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As renúncias necessárias e a obra de AUTOCONHECIMENTO no seguimento de Cristo

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 22 de junho de 2018 | 23:32






O seguimento a Cristo comporta um caminho de coragem, renúncias e disposição, e para isto a obra de autoconhecimento se torna, não algo optativo, mas imperativo:



Lucas 14,25-33: "Milhares de pessoas acompanhavam Jesus; então, dirigindo-se à multidão lhes declarou: “Se alguém deseja seguir-me e ama a seu pai, sua mãe, sua esposa, seus filhos, seus irmãos e irmãs, e até mesmo a sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo. Da mesma forma, todo aquele que não carrega a sua própria cruz e segue após mim não pode ser meu discípulo. Porquanto, qual de vós, desejando construir uma torre, primeiro não se assenta e calcula o custo do empreendimento, e avalia se tem os recursos necessários para edificá-la? Para não acontecer que, havendo providenciado os alicerces, mas não podendo concluir a obra, todas as pessoas que a contemplarem inacabada zombem dele, proclamando: ‘Este homem começou grande construção, mas não foi capaz de terminá-la!’ Ou ainda, qual é o rei que, pretendendo partir para guerrear contra outro rei, não se assenta primeiro para analisar se com dez mil soldados poderá vencer aquele que vem enfrentá-lo com vinte mil? Se chegar à conclusão de que não poderá vencer, enviará uma delegação, estando o inimigo ainda longe, e solicitará suas condições de paz. Assim, portanto, todo aquele dentre vós que não renunciar a tudo quanto de mais estimado possui não pode ser meu discípulo...”



“Se dissermos que não temos pecado algum, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós...” (I Jo 1, 8)


Lucas 18,10- 14: “Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano. O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.”



Muitos acham que se conhecem, mas até que ponto chega esse autoconhecimento? Para que você possa averiguar isso, recomendo o teste ao final desta matéria para que você tenha uma visão de suas forças e fraquezas. Depois responda a si mesmo(a): O que foi mais fácil para escrever:  As minhas qualidades ou os defeitos? O autoconhecimento nos leva à autoestima e ao amor-próprio, ou seja, a olharmos para nós mesmos reconhecendo-nos como criaturas de Deus, como obras-primas de Deus, sem exaltações nem degradações, com um perfeito entendimento do eu real e eu ideal.


Vivemos em um mundo, o qual, nos incentiva a sermos independentes de Deus e de todos. Incentiva-nos a uma autorrealização que, para a grande maioria, parece cada vez mais distante, pois se trata de incentivo a uma vida cada vez mais fora de nós mesmos, cada vez mais exteriorizada. O resultado disso é que, as pessoas se preocupam cada vez menos com seu interior e cuidam menos dele, gerando sentimento de frustração e de vazio. Por causa disso, encontramos um número crescente de pessoas que sentem um grande vazio interior e uma grande insatisfação, não conseguindo sequer, dar nome ao próprio sentimento. O autoconhecimento é necessário.


Descobrir nossos dons e talentos. Reconhecer nossos pontos fracos e pecados. Entender o nosso papel no reino de Deus. Muitas pessoas evitam o autoconhecimento, preferem enganar-se, mentindo para si mesmas ao invés de encarar a sua própria realidade. Quanto menos se conhecem, menos utilizam o seu potencial e menos produtivas se tornam na obra do Senhor. Quem não conhece a si mesmo e não se aceita, dificilmente saberá reconhecer e aceitar o irmão e o próximo.



O autoengano - Enganamos a nós mesmos quando:


1)-Não nos conhecemos como de fato somos.

2)-Não admitimos as nossas falhas e a necessidade de mudanças.

3)-Quando temos uma visão errada de nós mesmos.

4)-Quando não queremos mudar.



A visão que temos de nós mesmos é determinante para as nossas escolhas e são elas que ditarão o nosso modo de viver. Quanto mais equivocada for a visão de nós mesmos, mais nos distanciaremos do ideal de Deus para nós.         


A nova identidade que Deus nos dá a partir de uma experiência pessoal com seu amor:


Quando fazemos a experiência pessoal com a misericórdia de Deus e somos inseridos no caminho da metanóia, que só se conclui na glória, Deus nos dá uma nova identidade. De pecadores errantes em um mundo perdido, e com uma vida sem sentido, e voltada unicamente para nós mesmos, passamos a seus filhos e servos, herdeiros do seu reino; de trevas Ele nos transforma em luz; de egoístas e orgulhosos, em pessoas que agora não se de trilhar um caminho de santidade, a qual todo batizado é chamado.  Um encontro pessoal com Cristo transforma a visão que temos de nós mesmos e nos dá uma nova identidade que nos capacita a amá-lo e a servi-lo, como aconteceu com o apóstolo Paulo. O autoconhecimento neste caminho de seguimento a Cristo, é de suma importância no amor fraternal. Mas não é o conhecimento pelo conhecimento. Ele deve nos impulsionar a buscar santidade de vida em obediência a Deus, nos fazendo conhecer o nosso papel no seu reino, que nos leva a servi-lo em um doce e suave cansaço que a outros descansa.



Em primeiro lugar, porém, deve estar o conhecimento de Deus:


“Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas. Pois vocês morreram, e a vossa essência  está escondida agora com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a sua vida, for manifestado, então vocês também serão manifestados com ele em glória. Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria. É por causa dessas coisas que vem a ira de Deus sobre os que vivem na desobediência, as quais vocês praticaram no passado, quando costumavam viver nelas. Mas agora, abandonem todas estas coisas: ira, indignação, maldade, maledicência e linguagem indecente no falar. Não mintam uns aos outros, visto que vocês já se despiram do velho homem com suas práticas e se revestiram do novo, o qual está sendo renovado em conhecimento, à imagem do seu Criador...”(Colossenses 3,1-10).



O CONFLITO ENTRE O EU REAL E O EU IDEAL, NA OBRA DE AUTOCONHECIMENTO, DIANTE DO ESPELHO DA LEI DE DEUS:




Lucas 7,5-25: “Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte.Mas agora temos sido libertados da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, operou em mim toda a concupiscência; porquanto sem a lei estava morto o pecado.E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri.E o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte.Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou, e por ele me matou.E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.Logo tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno.Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado.”



“Vede que grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus; e nós o somos. Por isso o mundo não nos conhece; porque não conheceu a ele. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é, o veremos. E todo o que nele tem esta esperança, purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro.” (1 Jo 3, 1-3).



Quanto mais conhecemos a Deus, mais sabemos a cerca de nós mesmos e da sua vontade para nós. A famosa frase “conheça-te a ti mesmo” é atribuída ao filósofo Sócrates, que viveu mais de 400 anos antes de Cristo. Ela indica o caminho que a filosofia ainda hoje entende ser necessário para viver uma vida mais feliz e plena: o autoconhecimento. A pessoa precisa conhecer suas dificuldades, anseios, crenças, valores, etc para aprender a lidar com as dificuldades naturais da vida e conseguir tomar as decisões adequadas.  Para a maioria dos filósofos o autoconhecimento deve ser baseado inteiramente na razão, daí a importância de acumular saber (no Cristianismo, tudo parte da experiência de fé).E, segundo essa linha de pensamento, as emoções são apenas empecilhos para que a razão atue de forma plena e livre. Elas precisam ser controladas pois obscurecem o pensamento lógico.


A partir de Freud, uma outra abordagem para o autoconhecimento passou ser considerada importante. As emoções são tomadas como parte fundamental da pessoa e o autoconhecimento não é possível sem lidar adequadamente com elas. Sem percepção de como os próprios sentimentos, bons e maus funcionam, a pessoa carrega consigo uma enorme lacuna que impacta sua vida como um todo. Esse desafio é ainda maior porque sentimentos humanos não costumam ser lógicos: são misturados, contraditórios e confusos – é possível até amar e odiar a mesma pessoa. Portanto, reconciliar sentimentos é tarefa delicada e complexa, daí porque há tantas pessoas emocionalmente adoecidas.



Essas duas vertentes do conhecimento humano, primeiro a filosofia, com sua proposta de analisar racionalmente todas as coisas, e depois as ciências de cunho psicológico, com sua proposta de conhecer e aprender a lidar com as próprias emoções, são ambas propostas extremamente importantes para levar as pessoas a vidas melhores e mais equilibradas, mas não dão conta de tudo. Questões como o amor ao próximo; o sentimento de paz mesmo em meio a uma guerra; e o desapego aos bens materiais, não conseguem ser explicadas nem pela filosofia e nem pelas ciências psicológicas. Essas coisas não fazem sentido lógico e nem nascem das emoções e técnicas meramente humanas. Isso porque há uma terceira vertente: a espiritual, que é fundamental para qualquer ser humano. Deus nos criou à sua imagem e semelhança e por causa disso reside em nós uma centelha divina. Tal centelha, conhecida na linguagem teológica como espírito, é nossa forma de acesso à dimensão espiritual:


I Tessa5,23: “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.”



Na noite anterior ao da sua crucificação, Jesus disse: “o espírito está pronto mas a carne é fraca” (Mateus capítulo 26, 41). Com essa frase, Ele comprovou a existência do campo espiritual e mostrou que ele difere do campo material (representado na frase pela palavra “carne”).Jesus sabia que haveria de passar pela crucificação e enfrentaria luta espiritual gigantesca. Satanás fez tudo para conseguir que Ele desistisse de oferecer sua vida por nós. Seu espírito estava pronto para enfrentar tudo, mas suas emoções eram um turbilhão, pois Jesus foi humano como nós (“a carne era fraca”).


Hebreus 4,15: “Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecar...”


Exatamente por isso que Ele acrescentou a expressão: “minha alma está profundamente triste” (versículo 38), nesse último versículo, alma tem exatamente a ver com suas emoções. Sem a pessoa levar em conta sua dimensão espiritual, que só se sacia em Deus, fica sempre sem entender como ela se relaciona com Deus, e uma parte fundamental do seu autoconhecimento fica perdida. Agora, é interessante perceber que há na Bíblia um ensinamento que muito parecido com o de Sócrates:


“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João8,32).


O Catecismo da Igreja Católica corrobora com esta afirmação, quando nos diz que o homem busca apenas duas coisas na vida: A verdade e a felicidade (que só encontramos em Deus, pois Ele é a verdade e a felicidade, conforme afirma Santo Agostinho).A sabedoria humana normalmente entende essa frase como sendo a mentira aquilo que nos aprisiona, enquanto a verdade (o conhecimento) liberta o ser humano. E entendido assim, parece ser que Jesus e Sócrates ensinaram a mesma coisa.E isso está parcialmente correto pois o autoconhecimento não deixa de ser uma busca pela verdade. Mas o ensinamento da Bíblia vai muito além daquilo que Sócrates propôs, pois toca também na questão do espírito humano.Jesus disse que Ele mesmo é o Caminho para Deus, a Verdade Divina revelada para os seres humanos e a oferta da Vida Eterna para eles (João 14,6). Portanto, quem conhece e adere a  Jesus e a sua proposta integral do seu seguimento, conhece a Verdade, e é ela, ou seja, Jesus Cristo, que liberta o ser humano da escravidão do pecado e da morte eterna, sua consequência direta. E essa Verdade somente pode ser entendida pelo espírito. Nem a razão e nem as emoções são adequadas para se apropriar dela. Somente através do espírito é que isso pode ser feito.



O autoconhecimento INTEGRAL, somente poderá vir da consideração dessas três dimensões: da razão, das emoções e do espírito. Usamos a razão para aprender a pensar corretamente, construir pensamentos coerentes, avaliar corretamente as circunstâncias em que vivemos e conseguir tomar decisões práticas adequadas. Precisamos entender nossos sentimentos para ser saber como eles transformam e impactam nossas vidas. Mas sem o conhecimento da Verdade que é Jesus Cristo, não há como atingir o autoconhecimento completo. E é exatamente nessa última dimensão, que tem a ver com o aspecto espiritual, onde cada um de nós enfrenta de fato o desafio de ser cristão.



Jesus trabalhava o autoconhecimento em seus discípulos, e deixou diversas mensagens para isso nos evangelhos, que são os escritos de seus discípulos sobre os feitos e as palavras de Jesus. Ele ensinou a caridade, e a caridade traz autoconhecimento, desde que feita com o coração e não por obrigação. Os católicos vêem a caridade como meio prático de atingir a santidade. Um Padre disse para mim certa vez que Santidade para os Católicos é a mesma coisa que o Nirvana para os Budistas, e é ensinado no Budismo que o despertar da consciência trás o Nirvana. Este mesmo padre falava da importância da elevação espiritual (conhecida na teologia Cristã como ascese). Ora, Nirvana é a eliminação do Ego (egoísmo e orgulho),  a Santidade também. Cristo também ensinou a virtude, e quando as pessoas se mantêm virtuosas, não estando centralizadas em  seus egos como principal fator que dirige sua personalidade; isso também traz autoconhecimento. Quando os egos das pessoas estão como principal fator que as dirige, elas tem atos que desrespeitam a si mesmas e ao outro próximo e distante. Assim Jesus reprovava o egoísmo que é a não virtude, ou ante caridade,  e aprovava a verdadeira virtude, que são ter qualidades espirituais (psicológicas) que crescem em nós a medida que a exercitamos, tais como ser generoso, humilde, honesto, fiel, bondoso, respeitoso, paciente, simples e etc. que faz com que tenhamos bons atos; atos de amor e que visam ajudar e querer bem ao próximo. Ao contrário, no que se considera pecado estão as invirtudes, como orgulho, inveja, ira, preguiça, avareza, gula, luxúria, falsidade, desonestidade, falta de zelo e respeito a si, ao outro e aos bens sociais e morais e etc.


Vejamos mais algumas frases de Jesus além das já anteriormente citadas, que nos levam a busca do autoconhecimento, e nos servem de balizamento entro o eu ideal e eu real no caminho da santidade:


Vai e não peques mais”(João 8,11)


“O homem bom tira coisas boas do tesouro do coração, e o mau retira coisas más, pois a boca fala do que está cheio o coração". (Lucas 6,45)


“Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar bons frutos. Porventura colhem-se figos de espinheiros ou ervas de urtigas? Toda árvore se conhece pelos frutos.” (Mateus 7,17)


Assim podemos notar que Cristo incentivava o bem e reprovava o mal. Ele ensinava aos seus discípulos se manterem com uma esperança positiva em meio aos acontecimentos, incentivando-os a terem coragem (João16,33) e a perdoarem sempre (Mateus18,21-22).O perdão também traz elevação espiritual, e isso é tão forte em Jesus, que logo quando falamos em perdão, não temos como nos lembrarmos dele, pois até na cruz ele perdoou os seus algozes(Lucas23,34).Além da caridade, do exercício das virtudes e do perdão a oração por excelência é aquela onde a maior obra de auto conhecimento se concretiza, traz a maturidade humana, e Jesus dava exemplo rezando muito (pois ele é o modelo dos cristãos) e é o autor do Pai Nosso. Jesus ao anunciar que o reino de Deus está próximo, e quais os valores do reino, Ele diz que o reino de Deus, que é um lugar onde existe amor, de querer bem ao outro, e de doação, já está dentro de nós e também fora de nós crescendo como um grão de mostrada, porque Deus está em todo lugar e também porque outras pessoas tem um grande bem querer pelos outros, ou que pelo menos tem a potencialidade de se tornar assim, pois isso já vive dentro dela. Assim sendo é afirmado que a obra de autoconhecimento e maturidade humana, nos leva ao amor e querer bem ao próximo.


Certo dia, um sacerdote fazia a algumas pessoas a seguinte pergunta: “O que mais tem te cansado? ” Hoje, refaço esta e outras pergunta: “O que me cansa? O que tem me estressado? O que tem me tirado, às vezes, a esperança? O que tem te deprimido?...”



Alguém poderia dizer: “Tenho de cuidar de uma pessoa doente na família. Outro(a):O que me cansa é meu marido, que bebe e me trai, ou, minha esposa que é uma descontrolada, é o meu filho, que não estuda e não quer nada com vida, está perdido no mundo das drogas, e com amizades que o tira de Deus, de nós e do caminho do bem. Outro(a) poderia dizer: Estou desempregado(a) e não sei mais o que fazer. Outro(a):fui desenganado pela medicina, etc. Somos levados a dizer que todas essas coisas nos têm cansado, e não quero aqui diminuir e fazer pouco caso delas, mas, preciso dizer uma coisa muito importante:


“Somos nós mesmos que nos cansamos, lutando como Dom Quixote, contra enormes moinhos de vento. O que nos cansa, o que nos estressa e tira a nossa paz, são as constantes lutas que travamos dentro de nós mesmos, por não querer nos submeter a Deus e a sua vontade. A luta contra a vontade de Deus, é a luta mais cansativa que existe. ”


Daí, a importância do autoconhecimento. À medida que vamos nos conhecendo e, mais do que isso, nos aceitando, nossa vida vai sendo tomada de serenidade, paz e fecundidade muito grande.


“Tu me conheces Sr e sabes tudo de mim...” (João21,17)

“SENHOR, tu me sondaste, e me conheces.
Tu sabes o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento.
Cercas o meu andar, e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos.
Não havendo ainda palavra alguma na minha língua, eis que logo, ó Senhor, tudo conheces.
Tu me cercaste por detrás e por diante, e puseste sobre mim a tua mão.
Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta que não a posso atingir.
Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face?
Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também.
Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar,
Até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá.
Se disser: Decerto que as trevas me encobrirão; então a noite será luz à roda de mim.
Nem ainda as trevas me encobrem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa;
Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe.
Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra.
Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia. (Salmo139,1-16)


Eu gostaria de pegar dois trechos da Palavra de Deus para que pudéssemos realmente entender porque nos cansamos por causa de nós mesmos:


1)- O primeiro ponto está em Gênesis (3,9-10), quando Deus, diariamente, ia tomar o café ou o chá da tarde com Adão e Eva e, um dia, Ele chegou e fez essa pergunta: “Onde estás? Tu, que vinhas correndo todos os dias para me ver, para estar comigo, onde estás agora? Por que não corres?” O que Adão responde: “Ouvi o barulho de teus passos, tive medo, porque estou nu e ocultei-me”. Aqui está a razão de nosso cansaço constante: “Tive medo do barulho dos Teus passos e, porque estou nu, escondi-me”. Aqui está todo o trabalho do autoconhecimento sob esses três aspectos: a malícia, a mentira e a insegurança. Isso traz a origem do desequilíbrio de nossa identidade.



2)- O segundo ponto é o Salmo 138: “Tu me perscrutas, Senhor, e me conheces”. Tu sabes tudo de mim: quando me sento, quando me levanto, quando a palavra ainda não me chegou à boca, tu já a conheces toda. Mesmo que eu quisesse fugir de ti e entrasse no mais profundo dos abismos ou no alto das montanhas, tu estarias lá”. Aqui vêm duas coisas lindíssimas em relação ao autoconhecimento: “Tu me conheces e sabes tudo de mim”. Por isso, a chave está em lançar-se nos braços daquele que sabe tudo de mim e que me conhece. A eterna perseguição amorosa de Deus para conosco, dizendo: “Mesmo que tu chegues ao mais profundo das depressões, lá me encontrarás. Se tu quiseres fugir de mim, indo para as mais altas montanhas, eu lá te encontro e persigo”. Aqui está a paixão e o amor de Deus para conosco, que nos leva a ter confiança: “Tu me conheces e sabes tudo de mim”.


É importantíssimo, é fundamental, o entendimento deste “Eu te conheço”, para que possamos aceitar a montanha imunda que caiu sobre nós de malícia, de insegurança e de mentira. Um dia, eu disse a Deus: “Errei de novo, não tenho mais coragem de te olhar, porque errei de novo”. Então, Ele deu-me a imagem de uma criança de seis ou sete meses que, há pouco haviam trocado a fralda e ela novamente a sujara E essa criança era eu. E disse a Deus: “Sujei-me de novo e, rapidamente, Ele pegou-me no colo e trocou-me as fraldas. Então, a cada dia, eu digo: “Como consegue viver aquele que não conhece o Senhor?” Por isso, amados, é importante a confiança no conhecer-se e aceitar-se, e isto só esta obra de auto conhecimento nos dá através da vida de intimidade com Deus pela oração.


Há uma outra historinha muito interessante sobre dois vasos:


“Um monge ia todos os dias à fonte, enchê-los de água, e um sempre chegava ao convento pela metade, porque estava rachadinho; o outro chegava sempre cheio. Um dia, depois de muito sofrimento desse vaso por sentir-se pela metade, ele disse ao monge: “Joga-me fora, porque não estou sendo útil para você. Você se cansa ao ir buscar água na fonte e me trazer até aqui, e quando chega, estou pela metade”. O monge disse: “Querido vaso, quero mostrar-te uma coisa. Como eu sabia que tu estavas rachado e que todos os dias perdias as gotas de água, plantei pelo caminho muitas sementes e a água que tu perdias caía sobre essas sementes e hoje quero te mostrar que lindo caminho tu fizeste”. O lado do vaso quebrado estava cheio de flores e o lado do vaso inteiro não tinha nenhuma flor. Por isso, você, que tem se sentido quebrado, que tem aqueles pecados e aquele vício que não consegue superar, saiba que Deus tem jogado sementes e que você as tem regado com as suas lágrimas, porque as flores espirituais só florescem quando são regadas pelas lágrimas...”



QUAL A MORAL DESTA HISTORINHA?


Todo o esforço da obra de autoconhecimento ao longo da vida, vai trazer muitas lágrimas, mas essas lágrimas de dor caem po ai regando sabe-se lá o que, e porque se busca o amor, porque quem quer se autoconhecer tem o objetivo de chegar ao amor. Essas lágrimas têm o poder de renovar e de atualizar o sangue de Jesus. Com nossas lágrimas e sofrimentos ofertados,nos tornamos corredentores, se cumprindo aquilo que está escrito:


“Agora me alegro nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja...” (Colossenses 1,24)


Aqueles que choram a dor da sua própria história de miséria, e a ofertam, têm o poder de atualizar o Sangue de Jesus Cristo. E em cada passo que damos, em cada momento que vivemos, somos curados e entramos no processo de ressurreição. A ressurreição não acontecerá de repente, ela vem à medida que as áreas do nosso ser entram naquele “Tu me conheces”, no equilíbrio e na identidade de filhos de Deus; no ser semelhante a Deus.



Santa Catarina de Sena, em 1378, escreve um livro, “O Diálogo”, no qual insiste no autoconhecimento. Quando decidimos conhecer-nos, nos encontramos como verdadeiros monstrinhos, numa cela, completamente deformados pelo pecado. Mas, é também aí que vemos a grandeza de Deus, que nos ama exatamente como somos. Vocês conhecem a história dos dois prisioneiros? O prisioneiro que foi condenado à prisão perpétua, agita, incomoda e programa fugas. Aquele que sabe que está prestes a sair, se comporta bem. Então, na prisão da nossa humanidade decaída pelo pecado, o Senhor nos convida a sentirmo-nos bem, porque logo sairemos; logo, logo estaremos livres e toda lágrima será enxugada, não haverá mais fome nem sede. Só felicidade. Nesta cela, não tenhamos medo porque Jesus Cristo está conosco.


Outra coisa fundamental no autoconhecimento são as raízes que trazemos e que só Ele sabe quais são e onde estão. Quantas coisas não nos pertencem, mas são trazidas na bagagem da nossa natureza. Por isso, com toda a confiança, segure na mão de Jesus e deixe que Ele entre em tua vida. Você pode perguntar-lhe: “Senhor, por que tenho medo do escuro? Por que sinto falta de ar?” Como vamos nos conhecer se fugirmos dos braços Daquele que nos perscruta, conhece e sabe tudo de nós? Não tenha medo, deixe que hoje o Senhor lave o teu pecado de uma maneira extraordinária. Se o nosso copo está cheio, não pode colocar outra coisa dentro. Ele quer esvaziar-nos dos nossos medos, malícias e mentiras para encher-nos do Seu Espírito. Só busca a via do autoconhecimento por Jesus Cristo, aquele que decidiu amar. “Por isso, Senhor, ao coração de cada um coloca o desejo infinito de amar”. A Quinta-feira Santa é o dia do amor, por causa da instituição da Eucaristia e do Lava-pés.




Quem se mete nos calabouços profundos de si mesmo sem as mãos do Pai, enlouquece. Nós temos a graça de receber e de perceber em cada parte em que nos vemos e em que nos desnudamos, a mão do Pai. Precisamos das mãos do Pai: uma, para segurarmos e nos sentir seguros; outra, para nos deixar acariciar. Só saberemos acariciar e amar se recebermos Dele o amor e o carinho. Na estrada do autoconhecimento, não temos o direito de parar, nem de desistir. Porque o autoconhecimento nos leva a reconhecer a grandeza de Deus e a nossa pequenez. À medida que vão caindo as máscaras das nossas mentiras, malícias e inseguranças sobrepostas à nossa verdadeira identidade, vamos nos tornando bonitos, muitos bonitos, à semelhança de Jesus, como naquele filme das crônicas de Narnia que no episódio final, acontece a dolorosa obra de humanização daquele menino que havia de transformado em um dragão. Então lhe é feito a pergunta: Você quer deixar de ser dragão e voltar a ser gente? Ele diz sim...E então lhe avisam, vai doer, mas mesmo assim você quer ?...Ele diz sim. Portanto, precisamos querer,  e deixar Deus operar esta obra, que não pode ser feita por nós mesmos.







CONCLUSÃO:


Precisamos assumir nossa verdadeira identidade neste mundo. O mundo está debaixo de muita escuridão e somente os filhos da luz, as novas criaturas em Cristo, procurando ser semelhante a Ele a cada dia, é que podem orientar a humanidade a escolher melhor, viver melhor e morrer melhor, pois quem não sabe como bem morrer, não sabe como bem viver.



“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós que outrora nem éreis povo, e agora sois de Deus; vós que não tínheis alcançado misericórdia, e agora a tendes alcançado. Amados, exorto-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das concupiscências da carne, as quais combatem contra a alma; tendo o vosso procedimento correto entre os gentios, para que naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, observando as vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação. Sujeitai-vos a toda autoridade humana por amor do Senhor, quer ao rei, como soberano, quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem. Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo o bem, façais emudecer a ignorância dos homens insensatos, como livres, e não tendo a liberdade como capa da malícia, mas como servos de Deus. Honrai a todos. Amai aos irmãos. Temei a Deus. Honrai ao rei.” (1 Pe 2,9-17).




Em Deus, somos mais que vencedores, tudo podemos naquele que nos fortalece, somos herdeiros das promessas do Rei dos reis. Somos filhos de Deus. Ele supre todas as nossas necessidades. Devemos com o auxílio da graça ser santos como nosso Pai celestial é santo. Ele não faz acepção de pessoas, na fraqueza somos fortes, somos instrumentos em Suas mãos, somos corpo bem ajustado, totalmente ligado. E juntos formamos, fazemos parte da Igreja do Senhor, somos a Noiva tão aguardada. Seja grande ou pequeno Deus nos ama incondicionalmente. Se você é tímido ou extrovertido, seja autêntico, sendo você mesmo(a)!!!, você é único(a), não queira imitar a ninguém. Se você é prático, criativo, dotado para trabalhar com artes ou com tecnologia, além de tudo isso, você é alguém em Deus, e existe um lugar para você no seu grande Coração. Deus ama a diversidade. Ele não nos ama porque fazemos grandes coisas, mas nos ama incondicionalmente. Somos amados não pelo dinheiro, pelo status de uma profissão bem-sucedida, mas por sermos seus filhos, apesar de...Fomos redimidos e justificados pelo sangue de Jesus, que morreu na cruz por nós. Somos dignos de vestir a capa, dignos do anel no dedo, de sentarmos à mesa do Rei, porque um alto preço foi pago na cruz do Calvário pela nossa vida. Mas muitas vezes por não sabermos quem realmente somos, vivemos das migalhas que as ilusões que este mundo tende a nos oferecer. Porém, ainda é tempo de reconhecer quem verdadeiramente somos, por meio daquele nos salvou, Jesus. Por isso, toda vez que alguém perguntar quem é você, responda:


“Eu sou filho amado, querido e desejado por Deus, vim ao mundo não como um intruso, e pela minha vontade, mas pela Vontade de Deus e com o propósito de fazer a vontade do Pai.”


Chegou o tempo do povo de Deus sair de suas cavernas emocionais e assumir sua identidade como cidadãos do Reino e brilhar neste mundo em trevas para que vejam a glória da liberdade dos filhos de Deus e queiram entregar-se integralmente a Ele.O inferno treme por isto, mas a humanidade anseia.



Assuma sua verdadeira identidade em Cristo!!! Sejamos a vós do Cristo Ressuscitado que passou pela Cruz e que quer comunicar seu Shalom ao mundo !!!



OREMOS:



“Senhor, dá-nos o dom do amor. O dom de amarmos a nós mesmos nas nossas limitações; e nas riquezas das nossas raízes, na nossa maneira de ser, que saibamos amar. Amar também o outro, como ele é, sem dominação, reconhecendo sua liberdade. Senhor, olha os votos interiores de cada um, aqueles que disseram: ‘Nunca mais vou amar; nunca mais vou perdoar; nunca mais quero saber de crianças ou de filhos ou de homens. Quebra todas essas maldições com o teu amor. Dá-nos o dom do autoconhecimento e da serenidade por sabermos que temos um Pai, tu éis o meu Pai...”



Prática do autoconhecimento:


1) Medite: Você sabe quem você é?

2) Quais são os seus maiores defeitos?

3) Quais são as suas maiores virtudes?

4) Existe alguma diferença entre o que você era antes de sua  experiência com Deus e agora? Ou é indiferente?

5) Você sabe que planos o Senhor tem para a sua vida?

6) Você já descobriu o seu dom espiritual, e seu lugar na Igreja, e sua via de santidade particular?

7) Em apenas uma palavra, como você se define?


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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino) “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória...” (Salmo 115,1)

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