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O amor acabou ? E agora o que fazer ? Separar ou decidir amar ?

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 31 de julho de 2012 | 14:43


 

O Amor É Decisão

Ricardo Sá ( Canção Nova)

Como poderei dizer que foi por acaso?
De repente quando eu vi estava ao teu lado
Teu amigo eu me tornei


Fui entrando em tua vida pra valer
Encantei sem querer

Mas é Deus quem tudo faz, então tive que esperar

O amor quando é real não leva-nos para o mal
Mais maduro eu me tornei e em Deus fui dando passos
E hoje aqui venho apenas dizer: amo muito você!



Se amor é decisão, eu decidi te amar
Você veio em minha vida pra me completar
E de Deus iremos ser
Lado a lado em qualquer situação
Sendo um só coração.






Divórcio, fome, doenças, abuso sexual, pedofilia, violência, indiferença, pobreza, miséria, rejeição, prostituição, desigualdade...ÓDIO.

O mundo caminha para um abismo  onde todos são amantes de si mesmos, onde o dinheiro e a vaidade estão em primeiro lugar, onde não existem famílias mas meros indivíduos,se tomam decisões apenas pensando na nossa felicidade pessoal, pais divorciados, filhos complexados, infelizes, o mundo caminha para um lugar sem esperança e sem luz, um lugar cheio de olhares vazios e sedentos por atenção, um lugar onde todos estão preocupados apenas consigo mesmo, um lugar onde não existe "amor".

Isso acontece em todos os âmbitos: Famílias,ambiente de trabalho, e infelismente até dentro da igreja e comunidades ditas Cristãs,onde vemos  pessoas preocupadas apenas com seus milagres, com sua prosperidade, e se esquecendo do segundo mandamento mais importante: "Amarás o teu próximo como a Ti mesmo".


Parece Utopia, mas nos esquecemos que nós os Cristãos,somos a Luz do mundo e o Sal da terra, enfim a esperança que ainda suspira, e a nossa bandeira é o AMOR.

Vamos começar a partir de hoje mostrar através de ações, e não só de palavras, o AMOR pelo qual Cristo nos conquistou, seja na sua escola, no seu trabalho, na sua faculdade, na sua casa, em qualquer lugar ?

Decida - se a partir desse momento se revoltar contra o ódio que envolvem esse mundo.

Decida a ser o primeiro a baixar a guarda, não por covardia, mas por sua opção de DECIDIR AMAR apesar de...

Decida-se a levar desaforo para Casa.
Decida-se humilhar-se para que alguém seja edificado e santificado em Cristo, e não por mero comodismo.

Decida-se a admitir que errou quando realmente cometeu um erro.

Por fim decida-se a abraçar e acolher o eterno, pois o tempo passa, e nós que acreditamos em ressurreição não podemos paralisar com picuinhas temporais.

Decida-se a acreditar que Deus ver tudo e julgará tudo com justiça, quando sentir-se impotente diante de um conflito.

O QUE É O CURSO “EU DECIDO AMAR” DA COMUNIDADE CATÓLICA SHALOM ?


O objetivo deste programa de formação é de comprometer um grupo de pessoas para uma decisão séria de amar como Jesus amou.

O mesmo é aberto para jovens e adultos de qualquer procedência social, cultural ou religiosa.


O conteúdo é o conhecimento e a experiência do amor de Deus pôr cada um, a confiança neste amor, a consciência das próprias fraquezas e limites, o estudo oracional e a contemplação de diversas ocasiões , nos evangelhos, nas quais Jesus amou apesar de todos os desafios.


Este programa acontece pôr meio de encontro bimensais, um livreto ou CDs pôr encontro que seja interativo e que ajude a pessoa a orar com o tema do mês, e sempre nos comunicando através de correspondências.

O mistério do homem e da mulher


(Martine Catta - Co-fundadora da Comunidade do Emanuel, da França
Pregação ministrada no Fórum Carismático Shalom 2001
Mantido o tom coloquial)

Somos um mistério para nós mesmos. Algumas vezes, nos aproximamos um pouco desse mistério, mas ele pertence somente a Deus.


Narrando a criação, o Gênesis diz que quando Deus criou o homem, a mulher não existia ainda. Por isso, ela jamais conheceria esse ponto de encontro entre Deus e o homem. E a mesma coisa se passou com relação à mulher: ao criá-la, Deus fez o homem cair num sono profundo, e ele não assistiu à criação dela. Isso se aplica também a cada um de nós.

Quando fomos concebidos, houve o primeiro dia das nossa vidas em que nem o nosso pai nem a nossa mãe sabiam que já existíamos; éramos conhecidos somente por Deus. Portanto, em cada um de nós existe algo que pertence somente a Deus.


Corpo, afetividade, coração profundo


Quando nos encontramos com alguém, o que vemos primeiro? Seu corpo, sua vestimenta, seu olhar, seus movimentos, sua voz. Seu corpo manifesta algo mais profundo. A voz, por exemplo, pode ser doce, ou contraída, ou nervosa, ou colérica. Pode revelar medo, às vezes.

E, através do sorriso ou do olhar, pode manifestar, por exemplo, alegria. Depois, quando a conhecemos melhor, vamos descobrir também sua sede do bom, do belo, do absoluto. Isso é o que se chama de coração profundo. Nesse coração profundo, está a sede de Deus; podemos dizer que é a morada espiritual.

Todos esses elementos: O corpo, a afetividade, o coração profundo são entrelaçados.Aquilo que eu vivo no meu corpo vai refletir na minha afetividade e em todas as áreas e vice-versa.


Capacidade de escolher


Mas o que me define como pessoa, no mais íntimo, no mais profundo do meu ser? É a minha capacidade de decidir, de dizer “sim” ou “não”; de escolher e ser responsável pela minha escolha, ou seja, minha capacidade de ser fiel a uma escolha que eu tenha feito.


Cada um de nós tem uma vontade que é atraída pelo bem, que deseja fazer o bem, embora nem sempre consiga. E essa vontade é iluminada pela inteligência. Então, quando o ser humano começa a perceber o que é bom, toma a decisão com sua liberdade.

A liberdade é aquilo que move a vontade. A existência da nossa liberdade tem a sua origem na criação, porque somos à semelhança de Deus, temos a mesma capacidade divina para a decisão.


Portanto, não basta ver o que é bom nem somente desejá-lo, num dado momento é necessário decidir-se pelo que é bom. Por exemplo: você tem uma vizinha que está doente, então diz: “Ah, pobrezinha, eu queria tanto ir vê-la”.

Essa é uma boa intenção, mas, se você não decide, isso fica só no desejo, e, depois de um ano nada aconteceu, você não foi visitá-la. Mas, se você, realmente, tiver feito a decisão, vai encontrar-se com ela naquela hora.


Ainda outro exemplo:

“Se tomo a decisão de escutar a Palavra de Deus, fico atenta. Ela atinge a minha afetividade. Depois vou refleti-la, e ela certamente vai iluminar meu entendimento, minha inteligência.”

Mas não devo parar aí. Para que essa Palavra, de fato, seja recebida como um alimento para mim, falta a etapa seguinte:

Diante dessa Palavra, o que vou fazer?

A que ponto de conversão, a que passo ela me chama?

Então, quando decido agir nesse ponto em que a Palavra me toca, ela se torna vida em mim.



Livres para amar


A vocação primeira e última do homem é o amor. E a liberdade, para o homem, é o local do amor. Amo quando decido amar.

Num relacionamento verdadeiro, há o encontro de duas liberdades.

Mas nem sempre a coisa funciona como deveria. Um dia, houve uma tragédia na humanidade. O homem e a mulher foram tentados pelo demônio e decidiram dizer “não” a Deus. Esse é o primeiro ato de liberdade contrário ao amor na história da humanidade. É o que se chama pecado original. E até hoje vemos o rastro desse pecado no meio de nós.


E o que Deus fez? Respeitou a escolha do homem. Porque alguém que ama respeita o outro e sua liberdade. Então, o homem rompeu seu relacionamento de filho com Deus. E tornou-se como parcialmente cego. Não enxergava mais da mesma forma o amor de Deus.

Antes do pecado, o homem era muito feliz, mas, depois desse ato, sentiu-se culpado diante de Deus, teve vergonha e se escondeu. Também sua vontade ficou menos livre, então a liberdade foi enfraquecida, dividida entre o chamado a amar e o egoísmo.


O homem deixou de ser uno, aquele equilíbrio original foi rompido, então, às vezes, as emoções tomam o leme; ou o corpo é a única coisa que conta na vida; outras vezes nos deixamos “dominar” pela inteligência e ficamos sem saber o que é o verdadeiro homem.


Os relacionamentos não são firmados no amor e nos ferimos mutuamente. Então, a liberdade que antes do pecado era o fator unificador da pessoa, que era como o “capitão do barco” da vida, começa a ficar instável. Esse quadro que estou pintando não é muito agradável, no entanto, no meio de tudo isso, o apelo de Deus permanece o mesmo: sermos santos como Ele é santo. Ser santo significa utilizar a liberdade somente para o amor.


O apelo para vivermos na intimidade da Trindade continua vivo dentro de nós. E Deus toma a iniciativa de ir ao nosso encontro. Logo depois do pecado, no finzinho do dia, quando o homem se escondia de Deus, Ele sai à procura do homem e o chama: “Adão, onde te escondeste?”


Lembremo-nos de que quando estamos no pecado ou não estamos na amizade com Deus Ele está à nossa procura e diz: “Meu amigo, onde você está?” Ele vem nos buscar.


A solução que Deus encontrou foi vir Ele mesmo nos reconciliar através de Jesus. Deus se faz homem como nós para, através da sua humanidade, nos reconciliar com o Pai. Jesus diz “sim”. Em Hb 10,5 diz: “Tu me deste um corpo, e eu digo: Eis que venho, Senhor, para fazer a tua vontade”.


A vontade de Deus não é a de um tirano, é uma proposta de amor para que você entre na sua intimidade. Então Jesus diz: “Sim, eis que eu venho”. E continua a dizer “sim” ao Pai em todos os momentos da sua vida.


Jesus se fez homem para retomar toda a nossa humanidade, tudo o que significa ser homem. Ele salvou nosso corpo, nossa afetividade, nossa inteligência, todo o nosso ser.

Podemos dizer que Jesus já fez tudo, porém, porque temos a liberdade, cabe a cada um de nós acolher essa salvação pessoalmente. E dizer “sim” a Deus hoje, abrindo-lhe totalmente nossa vontade, decidindo viver tendo Deus como referência.


No momento do nosso Batismo, o próprio Deus veio habitar em nós, e o Espírito Santo veio iluminar o nosso coração profundo. Quando dizemos “sim” a Deus, o Espírito Santo vem como uma flecha sobre a nossa vontade e ilumina todo o nosso ser profundo, para nos ajudar a conhecer e a seguir o Cristo, a cristianizar todo o nosso ser. E não nos tornamos uma pessoa diferente de quem somos; ao contrário, pelo Espírito Santo, vamos nos tornar aqueles que somos realmente.

São Paulo diz que onde está o Espírito está a liberdade. E Ele vai nos ajudar a colaborar com a obra de Deus em nós. O Espírito Santo não vai trabalhar sem nós. Nós então vamos trabalhar apoiados no Espírito, para nos converter, para deixar os maus hábitos, para exercer nossa liberdade de uma maneira nova, verdadeiramente orientada pelo amor.


O Santo Padre nos convida a ir ao largo, mas, para ir às águas profundas, é preciso tomar uma decisão, livremente. Na mesma carta apostólica, o Santo Padre nos convida a fazer memória, com gratidão, do nosso passado, ou seja, olhá-lo à luz de Deus, deixando-nos curar de nossas feridas.

Convida-nos também a viver o presente com paixão, isto é, viver unidos a Jesus Cristo, nessa orientação do nosso chamado ao amor. E a nos abrir com confiança ao futuro, com fidelidade à nossa missão pessoal. Essa é a característica de um homem e de uma mulher livres.

Então, é esta a mensagem para cada um de nós: olhar o passado à luz de Deus e ser livre, viver intensamente o dia de hoje e nos voltar com confiança para o futuro.

DIANTE DA PROLIFERAÇÃO DO INDIVIDUALISMO A DECISÃO DE AMAR

Hoje confundimos pessoa, indivíduo, personalismo e individualismo. Nossa cultura está marcada pela supremacia do individualismo, em detrimento do altruísmo e do personalismo.

O outro, o próximo, o semelhante, o irmão, o diferente, o necessitado são colocados em segundo lugar e até descartados.

O individualismo globalizado se expressa na absolutização do ter, do poder e do prazer. Os outros são perdedores, descartáveis, sobrantes, excluídos.

Vejamos alguns aspectos do individualismo hoje:

1. A arbitrariedade. O individualismo se manifesta na arbitrariedade que é uma atitude de poder, de julgamento, de superioridade, de centralidade, de dominação. Quando a arbitrariedade significa desobediência, rebeldia, orgulho, entram em crise valores éticos, religiosos, sociais e a justificação dos interesses pessoais, caem as instituições, a objetividade, o bom senso e o respeito pela verdade.

2. O bem material. A pessoa individualista desvaloriza o bem comum, a justiça social, a compaixão. O dinheiro, a ambição, a ganância, o lucro é o que interessa. O ter mais vence o “ser mais”. Cresce a indiferença pelo outro. A competição, a corrupção, a concentração dos bens aumenta a desigualdade social. Quem cai no individualismo, torna-se insensível, cego, escravo de cálculos e ambições. Não se pergunta se os outros estão bem e não se interessa em ser bom para os outros.

3. A satisfação erótica. O erotismo é filho legítimo do egoísmo individualista, do amor desordenado de si mesmo, do prazer imediato e sem compromisso, que hoje se caracteriza pela orgasmomania e orgasmolatria, balbúrdia sexual. O machismo tem muito de egoísmo e erotismo. Acontece no erotismo a centralização do ego e a subjugação do outro, afirmação de si e a negação do outro. A espiral do erotismo abre as portas ao alcoolismo, às drogas e ao vazio existencial.

4. A legitimação dos desejos. O consumismo, através da propaganda, trabalha com os desejos. Ora cria desejos, ora os aguça. Somos escravos de desejos desordenados. O mercado excita os desejos das crianças, jovens e adultos e os legitima como felicidade, bem-estar, auto-realização e auto-projeção. Promete mundos maravilhosos, messiânicos, efêmeros e eficazes. A vida é vivida como um espetáculo, uma satisfação de desejos e sensações, e curtições.

5. A imposição dos direitos individuais. Eu quero, eu sei, eu desejo, eu tenho direito, eu decido, eu mando. É a defesa arbitrária de direitos individuais sem compromisso ético, religioso, jurídico, social. Não podemos ser prisioneiros das modas do momento e ferir a verdade, o bem, a justiça defendendo direitos individuais de modo arbitrário como por exemplo, o aborto, a eutanásia, a clonagem etc. quem quer ser o único produtor de si mesmo acaba degradando-se.

6. A auto-suficiência. Consiste em viver sem Deus, sem mandamentos, sem a família, sem o matrimônio e sem a comunhão com os outros, sem os valores objetivos. É a indiferença pelos outros, pelas instituições, pelas normas, num narcisismo sem limites. O auto-suficiente é folgado, agressivo, independente, onipotente com grande risco de tornar-se delinqüente.

7. A independência. O individualismo é egolatria, autonomia, solidão, rebeldia. Os conflitos da independência começam em casa, no namoro, na escola e no estilo de vida liberal, independente, permissivo. A pessoa pautada pela independência, assume atitudes de arrogância, arbritariedade, indiferença, antipatia e agressividade. Chega a ser anti-social e contestadora das realidades objetivas da vida.

8. O egoísmo. A centralização de si, o egocentrismo é um dos piores recalques da humanidade. Quando socializado, o egoísmo tem o nome de lucro, sucesso, consumismo, livre escolha. O que vem primeiro são as diversões, a curtição, o imediato, a estética, a dimensão lúdica da vida. O importante é o agora, o espetáculo, as distrações, o corpo.

O egoísmo globalizado gera “povos da opulência e povos da indigência”, alarga as desigualdades entre ricos e pobres, o império do mercado e a iniqüidade social. 

O egoísmo é o caminho do abismo.


Encerro esta reflexão com um testemunho de alguém que entendeu verdadeiramente o sentido da livre decisão de amar, bem como da indissolubilidade do matrimônio não como prisão, mas como um chamado a amar:

“Uma irmã da comunidade tinha um marido adúltero e alcoólatra,por vezes em sua partilhas e desabafos com alguém próximo a ela, era comum ela ouvir:

- Mulher deixa este homem e vai procurar tua felicidade!!!


Porém, ela como uma Cristã e uma pessoa que experimentou do amor de Deus, e só quem foi muito amada e perdoada é capaz de muito amar e perdoar, pois assim está escrito:

Porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama...”( Lucas 7,22)

A resposta que ela poderia dar só poderia ser uma resposta de amor:

- “Eu dicido ama-lo apesar de...pois o meu sim dado no altar mais que um sim dado a ele, foi um sim dado a Deus, e se Deus no uniu, nada poderá nos separar, se Deus me colocou a seu lado foi também para ser canal de salvação...”

São João da Cruz dizia: “Ponha amor onde não há amor e colherá amor”

O amor mais que sentimentos é decisão, decida-se hoje por amar e cultivar o amor, pois a profecia não deixa de ser cumprida no tempo de Deus, e o salmista nos ensina como adquirir este cultivo:

“Quem semeia entre lágrimas, colherá com alegria” (Salmo 126,5)


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