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Quer queiramos ou não, é o Capitalismo ORDOLIBERALISTA que sustenta e sustentará o mundo econômico

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 10 de abril de 2016 | 11:32



Para entender um sistema se faz necessário conhecer os outros, portanto vamos às diferenças:



1)- SocialismoÉ um sistema sociopolítico caracterizado pela apropriação dos meios de produção pela coletividade. Abolida a propriedade privada destes meios, todos se tornariam dos trabalhadores, tomando parte na produção, e as desigualdades sociais (excetuando os poderosos dirigentes), teoricamente tenderiam a ser drasticamente reduzidas, uma vez que a produção poderia ser equitativamente distribuída.  Como já foi dito, o socialismo vem do conceito cristão de viver em Comunidade, mas suas falhas são gravíssimas; vou tentar apontar as mais evidentes (Todas só lendo Marx, Engels e seus demais teóricos): 






1º: a ideia do socialismo é ter uma sociedade 100%igualitária, mas que segundo Marx o líder seria um filósofo/sociólogo. Peraí, se é pra ser 100% igual não dá pra ter 1 que é mais poderoso que todos, né? Isso já contradiz a ideia dele. (Vide Cuba: ate a comida é distribuida e racionada em "porçoes" pra todos, menos para Fidel e uns poucos aliados que tem tudo sobrando).




2º: Para não termos um "líder" manipulador, as decisões devem ser tomadas pela população em conjunto (Comunas),como um conselho de cidadãos. As cidades teriam que ter uma população máxima de 50 pessoas, sendo como aqueles pequenos vilarejos que você vê nos filmes em que os habitantes se reúnem e tal, como as bruxas de Salém por exemplo, em que toda população cabe no tribunal da cidadezinha. Isso atualmente com o aumento populacional é inviável.


3º: A falta de liberdade de expressão e da livre concorrência são outros dois  grandes empecilhos para este tipo de Sociedade, pois no socialismo não há a livre concorrência, e nem a questão da "oferta e da  procura". Um exemplo disso é Cuba: o país é pobre, não há dinheiro, porque o comércio é fraco, e as pessoas não podem reclamar, pois são presas, ou vão parar nos PAREDONS de fuzilamentos. Isso acontece porque ao contrario do sistema capitalista, onde você pode lançar mão de novas tecnologias, combinações, promoções, liberdade de expressão política e religiosa,  e tudo que sua criatividade mandar para desenvolver seu potencial, e é incentivado para isto. No socialismo é tudo padronizado; o consumo é controlado não pela oferta e procura, mas pelo estado e seus poderosos dirigentes, que decidem o que é melhor para o povo, que é considerado burro e ingênuo em suas escolhas.




4º: existem muitos outros "pequenos erros" não previstos na época em a teoria em foi elaborada, mas pra finalizar: por mais que seja lindo e Utópico que seja você imaginar seu país sem analfabetismo, sem crianças mendigando nas ruas e nem gente passando fome e podendo usar a livre expressão,sua liberdade,e seu potencial criativo, situação que na prática tem mostrado que só os Países altamente Capitalistas conseguiram ainda que não plenamente, tais como:Canadá, E.U.A,Itália Alemanha,Áustria,França ,Holanda,Bélgica Noruega ,Finlândia ,Suécia ,Dinamarca e Reino Unido.


Não dá para não pensar nos motivos que levaram muitos Russos a fugir da antiga Uniao Sovietica, bem como Alemães da extinta Alemanha Oriental e que também leva hoje Cubanos a fugir em tábuas para os  E.U.A: A esperança de uma vida melhor e mais liberdade, coisa que não encontram nestes países ditos Comunistas. Marx foi apenas prático, e se esqueceu que o ser humano tem sonhos, desejos e aspirações imanentes e transcendentes, e o estado não pode controlar algo que é inato ao ser humano.



“O comunismo não foi uma boa idéia que deu errado; foi uma má idéia.” (Richard Pipes)



Nenhuma ideologia trouxe tanta desgraça ao mundo como o comunismo, influenciado pelas teorias marxistas. Não obstante este fato, muitos ainda defendem, em diferentes graus, idéias que remetem ao comunismo. Alegam que o comunismo “verdadeiro” jamais existiu, e que houve “apenas” um problema de implantação do regime. Os homens falharam, em suma, e não a própria ideologia. O historiador especialista em Rússia, Richard Pipes, demonstra o contrário em seu livro O Comunismo, onde discorre de forma simplificada pela trajetória comunista no século XX.



O cerne da teoria comunista, conforme resumida por Marx e Engels no Manifesto Comunista, é a abolição da propriedade privada. A tentativa de adotar esta idéia leva, inexoravelmente, ao terror, miséria e escravidão. O ideal de uma Idade de Ouro sem propriedades não é uma Utopia, mas um mito. Como explica Pipes:


“todas as criaturas vivas, das mais primitivas às mais avançadas, para sobreviver, devem ter o acesso ao alimento garantido e, para assegurar esse acesso, reivindicam a posse do território”.


Mao escreveu:


“Em uma folha de papel em branco, sem nenhuma marca, as letras mais frescas e belas podem ser escritas, os quadros mais belos e frescos podem ser pintados...” Ao tratar o homem como uma “tabula rasa” e tentar criar um “novo homem”, os comunistas conseguem apenas tingir essa folha de vermelho, do sangue que escorre das suas vítimas.


Os herdeiros do comunismo ignoram toda a experiência comunista, afirmando que os fins utópicos ainda são válidos e ignorando que os meios para tanto não podem levar a outro lugar que não aquele experimentado pelos soviéticos, chineses, norte-coreanos, cubanos etc.




O principal caso apresentado por Pipes é, naturalmente, o Soviético:




Ele afirma que o “totalitarismo soviético desenvolveu-se a partir das sementes marxistas plantadas no solo do patrimonialismo czarista”. Lênin teve um papel fundamental na revolução que instalou a ditadura comunista. Filho de um alto funcionário na hierarquia russa, Lênin devia nutrir um sentimento de culpa em relação aos privilégios que gozava, algo comum na época. Seu irmão, um radical acusado de estar envolvido num atentado contra o czar, foi assassinado pelo regime czarista. Lênin pagou um alto preço por isso, sendo punido com a expulsão da universidade por uma infração insignificante, por ser identificado como o irmão de um terrorista. Foi forçado à inatividade por três anos, e desenvolveu forte ressentimento em relação tanto ao czarismo como à burguesia. Tornou-se um revolucionário fanático disposto a destruir a ordem social vigente. Foi motivado por um anseio de vingança, e Struve, um antigo colaborador seu, escreveu anos depois que a principal característica da personalidade de Lênin era o ódio.




Muitos são os que condenam a crueldade de Stalin, mas esquecem de Lênin, considerado por Molotov, funcionário de confiança que serviu a ambos, o mais severo dos dois.


Lênin demonstrou uma frieza monstruosa quando se opôs à ajuda humanitária aos camponeses famintos em 1891 no Volga, argumentando que a fome servia para a causa comunista.




Quando tomou o poder, fez de tudo para transformar a guerra em guerra civil, útil para seus planos revolucionários. Pipes reconhece que os “bolcheviques tomaram o poder na Rússia para fazerem a guerra civil”.


Lênin defendeu a morte de todos os “especuladores” e ordenou o enforcamento de centenas de kulaks, pequenos proprietários de terra, de forma que todos pudessem ver. O comunismo sob o comando de Lênin conseguiu em poucos meses matar mais gente do que o regime czarista em décadas!



Com a morte de Lênin, Stalin assumiu o poder, instalando em seguida o Grande Terror, que chegou a executar cerca de mil pessoas por dia, mandando outros milhões para os campos de concentração, já introduzidos por Lênin.


O slogan da luta de classes foi abandonado por Stalin, que lançou a Rússia em um nacionalismo semelhante ao de Hitler:



Stalin considerava que conflitos e guerras eram os maiores aliados do comunismo soviético e, seguindo este raciocínio, de 1920 a 1933 a União Soviética envolveu-se em colaboração secreta com os militares alemães para que pudessem evitar as provisões do Tratado de Versalhes.



Em 1932, Stalin ajudou Hitler a chegar ao poder, proibindo comunistas alemães de se aliarem aos social-democratas contra os nazistas nas eleições parlamentares. Assinou ainda um tratado de não-agressão com Berlim em 1939, que incluía um protocolo secreto dividindo a Polônia entre a Rússia e a Alemanha. Molotov, o confidente mais próximo de Stalin, chegou a declarar que aceitar ou rejeitar o hitlerismo é uma “questão de opinião política”. Em 1940, quando Hitler esmagou os exércitos aliados na França, Stalin fez aliança com a Alemanha nazista, fornecendo alimentos, metais e outros materiais escassos.




Tanto o nazismo como o comunismo tinham um inimigo comum:a democracia liberal com seus direitos civis e propriedade privada de fato. Além disso, ambos consideravam os seres humanos meios descartáveis para a construção de uma nova ordem e um “novo homem”. Curiosamente, muitos ainda acreditam que Stalin e Hitler, ou o comunismo e o nazismo, eram diametralmente opostos desde sempre.




Os soviéticos defendiam a “globalização”, mas não a democrática de livre mercado como conhecemos hoje, e sim a exportação do regime revolucionário comunista. Em 1919 fundaram a Terceira Internacional, ou Comintern, com a missão de infiltrar-se e assumir o controle de todas as organizações de massa nos diferentes países. Lênin deixara claro que, em caso de necessidade, era para “recorrer a todo tipo de ardil, astúcia, expediente ilegal, dissimulação, supressão da verdade”.(Os esquerdistas brasileiros aprenderam direitinho esta aula da cartilha Comunista – E ainda me perguntam por que abandonei esta Ideologia...ora tenha paciência).




Os comunistas de Moscou, de fato, exportaram o regime para inúmeros países em vários continentes. A Guerra Fria foi fruto dessa estratégia comunista.


Em todos os casos onde os americanos não interromperam a escalada comunista, sem uma única exceção, o resultado foi a miséria, a escravidão e muitas mortes desnecessárias. Um dos casos de maior atrocidade foi o de Camboja, onde os líderes do Khmer Vermelho, que aprenderam sobre o marxismo em Paris, instalaram um regime que trucidou sem piedade quase um terço da população, tudo em busca da igualdade marxista. 



Apesar da propaganda comunista, que chamava de “fascista” tudo que não era comunista, inclusive os social-democratas europeus, o próprio fascismo teve influência comunista.


Benito Mussolini, o ditador italiano, bebeu da fonte leninista, e em um discurso de 1921, afirmou que existia uma afinidade intelectual entre fascistas e comunistas. A grande diferença estaria no fato de os comunistas pregarem o Estado centralizado por meio do conceito de classe, enquanto os fascistas o faziam pelo conceito de nação. O próprio Hitler declarou ter tido forte influência de Marx. 




O filósofo Nietzsche descreveu bem o socialismo em vista de seus meios (Imaginem o mundo dominado por filósofos como este como quer a ideologia Comunista):


“O socialismo é o visionário irmão mais novo do quase extinto despotismo, do qual quer ser herdeiro; seus esforços, portanto, são reacionários no sentido mais profundo. Pois ele deseja uma plenitude de poder estatal como até hoje somente o despotismo teve, e até mesmo supera o que houve no passado, por aspirar ao aniquilamento formal do indivíduo: o qual ele vê como um luxo injustificado da natureza, que deve aprimorar e transformar num pertinente órgão da comunidade”. E continua: “Por isso ele se prepara secretamente para governos de terror, e empurra a palavra ‘justiça’ como um prego na cabeça das massas semicultas, para despojá-las totalmente de sua compreensão”.




Para Richard Pipes, a idéia básica do marxismo, de que a propriedade privada é um fenômeno histórico transitório, é completamente falsa:



A propriedade privada, na verdade, é “uma característica permanente da vida social e, como tal, indestrutível”. A noção marxista de que a natureza humana é infinitamente maleável é igualmente falha. Essa realidade faz com que o regime comunista tenha sempre que apelar para a violência como meio rotineiro de governar. Os comunistas esquecem que a abstração chamada “Estado” é composta por indivíduos que também seguem seus interesses particulares. O comunismo sempre evolui, portanto, para a criação de uma nomenclatura poderosa, uma casta privilegiada que coloca fim ao ideal de igualdade presente no comunismo. Como Pipes explica, “a contradição entre fins e meios está inserida no comunismo e em todo país em que o Estado é o dono dos bens de produção”.




Logo, tanto a liberdade como a igualdade, fins presentes na ideologia comunista, são totalmente inatingíveis através dos meios adotados pelo regime. O comunismo não passa de uma pseudo-religião, dogmático e rígido, e sua meta – a abolição da propriedade privada – leva inevitavelmente à abolição da liberdade. Tal utopia já sacrificou algo como cem milhões de vidas inocentes. Seria loucura adotar os mesmos meios e esperar um fim diferente.


O defeito do comunismo não se encontra apenas nos comunistas revolucionários, mas nas próprias premissas do comunismo. São essas que devem ser veementemente abandonadas, tal como foram no caso do nazismo. 



2)- Capitalismo:  é um sistema sócio-econômico, político e social adotado por vários países, onde possuem propriedades privadas dos meios de produção, no qual os agentes econômicos (empresários), proprietários dos meios de produção permitem que esta produção seja comercializada num mercado, onde as transações são de natureza monetária, ou seja: visando o lucro e o desenvolvimento pessoal e Comunitário ao seu redor.


Muito se fala em capitalismo. Mas, afinal de contas, o que vem a ser esse sistema que altera a geografia econômica de diferentes países? Os especialistas explicam que o capitalismo é um sistema encravado no viés socioeconômico. Nele, o meio de produção e a mercadoria serão dominados pelo setor privado e não pelo estador controlador e mal administrador.Os objetivos do capitalismo estão sempre centrados no máximo lucro, seguido dos acúmulos e posterior distribuição de riquezas e melhorias sociais pelo mérito.



O mundo capitalista passa por muitas transformações, e principalmente no seu modo operacional. No princípio, tínhamos um sistema que pouco se importava com os danos causados nas relações sociais e ambientais. Esse modelo se arrastou por muitos anos, com pensamento predominante de obter o lucro acima de tudo, e a exploração extrema da natureza, devido ao fato de acreditarem na capacidade infinita da natureza em prover insumos para sua produção. Contudo, verificou-se que esse modelo era insustentável, tanto para as relações sociais quanto ambientais, e a força da destruição causada por anos de descaso a natureza se voltou contra o modelo. Ainda, concernente ao pensamento do capitalismo clássico, temos o crescimento da violência e criminalidade como conseqüência da falta de comprometimento do modelo com o ser humano. As relações sociais trabalhista eram a mais degradante possível, não concebendo dignidade ao trabalhador nem respeito pela sua condição humana, porém isto está mudando e precisa sim melhorar mais.



Capitalismo sustentável:


Assim foi tratado o tema da Sustentabilidade durante a 101ª Convenção Anual da NRF - National Retail Federation. No berço do capitalismo mundial, em Nova Iorque, o ex-presidente Bill Clinton, um dos convidados do evento, encantou a todos com sua palestra sobre a transformação que as empresas estão passando para se adequar às exigências do planeta e, consequentemente, de seus consumidores.



Parece que a questão da sustentabilidade, no passado debatida de forma polarizada, está deixando espaço para atuações mais integradas. O que pudemos perceber nesse evento de líderes do varejo mundial é que, ao menos no discurso, as dimensões das áreas econômica, social e ambiental estão sendo tratadas de forma equilibrada nos modelos de negócios.


As empresas já perceberam que ao buscarem alternativas sustentáveis para a gestão de suas operações, o lucro aumenta, seja pela redução dos custos ou pela adesão dos consumidores que são o motor do Capitalismo.


A rede Whole Foods é um ótimo exemplo. A cadeia americana só comercializa produtos orgânicos e trata todo seu processo de forma a reduzir - e compensar - ao máximo seu impacto na sociedade e no meio ambiente. O Green Depot, um comércio de produtos para construção e reformas, optou por oferecer somente produtos sustentáveis. Outro exemplo é a Sweetriot. A loja entrega mais do que chocolate aos seus consumidores, vendendo um propósito maior do que simplesmente um produto ou uma marca, totalmente em linha com a busca pela sustentabilidade. Fica então cada vez mais claro que as empresas que buscam agregar valor à sociedade encontram no campo da sustentabilidade espaços para a inovação e diferenciação em um mercado cada vez mais interessado no tema.



As empresas de varejo nos Estados Unidos são muito atuantes em relação à comunidade onde estão inseridas. O espírito de pertencimento é forte na cultura americana e adotar uma causa no entorno de cada loja é quase um padrão. A busca pela diminuição dos gases de efeito estufa também começa a ganhar espaço nas estratégias. Mas o que ficou mais evidente foi a preocupação com as pessoas, desde o desenvolvimento de fornecedores e colaboradores até a relação com o consumidor final.Em todo o mundo, são vários os exemplos bem-sucedidos que unem a natureza do capitalismo ao respeito ao ser humano e ao meio ambiente.


Quando se analisam as características centrais do capitalismo, duas delas estão em evidência: a livre concorrência e a lei da oferta e da procura:


São elas que permitem que o mercado regule e gerencie os rumos da economia de um determinado país que adota o capitalismo como modelo. No caso da oferta/procura, quando um produto tem ampla disponibilidade, o preço dele tende a cair. Por outro lado, se há falta, o preço tende a subir rapidamente.



Em relação à livre concorrência, as ideias de algumas empresas fazem com que concorrentes do mesmo setor reduzam os preços para ampliar as vendas. O consumidor sempre quer um produto de qualidade, com preço mais acessível. Essas empresas juntas formam o chamado cartel, que inclusive pode ser considerado como um crime. Para disfarçar, há grupos de empresários que fazem fusões entre diferentes marcas. Nos últimos tempos, essa prática inclusive tem sido mais comum, dadas as inconstâncias na economia mundial.


O capitalismo do século XIX era realmente uma coisa abominável, com um nível de exploração inaceitável. As pessoas com espírito de solidariedade e com sentimento de justiça se revoltaram contra aquilo. O Manifesto Comunista, de Marx, em 1848, e o movimento que se seguiu tiveram um papel importante para mudar a sociedade.A luta dos trabalhadores, o movimento sindical, a tomada de consciência dos direitos, tudo isso fez melhorar a relação capital-trabalho.





O que está errado é achar, como Marx diz, que quem produza riqueza é o trabalhador e o capitalista só o explora. É bobagem. Sem a empresa, não existe riqueza. Um depende do outro. O empresário é um intelectual que, em vez de escrever poesias, monta empresas. É um criador, um indivíduo que faz coisas novas.A visão de que só um lado produz riqueza e o outro só explora é radical, sectária, primária. A partir dessa miopia, tudo o mais deu errado para o campo socialista.



Mas é um equívoco concluir que a derrocada do socialismo seja a prova de que o capitalismo é inteiramente bom. O capitalismo é a expressão do egoísmo, da voracidade humana, da ganância. O ser humano é infelizmente isso, com raras exceções.




O capitalismo é forte porque é instintivo. O socialismo foi um sonho maravilhoso, uma realidade inventada que tinha como objetivo criar uma sociedade melhor. O capitalismo não é uma teoria. Ele nasceu da necessidade real da sociedade e dos instintos do ser humano. Por isso ele é invencível. A força que torna o capitalismo invencível vem dessa origem natural indiscutível. 



3)- Liberalismo
: É uma filosofia política que prima pela autonomia moral e econômica da sociedade civil de forma ampla e irrestrita, em oposição à concentração do poder político. Apesar de diversas culturas e épocas apresentarem indícios das idéias liberais, o liberalismo definitivamente ganhou expressão moderna com os escritos de John Locke (1632-1704) e Adam Smith (1723-1790). Seus principais conceitos incluem individualismo metodológico e jurídico, propriedade privada, governo limitado, ordem espontânea, estado de direito, e livre mercado. 




4)- Neoliberalismo:
Neoliberalismo é um termo que foi usado em duas épocas diferentes com dois significados semelhantes:



Na primeira metade do século XX, significou a doutrina proposta por economistas franceses, alemães e norte-americanos voltada para a adaptação dos princípios do liberalismo clássico às exigências de um Estado regulador e assistencialista.


A partir da década de 1970, passou a significar a doutrina econômica que defende a absoluta liberdade de mercado e uma restrição à intervenção estatal sobre a economia, só devendo esta ocorrer em setores imprescindíveis e ainda assim num grau mínimo (minarquia). É nesse segundo sentido que o termo é mais usado hoje em dia.




Os Neoliberais:

 

 

Os economistas que mais defendem a importância do capitalismo são chamados de neoliberais. O neoliberalismo é um grupo de ideias políticas e econômicas capitalistas, que defende que o estado não deve participar diretamente da economia do país. Dentro do neoliberalismo deve existir o livre mercado, garantindo o crescimento econômico e o desenvolvimento social.



Podemos dizer que o neoliberalismo é uma redefinição do liberalismo clássico, influenciado por teorias econômicas neoclássicas, sendo um produto do liberalismo econômico clássico.


Primeiros adeptos do neoliberalismo


Países como a Inglaterra, tiveram a primeira Ministra Margareth Tacher que adaptou o modelo no ano de 1970. Já os Estados Unidos adotou o neoliberalismo no ano de 1980, através do presidente norte-americano Ronald Reagan.


No Brasil os presidentes Fernando Collor de Melo, que governou no período de 1990 a 1992 e Fernando Henrique Cardoso, que governou no período de 1995 a 2003, seguiam as linhas e vertentes apenas semelhantes às políticas econômicas neoliberais.


Teóricos mais importantes do neoliberalismo:

 

 

·         Friedrich Hayek;
·         Leopold Von Wiese;
·         Ludwig Von Mises;
·         Milton Fridman.

 

 

Foco principal da ideologia neoliberalista:

 

 

O foco é permitir a livre circulação de capitais dentro da economia, sendo assim o papel do governo é cuidar de medidas de redução de serviços públicos, como as:

·         Privatizações de empresas estatais;
·         Controle de gastos públicos;
·  Menores investimentos em políticas assistencialistas, como por exemplo: A aposentadoria e o seguro desemprego (repassando-os à iniciativa Privada).




Dentro do neoliberalismo encontramos uma política econômica que corresponde às experiências de adaptação aos princípios do liberalismo econômico focado no capitalismo moderno.

 

 

A importância da estabilidade financeira dentro do neoliberalismo:

 

 

De acordo com a escola liberal clássica, o neoliberalismo acredita que a economia tem seu curso traçado de forma natural e livre, sendo o ponto determinante o seu preço.O neoliberalismo traça outro percurso diferenciado do liberalismo a partir do pensamento de que o mercado deve ser desenvolvido de forma espontânea, isto é, para o preço servir de mecanismo de regulação da economia é importante que haja condições favoráveis ao bom funcionamento do mercado, sendo importante a sua estabilidade financeira.O estado deve regular o mercado, em relação aos excessos na livre concorrência, no entanto um grupo de neoliberais possui a ideologia de que pequenas empresas também podem confrontar grandes monopólios.


Críticas positivas ao neoliberalismo:

 

 

Os defensores do neoliberalismo acreditam que este sistema proporciona o desenvolvimento econômico e social de um país.Defendem ainda que o neoliberalismo torna a economia mais competitiva, proporcionando maior desenvolvimento tecnológico, através da concorrência livre, fazendo tanto a inflação quanto os preços do mercado caírem (alimentando a concorrência na busca pelo menor preço).Eles acreditam que essas duas características básicas do sistema são muito importantes e acabam sendo marcos regulatórios da economia.


E você deve estar se perguntando: como o capitalismo enxerga o poder público?


Eles não veem necessidade de interferência do poder público nas suas próprias questões e até mesmo desejam menor controle da esfera pública na economia.



Diferentes dos economistas neoliberais, existem os economistas sociais-democratas e os keynesianistas que defendem maior interferência do poder público no setor econômico, especialmente por meio de reformas sociais, diversas outras ações públicas e que as empresas estatais inclusive dominem alguns setores.



Depois que a Guerra Fria foi finalizada houve um intenso processo de avanço do capitalismo em diferentes continentes:




Foi a chamada era da Globalização. Ela está bastante difundida em todo o mundo, especialmente com o desenvolvimento da tecnologia. Nos países desenvolvidos, tem uma lógica diferenciada. Já nos países em desenvolvimento, começa a ganhar cada vez mais força.






5)- A partir da década de 1950 o ORDOLIBERALISMO tornou-se a variante alemã do neoliberalismo:


A destruição da ordem liberal do século XIX, em conjunto com o abandono do padrão-ouro na Primeira Guerra Mundial, produziu um período de caos econômico, de desintegração social, de pobreza e radicalização política que, por sua vez, foi causal para a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial.  Na era pós-guerra, foi estabelecida uma nova ordem sob a liderança dos Estados Unidos ao lado do império Soviético.  


Com o colapso do império comunista e o declínio relativo dos Estados Unidos, põe-se à prova mais uma vez a ordem econômica e a boa governança.


Cada época precisa reformular a reposta para a questão: o que é necessário para se aproximar de uma boa sociedade?  


As mudanças tecnológicas mudam a economia e a sociedade, e cada era está se confrontando novamente com provocações específicas.Com a revolução industrial surgiu o problema das consequências negativas da divisão do trabalho.  A divisão do trabalho implica especialização crescente, aumentando fortemente a interdependência socioeconômica.  


Os ganhos de produtividade trazidos pela especialização permitem um nível de vida cada vez melhor.  Sem os ganhos de produtividade e, assim, sem um alto nível de especialização e uma rede extensa de divisão de trabalho (que por sua vez implica mercados, preços e moeda), a sociedade cai na pobreza.


Esse era o problema fundamental da época industrial e de todas as variações do socialismo — da social-democracia até o nacional-socialismo —, os quais representavam a resposta do século passado ao desafio de que, embora produza altos níveis de riqueza, a economia industrial deixa o indivíduo sempre em posição precária.O sistema que resultou desse processo cruel de seleção foi o estado intervencionista de bem-estar social.


Neste sentido, Francis Fukuyama elogiou o fim da história em 1992, refletindo as consequências da queda do muro de Berlim e o colapso da União Soviética.



Bancarrota do intervencionismo:



Fukuyama identificou a democracia liberal do Ocidente como a forma final do governo humano.  Porém, diferentemente da tese de Fukuyama, o que realmente se estabeleceu foi o "welfare-warfare-state" (estado assistencialista e belicista) nos Estados Unidos, o "social-liberalismo" na Europa, o populismo na América Latina e o "capitalismo de estado" na China, na Rússia e em várias outras partes do mundo.  Na realidade de hoje não há nem neoliberalismo nem um sistema capitalista laissez-faire.  O que se chama "democracia liberal" é o estado intervencionista de bem-estar social, caracterizado por uma imensa presença do estado na economia.



O capitalismo de hoje não é um capitalismo liberal; o que realmente existe é um capitalismo burocrático que está sob forte controle e regulamentação dos governos dos estados nacionais.  A característica fundamental deste sistema é um intervencionismo caótico e desordenado — com uma legitimidade precária baseada no sistema redistributivo do estado de bem-estar social e da democracia das massas.  O que existe é um sistema altamente precário, um sistema que está sempre em perigo de colapso.  Cada crise provoca mais intervenções, produz mais burocracia e mais regulação, mais gastos do setor público e uma carga tributária cada vez maior.



Intervencionismo e burocratização são formas de atuar em uma "organização".  A ideia de tratar a sociedade como organização tem sua origem no positivismo de Auguste Comte (1798-1857).  O grande dilema dos nossos dias é que a política atua como se a sociedade fosse uma organização e como se fosse possível "governá-la" por comando em um sistema hierárquico.



Enquanto o intervencionismo recebe aceitação popular, ele está confrontado com o problema de que a política econômica intervencionista pontual provoca confusão e bloqueio, o que resulta, finalmente, em uma carga excessiva de dívidas fiscais e, por fim, numa paralisia da atividade econômica e no declínio da produtividade.  

O intervencionismo moderno em sua atuação irritante e caótica destrói os fundamentos da produtividade e da coesão social.  A hiperatividade governamental nervosa produz uma economia que sofre de insuficiente formação de capital e move-se de uma crise à outra.  


O que Ludwig von Mises diagnosticou nos anos 20 do século passado é hoje uma realidade inquestionável: o sistema econômico de intervencionismo é insustentável porque inerentemente cada intervenção provoca uma nova intervenção, e assim vai produzindo cada vez mais desordem e calamidades fiscais.


Boa governança


Um programa de boa governança acentua a necessidade de colocar as atividades governamentais e especificamente a política econômica no contexto do sistema inteiro, e assim implica a necessidade de um modelo normativo.


O tema da "boa governança" e, mais geralmente, a pergunta sobre a "boa sociedade" e a "ordem econômico-social", a cada época se apresenta novamente.  Para se manter no tempo, cada sociedade precisa resolver o conflito entre as vontades e cobiças dos indivíduos e as vantagens de viver juntos. Trata-se de inventar e reinventar novamente o modus vivendi social.  


Desta forma, estabelece-se o problema essencial da ordem socioeconômica, e para a sua solução é necessário levar em consideração não somente a natureza espontânea que se manifesta na expressão da natureza crua do ser humano, mas também o ideal humano como uma meta essencial e como ponto de orientação.  


Ordem


Na tradição europeia desde os gregos antigos, significa a busca de uma ordem que seja adequada para o homem como animal político e, assim, para o ser humano como indivíduo que gosta e necessita da sociedade.


A ideia original da ordem, como já foi formulada na antiga filosofia, reside no fato de que, em relação ao mundo social, o espírito investigativo do homem não busca somente o conhecimento sobre a realidade, mas também sistemas ideais ou normativos.  Neste sentido, a busca está orientada para uma ordem conforme a natureza humana.


Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.) insistiu na diferença entre cosmos e taxis, onde "cosmos" representa a ordem natural ao passo que "taxis" representa o sistema produzido pela intervenção humana.  


Semelhantemente, Tomás de Aquino (1225-1274) separa a lei natural da lei positiva, e o economista francês François Quesnay (1694-1774), autor de "Tableaux economique", aplica a diferença entre a ordre positif e a ordre naturel em sua obra fundadora da fisiocracia.  


Adam Smith (1723-1790) usa quase a mesma dicotomia para identificar a ordem natural como a ordem comercial e a caracteriza como o resultado natural do laissez-faire sob a regência da mão invisível. 


Carl Menger (1840-1921), o fundador da escola austríaca, formulou a lei das instituições como resultado da ação humana sem plano e sem intenção, e Friedrich Hayek (1899-1992), da mesma escola, desenvolveu a teoria econômica constitucional, ao passo que Walter Eucken (1891-1950) elaborou a ordo-teoriaeconômica moderna como programa do ordo-liberalismo, o qual preparou a base teórica para estabelecer o sistema da "economia social de mercado" na Alemanha ocidental do pós-guerra.


A primeira grande revolução moderna: Separação entre Estado e Igreja (que trouxe ônus e bônus morais e econômicos para a humanidade) – A segunda grande revolução será: A Separação entre Estado e Economia:



No campo da política econômica, estamos hoje em um uma situação similar à política estatal de antes da introdução do estado de direito, o qual substituiu o sistema de privilégios particulares e a intervenção ad hoc dos princípios constitucionais.  Como a luta pelo constitucionalismo jurídico, a luta pelo constitucionalismo econômico de hoje está confrontada com fortes preconceitos e descrença.  O mesmo era o caso apenas alguns séculos atrás quando ainda parecia impossível existir a subordinação de poderes políticos na constituição ou haver uma separação entre estado e religião.  Não obstante, o que é aceito quase sem discussão no campo jurídico, falta ainda completamente na esfera econômica. Aqui ainda não existe a separação entre economia e estado.  Ao contrário, durante o século XX, o intervencionismo político na economia aumentou implacavelmente.


Para obter "boa governança" não é suficiente tornar o governo mais eficiente, transparente, participativo e livre de corrupção, como é o projeto dos grandes promotores deste conceito, como o Banco Mundial.  Para obter uma "ordem econômica" onde espontaneamente surja "boa governança", é necessário ter como pré-condição uma separação entre estado e economia.  Neste caminho, o primeiro passo estaria na desestatização do dinheiro, ou, mais precisamente, a sua desnacionalização.




A história já constatou que o estado intervencionista de bem-estar social é incapaz de produzir "boa governança":


Este sistema não pode ser qualificado como ordem.  O estado intervencionista do bem-estar social é inerentemente expansivo e, com o seu crescimento, produz cada vez mais desordem.  Para avançar no caminho de estabelecer um sistema de ordem, é necessário minimizar a esfera política.O implacável crescimento do estado é possível em decorrência do acesso dos governos ao crédito ilimitado, pois, no sistema vigente, é o próprio estado quem tem soberania sobre a moeda.  O projeto de minimização da atuação do governo não pode ser realizado enquanto os governos continuarem mantendo sua supremacia sobre a criação de moeda.



Nos Estados Unidos já existe o formidável movimento político para abolir o banco central americano, um movimento que, por sua vez, incentivou fortemente o interesse em teorias que tratam deste assunto, como é o caso da escola austríaca da economia.  Ao longo das últimas décadas, a discussão monetária se concentrou no tema de como salvaguardar a independência dos bancos centrais das intervenções políticas.  Entretanto, mais fundamental é o tema de como é possível livrar a moeda da supremacia do estado.


CONCLUSÃO:





Há realmente muito pouca gente interessada em demonstrar as vantagens e, principalmente, o lado moral e ético do capitalismo. Poucos se dão conta, por exemplo, de que, no livre mercado, os indivíduos só são recompensados quando satisfazem as demandas dos outros, ainda que isso seja feito exclusivamente visando aos próprios interesses.


Ao contrário de outros modelos, o capitalismo não pretende extinguir o egoísmo inerente à condição humana, porém nos obriga constantemente a pensar na satisfação do próximo, se quisermos prosperar. Além disso, para obter sucesso em grande escala, você tem de produzir algo que agrade e seja acessível a muitas pessoas, inclusive aos mais pobres, e não apenas aos mais abastados.


Sob todos os aspectos o capitalismo é bem melhor do que o socialismo. Deveríamos bater mais nessa tecla de que a superioridade moral também é espantosa, e que um abismo intransponível separa um modelo baseado em trocas voluntárias de outro voltado para a “igualdade” forçada, que leva ao caos e à degradação de valores básicos da civilização. Quando você abastece seu carro, ou quando o avião aterrisa, escutamos o piloto agradecendo pela escolha da companhia aérea. Não por acaso, quando um cliente entra numa loja, a primeira coisa que ouve do vendedor é: “Em que posso ajudá-lo?”. E a última coisa que ambos dizem, depois de uma compra, é um duplo “obrigado!”. Um sinal inequívoco de que aquela transação foi vantajosa para ambos”, pois nesta relação é satisfeito o princípio: de cada um conforme a sua capacidade, e para cada um conforme a sua necessidade”.


O capitalismo fortalece os laços de cooperação e cordialidade, enquanto o socialismo leva ao cinismo, à inveja e ao uso da força para se obter o que se demanda. É verdade que o capitalismo produz resultados materiais bem superiores, mas esse não é “apenas” seu grande mérito: ele é também um sistema bem melhor sob o ponto de vista moral.

No capitalismo quem chega ao topo elas estão mais ligadas ao mérito individual, enquanto na burocracia socialista elas dependem de favores e coação.No socialismo, os que chegam ao topo são os piores, os mais cínicos e mentirosos, os populistas, os bandidos, os exploradores, os inescrupulosos.Vide no Brasil petista, ou na Venezuela de Chávez e Maduro, ou em Cuba.E é isso que os liberais precisam destacar com mais frequência.


O empreendedorismo que é incentivado  em qualquer pais capitalista, no Brasil é uma prática quase proibitiva, pois abrir uma empresa no Brasil é algo extremamente difícil, com uma burocracia e carga tributária pesadíssima, fechar esta mesma empresa então, é quase impossível.

Não é necessário essa dicotomia no capitalismo como existe no socialismo de mercado-solidariedade, muito pelo contrário, ou seja, não é da benevolência, ou solidariedade do açougueiro que a comida chega a minha mesa, mas da busca recíproca de satisfações minha e dele, ou seja não precisamos da benevolência, ou solidariedade de governos, ou empresários para ter minhas demandas atendidas, mas do mercado competitivo, é assim que devem ser satisfeitas as nossas necessidades e preferências numa economia livre.


Como fica o advento das redes sociais, nesse contexto?



Essa é uma das poucas coisas a respeito das quais sou muito otimista: o relativo e progressivo enfraquecimento do controle total dos meios de comunicação de cinco ou seis conglomerados midiáticos (Globo, SBT, Bandeirantes; Rede TV e Gazeta).Esse enfraquecimento está muito vinculado à proliferação das redes sociais, que são grande novidade na sociedade brasileira e mundial e que estão contribuindo para que circule um tipo de informação que não tinha lugar na imprensa oficial.




E estão habilitando formas, antes impossíveis, de mobilização. Há movimentos inteiramente produzidos pelas redes sociais, como a marcha contra a homofobia, o churrasco da “gente diferenciada”, os diversos movimentos contra Belo Monte, a mobilização pelas florestas,Contra a Corrupção, pró e contra Impechment).



As redes sociais são nossa saída de emergência frente à aliança mortal entre o governo e os meios de comunicação. São um fator de desestabilização – no melhor sentido da palavra – do poder dominante. Se puder ocorrer alguma mudança importante na cena política, acredito que será através da mobilização pelas redes sociais.


E por isso se intensificam as tentativas de controlar estas redes, em todo o mundo, por parte do poder constituído:


Contudo, controlar o acesso é um instrumento vergonhoso, como o caso do “projeto” da banda larga brasileira, que parte do reconhecimento de que o serviço será de baixa qualidade. Uma decisão tecnológica e política antidemocrática e antipopular, equivalente ao que se faz com a educação: impedir que a população tenha acesso pleno à circulação das produções culturais, seja de direita, ou esquerda.



Parece, às vezes, que haveria uma conspiração para evitar que as pessoas acesso a informação, bem como uma boa educação e um acesso à Internet de qualidade.


Essas duas coisas andam de mãos dadas e têm o mesmo efeito, que é o aumento da inteligência social.





“A economia Capitalista não é ideologia, é ciência prática e Cartesiana. Se você tem três pessoas chegando a conclusões diferentes sobre o mesmo assunto como no Socialismo, então já não é mais ciência, mas sim ideologia...” (Roberto Campos).
 



Fontes: Livro Propriedade e Liberdade (Richard Pipes) e Instituto Mises




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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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