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SE SABEMOS COM EXATIDÃO A IDADE DO UNIVERSO CRIADO APÓS O BIG BANG – COMO DAR CREDIBILIDADE Á TEORIA DO ACASO NESTE PERÍODO DE TEMPO ?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 19 de fevereiro de 2012 | 00:34


Realmente está a cada dia mais difícil para o malabarismo ateu tentar explicar esta enrrolação achológica, pois como explicar dentro deste espaço de tempo evoluções  hierárquicas de vários níveis de vida, se a  Soma destas evoluções em milhões, ou bilhões de anos , como eles mesmos sustentam ultrapassam em muito este espaço de tempo da criação ?


Se duvidam, façam as contas para cada conjunto de processos evolutivos.


E agora caros ateus ? Percebem em que enrrascada se meteram ?...




A Vida “por acaso” não tem hipótese

O Big Bang, também por vezes denominada em português como a Grande Explosão é a teoria cosmológica dominante do desenvolvimento inicial do universo.

Os cosmólogos usam o termo "Big Bang" para se referir à ideia de que o universo estava originalmente muito quente e denso em algum tempo finito no passado e, desde então tem se resfriado pela expansão ao estado diluído atual e continua em expansão atualmente.

A teoria é sustentada por explicações mais completas e precisas a partir de evidências científicas disponíveis e da observação.

De acordo com as melhores medições disponíveis em 2010, as condições iniciais ocorreram por volta de 13,3 a 13,9 bilhões de anos atrás (Wikpedia).


Muita gente acredita que a vida foi originada por acidentes aleatórios. Todos nós recordamos as teorias que aprendemos sobre a “sopa original” ou “sopa pré-biótica” que existia antes do aparecimento da vida.

Essa “sopa” teria sido atingida por uma faísca e em resultado disso, os aminoácidos “construindo blocos de vida” apareceram.

Portanto, juraram-nos a pés juntos que um “acidente” desta natureza aconteceu há milhões de milhões de anos, originando a vida a partir de matéria inerte.

A verdade é que recentes descobertas no campo da Biologia Molecular, da Astrofísica de Partículas e da Geologia levantam dúvidas profundas sobre as teorias que os detentores de alvarás de inteligência das faculdades nos meteram na cabeça como verdades absolutas e incontestáveis

Existem principal e actualmente três tipos de questões em investigação:

(1) Será matematicamente possível que processos acidentais de geração de vida possam ter sido a causa da primeira forma de vida?
(2) Se o “acidente” é matematicamente impossível como causa da primeira forma de vida, serão os outros “cenários” plausíveis, como por exemplo, a teoria da matéria “auto-organizada”?
(3) Será matematicamente possível que processos acidentais possam estar na causa da formação de um universo compatível com a vida?


Ao examinar estas questões, devemos utilizar o conceito de “vida” largamente aceite pela ciência, que defende que “a matéria viva processa energia, guarda informação e reproduz-se”.

Será matematicamente possível que processos acidentais de geração de vida possam ter sido a causa da primeira forma de vida?


Para respondermos à primeira questão – a possibilidade de “acidentes aleatórios” tornarem matéria inanimada em matéria viva – cingimo-nos aqui a aspectos da Biologia Molecular:


Considere-se um cálculo do famoso ateu e cientista Sir Fred Hoyle. Hoyle defendeu que até as mais simples células vivas são extremamente complexas, contendo muitos ácidos nucleicos, enzimas e moléculas, todas juntas numa sequência muito precisa.

Hoyle fez um cálculo das hipóteses que teriam cada 20 aminoácidos em aparecerem na Natureza na correcta sequência para formar uma célula viva: a probabilidade é (segundo Hoyle) de 1 E + 40 – 1 seguido de 40.000 zeros.

Porque os matemáticos normalmente consideram a hipótese de 1 seguido de 50.000 zeros como uma impossibilidade matemática, Hoyle concluiu que a vida não poderia ter aparecido por intermédio de actividade aleatória terrestre, mesmo que todo o Universo fosse composto por massa pré-biótica.

O seu colaborador próximo, Chandra Wickramasinghe, colocou a questão de uma forma ainda mais dramática:

“As hipóteses de a vida ter aparecido por acaso e de forma aleatória são semelhantes às hipóteses de um ciclone soprar num qualquer cemitério de automóveis e construir-se assim um Boeing 747

Para termos uma ideia da dimensão do valor do número 1 seguido de 50.000 zeros, se considerarmos que o Big Bang ocorreu há 15 mil milhões de anos, só se passaram 1 E + 18 (1 seguido de 18.000 zeros) segundos do Tempo Universal (ou Tempo Total). O número de átomos no Universo conhecido é estimado em 1 E + 80 (1 seguido de 80.000 zeros).

O físico Paul Davies classificou a possibilidade de 1 seguido de 60.000 zeros como igual à possibilidade de atingirmos um alvo de 2 cm (1 polegada) com uma espingarda colocada à distância de 20 mil milhões de anos-luz.

Uma possibilidade de 1 seguido de 40.000 zeros está para além de uma possibilidade matemática credível.

Actualmente, as possibilidades de a vida se ter formado através de um processo aleatório são praticamente nulas e improváveis, por diversas razões.

1)- Primeiro, os cientistas têm descoberto muitas razões para pensar que a Terra primordial não era de todo constituída por uma “sopa pré-biótica”, conforme defendido até há bem pouco tempo.

2)- Em segundo lugar, não existe absolutamente nenhuma prova física da existência da “sopa pré-biótica”: de facto, não existem evidências de uma “sopa pré-biótica” nos registos geológicos estudados até agora.

3)- Em terceiro lugar, mesmo que os aminoácidos se tenham formado numa “sopa pré-biótica” primordial, no campo das probabilidades estamos em presença de um valor astronómico contra a hipótese de esses aminoácidos se juntarem para formar somente um conjunto de proteínas, quanto mais o ADN que encontramos em toda a vida! Mais: descobertas recentes em registos fósseis revelaram que, para que a vida aparecesse de forma aleatória e acidental, só poderia ter ocorrido – sob o ponto de vista físico – há 130 milhões de anos; mas a Terra formou-se há cerca de 4,6 mil milhões de anos, podendo permitir a vida há cerca de 3,98 mil milhões de anos: esta diferença justifica-se porque a Terra era demasiado tórrida para permitir o aparecimento de qualquer forma de vida.

Este facto torna as probabilidades da “vida por acaso” ainda mais remotas e matematicamente impossíveis. A hipótese de formação da vida por simples acaso não tem lógica científica.

Se o “acidente” é matematicamente impossível como causa da primeira forma de vida, serão os outros “cenários” plausíveis, como por exemplo, a teoria da matéria “auto-organizada”?


A nossa segunda questão diz respeito à plausibilidade das teorias que defendem a “auto-organização” da matéria tendo como resultado a formação da vida, de acordo com as leis da física e da química.

Para percebermos a ideia da “auto-organização”, deveremos recordar a Segunda Lei da Termodinâmica, que exige que qualquer sistema perto do equilíbrio tenda sempre para a desordem (também conhecida como “entropia”).

Ainda assim, uma descarga energética pode fazer com que a matéria em desordem se organize espontaneamente num sistema organizado. Por exemplo: imagine um cano do nosso duche cheio com a água mais quente misturada com a água mais fria de uma forma heterogénea, estando as moléculas da água distribuídas de uma forma totalmente aleatória e em desordem.

Ao abrirmos a torneira, a gravidade força a água a passar do seu estado caótico (do seu estado aleatório de equilíbrio) para um estado ordenado de fluxo de água tépida. Este exemplo demonstra como uma força energética (como é o caso da força da gravidade) pode criar o desequilíbrio num sistema e causar uma ordem de criação espontânea.

Poderia um semelhante tipo de “auto-organização” criar vida?

A matéria com vida tem necessariamente que conter uma informação (ou instruções) suficientemente complexa para que seja capaz de se manter e de se reproduzir. Neste ponto, a teoria da informação é-nos muito útil, porque nos permite quantificar a quantidade de informação da matéria viva e da inerte em termos de bytes e bits.

A enorme informação contida na matéria viva implica a existência de padrões flexíveis e irregulares, enquanto que a matéria inerte nunca sai dos padrões simples e repetitivos no que diz respeito ao conteúdo de informação.

Por exemplo, um cristal de quartzo tem uma ordem simples e um conteúdo de informação escasso e não vive. Em contraste, o ADN existe em toda a matéria viva e contém uma vasta quantidade de informação que permite aos organismos a reprodução (ou criação de réplicas) e a sua manutenção, isto é, permite a vida.


O ADN da mais pequena bactéria unicelular contém mais de 4 milhões de instruções (comandos de informação), que se encontram codificadas no ADN nas quatro “bases” da escada, com os nomes de A, G, C e T: são o alfabeto genético. Actuando como frases de um texto ou de um discurso, as instruções do ADN passam a informação necessária à formação de uma proteína ou algo semelhante que o organismo necessite para a sua reprodução ou alimentação.


O problema dos teóricos da “auto-organização” é que os mecanismos de criação de vida que eles defendem não explicam o método de geração do tipo de informação que o ADN contém. Os cenários da “auto-organização” da vida só se centram na “formação da ordem” e excluem a “informação complexa”.

Esses teóricos gostam de utilizar o termo “complexidade” nos seus escritos, mas referem-se a padrões altamente organizados e intrincados da organização da matéria, mas ao fim e ao cabo não distinguem os cristais de quartzo de uma ameba.

A teoria da “auto-organização” defende que as leis da física (e consequentemente as leis da química produzidas) causaram a formação da matéria viva. Mas esta ideia encontra um grande obstáculo: o simples facto matemático de que a informação genética contida no mais pequeno organismo vivo é muito maior do que o conteúdo de informação descoberto nas leis da física – como referiu Hubert Yockey, um dos físicos do Projecto Manhattan, no seu livro Information Theory and Molecular Biology (fonte: Wikipedia). De onde nos chegou o enorme conteúdo de informação vital?

Esta dificuldade fundamental não é abordada pelos defensores da teoria da “auto-organização”. Mesmo que ignoremos este facto matemático fundamental, existe um outro problema: as leis da Física só produzem padrões regulares.

O ADN (vida) requer padrões irregulares para a transmissão de informação através do código genético. Para usar uma analogia, a nossa língua utiliza um código (alfabeto), e se escrevermos as letras “ABC” de uma forma repetida ao longo de 1.000 páginas, teríamos um padrão regular, altamente ordenado e previsível (que são como as produzidas pelas leis da Natureza); mas se analisarmos “Os Lusíadas” verificamos um padrão irregular nas letras do alfabeto utilizadas, o que significa uma enorme quantidade de informação.

De igual modo, o ADN utiliza o seu código (A, G, C e T) numa combinação complexa e irregular, para transmitir o seu código genético. Uma lei física produz padrões regulares e previsíveis, como a lei da gravidade produz o fluxo de agua tépida no exemplo do tubo do duche de que se falou aqui.

Se o ADN tivesse origem baseada nesse tipo de lei física, a sequência do ADN seria simples e repetitiva (tipo ABCABC) e sem muita informação, e seria incapaz de transmitir milhões de instruções como o faz o mais simples dos organismos (o químico Michael Polanyi reconheceu este facto em 1953 – fonte: Britannica).

Da mesma forma que a informação contida n’Os Lusíadas não foi determinada pelos químicos utilizados na tinta das penas de Luís Vaz de Camões, assim a informação do código genético (ainda que codificada num alfabeto de 4 letras) não é determinada pelos elementos químicos desse seu alfabeto.


Podemos especular se um dia existirá uma teoria da “auto-organização” em condições de vingar. Neste momento, esta teoria é mais uma proto-teoria do que teoria propriamente dita.

Será matematicamente possível que processos acidentais possam estar na causa da formação de um universo compatível com a vida?

Em relação à terceira questão, que se refere à Astrofísica de Partículas e à probabilidade de o Universo se ter formado para “se compatibilizar” com a vida: muitos dos defensores da teoria do acaso ou do aleatório na criação da vida fizeram-no numa altura em que se acreditava que o Universo era infinitamente antigo e estável.

Hoje, os cientistas vêem o Universo em expansão a partir de um início definido, com cerca de 15 mil milhões de anos.

Hoje é reconhecido que o Universo físico está programado para propiciar e criar as condições para a existência da vida (sintonização universal para a Vida). John Polkinghorne, um físico de partículas de Cambridge escreveu no seu livro “Beyond Science”:

“É a matemática que nos dá a chave para abrirmos as portas secretas da natureza. Este conceito não é facilmente apreensível por todos, mas para aqueles que se expressam na linguagem matemática, a beleza matemática é uma qualidade evidente e reconhecida. Em suma, a matemática desponta da livre exploração racional da mente humana, o que parece indicar que as nossas mentes estão de tal modo sintonizadas com a estrutura do Universo que são capazes de penetrar nos seus segredos mais profundos.”

De facto, o Universo é de tal forma “sintonizado” para permitir a vida que podemos concebê-lo como um lápis muito bem afiado colocado na vertical sobre a sua ponta de carvão, num equilíbrio precário: um pequeno desvio numa miríade de valores físicos podem fazer com que o lápis tombe de lado e ponha em causa a formação da vida.

A “sintonização” do Universo para a Vida é necessária por várias razões. Só para dar um exemplo, a “sintonização” para a formação do carbono: a vida seria impossível sem o carbono, e devido às exigências muito precisas para a sua existência, o átomo do carbono poderia ser escasso.

A formação do átomo do carbono requer uma colisão tripla raríssima conhecida por “triplo processo alfa”. Nem por isso o átomo do carbono deixou de existir na Natureza nas quantidades necessárias à formação da vida, porque o Universo está “sintonizado” para a sua formação.

A “sintonização para a vida” está maravilhosamente presente em inúmeras manifestações da Natureza: o físico Paul Davies calculou que a força de explosão do Big Bang é precisamente equivalente à força da gravidade; se a força de explosão do Big Bang fosse ligeiramente superior, o Universo seria feito de gás, sem planetas e estrelas; se fosse ligeiramente inferior (falamos de uma parte em um milhão de milhão de milhão), o Universo teria voltado a um ponto depois de alguns milhões de anos. Os exemplos da “sintonização universal” para vida são inúmeros.

A Física moderna prova-nos que a Vida é mais do que algo físico, o que significa que devemos ter uma abertura de espírito no sentido de aceitarmos outras teorias e campos de estudo diversos dos adoptados até aqui (como o campo da parapsicologia, por exemplo).


O Deus de barbas e “castigador” já não existe. Mas existe inexoravelmente uma força superior que coordenou a existência dos universos: chamemos-lhe o Deus Cósmico. Ele existe – por uma questão de lógica e de fé: a fé racional.

O cientista israelita Gerald Schroeder fez uma famosa experiência que foi conhecida pelo “teorema dos macacos”, e que consistiu em colocar um teclado de um computador dentro de uma jaula com seis macacos (naturalmente que o teclado estava ligado a um PC que se encontrava fora da jaula).


A ideia de Schroeder seria a de que eventualmente os macacos, brincando aleatoriamente com o teclado e pressionando ao acaso as diversas teclas, conseguissem escrever um soneto, ou no mínimo, escrever uma só palavra correcta em qualquer língua conhecida.


Ao fim de um mês de experiência verificou-se que os macacos ― para além de terem defecado em cima do teclado ― tinham dactilografado 55 páginas mas não conseguiram escrever uma só palavra em qualquer língua conhecida, nem mesmo tinham escrito palavras básicas e monossilábicas como existem no inglês: a (artigo indefinido) ou I (eu) necessitam de um espaço antes e depois da letra para poderem serem identificadas com o seu próprio significado.


Por exemplo, reportando-nos à língua portuguesa, e dado que o teclado de um PC tem 30 caracteres, a probabilidade dos macacos escreverem um simples o (artigo definido, com o espaço devido antes e depois da letra) seria de 30 vezes 30 vezes 30, isto é, 30 ^ 3 = 27.000 ― o que significa 1 possibilidade em 27.000.

Schroeder aplicou o princípio a um soneto e é o que vou fazer aqui com um soneto da Soror Violante do Céu (1601-1693):



Vida que não acaba de acabar-se,
Chegando já de vós a despedir-se,
Ou deixa por sentida de sentir-se,
Ou pode de imortal acreditar-se.
Vida que já não chega a terminar-se,
Pois chega já de vós a dividir-se.
Ou procura vivendo consumir-se,
Ou pretende matando eternizar-se.
O certo é, Senhor, que não fenece,
Antes no que padece se reporta,
Porque não se limite o que padece.
Mas, viver entre lágrimas, que importa?
Se vida que entre ausências permanece
É só viva ao pesar, ao gosto morta?

O soneto tem 476 letras (caracteres), e dado que o nosso alfabeto (incluindo os novos caracteres previstos no novo Acordo Ortográfico) tem 26 letras, a probabilidade de os macacos martelarem no teclado do PC de forma a surgir daí um soneto é de 26 ^ 476, o que traduzindo este valor para uma base de 10, daria o número 10^670 (o número 1, seguido de 670 zeros). Acontece que o número de todas as partículas atómicas do universo está calculado em 10^80 (o número 1 seguido de 80 zeros).

A comparação entre os números demonstra que não existem partículas suficientes em todo o universo para permitir sequer a hipótese de aparecer alguma coisa de conexo e inteligente a partir de uma base aleatória (por exemplo, o ADN).

Se em vez de macacos transformássemos todo o universo em chips de computador capaz de processar 476 tentativas aleatórias a uma velocidade de milhões de vezes por segundo, produzindo letras de uma forma aleatória, o número de tentativas possíveis desde que existe o Tempo Universal seria de 10^90 tentativas (1 seguido de 90 zeros).

Resulta desta demonstração que para que se possa construir um simples soneto de forma aleatória, o universo teria que ser 590 vezes maior do que é.

Contudo, Dawkins e comandita continuam a defender a validade da “teoria dos macacos”, bom é preciso muita fé para acreditar nela.

Fonte: http://espectivas.wordpress.com/2009/04/25/a-vida-%E2%80%98por-acaso%E2%80%99-nao-tem-hipotese-2/
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uma criança que não acredita em papai noel
10 de março de 2012 17:54

Só com muita fé mesmo pra acreditar que deus criou o homem, muita credulidade!
mesmo que a teoria do big bang estivesse errada, isso não provaria que deus criou o mundo pois é improvavel que exista um ser que possa criar um universo!
existem milhões de teorias bem mais plausíveis para o surgimento do universo. E o deus magico não é uma delas.

10 de março de 2012 18:24

Prezada Criança atéia,

Lembramos que provar CIENTIFICAMENTE a existência ou não de Deus, não é competência da Religião, mas da Ciência. O resto é balela, pois quando se dá as provas da existência de Deus para alguém, não se deve esquecer que a maior força a vencer não é a dos argumentos dos ateus, e sim o desejo deles de que Deus não exista.



Não adiantará dar provas a quem não quer aceitar sua conclusão. Em todo caso, as provas de Aristóteles e de São Tomás a respeito da existência de Deus têm tal brilho e tal força que convencem a qualquer um que tenha um mínimo de boa vontade e de retidão intelectual.

Por gentileza, quando o último ateu sair, apague a luz por favor.

Continue estudando e crescendo e deixe de agir como criança.

Shalom !!!

uma criança que não acredita em papai noel
10 de março de 2012 19:09

Sei que vc é um ignorante que se acha queridinho de deus.
mais se sua vc não sabe, quanto mais uma pessoa estuda maior é a chance de ela se tornar atéia
por isso é que a igreja queimou tantos filósofos e cientista.
o que tem a me dizer sobre isso seu ignorante!
Se fosse por causa da igreja ainda hoje a terra seria chata e o sol ainda ia girar em torno da terra, não existiriam vírus e bactérias!
e a igreja ainda ia ser a lei
caso vc não saiba não existe outra prova que não a cientifica
as ciencias só estudam o que é natural pois o que é sobrenatural, simplesmente e tão ridiculo que é ignorado por ela
e não tente argumentar com falacias, vc sabe oq é isso né ?
Argumentum ad ignorantiam (Argumento da Ignorância)
não tente me convencer com falacias, pois garanto que não vai conseguir!
se vc diz que deus existe vc tem que provar, mais sei que isso é impossivel...
continue com suas falacias, mais garanto que elas não convencem a nigum!

10 de março de 2012 19:38

Será criança atéia e de barba de molho ?


Um dos ateus mais conhecidos do mundo, o biólogo e escritor Richard Dawkins, participou recentemente de um debate com o Arcebispo da Cantuária, Dr. Rowan Williams, líder religioso da igreja Anglicana, no qual afirmou não ser ateu, mas agnóstico.

Autor de best sellers como “Deus: um delírio” e “O Gene egoísta”, entre outros, Dawkins surpreendeu a muitos quando afirmou que para ele Deus é um delírio, mas que não poderia ter 100% de certeza que Deus não exista.

Como cientista, ele acreditava que as probabilidades de existir um criador sobrenatural “seriam muito, muito baixas”.

O biólogo participou de um debate com Williams cujo tema era o papel da religião na vida pública da Grã-Bretanha.

A conversa entre eles foi transmitida pela internet e durou cerca de 100 minutos.

No debate tiveram muitas provocações, mas também respeito mútuo e bom humor, e teve um momento no qual, de acordo com o jornal The Washington Post, Dawkins “surpreendeu o público on-line e que estava no teatro ao fazer a concessão de uma brecha pessoal de dúvida sobre sua convicção de que não há um criador”.


Citando o “espectro de sete pontos de credibilidade teísta”, criado por ele em um dos seus livros, o escritor disse não ser totalmente ateu.

Nessa escala, 1 seria a certeza completa e perfeita de que Deus existe, e 7 seria a completa certeza de que ele não existe. Dawkins então se classificou como 6,9 na própria escala de ateísmo.


O debate foi intermediado pelo filósofo Anthony Kenny, que interveio na afirmação do biólogo perguntando:

“Por que então você não se chama de agnóstico?”.

Diante dessa indagação Dawkins confirmou que essa definição seria melhor.


Essas declarações foram motivo de reações imediatas nas redes sociais e nas mídias tradicionais.

O jornal Washington Post deu como manchete “Richard Dawkins disse que não está completamente seguro que Deus não existe”.


Já o inglês Daily Telegraph esclarece que se alguém não tem certeza que Deus não existe poderia se denominar agnóstico, o que mudaria a maneira como Dawkins passaria a ser visto pela comunidade ateísta mundial.

A reportagem está publicada no sítio Religión Digital - A tradução é do Cepat.

E agora criancinha ?

Shalom !!!

uma criança que não acredita em papai noel
10 de março de 2012 22:28

E o que eu tenho a ver com isso ?
falar que ele não tem certeza que deus existe não muda nada,Richard Dawkins eu um ateu, eu sou outro, acho que vc não leu o livro dele não é ?
haaaaa esqueci a igreja não permite, que peninha.
mais caso vc não saiba citar ateus só prova o quanto vc os adimira, é o quanto os ateus são melhores que vc,
sério, vc é um cara sem argumentos,
só copia e cola textos, que eu já percebi...
vc é um fraco
vc só merece a minha pena e o meu despreso.

10 de março de 2012 23:12

Prezado ateu que age como uma criança mimada e mal educada,

Poxa vida por seus argumentos tão inteligentes estou pensando seriamente em me tornar ateu.


Será que não está na hora dos ATEUS Mudarem esta LADAINHA?


E ainda reclamam quando copiamos e colamos as mesmas respostas para as suas enfadonhas e repetitivas perguntas...


São sempre as mesmas afirmativas:



1)-Deus não existe ( Isto não nos prova absolutamente nada)

2)-Eu não vejo Deus ( Também não o vejo, mas o percebo na criação e na vida).

3)-Quem criou Deus? (Platão afirmou que Deus é a Causa não causada de todas as causas).

4)-Deus é culpado pelo mal e sofrimento(Isto é tirar nossa culpa não acham ?).

5)-Deus não atende meus pedidos.(Os meus e de muitos Ele atende...E agora ?).

6)-Deus não é onipotente...etc etc etc...(Isto também não nos prova nada).


Ateus, qual é a graça de repetir a mesma ladainha????!!!!


E continuam falando mal dos religiosos como se fosse pretexto suficiente para negar Deus, afinal o que vocês querem?


Será que simplesmente querem que todas as pessoas compartilhem da mesma raiva, frustração e dúvida de vocês?

Shalom !!!

11 de março de 2012 11:59

Prezado anônimo que se denomina:Uma criança que não acredita em papai noel,


Em meio à correria da vida moderna, é possível ser rico de tudo, menos de paz, concorda ?.

Por vezes, as tarefas e os compromissos surgem esmagadores.


Na busca de sucesso e de bens materiais, as pessoas perdem a noção do que realmente importa. E às vezes só descobrem estes valores em graves crises existenciais, ou à beira da morte.As horas de trabalho são multiplicadas, talvez desnecessariamente.Para comprar um carro mais novo ou uma casa maior, abre-se mão de um precioso tempo de repouso ou meditação.


A convivência familiar torna-se algo secundário, inútil, alienante e desnecessário para muitos.


Garante-se que os filhos tenham acesso às melhores escolas, mas se abre mão de transmitir-lhes valores.Os jovens são instruídos, mas não educados.


Para lucrar bastante, profissionais deixam de lado a ética, em um jogo de vale tudo, onde os fins justificam meios ilícitos e desonestos.



Com o objetivo de terem companhia, ainda que temporária, muitas mulheres abdicam de sua dignidade feminina.

Para parecerem modernos, jovens aceitam experimentar cigarros, bebidas e drogas.Tudo parece valer a pena, desde que seja possível surgir aos olhos alheios como bem-sucedido.

Entretanto, a alma permanece carente de paz.As conquistas materiais cintilam, mas os seus possuidores adoecem, desenvolvem problemas de sono e distúrbios psicológicos os mais diversos.


São ricos de coisas e de distrações, mas lamentáveis em seu desequilíbrio.Estão conquistando o mundo, mas perdendo-se a si próprios.


Nesse contexto turbulento, convém recordar as palavras de Jesus:Ele ofereceu alívio, repouso, suavidade e leveza.


São genuínos tesouros, que ninguém pode roubar.Oscilações da Bolsa de Valores, desemprego, doenças e traições, nada consegue afetar o verdadeiro equilíbrio espiritual de quem está em Paz com Deus, consigo e com o próximo, faltando uma destas três pernas do equilíbrio espiritual, não teremos paz verdadeira, mas mera ilusão de paz.


Quem adquire paz de espírito em meio as turbulências da vida, jamais a perde.


Mas é importante observar que Jesus não apenas fez o oferecimento,também recomendou que se aprendesse com Ele, que é manso e humilde de coração.Ou seja, é preciso seguir os exemplos do Cristo, a fim de se viver em paz.


Ele enfatizou a importância da brandura e da humildade.Assim, para não se perder nas ilusões mundanas, importa manter-se manso e humilde.


Igualmente convém desenvolver a mansidão de Cristo, não se imaginar em vãos combates ferozes com os nossos semelhantes, que muita vezes estão sendo sinceros, embora sinceramente enganados com vãs filosofias e doutrinas alienantes,materializastes, e desumanizantes, que não nos supre completamente,a nossa sede, de paz,verdade e de infinito, parece sempre ao final estar faltando algo. Nunca sentiu isto ?


Não é preciso vencer a ninguém para ser feliz, eu particularmente, não tenho interesse de vencer ou convencer a ninguém,pois sabemos que toda vez que ganhamos uma disputa perdemos um amigo.E quem convence é o Espírito de Deus e não argumentações humanas.



Havendo dúvida sobre a conduta correta, recordar a figura digna e sábia de Jesus.Como diz Bento XVI: Ter os mesmos sentimentos de Cristo.
Ter em mente os sublimes exemplos do Cristo é o melhor antídoto contra ilusões que apenas causam sofrimentos e escravidões.


Conforma-se, amoldar-se pode não ser fácil,é sempre Meta a ser alcançada, mas elas constituem um jugo suave, na medida em que propiciam a verdadeira paz, que o mundo não pode nos dar, pois assim está escrito:

Eis que vos dou a minha Paz.Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. João 14:27


Pense nisso.

SHALOM !!!

Anônimo
18 de março de 2012 22:47

Mesmo se fosse verdade.

não mostraria que deus criou isso ou aquilo.

você ja deve ter ouvido da falacia , deus das lacunas , ou da falacia do apelo a ignorancia.

isso só pode mostrar que tem algo errado , pois a ciencia se baseia em dados atuais , e em metodos cientificos.

provando que algo desse tipo esteje errado , isso não coloca a possibilidade de uma divindade ter criado. apenas mostra que devemos conseguir mais dados , construir uma teoria mais solida e mais eficaz.

Anônimo
18 de março de 2012 23:01

para debates:
msn: wiu.ferreira@hotmail.com

19 de março de 2012 22:04

Prezado anônimo,

Se quiser debate, só faço em público e às claras para mostrar suas falácias.

Falou, falou e não refutou nada, o que comprova:

Realmente está a cada dia mais difícil para o malabarismo ateu tentar explicar esta enrrolação achológica, pois como explicar dentro deste espaço de tempo evoluções hierárquicas de vários níveis de vida, se a Soma destas evoluções em milhões, ou bilhões de anos , como eles mesmos sustentam ultrapassam em muito este espaço de tempo da criação ?


Se duvidam, façam as contas para cada conjunto de processos evolutivos.

Estude mais o tema e voltemos a conversar.

Shalom !!!

19 de março de 2012 22:13

Percebi que vc gosta de usar a falácia do APELO AO RIDÍCULO:Ridicularizar um argumento como forma de derrubá-lo.

Agindo assim quem cai no ridículo por falta de sustentação em seus argumentos é vc.

Shalom !!!

Anônimo
19 de março de 2012 23:27

Eu não refutei , até porque precisaria pesquisar mais sobre oque foi dito e levaria um tempo muito maior. isso eu concordo.

E eu não ridicularizei seu argumento para derrubalo , algumas refutações eu concordo. não acho que estão erradas.

Mais é nisso que a ciência trabalha , se algo esta errado ela vai la e tenta conserta. só não faz sentido tentar achar uma brecha na ciência para tentar colocar "deus" no meio.

E eu não tentei sustentar nenhum argumento. você esta tentando causar um ataque direto sem motivos.

Apenas não concordei com você usar o "deus das lacunas".

=
Por favor de uma olhada nisso:
http://www.youtube.com/watch?v=IOVWnbiLCUY

2 de abril de 2012 23:25

Prezado ateu anônimo,

Desculpe-me a demora em respondê-lo, é que tenho estado muito ocupado ultimamente e sem condições de responder aos comentários.


É possível ser ateu e estar aberto ao espírito. Mas o ateu militante, doutrinário, intransigente, opta pela recusa peremptória do mistério, deleitando-se no ódio ao espírito, na ânsia de fechar a porta do desconhecido para melhor mandar no mundo conhecido.


Dostoiévsky e Nietzsche bem viram que, abolida a transcendência, só o que restava era a vontade de poder.

Aquele que proíbe olhar para cima faz de si próprio o topo intransponível do universo. É uma ironia trágica que tantos adeptos nominais da liberdade busquem realizá-la através da militância anti-religiosa.


Concordo que as religiões podem ter-se tornado violentas e opressivas ocasionalmente, mas a anti-religião é totalitária, excludente e muito mais intolerante.


Não é uma coincidência que a Revolução Francesa tenha matado dez vezes mais gente em um ano do que a Inquisição Espanhola em quatro séculos, evidente que não quero com isto justificar os abusos da última.

Shalom !!!

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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