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Maria não morreu e não está dormindo

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 1 de março de 2017 | 11:48






AS EVIDÊNCIAS BÍBLICAS:

“Por meio da fé, Enoque foi arrebatado, de forma que não experimentou a morte; e já não foi encontrado, porquanto Deus o havia arrebatado, visto que, antes de ser arrebatado, havia recebido o testemunho de que tinha agradado a Deus...”(Hebreus 11,5).



“O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. (Lucas 1,30) – Ora ENCONTRAR GRAÇA DIANTE DE DEUS, é ter agradado a Deus, portanto, BEM AVENTURADA (Lucas 1, 31-45).


“Em Jericó os discípulos dos profetas foram falar com Eliseu e lhe perguntaram: Você sabe que hoje o Senhor vai levar para os céus o seu mestre, separando-o de você?. Respondeu Eliseu: Sim, eu sei, mas não falem nisso. Em seguida Elias lhe disse: "Fique aqui, pois o Senhor me enviou ao rio Jordão". Ele respondeu: Juro pelo nome do Senhor e por tua vida, que não te deixarei ir só!.Então partiram juntos.Cinqüenta discípulos dos profetas os acompanharam e ficaram olhando a distância, quando Elias e Eliseu pararam à margem do Jordão.Então Elias tirou o manto, enrolou-o e com ele bateu nas águas. As águas se dividiram, e os dois atravessaram a seco.Depois de atravessar, Elias disse a Eliseu:O que posso fazer por você antes que eu seja levado para longe de você? " Respondeu Eliseu: Faze de mim o principal herdeiro de teu espírito profético. Disse Elias: Você fez um pedido difícil; mas, se você me vir quando eu for separado de você, terá o que pediu; do contrário, não será atendido. De repente, enquanto caminhavam e conversavam, apareceu um carro de fogo, puxado por cavalos de fogo, que os separou, e Elias foi levado aos céus num redemoinho. ( II Reis 2,511).





Ora, a dedução é simples e lógica: se considera nas Escrituras que Enoque e Elias foram “assumidos” ao céu, de corpo e alma, e talvez Moisés, se interpretarmos a menção de Judas 9 como uma “assunção” do corpo de Moisés. Jesus subiu ao céu em seu próprio poder, corpo e alma, e é justo que sua própria mãe, a Santa Mãe de Deus, também não visse corrupção, pois a Carne de Cristo é a carne de Maria. A Bem Aventurada Virgem Maria, sendo um modelo da Igreja, como todos os Pais ensinam, é um exemplo do cristão aperfeiçoado no céu (cf. a Igreja, imaculada, sem culpa mencionada em Efésios 5, 25-33, Hb 12, 22 ss; Ap 21,1 ss). Maria recebeu esse estado aperfeiçoado (em alma e corpo) antes de toda Igreja remida pelo sangue de Cristo, tornando-se a nova Eva, mãe da nova humanidade, pela graça e beneplácito de Deus.


Muitas vezes os teólogos e oradores sagrados, seguindo os passos dos santos Padres,para explicarem a sua fé na assunção, serviram-se com certa liberdade de fatos e textos da Sagrada Escritura. E assim, para mencionar só alguns mais empregados, houve quem citasse a este propósito as palavras do Salmista:


"Erguei-vos, Senhor, para o vosso repouso, vós e a Arca de vossa santificação" (Sl 131, 8).


Ora, a Arca da Aliança, feita de madeira incorruptível e colocada no templo de Deus, viam como que uma imagem do corpo puríssimo da virgem Maria, preservado da corrupção do sepulcro, e elevado a tamanha glória no céu. Do mesmo modo, ao tratar desta matéria, descrevem a entrada triunfal da Rainha na corte celeste, e como se vai sentar a direita do divino Redentor (Sl 44,10.14-16); e recordam a propósito a esposa dos Cantares "que sobe pelo deserto, como uma coluna de mirra e de incenso" para ser coroada (Ct 3,6; cf. 4,8; 6,9). Ambas são propostas como imagens daquela Rainha e Esposa celestial, que sobe ao céu com o seu divino Esposo.

MARIA FOI ARREBATADA CONF. REVELA O APOCALIOPSE:

Afinal, onde exatamente está escrito na bíblia que Maria Morreu ?
Simplesmente não encontramos em lugar algum, e sabe por que ? - Apoc. 12 diz que Maria FOI ARREBATADA por um tempo e a metade de um tempo após gerar um filho homem (Varão) que regerá toda a terra, e seu Reino não terá fim:

“E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias...”(Apoc 12,6).

Quem é a mulher que GEROU este homem ? E quem é este homem ? Se Maria tivesse morrido, e seus restos mortais preservados como temos os dos apóstolos, seria um dos túmulos mais visitados no mundo. Portanto, Maria assim como Enoc, Moisés e Elias foram ARREBATADOS em corpo e alma e já estão junto a Cristo a interceder por nós junto a Ele.

MOISÉS TAMBÉM FOI ARREBATADO EM SEU CORPO AOS CÉUS:

“Quando Miguel, o Arcanjo, teve uma controvérsia com o diabo e disputava acerca do corpo de Moisés, não se atreveu a lançar um julgamento contra ele em termos ultrajantes, mas disse: ‘O SENHOR te censure.’” (Judas v.9)

Embora a Carta de Judas seja breve (com apenas um capítulo, com 25 versículos), contém certas informações que não são encontradas em nenhuma outra parte das Sagradas Escrituras. Somente este livro menciona a disputa do Arcanjo Miguel com o diabo pelo corpo de Moisés, assim como a profecia feita séculos antes por Enoque (Jd 9,14-15). É bem possível que S. Judas tenha tido acesso a tais informações pela transmissão fidedigna (quer seja oral ou escrita) de uma tradição anterior. Isso poderia explicar a existência de uma referência similar à profecia de Enoque – no Livro Apócrifo de Enoque (escrito provavelmente entre os séculos II e I aC). Uma fonte comum ('A Assunção de Moisés') pode ter fornecido a base para a declaração feita tanto no livro sagrado quanto no apócrifo. O relato de "A Assunção de Moisés"  narra com mais detalhes a estranha história da morte de Moisés, relatada em Deuteronômio (34,1-6), acrescentando a narrativa dos acontecimentos posteriores, de como o corpo do grande Profeta foi entregue ao Arcanjo Miguel para lhe dar sepultura. Nesta ocasião, surge o diabo, que disputa com S. Miguel pelo corpo de Moisés. O inimigo da humanidade baseava sua pretensão, fundamentalmente, em duas razões:

1)- Primeira, o corpo de Moisés era matéria; a matéria seria má e, portanto, o corpo de Moisés lhe pertenceria, visto que a matéria é seu domínio.

2)-Segundo, Moisés era um assassino, já que havia tirado a vida do egípcio a quem vira castigar os hebreus (Ex 2,11-12).Moisés, sendo assassino, teria o diabo o direito de reclamar-lhe o corpo.

O LADRÃO ARREPENDIDO JÁ ESTÁ NA GLÓRIA COM CRISTO

“Ainda HOJE estarás comigo no Paraíso...” (Lucas 23,43)


O católico esclarecido não se deixa perturbar com passagens bíblicas aparentemente difíceis, porque sua fé não se fundamenta exclusivamente na interpretação particular das Escrituras, mas sim naqueles três pilares fundamentais: Magistério, Tradição e Escritura. Sendo assim, temos sempre a quem recorrer quando encontramos dúvidas e obstáculos no prosseguimento do Caminho (que é o Cristo), e não ficamos reféns da nossa própria compreensão pessoal das letras. Nós, que somos tão fracos e falíveis em nossas deduções pessoais, temos, antes de tudo, a orientação segura e milenar da Igreja, que é o Corpo de Cristo e a Coluna e o Sustentáculo da Verdade (I Tim 3,15), e não a achologia de pastor A, ou B.

O PROTESTANTE DIZ: “A Bíblia diz que Jesus estabelecerá o seu Reino no fim dos tempos; logo, o relato do HOJE na passagem do ladrão arrependido, é uma promessa futura e não imediata.”

Ora, afirmar que Jesus disse que o Reino dos Céus é um evento futuro, é apenas uma interpretação particular dada como certa, já que os Evangelhos dizem muito claramente:

“Interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o Reino de Deus, Jesus respondeu-lhes, e disse: O Reino de Deus não vem com aparência exterior. Nem dirão: 'Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o Reino de Deus já está no meio de vós...” (Lc 17, 20-21)

O PROTESTANTE DIZ: O Evangelho narra que os soldados quebraram as pernas dos malfeitores, mas não as de Jesus, pois ele já estava morto. Portanto, o ladrão estava ainda vivo, o que atesta que tal promessa ocorrerá no futuro somente.

Quanto a esta segunda objeção, com toda a honestidade e humildade, devo dizer que não merece nem sequer ser considerada, porque é totalmente desprovida de sentido. Ora, quem foi que disse, e onde está escrito que, para que a promessa de Cristo fosse cumprida, os dois (o Senhor e o ladrão) teriam que morrer juntos, no mesmo instante? Ou que o Senhor Jesus precisaria morrer depois? O fato de Jesus ter morrido primeiro invalidaria a sua promessa? Claro que não !!! Portanto, esta objeção é pura tolice pura e mais nada.



O PROTESTANTE DIZ: Jesus ressuscitou ao terceiro dia, e diz que não havia subido ao Pai. Portanto, seria impossível que o termo 'hoje' fosse empregado no sentido defendido pelos católicos.


É exatamente esta perspectiva que explica e torna possível uma outra questão teológica considerada das mais difíceis para a nossa razão: a existência do Inferno. Por não haver "amanhã" é que aquelas almas jamais alcançarão o perdão. Não é que passarão a eternidade numa sucessão de dias e noites, sem ter direito a misericórdia divina,(só existe perdão onde há arrependimento), mas por terem adentrado a eternidade como inimigas de Deus, por sua decisão livre e consciente, aquelas almas permanecerão nesta mesma condição no infinito "hoje" que é a eternidade, numa realidade, ou estado, onde não há tempo e, por isso mesmo, para elas não haverá a esperança de um amanhã melhor. Não há tempo, não haverá amanhã. Ao contrário, mas da mesma maneira, para os que merecerem o Céu não haverá a possibilidade de novas tentações e quedas num "amanhã" incerto. Viveremos numa realidade perene de bem-aventurança sem fim, na plenitude do Amor divino.Assim, o "ainda hoje" de Jesus Cristo demonstra com clareza que, logo após a morte física, o "LADRÃO ARREPENDIDO" e Jesus estão juntos, sim, de um modo que não somos capazes de compreender a partir do intelecto meramente humano, pois a verdade é maior que nossa inteligência, em um nível e numa existência que agora não podemos inteligir. Após esta vida, não estaremos mais limitados pela nossa atual experiência e noção do tempo (passado, presente, futuro), mas viveremos o tempo que se chama hoje eternamente.


LÁZARO E O RICO JÁ VIVEM ESTAS REALIDADES ESPIRITUAIS

“Havia um homem rico que se vestia de púrpura e linho fino e que fazia diariamente brilhantes festins. Um pobre chamado Lázaro jazia coberto de úlceras no pórtico de sua casa. Ele bem quisera saciar-se do que caía da mesa do rico, mas eram antes os cães que vinham lamber suas úlceras. O pobre morreu e foi levado pelos anjos para um lugar de honra junto de Abraão. O rico morreu também e foi enterrado. Na morada dos mortos, em meio às torturas, ergueu os olhos e viu de longe Abraão com Lázaro a seu lado. Ele exclamou: “Abraão, meu pai, tem compaixão de mim e manda que Lázaro venha molhar a ponta do dedo na água para me refrescar a língua, pois eu sofro um suplício nestas chamas”.Abraão lhe disse: “Meu filho, lembra-te de que recebeste tua felicidade durante a vida, como Lázaro, a infelicidade. E agora, ele encontra aqui a consolação, e tu, o sofrimento. Além disso, entre vós e nós foi estabelecido um grande abismo, para que os que quisessem passar daqui para vós não o possam e que também de lá não se atravesse até nós”. O rico disse: “Eu te rogo, então, pai, que envies Lázaro à casa de meu pai, pois eu tenho cinco irmãos. Que ele os advirta para que não venham, também eles, para este lugar de tortura”. Abraão lhe disse: “Eles têm Moisés e os profetas, que os ouçam”. O outro replicou: “Não, meu pai Abraão, mas se alguém dentre os mortos for a eles, se converterão”. Abraão lhe disse: “Se eles não escutam Moisés nem os profetas, mesmo que alguém ressuscite dos mortos, não ficarão convencidos”. (Lc 16,19-31)



A parábola nos lembra que é na terra que se decide a eternidade no Céu ou no Inferno. Não nos falta os meios cotidianos de santificação: As Escrituras, a Igreja com suas lideranças e os Sacramentos. A fé descobre neles os sinais de Deus a respeito do sentido desta vida. O cristão não vive de milagres, mas dos meios ordinários de santificação. Muitos costumam dizer que, se Deus se fizesse mais sensível, seriam mais fervorosos. Pura ilusão. Quem não tem fé nos dons cotidianos de Deus, encontrará desculpas sutis para não reconhecer os milagres de Deus. Felizes são aqueles que nada viram mas, mesmo assim creram. Abraão responde ao rico que quem não tem o hábito da fé viva, rejeitará mesmo os sinais mais significativos. Na verdade, Lázaro, irmão de Marta e Maria, e o próprio Jesus haviam de ressuscitar dentre os mortos e aparecer aos judeus, mas nem assim estes se deixaram convencer. “Um grande abismo” que Abraão diz existir entre o Céu e o Inferno indica que é só na vida terrestre que podemos nos converter. A morte nos estabelece em nossa condição definitiva: Ou o Céu para sempre ou o Inferno para sempre. Esta parábola nos leva a concluir que cada indivíduo, ao deixar este mundo, recebe uma sentença. Lázaro é levado ao “seio de Abraão” e o rico aos tormentos do inferno. Isto pressupõe uma sentença de Deus logo após a morte. E sentença definitiva, pois o mau não pode passar para o lugar do justo nem vice-versa. E ainda, sentença anterior ao Juízo Final, pois os irmãos do rico ainda vivem na terra. Temos aí a fundamentação Bíblica da doutrina do Juízo Particular. A parábola evidencia também que a tese da reencarnação não é compatível com a fé cristã. Existe para cada homem uma só passagem pela terra. Esta verdade é também reforçada em Hb 9,27: “Os homens devem morrer UMA só vez. Depois segue o Julgamento.” Vemos ainda que Deus não permite que os espíritos dos mortos, por iniciativa humana em evocações de mesas brancas, ou negras, se comuniquem com os vivos como no alto e baixo espiritismo.

A CARNE DE CRISTO É A MESMA CARNE DE MARIA


Hebreus 2,14-16: “E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também Ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo;E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão. Porque, na verdade, ele não tomou os anjos, mas tomou a descendência de Abraão...”


PORTANTO, A PROMESSA É EXTENSIVA A CARNE DE MARIA QUE ERA A CARNE DE CRISTO:


“Este homem lhes foi entregue por propósito determinado e pré-conhecimento de Deus; e vocês, com a ajuda de homens perversos, o mataram, pregando-o na cruz. Mas Deus o ressuscitou dos mortos, rompendo os laços da morte, porque era impossível que a morte o retivesse. A respeito dele, disse Davi: ‘Eu sempre via o Senhor diante de mim. Porque ele está à minha direita, não serei abalado. Por isso o meu coração está alegre e a minha língua exulta; o meu corpo também repousará em esperança, porque tu não me abandonarás no sepulcro, nem permitirás que o teu Santo sofra decomposição...” (Atos 2,23-27).


CRISTO PREGOU A SUA BOA NOVA A SERES ESPIRITUIAS JÁ MORTOS (Portanto, não estavam dormindo):


“Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito;No qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão;Os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água...”( I Ped 3,18-20)


O PRÓPRIO CRISTO PROMETE QUE ALGUNS DE SEUS CONTEMPORÃNEOS NÃO PASSARÃO PELA MORTE:


“Dizia-lhes também: Em verdade vos digo que, dos que aqui estão, alguns há que não provarão a morte sem que vejam chegado o reino de Deus com poder. E seis dias depois Jesus tomou consigo a Pedro, a Tiago, e a João, e os levou sós, em particular, a um alto monte; e transfigurou-se diante deles; E as suas vestes tornaram- se resplandecentes, extremamente brancas como a neve, tais como nenhum lavadeiro sobre a terra as poderia branquear.E apareceu-lhes Elias, com Moisés, e falavam com Jesus...”(Marcos 9,1-4).




EXPLICAÇÃO TEOLÓGICO EXEGÉTICA

Ao longo da história, tanto os teólogos quanto a piedade popular se dividiram na opinião se Maria morreu de fato ou se apenas adormeceu e foi levada ao céu em corpo e alma pelos anjos. A basílica em sua honra em Jerusalém chama-se exatamente “Dormitio Mariæ” e um dos documentos mais antigos que temos sobre os últimos dias de Maria também leva esse título. O dogma da Assunção de Maria, proclamado em 1950, não dirimiu a questão, afirmando que:


“a Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celeste”.


O corpo de Maria, elevado ao céu, podia já ser um corpo glorificado, como o de Jesus após a ressurreição.Tanto os que falam em morte natural de Maria quanto os que falam em sono profundo da Mãe de Deus têm seus bons argumentos. Estes últimos argumentam com sua conceição imaculada.


Se a morte é conseqüência do pecado, Maria, sem pecado e sem sombra de pecado, não podia morrer. Lembram também que a imortalidade é uma característica da Igreja. Ora, sendo Maria o protótipo da Igreja, bem podia Deus realizar nela o que fará com a Igreja no final dos tempos, ou seja, ressuscitar os que morreram e “arrebatar com eles para as nuvens, ao encontro do Senhor nos ares os que ainda estão vivos” (1Ts 4,16-17).



Os que afirmam sua morte natural lembram que:


Também Jesus, era imaculado e santíssimo e passou pela morte, destino de todos os filhos de Adão, porta e parto necessários para a imortalidade. Maria é o modelo de todos os resgatados pelo Cristo através de sua morte e ressurreição. Também Maria, que se uniu a Ele no Calvário, ter-se-á configurado a ele na morte e na ressurreição. Assim como ela, sem pecado, passou por dores, angústias, desconfortos, perseguição, também terá passado pela prova maior: a morte corporal. Sem que com isso se afirme que seu corpo sofreu a decomposição.



As duas tradições acima, não são recentes, são antiqüíssimas


Em nossos dias prevalece a tese de que Maria passou pela morte à imitação de Jesus. Mas é ainda e continuará a ser uma questão em aberto. Também não temos certeza de onde e quando Maria encerrou sua passagem terrena. Sabe-se que, na dispersão dos Apóstolos, Maria acompanhou João, como recomendara Jesus na Cruz (Jo 19,16-27). O Apóstolo João teria migrado para Éfeso, hoje sudoeste da Turquia, uns 600 km ao sul de Istambul. Maria teria findado seus dias em Éfeso.


(Esta tradição tomou corpo a partir do século XVIII com as visões da camponesa alemã Ana Catharina Emmerich (1774-1824) que, em sonho ou numa revelação, “viu” no alto da montanha popularmente denominada “Colina do Rouxinol”, distante 7 km da antiga cidade portuária de Éfeso, a capela Meryem Ana Evi (Casa da Mãe de Deus), que seria a casa em que Maria teria terminado seus dias. Catharina viajou para lá, encontrou tudo como “vira” em sonho e começou a restaurar a antiga capela-casa de Maria, que até hoje os peregrinos podem visitar. Mães turcas, católicas e muçulmanas visitam continuamente aquele santuário, para terem um bom parto e sorte na educação dos filhos. No entanto, não há documentos históricos que favoreçam essa tradição e as escavações arqueológicas mostraram que a capela é certamente posterior ao século VI).



Uma outra tradição faz Maria terminar sua jornada terrena em Jerusalém, no Monte Sion e ser sepultada no lugar onde se encontra hoje a Basílica da “Dormição de Nossa Senhora”, na região do Vale do Cedron, local tradicional de sepulturas. Os estudos arqueológicos e outros indícios fazem remontar o túmulo aos tempos romanos, ou seja, ao primeiro século da nossa era. Além disso, foram encontradas grafites, escritas pelos primeiros cristãos, que iam honrar o local do túmulo de Maria. Foram encontradas também algumas sepulturas judeu-cristãs, que ladeiam a câmara mais interna. Temos ainda a tradição oral de dois mil anos: os cristãos sempre foram lá venerar o túmulo da Mãe de Deus. E temos, além disso, alguns relatórios de peregrinos (famoso é o de Etérea), que por lá passavam e registravam suas impressões sobre a visita e a liturgia celebrada no local. Maria teria voltado de Éfeso para Jerusalém, onde moravam seus parentes, quando o Apóstolo João retornou para participar do primeiro Concílio Ecumênico da Igreja (At 15,6-29).



(Na década de 60, quase ao mesmo tempo em que o franciscano Frei Bellarmino Bagatti fazia as escavações científicas junto ao túmulo de Maria, foi descoberto, na biblioteca do Louvre, em Paris, um documento em grego que possibilitou chegar a outros documentos, sobretudo a três, muito próximos entre si tanto na informação quanto no estilo. São eles: De Transitu Mariæ (em língua etíope), Dormitio Mariæ (em grego) e Transitus Mariæ (em latim). Estes textos devem ser datados do final do segundo século até começos do século quarto. Os três textos concordam em que Maria tenha terminado seus dias em Jerusalém).
A última referência bíblica a respeito de Maria a temos nos Atos, ainda quando os Apóstolos estavam no Cenáculo, depois da Ascensão de Jesus:


“Todos permaneciam unânimes na oração com algumas mulheres, Maria, Mãe de Jesus, e seus irmãos” (At 1,14).


Mas até o século VIII o texto grego “Dormitio Mariæ” encontrava-se no final da bíblia, depois do livro do Apocalipse. Hoje esse texto é considerado apócrifo, isto é, não pertencente ao conjunto dos livros da Sagrada Escritura, portanto, não revelado. Mas de todo respeito. Podia-se perguntar por que a Igreja não aceitou esse livro como revelado. Porque seu estilo é todo diferente e, no IV século, quando se fixou a canonicidade dos livros da Escritura, esse livro tinha muitos acréscimos heréticos e tendenciosos contra a divindade de Jesus, contra a maternidade divina de Maria, contra a Santíssima Trindade, e já não se sabia mais qual era o texto original. O texto descoberto agora é anterior a esses acréscimos e, por isso, merece algum crédito e, diria, alguma veneração.



Segundo este texto e segundo o texto intitulado “Transitus Mariæ”, teríamos os seguintes passos:


Maria recebe o anúncio de sua morte e garantia de amparo no momento da passagem; os Apóstolos se reúnem milagrosamente em torno de seu leito; Maria morre à semelhança de todos os seres humanos; durante o funeral, os judeus promovem uma manifestação hostil; depois do sepultamento, segue-se a ressurreição, sendo levada ao céu. Não podemos esquecer que não estamos num terreno de fé. Mas de piedosa crença popular. Na verdade, os últimos dias de Maria e sua passagem para a eternidade estão envoltos num véu de mistério que dificilmente a história ou a teologia conseguirão desvendar.



Que idade teria Nossa Senhora quando terminou seus dias na terra?


Há um texto antigo que diz: “Dois anos depois de Cristo ter vencido a morte e subido ao céu, Maria começou a chorar no refúgio de seu quarto”, ou seja, Maria passou a viver seus últimos dias. O texto passa a contar esses últimos dias, inclusive sua assunção ao céu. Se Maria concebeu Jesus aos 14 anos, deu à luz aos 15 (idade normal naquele tempo na Ásia Menor para casar) e Jesus morreu em torno dos 33 anos, Maria teria 50 anos ao morrer. Sabe-se que era a idade média de vida das mulheres naquele tempo e naquela região.



Há uma tradição, que vem dos primeiros tempos da Igreja, que conta que, chegado o momento do trânsito de Maria, Jesus teria vindo buscá-la, acompanhado dos Arcanjos Miguel e Gabriel. O Arcanjo Miguel foi o anjo vencedor de Lúcifer no paraíso terrestre (Ap 12,7-9) e o vencedor do dragão de sete cabeças, que quis devorar o filho da mulher revestida de sol (Ap 12,3-5). No passamento de Maria, hora mais de triunfo e vitória do que de morte, retorna, na piedade popular, o grande Arcanjo, como que para re-arrumar o paraíso perdido e introduzir nele, agora celestial, a humanidade inteira e agora remida fruto da NOVA EVA, representada em Maria Imaculada, virgem, esposa e mãe, Mãe de Deus. Retorna Miguel, o protetor da Igreja contra Satanás, para acompanhar na entrada da glória aquela que é o protótipo da comunidade cristã redimida e santificada.O Arcanjo Gabriel, o embaixador de Deus na Anunciação (Lc 1,26), a testemunha da escolha da jovem Maria de Nazaré como Mãe do Filho de Deus, o Messias Salvador. O Arcanjo, presente no início da história da salvação trazida pelo Cristo e na qual Maria se envolvera cem por cento, retorna no momento em que ela termina sua missão e seus dias na terra, entra gloriosa no seio da Trindade para ser, no tempo e na eternidade, a Mãe da Igreja, a terníssima Rainha do Céu e da Terra.Maria esteve associada a Jesus a vida inteira (de fato, os teólogos a chamam “Sócia de Cristo”). Associada no corpo, fazendo uma unidade com ele. Associada na missão redentora a ponto de ser chamada “Mãe da Redenção”. Associada na morte e associada por toda a eternidade na glória. Passando pela morte, Maria tornou-se para a humanidade a “feliz porta do céu, para sempre aberta”.



O que aconteceu realmente com a mãe de Jesus no fim de sua vida: ela teve uma morte corporal como a nossa?



Desde remota época, os autores cristãos julgaram que Maria Santíssima teve um fim de vida singular; em seus sermões e em escritos apócrifos professaram a glorificação corporal de Maria, logo após a sua morte na Terra. Eis uma das versões apócrifas mais expressivas:


“Quando se aproximava o fim da vida terrestre de Maria, houve uma grande agitação na Igreja. Maria soube de antemão que estava para deixar este mundo. Os apóstolos também foram previamente avisados, de modo que se reuniram em Jerusalém. Quando lá chegaram, Maria já tinha morrido; abriram o seu sepulcro, que encontraram vazio. Cristo viera buscar a alma de sua Mãe Santíssima, que a arte bizantina representa sob a forma de uma criança enfaixada. A seguir, o corpo da Santa Mãe de Deus, gloriosamente ressuscitado, também foi assumido e levado a reunir-se à respectiva alma no céu...”



Glorificação em corpo e alma



Esses escritos foram fortalecendo a convicção dos cristãos de que Maria fora glorificada, em corpo e alma, logo depois da sua morte. A partir do século XI é comum professar a Assunção gloriosa de Maria. Os teólogos procuraram as bases bíblicas para fundamentar tal crença; eis o que apontam:



1) Maria é dita pelo Anjo Gabriel “cheia de graça”. Esse é quase o nome próprio da Virgem – o Anjo não a chama “Maria” (cf. Lc 1,28). Isso quer dizer que Maria nunca esteve sujeito ao império do pecado. Em consequência, não podia ficar sob o domínio da morte, que entrou no mundo através do pecado (cf. Rm 5,12). Sendo assim, é lógico dizer que ela não conheceu a deterioração da sepultura, sendo glorificada não somente em sua alma, mas também em seu corpo. Como se vê, nem a tradição nem os teólogos recusam a hipótese de Maria ter morrido; ao contrário, admitem-na. Se Cristo, o Santo de Deus, quis morrer, Maria também terá morrido.


2) A carne da mãe e a carne do filho são uma só carne. Ora, Maria é a Mãe de Jesus, que foi glorificado em corpo e alma após ter morrido. Consequentemente, deve ter tocado a Maria a mesma sorte gloriosa que tocou a seu Divino Filho.


Através dos séculos, a crença na Assunção corporal de Maria tornou-se tão comum e cara aos cristãos que muitas pessoas trazem o nome de Maria da Glória; muitas igrejas e instituições são dedicas à Assunção de Maria. Na primeira metade do século XX, os fiéis católicos, tendo à frente seus bispos, pediram à Santa Sé a definição do dogma da Assunção de Maria. O Papa Pio XII mandou estudar o assunto e resolveu proclamar o dogma em 1º de novembro de 1950.A justificativa para essa definição, de uma verdade de fé que não era contestada, foi a seguinte: numa época em que se vilipendia o corpo humano mediante genocídios, campos de concentração, degradação moral, afirmar a Assunção corporal de Maria é lembrar ao mundo a dignidade do corpo humano, chamado a ser templo de Espírito Santo e a ressuscitar um dia, participando da glória do céu.



É de notar que Pio XII limitou-se a definir que “a imaculada sempre Virgem Maria, Mãe de Deus, encerrado o curso de sua vida terrestre, foi assumida em corpo e alma à glória celeste” (Constituição Munificentissimus). Pio XII não se referiu à morte de Maria, mas usou uma expressão bem ponderada: “Encerrado o curso de vida terrestre, foi assumida (…)”. Assim, o Papa não quis dirimir a questão, dando um ponto final.


Morte e sepulcro em Jerusalém



Verdade é que a tradição mais antiga afirma que Maria morreu e aponta o seu sepulcro em Jerusalém, assim como o lugar em que terá morrido. Todavia autores recentes julgam que a Virgem Santíssima foi isenta da morte, de modo que teria passado diretamente da vida terrestre para a glória. Esta sentença é aceitável, mas não é a mais provável; é de se crer que Maria tenha imitado seu Divino Filho também ao experimentar a morte, e logo após a ressurreição de seu corpo.



O que significa a Assunção de Nossa Senhora?



Maria é, de modo especial, o modelo da Igreja. O que esta só conseguirá plenamente após a segunda vinda de Cristo, Maria o obteve logo na primeira vinda do Senhor. Por isso, o Concílio Vaticano II quis assim se pronunciar:



“Para que mais plenamente estivesse conforme a seu Filho, Senhor dos senhores (cf. Ap 19,16) e vencedor do pecado e da morte, Maria foi exaltada pelo Senhor como Rainha do universo” (Lumen Gentium, nº 59).


“A Mãe de Jesus, tal como está nos céus já glorificada em corpo e alma, é a imagem e o começo da consumação da Igreja, que só estará plena no futuro. Assim também brilha aqui na Terra como sinal de esperança segura e de conforto para o povo de Deus em peregrinação, até que chegue o dia do Senhor (cf. 2Pd 3,10)” (Lumen Gentium, nº68).



Em nossos dias, existe a tendência a empalidecer o significado da glorificação corporal de Maria, mediante a tese segundo a qual a ressurreição de todo e qualquer indivíduo se dá logo após a morte; o caso de Maria seria um entre outros pares, sem relevo especial para a Virgem Maria.


Ora essa nova concepção supõe uma antropologia errônea; supõe, sim, que não haja distinção entre corpo material e alma espiritual no homem, de modo que, quando este morre, morre por completo, não ficando a alma imortal a sobreviver sem corpo. Por isso, tal premissa antropológica leva a concluir que a ressurreição deve ocorrer logo após a morte do indivíduo, para que não haja um hiato entre a respectiva morte a ressurreição. Na verdade, porém, corpo e alma distinguem-se no homem, como se distinguem entre si matéria e espírito; o corpo está sujeito à dissolução no sepulcro, ao passo que a alma, sendo espiritual, é por si mesma dotada de imortalidade; ela subsiste sem corpo até o dia da segunda vinda de Cristo, quando se dará a ressurreição da carne e a recomposição do ser humano psicossomático.



A fim de evitar a propagação de falsas concepções, a Congregação para a Doutrina da Fé emitiu uma Instrução em 17 de maio de 1979, em que declara:


“A Igreja, em conformidade com a Sagrada Escritura, espera a gloriosa manifestação do Nosso Senhor Jesus Cristo, que ela considera como distinta e diferida em relação àquela condição própria do homem, imediatamente após a morte. A Igreja, ao expor a sua doutrina sobre a sorte do homem após a morte, exclui qualquer explicação que tire o sentido à Assunção de Nossa Senhora naquilo que ela tem de único, ou seja, o fato de ser a glorificação corporal da Virgem Santíssima uma antecipação da glorificação que está destinada a todos os outros eleitos” (nºs 5 e 6); Os fundamentos bíblicos para a ressurreição de todos os homens (executada a Virgem Santíssima) no fim dos tempos, são os seguintes:
– Jo 6,44: “Eu o ressuscitarei no último dia”, diz o Senhor;
– 1Cor 15,22s: “Como em Adão todos morrem, assim em Cristo todos serão vivificados. Cada qual, porém, na sua própria categoria: como primícias, Cristo; depois, os que pertencem a Cristo, por ocasião de sua vinda (parusia)”;
– 1Ts 4,16s: “Pois o Senhor mesmo, à voz do arcanjo e ao som da trombeta de Deus, descerá do céu. E então ressuscitarão, em primeiro lugar, os que morreram em Cristo; depois, nós, os vivos, que ainda estivermos em vida, seremos arrebatados, junto com eles, sobre as nuvens, ao encontro do Senhor, nos ares”.



Eis o que podemos dizer à guisa de aprofundamento da prerrogativa mariana da Assunção corporal. Em suma, ela decorre da Maternidade Divina, que é o privilégio básico de Maria Santíssima. Com efeito, porque devia ser Mãe de Deus feito homem, Maria foi preservada de todo pecado, até mesmo do pecado original (por aplicação antecipada dos méritos de Cristo). E, se foi isenta de todo pecado, Maria não podia ficar sob o império da morte no sepulcro, já que a morte foi introduzida no mundo pelo pecado (cf. Rm 5,12).



Muitos santos perguntavam se o melhor dos filhos poderia recusar à melhor das mães a participação em sua ressurreição e o glorioso domínio à direita do Pai? Para eles sua dignidade de Mãe de Deus exige a Assunção. Para Santo Irineu de Lião (†200), como a nova Eva, Maria participou da sorte do novo Adão, Jesus Cristo, ressuscitou depois da morte, seu corpo não experimentou a corrupção.A Assunção de Nossa Senhora ao Céu é, para nós que ainda vivemos neste vale de lágrimas, a certeza de que o Céu existe e é nosso destino. A chegada de nossa Mãe ao Céu é a certeza antecipada da vitória final de todos os justos amigos de Deus, que amam o Evangelho e obedecem a Igreja, vivendo como verdadeiros cristãos. Lá do alto a Mãe querida, ao lado do trono do Rei, prepara um lugar no céu para cada um de nós, e ali intercede por nós sem cessar, ela que é a “onipotência suplicante”. A Igreja reza na Assunção: “Hoje a Virgem Maria, Mãe de Deus, foi elevada à glória do Céu. Aurora e esplendor da Igreja triunfante, ela é consolo e esperança para o vosso povo ainda em caminho”.(Pref. da Or. Euc.)



CONCLUSÃO SOBRE A ASSUNÇÃO DE MARIA:


A Assunção de Nossa Mãe ao céu é um sinal da nossa ressurreição. É uma mensagem especial e convite dessa Mãe a cada um de nós para segui-la ao Céu, desprezando toda a sedução dos apegos e prazeres desta vida, que por mais abundantes e prazerosos que sejam não conseguem saciar os anseios de uma alma imortal criada em Deus, para Deus e à semelhança de Deus. O coração do homem que foi feito para o Alto.A Assunção de Nossa Mãe é o testemunho certo de que a filosofia consumista, materialista e hedonista de nossos tempos, que tiraniza o ser humano, afastando-o de Deus e dos irmãos, longe de trazer-lhe a verdadeira felicidade, ao contrário, enche sua alma de tristeza, frustração e pessimismo, numa vida sem rumo e sem ideal.


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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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