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Leandro Narloch: Os índios não estão nem ai para preservação da natureza!

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 17 de abril de 2022 | 16:12

 


 

 

SEM FLOREIOS! Os Índios no Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil

 

 

 

 

O Site Mimoso In Foco trouxe nesta edição a aqui reproduzida, uma apresentação de forma diferenciada do Livro “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”, do escritor *Leandro Narloch. Foi retirado do primeiro capítulo dedicado aos ÍNDIOS os principais assuntos aqui abordados. O livro desmistifica heróis e conta a nossa história como realmente é! Em 64 páginas relacionadas somente aos ÍNDIOS, foi feito um resumo onde o escritor nos mostra, através de fontes bibliográficas, que nem sempre o que é ensinado para os alunos nos bancos escolares são verdades absolutas!

 

 

 

1)-ÍNDIOS: ALIADOS DE GUERRA COM OS BRANCOS

 

 

 

“A colonização foi marcada também por escolhas e preferências dos índios, que os portugueses, em número muito menor e precisando de segurança para instalar suas colônias, diversas vezes acataram. Muitos índios foram amigos dos brancos, aliados em guerras, vizinhos que se misturaram até virar a população brasileira de hoje”. pág 33.

 

 


2)-ÍNDIOS QUERIAM SE MISTURAR!

 



“Em pleno período colonial, muitos índios deviam achar bem chato viver nas tribos ou nas aldeias dos padres. Queriam mesmo era ficar com os brancos, misturar-se a eles e desfrutar das novidades que traziam”. pág 33.

 

 

 

3)-EM COMUM ACORDO COM OS ÍNDIOS NA COLONIZAÇÃO

 

 

 

“Uma das concepções mais erradas sobre a colonização do Brasil é acreditar que os portugueses fizeram tudo sozinho! Na verdade, eles precisavam de índios para arranjar comida entrar no mato à procura de ouro, defender-se das tribos hostis e até mesmo para estabelecer acampamentos na costa”. pág. 34.

 


 

4)- O QUE FAZER PARA QUE OS ÍNDIOS NÃO SE IRRITASSEM?

 

 

 

“Seu grupo está entre 20 ou 30 pessoas, eles em milhares, mesmo com espadas e arcabuzes sua munição é limitada, o carregamento é demorado e não contém os milhares de flechas que eles possuem. Numa condição dessas, é provável que você sentisse medo ou que pelo menos preferisse evitar conflitos. Faria algumas concessões para que aquela multidão de pessoas estranhas não se irritassem”. pág. 36.

 

 

 

 

5)-MUITOS SÓ QUERIAM DEVORAR CARNE HUMANA (IGUARIA MUITO APRECIADA NESSE MEIO)!

 



 


 



“Naquela época um tupinambá achava um botocudo tão estrangeiro quanto um português! Guerreavam contra um tupiniquim com o mesmo gosto com que devorava um jesuíta”. pág 37.

 

 

 

 

6)-POTENCIAL DE GUERRA

 

 

 

“Com a vinda dos europeus que também gostavam de uma guerra, esse potencial bélico se multiplicou. Os índios travaram entre si guerras duras na disputa pela aliança como os recém chegados. Passaram a capturar muito mais inimigos para trocar por mercadoria”. pág 39.

 

 


7)-ÍNDIOS ADOTARAM SOBRENOMES PORTUGUÊSES!

 

 

 

“Durante os três primeiros séculos da conquista portuguesa nenhuma família teve mais poder na vila que deu origem à Niterói, no Rio de Janeiro, quanto os Souza. O interessante é que esses nobres senhores não eram descendentes de nenhum poderoso fidalgo português. O homem que criou a Dinastia dos Souza de Niterói chamava se Araribóia. Era o cacique dos índios temiminos, que ajudaram os portugueses a expulsar os franceses e tupinambás do Rio de Janeiro. Com a guerra vencida, muitos temiminós e tupiniquins foram batizados e adotaram um sobrenome português. pág. 42.

 

 

8)-O CACIQUE ARARIBÓIA SE TRANSFORMOU EM MARTIM AFONSO DE SOUZA!







“Araribóia virou Martim Afonso de Souza e ganhou a sesmaria de Niterói, onde alojou sua tribo. Menos de cem anos depois, seus descendentes já não se viam como índios: eram os Souza e faziam parte da sociedade brasileira. Talvez eles se identifiquem assim até hoje”. pág 42.

 

 

 

 

9)-GENOCÍDIO? SERÁ? E OS ÍNDIOS QUE SIMPLESMENTE ABANDONAVAM AS ALDEIAS POR PURA OPÇÃO?

 

 

 

“Muitos historiadores mostram números desoladores sobre o genocídio que os índios sofreram depois da conquista portuguesa. Dizem que a população nativa diminuiu dez, vinte vezes. As tribos passaram mesmo por um esvaziamento, mas não só por causa de doenças e de ataques. Costuma-se deixar de fora da conta o índio colonial, aquele que largou a tribo, adotou um nome português e foi compor a conhecida miscigenação brasileira ao lado de brancos, negros e mestiços – e cujos filhos pouco tempo depois já não se identificavam como índios”, pág. 42.

 

 

10)- ÍNDIOS FORAM PARA AS CIDADES E PASMEM! ATÉ CAÇARAM NEGROS FUGITIVOS!


 

 


 


“Por todo o Brasil, índios foram para as cidades e passaram a trabalhar na construção de pontes e estradas como marceneiros, carpinteiros, músicos, vendendo chapéus, plantando hortaliças e cortando árvores – e até caçando negros fugitivos”. pág 43.

 

 

 

11)- OS ÍNDIOS NA CORRIDA DO OURO!

 

 


 

“Dos índios de Minas Gerais descobriram-se documentos do exato momento em que deixavam as aldeias e entraram para a sociedade mineira”. Há dezenas de registros da entrada dos índios nas vilas esquecidas com a corrida do ouro do século XVIII. Muitos nativos se mudaram para vilas por iniciativa própria, provavelmente porque se sentiam ameaçados por conflitos com os brancos ou cansados da vida do paleolítico das aldeias. Chegavam às dezenas, recebiam uma ajuda inicial do governo em iam trabalhar na propriedade de algum colono”. pág 43.

 

 

 

12)-COMO ACHAM QUE NASCERAM OS BAIRROS E CIDADES DE HOJE?

 

 

 

“Se fossem escravizadas pelos fazendeiros, os índios poderiam entrar na justiça e requerer a liberdade. Frequentemente ganhavam. Em muitos casos, os índios nem precisaram sair de suas aldeias para entrar na sociedade. Os ocidentais foram até eles. Na década de 1750, quando os jesuítas foram expulsos do Brasil, Portugal resolveu transformar as aldeias indígenas em vilas e freguesias. Com isso, acabou a proibição de brancos nas aldeias. Nasceram assim muitos bairros e cidades que existem até hoje”. pág 45 e 46.

 

 

 

 

13)-ÍNDIOS COM VERGONHA DE DIZER QUE  SÃO ÍNDIOS?

 

 

 

“Plantam mandioca, usam cestas flexíveis e alguns pescam em canoas de tronco escavado. No entanto, como não se consideram os índios, não entram na conta da população indígena atual. Na Amazônia, quem visita à região se espanta ao conhecer pessoas com cara de índio, quase vestidas de índio e que ficam contrariadas ao serem chamadas de índio”. pág 46.

 

 

 

 

14)- A MODERNIDADE FASCINOU OS ÍNDIOS!


 

 


 


“A natureza europeia fascinou os índios. A chegada dos europeus revelou a eles um universo de tecnologias, plantas, animais e modos de pensar. Até a chegada de franceses, portugueses e holandeses ao Brasil, os índios não conheciam a domesticação de animais, a escrita, a tecelagem, a arquitetura em pedra”. pág 48.

 







15)-A GRANDE VERDADE É QUE ÍNDIO NÃO ESTÁ “NEM AÍ” PARA ESSE PAPO DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL!

 

 

 

“Antropólogos e cientistas sociais não cansam de repetir que é preciso valorizar a cultura indígena. Os índios que encontraram os portugueses no século 16 não estavam nem aí para isso”, pág 50.

 

 

 

16)- NOVOS MODELOS INCORPORADOS NAS TRIBOS!

 

 

 

“Os índios adotaram não só a tecnologia européia. Assim como os portugueses ficaram encantados com as florestas brasileiras, eles se fascinaram com a natureza que veio da Europa. Novas plantas e animais domésticos, que ajudavam na caça e facilitavam o fardo de conseguir comida, foram logo incorporados pelas tribos. Poucos anos depois, seria difícil imaginar o Brasil sem essas novas espécies”, pág 51.

 

 

 

17)-SOBRE O MITO DA HARMONIA DO ÍNDIO COM A NATUREZA...APENAS MITO!

 

 

 

“O mito do índio como um homem puro em harmonia com a natureza já caiu faz muito tempo, mas é incrível como ele sempre volta. Em janeiro de 2009, um texto informativo da Exposição do Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro, disse que a sociedade indígena era um tipo de organização que tende a manter o equilíbrio entre as comunidades humanas com o meio ambiente, mas não é bem assim. Antes de os portugueses chegarem, os índios já haviam extinguido muitas espécies e feito um belo estrago nas florestas brasileiras”, pág 54.

 

 

 

18)- A FLORESTA É CONSIDERADA  UM "INFERNO VERDE" POR QUE?

 

 

 

“Os jesuítas se encantaram com o fato de os nativos não se preocuparem em acumular riquezas, não serem luxuriosos. Essa característica também fazia os índios não se preocuparem em deixar riquezas naturais para o futuro. Apesar de muitos líderes indígenas de hoje afirmar que o homem branco destruiu a floresta enquanto ele tentava protegê-la, esse discurso politicamente correto não nasceu com ele. Nasceu com os europeus. Logo nas primeiras décadas, após a conquista, os portugueses criaram Leis Ambientais para o território brasileiro, proibindo o corte de árvores frutíferas em Portugal e colônias. A floresta é a maior inimiga dos índios e é fácil entender porque. Quem vive num mundo dominado conhece bem o significado da expressão “inferno verde”, pequenos mosquitos, aranhas, formigas de todo tipo de artrópodes infernizam quem se atreve a passar a noite na mata. Quando os portugueses se mostraram interessados em pau brasil os índios derrubaram as árvores com gosto”, pág 56 e 57.

 

 

 

 

19)-TABACO: CULPA DOS ÍNDIOS?

 



 


 



“Séculos depois com a industrialização do cigarro, o hábito de fumar tabaco, que veio dos índios, resultaria numa catástrofe com milhões de mortes. A Organização Mundial de Saúde estima que eu fumo vai matar 1 bilhão de pessoas no século 21. Culpa dos índios? Claro que não. Os índios e seus descendentes não tem nenhuma responsabilidade sobre esse hábito. Na verdade temos que agradecer a eles por terem nos viciado nesse gosto maravilhoso que é fumar tabaco e outras ervas. Da mesma forma que hoje eles (índios) poderiam deixar de culpar os outros por seus problemas”, pág. 64.

 

 

 


*Leandro Narloch é um jornalista e escritor brasileiro. Foi repórter da revista Veja e editor das revistas Aventuras na História e Superinteressante, do Grupo Abril. Durante dois anos (de Dezembro de 2014 a Novembro de 2016), Narloch manteve a coluna O Caçador de Mitos no site da revista Veja.Depois disso, foi colunista semanal do jornal Folha de S.Paulo por mais dois anos, de Dezembro de 2016 a Dezembro de 2018, quando virou colunista quinzenal da revista digital Crusoé. Ganhou notoriedade em 2009, ao publicar o livro Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, desfazendo imagens criadas em torno de personalidades e eventos marcantes da História do Brasil. O livro foi um best-seller, e em 2017 foi levado à televisão pelo History. O livro foi sucedido em 2011 pelo Guia Politicamente Incorreto da América Latina (co-escrito por Duda Teixeira), no qual Leandro faz a mesma abordagem, mas com personagens e passagens da História da América Latina em geral. Em agosto de 2013, Leandro lançou o terceiro livro da série, com o título Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo, que aborda a história universal. O último livro da série, publicado em 2015, é o Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira.

 

 

FONTE: Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil

 

 



Texto extraído de: mimosoinfoco.com.br

 

 

 

 

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