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Por que muitos Países da América Latina já ganharam vários Prêmios Nobel e o Brasil nunca ganhou um sequer ?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 10 de junho de 2014 | 23:19





*(Por Alfredo da Mota)



Alguém escreveu que o Brasil dá mais valor em ganhar uma Copa do Mundo de futebol do que ter um prêmio Nobel em qualquer área do conhecimento.Fui checar o assunto no semideus da informação, o Google. E resolvi estender a pesquisa para toda a América Latina:


O prêmio Nobel é distribuído desde 1901 nas áreas de Química, Física, Medicina, Paz e Literatura. Em 1969 foi acrescentado o de Economia.O Brasil não tem mesmo nenhum prêmio Nobel.Carlos Chagas foi indicado em 1921 para medicina, mas não levou. Outro indicado de fora para dentro foi Dom Helder Câmara para o da Paz e não levou também. 




1)- Em Literatura a América Latina recebeu os prêmios Nobel: Em 1945 com Gabriela Mistral do Chile; em 1967 com Miguel Astúrias da Guatemala; em 1971 com Pablo Neruda do Chile; Octávio Paz do México o levou em 1990 e Gabriel Garcia Márquez da Colômbia em 1982. Não sei se o Brasil teve pelo menos alguém indicado para Literatura.



2)- No geral, foram dados a pessoas que combatiam algum tipo de ditadura nesse ou naquele país ou momento: Saavedra Lamas, Argentina, 1936; Garcia Robles, México, 1982; Perez Esquivel, Argentina, 1980; Oscar Arias, Costa Rica, 1987; e Rigoberta Manchu, Guatemala, 1992. A pequena Guatemala tem dois Nobel e o Brasil nenhum.



3)- Na área de Química a América Latina teve dois laureados: Federico Leloir, 1971, nasceu em Paris, mas se fez profissionalmente na Argentina, e Mario Molina, México, 1996.


4)- Na de Medicina, receberam o Nobel: Cesar Milstein, Argentina, 1984; Alberto Houssay, Argentina, 1947 e o venezuelano, Baruj Beuacerraf em 1980.



São 15 prêmios Nobel para a América Latina, sendo dois terços deles da Paz e Literatura. Os argentinos levam cinco prêmios dando de goleada no Brasil.






Numa grosseira conta feita seriam quase 480 prêmios Nobel distribuídos desde 1901. A América Latina tem algo como 3% do total. É muito pouco. E desses somente cinco nas áreas Médica e de Química.A situação do Brasil neste quadro é ainda pior, vexatória e humilhante pela dimensão Continental de nosso país.O interessante é que não recebemos o tal prêmio nem nas áreas de Literatura e da Paz. Mesmo na época da ditadura militar, em que gente como Helder Câmera mostrava a cara contra o regime que o mundo lá fora condenava, não se teve um da Paz. Perez Esquivel o recebeu por combater a ditadura na Argentina, aqui não.


Em universidades norte-americanas falam que os latino-americanos quase não contribuem para a evolução da humanidade, ou seja,que não se encontra nada que a região tenha feito ou produzido que ajudou a melhorar a qualidade da vida no mundo.Se olharmos pelo prisma do prêmio Nobel parece que têm razão.



*Alfredo da Mota Menezes escreve em A Gazeta. 





Educação não é prioridade nos planos de governo, diz estudo:



Em suas pesquisas, Portela analisou os principais planos norteadores pelo governo do ex-presidente Lula e detectou que, quando a educação aparece como área de ação estratégica, essa intenção não é traduzida na prática, especialmente no que diz respeito ao financiamento. Entre os planos de ação, foram estudados o Plano Plurianual (PPA) 2008-2011 e as duas edições do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).









Segundo a pesquisa, o projeto de desenvolvimento econômico do Brasil ainda não trata a educação como prioridade em suas ações e programas.Apesar de reconhecer a melhoria da qualidade do ensino como estratégia fundamental para o crescimento da economia e desenvolvimento social, o país ainda não conseguiu traduzir essa intenção em ações efetivas.O estudo foi divulgado na quinta-feira, 5 de maio, durante o Seminário Internacional Educação e Desenvolvimento, promovido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).



O professor Portela destaca que, na primeira edição do PAC, a educação não aparece, e na segunda, a área é contemplada exclusivamente com investimentos para a construção de 6 mil creches.No PPA, a educação é um dos três eixos estruturantes para o desenvolvimento do país, mas o plano não prevê aumento dos investimentos para que se consiga melhorar a qualidade do ensino e aumentar a escolaridade do trabalhador.




"Os planos mais recentes são melhores que os antigos. Eles conseguem formular a importância da educação como estratégica do ponto de vista do desenvolvimento humano e social, mas a tradução dessa prioridade, que já está enunciada em políticas concretas, essa parte nós não fazemos", explicou Portela à Agência Brasil.



Em seu estudo, o professor aponta que o processo produtivo de hoje exige um novo tipo de trabalhador, diferente daquele da década de 60. E a complexidade do trabalho moderno gerou novas demandas para a educação. 



"Aquela mão de obra formada no próprio processo produtivo praticamente não existe mais. E quando é formada dessa forma, ela não sobrevive. Esse modelo exige a necessidade de ampliação da educação em todos os níveis", compara.




O estudo também analisou o Plano Brasil 2022, elaborado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, e a Agenda para o Novo Ciclo de Desenvolvimento, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).Portela destaca que esses documentos são de "perspectiva: indicam aonde o país quer chegar, mas não delimitam ações".Em ambos, a educação ocupa espaço de destaque, mas os princípios indicados não se refletem nos planos práticos.Portela ressalta que falta integração entre os diferentes projetos do governo.




"Nesse momento nós estamos discutindo o novo PPA, então seria um bom momento para nós traduzirmos essa prioridade e darmos um salto na integração das políticas de desenvolvimento e educação. Com mais orçamento nós temos condições de enfrentar, por exemplo, o desafio da qualidade. Nós precisamos de um choque de educação para o governo todo e não só no Ministério da Educação"... defende.



Um dos maiores problemas do Brasil é a doutrinação ideológica nas escolas e universidades. Em vez de os professores ensinarem conteúdo que presta, matérias relevantes da forma mais objetiva possível, eles vestem seus bonés de militantes políticos e saem por aí tentando conquistar jovens adeptos.




É pura lavagem cerebral, e faz com que um exército de soldados troquem o conhecimento objetivo pela repetição de slogans idiotas. Em suma, trata-se de uma máquina de formar alienados, aqueles que vão depois defender o PT e o PSOL, elogiar Cuba e cuspir na Veja, como se a revista fosse o ícone de tudo aquilo que não presta.



Essa sempre foi a realidade em nosso país, ao menos desde a década de 1960. Os socialistas perceberam, com Gramsci, que era preciso dominar a cultura, já que uma revolução armada ficava cada vez menos provável. Tomaram conta das redações dos jornais, das igrejas, das escolas e universidades. E houve pouca reação. O outro lado é mais desorganizado e disperso. Os próprios pais não têm o hábito de participar diretamente do ensino de seus filhos, e muitos achavam que tal doutrinação seria ineficaz, pois a tendência seria a garotada amadurecer e acordar para a realidade.



Não é tão simples assim. A multidão de alienados com diplomas por aí atesta o que digo. Gente (de)formada em universidades, mas endossando o discurso oficial e hipócrita do governo, de que o PT se preocupa com os mais pobres, de que nunca se investigou tanto por mérito do governo, de que o PSDB é “neoliberal” e de que a Veja é para “coxinhas”. Ou seja, gente que se recusa a pensar por conta própria, preferindo dar uma de papagaio de oportunista. Idiotas úteis, em resumo.




Esse é o resultado de uma estratégia deliberada dos socialistas:




Paulo Freire tem tudo a ver com isso. Sua “pedagogia do oprimido” nada mais é do que transportar Marx para a sala de aula. Os “professores” passaram a se enxergar não como transmissores de conhecimento objetivo ou como tutores para instigar o pensamento próprio nos alunos, mas como transformadores sociais, como salvadores de almas, como libertadores de escravos burgueses.



Tenho batido muito nessa tecla, pois não subestimo o poder de estrago dessa ideologização do ensino. Vejo o resultado com meus próprios olhos. E percebo que cada vez mais gente se dá conta disso. Os brasileiros estão ficando mais atentos ao tema, incomodados com o que esses “professores” fazem com seus filhos. Aumentou a sensibilidade ao assunto.




Ontem mesmo postei um desabafo em minha página de Facebook, e ele já conta com mais de 7,4 mil curtidas e vários comentários de revolta e indignação:




“Hoje a professora de geografia da minha filha foi defender o PT em sala de aula, dizendo que Lula e Dilma fizeram muito pelos pobres do Brasil(sério? aumentando a inflação? gerando instabilidade política? destruindo a Petrobras?). Não satisfeita, falou mal somente dos políticos de direita,como se os de esquerda fossem tudo santo, e depois meteu o pau na… Veja! Isso tudo, vale notar, no oitavo ano do ensino fundamental, em uma escola boa PARTICULAR. É como Gustavo Ioschpe, da Veja, claro, sempre diz: não basta colocar o filho na boa escola particular e achar que resolveu. Ele terá aulas com gente (de)formada no ensino público brasileiro. Será vítima de doutrinação ideológica por alienados. Como construir um país melhor assim? Os pais precisam agir, precisam entender que não dá mais para deixar isso correr, encarar como normal esse tipo de coisa. Não é! É proselitismo, doutrinação, lavagem cerebral. Ainda bem que vou livrar minha filha disso. Ela vai estudar em escola PÚBLICA nos Estados Unidos, mas duvido que lá “aprenda” que uma quadrilha bolivariana ajuda os mais pobres…”



Sei que há infiltração ideológica nas escolas americanas também, e sei que o politicamente correto é uma praga por lá. Mas não se compara com o que acontece no Brasil. Lá os pais participam bem mais, como voluntários inclusive, nas escolas dos filhos. Trocam mais com os professores, cobram mais. Não aceitariam jamais professores que incutem na cabeça jovem de seus filhos que uma quadrilha corrupta é o máximo.




Mas, como disse, há ventos de mudança por aqui. Iniciativas como a de Miguel Nagib, com a ONG: Escola Sem Partido, começam a proliferar e obter resultados. Picuí, município da Paraíba, foi o segundo do país a aprovar projeto de lei que veta essa doutrinação e exige neutralidade política nas escolas.




O PSOL, como sabemos, tem feito um sistemático trabalho podre de chegar aos alunos, cada vez mais novos, com suas cartilhas ridículas em prol do socialismo. Livros aprovados pelo MEC mentem descaradamente, invertem a história, condenam o capitalismo como se fosse o próprio diabo. Não podemos mais tolerar isso.



É hora de reagir. É hora de dar um basta. Você sabe o que o professor de geografia ou história de seus filhos diz em sala de aula sobre política?




Então procure saber! É seu direito. É seu dever como pai e cidadão. Não podemos ficar calados diante desse verdadeiro crime que é a tentativa de seduzir para depois destruir as mentes jovens desse país, com baboseira e ladainha de esquerda. Esses militantes disfarçados de professores precisam saber que os pais estão atentos e não vão permitir isso. E seria ótimo se soubessem, também, que as leis proíbem essa pouca vergonha. 



CONCLUSÃO:




“Paulo Freire, cujo maravilhoso sistema de ensino jamais produziu um escritor, um cientista, um filósofo ou mesmo um executivo competente, limitando-se a transformar milhares de coitadinhos em igual número de coitadinhos, é o patrono de uma educação nacional que produz analfabetos funcionais em massa e cujos estudantes obtêm sempre as piores notas nos testes internacionais. Se 41 universidades acham esse cidadão o máximo, 41 universidades deveriam ser fechadas.Paulo Freire é um sujeito oco, o tipo acabado do pseudo-intelectual militante. Sua fama baseia-se inteiramente no lucro político que os comunistas obtêm do seu método. Esse método, aliás, não passa de uma coleção de truques para reduzir a educação à doutrinação sectária. Um dia teremos vergonha de ter dado atenção a essa porcaria...” (Olavo de Carvalho).



Fonte: Notícias Terra








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19 de junho de 2015 03:04

O brasil ainda tem um IDH absurdo perante nossos vizinhos. O brasil perde longe em muitas coisas, em relação aos demais países da A.L. Embora seja uma nação riquíssima em recursos, mantém seus filhos na ignorância. Posso afirmar CATEGORICAMENTE que isto é resultado da maldita opressão da infame prostituta chamada: Igreja Católica Apostólica Romana. Ela manteve à humanidade por séculos, embaixo do tenebroso manto da inquisição. A assolação da morte, ditadura, pobreza, opressão, tortura, pedofilia, exploração, cobiça, injustiça, fogueira etc, foram os alicerces desta sanguinária organização.
Brasil!!! Acorda!!! Desperta para o Teu Redentor. A hora da tua libertação já vem!!!

19 de junho de 2015 08:29

Prezado protestante que precisa renovarsuaditaConversão

Não sei se é para rir de tão cômica que é sua missiva, ou se é para chorar com este fanatismo protestante sustentado pelos seus falsos pastores, que transformam suas ovelhas em meros papagaios de pastores, cheios de ódio no coração,a qual deixamos esta sua pérola ao julgamento de nosso leitores, e seus irmãos de fé, que devem estar envergonhados com suas palavras nada Cristãs, tudo isto só vem a confirmar estas sábias palavras:

“Existem pouquíssimas pessoas neste mundo que realmente odeiam CEGAMENTE a Igreja Católica, mas infelizmente há milhões que odeiam o que eles PENSAM ser a Igreja Católica, pois se o que eles odeiam, realmente fosse a religião Católica – os católicos também a odiariam. (Fulton J. Sheen)”.



Uma História não contada nas Universidades - Por Que ?


Infelizmente muitos estudantes secundários e universitários têm uma visãodeformada a respeito da Igreja Católica, sua vida e sua História. Istotem muito a ver com a imagem errada que muitos professores, de váriasdisciplinas, especialmente História, lhes passam, criando em muitos umaaversão à Igreja desde os bancos escolares. Também a mídia, muitasvezes, cujos elementos foram formados nas mesmas universidades, é acausa de uma visão negativa e deturpada da Igreja.




O livro “Código da Vinci”, e depois o filme de mesmo nome, bem
como inúmeras matérias fantasiosas sobre a Igreja, sem provas históricasou científicas, aumentaram em todo o mundo, ainda mais, esta visãode que a Igreja Católica é uma Instituição corrupta, perversa, que inventoua divindade de Cristo, e que sobre este mito criou uma Instituiçãopoderosa e dominadora, e que, a custa de sangue, sempre se impôs aomundo. Nada mais errado e perverso.




Mas, mesmo assim, as últimas pesquisas de opinião pública mostramque a Igreja está entre as primeiras instituições que têm a confiança do povo.Por que não mostram isto ?É hora de os jovens estudantes, especialmente os católicos, conheceremo outro lado dessa “História” que é mal contada nas escolas, oumesmo não contada. Hoje é lhes mostrado apenas as “sombras” da vidada Igreja, mas há uma má vontade imensa que encobre as “luzes” brilhantesde sua História de 2000 anos.



Uma bem montada propaganda laicista no mundo anti-Igreja Católica, envenena os jovens e os joga contraa Igreja.Foi a Igreja quem salvou e moldou a nossa rica Civilização Ocidental da qual nos orgulhamos, onde se preza a liberdade, os direitos humanos,o respeito pela mulher e pela pessoa. Sem o trabalho lento e paciente daIgreja durante cerca de dez séculos, após a queda do Império Romano(476) e a ameaça dos bárbaros, o Ocidente não seria o mesmo.



Foi esta civilização moderna, gerada no bojo do Cristianismo que nosdeu “o milagre das ciências modernas, a saudável economia de livre mercado, a segurança das leis, a caridade como uma virtude, o esplendor da Arte e da Música, uma filosofia assentada na razão, a agricultura,a arquitetura, as universidades, as Catedrais e muitos outros dons que nos fazem reconhecer em nossa Civilização a mais bela e poderosa civilização da História” (T. Woods, 2005, p. 7).


Continua...

19 de junho de 2015 08:30

E a responsável por tudo isto foi a Igreja Católica, diz o historiador americano Dr. Thomas Woods, PhD de Harvard, nos EUA. Ele afirma que: “Bem mais do que o povo hoje tem consciência, a Igreja Católica moldou o tipo de civilização em que vivemos e o tipo de pessoas que somos.



Embora os livros textos típicos das faculdades não digam isto, a
Igreja Católica foi a indispensável construtora da Civilização Ocidental.A Igreja Católica não só eliminou os costumes repugnantes do mundo antigo, como o infanticídio e os combates de gladiadores, mas, depois da queda de Roma, ela restaurou e construiu a civilização.” (Idem).



Em sua obra o Dr. Thomas apresenta muitas referências de historiadores atuais que confirmam o trabalho da Igreja na construção da Civilização. Foi a Igreja quem humanizou o Ocidente insistindo na sociabilidade de cada pessoa humana. Mas infelizmente tudo isto é silenciado; por isso, é essencial recuperar esta verdade intencionalmente escondida e abafada.




Há hoje no mundo um anticatolicismo espalhado pela mídia e pelas universidades. É dito aos jovens que a História da Igreja é uma história de ignorância, repressão, atraso e estagnação, quando a realidade é exatamente o contrário, como têm mostrado muitos historiadores modernos.Na verdade a Igreja soube aproveitar o que há de bom na civilização grega e romana, não as desprezou, e soube com os valores cristãos moldar a nossa Civilização.




É preciso saber distinguir entre a “Pessoa” da Igreja, fundada por Cristo, divina, santa, e as “pessoas” da Igreja que são seus filhos, santos e pecadores. Muito se exagera, por exemplo, sobre a Inquisição e as Cruzadas; e se quer analisá-las fora do contexto da época. Isto é um absurdo histórico; ninguém pode entender um fato fora do seu contexto moral, social, psicológico, religioso, etc., da época. Um “texto retirado do contexto se torna pretexto”; e neste caso para se atacar, denegrir e tentar destruir a Igreja Católica, como se ela fosse vencível neste mundo.



A maioria das pessoas reconhece a influência da Igreja na música, na arte e na arquitetura, mas a influência da Igreja foi muito maior do que se pensa e se conhece. Muitos, mal informados, pensam que centenas de anos antes da época do Renascimento (séc. XVI), a Idade Média, foi um tempo de ignorância e repressão intelectual, sem brilho, como se fosse um tempo negro onde se imperou somente a superstição e a magia, como se em nome de Jesus Cristo, a ciência e o progresso fossem banidos.
Nada mais errado. A Idade média cristã foi, na verdade, um tempo de grande desenvolvimento religioso, cultural e artístico.


Continua...

19 de junho de 2015 08:31

Dr. Thomas mostra que a nossa Civilização tem uma enorme dívida com a Igreja “pelo sistema universitário, pelo trabalho de caridade realizado, pelo advento da lei internacional, o desenvolvimento das ciências, das artes, da música, do direito, da economia e muito mais”.



A Igreja Católica salvou e construiu a Civilização Ocidental. Com muita rapidez os críticos da Igreja Católica levantam e expõem os erros dos seus filhos em todos os tempos, mas, solertemente escondem as grandes realizações da Igreja em prol da humanidade. T. Woods revela que, nos últimos quinze anos, muitos historiadores e pesquisadores como A.C. Crombie, David Lindberg, Edward Grant, Stanley Jaki, Thomas Goldstein, J. L. Heilbron, Rodney Stark, Alvin Schmidt, Robert Phillips, Kenneth Pennington, Daniel Rops, Joseph Needhem, Charles Montalembert, Joseph Mac Donnell, Phillip Hughes, David Knowles, William Lecky, Harold Broad, Michel Davies, Jean Gimpel e muitos outros, mostraram a grande contribuição da Igreja para o desenvolvimento de nossa atual Civilização.



Por exemplo, a contribuição da Igreja para o desenvolvimento da ciência foi enorme; muitos cientistas foram padres. Pe. Nicholas Steno, é considerado o “pai da geologia”. O “pai da egiptologia” foi o Pe. Athanasius Keicher. A primeira pessoa a medir a taxa de aceleração de um corpo em queda livre foi o Pe. Giambattista Riccioli. Pe. Rober Boscovitch é considerado o “pai da moderna teoria atômica”. Os jesuítas se dedicavam ao estudo dos terremotos tal que a sismologia veio a ser conhecida como a “ciência Jesuítica”. Trinta e cinco crateras da lua foram nomeadas por cientistas e matemáticos jesuítas.



J. L. Heilbron (1999), da Universidade da Califórnia em Berkeley, disse que: “A Igreja Católica Romana deu mais suporte financeiro e social ao estudo da astronomia por mais de seis séculos do que qualquer outra instituição”. Woods afirma que “o verdadeiro papel da Igreja no desenvolvimento da ciência moderna permanece um dos mais bem guardados segredos da história moderna.” (Ibidem, p. 5).




Foram os monges da Igreja que preservaram a herança literária do mundo Antigo após a queda de Roma diante dos bárbaros em 476. Reginald Grégoire (1985) afirma que os monges deram “a toda a Europa... uma rede de fábricas, centros de criação de gado, centros de educação, fervor espiritual, ... uma avançada civilização emergiu da onda caótica dos bárbaros”. Ele afirma que: “Sem dúvida alguma S. Bento (o mais importante arquiteto do monaquismo ocidental) foi o Pai da Europa.



Os Beneditinos e seus filhos, foram os Pais da civilização Européia”. Woods mostra que o desenvolvimento do conceito de “lei internacional” é atribuída aos pensadores dos séc. XVII e XVIII, mas na verdade surgiu no séc. XVI nas universidades espanholas católicas e foi o Padre Francisco de Vitória, professor, quem ganhou o título de “pai da lei internacional”.


Continua...

19 de junho de 2015 08:32

Para finalizar caro protestante renovagadita,

A lei ocidental é uma dádiva da Igreja; a lei canônica foi o primeiro sistema legal na Europa, o que deu início ao primeiro corpo coerente de leis.Segundo Harold Berman (1974), “foi a Igreja que primeiro ensinou ao homem ocidental um sistema moderno de lei. A Igreja primeiro ensinou que conflitos, estatutos, casos, e doutrina podem ser reconciliadas por análises e sínteses”. A formulação dos direitos, que surgiu da civilização ocidental, não veio de John Locke e Thomas Jefferson, mas muito antes, das leis canônicas da Igreja Católica.




Alguns historiadores de economia antiga afirmam que a moderna economia, surgiu com Adam Smith e outros teóricos da economia do séc. XVIII, mas estudos recentes estão mostrando a importância do pensamento econômico dos Escolásticos da Igreja, particularmente os teólogos católicos espanhóis do séc. XV e XVI. O grande economista Joseph Schumpeter considera que esses pensadores católicos foram os fundadores da ciência econômica moderna.




Lecky, um historiador do séc. XIX, crítico contra a Igreja, admitiu que, tanto no campo espiritual como no compromisso da Igreja com os pobres, foi feito algo novo no mundo ocidental e que representou um grande crescimento em relação à Antigüidade.Assim, a Igreja berçou a Civilização Ocidental em todos os seus campos: arte, filosofia, física, matemática, música, arquitetura, direito, economia, moral, ciência, letras, línguas e etc.



“Infelizmente hoje o homem ocidental se afasta de Deus e da Igreja, perigosamente, colocando em risco a própria civilização. O Papa Bento XVI assim definiu a situação do mundo hoje: ‘(...) no mundo ocidental de hoje vivemos uma nova onda de iluminismo drástico, ou laicismo, como se queira chamá-lo. Tornou-se mais difícil ter fé, pois o mundo no qual estamos é completamente feito por nós mesmos, e nele Deus, por assim dizer, já não comparece diretamente. Não se bebe mais diretamente da fonte, mas sim do recipiente em que a água nos é oferecida. Os homens reconstruíram o mundo por si mesmos, e tornou-se mais difícil
encontrar Deus neste mundo’.”


Procure estudar um pouco mais de história universal ao invés de ficar ouvindo as lorotas de seus pastores interessados mais em seu dízimo do que em sua salvação.

Shalom !!

28 de setembro de 2015 00:32

Só quero deixar bem claro, que eu conheço muito bem a situação do Brasil.Pois diferente da maioria dos brasileiros, eu procuro me informar a respeito da situação do Brasil e de coisas relacionadas a ele, ou seja eu conheço muito bem o "país do futebol", e sei que ele tem muito o que melhorar. Todos os comentários que eu vou deixar nesta página expressa muito bem os meus sentimentos de pena, raiva e desgosto por um país burro que não liga prá a educação.

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