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Segundo São Luís de Montfort não se consagra a MARIA,mas é “consagração a Jesus Cristo, a Sabedoria encarnada, pelas mãos de Maria".

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 28 de junho de 2015 | 23:11




É preciso lembrar que “consagração" é o nome curto dessa devoção, cujo nome completo é “consagração a Jesus Cristo, a Sabedoria encarnada, pelas mãos de Maria".


Ou seja, a entrega é feita a Nosso Senhor, por meio de Sua mãe. Não se faz a consagração “diretamente" a Jesus porque Ele mesmo, na Cruz, inaugurou a mediação maternal de Maria, quando disse a São João: “Eis a tua mãe", e a Maria: “Mulher, eis o teu filho". O Autor Sagrado escreve que “a partir daquela hora, o discípulo a acolheu no que era seu", tomando-a intimamente para si (Jo 19, 27).



Por isso, os cristãos se entregam de modo total a Maria, repetindo o que também foi o lema do pontificado de São João Paulo II: “Totus tuus ego sum, Maria, et omnia mea tua sunt – Sou todo teu, Maria, e tudo o que é meu pertence a ti".


Ao longo da história da Igreja, no entanto, começaram a aparecer devotos críticos e escrupulosos, tachando os piedosos atos de amor a Nossa Senhora de “indiscretos" ou “exagerados". Na França de São Luís de Montfort, os jansenistas chegaram a distribuir vários panfletos contendo “advertências" contra os “excessos" de amor à Mãe de Deus.


Para se defenderem, esses críticos dizem que o próprio Jesus tratava com desprezo Sua mãe [1]. Nada mais falso. Se é verdade que Nosso Senhor “quis humilhá-la e escondê-la durante a vida para favorecer a sua humildade" [2], como testemunham as próprias Escrituras (cf. Mt 19, 16-19), também é certo que, após ascender aos céus e glorificar Consigo Sua mãe, passou a cumprir-se a profecia do Magnificat de que “doravante, todas as gerações hão de chamar-me bem-aventurada" (Lc 1, 48), e também a visão do Apocalipse de São João: “Então apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida com o sol, tendo a lua debaixo dos pés e, sobre a cabeça, uma coroa de doze estrelas" (Ap 12, 1).


Jesus escondeu a Sua mãe nesta terra para elevá-la à glória no Céu. Assim fez Consigo e também assim fará conosco: quem, à imitação de Maria, for “cheio de graça" nesta vida, tanto mais glória possuirá no Céu.


Embora esteja de corpo e alma no Céu, Maria permanece na vida dos cristãos, por meio de uma presença virtual e de uma presença afetiva. A primeira consiste em uma presença “ativa". O termo “virtual" não tem nada que ver com computação gráfica. Em teologia, significa força, ação, atividade. Pelo maravilhoso mistério da comunhão dos santos, a Virgem Santíssima, mesmo estando gloriosa no Céu, está bem perto de nós. Quanto à sua presença afetiva, diz respeito ao amor que ela nos devota e ao qual nós devemos corresponder, por amor a Deus. De fato, quando se fala de santidade, fala-se de um crescimento generoso no amor, como explica acertadamente Santo Tomás de Aquino [3].

Maria com esta consagração a Jesus por seu intermédio, faz conosco o que REBECA fez com seu filho:

Rebeca, imagem da Virgem Maria, na reflexão de São Luís Maria Grignion de Montfort:


São Luís Maria Grignion de Montfort coloca um exemplo, no Capítulo VI do “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, da história de Rebeca e de Jacó, para explicar melhor a consagração a Virgem Maria (cf. TVD 183ss). Na história de Esaú e Jacó, inicialmente, parece uma trapassa (cf. Gn 27, 1ss).Rebeca é Maria. Dentro desse contexto, o que está em jogo é a benção messiânica.



Deus fez uma promessa a Abraão e este teve dois filhos: Isaac e Ismael. De qual dos dois vai vir o messias? É de Isaac que virá a benção. Este teve dois filhos: Esaú e Jacó. Esaú nasceu primeiro e tinha a primogenitura. Esta primogenitura não é simplesmente material, a herança do pai. Ele vai receber a benção e as bençãos, na Bíblia, são sempre profecias. Quando Isaac pronuncia a benção sobre Jacó, diz que da linhagem dele é que virá a salvação. Esaú desprezou a primogenitura quando a vendeu por um prato de lentilhas.



Esaú despreza a benção de Deus, trocando sua benção por um prato de lentilhas. É isso que fazemos todas as vezes que pecamos. Nós trocamos o paraíso por um prato de lentilhas.Deus está oferecendo o paraíso e você vira as costas. Está entendendo a comparação? Esaú, era o homem que ia receber a benção e vira as costas para o Céu. Ele deixa de olhar para o Céu e olha para a terra. Ele é um homem ligado aos bens materiais, às coisas deste mundo. Ele despreza primogenitura e isso é uma ofensa ao Isaac, que simboliza Deus.




Jacó ganhou a primogenitura, ganhou a benção, a graça.Mas, para receber a primogenitura ele precisa seguir os conselhos de Rebeca. Ela diz a ele: seu irmão foi caçar. Chegou a hora da benção. Vou fazer um guisado do jeito que seu pai gosta. Rebeca veste Jacó com as vestes de Esaú, colocas os pelos dele. Jacó leva o guisado para Isaac, que come e gosta do prato. Isaac abençoa e dá a graça a Jacó.


São Luís vê nisso um sinal, um protótipo, um modelo, uma comparação daquilo que é a função da Virgem Maria. Se você faz tudo que ela diz, como Jacó fez, ela sabe o que fazer, pois sabe o que agrada a Deus.


Na prática com esta consagração a Jesus por meio de Maria,nós nos colocamos na posição de pequenos, na pobreza espiritual. Nessa nossa pobreza, nas mãos da Virgem Maria, somos modelados por ela: A FORMA DEI.


É como se as vestes que Rebeca coloca em Jacó fossem as vestes de Jesus colocadas em nós. Ela vai nos vestir, vai nos preparar, vai modelar-nos à semelhança do seu Filho Jesus.




Rito de Consagração de si mesmo como escravo de Jesus por meio de Maria, segundo o método de São Luíz Maria Grignion de Montfort:



Este rito abaixo não é litúrgico, mas é devocional, elaborado por Luxã Nautilho afim de embelezar o momento da Consagração de Ecravidão de si memso como escravo de Jesus por meio de Maria, segundo o método de São Luiz Maria Grignion de Montfort, feito em grupo ou comunidade de pessoas. Como é artigo devocional, poderá ser ministrado por qualquer leigo, de preferência quem já se consagrou como escravo ou um responsável pelo grupo, que agirá como o MINISTRO DA CONSAGRAÇÃO, na ausência de sacerdote ou diácono. Como não existe nenhum rito próprio para este tipo de consagração, este rito abaixo foi compilado para tornar-se cerimonioso e bonito a consagração de escravidão dos fiéis que se consagram. Ainda assim, o rito é facultativo:
  
RITO DE CONSAGRAÇÃO DE SI MESMO
COMO ESCRAVO DE JESUS
POR MEIO DE MARIA - Consagração de Aliança.

I. Ministro da Consagração: Queiram(a) aproximar-se os(o) candidatos(o) à Consagração de Aliança.
II. Os candidatos se aproximam e dizem: Aqui estamos(estou) Senhor, para fazer a Vontade de Deus.
III. Ministro da Consagração: O que pedem(m)?
IV. Candidatos: A Misericórdia de Deus e o Reino de Jesus em nossos corações.
V. Ministro da Consagração: Após um período de preparação para esta Solene Consagração,/ em Nome de Deus e da Igreja,/ vos declaro dignos(o) para professar este vínculo sagrado./ Eu vos pergunto em Nome de Deus e da Igreja:/ Querem(quer) vivercomo verdadeiros(o) escravos(o) de Jesus por meio Maria,/ vivendo bem o dom desta Consagração,/ instaurando o Reino de Jesus por meio de Maria pela Terra,/ defendendo a Santa Igreja Católica,/ a Sã Doutrina,/ a Verdade da Fé,/ a Tradição Apostólica,/ a Hierarquia e o Magistério da Igreja, e  o Evangelho de Jesus Cristo,/ dando a vida pela causa de Cristo?
VI. Candidatos: Queremos(Quero), com a Graça de Deus, no Poder do Espírito Santo.
VII. Ministro da Consagração: Querem(res) se consagrar a Jesus Cristo/ e à Santíssima Virgem Maria,/ como seus(seu) fiéis(fiel) escravos(o),/ pelo Ato da Consagração de Aliança,/ segundo o Método de São Luís Maria Grignion de Montfort,/ contemplado no livro Tratado de Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem,/ para selar esta Aliança e este vínculo sagrado?
VIII. Candidatos: Queremos(quero), com a Graça de Deus.
IX. Ministro da Consagração: Então,/ a partir desta Solene Consagração e destes propósitos,/ eu vos declaro, em Nome de Deus e da Igreja,/ pessoas(a) Consagradas(a) ao Senhor,/ Ministros(o) do Deus Altíssimo,/ pertencentes ao Reino dos Sacerdotes, Reis e Profetas do Deus Todo Poderoso,/ dos predestinados Soldados do Exército de Jesus e Maria,/ Ungidos do Espírito Santo,/ Filhos da Sabedoria Eterna  e Encarnada/ e Apóstolos dos Últimos Tempos,/ investidos do Poder do Alto.
X. Candidatos: Amém!
XI. Ministro da Consagração: Fazei o vosso juramento:
XII. Candidatos: Eu juro amor,/ lealdade,/ obediência e fidelidade a Deus Pai,/ a Deus Filho,/ a Deus Espírito Santo/ e à Santa Mãe Igreja Católica Apostólica Romana,/ e prometo cumprir e fazer cumprir/ o Santo Evangelho/ e a Verdade da Fé,/ a preço de meu sangue,/ por amor ao meu Deus.
XIII. Ministro da Consagração: Queiram(a) professar a Consagração de Aliança.
XIV. Os candidatos rezam a Consagração.
XV. Ministro da Consagração: Que Deus confirme, ligue e sele estes propósitos no seu Santuário no céu, na forma de Decreto Divino.
XVI. Candidatos: Amém!

******
A seguir, fazem a prostração, e a comunidade canta ou reza o Vem Espírito Criador(ou outro cântico litúrgico do Espírito Santo), a Ladainha de Todos os Santos, oMagnificat. Faz-se a Efusão de Espírito Santo e a Assinatura da Consagração da Aliança. Geralmente a folha da consagração é assinada antes da cerimônia.
XVII. O Ordinário abençoa os objetos que servirão de sinal da escravidão de amor a Jesus por meio de Maria. Se não haver Ordinário, os objetos já deverão estar bentos deste antes da cerimônia...
XVIII. Ministro da Consagração: (Entrega do terço na mão do consagrado): Recebe na tua mão esquerda o Rosário de Maria como arma para o teu combate.... (apóscada recebimento, o candidato diz: Amém!)... (Continua...)
(Entrega da Cruz ou Crucifixo na mão do consagrado): Recebe na tua mão direita o estandarte ensanguentado da Cruz de Jesus como sinal da tua vitória e do teu Ministério Profético... (Continua)...
(Entrega da Medalha ou Escapulário, ou fazer o sinal da Cruz no peito do consagrado): Recebe no teu peito + os Sagrados Nomes de Jesus e Maria...
(Caso tenha a Entrega da corrente da escravidão ou de outro objeto): E recebe no teu corpo esta cadeia como sinal da tua escravidão amorosa e voluntária a Jesus por meio de Maria. Amém!



A FÓRMULA DA CONSAGRAÇÃO DE ESCRAVIDÃO:
CONSAGRAÇÃO DE ALIANÇA, ou,
CONSAGRAÇÃO A JESUS CRISTO - A SABEDORIA ETERNA E ENCARNADA – PELAS MÃOS DE MARIA, ou,
CONSAGRAÇÃO DE SI MESMO COMO ESCRAVO DE JESUS POR MEIO DE MARIA:

Ó Sabedoria eterna e encarnada! Ó amabilíssimo e adorável Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, unigênito Filho do eterno Pai, e da sempre Virgem Maria, adoro-vos profundamente no seio e nos esplendores de vosso Pai, durante a eternidade, e no seio virginal de Maria, vossa Mãe digníssima, no tempo de vossa Encarnação.
Eu vos dou graças por vos terdes aniquila­do a vós mesmo, tomando a forma de escravo, para livrar-me do cruel cativeiro do demônio. Eu vos louvo e glorifico por vos terdes querido submeter a Maria, vossa Mãe Santíssima, em todas as coisas(Conf. Apoc 12), a fim de por ela tornar-me vos­so fiel escravo. Mas ai de mim, criatura ingrata e infiel! não cumpri as promessas que vos fiz solenemente no batismo. Não cumpri com mi­nhas obrigações; não mereço ser chamado vos­so filho nem vosso escravo, e, como nada há em mim que de vós não tenha merecido re­pulsa e cólera, não ouso aproximar-me por mim mesmo de vossa santíssima e augustíssima majestade. É por esta razão que recorro à intercessão de vossa Mãe Santíssima, que me destes por medianeira junto a vós(Conf. Salmo 44/45: A vossa direita se encontra a Rainha), e é por este meio que espero obter de vós a contrição e o perdão de meus pecados, a aqui­sição e conservação da sabedoria.
Ave, pois, ó Maria Imaculada, tabernáculo vivo da Divindade, onde a eterna Sabedoria escondida quer ser adorada pelos anjos e pelos homens!
Ave, ó Rainha do céu e da terra, a cujo império é submetido tudo o que está abaixo de Deus!
Ave, ó seguro refúgio dos pecadores, cuja misericórdia a ninguém falece! Atendei ao de­sejo que tenho da divina Sabedoria, e recebei, para este fim, os votos e as oferendas, apre­sentadas pela minha baixeza.
Eu, N..., infiel pecador, renovo e ratifico hoje, em vossas mãos, os votos do meu batismo: Renuncio para sempre a satanás, suas pompas e suas obras, e dou-me inteiramente a Jesus Cristo, Sabedoria encarnada, para segui-lo le­vando minha crus, em todos os dias de minha vida. E, a fim de lhe ser mais fiel do que até agora tenho sido, escolho-vos neste dia, ó Ma­ria Santíssima, em presença de toda a corte celeste, por minha Mãe e minha Senhora.
Entrego-vos e consagro-vos, na qualidade de escravo, meu corpo e minha alma, meus bens interiores e exteriores, e até o valor de minhas obras boas passadas, presentes e futuras, dei­xando-vos direito pleno e inteiro de dispor de mim e de tudo o que me pertence, sem exceção, a vosso gosto, para maior glória de Deus, no tempo e na eternidade. Recebei, ó benigníssima Virgem, esta pequena oferenda de minha escravidão a Jesus por meio de ti, em união e em honra à submissão que a Sabedoria Eterna quis ter à vossa mater­nidade; em homenagem ao poder que tendes ambos sobre este vermezinho e miserável peca­dor; em ação de graças pelos privilégios com que vos favoreceu a Santíssima Trindade. Pro­testo que quero, dorvante, como vosso verdadeiro escravo, buscar vossa honra e obe­decer-vos em todas as coisas. Ó Mãe admirá­vel, apresentai-me a vosso amado Filho, na qualidade de escravo perpétuo D'Ele para que, ten­do-me remido por Ele e por vós também me recebam favoravelmente. Ó Mãe de misericórdia, concedei-me a graça de obter a verdadeira Sabedoria de Deus, e de colocar-me, para este fim, no número daqueles a quem amais, en­sinais, guiais, sustentais e protegeis como fi­lhos e escravos vossos. Ó Virgem fiel, tor­nai-me em todos os pontos um tão perfeito discípulo, imitador e escravo da Sabedoria en­carnada: Jesus Cristo, vosso Filho, que eu che­gue um dia, por vossa intercessão e a vosso exemplo, à plenitude de sua idade na terra e de sua glória nos céus. Assim seja.

.......................................................................
Assinatura do nome completo.

Cidade e data: _______________ , ______ / ______________ /

Referências
2.   São Luís de Montfort, Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, 5
3.   Suma Teológica, II-II, q. 24, a. 9


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