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Em qualquer regime seja de esquerda ou direita, não existem serviços públicos e nem almoço grátis

Written By Beraká - o blog da família on segunda-feira, 2 de agosto de 2021 | 10:19

 

 




Já passou da hora de os políticos mudarem o jeito de lidar com os recursos dos pagadores de impostos. Pense nas suas despesas particulares, por exemplo: caso você gaste demais com festas e compras desnecessárias, não sobrará para o que é mais importante. Os impostos são sim uma justa distribuição de renda, mas ninguém aguenta mais ver políticos e homens públicos do executivo, legislativo e judiciário torrando o dinheiro de quem mais precisa: o povo mais necessitado. Para quem não sabe, por exemplo, os gabinetes de vereadores podem gastar até R$ 15 mil por mês com o que é justo e necessário para o trabalho diário, como compra de materiais de escritório, pagamento de funcionários, manutenções, viagens de trabalho, alugueis e estadias, etc. Claro que hoje isso não é uma realidade uniforme, mas imaginemos que todos os vereadores resolvam também economizar R$ 13 mil mensais. Já pensou na quantia que isso representaria? Pelo menos R$ 22 milhões a mais nos cofres públicos até o fim da legislatura. Sim, R$ 22 milhões que poderiam ser convertidos para a melhoria no serviço público local. Esse é apenas um exemplo de como um novo jeito de fazer e pensar a política traz grandes benefícios. Se atualmente funções precípuas do Estado não são cumpridas e serviços que deveriam ser de qualidade não são entregues, isso ocorre por falta de gestão e respeito com o dinheiro de quem sustenta a máquina pública: Os pesados impostos cobrados implacavelmente dos contribuintes, afinal, não existe almoço e nem serviço público grátis, pois quem essa conta somos nós.


 

A expressão não existe almoço grátis, é uma das máximas das finanças e se manifesta na sua vida de várias maneiras. A frase tem sua autoria frequente e erroneamente atribuída ao prêmio Nobel de Economia Milton Friedman. De fato, ele popularizou a frase, mas frisou que não a inventou. Sua origem remonta provavelmente ao século 19, nos Estados Unidos. Diz-se que a expressão faz referência ao fato de os Saloons da época servirem “almoço grátis”, desde que o cliente comprasse bebidas. Ou seja, grátis não existe coisa nenhuma!

 

 

A frase acabou se tornando um dito popular quando se quer dizer que tudo na vida tem um preço, ainda que oculto e pouco óbvio.Se você não paga, alguém paga!

 

 

Em termos financeiros, você pode pensar que, mesmo que algo seja de fato gratuito para você, alguém pagará por aquilo. Um site cujo conteúdo é gratuito provavelmente ganha dinheiro de outra forma – publicidade, por exemplo – em vez de cobrar diretamente do usuário. Isso é o que significa a expressão “não existe almoço grátis”. Também, existe a possibilidade de que o pagamento não seja em dinheiro, mas na forma de outro recurso. O preço das coisas, afinal, não precisa ser monetário.

 

 

O pagamento pode ser feito em tempo, esforço, favores, atenção ou qualquer outro tipo de troca. Todo mundo provavelmente tem aquele parente ou colega que de vez em quando faz um agradinho para depois pedir alguma coisa, sim, ou não?

 

 

Você no mínimo paga a escolha com uma renúncia.Em finanças, a frase “não existe almoço grátis” costuma se referir especificamente ao conceito de custo de oportunidade. Esse conceito trabalha com a ideia de que, ao fazer uma escolha, você está automaticamente renunciando a todas as outras alternativas, e que isso por si só faz parte do custo dessa escolha.

 

 

Custo de oportunidade, portanto, é o valor daquilo de que você abre mão, são as coisas que você perde ou deixa de ganhar ao escolher uma coisa e não outra. Assim, mesmo quando não há dinheiro propriamente dito envolvido na sua escolha, levá-la a cabo implica esse custo.

 

 

Por sinal, o custo de oportunidade tem a ver tanto com as situações em que há desembolso financeiro quanto com aquelas em que o seu pagamento é feito com outro tipo de recurso, como o seu tempo, como já vimos acima. Você provavelmente está familiarizado com o clichê “as melhores coisas da vida são de graça”. O amor, a contemplação da natureza, o tempo de qualidade com a família e por aí vai. Mas, essas coisas são de graça mesmo? Pode ser que sim. Não dá para negar que a sorte existe e que eventualmente vamos conseguir coisas muito boas por acaso, sem qualquer esforço ou “pedágio”, seja seu, seja de outras pessoas. Mas vamos olhar para essas situações maravilhosas e aparentemente gratuitas mais de perto.

 

 

Passar tempo de qualidade com a família automaticamente implica que você não poderá empregar esse tempo para fazer outra coisa. Trabalhar, por exemplo. Ou seja, se você quer passar tempo com a sua família, talvez tenha que abrir mão de ser um algum hobby, ou passatempo que você  gosta de fazer sozinho(a).Esse é o seu custo de oportunidade.E o amor? Bem, para encontrar o amor, você precisa se colocar em situações em que possa conhecer pretendentes, deverá ter tempo para conhecer a pessoa, e uma vez estabelecidos o sentimento e a relação, precisará despender certos esforços para que a coisa dê certo. Nenhum relacionamento vive só de amor. Ambas as partes terão que ceder em certos pontos, conversar, chegar a acordos. Tudo isso dá um certo trabalho, requer tempo e paciência, ou seja, existe sempre uma relação de custo-benefício.

 

 




O mito do Serviço Público Gratuito: entenda porque não existe almoço grátis!

 

 

(By Jhone Carrinho - Published on 29 de setembro 2020)

 

 

 

A liberdade econômica é essencial para o desenvolvimento de nossa sociedade. Sem ele, nenhum de nós será capaz de exercer nossos direitos e, como resultado, todos nos encontraremos no domínio totalitário da máquina estatal.

 

 

Entenda o mito do serviço gratuito:

 

 

O Terceiro Reich, a Itália fascista, a União Soviética, a RPDC – todos os regimes criminosos do passado foram uma consequência do socialismo que reinou nesses países, que foi sinônimo de falta econômica de liberdade da sociedade. E todos eles levaram à pobreza, fome, incontáveis vítimas e completa devastação econômica de vários milhões de dólares.

 

 

A liberdade econômica é a pedra angular de todos os direitos individuais dentro da Coletividade

 

 

 

Sem ela, nem uma sociedade saudável nem uma família feliz serão formadas – o século XX claramente provou esse fato para nós. Com base na declaração sobre a importância da liberdade econômica, considere o fenômeno do mito do serviço gratuito.

 

 

Vale ressaltar que foi usado ativamente e está sendo usado pela propaganda de regimes socialistas totalitários como um lucro fácil e uma decepção para os cidadãos economicamente semi, ou completamente analfabetos.

 

 

 

A base deste mito

 

 

 

Então, qual é o mito dos serviços gratuitos e o que é? Por incrível que pareça, esse fenômeno nos rodeia na vida cotidiana e puxa suas patas com garras em nossa direção, mesmo nos continentes mais distantes – não há como escapar dele nem nos EUA ou na Austrália.

 

 

A base desse mito é que o Estado nos impõe seus serviços sob o disfarce de atendimento gratuito e desinteressado aos cidadãos.

 

 

 

Todos nós ouvimos e continuamos a ouvir sobre medicina gratuita, educação gratuita, transporte gratuito, e em casos especialmente negligenciados, sobre moradia gratuita, parece soar muito atraente. Além disso, é habitual, porque o governo muitas vezes fez promessas de vida livre e gratuita aos cidadãos e por esse motivo, muitas testemunhas da URSS hoje defendem ardentemente a provisão orçamentária para todos os benefícios. Qual é o problema e por que a bela palavra “livre” é tão perigosa e enganadora?

 

 

O mito na propaganda socialista

 

 

O primeiro e o mais óbvio – o mito sobre serviços gratuitos e o mito de que eles não podem ser livres por definição. Vamos dar uma olhada nos exemplos mais marcantes da propaganda socialista:

 

 

Educação gratuita e medicina gratuita. Ninguém duvida que os funcionários das instituições acima sejam remunerados. Além disso, tanto a educação quanto os cuidados com a saúde precisam de instalações, reparos e equipamentos especiais – especialmente em vista do rápido desenvolvimento da medicina e da evolução tecnológica do processo educacional. Como todas essas coisas são financiadas quando se trata de algo gratuito?

 

 



Primeiro ponto: quem paga de fato?

 

 

 

É declarado que o estado paga por tudo. De fato, o estado toma parte dos ganhos dos cidadãos para pagar por todos os itens acima.

 

 

Conhecemos esse fenômeno como o impostoPortanto, educação e medicina “gratuitas” são pagas – e pagas pelos cidadãos do estado. Este é o primeiro ponto que precisamos saber para não cair no truque do mito sobre a existência de serviços gratuitos.

 

 

Segundo: o cidadão pagando pela própria saúde e educação

 

 

O segundo não é tão explícito, existe um problema em os cidadãos pagarem por seus próprios cuidados de saúde e educação para seus filhos por padrão? Existe, e não um. Vamos levá-los todos em ordem.

 

 

Como cidadão e indivíduo, você tem o direito de escolher quais serviços deseja e o que não deseja. A educação “gratuita” não dá aos cidadãos a oportunidade de recusar o financiamento obrigatório, mesmo que não planejam ter filhos, a quem precisam educar posteriormente.Parece, por que pessoas sem filhos pagam as despesas de escolas e jardins de infância? No entanto, a máquina estatal não leva em consideração essas pessoas, os cidadãos não são solicitados – todos têm uma obrigação de pagar e, em caso de recusa, enfrentarão sanções na forma de coerção, confisco, ou prisão (Alguns regimes socialistas totalitários até mesmo preveem a pena de morte por se recusarem a pagar pelos serviços que você não precisa).

 

 

A centralização dos serviços

 

 

Faz-se necessário lembrar que com a centralização dos serviços, você é privado da oportunidade de escolher instituições e especialistas que fornecem os serviços necessários. Vale ressaltar a divisão aqui:

 

 

Alguns regimes socialistas excluem completamente as empresas privadas, outros não, mas, com isso, não o isentam de ter que financiar serviços “gratuitos”.

 

 

-No primeiro caso, você não poderá escolher uma instituição médica adequada com base em avaliações e não poderá enviar seu filho para uma escola com classificações altas. A coerção estatal os torna todos iguais.

 

 

Não importa se você quer que seus filhos estudem em um ginásio ortodoxo ou aprendem astronomia em um liceu na Universidade Estatal – você vai aonde eles lhe dizem de cima pra baixo e pronto! não haverá tal escolha.

 

 

 

-No segundo caso, você pode escolher uma escola particular e uma clínica médica particular, mas você ainda precisa pagar pelas instituições do estado, mesmo levando em consideração os preços dos serviços privados – eles não foram cancelados. Assim, parte do seu salário será destinada a especialistas competentes e tratamento indolor no hospital escolhido, e parte do seu salário será destinada ao financiamento de um hospital “gratuito” pior. E pagar pela educação dos filhos de outras pessoas.

 

 

Em outras palavras: uma escola particular competirá com outras escolas particulares. Seus proprietários estão diretamente interessados na qualidade do ensino e na seleção de pessoal altamente qualificado. Seu lucro depende disso: se os clientes não estiverem satisfeitos com o serviço prestado, o dinheiro será destinado a um concorrente.Os proprietários de um hospital particular estão diretamente interessados em garantir que sua equipe seja a mais profissional e educada, o equipamento seja o mais recente e o tratamento seja indolor.

 

 

 

A disseminação da informação na sociedade

 

 

Muitas pessoas temem que esses estabelecimentos também estejam interessados em enganar seus clientes por imposição de serviços desnecessários: no entanto, na maioria das vezes esse medo não é justificado. Obviamente, é impossível rastrear completamente a tendência da imposição de serviços pagos, no entanto, a disseminação de informações sobre essas práticas ameaça o proprietário com uma diminuição no número de clientes e perda de lucro.

 

 

Mas os trabalhadores de escolas e hospitais públicos “gratuitos” tem baixa remuneração – e, portanto, a chance de ser transferido para uma instituição privada com um salário decente é extremamente rentável para eles. No entanto, o trabalho nas instituições estatais é praticamente garantido: os baixos ganhos são compensados pela oportunidade de ocupar sua casa por muitas décadas. Seus baixos ganhos não os motivam a se desenvolver na esfera profissional, e o comportamento agressivo não ameaça a perda de clientes.

 

 

 

O monopólio do estado

 

 

Assim, o estado monopoliza os setores educacional e de saúde. Seus lucros crescem na proporção de como se degradam. O proprietário (neste caso, representado pelo estado) não tem motivação para estimular o pessoal ao desenvolvimento, o pessoal também não tem motivação para se desenvolver. Como resultado, recebemos baixos níveis de assistência médica e baixos níveis de educação básica em todo o país. Todos sabemos as consequências e resultados da educação brasileira na “pátria educadora” – piores índices de educação básica no PISA .Por fim, alguns irão dizer que a socialdemocracia Sueca, um paraíso onde um governo benevolente deixou todos os cidadãos felizes e prósperos, é o exemplo cabal que prova a eficácia dos serviços estatais. A estes, recomendo uma reflexão mais profunda sobre a realidade da Suécia na matéria logo a seguir.

 

Fonte:https://studentsforliberty.org/brazil/blog/o-mito-do-servico-gratuito-entenda-porque-nao-existe-almoco-gratis/

 



 

Você provavelmente já ouviu a história do paraíso nórdico, onde um governo benevolente torna todos felizes, saudáveis, prósperos e sábios.

 

 

O país das maravilhas sem preocupações que desafia a teoria econômica e refuta qualquer objeção às grandes políticas do governo - onde saúde e faculdade são "gratuitas", todos pagam sua "parte justa" e há um programa governamental para atender a todas as suas necessidades.

 

 

 

A história da Suécia tornou-se a panaceia liberal para todos os desafios às políticas socialistas e governamentais de grande porte. Se você chamar a atenção para os fracassos das políticas socialistas na Venezuela, Grécia ou essencialmente em qualquer lugar onde elas tenham sido tentadas, a resposta inevitável é que não queremos dizer “socialismo” ruim como a Venezuela, queremos dizer “socialismo” bom como a Suécia. Se você questionar a praticidade ou o impacto econômico dos planos de saúde de pagador único, mensalidades universitárias "gratuitas", altos impostos, um estado de bem-estar social expansivo, regulamentação governamental ou um ano de licença familiar remunerada, você ouvirá que funciona na Suécia, então por que não aqui. Até mesmo nosso artigo recente em oposição ao salário mínimo de US $ 15 foi recebido com uma repetição de comentários do Facebook dizendo como o salário mínimo ainda mais alto da Suécia não causou nenhum dos danos que afirmamos que surgirão aqui. Dado que a Suécia não tem um salário mínimo (muito menos um salário mínimo superior a US $ 15 por hora), podemos apenas concluir que esses inúmeros comentaristas simplesmente presumiram que a Suécia deve provar seu ponto - porque a Suécia é a resposta para todos os desafios ao grande governo.No entanto, quando Bernie Sanders diz que devemos olhar para a Suécia para ver os resultados das políticas "socialistas democráticas", ele não gostará do que descobrir - a versão liberal do conto de fadas é que a Suécia está longe da realidade de um país que ficou rico pela liberdade mercados, bloqueados pelo “socialismo”, e então revividos novamente por reformas de livre mercado. As políticas de Sanders foram testadas na Suécia - e falharam.

 

 

A era do “socialismo” sueco foi marcada pela estagnação econômica, crescimento zero do emprego, queda dos salários, aumento da dívida e, por fim, uma depressão econômica. Basicamente, apenas o que você esperaria. Foi somente depois de um corte drástico nos gastos do governo, reformas de mercado livre e venda de ativos pelo governo que a Suécia finalmente voltou ao crescimento econômico. Novamente, exatamente como você esperaria.

 

 

 

A Suécia não é a história notável de como um país fez o “socialismo” funcionar. É apenas mais um exemplo do fracasso das políticas socialistas e do poder da liberdade econômica.

 

 

 

Como a liberdade e os mercados livres tornaram a Suécia rica

 

 

 

Em meados de 1800, a Suécia era um dos países mais pobres da Europa. Enquanto muitos de seus vizinhos europeus estavam experimentando os benefícios econômicos da Revolução Industrial, a economia sueca foi sufocada por um governo aristocrático corrupto, altos impostos, sistemas de guildas restritivos, licenciamento ocupacional e severas restrições ao comércio. As condições econômicas resultantes foram tão ruins que mais de 1,3 milhão dos 3,5 milhões de habitantes da Suécia imigraram para os Estados Unidos em meados de 1800, principalmente pela promessa de terras agrícolas de baixo custo no Upper Midwest (dificilmente uma vida de riquezas e lazer).Então, entre 1840 e 1865, houve uma revolução libertária (então chamada de liberal): os impostos foram cortados; os sistemas de guildas foram abolidos; as regulamentações econômicas foram suspensas; bancos e taxas de juros foram desregulamentados; liberdade de imprensa e religião foram ampliadas; as proibições de comércio foram abolidas; e as tarifas de importação foram eliminadas em grande parte. A Suécia se tornou um dos países mais livres do mundo. E, isso o tornou um dos mais prósperos. Os mercados livres desencadearam a ética de trabalho e a engenhosidade do povo sueco. De 1890 a 1950, o crescimento econômico da Suécia foi o mais rápido  do mundo. Empresas icônicas como Ericsson, Volvo, IKEA, SKF, Tetra Pak, H&M e Electrolux foram formadas por inventores e empresários suecos. Entre 1850 e 1950, verdadeiro sueco per capita renda  aumento de oito vezes, até mesmo como sua população dobrou. A mortalidade infantil caiu  de 15% para 2% e a expectativa de vida aumentou  28 anos.

 

 

Em 1950, a Suécia passou de um dos países mais pobres do mundo para o 7º mais rico. E em 1960, a expectativa de vida média na Suécia era de 73,1 anos, 2,2 anos a mais do que nos Estados Unidos.

 

 

 

Este período de crescimento excepcional também foi uma época de governo limitado. No auge de seu crescimento, por volta de 1900, os gastos do governo representavam apenas 6% do PIB. Os gastos do governo permaneceram abaixo da maioria das outras nações desenvolvidas, incluindo os Estados Unidos, até que começaram a aumentar no final dos anos 1950 e 1960.

 

Em outras palavras, a riqueza da Suécia não foi criada pelo governo. Não foram as políticas socialistas de “terceira via” das décadas de 1970 e 1980 que tornaram os suecos saudáveis e prósperos. A Suécia deve seu sucesso a mais de 100 anos de mercados livres e liberdade econômica.

 

 

 

O fracasso da experiência socialista da Suécia

 

 

 

Começando na década de 1950, as políticas do governo da Suécia começaram a se deslocar para a esquerda, eventualmente movendo-se bruscamente para a esquerda no final dos anos 1960 e início dos anos 1970.

 

 

A carga tributária da Suécia, que ainda era inferior a 30% do PIB em 1960, cresceu para bem mais de 50% do PIB de meados da década de 1970 até o início da década de 1990.

 

 

Ao mesmo tempo, em apenas 20 anos entre 1960 e 1980, o gasto público quase dobrou  de 31% do PIB para 60% do PIB, atingindo um pico de mais de 65% do PIB no início dos anos 1990.

 

 

Os benefícios sociais foram expandidos, os mercados de trabalho foram rigidamente regulamentados e, em alguns casos, as taxas marginais de imposto ultrapassaram os 100%. Os resultados eram previsíveis. Gastos do governo e impostos onerosos expulsaram a indústria privada e sufocaram a inovação. Os empresários mais ricos e bem-sucedidos da Suécia - incluindo  os fundadores da IKEA, Tetra Pak e H&M - foram expulsos do país. A formação de empresas essencialmente parou. No ano de 2004, apenas duas  das 100 maiores empresas da Suécia haviam sido fundadas depois de 1970.

 

 

A Suécia caiu do 4º país mais rico do mundo em 1975 para o 14º em 1993. Passou de 20% mais rico do que o país médio da OCDE para ser 10% mais pobre.

 

 

 

A falta de formação de novas empresas também significou menos empregos. Embora a população da Suécia tenha crescido quase 2 milhões entre 1950 e 1993, ela perdeu quase 500.000 empregos no setor privado. Não é de surpreender que, até as reformas do mercado livre no início da década de 1990, fossem os trabalhadores de baixa renda que sofriam mais.

 

 

Mesmo nas medidas básicas de saúde, a Suécia ficou para trás. A vantagem de 2,2 anos na expectativa de vida que a Suécia tinha sobre os Estados Unidos em 1960 diminuiu para apenas 1,6 anos em 2005. Obviamente, não foi o "socialismo" ou a saúde universal que tornou os suecos saudáveis - se é que os tornou menos saudáveis em relação aos resto do mundo.

 

 

 

No início da década de 1990, duas décadas de “socialismo” transformaram a Suécia de uma das economias mais fortes do mundo em um país em declínio e caminhando para uma depressão.Enquanto as reformas de livre mercado trouxeram a Suécia de volta do limite (ou seja, os suecos reconheceram que o “socialismo” estava falhando e se reformaram antes que a situação se tornasse tão ruim quanto na Grécia e Venezuela), a experiência sueca com “socialismo” terá efeitos duradouros. Se a Suécia, cujo crescimento econômico superou todas as outras nações da OCDE nos 100 anos anteriores a 1970, tivesse crescido meramente na média da OCDE de 1970 a 2002, a economia teria sido muito maior que seria o equivalentede $ 32.400 por família por ano. A Suécia ainda é uma nação relativamente rica - mas teria sido muito mais rica sem sua incursão no "socialismo".

 

 

 

Reformas de mercado livre da Suécia

 

 

 

Uma depressão econômica no início da década de 1990 trouxe uma onda de reformas econômicas de mercado livre. Os impostos e os gastos do governo foram cortados drasticamente. Os programas de bem-estar foram revertidos. O sistema previdenciário foi parcialmente privatizado e alterado de um programa de benefícios definidos (como temos nos Estados Unidos) para um programa de contribuições definidas.

 

 

-Um sistema de vales escolares universais foi implementado para fornecer aos alunos e pais a opção de gastar seus dólares de educação em qualquer escola pública ou privada de sua escolha.

 

-As empresas foram reprivatizadas.

 

-Regulamentações onerosas foram simplificadas. E um imposto sobre transações financeiras - o mesmo imposto que Bernie quer impor a “Wall Street” - foi eliminado depois de ter reduzido tanto os volumes de negociação que a redução na receita do imposto sobre ganhos de capital mais do que compensou a receita do imposto sobre transações.

 

 

Mais uma vez, os resultados foram impressionantes, mas não surpreendentes: à medida que os gastos do governo caíram, o crescimento econômico voltou.

 

 

O emprego no setor privado e os salários reais - que haviam permanecido estáveis durante os 20 anos de “socialismo” - aumentaram significativamente. Com uma economia reanimada e gastos do governo reduzidos, a dívida do governo da Suécia começou a recuar.

 

Em muitos aspectos, a economia da Suécia hoje é mais livre do que a dos Estados Unidos. De acordo com a Heritage Foundation, a Suécia supera os Estados Unidos em quase todas as medidas de liberdade econômica, exceto gastos do governo e política fiscal. A Suécia é considerada um dos países mais fáceis do mundo para fazer negócios.

 

 

E a Suécia tem algumas das políticas de comércio mais pró-livre do mundo. A Suécia percorreu um longo caminho desde a era “socialista” que Bernie e sua espécie parecem imaginar que ainda perdure.

 

 

Problemas ainda permanecem devido a altos impostos e gastos do governo

 

 

O potencial da Suécia ainda é limitado por impostos e gastos do governo relativamente altos, junto com o oneroso mercado de trabalho e regulamentações habitacionais. Embora a Suécia seja um lugar fácil para iniciar e expandir um negócio (com uma alíquota de imposto corporativo de apenas 22% em comparação com 35% nos Estados Unidos), empresas de sucesso como o Spotify  ameaçaram deixar a Suécia devido a altos impostos pessoais e altos custos no mercados imobiliários rigidamente regulamentados dificultam a atração de talentos.Os altos impostos também dificultam o acúmulo de riqueza pessoal. Embora Bernie e outros liberais afirmem que pagarão por seus programas sociais tributando os “ricos” - a matemática simplesmente não bate.

 

 

Em países como a Suécia, que oferecem amplos benefícios do governo, esses benefícios são pagos por impostos sobre a classe média (ou seja,  não há faculdade "gratuita" ou saúde "gratuita", esses serviços são simplesmente pagos indiretamente por meio de impostos em vez de diretamente pelos Comercial).

 

 

Ao contabilizar um imposto de valor agregado de 25%, o trabalhador sueco médio que ganha cerca de US $ 45.000 por ano pagará cerca de 70% de sua renda em impostos. Com custos médios de habitação variando entre20-30% da renda e um custo de vida geralmente alto na Suécia, um trabalhador médio tem pouco sobrando para gastos ou economias discricionárias.

 

 

O resultado é que, embora a Suécia tenha mais igualdade de renda do que os Estados Unidos, a desigualdade de riqueza da Suécia é uma das mais altas do mundo. Estima-se que o 1% do topo na Suécia possua até 40%  da riqueza, em comparação com cerca de 35% nos Estados Unidos. Os 10% mais ricos detêm  69% da riqueza. E, devido à dificuldade de acumulação de riqueza, estima-se que 2/3 da riqueza seja herdada  na Suécia, em comparação com apenas 1/3 nos Estados Unidos.

 

 

Essa baixa mobilidade intergeracional significa que grande parte da riqueza sueca é controlada por famílias aristocráticas de várias gerações e pela ex-nobreza sueca. Estima-se que apenas uma família - a família Wallenberg - pode possuir até  40%do mercado de ações da Suécia.

 

 

A Suécia não é um exemplo de igualdade - os impostos confiscatórios da Suécia significam que a natalidade é mais importante do que o mérito, e é muito difícil para os suecos de renda média ou alta acumularem riqueza e irem além da dependência do governo. Impostos altos e um estado de bem-estar social expansivo não tornaram a Suécia mais igualitária, apenas tornaram a vasta maioria da população dependente do governo.

 

 

As extensas regulamentações trabalhistas da Suécia (destinadas a “proteger” os trabalhadores) também tornam difícil para os trabalhadores jovens e com baixa qualificação encontrar o emprego necessário para desenvolver habilidades e ganhar experiência.

 

 

Por exemplo, a taxa de desemprego juvenil da Suécia é de 19,3% (em comparação com 10,8% nos Estados Unidos). No entanto, esse problema é mais evidente entre a população imigrante da Suécia. Quase 22%  dos cidadãos suecos nascidos no exterior estão desempregados (em comparação com apenas  4,9% nos Estados Unidos), e a Suécia tem uma das maiores lacunasentre os nascidos no estrangeiro e o desemprego dos nativos no mundo. A situação é ainda pior para os refugiados, que tendem a ser menos qualificados e educados do que a população imigrante em geral: depois de 15 anos no país, apenas 34% dos refugiados têm emprego em tempo integral. O  resultado  são comunidades imigrantes grandes e pobres, dependentes (e pesadamente onerosos) de programas de bem-estar do governo. Além disso, a grande dificuldade da Suécia em assimilar imigrantes em seu sistema dá suporte ao argumento de que seu modelo de bem-estar funciona melhor em um país pequeno e homogêneo, mas representaria problemas em um país com mais diversidade como os Estados Unidos.

 

 

Os muito elogiados benefícios do governo da Suécia também deixam muito a desejar. Enquanto Bernie Sanders exalta como a Suécia oferece faculdade “gratuita”, o estudante sueco médio ainda deixa a faculdade com US $ 19.000 em dívidas de empréstimo estudantil, em comparação com US $ 24.000 modestamente mais altos nos Estados Unidos. No entanto, como a renda sueca é mais baixa, o graduado sueco médio tem uma relação dívida / renda de cerca de 80%- o mais alto do mundo - em comparação com cerca de 60% nos Estados Unidos. A razão provável é que os estudantes na Suécia podem contrair empréstimos do governo para pagar suas despesas de subsistência, enquanto os estudantes nos Estados Unidos têm mais probabilidade de trabalhar sua maneira de trabalhar na faculdade.

 

 



O resultado final é que os alunos suecos deixam sua faculdade “gratuita” com dívidas ainda piores do que as de seus colegas americanos, e então pagam uma vida inteira de altos impostos pela faculdade “gratuita” de todos os outros (qualquer semelhança com O Brasil não é mera coincidência).

 

 

 

Os problemas também são evidentes no sistema de saúde administrado pelo governo da Suécia (ou, digamos, “racionado”)

 

 

Como seria de se esperar de um sistema que oferece atendimento virtualmente “gratuito” enquanto tenta conter os custos, a oferta é insuficiente para atender à demanda, resultando na Suécia com alguns dos piores tempos de espera da Europa. Os pacientes costumam esperar meses  por consultas com um especialista ou cirurgias necessárias.

 

 

Por exemplo, o tempo médio de espera para a cirurgia da artéria coronária foi de  55 dias , enquanto um paciente nos EUA provavelmente receberia a cirurgia imediatamente. E, o tempo de espera para ver um psiquiatra infantil é de 18 meses. A maioria dos americanos não aceitaria esse tipo de racionamento para cirurgias cardíacas que salvam vidas ou se seus filhos precisassem de cuidados psiquiátricos. Nem os suecos que podem pagar uma opção melhor - mais de 10%  dos suecos agora compram seguro privado para evitar as “linhas” do governo para cuidados.

 

 

A Suécia é uma nação rica com um alto padrão de vida - mas as evidências mostram que isso ocorre apesar do governo, não por causa dele.

 

 

E, na medida em que devemos olhar para a Suécia, é para ver os benefícios alcançados pelas reformas de mercado livre - incluindo reforma previdenciária / previdenciária, vales-escola, livre comércio e reforma regulatória - que os liberais agora rejeitam.

 

 

A Suécia não é um paraíso "socialista" que desafia a economia - é um país que descartou muitas das mesmas políticas socialistas fracassadas que Bernie e seus seguidores querem impor aos EUA, que abraçou a liberdade econômica na maioria dos domínios não fiscais, e ainda continua a ser sobrecarregado por altos impostos e gastos do governo.

 

 

Não vamos repetir os mesmos erros que a Suécia cometeu. Vamos abraçar a liberdade econômica que enriqueceu a Suécia e rejeitar o “socialismo” que a tornou mais pobre.

 

 

Fonte: http://www.libertyandcommonsense.com/?p=429



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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Neste Apostolado APOLOGÉTICO (de defesa da fé, conforme 1 Ped.3,15) promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim" (João14, 6).Defendemos as verdade da fé contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha a verdade, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por ela até que Ele volte(1Tim 6,14).Deus é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade. Este Deus adocicado, meloso, ingênuo, e sentimentalóide, é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomás de Aquino).Este apostolado tem interesse especial em Teologia, Política e Economia. A Economia e a Política são filhas da Filosofia que por sua vez é filha da Teologia que é a mãe de todas as ciências. “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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