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Uma Jornalista de fibra - Rachel Sheherazade: “Mulheres sem pedigree – Quando a ideologia feminista é a principal forma de discriminação e opressão à própria mulher moderna”

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 4 de janeiro de 2014 | 11:19







Durante a segunda edição da Marcha das Vadias de Campina Grande (PB), em agosto de 2013,um grupo de feministas queimou um boneco da jornalista Rachel Sheherazade, com os seguintes dizeres: "Rachel, cale-se"01.


Para quem não se lembra, Rachel Sheherazade é a âncora do SBT Brasil, que ficou conhecida nacionalmente, em 2011, após um comentário seu sobre o carnaval cair na internet02. 




Na época, Sheherazade comandava o jornal local da TV de Silvio Santos, em João Pessoa (PB), e acabou caindo nas graças do empresário, vindo a receber um convite para assumir a bancada do principal programa jornalístico da emissora.


Desde então, a crítica contundente da jornalista vem suscitando a simpatia de milhares de pessoas Brasil afora, ao mesmo tempo em que perturba o establishment politicamente correto e anticristão.




Do outro lado do Atlântico, no entanto, enquanto os católicos da Catedral de Colônia, Alemanha, assistiam à Santa Missa de Natal, uma ativista do grupo feminista Femen subiu ao altar da igreja totalmente nua e com a inscrição "Eu sou Deus" pintada em seu seio03. A cena grotesca chocou os fiéis da Arquidiocese comandada pelo Cardeal Joachim Meisner, provocando reações na opinião pública do mundo todo.


Mas para o cúmulo da bizarrice, a iniciativa da militante feminista, ao contrário do que se espera de gente normal, acabou recebendo o apoio de centenas de ativistas dos direitos femininos, com a justificativa de que ela estaria lutando contra a opressão machista da Igreja Católica.



Os dois episódios citados acima dão conta de explicar no que se transformou o feminismo nas últimas décadas


Rachel Sheherazade é uma mulher sem pedigree feminista. Ela é conservadora, casada, mãe e cristã. Ou seja, tudo o que uma mulher "moderna", "livre" e "independente" não poderia ser… pelo menos na cabeça de gente como Simone de Beauvoir, Judith Butler e cia.


E é por isso que atividades como as das feministas de Campina Grande podem passar despercebidas; enquanto ações deploráveis como as do grupo Femen são aplaudidas e incentivadas pela militância.


Para a ideologia desses grupos, só se é mulher quando se reza pela cartilha deles. Só se é mulher quando se abandona a "opressão" machista do matrimônio para se rebaixar à opressão feminista do movimento.




No final da década de 1920, o escritor inglês G. K. Chesterton resumia o feminismo como:

"A confusa ideia de que as mulheres são livres quando servem seus empregadores, mas são escravas quando servem seus maridos..."04. 





De fato, a ideologia feminista é um compêndio de contradições:


1)-Ela contesta a exploração machista, dizendo que os homens tratam as mulheres como objetos de prazer, para depois defender uma suposta emancipação sexual feminina, alegando que a mulher pode ter quantas relações quiser. 




2)- Ela se revolta com a esposa que cuida do lar e educa seus filhos, tachando-a de inimiga dos direitos femininos por se negar a trabalhar fora, mas não se importa e às vezes até defende  a prostituta que se submete a satisfazer as perversões de um homem, a troco de algumas notas de reais.


3)- O feminismo se importa com a mulher até descobrir que o sexo do bebê é feminino. Veja-se, por exemplo, o que indica um estudo da Universidade de Oxford, sobre os casos de abortos na Inglaterra, entre os anos de 1969 e 2005: a prática do aborto em mulheres grávidas que rejeitam o sexo do bebê cresceu enormemente, sobretudo quando se trata de nascituros meninas05.




Rachel Sheherazade é somente um dos inúmeros casos que se poderia citar a respeito do Apartheid feminista


Quando Gianna Jessen  uma jovem americana pró-vida que sobreviveu a uma tentativa de aborto  nasceu, por exemplo, não havia nenhuma ativista dos direitos da mulher no hospital, para defendê-la do aborteiro que há pouco tentara matá-la06. Na época, seguindo o pensamento da eminente feminista Florence Thomas - para quem um nascituro não passa de um "tumor",Jessen não mereceria viver07.

Na lógica feminista, algumas mulheres são mais mulheres que outras.




Eis a verdadeira face dura e cruel do atual feminismo:

“Ele é tão inimigo das mulheres quanto o machismo”



Referências:


1. Rachel Sheherazade é queimada em Marcha das Vadias

2. Comentário de Rachel Sheherazade sobre o carnaval

3. Natal na Catedral de Colônia: ativista do Femen profana altar diante do Cardeal Meisner

4. Social Reform versus Birth Control

5. Clínicas britânicas fazem aborto de grávidas que rejeitam sexo do bebê

6. Gianna Jessen - sobrevivente de um aborto

7. La historia de mi aborto





Fonte: Christo Nihil Praeponere
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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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