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Professor universitário Marxista repudia o socialismo após viajar o mundo: ‘O Socialismo não funciona’

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 2 de agosto de 2016 | 23:17



Por Kate Hardiman:


Jack Stauder: “O Socialismo não funciona”


O professor Jack Stauder, da Universidade de Massachusetts em Dartmouth, diz que sua desilusão política e ideológica acerca do Socialismo e do Marxismo ocorreu quando ele realmente testemunhou tais sistemas em prática.Depois de viajar por mais de 110 países em busca por diversas fontes de pesquisa, através de antropologia cultural, Stauder descreveu sua “desconversão marxista” como um processo de desilusão:





“Aos poucos me tornei desencantado com o Marxismo visitando muitos dos países que tentaram moldar suas sociedades de acordo com suas doutrinas. Fiquei desiludido com as realidades que presenciei em… países socialistas – URSS, Europa Oriental, China, Cuba, etc.”, disse Stauder ao College Fix por email.


“Reconheci que o Socialismo não funciona e que sua imposição ‘revolucionária’ leva, inevitavelmente, à crueldade, à injustiça e à perda de liberdade”, completa o professor.


“Pude ver o mesmo padrão em muitas revoluções falidas da esquerda na América Latina e em outros lugares. Ao combinar viagens reais com o estudo histórico do Socialismo e da revolução, consegui me libertar das noções utópicas que fatalmente atraem as pessoas para os ideias de esquerda.”


Voltar ao Ocidente, às suas atividades agrícolas e às fazendas no Colorado e no Novo México, também ajudou a consolidar a rejeição de Stauder aos ideais esquerdistas, ele afirmou.


“Retornar às minhas raízes também contribuiu para meu afastamento da ideologia de esquerda que há na atmosfera intelectual da vida universitária”, diz Stauder. “Ao passar meus verões no sudoeste ao lado de trabalhadores rurais, agricultores e fazendeiros, desenvolvi perspectivas sobre o mundo real muito diferentes daquelas predominantes no mundo acadêmico.”


Instituições acadêmicas são terreno fértil para ideais esquerdistas, segundo Stauder,  “acadêmicos, de modo geral, são intelectuais e assim são suscetíveis a ideologias”.


“As pessoas parecem sentir necessidade de acreditar em algo, e quando intelectuais deixam de lado a religião tradicional, como a maioria faz, tendem a procurar substitutos”, ele diz.


Movimentos políticos universitários contrários a Guerra do Vietnã nos anos 1960 e 1970 inspiraram o interesse inicial de Stauder nos ideais políticos de esquerda. Por muitos anos, ele se identificou como um marxista e um radical.Estes protestos foram comuns e influentes nos locais onde ele estudou e trabalhou, especialmente em Harvard College. Lá, Stauder iniciou sua carreira acadêmica estudando História Americana e Literatura, e, finalmente, passou a estudar Antropologia Cultural após trabalhar com uma comunidade Maia em Chiapas, no México. Esta experiência o inspirou a se tornar PhD em Antropologia pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra.A pesquisa mais recente de Stauder liga Antropologia e Ecologia, e ele há pouco publicou “The Blue and the Green: A Cultural Ecological History of an Arizona Ranching Community.”


Quando questionado a respeito da tendência atual do meio acadêmico, Stauder apontou para uma enorme quantidade de pesquisas que confirmam o viés de esquerda nas universidades:


“O mundo acadêmico desenvolveu sua própria cultura, a ramificação de uma cultura de elite mais ampla da ‘nova classe alta’ (leia Charles Murray, em “Coming Apart”). Como em todas culturas, existem pressões para que as pessoas se conformem com seus pensamentos e ações, e aqueles que não os aceitam tendem a ser marginalizados ou suprimidos”, disse Stauder.


Ainda que seja um desafio, Stauder encoraja professores a simplesmente “serem pessoas. Busquem a verdade e permaneçam com ela.”


Fonte:Hardiman, Kate. “Professor rejects Marxism after traveling the globe: ‘Socialism doesn’t work’”. The College Fix. 16 de junho de 2016.





Como o socialismo matou milhões de pessoas de fome na África e no restante do mundo:




Muito de nós já vimos imagens das crianças etíopes com fome, com barrigas inchadas e olhos cobertos com moscas. O que poucos sabem é que elas foram vítimas inocentes do Derg, um grupo de militares marxistas que tomou o poder na Etiópia e usou a fome para chantagear partes rebeldes do país.Entre 1983 e 1985, mais de 400 mil pessoas morreram de fome. Em 1984, o Derg utilizou 46% do PIB para gastos militares, criando o maior exército da África. Em contraste, o gasto com saúde diminuiu de 6% do PIB em 1973 para 3% em 1990.Previsivelmente, o Derg culpou a seca pela fome, mesmo com a escassez de alimentos tendo sido precedida por meses de chuva. Em 1991, o Derg foi derrubado e seu líder, Mengistu Haile Mariam, escapou para o Zimbabwe, onde mora sob proteção do governo e dos pagadores de impostos até hoje.



Falando em Zimbabwe, em 1999, Robert Mugabe, o ditador marxista que assumiu o poder há 35 anos, criou um catastrófico programa de reforma agrária que tinha como objetivo estatizar fazendas privadas e expulsar fazendeiros e empresários não-africanos. O resultado foi um colapso na produção agrícola, a segunda maior hiperinflação já registrada no mundo – 89,700,000,000,000,000,000,000% por ano (sim, 89,7 sextilhões) – e 94% do país sem emprego.Milhares de zimbabweanos morreram de fome e doenças, apesar da massiva ajuda internacional. Como no caso da Etiópia, o governo do Zimbabwe culpou o clima, roubou grande parte do dinheiro da ajuda internacional e negou alimentos e medicamentos aos seus adversários políticos.



Seis das dez piores matanças por fome no Século XX aconteceram em países socialistas. Além disso, Nigéria, Somália e Bangladesh tiveram escassez de alimentos como resultado de sucessivas guerras e má gestão estatal.Maiores matanças do Século XX por fome, em proporção da população. (Fontes: Zycher and Daley (1989); US Bureau of the Census; World Bank; populstat.info; Institute of Development Studies).


Hoje não há um único caso de fome em massa em andamento no mundo – nem mesmo em locais devastados pela guerra como a Síria, e por quatro motivos:


1)- Primeiramente, o nível produção agrícola está mais alto do que nunca, o que fez os preços caírem: entre 1960 e 2015, a população mundial aumentou 143% enquanto o preço dos alimentos diminuiu 22%. 


2)- Além disso, as pessoas têm mais renda e podem comprar mais comida: nos últimos 55 anos, a renda per capita média mundial aumentou 163%. 


3)- Houve também desenvolvimento maciço dos transportes e das comunicações, o que tornou possível entregar ajuda alimentária em qualquer parte do mundo de forma relativamente rápida. 


4)- E, por fim, a globalização e o comércio garantem que os alimentos possam ser adquiridos por qualquer pessoa e em qualquer lugar.



A África foi a principal beneficiária desse desenvolvimento(Quer queiramos ver ou não):


Em 1961, cada africano consumia, em média, 1993 calorias por dia. Em 2011, último ano que o Banco Mundial forneceu os dados do continente, o consumo de calorias de cada africano era de 2618 calorias. Globalmente, o consumo aumentou de 2196 para 2870 calorias por dia. Na Etiópia não foi diferente. Dois anos depois da deposição do Derg, cada etíope consuma 1508 calorias por dia e, em 2013, o consumo por etíope já era de 2131 calorias por dia.


O Zimbabwe, que ainda sofre com um ditador socialista marxista, não teve a mesma sorte. Em 1961, cada zimbabweano consumia 2115 calorias por dia e, em 2013 – 52 anos depois – esse consumo se manteve praticamente o mesmo (2110 calorias por dia).


Onde quer que tenha sido instalado, da União Soviética até a Venezuela, o socialismo falhou. O socialismo é a fábula que promete igualdade e abundância para trazer tirania e fome.


Tradução: Rafael Cury; Revisão: Marcelo Faria


Fonte:ilisp.org/artigos


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