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POR QUE OS ATEUS GOSTAM DE DIZER QUE HITLER ERA CATÓLICO ? – Revanchismo ou falta de conhecimento mesmo ?

Written By Beraká - o blog da família on sexta-feira, 5 de outubro de 2012 | 10:59





Em um artigo escrito para o site Townhall, o escritor e conferencista Dinesh D’Souza argumentou contra as teses propagadas por ativistas ateus de que Adolf Hitler era cristão.


Com o título “Was Hitler a Christian?” (‘Seria Hitler um cristão? ’, em tradução para o português), Dinesh rebate o principal argumento usado por um dos maiores ativistas ateus da atualidade e escritor, Sam Harris, que entende que Hitler era um cristão por ter nascido num lar cristão e nunca ter renunciado sua fé publicamente, além de ter escrito no livro anti-semita “Mein Kampf” que a perseguição aos judeus era um mandamento divino: “Ao me defender dos Judeus, defendo o trabalho do Senhor”, teria afirmado o líder nazista em eu livro.



Em seus argumentos de resposta à tese do ateu Sam Harris, Dinesh afirma que “Hitler guardava um desdém especial pelos valores Cristãos da igualdade e compaixão, os quais ele identificou com a fraqueza. Os principais conselheiros de Hitler, como Goebbels, Himmler, Heydrich e Bormann eram ateus que odiavam a religião e buscavam erradicar sua influência da Alemanha”.


O líder nazista era adepto da teoria da evolução e via na difusão das ideias cristãs, um sério oponente contra a difusão daquilo que entendia ser ideal.


Dinesh afirma que no livro “Hitler’s Table Talk” (“Conversas informais de Hitler”)” há “uma coleção reveladora das opiniões privadas do Führer, reunida por uma assistente próxima durante os anos de guerra, que mostra Hitler como sendo furiosamente anti-religioso.


Ele chamava o Cristianismo de uma das maiores “calamidades” da história”. Adolf Hitler, segundo os registros desse livro, teria dito que ao final de seu processo de purificação da raça ariana, os alemães estariam livres do que ele entendia ser uma fraqueza: “Vamos ser as únicas pessoas imunizadas contra essa doença”, teria afirmado o Führer, sobre o cristianismo.


Após apresentar seus argumentos, o articulista Dinesh D’Souza menciona que parte das teses nazistas foram baseadas nos ideias ateístas do filósofo Friedrich Nietzsche, e pergunta porque o escritor Sam Harris acha que Hitler seria um cristão: “Sam Harris simplesmente ignora as evidências das afinidades nazistas por Darwin, Nietzsche e o ateísmo. Então que sentido tem sua alegação de que os líderes nazistas eram ‘sabendo disso ou não’ agentes da religião? Evidentemente, nenhum sentido”, conclui Dinesh.


Confira abaixo a íntegra do artigo traduzido por Maximiliano Mendes, divulgado no blog ” Apologética no Japão”:



” Com vergonha do legado assassino dos regimes comunistas ateus do Século XX, os líderes ateístas buscam empatar o placar com os crentes ao retratar Adolf Hitler e seu regime nazista como sendo teístas, mais especificamente Cristãos. Os websites ateístas rotineiramente alegam que Hitler era Cristão porque nasceu Católico, nunca renunciou ao seu Catolicismo e escreveu em Mein Kampf: “Ao me defender dos Judeus, defendo o trabalho do Senhor”. Os escritor ateu Sam Harris escreve que “o Holocausto marcou o auge de … 200 anos dos Cristãos fulminando os Judeus”, portanto, “sabendo disso ou não, os nazistas eram agentes da religião”.


Quão persuasivas são essas alegações?


Hitler nasceu Católico assim como Stálin nasceu na tradição da Igreja Ortodoxa Russa e Mao Tsé Tung foi criado como Budista.


Esses fatos não provam nada, pois muitas pessoas rejeitam sua criação religiosa, como esses três fizeram. (Não passa de mera  falácia, neste caso a “falácia generalisante da Redução ao nazismo”, que implica em  invalidar um argumento pela comparação com Hitler ou o nazismo.Ex.: Hitler acreditava em Deus, então os Cristãos não devem ser boas pessoas).




O historiador Allan Bullock escreve que desde cedo, Hitler “não tinha tempo algum para os ensinos do Catolicismo, considerando-o como religião adequada somente para os escravos e detestando sua ética”.


Então como nós explicamos a alegação de Hitler de que ao conduzir seu programa anti-semítico estava sendo um instrumento da providência divina?


Durante sua ascensão ao poder, ele precisava do apoio do povo alemão – tanto os Católicos da Bavária quanto dos Luteranos da Prússia – e para se assegurar disso ele utilizava retórica do tipo “Estou fazendo o trabalho do Senhor”.


Alegar que essa retórica faz de Hitler um Cristão é confundir oportunismo político com convicção pessoal.


O próprio Hitler diz em Mein Kampf que seus pronunciamentos públicos deviam ser entendidos como propaganda, sem relação com a verdade, mas planejados para influenciar as massas.



A idéia de um Cristo ariano que usa a espada para purgar os Judeus da Terra – o que os historiadores chamam de “Cristianismo Ariano” – era obviamente um afastamento radical do entendimento Cristão tradicional e foi condenado pelo Papa Pio XI no tempo. Além do mais, o anti-semitismo de Hitler não era religioso, era racial.


Os Judeus foram atacados não por causa de sua religião – aliás, muitos Judeus alemães eram completamente seculares em seus estilos de vida – mas por causa de sua identidade racial. Essa era uma designação étnica e não religiosa. O anti-semitismo de Hitler era secular.


Hitler’s Table Talk [“Conversas informais de Hitler”, um livro] uma coleção reveladora das opiniões privadas do Führer, reunida por uma assistente próxima durante os anos de guerra, mostra Hitler como sendo furiosamente anti-religioso. Ele chamava o Cristianismo de uma das maiores “calamidades” da história, e disse sobre os alemães: “Vamos ser as únicas pessoas imunizadas contra essa doença”. Ele prometeu que “por intermédio dos camponeses seremos capazes de destruir o Cristianismo”.



Na verdade, ele culpava os Judeus pela invenção do Cristianismo e também condenou o Cristianismo por sua oposição à evolução.



Hitler guardava um desdém especial pelos valores Cristãos da igualdade e compaixão, os quais ele identificou com a fraqueza. Os principais conselheiros de Hitler, como Goebbels, Himmler, Heydrich e Bormann eram ateus que odiavam a religião e buscavam erradicar sua influência da Alemanha.


Em sua História em vários volumes do Terceiro Reich, o historiador Richard Evans escreve que “os nazistas consideravam as igrejas como sendo os reservatórios mais fortes da oposição ideológica aos princípios nos quais eles acreditavam”.


Quando Hitler e os nazistas chegaram ao poder lançaram uma iniciativa cruel para subjugar e enfraquecer as Igrejas Cristãs na Alemanha. Evans aponta que após 1937, as políticas do governo de Hitler se tornaram progressivamente anti-religiosas.


Os nazistas pararam de celebrar o Natal, e a Juventude de Hitler recitou uma oração agradecendo ao Fuhrer, ao invés de Deus, por suas bênçãos.


Aos clérigos considerados como “problemáticos” era ordenado que não pregassem, centenas deles foram aprisionados e muitos foram simplesmente assassinados. As Igrejas estavam constantemente sob a vigilância da Gestapo.


Os nazistas fecharam escolas religiosas, forçaram organizações Cristãs a se dissolverem, dispensaram servidores civis praticantes do Cristianismo, confiscaram propriedade da igreja e censuraram jornais religiosos.


O pobre Sam Harris não é capaz de explicar como uma ideologia que Hitler e seus associados entendiam como uma renúncia ao Cristianismo pode ser apresentada como o “auge” do Cristianismo.



Se o nazismo representava o auge de algo, era o auge do Darwinismo social do final do Século XIX e início do XX. Como documentado pelo historiador Richard Weikart, tanto Hitler quanto Himmler eram admiradores de Darwin e freqüentemente falavam do papel deles como promulgadores de uma “lei da natureza” que garantiria a “eliminação dos ineptos”.


Weikart argumenta que o próprio Hitler “construiu sua própria filosofia racista baseado em grande parte nas idéias do Darwinismo social” e conclui que embora o Darwinismo não seja uma explicação intelectual “suficiente” para o nazismo, é uma condição “necessária”.


Sem o Darwinismo, talvez não houvesse nazismo!!!


Os nazistas também se inspiraram no filósofo Friedrich Nietzsche, adaptando a filosofia ateísta dele aos seus propósitos desumanos. A visão de Nietzsche do ubermensch [super-homem] e sua elevação a uma nova ética “além do bem e do mal” foram adotadas de forma ávida pelos propagandistas nazistas.


A “sede pelo poder” de Nietzsche quase se tornou um slogan de recrutamento nazista. Em nenhum momento estou sugerindo que Darwin ou Nietzsche teriam aprovado as idéias de Hitler, mas este e seus comparsas aprovavam as idéias daqueles.


Sam Harris simplesmente ignora as evidências das afinidades nazistas por Darwin, Nietzsche e o ateísmo. Então que sentido tem sua alegação de que os líderes nazistas eram “sabendo disso ou não” agentes da religião? Evidentemente, nenhum sentido.



Então, à montanha de corpos que os regimes misoteístas [que odeiam Deus] de Stálin, Mao, Pol Pot e outros produziram, nós devemos adicionar os mortos do regime nazista, também misoteísta.


Assim como os comunistas, os nazistas deliberadamente atacaram os cristãos, pois eles queriam criar um novo homem e uma nova utopia livre das amarras da religião e moralidade tradicional.

Fonte: Livro: Hitler’s Table Talk (“Conversas informais de Hitler”)
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8 de outubro de 2012 00:27

Não creio nesta defesa.pois pio XII era amigo, e existem provs pra esta afirmção, pois hitler fora ALUNO DE PIO XII.E não adianta a igreja afirmar o contrario, pois mostra ma fe, e falta de arrependimento,pois sempre pregou o ant semitismo,tanto e verdade, que joão paulo II chegou a "pedir" perdão perdão pelos erros da igreja.ms se esqueceu,de pedir, por ser omisa,em apoiar escravidão no brasil.....contra fatos não há argumentos,,eis a carta que pio XII,mandou a hitler: Carta do Papa Pio XII a Adolf Hitler
http://www.cprf.co.uk/languages/portugue...letter.htm

Ao ilustre, Herr Adolf Hitler, Führer e Chanceler do Reich Alemão!

Aqui, no início de nosso pontificado, desejamos assegurá-lo de que permanecemos dedicados ao bem-estar espiritual do povo alemão confiado à sua liderança. Imploramos que o Deus Todo-Poderoso conceda a eles aquela verdadeira felicidade que advém da religião.

Recordamos com grande prazer os muitos anos que passamos na Alemanha como Núncio Apostólico, quando fizemos tudo que estava ao nosso alcance para estabelecer relações harmoniosas entre a Igreja e o Estado. Agora que as responsabilidades de nossa função pastoral aumentaram nossas oportunidades, muito mais ardentemente oramos para alcançar este objetivo.

Que a prosperidade do povo alemão e seu progresso em cada parte venha, com a ajuda de Deus, fruir!

Neste dia, 6 de março de 1939, em Roma, na Basílica de São Pedro, no primeiro ano do nosso pontificado.

Papa Pio XII

Fonte: Extraído do livro Hitler's Pope: The Secret History of Pius XII, de John Cornwell (Penguin Books).

Sobre o livro:

Em Hitler's Pope [O Papa de Hitler], o premiado jornalista John Cornwell mostra que Eugenio Pacelli, o Papa Pio XII, foi instrumental em negociar um acordo que ajudou o Nazismo a alcançar um poder sem limites – e selou o destino dos judeus na Europa.

8 de outubro de 2012 00:28

SHALOM

Anônimo
8 de outubro de 2012 09:59

Prezado Retorno a Torah,

Se as coisas são como vc deduz, me responda por que Hitler planejou sequestrar e matar Pio XII já que eram tão amigos como vc deduz ?

Deixe de ser papagaio de pirata e leia mais meu caro.

Segue uma fonte neutra e segura para mais informações deste grande homem santo, vc responderá diante de Deus por propagar calúnias,

http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Pio_XII

2 de dezembro de 2012 00:28

existem varias provas que ele era religioso, ele nasceu de uma família católica, foi coroinha, sonhou em ser padre, mudou para Itália e fez vários quadros com a imagem de cristo ou citações da bíblia, o uniforme nazista tinha mensagem de deus, tem 8 frase dele sobre deus, são varias evidencia que ele era católico.

Anônimo
2 de dezembro de 2012 00:31

Caro Hudson,

Se vc diz que existem várias provas, por que não sitou uma fonte sequer para confirmar suas supostas afirmações ?

“Existem pouquíssimas pessoas neste mundo que realmente odeiam CEGAMENTE a Igreja Católica, mas infelizmente há milhões que odeiam o que eles PENSAM ser a Igreja Católica... (Fulton J. Sheen)”

Shalom !!!

Anônimo
2 de dezembro de 2012 00:37

Quão persuasivas são essas alegações de Hudson?


Hitler nasceu Católico assim como Stálin nasceu na tradição da Igreja Ortodoxa Russa e Mao Tsé Tung foi criado como Budista.


Esses fatos não provam nada, pois muitas pessoas rejeitam sua criação religiosa, como esses três fizeram.


(Não passa de mera falácia, neste caso a “falácia generalisante da Redução ao nazismo”, que implica em invalidar um argumento pela comparação com Hitler ou o nazismo.

Ex.: Hitler acreditava em Deus, então os Cristãos não devem ser boas pessoas).

Geraldo - Apostolado O BERAKASH

2 de janeiro de 2014 19:24

Até onde sei estão todos errados. Hitler era devoto de um sincretismo religioso que entre outras coisas incluía conceitos indus que propunha pessoas de diferentes 'niveis' em que assim como cristo era insuperavelmente mais elevado que qualquer outro, havai quase tao alto o buda e outros. Sendo o povo alemão o povo Ariano (conceito q ou vem do teologo cristão Ario, que propunha ser Cristo humano mas superior, ou do proprio induismo) e o povo judeu o lado oposto dessa piramide de niveis entre 'raças humanas'. Mas no decorrer da guerra, embora o nazismo ainda tivesse oficiais de alta patente nesse sincretismo d origem russa, hitler dá sinais de descrença e substitui sua superstição de raça sagrada por seleção natural. O FATO inquestionável é que ele usou a crença do povo como coleira .

2 de janeiro de 2014 19:37

O que já não faz sentido são essas alegações, ele era isso ou aquilo. O que não falta no mundo é católico virando evangélico, indu virando cristão, ateu virando budista, cristão virando ateu. Nao faltam alegações religiosas de Hitler, não faltam cartas que ele enviava e eram publicadas numa revista de misticismo que misturava religiões, não faltam alegações ateias entre ele e pessoas mais intimas nos últimos anos de guerra. Olhe pra Einstein por exemplo e compare suas frases crentes e sua carta profundamente ateia. Pra muita gente vale o ensinamento do grego : "Religião, dirá o tolo, é certa, dirá o sábio, é incerta, dirá o politico que é útil" . Suponha q ele fosse ateu, acha q declarando isso ele chegava onde chegou? O q nao falta é bispo ateu muito crente na ganancia.

3 de janeiro de 2014 09:06

Nossa caro Ablobão, você parece ser a última coca cola gelada do deserto.

Considerar que todos estão errados e só vc estar certo, você deve ser o cara, será que estamos diante de um novo gênio da humanidade ?


Como seria o mundo sem Deus e sem Religião ? Inferno ou paraiso ?


"SE DEUS não existe e a alma é mortal, tudo é permitido" é um enunciado profundamente racional. Não se trata do lamento de uma mente frágil. Os Karamazov são especialistas na pureza da razão teórica e prática.



O "tudo é permitido" emerge dos estilhaços do mundo.
A razão de Ivan Karamazov (muito próxima da que o ceticismo e a sofística conhecem) percebe a vacuidade de qualquer imperativo ético universal: o mundo é estilhaçado pela liberdade que a morte nos garante.


Sem Deus, perde-se a forma absoluta do juízo moral: estamos sós no universo como animais ferozes que babam enquanto vagam pelo deserto e contemplam a solidão dos elementos. A morte, que devolverá a humanidade ao pó, é o fundamento último do nosso direito cósmico ao gozo do mal.



Esse ciclo nos liberta da única forma verdadeira de responsabilidade, a infinita. A moral é mera convenção e não está escrita na poeira das estrelas. O filósofo Karamazov descreve o impasse ético por excelência: por trás do blablablá socioconstrutivista do respeito ao "outro", o niilismo ri da razão.


Na crítica à teoria utilitarista do meio (social) em "Crime e Castigo", Dostoiévski já apontara o caráter "científico" da revolução niilista fundamentada nas ciências sociais: se tudo é construído, toda desconstrução é racionalmente permitida. Além de desconstruir, sabemos construir? O homem pode ser a forma do homem?



A modernidade achou que sim. Kant pensou que, com seu risível imperativo categórico, nos salvaria, fundando a racionalidade pura da moral. Conseguiu apenas a exclusão cotidiana de toda forma de homem possível. A miserável ética utilitarista (a ética do mundo possível), síntese da alma prática que só calcula, busca na universal obsessão humana pelo prazer a fundamentação de uma ética para homens, cuja forma universal são os merceeiros ingleses (Marx).





COMO ENTENDER O SILÊNCIO DE DEUS ?

Eis duas razões que justificam este aparente escondimento de Deus:


Seu silêncio, porém, não é de tolerância, mas de amor compadecido e solidário. Amor que tudo pode, mas que não pode reagir à violência com violência igual ou maior.

Amor que tudo pode, mas não pôde impedir o holocausto de seis milhões de judeus na Segunda Guerra. Amor que tudo pode, mas não pôde impedir que o próprio Filho morresse crucificado.

E segue sem poder impedir que a Paixão de Jesus Cristo continue acontecendo hoje em Abu Graib, em Guantanamo, nos presídios de São Paulo, nas favelas cariocas. Reduzido à impotência e ao silêncio pelo amor que é sua identidade mesma, Deus se cala.

E o ser humano não compreende e o interpela: Por quê?


Muitas discussões sobre Deus tomam isto como ponto de partida: Deus tem de se justificar a si mesmo: "Se esse seu Deus realmente existe, então por que ele não torna mais visível a sua onipotência neste nosso mundo caótico?"

Deus é chamado – por assim dizer - a prestar contas da sua atuação e, ironicamente, á convidado a provar, pelo menos uma vez, que realmente existe.

Jesus também foi solicitado a descer da cruz, mas Ele ficou lá pregado, pois não havia outra possibilidade para revelar que Deus é AMOR.

CONCLUINDO: O humanismo ateu rousseauniano apostou na educação para a felicidade e virou mera e alienante auto-ajuda, ou seja, trocou seis por meia dúzia.Enquanto dúvidas, enquanto houver, vazio existencial, enquanto houver sofrimento, sempre haverá espaço para a verdadeira e falsa religião.


“Pregando a Verdade e confirmando os irmãos na verdadeira fé, com a graça de Deus construo Catedrais nas almas para que nelas possam habitar o Espírito Santo de Deus” ( Pierry de Craon).

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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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