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Em qual Concílio anterior a TRENTO em 1545 a Igreja Católica definiu o ATUAL CÂNON BÍBLICO ?

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 3 de outubro de 2013 | 19:46



O Cânone Bíblico designa o inventário ou lista de escritos ou livros considerados pela Igreja Católica e aceita pelas demais Igrejas Cristãs, como tendo evidências de Inspiração Divina.

Cânone, em hebraico é qenéh e no grego kanóni, têm o significado de "régua" ou "cana [de medir]", no sentido de um catálogo.

A formação do cânone bíblico tanto do ANTIGO como NOVO TESTAMENTO se deu gradualmente:

Foi formado num período aproximado de 1 500 anos. Os cristãos protestantes acreditam que o último livro do Antigo Testamento foi escrito pelo profeta Malaquias. Para os católicos e ortodoxos foi o Eclesiástico ou Sabedoria de Sirácida.


O profeta Moisés começou a escrever os primeiros cinco livros canónicos (ou Pentateuco) cerca de 1491 a.C


De acordo com a Bíblia, Deus mandou que se escrevesse o registo da Batalha de Refidim.(Êxodo 17:14). Depois vieram os Dez Mandamentos (34:1,27,28).

Recapitulação dos acontecimentos é feita em Deuteronómio9:9-17 10:1-5. São também referidos escritos ou livros anteriores como consultados, para além da tradição oral transmitida de geração em geração.



Segundo a literatura judaica, Esdras, na qualidade de escriba e sacerdote, presidiu um conselho formado por 120 membros chamado Grande Sinagoga que teria selecionado e preservado os rolos sagrados.

Alguns acreditam que naquele tempo o Cânone das Escrituras do Antigo Testamento foi fixado (Esdras 7:10,14). Entretanto esta tese é desacreditada pela crítica moderna.

Os estudiosos concordam que foi essa mesma entidade que reorganizou a vida religiosa nacional dos repatriados e, mais tarde, deu origem ao Supremo Tribunal Judaico, denominado Sinédrio.


Curiosamente os Saduceus e os Samaritanos só aceitavam como canônicos os cinco livros de Moisés.

Por esta razão, os especialistas especulam que Esdras tenha reunido apenas o Pentateuco, isto é, os cinco livros de Moisés.


Antes mesmo de Deus ter ordenado a Moisés que escrevesse, pela primeira vez, um memorial a respeito da vitória de seu povo sobre os amalequitas, a Palavra de Deus já circulava entre os homens sob o método da transmissão oral:

"Escuta-me, mostrar-te-ei; e o que tenho visto te contarei; o que os sábios anunciaram, ouvindo-o de seus pais, e o não ocultaram ...". (Jó 15:17,18)


Os Evangelhos registraram várias citações de Jesus do Antigo Testamento, comentando sobre o Gênesis, Deuteronômio, Números, I Samuel, Salmos, Malaquias, Daniel, reconhecendo-os como a Palavra de Deus (Mateus 12:3; 19:4; 22:37-40).
Para se conferir a confiança que os escritores do Novo Testamento tinham do Antigo, basta conferir as centenas de citações da Lei, dos profetas e outros escritos.


Acredita-se que começando por Moisés, à proporção que os livros iam sendo escritos, eram postos no Tabernáculo, junto ao grupo de livros sagrados.

Especula-se que tivesse sido Esdras quem reuniu os diversos livros e os catalogou, desse modo estabelecendo a coleção de livros inspirados por Deus. Desses originais, os copistas ou escribas fizeram cópias para uso das sinagogas largamente disseminadas. Porém a crítica não aceita a tese de que livros posteriores ao tempo do profeta figuram na Bíblia Hebraica, como é o caso do Livro de Daniel. Segundo especialistas, isso explicaria porque o Livro de Daniel não figura entre os escritos proféticos, mas nos hagiógrafos.


O prólogo da versão grega do Eclesiástico, datado em 130 a.C parece já confirmar a suspeita dos estudiosos modernos.

Com efeito nele lemos: "Pela Lei, pelos Profetas e por outros escritores que os sucederam, recebemos inúmeros ensinamentos importantes (...) Foi assim que após entregar-se particularmente ao estudo atento da Lei, dos Profetas e dos outros Escritos, transmitidos por nossos antepassados [...]".


Nota-se que o cânon indicado neste escrito considera canônicos livros posteriores ao tempo dos profetas.

As descobertas do Mar Morto e Massada mostram que entre os antigos judeus ainda não havia um cânon bíblico fixo ou instituído, que só veio depois do século I a criar corpo, e mesmo assim com muitas divergências.
Alguns dizem que o Cânone Hebraico de 39 livros, só foi realmente fixado no Concílio de Jâmnia em 100, embora nesse mesmo concílio livros como o de Ester, Daniel, Cântico dos Cânticos, ficaram de fora do cânon, que só veio a ser fixado mesmo no século IV.


Estudiosos como Leonard Rost garantem que tais decisões demoraram muito para serem aceitas e até hoje não tiveram aceitação em muitas comunidades judaicas; como o caso dos judeus do Egito, quem tem um cânon semelhante ao Católico e Ortodoxo.


O Concílio de Jâmnia rejeitou todos os livros e demais escritos e considerando-os como apócrifos, ou seja, não tendo evidências de inspiração por Deus e fonte de fé, tanto quanto da verdadeira autoria.


Houve muitos debates acerca da aprovação de certos livros, como Ester e Cântico dos Cânticos, conforme registro da Mishná.


A tese de que o trabalho desse Concílio foi apenas ratificar aquilo que já era aceito pela grande maioria dos judeus através dos séculos, carece de fundamento científico e é rejeitada pela majoritariamente pelos especialistas.


Até os primeiros quatro séculos, na igreja antiga, não havia um parecer oficial sobre o Cânon do AT:

As opiniões eram muito diversas.Pais da Igreja como Melito, Cipriano e Rufino de Aquileia postulavam pelo Cânon Hebraico (com 39 livros, excluindo os deuterocanônicos).

Já Ireneu, São Justino e Santo Agostinho defendiam o Cânon Alexandrino (com 46 livros, incluindo os Deuterocanônicos).

Jerônimo começou negando a canonicidade dos Deuterocanônicos, embora os tenha incluindo em sua Vulgata. Escritos seus posteriores mostram que esta sua posição inicial foi revista, é o que se verifica em sua Carta a Rufino e outra a Paulino, Bispo de Nola.

No final do século IV, Concílios Ecumênicos reafirmaram o Cânon Alexandrino.


1)- É o caso dos Concílios de Roma (382 d.C, dando origem ao Cânon Damaseno), Hipona I (cânon 36, 393 d.C),

2)- Cartago III (cânon 47, 397 d.C),

3)- Cartago IV (cânon 24, 417 d.C)

4)- e Trullo (cânon 2, 692).

5)- Concílio de Hipona


O Concílio de Hipona, também conhecido como Sínodo de Hipona Regia, foi um concílio regional africano da Igreja Católica, realizado em 393, no qual foi estabelecido o Cânon bíblico.

Santo Agostinho, líder do Concílio - Hipona (hoje Annaba) foi uma antiga cidade situada onde hoje se encontra o território da Argélia. No outono de 393, os bispos do Norte da África foram convocados à sede do episcopado, sob a liderança do bispo local, Valério, do Primaz de Cartago, Aurélio, e do então presbítero Agostinho, que assumiria o bispado três anos depois.


Visando reconquistar a unidade da Igreja – que aconteceria posteriormente graças ao carisma apologético de Agostinho1 – Santo Aurélio de Cartago cordialmente estendeu o convite e acolheu também aos bispos donatistas2 que, por estarem vinculados ao Antipapa Ursino, incorriam em cisma. O fato é que mais da metade dos bispos dessa região pertencia ao movimento donatista3 .


O Papa Sirício, embora diligente na administração da Igreja, não participou deste sínodo regional. No entanto, as deliberações finais foram expressamente submetidas a ele, nestes termos: «Ad confirmationem huius canonis, Ecclesia trans mare consultatur» («Sobre a confirmação deste cânon, se consultará a Igreja do outro lado do mar», ou seja, Roma).

Sob seu pontificado e ainda sobre a confirmação da lista dos livros inspirados, foram realizados outros dois sínodos regionais, um em 394 e outro em 397. O Papa Sirício, por sua vez, deu particular atenção à observância do cânon pelo clero e pelo laicato.

As questões doutrinárias

O Concílio discutiu e reafirmou a origem apostólica do celibato clerical4 , definindo-o como um requisito para todos os ordenados.

No entanto, os bispos foram convocados sobretudo a fim de discutir e deliberar sobre a lista oficial dos livros que deveriam ser considerados como de divina inspiração e que, portanto, deveriam compor a Bíblia e ser proclamados no culto nas comunidades.


A motivação nascia das dúvidas geradas no Século III sobre o emprego, pelos cristãos, dos livros assim chamados deuterocanônicos. As causas originavam-se das discussões com os judeus que, depois do Concílio de Jamnia – sínodo judaico realizado no início do Século II que, entre outras coisas, estabeleceu um cânon próprio – rejeitavam a canonicidade destes livros e de trechos de Ester, Cântico dos Cânticos e Daniel.

Alguns Padres da Igreja, por sua vez, também relataram tais questionamentos em seus escritos, como, por exemplo, Atanásio de Alexandria (373), Cirilo de Jerusalém (386), e Gregório de Nazianzo (389); ao passo que outros mantiveram-nos como inspirados, como, por exemplo, Basílio de Cesareia (379), Agostinho de Hipona (430), Jerônimo de Estridão (420) e Leão I (461).

As discussões do Concílio se concentraram, todavia, sobre uma lista que já havia sido proposta no Sínodo de Laodiceia, em 363, e pelo Papa Dâmaso I, em 382.

O Summarium do Concílio

Ainda que os originais do documento conciliar tenham se perdido, seu Summarium foi transcrito e devidamente aprovado no Concílio de Cartago, nestes termos:

“Cânon XXXVI: Além das Escrituras Canônicas, nada deve ser lido sobre o título de Divinas Escrituras. E as Escrituras Canônicas são:

Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, os quatro Livros dos Reis, os dois Livros do Paralipômenos, Jó, o Saltério de Davi, os cinco Livros de Salomão (Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria, Sirácida), os doze Livros dos Profetas (menores: Oseias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias), Isaías, Jeremias, Daniel, Ezequiel, Tobias, Judite, Ester, os dois Livros de Esdras (Neemias e Esdras) e dois Livros dos Macabeus.

E do Novo Testamento:

quatro Livros dos Evangelhos, um Atos dos Apóstolos, treze Epístolas de Paulo, uma do mesmo aos Hebreus, duas de Pedro, três de João, uma de Tiago, uma de Judas e o Apocalipse de João.

Sobre a confirmação deste cânon se consultará a Igreja do outro lado do mar. A leitura da Paixão dos Mártires será permitida na celebração de seus respectivos aniversários.      ”

Hipona, 8 de outubro de 393,


A Vulgata, versão latina da Bíblia, composta à época do Concílio por São Jerônimo, a partir da Septuaginta.


A Bíblia cristã, portanto, possuía 71 livros (ou 73, se, ao contrário da Septuaginta, contarmos Jeremias, Lamentações e Baruc distintamente): 44 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento. O Cânon definido pelo Concílio de Hipona é adotado pela Igreja Católica também atualmente5 .

A Igreja Ortodoxa o aceita6 , acrescentando-lhe outros textos, como III Macabeus, IV Macabeus, Odes de Salomão, Prece de Manassés, Saltério de Salomão, além do Salmo 151: prática também adotada pela Igreja Anglicana, não obstante rejeitar o Salmo 151.


Mesmo que Martim Lutero tenha traduzido e publicado na sua célebre versão alemã da Bíblia todos os livros cânon hipônico7 , os Protestantes adotam as decisões deste Concílio apenas no que tange à definição do Cânon para o Novo Testamento, excluindo os deuterocanônicos, considerados por eles como apócrifos no Antigo Testamento, conforme os judeus a partir do Concílio de Jamnia.


Seja como for, o Cânon estabelecido por este sínodo foi posteriormente confirmado pelo III Concílio de Cartago8 , em 397, e reafirmado em 1441 pela resolução Decretum pro Iacobitis9 , do Concílio de Florença e, finalmente, em 1546, por meio do decreto De Canonicis Scripturis10 , do Concílio de Trento.

6)- Um documento conhecido como Decreto Gelasiano (496 d.C) também opta pelo Cânon Alexandrino.

As Igreja Orientais também fizeram sua opção pelo Cânon Alexandrino, adotando a Septuaginta como a versão oficial do AT.
Desta forma, depois do século IV, o Cânon Alexandrino havia obtido aceitação ampla em toda Igreja: no Ocidente com as versões daVetus Latina e a Vulgata. e no Oriente com a Septuaginta.

Novas controvérsias sobre o Cânon do AT:


No início do século XV, um grupo dissidente da Igreja Copta (de crença monofisista), conhecidos como "jacobitas", questionou o Cânon Alexandrino entre outras coisas.

Em 1441, O Concílio Ecumênico de Florença, através da Bula Cantate Domino (4 de fevereiro de 1442) reafirma o caráter canônico do Cânon Alexandrino.

Com a Reforma Protestante, Lutero volta a questionar o caráter canônico dos Deuterocanônicos do Antigo e trechos e livros Novo Testamento como a carta de Tiago - II Pedro - II João - III João - Judas - Apocalipse de João, negando inclusive seu caráter eclesiástico, pois para ele estes livros eram contrários à Fé.

Em 1545, é convocado o Concílio de Trento, que novamente reafirma o caráter canônico do Cânon Alexandrino.


No início não houve consenso entre os Protestantes sobre o Cânon do AT e do NT. O rei Jaime I da Inglaterra, responsável pela famosa tradução KJV (King James Version), defendia que os Deuterocanônicos deveriam continuar constando nas Bíblias Protestantes.

Logo depois a Igreja Ortodoxa Russa resolve deixar como facultativa a aceitação ou não do Cânon Alexandrino.

Cânone do Novo Testamento

Segundo a Fé Cristã, Jesus foi o redentor de quem o Antigo Testamento deu testemunho. Neste contexto, suas palavras não podiam ter menos autoridade do que a Lei e os Profetas.

Convencidos disto, os cristãos as repetiam sempre. Em momentos oportunos os Apóstolos e os Evangelistas colocaram parte dela na forma escrita, o que se tornou o núcleo do cânone definido pela Igreja nos primeiros séculos.

Segundo o historiador da Igreja Primitiva, o Bispo Eusébio de Cesareia (século IV), os apóstolos e os evangelistas nunca tiveram em mente deixar qualquer coisa por escrito (note que a grande maioria dos apóstolos nada escreveu), quando o fizeram foram forçados por situações especiais, como a impossibilidade de se encontrar com alguma comunidade, por exemplo1 .

Como no Antigo Testamento, homens inspirados por Deus escreveram aos poucos os livros que compõem o Cânone do Novo Testamento.

No ano 100, todos os 27 livros canônicos do Novo Testamento estavam escritos, porém não havia ainda uma lista autorizada de livros para o NT. Assim como o cânon do AT, o cânon do NT levou muitos séculos para ser fixado.


Em nenhum escrito do NT consta uma lista autorizada dos livros que devem ser considerados sagrados. Somente em II Pedro 3:15-16, o Apóstolo Pedro confessa que os escritos do Apóstolo Paulo são Escrituras Sagradas, mas não os relaciona e nem relacionada quais seriam os outros livros da Escritura.


A Referência mais antiga que se tem sobre o Cânon do NT se encontra em um manuscrito descoberto pelo sacerdote italiano Ludovico Antonio Muratori no século XVIII, datado do século II.

Por causa do nome de seu descobridor, este documento ficou conhecido como Cânon de Muratori.

Neste escrito estão relacinados os 4 Evangelhos, as cartas paulinas , a Epístola de Judas e I e II João e oApocalipse. Não são relacionadas as epístolas aos Hebreus, de Tiago e nem I e II Pedro.

Muitas controvérias existiram para se reconhecer o caráter canônico de livros como Hebreus, Tiago, Judas, Apolocalipse, II e III João e II Pedro. Por esta razão alguns estudiosos os chamam de Deuterocanônicos do NT.


Da mesma forma, outros livros já estiveram no cânon NT, porém depois foram rejeitados. É o caso da Primeira Carta de Clemente aos Coríntios (século I) e o Pastor de Hermas (século II). São os chamados antilegomena.


A lista completa dos livros do NT conforme existe hoje aparece pela primeira vez na Epístola 39 de Santo Atanásio de Alexandria para a Páscoa de 367 d.C.

Esta mesma lista foi confirmada por documentos posteriores como o Decreto Gelasiano, e os cânones dos concílios de Hipona,Cartago III e IV.

A definição oficial dos livros do Novo Testamento, realizado pela Igreja Católica, no século IV quando São Jerônimo realizou a compilação completa da bíblia, acabou com os questionamentos sobre a canonicidade dos livros Deuterocanônicos do Novo Testamento, questão esta que só reapareceria com o surgimento da Reforma Protestante, onde através do Concílio de Trento, no 1º Período (1545-48), a Igreja se viu obrigada a reafirmar através de decretos, o cânon sagrado do Novo Testamento também com os 27 livros que temos hoje.


Durante a Reforma Protestante, Martinho Lutero demonstrou dúvida quanto à autoria e canonicidade de alguns livros do Novo Testamento:

Hebreus, Tiago, Judas e o Apocalipse. No entanto sem maiores evidências da não autenticidade da mensagem, ao traduzir o Novo Testamento para o alemão em 1522, Lutero traduziu esses livros perfazendo ao todo 27 livros que temos hoje.

Bibliografia

LIMA, Alessandro. O Cânon Bíblico - A Origem da Lista dos Livros Sagrados. São José dos Campos-SP: Editora COMDEUS, 2007.
•           PASQUERO, Fedele. O Mundo da Bíblia, Autores Vários. São Paulo: Paulinas, 1986.
•           ROST, Leonard. Introdução aos Livros Apócrifos e Pseudo-Epígrafos do Antigo Testamento. São Paulo: Paulinas, 1980.
•           SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL. Antigo Testamento Poliglota, hebraico, grego, português, inglês. São Paulo: Vida Nova, 2003.

Flaviano Amatulli Valente."Diálogo con los Protestantes". Navarrete. Apóstoles de la Palabra. 1983
Manuel de Tuya, José Salguero. "Introducción a la Biblia", Tomo I Biblioteca de Autores Cristianos Madrid, 1967
Bob Stanley. "El Canon de la Escritura" Jl 12, 1999
(em inglês) New Advent Catholic Encyclopedia – African Synods
(em inglês) Schaff – The Code of Canons of the African Church A.D. 419

Referências:

Jump up ↑ (em inglês) Cross, F. L., ed. The Oxford dictionary of the Christian church. New York: Oxford University Press, 2005
Jump up ↑ (em italiano) Santi e Beati - Sant' Aurelio di Cartagine, Vescovo
Jump up ↑ Bengt Hägglund. História da Teologia. Porto Alegre: Concórdia, 1995
Jump up ↑ (em italiano) Franca Ela Consolino. L'Adorabile Vescovo d'Ippona. Calábria: Rubbettino, 2001.
Jump up ↑ Bíblia Católica - Tradução da CNBB
Jump up ↑ A Bíblia Ortodoxa
Jump up ↑ (em inglês) New World Enciclopedia - "Apocrypha"
Jump up ↑ Denzinger 186 na nova numeração, 92 na antiga.
Jump up ↑ (em latim) Concilium Florentinum, Decretum pro Iacobitis: DH 1330-1331
Jump up ↑ (em latim) Concilium Tridentinum, Decretum de Canonicis Scripturis: Appendix

Fonte: Wikipedia


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