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Crítica a antropologia de Darcy Ribeiro sobre o Povo Brasileiro

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 21 de junho de 2016 | 11:14





COMENTÁRIOS DO BLOG BERAKASH: “Apesar da seriedade do trabalho do antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro sobre a nossa brasilidade, sua tese não encerra e nem poderia abranger  todas as nossas complexas nuances multi pluralista e etno culturais, e portanto, não se pode colocar um ponto final no tema, mas apenas vírgula. Temos nesta obra uma visão um pouco ingênua e de certa forma simplória, anedótica e sarcástica,(coisa que é típica nas expressões do próprio autor) da sociedade brasileira. Darcy Ribeiro descreve a sociedade com um tom nacionalista, sonhador e incompatível com a nossa dura e complexa realidade. Darcy Ribeiro cometeu o pecado do reducionismo no trato da questão da miscigenação. Para ele o povo brasileiro se formou como em uma "feijoda" , ou seja, não se conservou a pureza das identidades raciais e culturais que formaram historicamente o nosso país e o nosso povo, esse último por sua vez seria o resultado de uma mistura de três povos: Europeu, Tupi Guarany e Africano. Por exemplo:a carne seca sozinha no prato de arroz é carne seca (o europeu por exemplo ), junta depois com pé de porco, feijão preto, calabresa, etc, e vira outra coisa diferente e autêntica, que é a nossa famosa, deliciosa e inigualável  feijoada. Ora, todos nós brasileiros independente da cultura e da cor da pele temos sim inserida em nossa alma e em nossa essência, oriunda desta mistura europeia, indígena e negra, esta miscigenação cultural e racial de forma positiva. Não somos um povo puro e sim mestiço, com uma raça indefinida, mas com uma cultura própria que é a brasileira, nenhuma novidade nisto. Apesar de sermos resultado de uma mistura de índios, negros e europeus, esse povo sou eu, você, ele, somos todos nós, o povo brasileiro. Somos esse povo lindo que antes era tido como ninguém, mas até os dias de hoje continua encantando o mundo com nosso jeito brasileiro de ser. Negar a cultura tipicamente brasileira , querendo atrela-la somente ao negro, somente ao índio, ou somente ao europeu, é negar a nós mesmos, o que somos e porque estamos aqui, somos um país de muitos rostos, muitas caras e varias identidades, mas que formam uma só cultura a cultura brasileira.Verdade seja dita: A repercurssão e notoriedade do trabalho de Darcy deu-se mais a sua figura pública em suas relações como político, do que propriamente como antropólogo."








Tribos indígenas da época do descobrimento do Brasil:


As informações mais precisas sobre os habitantes do Brasil na época da chegada do colonizador referem-se a grupos do litoral, de língua tupi - guarani, designados  genericamente como tupinambás em relatos dos séculos XVI e XVII. Na verdade, tratava-se de grupos distintos e muitas vezes rivais, mas com traços culturais básicos idênticos. Entre as principais tribos incluíam-se os caetés, guaianases, potiguaras, tamoios, timbiras, tupinambás e tupiniquins.


"Se o conhecimento do índio for realmente levado a sério pela ciência moderna e incorporado aos programas de pesquisa e desenvolvimento, os índios serão valorizados pelo que são: povos engenhosos, inteligentes e práticos, que sobreviveram com sucesso por milhares de anos na Amazônia. Essa posição cria uma ‘ponte ideológica’ entre culturas, que poderia permitir a participação dos povos indígenas, com o respeito e a estima que merecem, na construção de um Brasil moderno”.




Segundo a teoria mais aceita pelos estudiosos, os povos indígenas da América são procedentes de migrações de povos asiáticos, que alcançaram a América através do Alasca. De lá, eles provavelmente desceram ao longo do continente americano até atingir o extremo sul da América do Sul. Um desses povos diferenciou-se dos demais e desenvolveu uma língua proto-tupi, no sul da Amazônia, por volta do século V a.C. (provavelmente na região do atual estado brasileiro de Rondônia). De lá, ele se expandiu no início da era cristã pelo leste da América do Sul, dividindo-se em várias tribos falantes de línguas derivadas desse idioma proto-tupi e que constituiriam o tronco linguístico tupi: tupinambás, potiguares, tabajaras, temiminós, tupiniquins, caetés, carijós, guaranis, chiriguanos etc.




Os tupis começavam a desenvolver a agricultura, principalmente de mandioca, que era um dos alimentos básicos de sua dieta. A agricultura era praticada pelo sistema de queimada, que limpava e adubava com as cinzas o terreno para o plantio. A caça, a pesca e a coleta de frutas e raízes completavam sua dieta. Em suas migrações através da América do Sul, os tupis eram orientados por líderes religiosos, os karai, que lhes prometiam um paraíso ao final da jornada: a chamada "terra sem males" (em guarani: marae). No século V, um grupo de índios tupis da região da Bacia Platina começou a se diferenciar dos demais, vindo a constituir os chamados índios guaranis.



No século XV, guaranis que habitavam o leste do atual território paraguaio se deslocaram para o noroeste, atravessando a região do chaco e escravizando e se mesclando aos chanos, que eram uma população de língua pertencente ao grupo aruaque. Se fixaram, então, no sul do atual território boliviano, nos limites do Império Inca, com o qual passaram a ter constantes conflitos. Os incas passaram a chamar depreciativamente esse povo de chiriguano, porém eles preferiam se referir a si mesmos como guaranis avás.No século XVI, com a chegada dos colonizadores europeus, alguns povos tupis, como os temiminós, os tupiniquins e os tabajaras, se aliaram aos portugueses, enquanto outros, como os potiguares e os tamoios, se aliaram aos franceses. Os carijós e os guaranis se aliaram aos espanhóis.



Um importante fator que estimulou a escravização dos índios foi a falta de mulheres entre os europeus que chegavam à América. Com isto, o ataque a aldeias indígenas e o apresamento de índias tornou-se uma saída para a obtenção de mulheres. Os filhos dessas uniões, chamados de mamelucos, por sua vez, também tomavam parte nas expedições escravizadoras de índios em direção ao interior do continente, as chamadas "entradas e bandeiras". Os índios tupis reagiram contra essa política de escravização ou fugindo para o interior do continente ou atacando as povoações portuguesas no Brasil. Uma importante rebelião tupi contra os portugueses foi a Confederação dos Tamoios, que reuniu os tupinambás desde Cabo Frio, no atual estado brasileiro do Rio de Janeiro, até Bertioga, no atual estado brasileiro de São Paulo, de 1554 a 1567. Os tamoios (termo que vem do tupi tamuya, "velho", significando que a revolta era incentivada pelos anciões das tribos) eram liderados por Cunhambebe e, posteriormente, por Aimberê. 



COM RELAÇÃO A POPULAÇÃO NEGRA DOS ESCRAVOS AFRICANOS:




Os escravos capturados na África eram provenientes de várias situações:

1)- Poderiam ser prisioneiros de guerra (É deste grupo que vinham os melhores escravos, pois em alguns casos eram negociados os melhores elementos de uma tribo, incluindo os chefes, lideranças, e seus mais notáveis guerreiros).
 

2)- Punição para indivíduos condenados por roubo, assassinato, feitiçaria ou adultério.

3)- Indivíduos penhorados como garantia de pagamento de dívidas.

4)- Raptos em pequenas vilas ou tribos.


5)- Troca de um membro da própria comunidade afro, por alimentos.


A maior parte dos escravos vindos da África Centro-Ocidental era fornecida por chefes políticos ou mercadores. Os portugueses trocavam algum produto pelos negros capturados .A proveniência dos escravos percorria toda a costa oeste da África, passando por Cabo Verde, Congo, Quíloa e Zimbábue. Dividiam-se em três grupos: sudaneses, guinenos-sudaneses muçulmanos e bantus. Cada um desses grupos representava determinada região do continente e tinha um destino característico no desenrolar do comércio.Os sudaneses dividiam-se em três subgrupos: iorubas, gegês e fanti-ashantis. Esse grupo tinha origem do que hoje é representado pela Nigéria, Daomei e Costa do Ouro e seu destino geralmente era a Bahia. Já os bantus, grupo mais numeroso, dividiam-se em dois subgrupos: angola-congoleses e moçambiques. A origem desse grupo estava ligada ao que hoje representa Angola, Zaire e Moçambique (correspondestes ao centro-sul do continente africano) e tinha como destino Maranhão, Pará, Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro e São Paulo. Os guineanos-sudaneses muçulmanos dividiam-se em quatro subgrupos: fula, mandinga, haussas e tapas. Esse grupo tinha a mesma origem e destino dos sudaneses, a diferença estava no fato de serem convertidos ao islamismo.



Desde os primeiros registros de compras de escravos feitos em terras brasileiras até a extinção do tráfico negreiro, em 1850, calcula-se que tenham entrado no Brasil algo em torno de quatro milhões de escravos africanos. Mas como o comércio no Atlântico não se restringia somente ao Brasil, a estimativa é que o comércio de escravos por essa via tenha movimentado cerca de 11,5 milhões de indivíduos vendidos como mercadorias.




“O papel político desta oposição de raças, ainda pouco avaliado é, no entanto considerável. Afora o que se percebe da luta surda e revolta latente das raças oprimidas, e que os depoimentos contemporâneos, apesar de muito reticentes no assunto, não podiam esconder...” (PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. S. Paulo: Brasiliense, 2000. p. 376)




Este artigo tem por escopo fundar crítica ao conceito de identidade coletiva brasileira de Darcy Ribeiro, considerando-o numa perspectiva romantizada e fazendo sua análise frente às contradições sociais e econômicas, com conseqüente alijamento das etnias indígenas e africanas do direito à cidadania.


O conceito de identidade coletiva de Darcy Ribeiro, calcado no que ele considera que será resultado da construção de uma matriz étnica brasileira aglutinadora e inclusiva dos elementos portugueses, africanos e indígenas, é algo utópico por omitir que a sociedade brasileira carrega em seu bojo várias contradições sociais e econômicas aprofundadas no decorrer de vários séculos de exploração. Ao se usar a expressão uniformidade racial, o autor incorre simultaneamente em dois equívocos: usar o termo raça significa conceber a existência de várias raças humanas – o que já estava descartado no período em que a obra foi concluída. Ao falar em uniformidade racial, desconsidera que o continente africano já abrigava na época do colonialismo diversas etnias.



Desconsiderar essa premissa significa tropeçar em uma questão onde se impõe (pelo dever da análise crítica e imparcial que cabe ao autor) acuidade, afinal esta visão romantizada pode interessar a alguns, mas não àqueles que não desfrutam das mesmas benesses concedidas no decorrer da história.




Defendeu Ribeiro (2000, p.132 e 133) e nisto concordamos, que: “uma etnia nova, operativa, consciente de si, orgulhosa de seu próprio ser, se dará quando milhões de pessoas passarem a se ver não como oriundas dos índios de uma certa tribo, nem africanos tribais, e muito menos portugueses, e a se sentirem soltas e desafiadas a construir-se, a partir das rejeições que sofriam, com nova identidade étnico-nacional, a de brasileiros”.



Mas cabe lembrar que tal afirmação apesar de ser realista, é utópica e também reducionista, carecendo o tema de uma análise mais aprofundada e perpassando pela questão estrutural escravista, que se inseria num contexto mercantilista onde as mais diversas etnias indígenas e africanas representavam não somente mão-de-obra escrava como também mercadoria (capital), resultando do modo de produção escravista um caráter primário nas relações sociais que prosseguiu e até mesmo se aprofundou em certos aspectos com o fim da utilização deste modo de produção no país.



Embora tenha representado um grande salto analítico qualitativo em relação à obra de Gilberto Freyre, divulgador da célebre frase: “a branca é para casar, a mulata é para f..., e a preta é para trabalhar” (1977, p. 10). Darcy Ribeiro também desliza, consciente ou inconscientemente, na antiga retórica simplista do português propenso à contatos inter-raciais, quando o contexto vivido era a escassez de mulheres brancas e não o mero ímpeto sexual que levou à nossa atual miscigenação.



Em vários pontos de sua obra, Ribeiro se utiliza de expressões e palavras que não garantem uma análise imparcial, como ao afirmar que nas etnias afros “a uniformidade racial não corresponde a uma unidade linguístico-cultural”, ou ao dizer que “os negros foram compelidos a incorporar-se passivamente” (2000, p. 114 e 115) e que “o negro se apegava nas crenças religiosas e nas práticas mágicas no esforço ingente por consolar-se ao seu destino” (2000, p. 117), para arrematar que a herança africana é “parca” (Ibidem).




Em linhas gerais, Darcy Ribeiro trata as etnias com um carinho paternal, fazendo entretanto um reforço negativo ao utilizar as palavras e expressões que mencionamos. Ao desestimar a importância da resistência dos negros, sua contribuição cultural e até mesmo fazer uso de termos depreciativos (ainda que inconscientemente) deixa implícito alguns conceitos os quais deveria-se evitar, afinal não há como deixar de considerar a relevância dos movimentos negros, desde os primeiros focos de resistência ao escravismo (os quilombos), a Revolta dos Malês (1835), e demais sublevações contra a opressão imposta pelos dominantes no decorrer de séculos de exploração, lembrando ainda que de civilizações africanas, (ao contrário do que se dizem por ai em alguns livros de historietas), vieram sim negros de QI elevado, que conheciam a matemática, por exemplo, e muito melhores do que alguns portugueses que por aqui desembarcaram.




Não pretendo me deter no que alguns denominam “economicismo” de Ciro Flamarion Cardoso e Fernando Novais, entre outros autores que se embasaram nas obras de Caio Prado Jr.; contudo não há como deixar de abranger a leitura feita do período por estes autores, em especial de Caio Prado Jr. – e suas contribuições para a análise pelo viés econômico e estrutural.




Devemos levar em conta, por exemplo, que a exploração dos escravos conduziu a uma luta de classes que retardou o avanço para uma forma mais produtiva do trabalho, além de comprometer as próprias relações sociais pelo retrocesso a um modo de produção exógeno ao sistema mercantilista da época, que inclusive não permitia o desenvolvimento de um mercado consumidor local em contradição com o exterior – onde existia trabalho assalariado e mercado em expansão. Sem falarmos em outros problemas como dependência do abastecimento pelo tráfico e o início da nossa dependência em relação às flutuações do mercado internacional que perdura até hoje, entre outras mazelas.




Darcy Ribeiro deveria ter considerado estas contradições que se iniciaram neste período e se estenderam e aprofundaram nos dias atuais antes de romantizar uma identidade meramente nacional como solução para tudo, que não se sustenta após uma análise mais acurada.



Isto posto, fica compreendida com maior abrangência uma realidade muito mais complexa na qual se inseriram os africanos, realidade esta, cujas contradições permanecem mesmo findado o modo de produção escravista, deixando uma herança maléfica até os presentes dias. Infelizmente historiadores, sociólogos e antropólogos brasileiros levaram muito tempo para perceber a complexidade da identidade cultural brasileira, talvez porque se orientassem demais apenas por uma cultura.



Ainda assim podemos afirmar que houve uma evolução desde o positivismo elitista de Oliveira Vianna (que afirmava a superioridade caucasiana e propunha o branqueamento pela imigração de europeus), passando pelo idealismo de Sergio Buarque de Holanda (com sua tese do brasileiro “cordial”), que já considerava questões estruturais na análise da sociedade, mas de certa forma valorizava o respeito cego às “hierarquias”. 




Pela produção historiográfica dos anos 70, que pouco alterou o modelo de análise (talvez isto se justifique pela ditadura militar no país e pela divisão do mundo em dois blocos); continuando atualmente por uma abordagem que se considera mais atual e complexa por levar em conta não somente a visão econômica, analisando as contradições sociais dentro de um contexto articulado com outras variáveis como o contexto, a cultural,etc.É justamente dentro deste contexto de análise mais abrangente que se viabilizará uma reflexão mais flexível e acertada da identidade brasileira (em contínua transformação), calcada em uma visão multicultural e democrática à sociedade como um todo.




REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:



1. CARDOSO, Ciro Flamarion. Agricultura, Servidão e Capitalismo. Rio de Janeiro: Vozes, 1979.

2. FREYRE. Gilberto. Casa Grande & Senzala. São Paulo: J. Olimpio, 1977

3. HOLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1987.

4. HOLANDA, Sérgio Buarque. Visão do Paraíso: Motivos Edênicos no Descobrimento e Colonização do Brasil. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1997.

5. IGLÉSIAS, F. Historiadores do Brasil: capítulos de historiografia brasileira. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000.

6. LEVI-STRAUSS, Claude. Tristes Trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.


7. BANDEIRA, Luiz Alberto M. O Feudo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.


8. NOVAIS, Fernando. Portugal e o Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial (1777-1808). São Paulo: Hucitec, 1979.


9. PITA, Sebastião da Rocha. História da América portuguesa. São Paulo: Edusp, 1976.


10. PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. S. Paulo: Brasiliense, 2000.


11. RIBEIRO, Darcy. Povo Brasileiro. São Paulo: Schwarcz, 1995.

12. SCHWARTZ, Stuart B. Segredos Internos – Engenhos e Escravos na Sociedade Colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.


13. VIANNA, Oliveira. Evolução do povo brasileiro. São Paulo: Companhia Ed. Nacional,1938.


14. WERNECK SODRÉ, Nelson. Panorama do Segundo Império. Rio de Janeiro: Graphia, 1998.





15.LARAIA, Roque de Barros. Tupi: índios do Brasil atual. São Paulo, FFLCH/USP, coleção antropologia, 1986.



16.MELIÁ, Bartolomé, VINICIUS DE ALMEIDA, Marcos Saul, MURARO, Vlamir Francisco. O Guarani: uma bibliografia etnológica. Santa Maria, FUNDAMES/Pró Memória, 1987.


17.METRAUX, Alfred. A religião dos tupinambás - e suas relações com a das demais tribos tupi-guaranis. São Paulo, CENAC/EDUSP, 1979.
 
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