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Toda GREVE GERAL é burra, desnecessária e irresponsável, sabe por que?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 16 de março de 2017 | 08:52



  







Para começo de conversa: sou a favor da greve justa e de classe em todos os níveis e em qualquer lugar do mundo, para que tenham melhores condições de trabalho e recebam salários dignos. Então, antes de jogar pedras, por favor, leia a crítica com atenção até o fim e, se me entenderes, me darás razão.


Greve não é primeira solução, mas última, ou seja, é a ultima ratio, isto é, quando se esgotaram as opções, digamos, diplomáticas. É como um protesto ou execução de uma dívida: uma vez que ela venceu, o credor tem que buscar meios mais coercitivos de reaver seu dinheiro.




Então, para quê a greve?


Para melhores recursos na educação, melhorias em infraestruturas etc. Pois bem, se todas as categorias fossem parar por causa das condições de trabalho, meu Deus, o Brasil inteiro pararia! Pois devagar com o andor que o santo é de BARRO. Apesar de considerar uma pauta um tanto quanto genérica para admitir uma ação ultima ratio como a greve, ainda mais em nível nacional, ou quando pior ao propor uma GREVE GERAL, é no mínimo uma atitude precipitada e irresponsável na minha opinião, desde que me provem o contrário. 



Infelizmente o que vemos Brasil afora, são  greves cheias de segundas intenções e irresponsáveis. Sim, pois não tem outra palavra para dizer das representações da categoria e seus apoiadores, quem nem dialogam mais, mas já chegam impondo.Uma greve dessas atinge a sociedade como um todo. Atingem pessoas em seu direito de ir vir, que pagam impostos e querem receber os benefícios. Cito desde microempresas de transporte e motoristas até famílias que vendem salgados; lancherias, fotocópias, livrarias, imobiliárias e estudantes.Todos saem prejudicados!



Ouvi entrevistas de dirigentes se referindo à “luta contra o grande capital”, que estaria envolvido em questões previdenciárias e outros misturando rancores esquerdistas com um governo que ajudaram a eleger.Depois, vi instituições estudantis - infladas por filiados partidários com seus discursos ideológicos - cooptando mentes jovens que acreditam ingenuamente estarem lutando por conceitos sócio-políticos como “nação”, “bem comum”, ou por estarem fazendo “revolução socialista”, entre outras, mas somente sendo usadas como “joguetes-úteis”. E pergunto: a serviço de quê ou de quem?



É preciso portanto, desmistificar essa questão de que se está “lutando por um melhor desenvolvimento do País, sim, mas só serve se o desenvolvimento for de esquerda? As atuais greves são realmente necessária ou estamos somente diante de um fenômeno tipicamente político-partidário e eleitoreiro? Será que esses que estão gritando, assim o fazem “pelo bem geral da nação” ou apenas visando aos seus interesses próprios?



Greve? Sim! Mas com responsabilidade!





FÁBULA FABULOSA – O SINDICATO DE BURROS


No tempo em que os bichos falavam, existia um sindicato formado por notáveis burros, jumentos e cavalos, que representavam toda espécie animal. Além dos altos salários e benefícios, bem como mordomias, tipo viagens para congressos, com hospedagens, regadas a cervejas, mulheres, Whisky importado, e regabofes, tudo pago claro, pelos demais animais sindicalizados, com cargos de direção e presidência sindical disputadíssimos. Estes seres de foro privilegiado (não podem ser demitidos em hipótese alguma), tentavam agradar a gregos e troianos para manterem seus benesses e poder a todo custo, tendo portanto, que fazer alguma coisa para mostrar serviço. A oportunidade veio quando o Leão, governante mó daquela região, resolveu fazer algumas reformas necessárias, mas impopulares em seu reino. O sindicato dos burros logo teve a brilhante ideia de propor à categoria uma GREVE GERAL para barrar as reformas propostas pelo Leão, o que foi acatado de imediato por todos os animais sindicalizados. E para garantir que os PELÊGOS enfraquecessem o movimento, os dirigentes sindicais propuseram retirar as madeiras da ponte de acesso a cidade de forma alternada, transformando-a em um verdadeiro mata burro, esta única ponte que ligava aquele reino às cidades vizinhas, a qual ficava sobre um rio cheiro de piranhas, crocodilos, e cheio de correntezas mortais. A tragédia é que no dia da GREVE GERAL, com tudo paralisado(saúde, transporte, segurança, comércio, bombeiros e bancos),a família de um dos dirigentes sofreu um acidente caseiro, em virtude de um incêndio na casa, e como estava tudo paralisado não era possível prestar socorro àquela pobre família, não restando outra coisa senão buscar auxílio fora dali. E em sinal de solidariedade ao cumpanheiro, os demais burros, jumentos e cavalos da direção do sindicato, aventuraram-se atravessando aquela ponte, com os familiares do cumpanheiro nas costas para buscarem socorro nas cidades vizinhas. Resumo da opera: Como a ponte tinha se transformado em um verdadeiro mata burro, tornando-se inadequada aos cascos muares, só havia duas alternativas: arriscar quebrar as patas no mata burro da ponte, ou dar com os burros n’água, sujeitos à fúria daquele rio com piranhas, crocodilos e fortes correntezas. Resultado: Morreram todos que se aventuraram. O que é pior, a categoria nem ficou muito triste porque afinal chegaram a conclusão de que havia muitos burros naquele reino.(Qualquer semelhança em terras brasilis, é apenas mera coincidência).




MORAL DA HISTÓRIA: 


“Nunca dê ideias das quais você poderá ser vítima delas...”


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27 de março de 2017 18:36

Parece-me que o autor deste lamentável texto, muito embora queira fazer acreditar que apoia greve, nunca tenha trabalhado. Ou que, se trabalha, certamente nasceu socialmente privilegiado; se não, talvez seja um pobre que, por estar em condição social boa, não consiga enxergar as verdadeiras necessidades dos trabalhadores. Mas, de uma forma ou de outra, é bem conveniente devolver-lhe a pergunta: publica-se uma texto assim "a serviço de quê ou de quem?" E que fábula mais preconceituosa, descabida e discriminadora!... Comparar, mesmo que metaforicamente, trabalhadores a "burros"? Absurdo, entristecedor...
Espero que a Censura do site publique minha nota.

28 de março de 2017 08:27

Prezado Carlinhos Veloso

Quando os comentários estão dentro do tema e sem palavrões, ou ofensas de cunho pessoal, sempre serão publicados. Mantenha-se assim e sempre será bem vindo. Aqui discutimos ideias e não pessoas.

Para este momento entendemos que a solução seria não a greve, mas um pedido contundente e claro de explicações, com a disposição sincera de compreender e aceitar a realidade, todos estarem abertos ao debate.Nada impede que se busque, na sequência, uma responsabilização política dos responsáveis pela crise. A situação atual das finanças estaduais foi construída ao longo de vários anos e de vários governos. Parte da responsabilidade pelos problemas de caixa se deve, sem sombra de dúvida, a concessões de benefícios ao funcionalismo, e medidas populistas que durante os últimos anos sem a devida avaliação sobre o impacto que isso teria nas contas dos estado e do país. Parte se deve ao despreparo dos quadros políticos especializados em finanças públicas e à conjuntura econômica. Voltamos a afirmar. O momento requer sobretudo maturidade. Maturidade dos dirigentes sindicais, que não podem propor de forma irresponsável, pensando apenas em sua capacidade de arrebanhamento, numa demonstração de quebra de braço, uma greve que pode comprometer o futuro econômico do país.Por outro lado precisa-se da maturidade do governo, que pode e precisa vir a público com mais competência, transparência e empatia, além de coragem, para dar as razões dos sacrifícios que precisa exigir de seus quadros e da população.

Além de que a Greve Geral não é uma unanimidade, pois as duas maiores centrais sindicais do Brasil, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Força Sindical, divergem sobre a estratégia de "reação" ao projeto de reforma trabalhista que o governo de Michel Temer pretende enviar ainda esse ano ao Congresso Nacional.Ligada ao PT, a CUT defende a convocação de uma greve geral contra as mudanças na CLT que serão propostas pelo presidente. Proxima a Temer, a Força Sindical defende a greve como "último recurso". Os líderes das duas organizações trataram do assunto, mas não chegaram a um consenso.
"É um pouco de sonho falar em greve geral. Não tem a mínima condição. Primeiro vamos esgotar todo o tipo de negociação", disse ao Estado o deputado Paulinho da Força (SD-SP), fundador e principal líder da central de mesmo nome.

Shalom !!!


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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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