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A NOVA PARÓQUIA A PARTIR DO DOCUMENTO DE APARECIDA: Paróquia é Comunidade de Comunidades - Como trazer para a Comunidade Paroquial, grupos que se dizem Cristãos e Católicos, mas não estão em unidade com a Paróquia local?

Written By Beraká - o blog da família on sábado, 21 de setembro de 2013 | 17:44






Metodologia: Ver, julgar e agir.


I-Ver o problema (Analise):


É uma realidade comum em diversas paróquias do Brasil e do mundo, grupos de católicos que não se enquadram nas pastorais, mas servem e querem servir a Igreja local e universal.Existem três tipos mais comuns:


1)- Os tradicionalistas: São pessoas com boa formação doutrinária, que poderiam ser usados, na Catequese. Reúnem-se em grupos nas próprias casas, dão cursos sobre doutrina Católica de forma independente.São geralmente oriundos das Classes média e altas. Preferem as missas no rito Tridentino, sem palmas, expressões corporais e sem os instrumentos musicais modernos (Bateria,guitarra,teclado e outros instrumentos de percussão).Quando assistem as missas no Rito de Paulo VI durante as homilias se retiram para orações, leituras e meditações pessoais, retornando apenas na liturgia Eucarística.Servem a Igreja de forma Isolada, geralmente na evangelização com os modernos meios de comunicação, palestras e cursos.Os mais radicais são Sede Vacantistas e não aceitam o Concílio Vaticano II.


2)- Os Carismáticos:Na sua grande maioria hoje já estão mais próximos a paróquia e prestando serviço a mesma nas pastorais.Mas ainda existem grupos que por alguma desavença com o pároco ou algum(s) membro(s) de pastoral, ou mesmo até por não concordar com a metodologia pastoral, se afastam levando alguns simpatizantes, ou formando grupos de oração em residências, condomínios,prédios públicos e ou alugados.São execelentes no serviço de animação, pois são muito espontâneos

3)- As Comunidades Eclesiais de Base:

O futuro sobre o qual está depositado a esperança das CEBs é a fidelidade às orientações do Magistério que governa a Igreja”, afirmava o arcebispo emérito do Rio de Janeiro, cardeal Eugenio Sales.


O arcebispo emérito escreveu um artigo sobre as CEBs (Comunidades Eclesiais de Base) – veiculado pelo portal da arquidiocese do Rio no dia 17 de junho – no contexto da realização, a 7 de agosto, em Natal, Rio Grande do Norte, do 2º Encontro de integrantes do então Movimento de Natal.

Dom Eugenio recordava “duas iniciativas deste trabalho que, na década de 50, impulsionaram o surgimento das Comunidades de Base no Brasil”.

Trata-se “da experiência da cidade de São Paulo do Potengi com a criação de núcleos de comunidades para o cultivo da vida cristã e a de educação pelo rádio”.


Segundo Dom Eugenio Sales, à medida que se desenvolvem e crescem as Comunidades Eclesiais de Base, “manda a prudência cristã que haja vigilância na defesa de suas características essenciais”.

“A eficácia desse admirável instrumento de evangelização, proporcionado pelo Espírito Santo, dependerá da preservação de sua identidade religiosa”, afirma.


O arcebispo destacava o imperativo da fidelidade às orientações da Igreja.

As CEBs “são parte integrante das paróquias e estas, das comunidades diocesanas que estão sob a direção dos Bispos e do Sucessor de Pedro, o Santo Padre”.

Qualquer procedimento discordante constitui uma traição e uma ruptura, com a separação do tronco e a supressão da seiva divina. Como está expresso no Documento de Aparecida:

“As comunidades eclesiais de base, no seguimento missionário de Jesus, têm a Palavra de Deus como fonte de sua espiritualidade e a orientação de seus pastores como guia que assegura a comunhão eclesial’ (nº 179)”, recorda o prelado.

Ao reconhecer que há perigo de desvios, o cardeal Eugenio Sales recorda o documento que João Paulo II deixou para os líderes das CEBs, em sua viagem ao país de 1980.

Dizia o Papa João Paulo II:

“Sublinho, também, esta eclesialidade, porque o perigo de atenuar essa dimensão, de deixá-la desaparecer em benefício de outras, não é nem irreal nem remoto. Antes, é sempre atual. É particularmente insistente o risco de intromissão do político.’Diante da “importância dessa atividade religiosa, é dever do Bispo e de milhares de integrantes das Comunidades Eclesiais de Base zelar pela observância dos rumos dados pelo Magistério”.Para esses cristãos, vale mais a autonomia e a autodeterminação .Trata-se de um comportamento oposto ao verdadeiro ‘sentire cum Ecclesia’, ‘sentir com a Igreja. Porém,“Não há oposição às Comunidades Eclesiais de Base, quando estas são verdadeiras(Cristãs e Católicas)”.

II – Julgar:

As comunidades, são as pessoas; a vida eclesial.

A Igreja só tem dois caminhos: ela só pode ser uma Igreja Viva ou morta. Uma Igreja morta é composta por várias comunidades que não deveriam receber o título de comunidade.

Uma comunidade é um povoado, um grupo de pessoas que habitam no mesmo local e lá se reúnem para rezar, para realizar entre si os ensinamentos cristãos, onde se preparam para receberem os sacramentos em suas vidas, onde entram em comunhão com a Santa Mãe Igreja.

Caso contrário, nós não teremos comunidades. Teremos apenas um espaço onde vivem e moram várias pessoas, e não comunidade. A comunidade sou eu, é você, e juntos podemos afirmar: NÓS FORMAMOS UMA COMUNIDADE DE VIDA.

Uma comunidade de vida é um grupo onde encontramos agentes de pastoral, membros das Comunidades Novas e dos Movimentos de Igreja, pessoas comprometidas com os ensinamentos do Evangelho de Jesus. Comprometer-se é assumir o desafio. Assumir o desafio é acolher e aceitar em sua vida Jesus Cristo como a única verdade a ser seguida. Sendo ele a única verdade, não devemos escolher caminhos contrários que se apresentam para nós com falsas idéias, com falsas ideologias, com falsos ensinamentos.

Tudo aquilo que vai contra os ensinamentos de Jesus, é uma mentira e deve ser rejeitada.

A rejeição a centralidade de Jesus não deve existir. Só é possível esta rejeição quando fugirmos de nós mesmos, fugirmos do encontro com Deus e passamos a perder em nossa vida o que nós chamamos de fé.

Em contra partida a fé é o ponto de ligação entre eu e Deus, entre eu e o outro, entre eu e a Igreja.

III – Agir:

O Novo Modêlo de paróquia hoje é: “Paróquia a Comunidade de Comunidades.”



A Igreja é a grande Mãe. A Igreja é aquela que abre os braços para nos acolher, para nos compreender, para nos entender e principalmente para nos ensinar.

Depois de acolhidos nós somos capacitados, somos formados, somos ensinados a cerca da verdade cristã. Esses ensinamentos se fazem presentes em nossa vida em vários momentos do nosso dia-a-dia, nos nossos encontros, na Santa Eucaristia, nas nossas reuniões, nos nossos grupos de pastorais. Em todos esses momentos a Igreja forma. E a formação é um ponto necessário para que a gente possa compreender o meu sentido, o meu papel dentro da vida de minha paróquia.

Conservemos em nossas mentes, em nossas vidas, baseados nos ensinamentos de Jesus uma comunidade que caminha em união. Não pensemos uma paróquia separada de todas as comunidades.

Mas dentro do corpo da nossa paróquia nós temos as pequenas ramificações que são as nossas comunidades com os diferentes nomes que nós conhecemos. E cada uma delas lá realiza o seu ofício. Tudo isso fundamentados no que a paróquia oferece. Nossa paróquia não pode ser entendida como ambiente isolado de toda comunidade, porque ela é a própria comunidade.

As comunidades Cristãs mais distantes também formam a nova paróquia: Comunidade de Comunidades, inclusive aquelas separadas da Igreja Católica.


São pessoas que compartilham da mesma verdade de Cristo, da mesma palavra de vida que aqui experimentamos. Não somos melhores e nem piores que ninguém. Porque o olhar que Deus lança sobre nós é um olhar de esperança, que nos faz sentir amados. E diferentemente da nossa situação ele nos ama.Deus ama aquele que vem a Igreja na mesma proporção que ama aquele que não vem.

Deus ama aquele pratica sempre o bem, a verdade e aquele que não pratica o bem e nem faz uso da verdade. Deus ama da mesma forma. Deus não faz distinção de pessoas. A diferença está no tipo de amor que nós oferecemos a Deus. Se você ama mais a Deus do que mim, você está mais propensa a realizar aquilo que Deus pede. E se eu rejeito o amor de Deus em minha vida eu estou mais propenso a realizar aquilo que Deus não pede. Reconheçamos isso: Deus nos ama por igual.

A diferença está no tipo de amor que nós oferecemos a Deus. Se eu amo pouco vou lutar para amar mais. E se muito eu amar, mais eu irei amar a minha igreja, a minha Paróquia, a minha comunidade. E se eu amo, eu sou capaz de me entregar. E se eu me entrego eu realizo um ato de doação. E se eu me dou eu realizo em minha própria vida e deixo acontecer este envio que Deus nos faz. Dois a dois, dez a dez, cinco a cinco para anunciar o evangelho de Deus. Porque se nós anunciamos nós somos hoje e sempre: “discípulos e missionários de Jesus, conscientes do que a nós é permitido e o que não é permitido.”

Sejamos fiéis, sinceros e comprometidos com aquilo que Deus nos pede, sem fazer acepção de pessoas, mas chamando e acolhendo a todos para trabalharem na vinha do Senhor.

Alguns dirão que vão vir e não virão, outros dirão que não virão, e depois irão vir. Não são inimigos, são irmãos.

“Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”


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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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