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Ativista Pró Vida Sara Winter o novo BODE EXPIATÓRIO da esquerda

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 18 de agosto de 2020 | 23:02

(Sara Winter: Mãe e ativista Pró Vida)





René Girard (1923-2015), pensador e filósofo francês, dedicou grande parte de sua vasta obra a estudar a violência, especialmente a necessidade de uma sociedade, de criar um bode expiatório.Por esse mecanismo do bode expiatório, uma população é levada a descarregar suas derrotas e frustrações em algo ou alguém, buscando uma certa compensação. Com isso, toda  esta sociedade passa a desviar a indignação do real para algo ou alguém criado, despejando toda raiva e ódio acumulado. 







O bode expiatório é  testemunhado na Bíblia Judaica. Os hebreus punham em cima de um bode todos os pecados e malfeitos do povo e o enviavam para o deserto para lá absorver todas as culpas. Analogamente nos dias atuais, percebemos semelhante comportamento na sociedade que escolhe seus bodes expiatórios para assumirem todas as culpas, no Brasil tem sido Bolsonaro e agora a ativista Pró Vida e Pró Familia Sara Winter.




Sara Winter nasceu em São Carlos, no interior de São Paulo, mas passou grande parte de sua vida no Rio de Janeiro. Seu nome real é Sara Fernanda Geromini. Ela ganhou notoriedade ao participar do grupo ucraniano feminista Femen, em 2013 e 2014, quando chegou a participar de atos contra a realização da Copa do Mundo daquele ano.






A ex-líder do Femen, que classifica o grupo como o mais radical do mundo na defesa do feminismo, se dedica atualmente a defender as causas pró-vida e pró-família e “luta contra o aborto, a ideologia de gênero, as drogas, a doutrinação marxista, a jogatina e a prostituição”.De acordo com amigos, Sara veio de uma família humilde, foi vítima de violência doméstica e sexual, e chegou a realizar um aborto. Depois de sua conversão à fé católica, Winter abandonou o feminismo e começou a lutar contra o movimento e contra o aborto, no que chama de “militância pró-vida”.








Em março de 2016, Sara Winter iniciou sua trajetória partidária, se filiando ao PSC (Partido Social Cristão) no Rio de Janeiro. Em 2018, chegou a flertar com o PSL para concorrer ao cargo de deputada federal, mas acabou indo para o DEM. Na disputa, contou com o apoio de setores da Igreja Católica e grupos de militância contra o aborto. Em sua primeira investida política, Sara Winter chegou a coletar o apoio de 17.246 que não foi suficiente para se eleger.Em junho de 2019, a ativista foi nomeada como coordenadora-geral de Atenção Integral à Gestante e à Maternidade do Departamento de Promoção da Dignidade da Mulher, da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres. A aproximação com a ministra Damares Alves, da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, responsável pelo cargo ao qual Sara foi nomeada, se deu justamente pela atuação na luta contra o aborto, porém, em outubro do mesmo ano, ela foi exonerada.









Nas redes sociais, ela afirma ser perseguida politicamente pelas suas posições agora conservadoras e Cristãs. 





(Sara Winter com Tornozeleira)



Após a prisão, seu perfil informou que ela é a "terceira presa política da ditadura do STF".O advogado de Sara, Bertoni Barbosa de Oliveira, afirma que:




“A prisão foi exclusivamente pelos fogos de artifícios que foram lançados contra o STF. No dia e horário dos acontecimentos, Sara Winter estava em casa, nós temos uma montanha de álibis para provar isso. Temos imagens, testemunhas, vizinhança. Essa prisão está sendo injusta. A PF está apenas cumprindo ordens do STF e nós, como advogados, estamos tentando obter acesso ao inquérito para defender nossa cliente. Como sabemos o motivo para qual ela está processada, iremos conseguir derrubar rapidamente esta prisão temporária", disse.






Atualmente, Sara Winter é líder do grupo 300 do Brasil, que apoia o presidente Jair Bolsonaro e tem feito duras críticas às demais instituições. Domingo (16/08/2020)Sara Winter revelou o endereço da unidade de saúde em que aconteceria um aborto provocado de uma menina de 10 anos, que engravidou após ser estuprada pelo tio.





No mesmo dia, a ministra Damares começou uma campanha para pressionar a menina a levar a gravidez  já de 6 meses adiante, pois só faltavam duas semanas para poder fazer a Cesária, e já tinham pessoas dispostas a adotar a criança condenada ao aborto.







Conforme declarações à BBC Brasil, o advogado Guilherme Nostre tem uma visão mais restrita em relação à possível cometimento de incitação ao crime. Para Nostre, a conduta de Sara não se encaixaria em incitação ao crime:


"Por mais abjeta que seja [a atitude de Sara], eu não vejo como uma situação clara de incitação à violência, porque dar o endereço para convocar as pessoas para um protesto não é crime. Seria se ela tivesse de fato dito para irem no local e agredirem a menina ou os médicos", defende Nostre.






Ex-feminista, Sara Winter: “Rezo o terço todos os dias, e é uma coisa que eu não abro mão”




ZENIT entrevista a ex-feminista Sara Winter. Sua espiritualidade, opinião política, de onde tira força para seguir adiante e o seu testemunho de conversão do feminismo



Uma pessoa simples, sincera, alegre, cheia de vida e entusiasta. Essa foi a Sara Winter que pude entrevistar nessa quinta-feira, à tarde, 9 de Junho, aproveitando a sua presença na capital do Brasil, por ocasião da Marcha pela Vida promovida pelo Movimento Brasil sem Aborto



(Para mais informações www.sarawinter.com.br)






-Qual é, digamos assim, a espiritualidade da Sara?


“Sou católica, fiz primeira eucaristia, crisma e fui até catequista. Me afastei do caminho de Jesus Cristo aos 14 anos e demorei quase 10 anos para voltar. Eu pratico a minha fé. Tenho amigos seminaristas, pessoas que me escutam. Rezo o terço todo o dia, que é uma coisa que eu não abro mão. A maior prática de fé, para mim, é quando pratico a caridade. Dou palestras e recolho doações para mães que querem abortar, para convencê-las a não fazer isso”.






-Sua visão da política



“Eu acredito que as pessoas tem que ter um papel mais político. Eu sempre quis me envolver com política desde jovem. Eu entrei no PSC agora e tenho amigos muito bons lá dentro. Sou membro da comitiva nacional do PSC jovem e busco mostrar para os jovens a política de direita e conservadora. Não sei mentir e gosto muito de jogar limpo. Me inspiro muito no Jair Bolsonaro. Ele é uma pessoa íntegra, independente do partido no qual esteja”.


(Leia também “Meu intuito é despertar as meninas para ficarem bem longe do feminismo”, diz Sara Winter)


“A política, sem dúvida, tem muitas artimanhas. Às vezes tenho um pouco de medo, mas ao mesmo tempo gosto muito dos desafios porque quero conservar a integridade moral até o fim da minha vida. Quando eu estava na esquerda eu achava que toda pessoa de direita era fundamentalista, radical, que queria obstruir a verdade do outro. Depois que fui conhecendo mais me dei conta de que não é bem assim”.


-Sobre a ideologia de gênero



“Eu acho inadmissível ensinar ideologia de gênero para crianças. Na minha opinião esses assuntos devem ser tratados pelos pais, pelas famílias. Escola nenhuma deve se envolver nessas questões”.



-Ideologização da juventude


“O período da adolescência é quando começamos a nos interessar nessa ideia de mudar o mundo. Aí é quando os partidos de esquerda se aproveitam e promovem as suas pautas contra a vida, família. Eu também fui jovem e fui iludida por estes movimentos e posso contar um pouco da minha história para as meninas de hoje saírem dessa. No fundo, esse movimento feminista não têm interesse de ajudar as pessoas. Só querem instrumentalizá-las. Quando vejo os jovens ideologizados fico muito triste porque sei que estão doentes, usam viseiras de cavalo, não conseguem enxergar além disso. A questão é que quando os movimentos não os acharem mais úteis serão descartados”.



-Uma direita mais proativa



“Os esquerdistas brigam muito entre si, mas não deixam as pessoas saberem disso. A direita, por outro lado, deve ainda se organizar muito, deve ser mais proativa, devemos instruir os jovens, ensinar o que é capitalismo, ideologia de gênero. Que os jovens procurem partidos políticos que os representem. A Esquerda faz peso na câmara no senado, e isso não é bom”.



-Boas amizades



“O Olavo é meu pai, professor, meu avô, meu herói, meu tudo. Ele foi o responsável pela minha conversão intelectual. Quando eu era feminista lia alguns textos dele e gostava, mas dizia para mim mesma que não podia acreditar naquilo. Hoje faço o seminário dele. Ele tem sido responsável por muitas lideranças jovens no Brasil. Adoro o pe. Paulo Ricardo, se Deus quiser ele que vai me casar. Ainda não tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente. Mas os seus vídeos me ajudaram muito, e não é de agora, já tem algum tempo”.


(Leia também Ex feminista Sara Winter fala contra o aborto no Senado Brasileiro)


“Os meus amigos eram pessoas drogadas… Hoje estou cercada de boas pessoas, tenho muitos amigos padres. Um deles, o Pe. Augusto do Rio de Janeiro, eu dizia para ele: antes eu era a última pessoa a sair da balada, hoje sou a última a sair da Igreja. Tive a oportunidade de conhecer Dom Orani, uma pessoa incrível, tive uma conversa com ele e gostei muito. Também conheci Dom Antônio quando estive no Rio de Janeiro…”






-Uma nova vida e o perdão de Deus e de si mesma


“Acho incrível essa oportunidade que Deus me deu. É uma nova chance. Uma nova vida. Eu me encontrava destruída emocionalmente. Eu fazia o que fazia e não sabia o porquê eu fazia… eu só sabia que tinha que fazer. Para você ver o nível de lavagem cerebral que eles fazem. Eu lutava e dava a minha vida por uma revolução que eu nem sabia qual era… mas eu vivia aquilo, eu respirava aquilo. Muitas vezes eu pensei em largar tudo, mas eu não conseguia porque eu não tinha outro objetivo na vida a não ser lutar pelo feminismo, pelo Estado forte, pelo comunismo. E hoje em dia, se não fosse o meu filho, o meu bebê, eu não teria conseguido sair disso. Ele foi a mão de Deus agindo na minha vida. E sou grata a todas as pessoas que me deram uma segunda chance também.O perdão para mim tem sido uma coisa diária. A cada dia eu me perdoo um pouquinho. Eu espero que chegue um dia em que eu consiga estar completamente livre.Eu tenho certeza de que Deus já me perdoou. Eu me confessei e acredito que Deus tenha me perdoado. Eu acredito no Sacramento da Confissão e sinto isso no meu coração, que Ele me perdoou. Agora é um trabalho de algum tempo para eu me perdoar”.







A corajosa transformação de Sara Winter



 *(Lucas Berlanza)



A mentalidade coletivista, entronizada pelo esquerdismo pós-moderno e suas radicais certezas sobre não haver certezas e ser necessário demolir todos os padrões, exerce um poder imenso sobre aqueles que tiveram a infelicidade de se enredar em suas teias. Uma vez capturado pelo fanatismo do grupo, o indivíduo se vê em maus lençóis para escapar. Nem sempre está tudo perdido, porém, e acredito seja importante enaltecer a coragem daqueles que ousam remar contra a maré, por mais difícil que pareça. É o caso, para surpresa de muitos, da conhecida jovem militante feminista Sara Winter.




(Explicando o desenho sem usar religião, MAS A RAZÃO)




Fundadora da célula brasileira do ucraniano Femen, Sara Winter era um ícone daquele tipo de feminismo mais caricato, do tipo que vai às ruas como veio ao mundo para enfrentar a terrível e opressora “sociedade patriarcal”. Do tipo que, normalmente, despeja ódio contra o sexo masculino, a ponto de nos tratar a todos como a escória moral da humanidade. Sara era um emblema humano desse tipo de destempero repulsivo, que quer chocar apenas por chocar, desafiar apenas por desafiar, que acredita promover algum tipo de conscientização pela melhoria da sociedade agredindo os valores e princípios referenciais dessa mesma sociedade. Há alguns meses, porém, muita coisa mudou.



Em seu perfil na rede social Facebook, em que divulga suas ideias, Sara Winter revelou-se mãe e apaixonada por seu filho e seu namorado. Segundo ela, por conta de sua nova experiência, de estar constituindo uma família, e de abraçar uma fé religiosa, abandonou o radicalismo de tempos tão recentes.  De alguns meses para cá, a ativista fez publicações bastante inesperadas. Em uma delas, arrependeu-se de ter praticado abortos, embora permaneça, a nosso ver particular, muito infelizmente, favorável à legalização deles. Disse que “o feminismo jovem e online brasileiro (…) é um ninho de cobras”, onde “existem fofoca, inveja, brigas horríveis”.



Em outra publicação, Sara bombardeia a ideologia de gênero, em que diz não acreditar; para ela, sentir-se pertencente a outro gênero, ou adornar-se com apetrechos ou fazer cirurgias para assemelhar-se a ele, não faz com que um homem se torne mulher ou vice-versa. Em gesto de robusta coragem, ela aponta o dedo para as antigas “companheiras” que afrontam e ofendem mulheres religiosas, dizendo-se entristecida ao ver uma campanha feminista que ironizava ícones católicos.






“O feminismo deveria ser mais plural, deve ser menos violento com mulheres que têm qualquer tipo de fé”. Ela vai além: deveriam ser acolhidas mulheres de todas as crenças, inclusive políticas.



Sem deixar de se fazer alvo das próprias críticas, tendo em vista sua atuação pregressa, Sara aponta que o problema do feminismo está nas próprias feministas. Elas teriam “banalizado” expressões como “opressor” e “estuprador”, distribuindo-as a torto e à direita para todos os homens, quase sem exceções e controle, menosprezando os casos realmente delicados e que exigem o barulho das inconformadas – e DOS INCONFORMADOS, porquanto a indignação com o abuso não está condicionada pelo sexo.


Para coroar, Sara questionou a Parada Gay, além de demonstrações “artísticas” obscenas patrocinadas pelo Ministério da Cultura, levantadas como formas válidas de expressão e conscientização. Sobre a Parada, o que era para servir de alerta e passar uma mensagem, segundo ela, “está recheado de sexo ao ar livre, sem a mínima preocupação em ofender as demais pessoas que precisam passar pelo mesmo local, overdose por abuso de drogas, coma alcoólico, estupros”, entre outras obscenidades.



Sara contesta, ainda, o fato de essa exibição, ofensiva a boa parcela dos pagadores de impostos, ser financiada pelo dinheiro público. É a mesma crítica que fizemos há um tempo, e sempre faremos, a esse evento. Ela ataca ainda o deputado do PSOL, Jean Wyllys, se posiciona contrariamente ao chamado Kit Gay, e defende a melhoria da segurança pública. 








Apesar da transformação radical, Sara Winter continua se identificando como feminista. Ela considera que o feminismo é uma causa justa, englobando o enfrentamento da violência psicológica e sexual contra a mulher, o fim da vitimização da mulher estuprada, o fim do turismo sexual, entre outras bandeiras – algumas, evidentemente, contando com nosso total apoio e alvejando abominações morais notórias; outras que derivam, a nosso ver, ainda, de uma exageração da realidade. Particularmente, confesso não simpatizar com nenhuma noção de feminismo na contemporaneidade, nem mesmo aquele que se identifica como “liberal”.

























Não gosto da palavra, não gosto de identificar uma bandeira em torno de um bloco baseado em um critério como o gênero sexual. Prefiro enxergar indivíduos lutando pelo respeito à sua dignidade como seres humanos, e não homens ou mulheres, que precisariam de um tratamento especial do ordenamento jurídico por pertencerem a esse ou aquele gênero. Mas isso é outra questão. Quaisquer que sejam, em suas minúcias, as opiniões de Sara Winter, ela visivelmente mudou, e mudou muito. Arrependeu-se de se ter privado de muitas coisas, de se ter obrigado a agir de determinadas formas, para agradar as companheiras. Anunciou que está escrevendo um livro contando histórias bizarras com que travou contato em seu envolvimento com os movimentos feministas e de esquerda, com direito a bebidas, drogas, orgias e até ameaças de morte.



(Afinal, o aborto é a ÚNICA solução para uma gravidez indesejada?...)





Por sua fantástica ousadia, Sara Winter se diz agredida e hostilizada por outras feministas e militantes de esquerda, ameaçada de ter sua página na Internet derrubada, constrangida por suas ideias.



Por isso, aqui vai nosso recado: não escrevemos este artigo para, de alguma forma, expor ou prejudicar Sara Winter; não escrevemos para expressar afinidade por todas as suas ideias, o que sequer é o caso, e não precisa ser para que haja respeito mútuo. Não. Não importa se ela é feminista, liberal, conservadora, social democrata, ou o que seja; não importa por que decidiu expressar o que expressou. Escrevemos apenas para demonstrar solidariedade ao seu direito de mudar de ideia, ao seu direito de pensar o que desejar. E escrevemos, sobretudo, para explicitar a sua evidente coragem. Seu gesto não é comum, mas é absolutamente necessário, e precisa ser reconhecido em seu valor, a fim de que sirva de exemplo e estimule outras pessoas a seguirem pelo mesmo caminho e não se sentirem instadas à inércia, à paralisia no coletivismo insidioso e sectário. Portanto, Sara Winter, não concordamos em tudo, somos até bastante diferentes, mas você está de parabéns!



 Por: Lucas Berlanza - Instituto Liberal









Mateus 5,10-12: “Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem, perseguirem, e disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós”



FONTES DE CONSULTAS:



https://www.bbc.com/portuguese/brasil-53814658


https://www.cnnbrasil.com.br/politica/2020/06/15/quem-e-sara-winter-a-ativista-investigada-por-atos-antidemocraticos-em-brasilia


https://pt.zenit.org/articles/sara-winter-rezo-o-terco-todo-o-dia-que-e-uma-coisa-que-eu-nao-abro-mao/


https://www.institutoliberal.org.br/blog/a-corajosa-transformacao-de-sara-winter/




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