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RESSURREIÇÃO DA CARNE ? FATO SIMBÓLICO OU REALIDADE ESCATOLÓGICA ?

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 12 de dezembro de 2010 | 13:36

"Creio na ressurreição da carne"









1)-Como irão ressuscitar as pessoas que morreram cremadas, ou queimadas ?

2)-Para que dois Juizos ? Um Particular e um Final ? Isto tem base bíblica ?

3)- Se vamos ressuscitar no mesmo corpo, ressuscitaremos com a mesma aparência e defeitos de antes ?...



Nada mais infantil e deturpado que imaginar a RESSURREIÇÃO DOS MORTOS como uma comparação do thriller de  Michael Jackson, isto seria uma visão reducionista e infundada, sem a menor  base bíblico-teológica correta.

O MAGISTÉRIO "OFICIAL" DA IGREJA CATÓLICA É MUITO CLARO E ESCLARECEDOR SOBRE ESTE TEMA ( AO CONTRÁRIO DAS ACHOLOGIAS DE TEÓLOGOS, PADRES E ATÉ ALGUNS BISPOS):

§988 O Credo cristão - profissão de nossa fé em Deus Pai, Filho e Espírito Santo, e em sua ação criadora, salvadora e santificadora - culmina na proclamação da ressurreição dos mortos, no fim dos tempos e na vida eterna.


§989 Cremos firmemente - e assim esperamos - que, da mesma forma que Cristo ressuscitou verdadeiramente dos mortos, e vive para sempre, assim também, depois da morte, os justos viverão para sempre com Cristo ressuscitado e que Ele os ressuscitará no último dia. Como a ressurreição de Cristo, também a nossa será obra da Santíssima Trindade:

Se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vós, aquele que ressuscitou Cristo Jesus dentre os mortos dar vida também aos vossos corpos mortais, mediante o seu Espírito que habita em vós (Rm 8,11).

§990 O termo "carne" designa o homem em sua condição de fraqueza e de mortalidade. A "ressurreição da carne" significa que após a morte não haverá somente a vida da alma imortal, mas que mesmo os nossos "corpos mortais" (Rm 8,11) readquirirão vida.

§991 Crer na ressurreição dos mortos foi, desde os inícios, um elemento essencial da fé cristã. "Fiducia christianorum resurrectio mortuorum; ilíam credentes, sumus - A confiança dos cristãos é a ressurreição dos mortos; crendo nela, somos cristãos":
Como podem alguns dentre vós dizer que não há ressurreição dos mortos? Se não há ressurreição dos mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação é vazia é também a vossa fé. Mas não! Cristo ressuscitou dos mortos, primícias dos que adormeceram (1Cor 15,12-14-.20).

§992 A ressurreição dos mortos foi revelada progressivamente por Deus a seu povo. A esperança na ressurreição c corporal dos mortos foi-se impondo corno uma conseqüência intrínseca da fé em um Deus criador do homem inteiro, alma e corpo. O criador do céu e da terra é também aquele que mantém fielmente sua aliança com Abraão e sua descendência. E nesta dupla perspectiva que começará a exprimir-se a fé na reação. Nas provações, os mártires Macabeus confessam:

O Rei do mundo nos fará ressurgir para uma vida eterna, a nós que morremos por suas leis (2Mc 7,9). É desejável passar para a outra vida pelas mãos dos homens, tendo da parte de Deus as esperanças de ser um dia ressuscitado por Ele (2Mc 7,14).

§993 Os fariseus e muitos outros contemporâneos do Senhor esperavam a ressurreição. Jesus a ensina com firmeza. Aos saduceus que a negam, ele responde: "Não é por isto que errais, desconhecendo tanto as Escrituras como o poder de Deus?" (Mc 12,24). A fé na ressurreição baseia-se na fé em Deus, que "que não é um Deus dos mortos, mas dos vivos" (Mc 12, 27).

§994 Mais ainda: Jesus liga a fé na ressurreição à sua própria pessoa: "Eu sou a ressurreição e a vida" (Jo 11,25). É Jesus mesmo quem, no último dia, há de ressuscitar os que nele tiveram crido e que tiverem comido seu corpo e bebido seu sangue. Desde já, Ele fornece um sinal e um penhor disto, restituindo a vida a certos mortos, anunciando com isso sua própria ressurreição, que no entanto será de outra ordem. Deste acontecimento único Ele fala como do "sinal de Jonas", do sinal do templo: anuncia sua ressurreição, que ocorrerá no terceiro dia depois de ser entregue à morte.

§995 Ser testemunha de Cristo é ser "testemunha de sua ressurreição" (At 1,22), "ter comido e bebido com Ele após sua ressurreição dentre os mortos" (At 10,41). A esperança cristã na ressurreição está toda marcada pelos encontros com Cristo ressuscitado. Ressuscitaremos como Ele, com Ele, por Ele.

§996 Desde o início, a fé cristã na ressurreição deparou com incompreensões e oposições. "Em nenhum ponto a fé cristã depara com mais contradição do que em torno da ressurreição da carne." Aceita-se muito comumente que depois da morte a vida da pessoa humana prossiga de um modo espiritual. Mas como crer que este corpo tão manifestamente mortal possa ressuscitar para a vida eterna?

§997 Que é "ressuscitar"? Na morte, que é separação da alma e do corpo, o corpo do homem cai na corrupção, ao passo que sua alma vai ao encontro de Deus, ficando à espera de ser novamente unida a seu corpo glorificado. Deus, em sua onipotência, restituirá definitivamente a vida incorruptível a nossos corpos, unindo-os às nossas almas, pela virtude da Ressurreição de Jesus.

§998 Quem ressuscitará ? Todos os homens que morreram: "Os que tiverem feito o bem (sairão) para uma ressurreição de vida; os que tiverem praticado o mal, para uma ressurreição de julgamento" (Jo 5,29).

§999 De que maneira? Cristo ressuscitou com seu próprio corpo: "Vede as minhas mãos e os meus pés: sou eu!" (Lc 24,39). Mas ele não voltou a uma vida terrestre. Da mesma forma, nele" ressuscitarão com seu próprio corpo, que têm agora"; porém, este corpo será "transfigurado em corpo de g1ória", em "corpo espiritual" (1Cor 15, 44):

Mas, dirá alguém, como ressuscitam os mortos? Com que corpo voltam? Insensato! O que semeias não readquire vida a não ser que morra. E o que semeias não é o corpo da futura planta que deve nascer, mas um simples grão de trigo ou de qualquer outra espécie (...) Semeado corruptível, o corpo ressuscita incorruptível (...) os mortos ressurgirão incorruptíveis. (...) Com efeito, é necessário que este ser corruptível revista a incorruptibilidade e que este ser mortal revista a imortalidade (1Cor 15,35-37.42.52-53).

§1000 Este "corno" ultrapassa nossa imaginação e nosso entendimento, sendo acessível só na fé. Nossa participação na Eucaristia, no entanto, já nos dá um antegozo da transfiguração de nosso corpo por Cristo:
Assim como o pão que vem da terra, depois de ter recebido a invocação de Deus, não é mais pão comum, mas Eucaristia, Constituída por duas realidades, uma terrestre e a outra celeste, da mesma forma os nossos corpos que participam da Eucaristia não são mais corruptíveis, pois têm a esperança da ressurreição.

§1001 Quando? Definitivamente "no último dia" (Jo 6,39-40.44-54); "no fim do mundo". Com efeito, a ressurreição dos mortos está intimamente associada à Parusia de Cristo:
Quando o Senhor, ao sinal dado, à voz do arcanjo e ao som da trombeta divina, descer do céu, então os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro (1Ts 4,16).

§1002 Se é verdade que Cristo nos ressuscitará "no último dia", também que, de certo modo, já ressuscitamos com Cristo. Pois, graças ao Espírito Santo, a vida cristã é, já agora na terra, uma participação na morte e na ressurreição de Cristo:

Fostes sepultados com Ele no Batismo, também com Ele ressuscitastes, pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos. (...) Se, pois, ressuscitastes com Cristo, procurai as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus (Cl 2,12;3,1).

§1003 Unidos a Cristo pelo Batismo, os crentes já participam realmente na vida celeste de Cristo ressuscitado, mas esta vida permanece "escondida com Cristo em Deus" (Cl 3,3). "Com ele nos ressuscitou e fez-nos sentar nos céus, em Cristo Jesus" (Ef 2,6). Nutridos com seu Corpo na Eucaristia, já pertencemos ao Corpo de Cristo. Quando ressuscitarmos, no último dia, nós também seremos "manifestados com Ele cheios de glória" (Cl 3,3).

§1004 Enquanto aguardam esse dia, o corpo e a alma do crente participam desde já da dignidade de ser "de Cristo"; daí a exigência do respeito para com seu próprio corpo, mas também para com o de outrem, particularmente quando este sofre:
O corpo é para o Senhor, e o Senhor é para o corpo. Ora, Deus, que ressuscitou o Senhor, ressuscitará também a nós por seu poder. Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo? (...) Não pertenceis a vós mesmos. (...) Glorificai, portanto, a Deus em vosso corpo (1Cor 6,5.19-20).

§1005 Para ressuscitar com Cristo é preciso morrer com Cristo, é preciso "deixar a mansão deste corpo para ir morar junto do Senhor" (2 Cor 5,8). Nesta "partida" que é a morte, a alma é separada do corpo. Ela será reunida a seu corpo no dia da ressurreição dos mortos.

§1006 "É diante da morte que o enigma da condição humana atinge seu ponto mais alto." Em certo sentido, a morte corporal é natural; mas para a fé ela é na realidade "salário do pecado" (Rm 6,23). E, para os que morrem na graça de Cristo, é uma participação na morte do Senhor, a fim de poder participar também de sua Ressurreição.

§1007 A morte é o termo da vida terrestre. Nossas vidas são medidas pelo tempo, ao longo do qual passamos por mudanças, envelhecemos e, como acontece com todos os seres vivos da terra, a morte aparece como o fim normal da vida. Este aspecto da morte marca nossas vidas com um caráter de urgência: a lembrança de nossa mortalidade serve também para recordar-nos de que temos um tempo limitado para realizar nossa vida:

Lembra-te de teu Criador nos dias de tua mocidade (...) antes que o pó volte à terra donde veio, e o sopro volte a Deus, que o concedeu (Ecl 12,1.7).

§1008 A morte é conseqüência do pecado. Intérprete autêntico das afirmações da Sagrada Escritura e da tradição, o magistério da Igreja ensina que a morte entrou no mundo por causa do pecado do homem. Embora o homem tivesse uma natureza mortal, Deus o destinava a não morrer. A morte foi, portanto, contrária aos desígnios de Deus criador e entrou no mundo como conseqüência do pecado. "A morte corporal, à qual o homem teria sido subtraído se não tivesse pecado", é assim "o último inimigo" do homem a ser vencido (1 Cor 15,26).

§1009 A morte é transformada por Cristo. Jesus, o Filho de Deus sofreu também Ele a morte, própria da condição humana. Todavia, apesar de seu pavor diante dela, assumiu-a em um ato de submissão total e livre à vontade de seu Pai. A obediência de Jesus transformou a maldição da morte em bênção.

§1010 Graças a Cristo, a morte cristã tem um sentido positivo. "Para mim, a vida é Cristo, e morrer é lucro" (Fl 1,21). "Fiel é esta palavra: se com Ele morremos, com Ele viveremos" (2Tm 1,11). A novidade essencial da morte cristã está nisto: pelo Batismo, o cristão já está sacramentalmente "morto com Cristo", para Viver de uma vida nova; e, se morrermos na graça de Cristo, a morte física consuma este "morrer com Cristo" e completa, assim, nossa incorporação a ele em seu ato redentor:
É bom para mim morrer em ("eis") Cristo Jesus, melhor do que reinar até as extremidades da terra. É a Ele que procuro, Ele que morreu por nós: é Ele que quero, Ele que ressuscitou por nós. Meu nascimento aproxima-se. (...) Deixai-me receber a pura luz; quando tiver chegado lá, serei homem.

§1011 Na morte, Deus chama o homem a si. É por isso que o cristão pode sentir, em relação à morte, um desejo semelhante ao de São Paulo: "O meu desejo é partir e ir estar com Cristo" (Fl 1,23); e pode transformar sua própria morte em um ato de obediência e de amor ao Pai, a exemplo de Cristo:
Meu desejo terrestre foi crucificado; (...) há em mim uma água viva que murmura e que diz dentro de mim: "Vem para o Pai".
Quero ver a Deus, e para vê-lo é preciso morrer.
Eu não morro, entro na vida.

§1012 A visão cristã da morte é expressa de forma privilegiada na liturgia da Igreja:
Senhor, para os que crêem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E, desfeito nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível.

§1013 A morte é o fim da peregrinação terrestre do homem, do tempo de graça e de misericórdia que Deus lhe oferece para realizar sua vida terrestre segundo o projeto divino e para decidir seu destino último. Quando tiver terminado "o único curso de nossa vida terrestre", não voltaremos mais a outras vidas terrestres. "Os homens devem morrer uma só vez" (Hb 9,27). Não existe "reencarnação" depois da morte.



RESSURREIÇÃO DA CARNE: O QUE ESSA ALMA GANHA COM ISSO?




Por Prof. Rui Machado
Publicado em 22/10/2007
FONTE: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:liguAEKfaxYJ:www.veritatis.com.br/article/4558+como+ser%C3%A1+ressurrei%C3%A7%C3%A3o+da+carne+%3F+d.estev%C3%A3o+betencurt&cd=2&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
Sou católico, creio em todos os artigos do Credo totalmente, contudo, isto não me impede de fazer certas conjecturas, como por exemplo, sobre o 11º artigo do Credo: "Creio na ressurreição da carne". O cristão ao morrer, que procurou viver a vida em estado de graça, livre de pecados, em fim aquele que morreu santamente, como muitos santos, é de se esperar que ele seja contemplado, de imediato, com a maior das felicidades, isto é, a visão beatífica de Deus; a felicidade total, completa. Correto?

Não é na alma que estão as faculdades; inteligência, vontade e sensibilidade?

Ora, o que possa ser acrescentado a pessoa que já possue a visão beatífica de Deus; a total felicidade, a ressurreição do seu corpo físico? O que essa alma ganha com isso?

Eu bem sei que o ser humano é composto de corpo e de uma alma imortal, não é um puro espírito, não é um anjo. Mas, eu insisto: se essa alma está totalmente, plenamente, feliz gozando da visão beatífica de Deus que pode ainda ser acrescentado com a ressurreição do seu corpo físico? Que ela ganha com isso?

Bem sei que esse corpo será glorioso, não vai precisar se alimentar, não vai precisar dormir, de nenhuma necessidade fisiológica, embora continue tendo os seus orgão internos. Um corpo, obrigatóriamente, tem que ocupar um lugar no espaço.   

Atualmente existe no mundo seis bilhões de habitantes, outros tantos inumeros bilhões viveram neste mundo desde Adão, todo esse aglomerado de pessoas deverá estar presentes no juizo final, ocupando uma imensa area. Os eleitos já sabem que estão salvos, que estão junto de Deus para sempre, os condenados também estão sabendo qual é o seu destino, nada vai mudar, o julgamento será só para aqueles que presenciaram o fim do mundo ou o fim dos tempos, que chegaram até lá?

O próprio Credo é um mistério que tem que ser aceito pela fé, mas, nada nos impede de fazer reflexões sobre ele. Teologia não é isso?

O que vai ser acrescentado ao santo após a ressurreição do seu corpo?


Caríssimo,

Sou católico, creio em todos os artigos do Credo totalmente, contudo, isto não me impede de fazer certas conjecturas, como por exemplo, sobre o 11º artigo do Credo: "Creio na ressurreição da carne". O cristão ao morrer, que procurou viver a vida em estado de graça, livre de pecados, em fim aquele que morreu santamente, como muitos santos, é de se esperar que ele seja contemplado, de imediato, com a maior das felicidades, isto é, a visão beatífica de Deus; a felicidade total, completa. Correto?

Não é na alma que estão as faculdades; inteligência, vontade e sensibilidade?
Ora, o que possa ser acrescentado a pessoa que já possue a visão beatífica de Deus; a total felicidade, a ressurreição do seu corpo físico? O que essa alma ganha com isso?

Existem dois tipos de bem-aventurança: a bem-aventurança essencial e a bem-aventurança acidental. A bem-aventurança essencial consiste na visão de Deus, como o senhor mesmo disse, completa. Mas nada impede que Deus agracie a alma com dons acessórios como, por exemplo, a felicidade de interceder por nós. Assim, podemos crer que faça parte também da bem-aventurança acidental que os corpos glorificados sejam devolvidos aos homens,

Há dois tipos de justificativa para a ressurreição: uma de natureza filosófica e outra de natureza teológica. A primeira se baseia no fato de que o homem é um ser híbrido, dotado de corpo e alma, e para isso Deus o criou, quando o dotou no início dos dons preternaturais. Para o cristão, o homem não é só alma, mas alma e corpo como constituíndo uma única substância, um único indivíduo: a alma é a forma substancial do corpo, forma esta que não prescinde do corpo, embora possa existir sem este. O homem não é um anjo, uma forma pura, mas distingue-se dos anjos na sua essência, naquilo que é.

A outra razão nos é dada ainda pelo teólogo Dom Estevão Bettencourt, em “A vida que começa com a morte”:

“a ressurreição dos cristãos é conseqüência de sua união com Cristo no Corpo Místico. Se tão íntima foi a nossa solidariedade com o primeiro Adão que todos dele herdamos a morte, espiritual e corporal, não menos estreita pode ser a nossa união com o segundo Adão, d’Este, portanto, havemos de herdar a vida, tanto espiritual, como corporal, e vida muito mais rica do que a que perdemos por obra do primeiro homem; na dispensação da salvação, Deus quis seguir uma norma estupenda: “Onde abundou o pecado, superabundou a graça.” (Rom 5,20)”

Os corpos ressuscitados terão essas três características:

1) Identidade numérica com a carne anteriormente mortal: haverá identidade não apenas específica, mas numérica, entre a carne ressuscitada e a carne mortal. E, então, os teólogos propõem duas soluções para o problema:

a)       Bastará que uma parte da matéria que compunha o antigo corpo entre no novo organismo, e o que vier a faltar Deus suprirá como quando da multiplicação dos pães e dos peixes. Alguns teólogos como Santo Tomás, São Boaventura, Scoto e Suárez são de opinião que os anjos colaborarão reunindo as cinzas dos justos dispersas. Suárez pensa que serão recolhidas por seus próprios anjos da guarda, ao passo que as dos réprobos pelos demônios.
b)       Teólogos recentes tem dito que a forma que torna a matéria corresponde a tal forma, portanto, Deus haveria de recompor os corpos a partir da matéria-prima, pura potência, a qual seria indiferente, não reteria suas notas individuantes anteriores. A matéria recomposta seria, através da forma, totalmente identificável com a do corpo anterior.

2) Incorruptibilidade.

3) Integridade

4) Impassibilidade

5) Fulgor

6) Agilidade

7) Sutilidade

Todas essas características e qualidades são deduzidas considerando o próprio Corpo glorioso de Cristo. Poderemos em um estudo mais aprofundado, comentar melhor sobre todas elas, mas acrescentaremos que algumas são trancendentais e outras são comuns a todos os corpos ressuscitados, incluindo os réprobos. Os corpos dos santos serão dotados de diferentes graus de glória (fulgor ou brilho).

“Adão, todo esse aglomerado de pessoas deverá estar presentes no juizo final, ocupando uma imensa area. Os eleitos já sabem que estão salvos, que estão junto de Deus para sempre, os condenados também estão sabendo qual é o seu destino, nada vai mudar, o julgamento será só para aqueles que presenciaram o fim do mundo ou o fim dos tempos, que chegaram até lá?.”

Diz Dom Estevão:

“Não resta dúvida de que, logo após a morte, as ações de cada indivíduo já são julgadas; o currículo de sua vida lhe é por inteiro apresentado sob a luz de Deus. Todavia, não basta esta tomada de consciência no foro privado apenas; já que todo indivíduo, segundo o plano divino, vive em comunhão, por vezes invisível a nós, de méritos e deméritos com os seus semelhantes, a ordem reta das coisas pede seja revelado, no fim dos tempos, em que grau cada homem é devedor ao seu próximo...

É preciso acrescentar que, no juízo final, não somente os homens como indivíduos, mas também os povos como tais, serão considerados. Sim, cada povo como tal traz uma parte própria de responsabilidade no desenvolvimento da História...”

Creio que isso esclarece em termos breves a importância e o significado do juízo final. Lamentamos aqui não poder transcrever todo o livro, mas recomendamos altamente a sua leitura: “A vida que começa com a morte”, do teólogo Dom Estevão Bettencourt.

Juízo Final, a Ressurreição dos Corpos e Novo Céu e Nova Terra
http://gentedefe.com/marcosrocha/2009/08/26/juizo-final-a-ressurreicao-dos-corpos-e-novo-ceu-e-nova-terra-marcos-rocha/
Posted by marcosrocha 26/08/2009 @ 14:24 ESCATOLOGIA (julgamento, pós-morte e fim dos tempos)
Está na Bíblia e na Tradição: no fim dos tempos, juntamente com a ressurreição da carne, o mundo será renovado. O mundo foi afetado pela desordem do pecado do homem e será restaurado em sua ordem por Deus, na consumação dos tempos.
Em outro artigo, dissemos o seguinte a respeito do Juízo Final, que acontecerá no fim dos tempos:
“(…)   No fim dos tempos, as almas serão objetos de um segundo juízo: o final ou universal. Neste juízo, não existe um “recurso” do juízo particular. Não cabe qualquer apelação. A “sentença” – podemos dizer grosseiramente assim – já foi determinada. No Juízo Final, acontecerá a justiça final de Deus, com a segunda vinda de Cristo, a ressurreição dos corpos e a restauração do mundo, com “novos céus e novas terras”. Os bons ressuscitarão para a vida eterna e os maus, para o tormento eterno. E cada alma conhecerá os pecados das outras, para que haja transparência e justiça exatas.  Portanto, não existem dois juízos, porém duas etapas complementares. Ou existem dois juízos, mas um único julgamento para cada alma, sem recurso ou apelação.(…)”
Tudo será esclarecido. Todos os eventos de grande porte da história da humanidade deserão elucidados à luz da sabedoria divina. Em primeira instância, sabemos que Deus não quer o mal nem muito menos o produz. O mal é conseqüência do livre-arbítrio humano. Porém Deus,  que tudo pode, consegue tirar dos males produzidos pelos homens, bens ainda maiores.
Antes da renovação dos céus e da terra, devemos entender o que acontecerá com as almas que estão em comunhão com Deus. Elas receberão corpos gloriosos, como Jesus Cristo e Maria Santíssima. É o que chamamos no Credo de “ressurreição da carne”. Esta esperança é bíblica e estes corpos possuem dons especiais (chamados sobrenaturais), a saber: (reproduziremos um trecho de um de nossos artigos já publicados)
“(…) Por fim, sabemos que a graça santificante/ filiação divina é restabelecida no batismo, contudo, assim como o pecado entrou no mundo através de Adão e a salvação, através de Jesus, sabemos que Deus, sendo Bom, nos preparou, após nossa peregrinação terrestre, e nossa adesão a Cristo, dons maiores que os preternaturais. Após a morte, seremos salvos, graças a Cristo. Receberemos corpos gloriosos ou espirituais. É o que está em Fl  3,21 e em 1 Cor 15,41-44, por exemplo. Teremos os chamados dons sobrenaturais, que compreendem:
             a) a impassibilidade: o corpo estará submetido à alma racional, que estará submetida perfeitamente a Deus. Não haverá mais doenças, ferimentos, fadiga, sono, frio ou calor. Implica em eterna saúde, bem-estar inalterável, pois o domínio do homem sobre o corpo será perfeito.
             b) a sutileza:  implica o poder de aparecer e desaparecer, assim como o de penetrar através dos corpos sólidos, como Jesus ressuscitado fez (Jo 20,19-26). Como dito sobre a impassibilidade, o corpo estará submetido à alma racional, que estará submetida perfeitamente a Deus. O domínio do homem sobre o corpo será perfeito, conferindo o efeito em sua parte corpórea de algo da natureza dos espíritos, os quais chamamos sutis. Como Cristo ressuscitado, os corpos serão palpáveis, mantendo a consistência desta terra.
             c) a agilidade: Também como conseqüência deste domínio perfeito sobre o corpo, haverá um efeito também sobrenatural sobre o movimento. A agilidade livrará o corpo do seu peso e ele poderá ir para onde deseja a alma com uma facilidade e velocidade incomparáveis.
             d) a claridade : como um jorro de glória sobre o corpo humano (Mt 13,41; Ap 21,23). Esta claridade é fruto da visão beatífica. Jesus tinha este atributo e os demais, contudo, suspendera a impassibilidade (para sofrer por nós na cruz) e a claridade. Só a deixou ver por ocasião da transfiguração (Mt 17), a três dos apóstolos – Pedro, Tiago e João.
Enfim, como acontece atualmente em nossas vidas, Deus conseguiu tirar de um mal – o pecado original – um bem ainda maior, um presente ainda maior para seus filhos, pois os dons sobrenaturais são infinitamente superiores aos preternaturais, da santidade/ justiça original. (…)”
Diante de um espiritualismo desequilibrado que tem completa aversão à matéria (o que contradiria Jesus, que ressuscitou com seu corpo e o glorificou), criou-se ao longo dos séculos uma mentalidade primitiva de que o final dos tempos culminaria com o fim material do planeta. No séc. II d.C, os gnósticos dualistas assim pensavam, por exemplo.  No séc. XV, Zanino de Sólcia e até alguns protestantes de nosso tempo.
O Magistério da Igreja Católica, baseado no poder das chaves dado a Pedro por Jesus  (Mt 16,16s) e que indica o poder de desligar e ligar, de autoridade doutrinal cristã, se manifestou. Em um sínodo de Constantinopla, em 543 d.C., foi promulgado o seguinte:
Se alguém disser que o juízo futuro implicará na destruição total do mundo corpóreo, sendo o fim de todas as criaturas separar-se da matéria, de sorte que na vida futura nada fique de material, mas apenas subsistam puros espíritos, seja anátema (cânono 11)”
Pio II, no dia 14/novembro/1459, contra Zanino, disse:
O mundo se consumirá e terminará por um processo natural; o calor do sol há de absorver a umidade da terra e do ar, de modo que os elementos do mundo se incendeiem (D,-S.nº 1361 [717[).N
Ou seja, o mundo material pode até ser destruído, mas isto não está vinculado necessariamente com a consumação dos tempos.
A renovação do mundo e não a destruição do mundo, é aludida na carta de Pedro:
13. Nós, porém, segundo sua promessa, esperamos novos céus e uma nova terra, nos quais habitará a justiça.” (2 Pd 3,13)
E também profetizada por Isaías, no Antigo Testamento:
17. Pois eu vou criar novos céus, e uma nova terra; o passado já não será lembrado, já não volverá ao espírito,” (Is 65,17)
“22. Pois, assim como os novos céus e a nova terra que vou criar devem subsistir diante de mim, declara o Senhor, assim devem subsistir vossa raça e vosso nome.” (Is 66,22)
No Apocalipse, tal renovação é referida por João:
1. Vi, então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra desapareceram e o mar já não existia.” (Ap 21,1)
Em Atos, Pedro a chama de “restauração universal”:
21. É necessário, porém, que o céu o receba até os tempos da restauração universal, da qual falou Deus outrora pela boca dos seus santos profetas.” (At 3,21)
Diante de todos estes dados,  o mundo irracional foi associado ao homem em íntima comunhão de sorte, como diz D. Estevão Bettencourt. Este mundo, a natureza, enfim, tudo estaria também sujeito a corrupção e a desordem, assim como o homem, seu corpo e alma.
São Paulo diz aos romanos:
18. Tenho para mim que os sofrimentos da presente vida não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada.
19. Por isso, a criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus.
20. Pois a criação foi sujeita à vaidade (não voluntariamente, mas por vontade daquele que a sujeitou),
21. todavia com a esperança de ser também ela libertada do cativeiro da corrupção, para participar da gloriosa liberdade dos filhos de Deus.” (Rm 8,18-21)
A criação ficou sujeita à vaidade, ao pecado, por causa do homem. Em suas parábolas, Jesus já mostrava o valor transfigurado das criaturas, os pássaros, os lírios, a videira, o sal, a luz … são imagens ilustrativas do Reino de Deus, na mente de Cristo.
Enfim, a renovação do mundo e de suas criaturas parece ser uma certeza. Uma vez restauradas todas as criaturas, participando cada qual, segundo sua capacidade, da glória do Senhor, São Paulo diz que Cristo entregará o reino deste mundo ao Pai.
24. Depois, virá o fim, quando entregar o Reino a Deus, ao Pai, depois de haver destruído todo principado, toda potestade e toda dominação.
25. Porque é necessário que ele reine, até que ponha todos os inimigos debaixo de seus pés.
26. O último inimigo a derrotar será a morte, porque Deus sujeitou tudo debaixo dos seus pés.
27. Mas, quando ele disser que tudo lhe está sujeito, claro é que se excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas.
28. E, quando tudo lhe estiver sujeito, então também o próprio Filho renderá homenagem àquele que lhe sujeitou todas as coisas, a fim de que Deus seja tudo em todos.” (1 Cor 15, 24-28)
A morte e as penas devidas ao pecado terão domínio sobre as criaturas. Jesus Cristo, então, apresentará o mundo inteiro restaurado a Deus Pai, a fim de que a Majestade do pai, mediante Cristo, seja glorificada por todas as criaturas, quer espirituais, quer materiais.
Aliás, não seria absurdo a criação, tão bela já neste tempo, ser destruída e desaparecer… e não ser restaurada, salva do pecado que o homem cometeu?
Mas como será tal renovação?
Os cientistas admitem várias maneiras deste fim do mundo acontecer, mas não podem assinalar, com precisão, qual delas se efetivará.
As passagens de catástrofes finais da Bíblia possue sentido apocalíptico e não podem ser tomadas ao pé da letra (Mt 24,29-31; Mc 13,24-27; Lc 21,25-28; 2 Pd 3,3-13).
29. Logo após estes dias de tribulação, o sol escurecerá, a lua não terá claridade, cairão do céu as estrelas e as potências dos céus serão abaladas.
30. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem. Todas as tribos da terra baterão no peito e verão o Filho do Homem vir sobre as nuvens do céu cercado de glória e de majestade.
31. Ele enviará seus anjos com estridentes trombetas, e juntarão seus escolhidos dos quatro ventos, duma extremidade do céu à outra.” (Mt 24,29-31)
24. Naqueles dias, depois dessa tribulação, o sol se escurecerá, a lua não dará o seu resplendor;
25. cairão os astros do céu e as forças que estão no céu serão abaladas.
26. Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória.
27. Ele enviará os anjos, e reunirá os seus escolhidos dos quatro ventos, desde a extremidade da terra até a extremidade do céu.” (Mc 13,24-27)
25. Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido do mar e das ondas.
26. Os homens definharão de medo, na expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As próprias forças dos céus serão abaladas.
27. Então verão o Filho do Homem vir sobre uma nuvem com grande glória e majestade.
28. Quando começarem a acontecer estas coisas, reanimai-vos e levantai as vossas cabeças; porque se aproxima a vossa libertação.” (Lc 21,25-28)
3. Sabei antes de tudo o seguinte: nos últimos tempos virão escarnecedores cheios de zombaria, que viverão segundo as suas próprias concupiscências.
4. Eles dirão: Onde está a promessa de sua vinda? Desde que nossos pais morreram, tudo continua como desde o princípio do mundo.
5. Esquecem-se propositadamente que desde o princípio existiam os céus e igualmente uma terra que a palavra de Deus fizera surgir do seio das águas, no meio da água,
6. e deste modo o mundo de então perecia afogado na água.
7. Mas os céus e a terra que agora existem são guardados pela mesma palavra divina e reservados para o fogo no dia do juízo e da perdição dos ímpios.
8. Mas há uma coisa, caríssimos, de que não vos deveis esquecer: um dia diante do Senhor é como mil anos, e mil anos como, um dia.
9. O Senhor não retarda o cumprimento de sua promessa, como alguns pensam, mas usa da paciência para convosco. Não quer que alguém pereça; ao contrário, quer que todos se arrependam.
10. Entretanto, virá o dia do Senhor como ladrão. Naquele dia os céus passarão com ruído, os elementos abrasados se dissolverão, e será consumida a terra com todas as obras que ela contém.
11. Uma vez que todas estas coisas se hão de desagregar, considerai qual deve ser a santidade de vossa vida e de vossa piedade,
12. enquanto esperais e apressais o dia de Deus, esse dia em que se hão de dissolver os céus inflamados e se hão de fundir os elementos abrasados!
13. Nós, porém, segundo sua promessa, esperamos novos céus e uma nova terra, nos quais habitará a justiça.” (2 Pd 3,3-13)

A mensagem do texto de S.Pedro, por exemplo, lembra do dilúvio do Antigo Testamento (Gn 6-9). Após este, o mundo atual se iniciou. Os falsos doutores estão errados, pois a criação não é  a mesma desde o início do mundo. O apóstolo S. Pedro diz que esta destruição pela água e posterior renovação é prenúncio da destruição e renovação da terra que se dará no fim dos tempos, ressalvando que o instrumento de catástrofe será o FOGO. 
Como já dito, no versículo 10 temos a destruição, mas no versículo 13 a restauração de céus e terra , onde os justos habitarão, pois o justo é aquele que vive da fé (Rm 1,17b).
O que interessou ao apóstolo não foi a descrição científica do fim do mundo, mas ensinar que haverá tal consumação.
Louvado seja N.S. Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!
Paz e Bem!
Fonte de Pesquisa: Curso de Novíssimos ou Escatologia, D. Estevao T Bettencourt.
































































































































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Anônimo
14 de setembro de 2011 10:33

Onipotência faz do pó surgir Adão, da cinza sairia o que bem entenda.

A molécula química é conta, pois então as guarde em forma de dados e transmita a velocidade da luz para uma estrela distante que o backup do seu DNA fica mantido em segurança.

As memórias são transmissão de impulsos elétricos também registrados em hardware no cérebro, antes de dormir faça upload do que viveu que no máximo perde 24 horas de informação caso tenha que recuperar em caso de acidente.

Tudo isto permite você se tornar onipresente, pois poderá fazer a união das informações num único local, exemplo google, yahoo respostas, e se precisa de alguma informação para o vestibular de amanhã faça download enquanto assiste anime.

A vida foi feita para ser boa, e depois de boa ela deve ser melhorada ainda mais.

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