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O “aiatolá dos ateus” o zoólogo americano Richard Dawkins, o vazio do ateísmo e a presença esmagadora da religião na história da humanidade.

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 6 de maio de 2012 | 11:42


Em síntese: Richard Dawkins critica a religião considerando-a caricaturas de crendices, superstições, magias pagãs.

O zoólogo norte-americano Richard Dawkins, o aiatolá dos ateus, quer extinguir as religiões a qualquer custo, simplesmente por que não gosta e sente-se incomodado e acabar com a fé no mundo inteiro, achando com isto que todos os problemas na humanidade de imediato serão resolvidos.

Um colega, porém, Alstaír Mc Grat, ex-ateu que se tornou religioso, observa que Dawkins se refere a falsas imagens da Religião, não podendo portanto sustentar-se a posição de Dawkins, pois o ato LIVRE da fé racional e empírica é o ato mais nobre que o homem possa efetuar dentro do Livre Arbítrio dos homens.

A revista SUPERINTERESSANTE de agosto 2007 publicou uma reportagem sobre o zoólogo norte-americano Richard Dawkins, o aiatolá dos ateus, que afirmava:

“Meu grande sonho é a destruição completa das Religiões” e “A pior coisa das religiões é a ideia de fé”. Essas acusações se baseiam em caricaturas da Religião e crendices supersticiosas, que vêm expostas logo no início da reportagem e que aqui serão em parte transcritas:“João reza todos os dias diante de uma Chaleira de porcelana que está no céu em órbita entre a Terra e Marte. Ele só namora moças que também acreditam na Chaleira e nunca usa camisas verdes, pois isto é uma grande ofensa ao Todo-Poderoso.Ricardo, vizinho de João, acredita que o mundo foi criado por um gigantesco monstro voador feito espaguete. Todo mês se encontra com um grupo de espagueteiros para cantar músicas sobre como o monstro é bacana. Um belo dia, depois do café da manhã (sem pão, pois sua religião proíbe comer pão e comidas feitas com farinha), Renato veste uma camisa verde e sai para trabalhar. Ao encontrar-se com ele, João fica muito chateado com sua roupa… Ricardo promete que vai usar camisa verde menos vezes” (p. 86).

Ora inegavelmente qualquer pessoa autenticamente religiosa repudia tal caricatura da Religião, mas nem por isto cai no ateísmo.

Vejamos, pois, o que é a fé e o que é a Religião.

1. A Fé: que é?

Responderemos por três etapas:

1) A Fé é um ato da inteligência; portanto não é um sentimento vago, mas é expressão da mais nobre faculdade que o homem tem: o intelecto,que tenta aplicar-se ao objeto mais nobre que possa ser concebido, ou seja, a Deus.
2) Esse ato do intelecto é movido pela vontade, pois o objeto da fé transcende os limites do intelecto humano (a verdade é mais ampla do que o alcance do nosso intelecto). Sendo assim, o objeto da fé não obriga a um assentimento, não é tão evidente que force a adesão de quem o contempla. A vontade, portanto, deve mover o intelecto para que diga Sim ou Não.

3) A vontade, porém, só move o intelecto depois do exame das credenciais sobre as quais se apoia cada proposição de fé. Cabe então ao intelecto humano averiguar as razões em virtude das quais o indivíduo pode e deve crer (): estude o Evangelho, a história, a paleografia… e chegue eventualmente à conclusão: “Não é absurdo crer; não é infantilismo ter fé”. Há razões suficientemente fortes para que o homem diga Sim ao objeto de fé, sem trair sua dignidade de homem adulto.

4) Portanto o homem crê inteligentemente. E a própria razão sadiamente crítica que aponta o caminho da fé. Assim evitam-se as superstições e crendices que não resistem ao crivo da razão.

Esse assentimento dado ao Transcendental corresponde às mais íntimas aspirações do ser humano, que sabe ser ele pequeno demais para bastar a si. Todo ser humano é uma demanda ansiosa de Vida plena, de Amor sem traição de Verdade sem erro… E crê inteligente e razoavelmente que tais objetivos não serão frustrados, pois ele estudou a temática com a sua razão.

Extirpar a fé de um homem ou de uma população é retirar-lhe um dos mais fortes esteios de sua vida, é condená-lo a só conhecer o que é passageiro e ilusório, como se verifica no caso de muitos ateus ().

A vida presente, com suas lacunas e frustrações, pede uma outra vida, em que os valores conculcados no presente serão devidamente reabilitados.

AS FALSAS EXPRESSÕES DA FÉ AUTÊNTICA:

Se a fé tem por objeto algo não evidente por si mesmo, ela é um ato livre. Pode ser traída e rejeitada, como acontece nos casos em que as paixões predominam sobre o intelecto e a vontade. Daí haver falsas expressões da fé, que causam escândalo aos não crentes, mas que não são autênticos gestos de fé.

Aliás o senso de justiça obriga a lembrar os grandes benefícios que a Religião proporcionou à humanidade: Sem a verdadeira religião, o homem e a humanidade estaria entregue as supertições e carnificinas materialistas que a história infelizmente já experimentou nos regimes totalitaristas ateus.

2. Religião: valores

1. É fato evidente que a Religião suscitou elevado número de homens e mulheres que se doaram aos irmãos e irmãs mais necessitados, fundando escolas, hospitais, asilos e outras obras de caridade. Durante séculos estas também ficavam a cargo exclusivo dos religiosos.
Foi a Religião que evangelizou os povos bárbaros e os habilitou a construírem o cenário europeu, que está na vanguarda do progresso humano.

Nos primórdios da civilização a religião desenvolveu importante papel, estimulando o homem a descobrir os valores da natureza que redundariam em tipo de vida mais confortável.

3. Religião - elemento propulsor

Longe de se prender à ignorância e à covardia, a Religião tem sido sempre poderoso estímulo da cultura: verifica-se que as grandes conquistas da civilização no decorrer dos séculos foram empreendidas primeiramente por interesses religiosos. Para ilustrar isto, os geógrafos apontam longa série de instituições culturais que a Religião inspirou ou, ao menos, fomentou pujantemente:

a) A casa. O domicílio do homem difere do ninho ou do antro do animal irracional não só por sua complexidade, mas principalmente por ser em seus primórdios um santuário religioso. Com efeito, o tipo característico da casa entre os romanos, por exemplo, se deve ao culto do fogo sagrado, fogo junto ao qual residiam os deuses Lares e Penates; para defender dos profanos o fogo santo, os homens construíram em torno dele um enquadramento, no qual aos poucos conceberam a ideia de estabelecer sua própria residência.


Algo de semelhante se deu entre os gregos, os quais diziam que o fogo havia ensinado os homens a construir seu domicílio. O fogo parece ter entrado nas casas em geral primeiramente a título religioso; só posteriormente foi dentro de casa utilizado para fins domésticos (aquecer, cozinhar…); ainda há tribos antigas que deixam a cozinha com o seu fogo fora de casa, só introduzindo no domicílio o fogo de caráter religioso. - Numerosos são os vestígios de crenças religiosas na arquitetura e na localização das casas, na disposição de portas, janelas e poços, entre os diversos povos.

b) As cidades. Também a formação e a configuração das cidades foram fortemente inspiradas por motivos religiosos. Era em torno de um templo ou de um recinto de culto que se ia aglomerando a população de uma região, dando assim origem a uma aldeia ou cidade; Enéias, por exemplo, fundou a cidade de Lavinium, levando para o santuário do mesmo nome os deuses de Tróia; na Idade Média era em torno de uma igreja situada no alto de uma colina, ou em torno de um mosteiro, que frequentemente se fundavam as cidades (tenham-se em vista os nomes compostos com moutier, mosteiro: Romainmoutier, Moyenmoutier, Noirmoutier…; em alemão Münster…).

Observe-se também que desde cedo se foram construindo cidades entre os egípcios, os mesopotâmios, os cretenses, porque a religião lhes favorecia; julgavam que os deuses queriam cidades; as grandes cidades gregas nasceram em período de efervescência religiosa. Ao contrário, os germanos, os celtas, os albaneses só tardiamente conheceram cidades, porque a sua sabedoria religiosa não as fomentava; foram não raro estrangeiros que entre eles fundaram as cidades.


c) A agricultura. Foi também muito estimulada por concepções religiosas, que atribuíam a certas plantas um valor sagrado ou uma função qualquer no culto. Tal foi o caso da figueira, que na índia traz o nome defícus religiosa; os gregos diziam que o figo era símbolo de iniciação a melhor vida. A oliveira gozou de semelhante estima. - O ópio, ao contrário, sendo proibido pelo budismo e o islamismo, é cultivado com estranha irregularidade no Oriente.


d) Os animais. Também não poucos animais têm recebido veneração religiosa. Em vários casos a passagem do animal selvagem para o estado de animal doméstico se fez mediante o estado de animal sagrado. O elefante, por exemplo, antes de ser animal doméstico, era animal sagrado na índia. No antigo Egito, os gatos sagrados eram numerosíssimos (descobriram-se milhares de múmias desse felino); julga-se com probabilidade que foram domesticados por constituírem objeto de culto religioso. Outros animais entraram no convívio do homem, a fim de honrarem a Divindade pela sua beleza; assim a íbis, no Egito; o pavão, na índia; o gamo, no Japão.

e) A indústria. Não menos profunda é a influência benéfica da Religião no desenvolvimento da indústria. A fabricação de laticínios, por exemplo, está em grande parte a serviço do culto no Oriente; nos templos do Tibete centenas de lamparinas ardem dia e noite, alimentadas por manteiga; os “lamas” têm o rosto, as pernas e as mãos untados com manteiga. A fabricação do papel e do livro têm dependido muito das necessidades do culto e da piedade; o mesmo se dá com os têxteis e a metalurgia.

f) O comércio. Está claro que as aglomerações vultosas de fiéis motivadas pela religião acarretam intensificação benéfica do comércio; as primeiras moedas eram objetos estimados por seu caráter ritual ou seu valor religioso. A contabilidade dos bancos e escritórios tem suas origens nos templos da Mesopotâmia, onde os sacerdotes, movidos por respeito sagrado, faziam o inventário de tudo que dizia respeito ao culto e ao sustento do templo.


g) Os transportes, as vias e as pontes devem grande parte do seu incremento ao fervor religioso de peregrinos e missionários. Não raro a afluência a determinado santuário provocou a abertura de estradas, assim como a multiplicação e o aperfeiçoamento de veículos. – Em particular, as pontes têm sido obras de sacerdotes ou de pessoas dedicadas a Deus. Com efeito, os romanos pagãos, por exemplo, julgando que os rios tinham algo de  agrado, reservavam a construção de pontes a um grupo especial de sacerdotes. Entre os cristãos da Idade Média, era a caridade que levava os fiéis a formar confrarias construtoras de pontes: havia os “Irmãos Pontífices”, aos quais se devem as pontes de Avinhão e do Espírito Santo, sobre o Ródano (França).

h) Por fim, note-se outrossim que no surto das artes está em geral a inspiração religiosa; as primeiras peças literárias das antigas e modernas civilizações são documentos religiosos; costumam estar redigidos em poesia, que é a forma literária mais correspondente ao entusiasmo sagrado (tenham-se em vista, por exemplo, as obras de Homero e dos “teólogos” gregos). A pintura e a escultura não são menos tributárias à Religião.

Em suma, registra-se o seguinte: sempre que nos é dado observar as origens ou as fases iniciais de determinada cultura, verificamos que as suas diversas manifestações estão todas indistintamente fundidas com a Religião; é no seio materno da Religião que elas nascem e por muito tempo são nutridas.

Donde se vê que considerar a Religião como algo de pré-lógico ou como produto da covardia do homem significa, de certo modo, lançar uma nota de desprezo sobre a própria cultura humana, que nasceu no seio da Religião.

Vêm a propósito aqui as observações de famoso geógrafo contemporâneo:

“A maioria dos homens atesta sobre a Terra a existência do sobrenatural; a espécie humana, em graus diversos, mas de maneira geral, é religiosa; esta, aliás, vem a ser uma de suas características; o “homo faber etsapiens” é também primordialmente um homo religiosus. Por obra dele, a terra está impregnada de religiosidade. A pujante tarefa cultural dos homens não foi efetuada somente em vista da instalação da espécie humana sobre o globo, mas parte muitas vezes grandiosa desses esforços foi empreendida mais ou menos diretamente a fim de proclamar ou exaltar a existência de seres sobrenaturais ou sagrados…

A religião nos aparece como um dos grandes fatores que transformam a face da Terra e, em qualquer caso, como o motivo de atividades caracteristicamente humanas… À semelhança do homem, o animal (irracional) lutou contra os elementos da natureza; mas o que somente o homem fez, foi dar vulto à ideia da Divindade sobre a face do globo. A Geografia religiosa vem a ser a Geografia mais especificamente humana…” (P. Deffontaines, Géographie et Religions. Paris 1948, 8.12).

4. Conclusão:

A religiosidade é um elemento integrante da pessoa humana. O homem bem pode ser considerado um peregrino do Absoluto, um viandante rumo ao Eterno e Infinito. Até os materialistas marxistas procuram um novo estado de coisas e a plena satisfação de seus anseios através da mística do martelo e da foice.


Os atritos que a religião causou entre os homens se devem, em grande parte, à valorização dos bens espirituais, que os antigos e medievais julgavam ser superiores aos bens materiais. A religião inspirou a entrega de tudo, até da própria vida, para não renegar o Valor Supremo que é Deus. Quando se avalia o passado, não se pode deixar de levar em conta esse traço próprio da mentalidade de nossos ancestrais.

Acontece, porém, que esse elemento integrante da pessoa humana – o senso religioso – não pode ser cego ou desligado da razão. É esta que distingue entre si fé e crendice. É com a inteligência que o homem crê, e não com os olhos da mente fechados pela cegueira do sentimentalismo ou das emoções.

Compete aos cristãos dar testemunho da autêntica religião, para que, mediante este testemunho claro e firme, o irmão que busca o Absoluto, embora não tenha fé, se entusiasme pela beleza de uma vida santa,… heroicamente santa.

Dom Estêvão Bettencourt (OSB)


A Religião ATEIA do Monstro do Espaguete Voador:


1)- Flying Spaghetti Monsterism, também conhecida como Pastafarianismo ou FSM, em um trocadilho com pasta(macarrão em inglês e italiano) e Rastafáris, é uma religião com origem satírica fundada por Bobby Henderson em 2005 .

2)- A finalidade desta carta, é primeiro, mostrar que todos os argumentos do conselho de educação, para a inclusão criacionismo ou design inteligente nas escolas, também servem para a inclusão do ensino do Pastafarianismo.Devido à sua popularidade e exposição mediática, a Flying Spaghetti Monsteré freqüentemente usada por ateus, agnósticos, deístas e outros, como uma versão moderna do Bule de chá de Russell. 



3)- Muitas das crenças propostas por Henderson foram intencionalmente escolhidas para parodiar argumentos comumente usados pelos defensores do design inteligente.

3.1)- Um invisível e indetectável Monstro do Espaguete Voador criou o universo, começando com uma montanha, árvores e um anão.


3.2)- Aquecimento global, terremotos, furacões e outros desastres naturais são uma consequência direta do declínio no número de piratas desde o século XIX.

3.3)- Todas as evidências a favor da evolução foram intencionalmente plantadas pelo Monstro de Espaguete Voador. O "FSM" testa a fé dos Pastafarianos fazendo as coisas parecerem mais velhas do que elas realmente são.

3.4)- Os fósseis dos dinossauros foram escondidos sob a terra com o único intuito de enganar a humanidade.


3.5)- O Pastafariano acredita num paraíso que inclui cerveja em abundância e muitas mulheres fazendo striptease e num inferno, onde a cerveja é sem álcool e quente e as strippers têm doenças sexualmente transmissíveis.


OS 8 MANDAMENTOS DA RELIGIÃO ATEIA – FSM:

1. Realmente preferiria que você não agisse como um imbecil que se acha melhor que os outros quando descrever minha santidade espaguética.( Nossa, quanta educação e desde quando todos os religiosos são assim ? Não está generalisando)?


2. Realmente preferiria que você não usasse a minha existência como um meio para oprimir, subjugar, castigar, eviscerar, ou ... você sabe, ser mau para com os outros.( As atuais religiões são todas assim )?


3. Realmente preferiria que você não julgasse as pessoas por seu aspecto, ou por como se vestem, ou pela maneira como falam, ou... olhe, seja simplesmente bom, está bem?Nenhum é melhor que o outro.(Mas estão copiando conceitos religiosos).


4. Realmente preferiria que você não fizesse coisas que ofendessem a você mesmo, ou a(o) seu(ua) parceiro(a) amoroso(a) mentalmente maduro(a) e com idade legal para tomar suas próprias decisões. Quanto a qualquer outro que vier criticá-los, creio que a expressão é "não dê a mínima", a menos que você o ache ofensivo ( Ateus podem criticar, humilhar e debochar, religiosos não ? Que justiça é esta )?


5. Realmente preferiria que você não desafiasse as ideias fanáticas, machistas e de ódio aos diferentes com o estômago vazio. Coma primeiro, depois vá ter com os escroques.( A religião é quem mais luta pela Igualdade e justiça social e a que mais pratica a caridade – Conhecem algum HOSPITAL DE CARIDADE ATEU )?


6. Realmente preferiria que você não construísse igrejas/templos/mesquitas/santuários multimilionários à minha santidade macarrônica quando o dinheiro poderia ser melhor empregado em (a escolha é sua)- ( Ora uma coisa não exclue a outra, defendemos a liberdade de reunião: Seja : Religiosa, ateia e sindicalista – Helow !!! Estamos no século XXI caros ateus !!!).




7. Realmente preferiria que você não andasse por aí contando às pessoas que eu falo com você. Você não é tão interessante. Cresça! Te disse que amasses ao teu próximo, você não entende as indiretas?( Mas é exatamente isto que pregamos, porque você acha que a religião tem mais sucesso que a proposta ateísta )?



8. Realmente preferiria que você não fizesse aos outros o que você gostaria que fizesse a você se você gosta de... ( Você é Livre faça o que quiser de sua vida, apenas assuma as consequências de seus atos, e não queira receber o mesmo premio daqueles que se esforçam em praticar o bem, ou você acha que Hitler deve receber o mesmo prêmio que Madre Tereza de Calcutá)?

Por tudo isto concluimos:

1)- A Bíblia claramente ensina que ela é loucura para os sábios e entendidos (I Cor 3:18-19, 1:18, 1:21, Pv 3:5) e que o Senhor pega os sábios em sua própria astúcia (Jó 5:13, Mt 11:25, I Cor 2:1-14), pois para eles as Escrituras não fazem sentido.

2)- Um bom exemplo é Saulo (Paulo) que em toda sua cultura, conhecimentos, sabedoria, filosofia, teologia dos fariseus (At 22:3 com 5:34) não foi capaz de ver e conhecer a Verdade das Escrituras Sagradas, apesar de sabê-las de cor. Somente por revelação Divina do Espírito Santo é que conheceu a Verdade (At 9:1-5 e 22:1-8), pois “não é pela carne e nem pelo sangue” que conhecemos a Verdade.

3)- Pois Saulo, como Moisés fora instruído em toda sabedoria humana (At 7:22), mas esta cega os olhos para a Verdade. Por passar a dizer a Verdade, quiseram matar a Saulo (At 9:22-23). Assim, também, Elias não fazia parte do grupo de teologia (II Rs 2:3,5,7), mas tinha o Espírito Santo (II Rs 2:9,14-15). Do mesmo modo João Batista (Mt 3:1,7-10).

4)-Após isso, Paulo passou a orientar para que não dessem ouvidos à vãs filosofias (Cl 2:8, At 17:18), e a sabedoria limitada dos homens (I Cor 1:18-25, I Cor 2:13 e Pv 3:5), a ciência dos homens (I Tim 6:20, Lc 11:52). Igualmente os outros apóstolos, pregaram para não usar de fábulas (II Pe 1:16).Mt 11:25 – “... ocultastes estas coisas aos sábios e entendidos,e as revelastes aos pequeninos.” (Lc 10:21, Jó 5:13, I Cor 3:19, Tg 4:6, I Cor 1:27, I Cor 1:21, Pv 3:5, Tg 1:5).

5)- As Escrituras esclarecem que somos ensinados pelo Espírito Santo (Lc 21:14-15, João 6:45 e 14:26, I João 2:27, I Cor 2:13) e não pelos homens (Mt 15:9). Senão vejamos, João 7:38: “Aquele que crê em mim, conforme a palavra da Escritura, de seu seio jorrarão rios de água viva.” Elas é que possuem prioridade para corrigir e desviarmos de equívocos  humanos (II Tim 3:16).

6)- Foi assim que Pedro soube que Jesus era (e é) o Cristo (Mt 16:13-20), pois ninguém pode dizer que Jesus Cristo é o Senhor senão pelo Espírito Santo (Mt 16:16-17 com I Cor 12:3, 2:10,13).


7)- Desse modo, apenas concluo que para Deus absolutamente nada é impossível (Mt 19:26, Mc 10:27, Lc 1:37 e 18:27).Portanto não limitemos o poder de Deus, que age segundo a sua vontade e não á nossa, quer queiramos ou não, isto é fato.




" LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO "
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Anônimo
16 de junho de 2012 08:48

Se você fosse um pássaro escolheria viver na segurança de uma “gaiola”, ou na selva; ainda que na selva se esteja exposto a um perigo constante...

O ateu prefere viver na liberdade de um Mar, de um Rio, ou de alguma Lagoa, ainda que isso seja extremamente perigoso, por causa dos predadores, e seja preciso lutar por parceiras e alimentos...

Todavia, como o religioso não se sente acorrentado; ainda que o seu Deus exija ser obedecido, e lhe tire a liberdade, ele prefere viver na prisão religiosa de uma fé, onde tudo é proibido, inclusive racionalizar.

Pois o religioso é como um peixe vivendo num lindo aquário dourado; onde ele se julga protegido, e o alimento vem até ele, mas o seu espaço é limitado, e ele não terá as aventura e as emoções que teria se vivesse em algum Rio, numa Lagoa ou no Mar.

Lisandro Hubris

16 de junho de 2012 09:35

Prezado Lisandro Hubris,

Sem querer ofender nem muito menos, mexer em suas convicções ateísticas, creio que adquiridas a duras penas e experiências com algum falso conceito de verdadeira religião, a qual pela Graça de Deus tive o privilégio imerecido de conhecer e experimentar.


Em síntese: O Zoologo ateu Richard Dawkins critica a religião considerando-a caricaturas de crendices, superstições, magias pagãs.

Acha que Deus não existe simplesmente porque Deus não lhe aparece, nem responde a suas blasfêmias, ora quanta babaquice e infantilidade.

Deus já está acostumado com isto, primcipalmente quando os ateus estão na hora da morte ou sofrendo dores artroses, ou sofrendo perdas e sofrimentos inexplicáveis, pois quem como o próprio Cristo não já experimentou o silencio de Deus e disse: Senhor, por que me abandonastes ?

O zoólogo norte-americano Richard Dawkins, o aiatolá dos ateus, quer extinguir as religiões a qualquer custo, simplesmente por que não gosta e sente-se incomodado e acabar com a fé no mundo inteiro, achando com isto que todos os problemas na humanidade de imediato serão resolvidos.

Um colega, porém, Alstaír Mc Grat, ex-ateu que se tornou religioso, observa que Dawkins se refere a falsas imagens da Religião, não podendo portanto sustentar-se a posição de Dawkins, pois o ato LIVRE da fé racional e empírica é o ato mais nobre que o homem possa efetuar dentro do Livre Arbítrio dos homens.


1) A Fé é um ato da inteligência; portanto não é um sentimento vago, mas é expressão da mais nobre faculdade que o homem tem: o intelecto,que tenta aplicar-se ao objeto mais nobre que possa ser concebido, ou seja, a Deus.
2) Esse ato do intelecto é movido pela vontade, pois o objeto da fé transcende os limites do intelecto humano (a verdade é mais ampla do que o alcance do nosso intelecto). Sendo assim, o objeto da fé não obriga a um assentimento, não é tão evidente que force a adesão de quem o contempla. A vontade, portanto, deve mover o intelecto para que diga Sim ou Não.

3) A vontade, porém, só move o intelecto depois do exame das credenciais sobre as quais se apoia cada proposição de fé. Cabe então ao intelecto humano averiguar as razões em virtude das quais o indivíduo pode e deve crer (): estude o Evangelho, a história, a paleografia… e chegue eventualmente à conclusão: “Não é absurdo crer; não é infantilismo ter fé”. Há razões suficientemente fortes para que o homem diga Sim ao objeto de fé, sem trair sua dignidade de homem adulto.

4) Portanto o homem crê inteligentemente. E a própria razão sadiamente crítica que aponta o caminho da fé. Assim evitam-se as superstições e crendices que não resistem ao crivo da razão.


CONCLUSÃO:
A religiosidade é um elemento integrante da pessoa humana. O homem bem pode ser considerado um peregrino do Absoluto, um viandante rumo ao Eterno e Infinito. Até os materialistas marxistas procuram um novo estado de coisas e a plena satisfação de seus anseios através da mística do martelo e da foice.

Até a próxima e Shalom !!!

19 de outubro de 2012 14:29

Tá...mas cadê as evidências que deus existe hum hum??? Desde quando ateísmo se tornou religião??? Esse blog sozinho tem mais falácias que qualquer outro que eu já tenha lido. Muito texto e nada de explicação. Fé??? Fé?? Fé??? Não podes sair desse espaço meu filho.

19 de outubro de 2012 14:31

Tá...mas cadê as evidências que deus existe hum hum??? Desde quando ateísmo se tornou religião??? Esse blog sozinho tem mais falácias que qualquer outro que eu já tenha lido. Muito texto e nada de explicação. Fé??? Fé?? Fé??? Não podes sair desse espaço meu filho.

Anônimo
20 de outubro de 2012 09:31

Prezado ateu fanático Maycon,

Não adianta dar provas a quem não quer admiti-las.Com isto ratificamos que realmente o pior cego não é aquele que não ver, mas O QUE NÃO QUER VER, que é infelizmente o seu caso.

Você quer evidências ? Pois não seguem para o seu desfrute no link abaixo:

http://berakash.blogspot.com.br/2012/10/a-existencia-de-deus-partir-das.html


O próximo por favor...


Shalom !!!!

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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