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“Livro de Jó e Eclesiátes: A Teologia da Retribuição e da Prosperidade em Xeque”

Written By Beraká - o blog da família on domingo, 23 de dezembro de 2012 | 13:51




Introdução:

Este tema :O justo que sofre,não é um assunto novo, ele remonta até cerca de 2000 anos antes de Cristo,a época dos sumérios.

Neste trabalho de pesquisa do Livro de Jó vamos perceber que a temática do justo que sofre é colocada de encontro com a teologia da retribuição, pois, de acordo com esta, o sofrimento era fruto do pecado daquele que sofre e o justo, ao contrário, teria a garantia de Deus de que ficaria livre de qualquer sofrimento .

A partir de Jó, brota a “crise da sabedoria”, pois este sistema teológico da retribuição já não funcionava e não oferecia as respostas convincentes e  com isto, “o próprio sistema é colocado em xeque” .


Através deste trabalho exegético sobre o livro de Jó tentaremos extrair de que forma o sofrimento não interfere na fidelidade ao Deus único e que os questionamentos que surgem a respeito do sofrimento podem nos dar impulso em direção a uma mudança na realidade que nos cerca e na forma como nos relacionamos com as pessoas e com Deus.

Faremos, então, uma pequena abordagem em relação à teologia da retribuição e nas considerações finais faremos uma atualização da mensagem do livro de Jó onde iremos verificar que lições nós podemos tirar para a nossa vida pessoal e pastoral.

Como entender o sofrimento humano e, de modo especial, o sofrimento do justo ?


De maneira primária, entender o sofrimento e a provação enviados por Deus ao homem, nos leva a revisitar a sua origem nas Sagradas Escrituras. No livro do Gênesis, vamos encontrar o sofrimento como herança do pecado (Gn 3,17-19).

Entretanto, numa analogia mais profunda, o sofrimento se manifesta como sinal do amor de Deus, como algo que purifica o justo de suas imperfeições, dando-lhe momentos para experimentar a virtude e caldear a fortaleza moral na luta constante contra as dificuldades da vida, sabendo que o sofrimento é redentor e que edifica o homem até o seu derradeiro momento (Eclo 2,1-6).


O problema do sofrimento, sobretudo do sofrimento do justo, considerando o contraste com a felicidade dos maus, é exacerbadamente exposto nas Sagradas Escrituras, e de modo mais específico, no livro de Jó.


As angústias e as inquietudes sentidas pelas almas piedosas em face ao espetáculo da felicidade dos ímpios é descrita nos salmos 37, 38, 48, 72 e 91. Se por um lado, nestes salmos, fica clara a angústia e um certo inconformismo humanos, fica também transparente a crença dos antigos hebreus numa retribuição imediata da fidelidade que contraria o pensamento em uma vida futura monótona e triste na habitação dos mortos.

Diante do espetáculo da felicidade dos ímpios, o salmista permanece inquieto.

É como se questionasse o porquê do sofrimento dos justos ?

Sua incerteza não se dissipa enquanto não se coloca diante do santuário onde se depara com os segredos dos santos conselhos divinos, pois é diante do santuário que ele compreende a diferença entre a sorte dos ímpios que serão dispersos e a recompensa dos reservada para os justos que florecerão como a palmeira e elevar-se-ão como o cedro do Líbano.

Neste sentido, comentando sobre a questão do sofrimento humano, afirma Podechard:

"Se Deus dava aos homens a intensa sensação da vaidade do mundo presente, é que lher queria reservar outro mundo, e se os convidava a medir a pequenez das alegrias terrestres, é que lhes preparava outras bem maiores." (Podechard, E. L'Ecclésiaste, Paris, 1912, p. 197)

O sofrimento do justo, em um primeiro momento, nos parece algo que é imensamente injusto, da mesma forma que Cristo, sendo santo, justo e verdadeiro, injustamente sofreu na cruz pelos nossos pecados, para que deles fossemos redimidos.


Aqui me recordo de Dimas, o bom ladrão que, crucificado ao lado de Cristo o declara inocente e confessa não somente a sua fé no Divino Salvador que lhe garantiu estar naquele mesmo dia com ele no paraíso, mas ao mesmo tempo, declarando-se um grande pecador, confessa também ser merecedor do tal sofrimento e da tal morte.

Revendo o texto bíblico a que me reporto, percebemos nele outra realidade que se configurou no outro ladrão que alí fora crucificado. Ele blasfemava fortemente, ele desafiava Jesus e o injuriava aínda mais perante os que presenciavam tão horrenda sena.


Fica muito claro que o sofrimento, como conseqüência do pecado, é para todos, sejam eles justos ou injustos. Entretanto, é a maneira com que se recebe o sofrimento que faz a diferença.


Se Cristo, sendo Deus,e o justo inocente por excelência humilhou-se até a morte de cruz, seu exemplo nos convence de que o sofrimento é redentor, a partir do momento que o recebemos com resignação.


Aceitar o sofrimento não é fácil, mas compreendê-lo é possível e uma vez compreendido deve ser abraçado como bênção:

Assim, o nosso sofrimento se torna redentor tal qual o sofrimento de Cristo, cujo único e perfeito sacrifício se complementa em nós como nos ensina São Paulo:

"Adimpleo ea quae desunt passionum Christi in carne mea... Ego stigmata Domini Jesu in corpore meo porto" [Col 1,24; Gal 6,17]

("Cumpro na minha carne o que resta padecer a Jesus Cristo... Eu trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus").

A DOR faz parte do sofrimento:



Se bem que a DOR é má quando não tem por alvo um objectivo de YHWH, podemos dizer que ela é uma bênção quando tem por objectivo a vontade de YHWH. Como?

A DOR é um alerta a dizer-nos que algo está mal (quer física quer psicologicamente) e que por isso tem de ser corrigido.

A DOR sádica ou masoquista é um mal.

Mas que dizer no caso de Job? YHWH permitiu o desafio de Satã. O visado foi Job:

1)- Se nos colocarmos no lugar de YHWH a dor em Job foi boa porque serve para esclarecer algo de psicológico na mente de Satã que está mal.

2)- Ao passo que se nos pusermos no lugar de Satã a DOR não serve para nada de bom já que é sádica: Satã é sádico, nos seus propósitos.

Portanto, todos sofremos, por nós mesmos e pelos outros.Nós, ao fazermos parte do corpo do Cristo temos que sofrer como ELE sofreu, enquanto estamos neste sistema (ou ERA do pecado).

Este sofrimento, difere da causa-efeito (pecaste logo sofres), mas é o sofrimento REDENTOR de Cristo.

Quanto ao sofrimento de Job, podemos dizer que embora Cristo ainda não tivesse vindo ao mundo, sofreu pelas mesmas razões como que associando-se ao Cristo que havia de vir.

Por isso  podemos dizer que o sofrimento do justo Job (Bem como de todos os inocentes  faz parte do corpo místico do Cristo Redentor hoje: A Igreja:

Col 1,24; Gal 6,17:"Cumpro na minha carne o que resta padecer a Jesus Cristo... Eu trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus".


Conclusão:

Enquanto o «pecado» não for definitivamente vencido dentro da humanidade, temos que sofrer todos solidariamente.

Se formos justos sofremos pelos outros, mas se formos injustos sofremos por nós e pelos outros. É como se a HUMANIDADE fosse um só HOMEM.

Depois de extinto o «pecado» na HUMANIDADE, então podemos dizer o que está em Apocalipse 21,4-7:

“Ele enxugará todas as lágrimas dos seus olhos;e não haverá mais morte, nem luto, nem pranto, nem dor.Porque as primeiras coisas passaram.O que estava sentado no trono afirmou: Eu renovo todas as coisas.E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são dignas de fé e verdadeiras.E disse-me ainda:É verdade!Eu sou o Alfa e o Ómega,o Princípio e o Fim.Ao que tiver sede,Eu lhe darei a beber gratuitamente,da nascente da água da vida.O que vencer receberá estas coisas como herança; Eu serei o seu Deus e ele será meu filho...”


Então sim, deixaremos de sofrer por causa dos outros e cumprir-se-à a expressão atribuída a Yeshua em Apocalipse 22,12-14:

“Eis que Eu venho em breve e trarei a recompensa para retribuir a cada um conforme as suas obras.Eu sou o Alfa e o Ómega,o Primeiro e o Último,o Princípio e o Fim.Felizes os que lavam as suas vestes,para terem direito à árvore da Vidae poderem entrar nas portas da cidade...”

Não podemos compreender a dor humana se não a vemos como algo que redime, como algo que tem participação na Cruz de Nosso Senhor. Entretanto, para além do que é a dor em si mesma, das suas finalidades e de tudo o que ela encerra, você faz referência à visão celestial quando nos coloca a citação:

"Ele enxugará as nossas lágrimas.”

Com efeito, o centro da vida religiosa para nós católicos está, enquanto vivemos (fisicamente), na comunhão (EUCARISTIA) com o corpo e o sangue do Ressuscitado e, para além desta vida, na participação efetiva na ressurreição do dia final, quando seremos semelhantes a Ele porque O veremos como Ele o é.

Então não haverá mais dor, nem morte nem sofrimento, nem lágrima, pois tudo será uma festa, uma alegria que não mais terá fim na presença do nosso Deus.

YHWH tem sido amoroso para com o homem, pois se apenas tivesse em conta a «lei da retribuição» toda a humanidade estaria perdida:

Lamentações 3,22:"As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim, renovam-se a cada manhã.”

Por isso devemos encarar esta nossa vida terrena, como uma escola.A aprendizagem que fizermos à custa da nossa dor e da dos demais, servirá para que nos comportemos melhor no mundo futuro e aceitemos a ajuda divina.


ECLESIASTES E A RUPTURA COM A TEOLOGIA DA RETRIBUIÇÃO  

(Haroldo Reimer)
 
Como parte da literatura sapiencial da Bíblia, o livro de Eclesiastes representa uma voz, ou várias vozes, da chamada ‘crise da sabedoria’, da qual também o livro de Jó é expressão.

Tal crise não se caracteriza por pobreza de reflexão, mas justamente pela reflexão crítica sobre um tipo de pensamento sapiencial hebraico que entra em crise frente à pobreza e às mudanças abruptas na própria vida e história do povo hebreu no período.
 
Como obra de reflexão crítica, Coélet recolhe e analisa criticamente elementos da cultura tradicional  judaica, mas também da cultura grega. O livro, pois, respira uma tensão entre estas duas grandezas.

Os elementos tradicionais não são simplesmente descartados por Coélet, mas têm uma presença em suas  reflexões na medida em que são citados e criticamente analisados. Verifica-se, assim, pois, que, apesar de  toda a crítica, Coélet está situado dentro do conjunto das tradições formativas e influenciadoras do  pensamento hebraico.
 
Há também algumas discussões de elementos do pensamento grego.

Para a filosofia grega, a felicidade e o  bem-estar da pessoa residem na iniciativa e na perseverança do próprio ser humano para sua efetivação,  dentro de uma idéia de possibilidades ilimitadas, com supressão de todos os elementos indisponíveis.

Em parte, Coélet comunga de tais idéias, mas continua afirmando que a felicidade e o bem-estar são de alguma forma dádivas da divindade; são a ‘porção’ (heleq) destinada por direito a toda pessoa.
 
Da tradição hebraica, o principal ponto criticamente discutido é o sistema de pensamento que preconiza uma relação  de  causa-efeito, típico da sabedoria clássica de Israel.

Neste  sentido, tradicionalmente, afirmava-se que a causa da graça ou da desgraça na vida das pessoas residia em suas próprias ações. Tal  relação  de  retribuição  pode  ser  concebida  tanto  na  horizontalidade  das  relações  sociais  quanto  na  verticalidade das relações do ser humano com a Divindade. Neste jeito de pensar, em últimos casos, o ser  humano  é  sempre  responsável  pelo  seu  próprio  destino,  porém  sempre  dentro  de  uma  concepção  retributiva.

Assim, o zelo no trabalho conduziria a bem-estar social e riqueza, e ser sábio conduziria a estima e consideração.

Desgraças adviriam consequentemente da negligência ou dos pecados do ser  humano:

1)- É muito provável que tal tipo de pensamento tenha sido manejado sobretudo pelas elites e também pelo sacerdócio a partir do templo.
 
2)- Na  ótica  de  Coélet,  porém,  este  sistema  tradicional de  causa-efeito  não  consegue  mais  explicar  a  realidade, conduzindo a uma ruptura entre tradição e experiência (7,15-16; 8,12-14).

3)- Os infortúnios da vida não mais poderiam ser explicados pela ação ou pela negligência nem das pessoas nem de Deus. Essa era também a questão central do livro de Jó, lá respondida através da idéia de uma grandeza fora do ser humano e também fora de Deus. No livro de Jó, as figuras de Satã, Beemot, Leviatã representam esta grandeza capaz de interferir negativamente na vida das pessoas. Coélet, porém, não segue nesta lógica da discussão sobre a teodicéia, isto é sobre a justiça de Deus.

4)- O objetivo de seu pensamento crítico é uma relativização de todos os valores tradicionais apregoados pela sabedoria clássica (poder, conhecimento, riqueza, trabalho, posteridade, culto, etc). Em suas reflexões, a certeza e a inevitabilidade da morte constitui elemento fundamental.

5)- A teologia da retribuição era um jeito de pensar que nasceu primeiramente na observância de relações entre  as pessoas dentro de uma sociedade  relativamente  homogênea, isto é sem grandes diferenças sociais. Depois acabou virando algo como um dogma, com o qual se queria explicar as graças e as desgraças  das  pessoas.  Acabou  sendo  uma  ideologia  dos  que  estavam  bem  na  vida. 

6)- Era  também sobretudo o tipo de teologia cultivada especialmente no Templo de Jerusalém pela classe sacerdotal. Na  lógica  do  templo  importava  colocar  na  cabeça  das pessoas  a  idéia  de  que  elas  mesmas  são responsáveis  por  suas  desgraças  e  infortúnios.  Isso era  especialmente  interessante  para  o empreendimento religioso no templo. Havia um conjunto de leis e normas que deveriam ser observados para que o ‘fiel’ estivesse nas boas graças de seu Deus.

7)- Disso faziam partes promessas e ofertas a serem dadas. Era um esquema religioso que ajudava a oprimir ainda mais as pessoas simples e pobres.

RELAÇÃO ENTRE A TEOLOGIA DA RETRIBUIÇÃO E TEOLOGIA DA PROSPERIDADE:


De certa forma é assim ainda hoje: as pessoas são levadas ou se deixam levar para dentro de um complicado sistema de promessas e ofertas.

A expressão no mundo evangélico “Deus é fiel” significa que Ele é fiel em relação àquelas pessoas que fazem a oferta regular de dízimos e outras dádivas. O fiel fica envolvido dentro de um sistema de obrigações religosas, em um toma lá da cá com Deus.
 
Numa postura crítica em relação ao sistema sapiencial clássico e também em relação à instituição do templo e do sacerdócio, Coélet recomenda que as pessoas sejam mais cautelosas.

Não se deve, segundo Eclesisastes, entrar logo fazendo promessas e fazendo parte deste sistema. “É melhor ouvir do que  oferecer ofertas de tolos” (5,1).

Para Eclesiastes, o templo, os sacerdotes e a religião constituída podem ser uma forma de inversão, de hebel, de um grande vazio.
 
Coélet, porém, não descrê completamente da Divindade. Se alguém tiver feito um voto, deve tratar de cumpri-lo. Pois, ninguém é obrigado a fazer promessas. Mas se as fez, deve cumpri-las. Isso é um respeito quase ‘profano’, ‘distanciado’ em relação a todo o conjunto de práticas religiosas, como eram realidade naquele tempo, mas em boa medida também se expressam nos tempos de hoje. É uma forma de temor a Deus.
 
Fonte: REIMER, Haroldo (org.). Eclesiastes. A sabedoria do viver e conviver. São Leopoldo: Cebi, 2006, p. 31-33
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4 de janeiro de 2016 20:22

Segundo o meu cunhado,diga-se de passagem também é um estudioso e critico da Bíblia o apóstolo paulo não estava disposto a sofrer,visto que ele apelou para o tribunal de cézar.segundo ele paulo teria que apelar para JESUS,ou até mesmo morrer se fosse preciso;nas mãos dos judeus.Pedro é um exemplo disso. e "dai a cezar o que é de cezar e a Deus o que é de Deus".

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