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Qual o "mal menor" ? - Uma ditadura de esquerda, ou militar ?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 18 de março de 2015 | 10:32









Perfil das nossas supostas ditaduras de direita:



1)-Getúlio Vargas foi um excelente presidente, mas é uma figura um pouco contraditória, ele não se colocava como um militar no poder, mas como um civil que tinha apoio dos militares (embora ele fosse um militar). Ele era fã do fascismo italiano, fez o Estado Novo aos moldes do fascismo, mas mandou soldados brasileiros irem lutar contra o fascismo lá na Itália (e de certa forma fez bem, foi inteligente, pois se o Brasil tivesse ficado do lado do Eixo poderia ser ocupado, vilipendiado pelas forças aliadas). Se dizia de direita, mas foi quem mais criou direitos trabalhistas (o que é bom, pois garantiu direitos aos trabalhadores brasileiros que permanecem até os dias atuais). Além disso tinha ao seu lado o comunista Brizolla. Enfim, Getúlio era um pouco confuso, um pouco contraditório, mas fez esse país dar um salto de industrialização muito grande e fez esse país crescer.





2)- O JK era de centro direita, foi um bom presidente, mas quebrou com a Previdência utilizando o dinheiro para construir Brasília. Se ainda temos um déficits na Previdência, agradeçamos ao JK, pois se Getúlio fez a previdência o JK quebrou com ela.



O PERÍODO MILITAR:


Dizem que tinha tortura no regime militar, bom se tinha, para mim e para muitos, ela era igual ao Caviar do Zeca Pagodinho: "nunca vi nem comi, eu só ouço falar". Não quero aqui justifica-la, mas contextualiza-la:Os guerrilheiros do Araguaia e outros grupos armados revolucionários que lutavam não pela democracia, mas pela instalação de um ditadura de esquerda aqui no Brasil aos moldes Cubanos, pode ser até que foram torturados se não justa, mas necessariamente, pois estavam em guerra, e em uma guerra não se trocam gentilezas de ambos os lados, enfim, a tortura infelizmente é uma prática de guerra, se você pegar a história desde 2 ou 3 mil anos atrás,  bem como no presente, inclusive nos atuais regimes Comunistas, os exércitos sempre utilizavam e ainda utilizam, a tortura como meio de obter as respostas que precisam, mas durante o nosso regime militar, eles não torturavam a população civil indiscriminadamente. Durante a ditadura meu pai e meus tios eram trabalhadores, corretos, íntegros, nunca foram torturados pela ditadura, ou sequer foram parados na rua algum dia.





1)- CASTELLO BRANCO:


Representando o chamado “grupo da Sorbonne”, formado por militares de formação superior oriundos da Escola Superior de Guerra, Castello Branco defendeu a radicalização conservadora como instrumento capaz de frear os movimentos políticos nacionais daquele período. Depois de declarado o Ato Institucional Número 1 (também conhecido como AI-1), que assegurou o fim das eleições diretas, o presidente ainda tomou outras ações de caráter repressor.



2)- COSTA E SILVA:



Seu governo devido as circunstâncias,iniciou a fase mais dura do regime ditatorial militar, à qual o general Emílio Garrastazu Médici, seu sucessor, deu continuidade. Sob o governo Costa e Silva foi promulgado o AI-5, que lhe deu poderes para fechar o Congresso Nacional, caçar políticos e institucionalizar a repressão, sendo que no seu governo, houve um aumento significativo das atividades subversivas e de guerrilha visando combater o golpe de Estado de 1964 e o regime militar por ele instalado.



3)- MEDICI:



Médici exigiu que, para sua posse na presidência, o Congresso Nacional fosse reaberto, e assim foi feito. Em 25 de outubro de 1969, Emílio Garrastazu Médici foi eleito presidente da república por uma sessão conjunta do Congresso Nacional, obtendo 293 votos, havendo 75 abstenções. Tomou posse no dia 30 de Outubro de 1969, prometendo restabelecer a democracia até o final da sua gestão. No entanto, seu governo foi considerado o mais obscuro e repressivo de toda a história do Brasil independente. A guerrilha urbana e rural foi derrotada durante sua gestão, permitindo que seu sucessor Ernesto Geisel iniciasse a abertura política. As denúncias de tortura, morte e desaparecimentos de presos políticos que ocorreram na década de 1970 provocaram embaraço para o governo brasileiro no cenário internacional. O governo atribuiu as críticas a uma campanha da esquerda comunista contra o Brasil.
No campo político, o governo Médici se destacou pela eliminação das guerrilhas de esquerda rurais e urbanas. A repressão às manifestações populares e à guerrilha (para alguns, terrorismo) ficou a cargo do ministro do Exército Orlando Geisel. Médici, ao contrário dos presidentes anteriores no regime militar (Castelo Branco e Costa e Silva), não cassou mandato de nenhum político.




4)- GEISEL:




O general Ernesto Geisel que era um militar da linha protestante evangélica,tomou posse juntamente com seu vice Adalberto Pereira dos Santos no dia 15 de março de 1974, o que representava a volta o grupo Castelista ao poder. O homem forte de seu governo foi o general Golbery do Couto e Silva, que também era gaúcho, importante articulador político, chefiou a Casa Civil além do governo Ernesto Geisel, o governo de João Figueiredo. Foi o criador dos arquivos secretos do Serviço Nacional de Informações (SNI), nos governos militares. Realizou uma política de austeridade, procurando conciliar o equilíbrio financeiro e o crescimento econômico.



5)- FIGUEIREDO:



Seu mandato foi marcado pela continuação da abertura política iniciada no governo Geisel, e pouco após assumir, houve a concessão de uma anistia ampla geral e irrestrita aos políticos cassados com base em atos institucionais. Em 1980, extinguiu-se o bipartidarismo instaurado. A partir disto, foi criado o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) como sucessor do MDB, e o Partido Democrático Social (PDS) como sucessor do ARENA, além de outros novos partidos; Figueiredo, assim, virou filiado ao PDS. Em 1982, engendrou-se uma reforma eleitoral para assegurar a situação maioria nas eleições de 1982 onde se defrontariam os governistas do PDS e quatro legendas de oposição. Contudo, durante o seu governo ocorreram vários atentados terroristas, atribuídos a setores da direita e militares da linha dura. Sua gestão ficou marcada pela grave crise econômica que assolou o mundo, com as altas taxas de juros internacionais, pelo segundo choque do petróleo em 1979, a disparada da inflação, que passou de 45% ao mês para 230% ao longo de seis anos, e com a dívida externa crescente no Brasil, que pela primeira vez rompeu a marca dos 100 bilhões de dólares, o que levou o governo a recorrer ao Fundo Monetário Internacional (FMI) em 1982. Neste ano, houve a criação do estado de Rondônia. Em 1983, têm início as campanhas das “Diretas Já”, que acabaram rejeitadas no Congresso Nacional. Entretanto, o governo Figueiredo promoveu a primeira eleição civil brasileira desde 1964, que decretava o fim do Regime Militar. Figueiredo apoiava o candidato do PDS, Paulo Maluf, que acabou sendo derrotado pelo candidato oposicionista Tancredo Neves.



Então, por tudo isso eu prefiro mil vezes uma ditadura militar de direita, do que uma ditadura de esquerda por tudo aquilo que a história tem nos mostrado sobre estes regimes ditatoriais esquerdistas espalhados mundo afora.




O que ocorreu nos anos subsequentes a intervenção militar foi exatamente isto, uma guerra de 4° geração; quando a esquerda diz que lutava pela liberdade, que lutava para o “retorno da democracia” isto constitui uma mentira deslavada e descarada, todos os estatutos dos movimentos revolucionários da época tais como: PCB (Partido Comunista Brasileiro) – “Partidão” ALN (Ação Libertadora Nacional) – Carlos Marighela PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário) MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de outubro) AP (Ação Popular Marxista-Leninista) – 1962 POLOP (Organização Revolucionária Marxista-política Operária) – 1961 COLINA (Comando de Libertação Nacional) VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) PCR (Partido Comunista Revolucionário) – 1966 MRT (Movimento Revolucionário Tiradentes) traziam claramente em seus estatutos que lutavam para a instauração de um regime comunista no Brasil. O comunismo pode ser tudo, menos democrático, isto é fato. O mini-manual do guerrilheiro urbano de Carlos Maringuela é ate hoje usado por grupos terroristas mundo a fora.





Estas organizações deram inicio a uma guerra irregular, contavam com militantes formados em Cuba, com gente infiltrada na imprensa e nas universidades em órgãos do governo, faziam a cabeça da população a fim de recrutar e convencer mais gente a vir para seu lado, foi uma época em que ocorreram muitos atentados a bomba, sequestros, roubos a banco, cartórios e reservas de armas em quartéis, muitos inocentes morreram nãos mãos dos revolucionários que “justiçavam” e torturavam quem eles achassem que tivesse traído o movimento, ou que servisse de informante aos órgãos do governo; muitos de seus militantes usavam de nomes e documentos falsos, viviam em aparelhos (casas alugadas que funcionavam como base de operações) muitos destes militantes renunciavam o convívio com a família e desapareciam da vida social para viver apenas para o movimento, por este motivo era difícil sua identificação, muitos morreram em confronto com a policia e o exercito.



É evidente que não da para combater em uma guerra no estado democratico de direito, pois é obvio que as forças legais devem sempre cumprir as leis enquanto os subversivos não cumpriram, torna-se um combate desigual e difícil, a imprensa pode muitas vezes atrapalhar uma ação policial, ações assim precisam de sigilo e discrição, escutas telefônicas precisam de autorização judicial, bem como operações de busca e apreensão que mesmo com autorização judicial tem horários específicos para serem executadas, e para manter alguém preso é preciso de um mandado de prisão, por este motivo o regime começou a ficar cada vez mais duro, não da para combater em uma guerra com flores e boa educação, guerra é guerra e naquela época estávamos em uma guerra civil, e como já foi dito: Em uma guerra não se trocam gentilezas de ambos os lados.





Os movimentos revolucionários usavam de técnicas de manipulação psicológica muito bem planejadas, aplicava em pessoas mais suscetíveis à manipulação, usam complexos de inferioridade de certos grupos transformando em ódio contra os demais, usam a vontade que todo jovem tem do jovem de “mudar o mundo” de fazer acontecer para recruta-lo ao movimento, tanto é que boa parte das pessoas envolvidas com estes movimentos subversivos eram jovens de classe media, que sempre tiveram boas condições de vida e estudo.



A verdade é que se tudo isso não tivesse ocorrido, ou seja, se não  tivesse a resistência por parte da esquerda, se ela não tivesse partido para guerra irregular, para guerrilha e para luta armada, o regime militar não teria durado mais que 2 anos, pois não era intenção dos generais perdurar tanto tempo no poder nem o senado quando depois Jango imaginava isto. A contra revolução era para ter se tornado uma intervenção militar e não um regime militar, a própria esquerda é culpada de seu algoz.




Alguns atentados ocorridos na época do regime militar:



1)- 12 de novembro de 1964
- Explosão de uma bomba no cinema Bruni, no Rio de Janeiro, com um morto.


2)- 22 de abril de 1965 - Atentado à bomba contra o jornal "O Estado de São Paulo".



3)- 25 de junho de 1966 - Atentado à bomba no Aeroporto dos Guararapes, contra o general Costa e Silva e no qual morreram o almirante Nelson Gomes Fernandes e o jornalista Edson Regis de Carvalho e sofreu mutilações o tenente-coronel Sylvio Ferreira da Silva, um dos muitos feridos no atentado. Segundo Jacob Gorender, em seu livro "Combate nas Trevas", obra da Ação Popular.



4)- 1 de agosto de 1966 - Explosão de uma bomba no cinema Itajubá, em Santos.



5)- 26 de agosto de 1966 - Explosão de uma bomba no teatro Guaíra, em Curitiba.



6)- 2 de agosto de 1967- Explosão de uma bomba na sede do Corpo da Paz, entidade americana no Rio de Janeiro, com um ferido.



7)- 24 de setembro de 1967
- Acontece o que é considerada a primeira ação terrorista seletiva da ALN: em Presidente Epitácio é assassinado um fazendeiro - Zé Dico - numa invasão de fazenda.



8)- 15 de dezembro de 1967 - É assassinado o bancário Osiris Motta Marcondes, do Banco Mercantil de São Paulo, durante assalto de terroristas à agência da qual era gerente.



9)- 15 de março de 1968
- Atentado à bomba contra o Consulado americano em São Paulo, com dois feridos. Um deles, o estudante Orlando Lovecchio Filho, de 22 anos, perdeu uma perna e até hoje não conseguiu receber a indenização que pleiteia o que tem ocorrido com quase todos os terroristas beneficiados pela anistia.



9)- 10 de abril de 1968 - Explosão à dinamite no QG da Polícia Militar/SP.



10)- 15 de abril de 1968 - Lançamento de uma bomba contra o antigo QG do II Exército/SP, na rua Conselheiro Crispiniano, com dois feridos.



11)- 20 de abril de 1968
- Novo atentado à bomba contra o jornal "Estado de S. Paulo".



12)- 15 de maio de 1968 - Atentado à bomba contra a Bolsa de Valores em S. Paulo.



13)- 18 de maio de 1968 - Atentado à bomba contra o Consulado da França em S. Paulo.



14)- Durante o mês de junho de 1968 - ocorrem explosões em edifícios públicos e em vias de transportes, em diversos pontos dos país.



15)- 26 de junho de 1968 - Atentado à bomba pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) contra o QG do II Exército, no qual morreu o soldado sentinela Mário Kozel Filho e ficaram gravemente feridos vários soldados da guarda.



16)- 1.º de julho de 1968
- É morto a tiros no Rio de Janeiro, por engano, o major do Exército alemão Edward Ernest Tito von Westernhagem, cursando uma escola militar brasileira (ECEME), confundido com o capitão boliviano Gary Prado, suposto matador de Che Guevara. Crime do Comando de Libertação Nacional (COLINA). Autoria confirmada por Jacob Gorender, no livro Combate nas Trevas.



17)- 19 de agosto de 1968 - Explosão simultânea de bombas em frente ao DOPS e a dois edifícios da Justiça Estadual de S. Paulo.



18)- 20 de agosto de 1968 - É abatido a tiros o soldado da PMSP, Antônio Carlos Jerrery, quando de sentinela.



19)- 7 de setembro de 1968
- Assassinato a tiros do soldado Eduardo Custódio de Souza, da PMSP, por terroristas, quando de sentinela no DEOPS/SP



20)- 12 de outubro de 1968 - Para assinalar um ano da morte de Guevara na Bolívia,
é fuzilado pela VPR, na frente de sua mulher e filhos o capitão do Exército americano Charles Rodney Chandler, de 30 anos, estudante de uma universidade de São Paulo e veterano do Vietnan, sob a falsa justificativa de ser agente da CIA.



ESCLARECIMENTOS:

1)- A esquerda  ao contrário do que se diz, nunca quis restabelecer uma democracia, o que ela queria era estabelecer um regime totalitário ditatorial Comunista no Brasil.



2)- Nunca Houve uma ditadura – Só no Brasil um regime autoritário em que cinco presidentes eleitos (indiretamente mais eleitos) é chamado de ditadura, basta olhar um dicionário para constatar que o que houve foi um regime autoritário e não totalitário.




3)-Os militares não se engajaram como um todo na guerra irregular de 4° geração, se no capo militar estratégico tático eles dominavam, no campo cultural e educacional eles nem colocaram os pés; a esquerda foi ocupando espaços, apesar de ser uma estratégia de resultado lento, foi genial o que a esquerda fez, aos poucos foi ocupando cada redação, cada telejornal, cada universidade e assim por diante, formando formadores de opinião, escritores e pensadores, artistas, cantores, intelectuais, em pouco mais de 20 anos reescreveram toda uma historia e fizeram um país inteiro acreditar nela mesmo com testemunhas oculares vivas da historia verdadeira, foi genial, uma operação de manipulação psicológica de massa gigantesca, que criou toda uma geração de idiotas não pensantes, bastou apenas se infiltrar nos meios formadores de opinião.Os militares ignoraram este campo de batalha e ignoram ate hoje, por isso foram e esta sendo esmagados pelos revolucionários, tudo isto só é prova de que é somente a educação que pode nos salvar.





4)- Apesar dos militares estarem em guerra contra uma força subversiva, eles não se esqueceram do país, foi uma época de intenso crescimento econômico, um dos maiores na historia do país, saímos da 41° economia para a 8° em menos de 20 anos; grandes obras de infraestrutura básica foram feitas, hidrelétricas como Itaipu, Tucurui, ferrovias, portos, pontes como a Rio Niterói, estradas, projetos de integração nacional e telecomunicações como o Projeto Rondon, o Pro Álcool; Um verdadeiro legado de infraestrutura que reflete no crescimento do Brasil ate os dias de hoje, é visível que no campo da administração e planejamento os militares são bons, em contra partida deixaram a desejar em outros aspectos.



5)- Foi uma época onde ouve muita intervenção econômica estatal, e nunca se criou ou estatizou tantas empresas como no regime militar. Engesa e Embraer são só alguns exemplos, militares adoravam uma intervenção economia e uma economia estatizada, que nos projetou pra um quadro crônico de inflação, apesar disto vivíamos uma época de pleno emprego, sobravam vagas e ninguém precisava de bolsa família.Algumas outras obras e programas que vale a pena citar são: Usina Hidrelétrica de Jupia, Usinas Nucleares de Angra I e II, implementação do metro, e da zona franca de Manaus, EMBRAPA, EMBRAER, EMBRATEL, TELE BRAS, Banco Central, Infraero, FUNABEM, PIS, DATAPREV, FGTS, PASEP; tudo isto constitui a herança do regime militar.




6)- Por fim 4° Regime Militar Não foi de Direita – O regime militar foi uma intervenção apartidária aclamada pela vontade popular, apesar de haver algumas características de direita, a economia, por exemplo, foi muito intervencionista e estatal, característica de regimes socialistas totalitários.



COMENTÁRIOS FINAIS:




Podemos observar claramente que hoje aqueles que diziam lutar por democracia e liberdade, aqueles que integravam movimentos subversivos e terroristas hoje estão todos ocupando cargos políticos e públicos, e infelizmente agindo e comportando-se exatamente igual à aquilo que supostamente combatiam. Estão todos com as rédeas do país nas mãos.Nenhum regime ditatorial na historia da humanidade nem mesmo os comunistas permitiram tal coisa, a primeira ação deles era sempre aniquilar todo e qualquer opositor.O regime militar foi tão duro que a grande maioria de seus opositores está ai, bem viva, e comandando o país.





Se os militares por sua vez deixaram um legado na economia e na infraestrutura do país, por outro lado à esquerda também deixou seu legado, só que estes últimos, no caso a esquerda, deixaram um legado nas áreas da cultura e educação, criando toda uma geração de pessoas não pensantes, revoltadinhos filhos de papai e comunistas de Rolex(a famosa esquerda Caviar), basta ver nas faculdades e escolas que além da piora na qualidade do ensino temos o ensino de uma reconstrução histórica e social do país, deturpada em matérias como, Historia e Ciências Sociais ate mesmo cursos inteiros como Filosofia e Sociologia não servem mais ao estudo de suas ciências propriamente ditas, mas sim a replicancia revanchista de ideais revolucionários e partidárias muito bem definidas.o



O jornalismo hoje em dia não serve mais como meio de transmissão de informações, mas sim como construtor de narrativas militantes politicamente engajadas, ou fomentador e assassino de reputações.




Nas escolas temos um ensino multicultural gramsciniano, e do idiotizante coletivo de Paulo Freire e suas crias, onde é mais importante a criança saber sobre sexo,luta armada, e direitos sem deveres, do que aprender equações.




Ser de direita é praticamente um defeito chamar alguém disto é um xingamento, há uma criminalização escancarada do pensamento, aquele que pensa diferente da cartilha do partido logo e excluído do grupo, da turma, do trabalho ou dos estudos.Tudo isto tem contribuído para o emburrecimento da população e chegada ao quadro de caos em que estamos hoje.



Confiaram as rédeas do país aos seus algozes, concluo que se continuarmos neste rumo não teremos nenhum futuro pela frente, pois caminhamos para a destruição.   


Fonte: Detonatudo.blogspot
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