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Você só é Cristão por que nasceu em um meio Cristão - Será ?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 28 de fevereiro de 2015 | 22:23




"Você só é cristão porque nasceu em um país cristão. Se tivesse nascido no Irã, seria muçulmano, em Israel  Judeu, na Índia indiano, no Tibete seria budista, na Suécia seria ateu, etc...”


Qual cristão nunca ouviu esse argumento falacioso?


Quem não ficou travado por digamos, dois segundos, antes de conseguir pensar bem numa boa resposta? Naturalmente, que o argumento anti-teísta e ou relativista entre os gnósticos e, seguidores de outras religiões,com certeza este é o único senão o mais popular. Mas agora eu gostaria de falar mais sobre a Falácia genérica que está sendo bastante propagada como se fosse o supra sumo da retórica sem saída para estes pobres coitados, vítimas do engano.





A falácia genética ou genérica  é a tentativa falaciosa de invalidar a superioridade uma crença mostrando como ela se originou, e ou colocando-a simplesmente como uma entre tantas outras espalhadas por ai, e não como a revelação plena e definitiva de Deus. O argumento falacioso é colocado da seguinte forma:


-A maior parte da cultura brasileira é cristã;
- A cultura influencia na crença. Você só é Cristão porque nasceu em um país cristão, logo se tivesse nascido no Irã, seria muçulmano, na Índia indiano, no Tibete seria budista, na Suécia seria ateu, etc...
- Portanto, o Cristianismo é meramente cultural. Se você é contra o aborto, é porque você é religioso e preconceituoso, etc., e por aí vai.



Mas essa falácia pueril e simplória é facílima de se refutar:


1)- PRIMEIRO, não poderíamos dizer que o ateu só sustenta esse argumento porque está inserido em um contexto pós-modernista?


2)- SEGUNDO, por mais que seja verdade que meus pais, meus amigos ou quem quer que seja, tenham me influenciado ao Cristianismo, o que isso prova acerca da veracidade plena ou apenas parcial de uma religião?


3)- TERCEIRO, alguns biólogos naturalistas defendem que a nossa crença é fruto de complexas reações químicas e biológicas no nosso cérebro. Ora, isso diz apenas como as crenças se manifestam no nosso corpo, mas o que isso tem a dizer sobre a existência de Deus?


4)- QUARTO, se todo argumento pode ser refutado com base em sua origem sociológica ou psicológica, certamente esse argumento falacioso que diz isso, também, possui uma origem sociológica ou psicológica, sendo assim, ele mesmo se torna auto refutável  e implode a si mesmo.


5)- QUINTO, e os muçulmanos, Indianos, Judeus e budistas do Brasil? E os cristãos no Mundo Islâmico, indianos e budistas ? O que dizer sobre os Cristãos nascidos e criados em países de maioria atéia? E quanto aos ateus que são contra o aborto? E que dizer de religiosos que acreditam em Deus mas, defendem o aborto?


Os exemplos práticos provam portanto o contrário do que diz a falácia genética e genérica acima. Esses cinco pontos constituem uma base para impedir que essa mentira deslavada avance incólume, achando que são irrefutáveis.



Um último exemplo, para encerrarmos o texto:


O relativismo é falso não porque os relativistas nasceram em um lugar- época X.O relativismo é falso porque é logicamente inconsistente, se não vejamos:

“se não há verdade absoluta, por que deveríamos acreditar que o relativismo é uma verdade absoluta?”

Coloquemos de outro modo a questão: pode ser verdade que não existe nenhuma verdade?

Só há duas respostas possíveis:

1)- “sim, é verdade que não existe nenhuma verdade”. Ora, quem diz isso, assume, talvez inconscientemente, que há alguma verdade;

2)- e se alguém disser “não, não pode ser verdade que não exista a verdade”, certamente estaria usando melhor a sua razão e teria encontrado a resposta lógica.

De modo que, com uma resposta ou outra, a conclusão é sempre a mesma:

não pode existir um “relativismo absoluto”, a verdade sempre faz parte do nosso pensamento e discurso.A consequência disso é, que por incrível que pareça, o relativismo só pode ser relativo, uma vez que só pode ser parcial. Isso porque é sempre necessário aceitar que há alguma verdade, que algo pode ser conhecido.

Certo tipo de relativismo pode ser aceito para as opiniões, que são afirmações de algo pouco fundamentado, de modo quando se opina se há receio de que a afirmação contrária seja a verdadeira. Mas nem tudo na nossa comunicação é simples opinião.

Aristóteles dizia que como a verdade é uma realidade primeira do nosso pensamento, quem nega a verdade, afirma a verdade.

Ou seja:

“Quem nega que ela exista, sabe já o que ela seja e supõe que é verdade a sua não existência, o que é uma contradição em termos.”

Outro modo de fugir ao compromisso com a verdade seria assumir a posição cética, ou seja, aquela postura de certos pensadores que dizem não ser possível nem afirmar, nem negar a verdade.

Quem assume essa posição, certamente se livra da linguagem e da “Gramática”, mas isso traz consigo uma consequência nefasta:

“não negar nem afirmar algo, faz o ser humano se tornar semelhante a uma planta, com quem não é educado discutir.”

O relativismo só pode, pois, ser relativo, ou seja, só pode ser aplicado a algumas afirmações e nunca a todas. A verdade não pode jamais ser excluída da vida e da linguagem humana, a menos que alguém se conforme em viver como uma planta.

F. Nietzsche só pôde dizer que a verdade é «um exército de metáforas», uma «ilusão», uma moeda sem valor porque ?

“Por que ele sabia perfeitamente o que é uma metáfora, uma ilusão, uma moeda com valor e uma sem valor, do contrário não teria o critério de julgamento.”

CONCLUSÃO:

Negar uma verdade implica sempre em aceitar uma outra verdade que sirva de parâmetro para negar a verdade primeira, o que pressupõe um conhecimento da alguma verdade anterior, o que negaria um relativismo absoluto, pois ao afirmar que tudo é relativo, estamos absolutizando o próprio relativismo, que tem como pressuposto negar qualquer verdade absoluta, ou seja: tudo é relativo é uma verdade absoluta, ou relativa ? Ora, se é uma verdade absoluta ela nega então o próprio relativismo.




Pegunta que não cala: Se a fé fosse baseada apenas na experiência a nível pessoal,sem o uso da razão, teria se expandido e permanecido até hoje ?


Percorrendo o caminho de encontro e separação entre a Fé e a Razão:




Analisando exegeticamente a discussão que o apóstolo Paulo teve com alguns filósofos epicuristas e estóicos no Areópago de Atenas conforme está relatado em atos:17, 18 - Vemos que o discurso no Areópago evidenciou repetidas alusões a ideias populares, predominantemente de origem estóica.




Certamente isso não se deu por acaso; os primeiros cristãos, para se fazerem compreender pelos pagãos, não podiam citar apenas Moisés e os profetas nos seus discursos, mas tinham de servir-se também do conhecimento moral natural e da voz da consciência de cada homem, que aprova ou acusa nossas ações independente de religião.



Se deduz que quando se menciona este movimento de aproximação dos cristãos à filosofia, é obrigatório recordar também a cautela com que eles olhavam outros elementos do mundo cultural pagão, como, por exemplo, a gnose. A filosofia, enquanto sabedoria prática e escola de vida, podia facilmente ser confundida com um conhecimento de tipo superior, esotérico, reservado a poucos iluminados. 






Pelo que vemos, o encontro do cristianismo com a filosofia não foi fácil nem imediato. A exercitação desta e a frequência das respectivas escolas foi vista mais vezes pelos primeiros cristãos como transtorno, do que como uma oportunidade.



É preciso entender que para os primeiros Cristãos a primeira e mais urgente missão era o anúncio de Cristo ressuscitado, que havia de ser proposto num encontro pessoal, capaz de levar o interlocutor à conversão do coração e ao pedido do Batismo. De qualquer modo, isso não significa que ignorassem a obrigação de aprofundar a compreensão da fé e suas motivações na compreensão da própria fé aderida.É injusta e pretextuosa a crítica de Celso, quando acusa os cristãos de serem gente « iletrada e rude. A explicação deste  desinteresse do Cristão neo-convertido, tem de ser procurado dentro do próprio Cristianismo. Na realidade, o encontro com o Evangelho oferecia uma resposta tão satisfatória à questão do sentido da vida, até então insolúvel, que frequentar os filósofos parecia-lhes uma coisa sem interesse e, em certos aspectos, superada.




Agostinho o grande Doutor ocidental que passou OBRIGATORIAMENTE para a história do pensamento universal,contatara diversas escolas filosóficas, mas todas o tinham desiludido. Quando se lhe deparou a verdade da fé cristã, então teve a força de realizar aquela conversão radical a que os filósofos anteriormente contatados não tinham conseguido induzi-lo.


Todavia, a partir da baixa Idade Média, essa distinção legítima entre os dois conhecimentos transformou-se progressivamente em nefasta separação. Devido ao espírito excessivamente racionalista de alguns pensadores, radicalizaram-se as posições, chegando-se, de fato, a uma filosofia separada e absolutamente autónoma dos conteúdos da fé. Entre as várias consequências de tal separação, sobressai a difidência cada vez mais forte contra a própria razão. Alguns começaram a professar uma desconfiança geral, céptica ou agnóstica, quer para reservar mais espaço à fé, quer para desacreditar qualquer possível referência racional à mesma.



Como consequência da crise do racionalismo, apareceu o niilismo:


Enquanto filosofia do nada, consegue exercer um certo fascínio sobre os nossos contemporâneos. Os seus seguidores defendem a pesquisa como fim em si mesma, sem esperança nem possibilidade alguma de alcançar a meta da verdade. Na interpretação niilista, a existência é somente uma oportunidade para sensações e experiências onde o efémero detém o primado. O niilismo está na origem duma mentalidade difusa, segundo a qual não se deve assumir qualquer compromisso definitivo, porque tudo é fugaz e provisório.Em consequência, deu-se o obscurecimento da verdadeira dignidade da razão, impossibilitada de conhecer a verdade e de procurar o absoluto.



A fé, privada da razão, pôs em maior evidência o sentimento e a experiência, correndo o risco de deixar de ser uma proposta universal.Achar que Deus não existe simplesmente porque Deus não lhe aparece, nem responde a suas blasfêmias, ora quanta babaquice e infantilidade.Deus já está acostumado com isto, principalmente quando os ateus estão na hora da morte ou sofrendo dores artroses, ou sofrendo perdas  e sofrimentos inexplicáveis, pois quem como o próprio Cristo não já experimentou o silencio de Deus e disse: Senhor, por que me abandonastes ?



O zoólogo norte-americano Richard Dawkins, o aiatolá dos ateus, quer extinguir as religiões a qualquer custo, simplesmente por que não gosta e sente-se incomodado e acabar com a fé no mundo inteiro, achando com isto que todos os problemas na humanidade de imediato serão resolvidos. Em síntese: O Zoologo ateu Richard Dawkins critica a religião considerando-a caricaturas de crendices, superstições, magias pagãs.


Um colega, porém, Alstaír Mc Grat, ex-ateu que se tornou religioso, observa que Dawkins se refere a falsas imagens da Religião, não podendo portanto sustentar-se a posição de Dawkins, pois o ato LIVRE da fé racional e empírica é o ato mais nobre que o homem possa efetuar dentro do Livre Arbítrio dos homens.A Fé é um ato da inteligência; portanto não é um sentimento vago, mas é expressão da mais nobre faculdade que o homem tem: o intelecto,que tenta aplicar-se ao objeto mais nobre que possa ser concebido, ou seja, a Deus.


Esse ato do intelecto é movido pela vontade, pois o objeto da fé transcende os limites do intelecto humano (a verdade é mais ampla do que o alcance do nosso intelecto). Sendo assim, o objeto da fé não obriga a um assentimento, não é tão evidente que force a adesão de quem o contempla. A vontade, portanto, deve mover o intelecto para que diga Sim ou Não.


A vontade, porém, só move o intelecto depois do exame das credenciais sobre as quais se apoia cada proposição de fé. Cabe então ao intelecto humano averiguar as razões em virtude das quais o indivíduo pode e deve crer: estude o Evangelho, a história, a paleografia… e chegue eventualmente à conclusão: “Não é absurdo crer; não é infantilismo ter fé”. Há razões suficientemente fortes para que o homem diga Sim ao objeto de fé, sem trair sua dignidade de homem adulto.



Portanto o homem crê inteligentemente


E a própria razão sadiamente crítica que aponta o caminho da fé. Assim evitam-se as superstições e crendices que não resistem ao crivo da razão.Há dois tipos de ateus: Os que duvidam que Deus existe, e os que se auto-convenceram que Deus não existe.




Os primeiros relutam em crer naquilo de que não têm experiência. 


Os segundos não admitem que possa existir algo acima da sua experiência e opinião pessoal.


A diferença é a mesma que há entre o ceticismo e a presunção de onissapiência.Acima da distinção de ateus e crentes existe a diferença, assinalada por Henri Bergson, entre as almas abertas e as almas fechadas.



VOU TENTAR EXPLICAR:



Como tudo o que sabemos é circunscrito e limitado, vivemos dentro de uma redoma de conhecimento incerto cercada de mistério por todos os lados. Isso não é uma situação provisória. É a própria estrutura da realidade, a lei básica da nossa existência. Mas o mistério não é uma pasta homogênea. Sem poder decifrá-lo, sabemos antecipadamente que ele se estende em duas direções opostas: de um lado, a suprema explicação, a origem primeira e razão última de todas as coisas; de outro, a escuridão abissal do sem-sentido, do não-ser, do absurdo.



Há o mistério da luz e o mistério das trevas



Ambos nos são inacessíveis: a esfera de meia-luz em que vivemos bóia entre os dois oceanos da claridade absoluta e da absoluta escuridão.A primeira dá origem às experiências espirituais das quais nasceram os mitos, a religião e a filosofia.


A segunda leva à "proibição de perguntar", como a chamava Eric Voegelin: a repulsa à transcendência, a proclamação da onipotência dos métodos socialmente padronizados de conhecer e explicar.


A religião é uma expressão da abertura, mas não é a única. É possível ser ateu e estar aberto ao espírito. Mas o ateu militante, doutrinário, intransigente, opta pela recusa peremptória do mistério, deleitando-se no ódio ao espírito, na ânsia de fechar a porta do desconhecido para melhor mandar no mundo conhecido.

 


Dostoiévsky e Nietzsche bem viram que, abolida a transcendência, só o que restava era a vontade de poder. Aquele que proíbe olhar para cima faz de si próprio o topo intransponível do universo. É uma ironia trágica que tantos adeptos nominais da liberdade busquem realizá-la através da militância anti-religiosa.



Concordo que as religiões podem ter-se tornado violentas e opressivas ocasionalmente, mas a anti-religião é totalitária, excludente e muito mais intolerante.Não é uma coincidência que a Revolução Francesa tenha matado dez vezes mais gente em um ano do que a Inquisição Espanhola em quatro séculos, evidente que não quero com isto  justificar os abusos da última.


Se a fé tem por objeto algo não evidente por si mesmo, ela é um ato livre. Pode ser traída e rejeitada, como acontece nos casos em que as paixões predominam sobre o intelecto e a vontade. Daí haver falsas expressões da fé, que causam escândalo aos não crentes, mas que não são autênticos gestos de fé.


A religiosidade é um elemento integrante da pessoa humana. O homem bem pode ser considerado um peregrino do Absoluto, um viandante rumo ao Eterno e Infinito. Até os materialistas marxistas procuram um novo estado de coisas e a plena satisfação de seus anseios através da mística do martelo e da foice.


BASTA USAR A RAZÃO,A LÓGICA E UM POUCO DE BOA VONTADE PARA  COMPROVAR E EXISTÊNCIA DE DEUS





Segundo Aristóteles, o movimento, entendido no sentido mais geral e metafísico, pode ser definido como “a passagem da potência ao ato”. Sabe-se que é princípio básico que nada pode passar da inércia para a ação senão através de uma causa inicial: EXEMPLO:“A água, só se aquece pela ação do fogo, que possui a energia calórica”.


Do mesmo modo, “o ignorante só se torna sábio pelo ensino do que, ou de quem, está de posse da ciência”, pois já dizia Isaac Newton:"Se enxerguei além dos outros, é por que estava no ombro de gigantes".O movimento físico, que é diferente do movimento metafísico, também constitui uma prova da existência de Deus. Se admitíssemos, como Descartes, a inércia absoluta da matéria, considerá-la totalmente passiva e somente capaz de transmitir um impulso recebido, ainda assim, como o movimento físico da matéria existe, ele provém do movimento metafísico, isto é, da ação da vontade, que por meio desta se reduz ao primeiro motor, Deus.Hoje a própria ciência admite: NÃO EXISTE EFEITO SEM CAUSA.




A universalidade da  BUSCA PELA VERDADE mostra a alma humana em sua busca em apreender o que está encoberto sob as aparências, isto é, mostra a sua busca pela razão primeira e última das coisas: Deus. Todo o homem possui a idéia de um ser tão perfeito que não pode conceber outro melhor. Este ser existe, este ser é perfeito, este ser é Deus. Descartes disse: “Deus é o ser que possui todas as perfeições; a existência é perfeição; portanto, Deus existe”. 



SE DEUS EXISTE, POR QUE  HÁ TANTA  APARENTE IMPERFEIÇÃO NO MUNDO CRIADO POR ELE ?


Em Science and Religion: From Conflict to Conversation (1995), John F. Haught.  defende que a ciência não é tão pura e objectiva, nem a teologia tão impura e subjectiva quanto se pensava e que ambas partilham a procura da verdade - mas para as duas áreas entrarem em diálogo é necessária dar uma "explicação em camadas".



"A ciência procura perceber a natureza e deixa de fora questões à volta de valores, do significado da vida, de Deus ou da finalidade. Olha para a natureza apenas do ponto de vista das causas naturais. Isso está correcto, mas não significa que aquelas questões sejam irrelevantes, por isso vejo complementaridade entre a ciência e a religião. Isso é outra crença, a de que a ciência é a única forma de explicação."



No seu novo livro, lança várias perguntas, como: a fé é compatível com a teoria da evolução?

 

 

Charles Darwin desafia a teologia em três pontos, lembra: foram necessários vários acidentes para que a evolução acontecesse - o acaso lidera o processo; a lei da selecção natural é injusta e cruel porque elimina os organismos que não são adaptáveis e não podem sobreviver; e, por último, se Deus "é amor e é providencial, porque é que demorou tanto tempo a criar a vida há 3,8 mil milhões de anos"?

 

 

 

Haught argumenta que "se tudo fosse desenhado de forma perfeita desde o dia número um da criação, então não existiria futuro, o universo teria acabado". "Se o universo fosse perfeito, a vida e a liberdade não eram possíveis - se Deus tivesse fixado tudo no princípio, o universo estaria morto."

 

 

 

Por isso compara a narrativa da evolução de Darwin à narrativa teológica:

 

 

"Aquilo que de início parece ser o oposto de um Deus arquitecto é essencial para a vida ter uma narrativa coerente. A minha metáfora é que a vida é um drama e o universo é um drama de transformação - a transformação que a religião procura no caso dos seres humanos tem as suas raízes no universo. Tudo o que está em causa na discussão entre ciência e fé vai dar à questão sobre se alguma coisa com significado se está a criar a si própria no universo.Defendo que as probabilidades são muito altas e nenhum de nós está em posição de dizer, como os novos ateus, que o universo não tem sentido nem significado.”

O drama ainda está a desenrolar-se.


" E se o universo não está acabado então quer dizer "que a religião também não está acabada" - "as religiões também são imperfeitas".




SEGUIR A DEUS POR AMOR, OU POR MEDO DO INFERNO ?




Ora seguir a Deus por medo do inferno é pura hipocrisia, e Deus é capaz de desmascarar tudo, pois Ele é ONICIENTE, ou seja, sabe tudo.Hoje diferentemente do passado não se segue mais a Deus por medo, mas por amor, e pela busca de respostas e o verdadeiro sentido da vida, em fim pela Verdade que liberta.




Será que Deus quer que sejamos "bons" apenas por medo do inferno?




Ou será que Ele prefere a nossa total sinceridade, ainda que seja com todas as nossa falhas e limitações humanas?Deus é a verdade, portanto Ele deve querer a verdade vinda de nós também. Ou seja, se eu, por mais que me esforce, não consiga concordar ou seguir de boa vontade um de Seus mandamentos, preciso ser sincero com Deus e revelar a minha verdade para que Ele revele a sua.


Não estaríamos do contrário fazendo algo ainda pior??? que é mentir pra Deus e pra nós mesmos? Praticando a hipocrisia tão combatida por Cristo ? Que chamou os hipócritas de SEPULCROS CAIADOS ?Acho que no dia em que seremos julgados por Deus, aquilo que fizemos será o de menor importância, mas sim aquilo que realmente queríamos ser e fazer, e reconhecemos e confessamos diante dele e dos demais nossa total incapacidade.





Marcos 10:26,27:”E eles se admiravam ainda mais, dizendo entre si: Quem poderá, pois, salvar-se?Jesus, porém, olhando para eles, disse: Para os homens é impossível, mas não para Deus, porque para Deus todas as coisas são possíveis.


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