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Libertação ou Salvação - O que Jesus veio nos oferecer com sua vida e sacrifício redentor ?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 30 de novembro de 2012 | 15:46




POR QUE É MAIS FÁCIL E CÔMODO FALAR DE LIBERTAÇÃO DO QUE  DE SALVAÇÃO ?


A dimensão libertadora na opção preferencial e praticamente exclusiva e excludente que uma  ala da Igreja na América Latina e em alguns países fez na sua práxis, não condiz com a ação Salvadora e libertadora de Cristo.

Ora a dimensão libertadora não é integral, ou seja, não atende ao ser humano em sua integralidade imanente e transcendente,social e existencial, bem como, no seu corpo e na sua alma  ao ocupar-se tão somente com a libertação econômica e das estruturas sociais injustas.


Fazemos aqui a  pergunta provocadora:

Será que Cristo em sua missão como enviado do Pai veio somente fazer estas libertações temporárias e terrenas ?Libertação a qualquer custo, com os fins justificando os meios de conseguir: emprego, saúde, educação e moradia digna ?

Será que apenas nisto se resumia toda sua missão Salvífica e libertadora ?


Será que a missão de Cristo não era ir além ? ou seja,ir na raiz destas estruturas injustas ? Que tem uma causa :   “O pecado ?”

Ora, nos envolver tão somente na ação libertadora das injustiças é ficar na superficialidade esperando recompensas de nossas ações sem nos comprometer por inteiro.Ofereço a Deus apenas meu serviço,como fuga em um tipo de cala a boca a Deus,e  não me dou por inteiro.

Já não vos chamo de servos, mas vos chamo de amigos ( João 15,15):

Mais que uma relação entre Patrão e empregado, Senhor e servo, Jesus nos chama a uma relação de amizade sincera e  desinteressada.

Portanto, falar de libertação é muito cômodo, porque eu não preciso me converter e mudar de vida, mudar minhas atitudes, mudar o centro e minhas motivações.

Vemos que  falar de Salvação é incômodo, porque nos lembra tudo isto: Santidade, conversão, perdoar 70 x 7,e mudança radical de vida.




Ou seja,é mais fácil estar envolvido na libertação dos pobres,pois posso continuar servindo a Deus nos pobres, sendo promíscuo,fornicador,adúltero,egoísta,corrupto,desonesto,hipócrita,caluniador,assassino,com uma vida dúbia, etc.


No entanto a vocação de todo batizado é a Santidade não por presunção, mas por vocação, não confiando em si mesmo, mas na graça de Deus.


Sede santos como vosso Pai celeste é santo ( Mateus 6,48).

A princípio logo dizemos: “Isto não é para mim, é uma meta inalcançável.” E como não é possível a mim, vou tomando ao logo de minha vida atitudes de amizade e solidariedade com o pecado moral (O qual nego e afirmo só existir o pecado Social),e vou justificando a mim mesmo e tentando convencer aos demais, que existe um certo exagero e fanatismo na relação com o pecado,e já não trato nem mais o pecado como pecado, mas como mera limitação humana Psico-Freudiana da ação inconsciente dos instintos, ou quando ainda pior, levado por ideologias e seitas (Tipo seicho no iê) que negam a realidade do pecado, ao taxá-lo como fator cultural, afirmando: “Não existe pecado, o pecado está na sua cabeça, o pecado é criação da Igreja Católica Medieval para manter as massas sob seu controle com as ameaças do inferno...”


E desta forma vou fechando caminhos de santidade, e inconscientemente ou conscientemente vou me adaptando ao jargão:  “Se não posso contra o inimigo, junto-me a ele”. Já não luto mais contra o pecado, mas me deleito nele e procuro agora justifica-lo, o meu critério agora já não é o de Cristo:

“Ainda não tendes resistido até o sangue, na luta contra o pecado. (Hebreus 12,4)


Os Critérios agora são os meus. Eu é que decido o que é bom e o que é moralmente lícito ou não:

1 – Justificação em vez de justificativas (Rm.3,21-26)

Se justificar depois de um erro ou pecado é a coisa mais comum do homem. Se ele é pego em adultério, logo se justifica pondo a culpa na sua esposa que não o satisfez sexualmente.Se fornica, é porque é fraco e são as circunstãncias que o levaram a isto. Se é flagrado roubando em seus negócios, sai logo se justificando dizendo: “Se eu não ficar com isso, outro ficará. E isso é suor do meu rosto, então, é meu”. Se tem um descontrole emocional a culpa é de quem o provocou, e nunca dele que é um imaturo e descontrolado.

Tudo isso nos mostra que sempre transferimos a nossa culpa para os outros, em vez de assumirmos a nossa própria culpa, mas, a solução que Deus dá para a nossa culpa é a Justificação.

E o que é a Justificação? Em Rm.3.21-26 lemos que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (v.23). Todos nós somos culpados pelos nossos pecados diante de Deus. Cada um de nós responde por sua própria culpa diante de Deus. No v.24 lemos: “sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus”, ou seja, a Justificação é a ação de Deus transferindo para Jesus a culpa do nosso pecado, e transferindo para nós a justiça de Jesus.

Quando Cristo morreu na cruz, Ele assumiu a nossa culpa. É disso que fala o v.25, pois, Jesus foi a nossa propiciação, ou seja, Ele nos substituiu na cruz, e os benefícios do Seu sacrifício nos são transmitidos mediante a fé e adesão a Cristo.
Há pouco disse que transferir a nossa culpa para os outros não resolve a nossa culpa e nos torna ainda mais culpados. Só que é justamente a transferência de nossa culpa para Jesus e de Sua justiça para nós que resolve o nosso problema.

Não há qualquer superficialidade nisso, porque foi Cristo quem deu o primeiro passo; foi Ele quem veio ao nosso encontro e tomou para Si nossa culpa e nos deu da Sua justiça. Por isso,cabe a nós receber pela fé esse benefício. Portanto,não se justifique, não racionalize seu pecado.

2 – Mortificação em vez de repressão (Rm.8,12-17)
Muitos Cristãos  têm sofrido derrotas em suas lutas contra o pecado, justamente, porque estão reprimindo seus impulsos pecaminosos. Mas, a repressão desses impulsos pecaminosos não é a solução que a Palavra de Deus dá para os nossos pecados.

Pense num tumor. Ali está toda infecção e prurido pútrido causando dores. Enquanto você fica alisando o tumor retendo toda essa podridão dentro de sua pele com anestésicos você está reprimindo. Mas, se você se submeter à uma pequena cirurgia para rasgar sua pele e pôr para fora toda essa podridão, você matará o tumor.

O mesmo acontece com o pecado. Reprimi-lo em seu coração, é mantê-lo vivo e latente e a qualquer momento ele virá à tona. A solução Divina para o pecado é a mortificação do mesmo. E isso quer dizer, literalmente, matá-lo, arrancá-lo pela raiz.

Mas, como podemos mortificar o pecado dentro de nós?

No texto de Rm.8.12-17, encontramos a resposta: viver pelo Espírito Santo, ou seja, sermos guiados por Ele, nos submetermos à Sua autoridade e vontade, e assim, não satisfaremos à nossa vontade de pecar e aos caprichos do nosso coração pecaminoso.

A melhor maneira de mortificar o pecado em nosso coração é não o alimentarmos. Em Mt.5.27-32, o Senhor Jesus, falando sobre o pecado do adultério, diz:

 “Se o teu olho te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno” (v.29).

Ele não está ensinando aqui a automutilação, como fizeram muitos no passado castrando-se para evitar o pecado. O que o Senhor Jesus está dizendo aqui é: arranque de sua vida aquilo que lhe faz tropeçar.

Se você sofre com pensamentos impuros arranque de sua vida os filmes e sites pornográficos. Se você peca por ser ganancioso e quer ter cada vez mais, comece a se desprender de seus bens materiais supérfluos doando-os para os necessitados e resista a tentação de substituí-los por novos. Se você é explosivo e se ira com facilidade é porque você é um egoísta que acha que o mundo lhe deve favores, e quando alguém o contraria então você reage explodindo.

Enfim, se você peca numa determinada área, retire de sua vida as condições que favorecem tal pecado. É melhor ter prejuízos nessa vida do que na eternidade!

Não alimente situações em que determinados pecados poderão surgir. Essa é a solução que Deus dá para você vencer o pecado.

3 – Arrependimento em vez de remorso (2Co.7.10)
Em II Cor.7,10 lemos: “Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte”.

Para muitos Cristãos é difícil fazer a diferença entre arrependimento e remorso pelo fato de que ambos acontecem depois de um pecado cometido. Ambos trazem tristeza ao nosso coração e, determinam um rumo diferente para nossas vidas depois do pecado cometido.

Dois textos bíblicos nos ajudam a diferenciarmos o arrependimento do remorso:

1º)- Em Gn.4,8-16 está registrado o primeiro homicídio da humanidade:

Caim, o filho mais velho de Adão e Eva, mata seu irmão mais novo, Abel, por ser tomado de inveja e ciúmes dele pelo fato de Deus ter aceito a oferta de Abel e não a de Caim. Quando Deus se aproxima dele perguntando por Abel, ele se esquiva. Mas, Deus lhe revela todo o seu pecado e ele fica desesperado e diz: “É tamanho o meu castigo, que já não posso suportá-lo. Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua presença hei de esconder-me; serei fugitivo e errante pela terra; quem comigo se encontrar me matará” (v.12,13).

2º)- Agora vamos para Lc.15,11-32, no qual encontramos a parábola do filho pródigo:

Depois de perceber a miséria em que se encontrava e lembrar dos benefícios que tinha junto de seu pai, ele caindo em si, diz: “Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; 19 já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores”.

Quais diferenças podemos notar nesses dois casos?

Caim é um exemplo do remorso e o filho pródigo, de arrependimento.

Caim quando foi confrontado no seu pecado, ao perceber as consequências que sofreria, pensou em si. Suas palavras revelam que ele estava preocupado só consigo mesmo e pouco lhe importava o dano que causara a seu irmão e a seus pais.
Já o filho pródigo quando caiu em si vendo a miséria em que se encontrava, percebeu que o seu pecado antes de tudo fora contra Deus: “pequei contra o céu”, o que lembra as palavras que Davi disse quando confessara o seu pecado (Sl.51.4).

Ele também percebera que o seu pecado fora contra seu pai conforme suas palavras “…e diante de ti”, mostram. Também ele viu que não tinha mais qualquer direito diante de seu pai e estava disposto a assumir toda a responsabilidade. Mas, o que é mais importante a ser destacado aqui é que ele percebera que ele necessitava de seu pai, que precisava dele e que sua felicidade só era possível ao lado do seu pai.

Concluindo:
O rtemorso nos leva a cada vez mais olharmos para nós mesmos e ficarmos envoltos no nosso próprio egoísmo, pensando somente em nós, ao passo que o arrependimento nos leva a ver o mal que causamos a nós, aos outros e a desonra do Nome de Deus, assim como nos leva a perceber o quanto dependemos de Deus e que fora Dele não temos vida.

Assim sendo, o arrependimento é o recurso que Deus usa para promover em nós vida.

Pedro quando negou a Jesus, se arrependeu disso e foi restaurado por Deus; Judas Iscariotes depois de trair Jesus, foi tomado de remorso e isso resultou em seu suicídio.
O arrependimento leva à vida, enquanto que o remorso leva à morte.

É no arrependimento sincero que o coração admite sua culpa e se vê como totalmente destituído de qualquer mérito pelo qual possa reivindicar alguma coisa. E é em ser justificado, tornado justo pelos méritos de Cristo que o coração encontra forças para mortificar o pecado, matá-lo por inanição com o auxílio da graça de Deus e não confiando em nossas capacidades.



I – A Salvação no Cristianismo:


A salvação e a Libertação são conceitos espirituais importantes no cristianismo e demais religiões, que  junto com a divindade de Jesus Cristo e a definição do Reino de Deus, são os fundamentos da fé e da práxis religiosa Cristã.


Após a queda do gênero humano, através da desobediência a Deus, é o Próprio Deus quem salva os homens através da sua Graça (dom, favor).


“No Cristianismo, o homem é incapaz de salvar-se a si mesmo.”


Deus ama os homens desde toda eternidade, mesmos sabendo que iriam desobedecê-lo. Assim, já tinha o remédio para a humanidade, Ele entregaria seu Filho, Jesus, que daria sua vida como resgate de muitos, para o perdão dos pecados e para a santificação do gênero humano.



O Catecismo da Igreja Católica ensina em seu parágrafo §614:


“Este sacrifício de Cristo é único. Ele realiza e supera todos os sacrifícios. Ele é primeiro um dom do próprio Deus Pai: é o Pai que entrega seu Filho para reconciliar-nos consigo. É ao mesmo tempo oferenda do Filho de Deus feito homem, o qual, livremente e por amor, oferece sua vida a seu Pai pelo Espírito Santo, para reparar nossa desobediência.”


Tudo começa em Deus, ele amou os homens primeiro. Tudo que os homens podem fazer de bom vem de Deus.

Diz o parágrafo §2011 da Catecismo da Igreja Católica:

“A caridade de Cristo em nós constitui a fonte de todos os nossos méritos diante de Deus. A graça, unindo-nos a Cristo com amor ativo, assegura a qualidade sobrenatural de nossos atos e, por conseguinte, seu mérito (desses nossos atos) diante de Deus, como também diante dos homens. Os santos sempre tiveram viva consciência de que seus méritos eram pura graça.”


Tradicionalmente, entre os cristãos, uma  das metas principais é obter a salvação pessoal e expandi-la  pela evangelização até os confins da terra.

Outros sustentam que a meta principal do cristianismo é cumprir a vontade de Deus, aceitando seu reinado, ou outros conceitos lhes são equivalentes.


Em muitas tradições, obter a salvação é sinônimo de "ir para o Céu" depois da morte, enquanto que outros também enfatizam que a salvação representa uma troca de vida enquanto se permanece na terra.


Vários elementos da teologia cristã explicam por que a salvação é necessária:


A idéia de salvação se baseia em que existe um estado de não-salvação, do qual o indivíduo (ou a humanidade) necessita ser redimido.


Para a maioria dos cristãos católicos e protestantes, este é o juízo de Deus sobre a humanidade devido a sua culpa no pecado original (devido ao Lapso ou a "Queda" de Adão) e a outros pecados atualmente cometidos consciente e deliberadamente por cada indivíduo no exercício de sua liberdade, pois está escrito: “Tudo me é permitido, porém, nem tudo me convém, e não me deixarei escravizar por coisa alguma... ( I Cor 6,12)”.


AS CONTROVÉRSIAS SOBRE A SALVAÇÃO NO CRISTIANISMO:


1)- NA IGREJA CATÓLICA : A Salvação se dá pela fé mediante as boas  obras, pois assim está escrito: “A fé sem obras, é fé morta” ( Tiago 2,14-22).


2)- No Protestantismo: Se acredita na salvação tão somente e unicamente pela fé sem necessidade das boas obras, e usam como fundamento: "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie." (Efésios 2,8) – * Detalhe: Aqui Paulo estava se  referindo ás obras da lei Mosaica, e não às boas obras da Caridade Cristã.



3)-Nas igrejas ortodoxas: Rejeitam o conceito agostiniano de pecado original, expressão que nem sequer existe na patrística grega, e vêem a salvação como uma escala de melhoramento espiritual e purificação da natureza tanto humana como geral, que foi danificada na queda.



II – A Salvação no Islamismo:


Para os muçulmanos, o propósito da vida é viver de forma de agradar a Allah para poder ganhar o Paraíso. Se crê que na puberdade, uma conta de dívidas de cada pessoa se abre e isso será usado no Dia do Juízo para determinar seu destino eterno.


O Corão também sugere a doutrina da predestinação divina. Corão 4:49; 24:21; 57:22. O Corão ensina a necessidade de fé e boas obras para a salvação.


A doutrina muçulmana da salvação é que os incrédulos (kuffar, literalmente ‘o que recusa a verdade’) e os pecadores estão condenados, mas o arrependimento genuíno dá como resultado o perdão de Allah e a entrada ao paraíso ao morrer.


III – A Salvação no Hinduísmo:


A salvação, para o hindu, é a libertação da alma do ciclo da morte e da reencarnação e se obtêm ao alcançar o nível espiritual mais alto.

É a meta final do hinduísmo, que considera o "céu" e o "inferno" ilusões temporárias.

Este conceito se chama moka (em sanscrito, ‘libertação’) ou mukti.


IV – A Salvação no Budismo:


As Quatro Nobres Verdades delineiam a essência da soteriologia budista.

O sofrimento (dukkha) é tratado como uma enfermidade, da qual se pode curar pelo entendimento das causas e ao seguir o Nobre Caminho Óctuplo.

O Nobre Caminho Óctuplo inclui moralidade e meditação.

Os meios para alcançar a libertação e se desenvolvem com mais profundidade em outros ensinamentos budistas.


Fonte: Wikpedia


O Que Significa Conversão ?



“Reconhecer a própria culpa,não as falsas culpas, mas a real, a profunda culpa e deixar que o Espírito Santo revele a raiz do pecado provocando o processo de Metanoia.”


E deste reconhecimento deve brotar uma nova postura diante de Deus, de si mesmo e dos irmãos. Chega de cobrar Deus. Chega de auto-piedade, chega de acusar o irmão. (Veja Mt 5,23s;lc 17,4).


Todavia a conversão é mais. Implica afastamento do pecado. Isto é posterior ao perdão. Pode-se dizer que é graça que provém do perdão divino. Graça a ser abraçada. Por isto a primeira obra do Espírito Santo no reconhecimento do pecado é nos fazer compreender a gratuidade e a imensidão do amor pessoal de Deus por nós. “Fomos criados por um gesto misericordioso”.


Somos como que “embebidos” de misericórdia, constituídos como seres chamados à vida por um perdão que precedeu nosso erro e o nosso arrependimento. Se Deus não fosse misericordioso, não teríamos jamais existido; e se esta misericórdia existe desde o princípio do nosso viver, ela ainda agora é fonte de vida graça da qual temos continuamente necessidade, e que constantemente nos cerca.


Cada dia que passa é um perdão sempre novo, pessoal, criativo. Mas também discreto e silencioso, tão discreto que a própria pessoa às vezes se arrisca a não reconhecê-lo.


“As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade.” (Lamentações 3,22-23)



Vivemos imersos na misericórdia divina, mas podemos não nos dar conta disso. Quando pelo menos um só de nós percebe isto, Deus faz uma festa no céu. Foi Jesus quem o revelou, comparando a alegria de Deus pelo pecador que retorna com a do Bom Pastor que encontra a ovelha perdida, e acrescentando que o próprio Pai sente muito mais alegria por um pecador que se descobre envolvido por essa misericórdia que por noventa e nove pretensos justos, que se iludem com sua justiça e crêem que só de vez em quando têm necessidade do perdão de Deus”. (Viver Reconciliados, Amedeu Cencini, Ed Paulinas,p.64).


Deixar o pecado não é simplesmente mudar hábitos comportamentais, pois isto é conseqüência. Deixar o pecado é retornar para Deus, é retornar à casa paterna, reassumindo a própria filiação divina.


Por isto é que o coração do penitente é um coração de criança: “Quem não receber o Reino dos Céus como uma criança não entrará nele” (Mc 10,15). As crianças e os que lhes assemelham , segundo a sociedade daquele tempo e lugar, acham-se numa situação de total dependência. Ela não é o símbolo da inocência, mas da disponibilidade e obediência sincera.


Ao acolher o Reino de Deus com tais disposições, entra-se imediatamente nele. É com isto que chegamos ao centro da conversão anunciada por Jesus:


Converter-se significa aprender de novo a dizer ABBA, encontrar o caminho de volta para a casa do Pai, que ali lhe espera de braços abertos. Em última instância, a conversão à qual Jesus nos chama, nada mais é do que abandonarmo-nos à ação da Graça de Deus.



O motivo da conversão é a gratuidade divina. Já João Batista interpelara à Penitência. Mas a conversão, pregada por Jesus vai além. Onde está a diferença?



Dá-se uma resposta na conversão de Zaqueu (Veja Lc 19,1-10). A este homem era inconcebível que Jesus tenha pretendido hospedar-se na sua casa, e comer com ele, que era o mal-falado, o desprezado, o evitado. Jesus lhe restitui a honra perdida ficando com ele em sua casa e partindo com ele o pão. Fazendo-o participar da comunhão com Ele mesmo, abre-lhe as portas do reino da gratuidade, da doação de si. Implicitamente convida-o a ser dom, e Zaqueu acolhe o convite.

Zaqueu entra no reino da doação de si mesmo. A bondade de Jesus vence Zaqueu. O que não conseguiram todas as censuras, e todo o desprezo de seus concidadãos, conseguiu-o a bondade de Jesus, diante da qual Zaqueu publicamente reconhece a sua culpa e se penitencia.



O mesmo se dá com a Samaritana, a quem Jesus pediu água. depois de tudo ela corre a anunciar, o “homem que sabia tudo da sua vida”. Por outro lado, isto não aconteceu com Corazim e Batsaida. Nestas cidades se deram ações visíveis da misericórdia de Deus, mas seus habitantes continuaram a viver para si mesmos.


É a liberdade do chamado divino a entrar no Reino: “se hoje ouvires a minha voz entrarei e cearei contigo”. Penitência não é ato de humildade humana, mas penitência é ser vencido pela graça de Deus.



A Graça de Deus sempre desinstala o homem, e o insere aonde ele deveria estar se não fosse o pecado: Em Cristo. Tomemos Isaías 53, o quarto canto do servo de Iahweh, no qual a tradição cristã sempre viu o mesmo destino histórico de Jesus. O servo não cometeu nenhum pecado, mas “levou nossos pecados em seu próprio corpo, e por suas feridas fomos curados” (Veja também Fl 2,6-11). Ele doou sua vida por amor a nós, e assim nos salvou.


Veja agora is 53,5-11. “Ser salvo não quer dizer simplesmente que Cristo , ao morrer na Cruz, nos reabriu as portas do reino, mas que nos deu um novo ser: o Seu.


E não em termos genéricos, mas particularmente nos comunicou aquele seu ser que salva carregando nos ombros o peso do outro. Portanto, salvando-nos, nos participou e compartilha conosco sua vontade de salvar e aquela mesma disponibilidade a nos tornar, nele, instrumentos de salvação do outro” (Viver reconciliados,p.136-7).

Não é indiferente que Cristo nos tenha remido morrendo na cruz, assumindo as nossas dores. Se nos salvou, também nos transmitiu um modo correspondente de viver a Salvação e de ser salvo, não só como modalidade comportamental ou exemplo a imitar, mas como uma disponibilidade nova a doar as nossas vidas.



Por isto, aquele que acolhe a Salvação recebe a predisposição para agir em conformidade com aquele ato que o salvou. Morre o homem velho e nasce a criatura nova, disponível à doação de si. Isto é acolher a salvação, isto é verdadeira conversão, é realização de si mesmo.


“O homem, única criatura sobre a terra a ser querida por Deus por si mesma, não se pode encontrar plenamente a não ser no sincero dom de si mesmo” (GS,n.24)



Aquele que se fez pecado por nós e por cujas chagas todos nós fomos curados nos revela que o pecado é vencido pela graça de doar a si mesmo, em Cristo.


O homem muitas vezes fracassa em seu processo de conversão porque pretende derrotar o seu pecado para sua salvação e para construir sua santidade isoladamente. Assim, em vez de derrotar o mal que há em si, o do egoísmo, realiza uma falsa conversão, legalista, farisaica, e acaba ficando só com seu pecado e com seus sonhos de santidade, a lutar contra o vazio. A Salvação nunca é subjetiva, particular.



Ela implica sempre a atuação do mandamento do amor. Veja o que aconteceu com Zaqueu, veja o que aconteceu com Leví, veja o que aconteceu com a pecadora, e veja o que aconteceu com o jovem Rico, que foi embora sozinho, com sua pretensa santidade.


Com efeito, o verdadeiro mal do qual o homem tem necessidade de ser libertado é o egoísmo: quando o vence é que entra realmente no Reino de Deus, e experimenta a alegria de ser salvo.

Neste contexto é que vemos a Samaritana dar-se conta de seu egoísmo, da sua falta de amor pêlos tantos “maridos” que teve. Jesus estava lhe oferecendo a água da vida, que desinstala, que tira o homem de si mesmo e o lança para amar. Aí ele detesta o pecado, e pretende deixá-lo para não mais ferir a Deus e ao próximo.


Quando encontra gratuidade do amor de Deus que dá-se sem medidas, e acolhe este amor é impelido a dar-se sem medidas. Enquanto isto não acontece, o homem permanece numa falsa conversão, simplesmente legalista, a “limpar a casa e deixá-la vazia” até que venham outros tantos demônios provindos do desamor, a se instalar nela (Veja Mt 12,43-45 e Lc 11,24-26).



Embora dê orientações, a grande novidade no apelo de Jesus à conversão não é o ato, mas a sua motivação.


O judaísmo antigo está dominado pela idéia do Mérito.


A mola propulsora do agir é a esperança de recompensa. Jesus também fala de recompensa, mas na Lei Nova ela é preexistente. neste caso, é outro o motivo para agir: a gratidão pelo dom de Deus. Aquele que acha o tesouro é vencido pela grande alegria. Fica sendo a coisa mais óbvia do mundo que ele entregue tudo para apropriar-se deste tesouro (Mt 13,45s).



Assim como a experiência da bondade sem fronteiras de Deus e sua paciência é fonte de que jorra o amor pêlos inimigos.


O perdão de Deus constrange a amar. Em Lc 7,36-50 temos um exemplo disto. Deus perdoa a pecadora não porque ela amou muito, mas ela amou muito porque Deus a perdoou gratuitamente.


Deus a amou gratuitamente, e por isso a perdoou, e ela então amou Deus muito mais do que aquele que não teve a experiência da gratuidade do amor divino.


Por isto, aquele que vive de comércio com Deus não pode conhecer o Seu incondicional e gratuito amor, e então não pode verdadeiramente amar, porque não viveu esta experiência.


No reino de Deus só há um motivo para agir: a gratidão pelo perdão. Zaqueu também é vencido pela bondade de Jesus, e por isto responde, de todo coração com a restituição dos que defraudou e a doação ao pobres.



Jesus tem sede da nossa conversão.


E ele disse isto à Samaritana. Jesus necessidade de hospedar-se na nossa casa. E ele disse isto a Zaqueu. Jesus tem sede de restituir-nos a imagem de Filhos do Pai que é todo doação de si. Jesus não tem sede das nossa ações vistosas. Jesus tem sede do nosso dar-se, sem limites porque se arriscamos ele nos dá a graça de fazê-lo.


João Batista pregava o batismo do reconhecimento do pecado. Jesus também o fez, mas foi infinitamente mais além, porque suas palavras são de vida eterna. Ele trouxe para o tempo a linguagem da eternidade. Amar, dar-se inteiramente, sem limites. Ele deixou-se batizar e pagou os impostos para que se cumprisse a justiça da lei, mas ele foi infinitamente além da lei. E quer nos levar infinitamente para além da Lei.


Ele tornou tranformou os pecadores públicos da Bíblia em doadores de si mesmo até as últimas consequências. Ele os inseriu em si mesmo e eles realizaram prodígios que ficaram não apenas no tempo mas varam a eternidade.


O estabelecimento do Reino de Deus, que Jesus veio inaugurar, se tornará visível em todo lugar onde os homens se sujeitem, por livre decisão, a obedecer a lei.
 

Aí ele irá além da lei. Porque seu intuito não será a recompensa, mas será doar-se a si mesmo, e Deus mesmo é a sua recompensa.

Quem entra atende ao chamado de Jesus e entra no Reino de Deus está sob uma nova justiça, que é parte integrante da vida nova que Jesus nos trouxe.


Esta nova justiça não consiste na abolição da lei, mas em levá-la à perfeição. Para isto Jesus veio. Para fazer o homem compreender Deus e a Sua vontade, e entrar nela. O direito divino do Antigo Testamento fixou-se na Torá escrita e na Torá oral.


A Torá oral ou Halaká consistia na interpretação dos escribas, de onde provinham todas aquelas minúcias que conhecemos. A Jesus não interessa destruir a lei, mas interpretá-la em sua medida escatológica plena. É preciso compreender a lei com visão de eternidade, em vista do amor, que é o que há de eterno. Jesus rejeita a Halaká (Mc 2,27/Mc 3,4/ Mc 7,1-8/Mc 7,15/Mc 7,21) porque esta legislação muito contradiz o Mandamento do Amor (Mc 7,6-8).


Somente num lugar Jesus parece tomar uma atitude positiva para com a Halaká, mas ainda assim não lhe dá uma aprovação global:


“Os escribas e os fariseus estão sentados na cátedra de Moisés. Fazei, pois, tudo o que vos disserem, mas não vos reguleis por seus atos, pois eles dizem e não fazem”.


Constituiu uma ousadia de Hilel (cerca de 20 a.C. o fato de ele ter feito notar a um gentio que a regra de ouro era a súmula da Lei escrita: “Tudo o que te parece nocivo a ti, não o faças a outrem. Isto é toda a Torá”.

A versão negativa de Hilel se contentava em não causar ao próximo nenhum prejuízo. Jesus se liga a Hilel, mas vai além.


Sua versão é positiva e conclama a dar-se provas de amor por atos positivos: “amai ao próximo como a si mesmo” (Veja também Lc 6,27-38). A lei vital do Reino de Deus é o Mandamento do amor, expresso não só por sentimentos e palavras, mas por atos, na capacidade para o dom (Mt 5,42) e na disposição para o serviço (Mc 10,42-45).


Mateus 25,31-46 enumera as seis mais importantes obras de amor: Dar de comer a quem tem fome, acolher o estrangeiro, vestir os nus, visitar os doentes, Ir aos prisioneiros.


Uma outra marca deste amor é seu caráter ilimitado. A parábola do bom samaritano descreve o caráter sem fronteiras do amor com especial destaque (Lc 10,30-37). A ajuda desinteressada que o mestiço demonstra para com o desamparado mostra isto, porque a moral da época excetuava a obrigação de amar o inimigo pessoal, ao passo que Jesus dá como motivo do amor aos inimigos: “a fim de serdes verdadeiramente filhos do vosso Pai, que faz nascer o sol sobre os justos e injustos” (Veja Lv 18,18 e Mt 5,43-48).


O mandamento do amor não dispensa a lei. O que Ele faz é corrigir sua imperfeição, porque sem o amor toda lei acaba servindo aos nossos interesses egoístas. Portanto não se trata de um desprezo da lei, mas do seu aperfeiçoamento.


Nas seis antíteses o sermão da montanha (Mt 5,21-48) Jesus contrapõe o novo direito divino ao antigo. Seis setores da vida recebem nova orientação (Veja vv. 21-26/vv.27-30/vv.31s/vv.33-37/vv.38-42/vv.42-48).


O Reino de Deus irrompe para dentro de um mundo que ainda está sob o signo do pecado, da morte, de Satã.

Por isto, a conversão ao reino é trabalho para uma vida toda.


Jesus esclarece, no Sermão da Montanha, como se apresenta a vida nova, que deve ser aplicada a todos os aspectos da vida do discípulo, porque eles mesmos construirão o Reino de Deus com a transformação das suas vidas. Toda a sua vida deve testemunhar ao mundo que o Reino de Deus chegou até a humanidade é convidado a, livremente, escolher entrar nele.


Em sua vida, enraizada e fundada nos valores do Reino, deve ficar visível a verdadeira felicidade. No reino de Deus, dá-se uma total inversão de valores: os pobres ficam ricos, os famintos saciados, os tristes consolados, porque Deus doa vida eterna, onde “eterna” significa “participação na vida de Deus”. Por isso, dizemos que As Bem-Aventuranças são a Lei fundamental do Reino de Deus ao qual Jesus nos convida a entrar.


Vivendo-as, encontramos e oferecemos ao mundo razões para esperar. Elas não somente assinalam o caminho a percorrer, mas ajudam a chegar na meta. Elas nos situam diante do dom de Deus, nos movem e nos ajudam a fazer deste dom o fundamento e o centro de nossa vida humana.


Seu ensinamento se dirige a homens que já foram libertados do poder de Satanás mediante a Boa-Nova; a homens que já vivem no Reino de Deus e irradiam seu fulgor.

Dirige-se a homens que receberam o perdão, que encontraram a pérola preciosa, que são convidados às núpcias, a homens que pela fé em Jesus pertencem à nova criação, ao mundo novo de Deus.


Dirige-se a homens que já experimentaram em suas vidas aquela grande alegria de que fala a parábola do tesouro no campo: o homem que encontrou vai, cheio de alegria, e sacrifica tudo o que possui.


Dirige-se aos filhos pródigos que o Pai recebe novamente na casa paterna. Desde já - lhes diz Jesus - podeis viver na era da salvação. Mas o tempo da Salvação é também o tempo em que a vontade de Deus entra em vigor com toda a sua força.

Pois presença do reino significa estabelecimento do direito querido por Deus para o mundo que vem. este direito divino é ao mesmo tempo vontade santa e perdão soberano. Ao nos perdoar, Deus nos convida a doar a nossa vida.


Mas quem consegue praticar tudo isso?


Nós, homens tão miseráveis, sempre inconstantes, oscilando de um para o outro lado? Antes de cada palavra do Sermão da Montanha houve alguma coisa. O que precedeu foi a pregação do reino de Deus. O que precedeu foi o dom feito aos discípulos, do privilégio de ser filhos (Mt 5,14-16). O que precedeu foi o testemunho, em palavras e em obras, que Jesus deu sobre a sua pessoa: o exemplo de Jesus transparece em cada frase do Sermão da Montanha.


Cristo Jesus é o verdadeiro protagonista das oito Bem-Aventuranças, não é apenas aquele que as ensinou ou anunciou, mas é sobretudo aquele que as realizou do modo mais perfeito durante e com toda a sua vida.


As Bem-Aventuranças são a sua mensagem. ou melhor, ele é toda sua mensagem. Por isso, não há necessidade de estudá-lo muito, mas sim de contemplá-lo.


Só ha um caminho para viver as Bem-Aventuranças: Abrir-se ao Espírito Santo e segui-lo.


Desde a pobreza do presépio até a sua morte na cruz, as oito Bem-Aventuranças são os oito capítulos de sua vida, sua autobiografia espiritual. Ao proclamá-las não faz senão descrever-se a si mesmo.


Elas são o retrato mais perfeito de Jesus :

Pobre, manso, triste, faminto, misericordioso, puro de coração, construtor de paz e perseguido por causa da justiça. Isto é o que o Papa disse aos jovens de Lima em 2 de fevereiro de 1985:

“As Bem-Aventuranças são como o retrato de Jesus Cristo, um resumo de sua vida, e por isso se apresentam também como um programa de vida para seus discípulos. São um programa de fé viva. Toda a vida terrena do cristão, fiel a Cristo, pode encerrar-se neste programa, na perspectiva do Reino de Deus”


(Por Ana Carla Bessa - Consagrada da Comunidade Shalom)


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CIDADÃO DO MUNDO, NORDESTINO COM ORGULHO, Brazil
Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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