Mas nenhum destes possuía aquela vocação extraordinária para a polêmica como tiveram Carlos Lacerda e Antonio Carlos Magalhães. Os adversários políticos de Lacerda chamavam-no de ‘O Corvo’. Consideravam-no um sujeito agourento; fabricador de crises; mensageiro e responsável direta ou indiretamente pelas tragédias políticas que desabavam, ou que podiam vir a desabar sobre o Brasil. É de sua autoria esta frase:




“Juscelino não deve ser candidato. Se for, não deve ser eleito. Se for eleito, não deve tomar posse. Se tomar posse, não deve governar, deve ser deposto”.


E, mais recentemente, o político baiano conhecido pelos adversários como Toninho Malvadeza não se fazia de rogado ante uma boa polêmica. É dele esta frase:




“Há três tipos de repórteres: o que quer dinheiro, o que quer notícia e o que quer emprego. O correto é não dar dinheiro a quem quer notícia, notícia a quem quer emprego e emprego a quem quer dinheiro.”






No Judiciário, Gilmar Mendes é imbatível. Tem opinião aos borbotões e pouco importa se, em algum momento, o tema em que está metendo a colher, geralmente com opiniões finais e irrecorríveis, for objeto de julgamento no Supremo Tribunal Federal. Não ficam muito atrás na arte de polemizar seu colega togados Marco Aurélio Mello. Alguns, como o ministro Gilmar Mendes, conseguem espaço cativo, regular, diário nos editoriais e nas páginas de jornais de grande porte como o Estado de S.Paulo. É muito raro que um rompante do presidente do Supremo não seja imediatamente acatado pelo editorialista do Estadão.




Na verdade muitos formadores de opinião se comportam e se julgam como como ‘intermediários do povo’. Os mesmos que, segundo  eles, já não decidem mais por si mesmos.








Os Formadores de Opinião Pública utilizam inúmeras outras estratégias maliciosas que distorcem os fatos e acontecimentos com o propósito de ganho financeiro, acúmulo de patrimônio, de fazer prosélitos ou lavagem cerebral, tais como os seguintes:




Apelo a Mitos: mitos são um conjunto de ideias falsas, sem correspondente na realidade, mas que, devido ao constante bombardeamento através da mídia, são aceitos pela grande maioria como se fossem verdades incontestáveis. Estamos cercados por um grande número de mitos econômicos, mitos que distorcem a noção do público a respeito de problemas importantes e nos levam a aceitar políticas governamentais totalmente equivocadas. O apelo a mitos é um argumento usado principalmente pelos lideres religiosos para manter os fieis algemados à crença da salvação pela sua fé religiosa.Não é novidade alguma que países tantos socialistas como capitalistas são especialistas em se utilizar de sua poderosa e eficiente rede de telecomunicação para espalhar mitos sobre sua economia, sua política externa, seu estilo de vida e suas pesquisas científicas. Obcecados com sua própria mitologia ideológica proclamadora de “verdades” muito além de sua capacidade de comprovação real de seus mitos espalhados. Espalhar a “democracia, liberdade e justiça social” pelo mundo continua servindo como desculpa para estas ditaduras lançar ações militares contra alvos indefesos em muitas regiões. O indivíduo FOP que ajuda na propagação de mitos frequentemente usa como tática de convencimento, as seguintes características em suas estratégias:



a)- Usam a forma narrativa (geralmente uma pequena história, porém bem estruturada).


b)- Procura sempre se autenticar por meio de testemunhas fajutas e provas supostamente existentes.


c)- As pessoas que foram convencidas ou doutrinadas quando repassam a história mitológica costumam confirmá-la como se tivesse sido vivida por ela mesma.



Slogans, jargões, frases de efeito ou citações de fácil memorização, são usadas abusivamente para inspirar a massa humana impensante em contexto político, religioso ou comercial como uma expressão repetitiva de uma ideia ou propósito. (Ex.: Lula livre !!! Independente de todas as evidências processuais - Beba com moderação - Impossível comer um só - Jesus está voltando – Seus problemas acabaram, pare de sofrer!...









O que são as “Falácias” ?




São quaisquer enunciados ou raciocínios falsos que, entretanto, simulam a veracidade ou têm aparência de verdadeiro; são erros de raciocínio que contaminam a argumentação, geram ambiguidades, mal-entendidos e erros de interpretação. Podem ser intencionais ou não. A capacidade persuasiva desses argumentos está frequentemente no impacto psicológico sobre o público. Existem vários tipos de falácias (sugiro ao leitor(a) acessar o link sugerido acima, que é mais completo).Deve-se observar, portanto, que um raciocínio pode incorrer em mais de um tipo de falácia, assim como que muitas delas são semelhantes. Precisamos estar alerta para esses tipos de abusos e distorções dos fatos, muito comuns em pregações políticas, sindicalistas e religiosas, como a falácia do “porque conclusivo”. Exemplos:



1)- “Eu estou certo porque estou citando a Bíblia...” (Ora, a bíblia permite inúmeras interpretações)




2)- “É um perigo entregar um carro a uma mulher, porque as mulheres geralmente não sabem dirigir...” Ora se mulher dirige tão ruim, porque todos querem comprar carro quando dizem a dona é uma mulher?




Apelo à Ignorância ou Argumento da Ignorância: Este é um argumento falacioso que conclui que algo é verdadeiro só porque não pode ser provado como falso, ou vice-versa. Ou seja, a falta de evidência para uma proposição é erroneamente argumentada como prova para a exatidão de outra proposição. Exemplo:



“Como a promotoria não conseguiu provar que o réu é culpado, então ele é inocente...”




Sofismas: argumento aparentemente válido, mas, na realidade, não conclusivo, e que supõe má-fé por parte de quem o apresenta. Ou seja, sofisma é argumento falso formulado de propósito para induzir outros a erro, muito usado por indivíduos letrados de pouca integridade de caráter, porém hábeis na arte de sofismar. Muito popular entre os filósofos e políticos de nossa Cleptocracia (governo de ladrões).






Exemplo nº. 1 - O mercado financeiro e parte da imprensa costumam classificar a auditoria da dívida pública brasileira de calote. Por que a auditoria da dívida não é calote? Os FOPs tentam desqualificar a auditoria da dívida porque eles sabem que uma investigação da nossa monstruosa dívida pública certamente resultará na descoberta dos esquemas fraudulentos que fazem a dívida aumentar cerca de 40% ao ano.



Exemplo nº. 2 - Só creio no que vejo. Não vejo Deus. Logo, não creio em Deus.




Quem se utiliza de sofismas na argumentação não está interessado em absoluto em difundir a verdade, mas deseja unicamente conseguir que todos os ouvintes estejam de acordo com ele ou ela. O que importa é a adesão, não o ensinamento ético, reto, do justo ou injusto.




Reconhecer o uso e abuso de mitos, falácias e sofismas nos processos de convencimento e formação de opiniões (lavagem cerebral) é uma das características de um pensador crítico.


“Se a maioria dos brasileiros concorda com algo, significa que esse algo só pode estar muito errado...” (Diego Mainardi, escritor e colunista brasileiro).




Aumentar nossa vigilância e preocupação com as verdades relativas de ponta para não sermos enganados, saber diferenciar informações equivocadas, mentiras e fack news, separando o joio do trigo, é necessidade cada vez mais premente nessa época atual, que deveria ser chamada de Era da Desinformação. Aqui entra a tal vigilância epistêmica, que é a capacidade de ficar atento e perceber se uma afirmação tem ou não alguma veracidade e  valor que deveria ser martelado na cabeça das pessoas nas escolas, no trabalho e dentro de casa. É a preocupação que todos deveríamos ter com relação a tudo que lemos, ouvimos e aprendemos, independentemente da procedência, para não sermos enganados ou manipulados, para não acreditarmos em tudo que é escrito e dito por aí afora. Principalmente na Internet. Toda pessoa em busca da verdade, da sabedoria e de correta informação, precisa estar muito atenta aos 2 aspectos seguintes da mensagem transmitida:




1º.  Se quem fala ou escreve conhece a fundo o assunto, se é um especialista comprovado, se realmente sabe o que está falando, se o que fala é compactuado pela maioria dos especialistas.




2º.  Se quem nos fala ou escreve, na verdade, é simplesmente uma pessoa que ouviu falar algo e simplesmente repassa, aos outros, o que leu e ouviu e deduziu ser verdadeiro.




A persuasão, quando legítima, apoia-se na coerência e consistência das ideias; não depende do apelo às emoções descontroladas; não desconsidera as regras da lógica e do bom senso; não tira conclusões a partir de mitos, dogmas (quer sejam religioso, filosófico ou científico),medos e artimanhas psicológicas, como acontece com os discursos de políticos enganadores, religiosos e filósofos do tipo  Leandro Karnal lavadores de cérebro de alienados e analfabetos funcionais.




Teste agora sua compreensão:




Após a explicação desse artigo, a resposta honesta para os 7 seguintes grupos de questões sobre se sua personalidade transitória pode ser a prova de fogo para a sua condição de livre-pensador e de bom-entendedor. Responda com a máxima autocrítica, pois somente assim você poderá se auto perceber:



1)- Quais os sentimentos que você costuma ter em relação a si mesmo(a)? No que baseia sua visão e opinião acerca de si mesmo?



2)- O seu amor-próprio e suas convicções atuam ou não a favor da sua missão e propósito de vida?



3)- Você tem desinibição suficiente para enfrentar constrangimentos em contraditórios. Abala-se facilmente diante da opinião alheia?



4)- Você tem o mau hábito de se comparar negativamente com os outros? Concorda ou não com esta afirmação: “viver se comparando às outras pessoas é a principal causa do complexo de inferioridade.”



5)-Já consegue distinguir com discernimento os fatos concretos das opiniões?



6)- Cultiva o mau hábito da auto culpa, da passividade e do complexo de inferioridade julgando-se incapaz, ou da superioridade, se considerando sempre certo?



7)- Que proveitos de melhorias próprias, evolutivas, vem você obtendo com o emprego da auto crítica positiva e de uma sólida autoestima?




Precisamos acreditar na natureza humana, capaz de evoluir para o bem, em princípios morais sólidos, fundamentados na tradição de nossa civilização, em uma ordem moral herdada e testada na história de nossos antepassados, fruto de tentativas de erros e acertos, e sobre a qual construímos o nosso presente, tendo em vista o futuro. Podemos sim dar valor a esta sã tradição e bons costumes, e sobre este alicerce firme, podemos sim assentamos nossa opinião política, desejosa sempre da ordem social e do bem comum. Podemos crer sim, até que se prove o contrário com fatos e dados concretos que apesar das falhas humanas de seus membros, a Moral Judaico Cristã, é o melhor que a humanidade produziu, e o que há para o desenvolvimento das virtudes e para a constituição de uma ordem moral e social justa e correta, objetivando a perfeição do homem e o bem comum do homem todo e de todos os homens.



*Obs.: Parte deste texto final foi adaptado da obras de de Dan Herman em prol do esclarecimento da “Geração Muda Brasil”. Dan Herman, o inconfundível e autor do revolucionário “De Paraíso Tropical a Inferno Latino americano” é estudante e praticante da seguinte sabedoria:




“Domina-se com mais facilidade um povo excitando e explorando suas paixões do que se preocupando com seus interesses e bem estar...”



Dan Herman é brasileiro, natural de Salvador/BA, engenheiro químico graduado pela UFBA, pós-graduado pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), Rio de Janeiro. Morou nos EUA durante 28 anos (1975-2002), onde concluiu cursos nas seguintes áreas: Administração Empresarial, Marketing, Ciência Política, Sociologia, Tributação, Medicina Alternativa e Saúde Pública.Na Califórnia, onde residiu a maior parte do tempo, foi contemplado com a excepcional oportunidade de tornar-se membro ativo e participante da mais poderosa organização de cidadãos americanos, oponentes do status quo: A National Taxpayers Union (NTU), comprometidos em combater o desgoverno e a corrupção governamental, o que lhe garantiu acesso a uma rede de contatos poderosos e bem informados sobre a realidade desse império arrogante e decadente e sua perniciosa influência nos países ricos do Terceiro Mundo, como o nosso Brasil. Ávido pesquisador da cultura norte-americana e empreendedor relativamente bem sucedido, radicado na região vanguardista dos EUA, berço da contracultura, o autor adquiriu valiosos conhecimentos sobre a política, economia, medicina e os problemas sociais desse influente e dinâmico país. Dan Herman quando retornou dos EUA, imbuído dos melhores sentimentos cívicos, trouxe a esperança de alguma ajuda pratica a favor de nossa gente. Com entusiasmo, apesar das mazelas sociais de que estamos acometidos há tempos por vários desgovernos de salvadores da pátria, decidiu imediatamente fazer algo para colaborar, e ocorreu-lhe repensar o processo educacional em voga no Brasil, que não nos parece estar levando os jovens a um porvir digno por razões várias, e conhecidas de qualquer brasileiro inteligente e esclarecido. Dan Herman se autodenomina "um eterno vigilante e um aprendiz dos valores da vida". Com espírito perquiridor, estudioso de ciências humanas e sociais tanto nos Estados Unidos quanto em países terceiro-mundistas, concluiu nos últimos anos interessantes análises:




1)-A primeira, um trabalho de fôlego, após uma década de cuidadosas pesquisas e investigações, resultou em “A Decadência do Império Americano, mitos versus realidade”, onde analisa com minudência e certa dose de mordacidade, o contexto sociopolítico norte-americano, detalhando a sua essência política, econômica e social, assim como a influência desta NOVA ORDEM MUNDIAL na economia e administração pública de países latino-americanos.




2)- A segunda, uma obra esclarecedora, produto de grandes vivências e de um olhar crítico, intitulado “Pais Responsáveis + Escolas Eficientes - País do Primeiro Mundo”, destina-se aos pais e educadores que, com os pés no chão, agem movidos por um ideal de grandeza e beleza para a juventude brasileira. Seu conteúdo, claro como um cristal, traz reflexões em torno de temas cardeais com muita sabedoria. A mensagem de Dan Herman é que, em face dos desencantos neste início de século e do terceiro milênio, é preciso educar nossas crianças e jovens na esperança.




3)- A terceira, foi a base para esta reflexão: “Salve-se Quem Souber, um manual que visa também esclarecer mentes e formar líderes paladinos de causas justas e difíceis, com argumentos racionais, fundamentados em fatos concretos. Somente a pessoa de mente bloqueada, que sofreu lavagens cerebrais e é subjugada às crendices e apriorismos consegue ficar indiferente a verdade palpável desta obra.









Através dos seus artigos e palestras, dedica-se:




1)-  À educação moral e cívica, equilibrando direitos e deveres.



2)- A combater as pragas da corrupção, da impunidade e da incompetência que impedem o verdadeiro desenvolvimento do país e comprometem o futuro de nossa  juventude, fazendo optarem pelo que é mais fácil como o submundo do crime.



3)- A contestar todas as formas de injustiça, principalmente aquelas cometidas contra os oprimidos, fracos e indefesos.




REFERÊNCIAS DE CONSULTAS:




https://www.tramaweb.com.br/formadores-de-opiniao-e-assessoria-de-imprensa/



http://www.observatoriodaimprensa.com.br/educacao-e-cidadania/caderno-da-cidadania/o-que-e-um-formador-de-opiniao/



https://pt.wikipedia.org/wiki/Formador_de_opini%C3%A3o



https://berakash.blogspot.com/2019/03/sou-formador-de-opiniao-sim-e-procuro.html



http://www.aberje.com.br/colunas/formadores-de-opiniao-ou-influenciadores-digitais/



https://medium.com/@jawtxts/os-tais-formadores-de-opini%C3%A3o-8f69595601b1




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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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