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Quando feminismo é prejudicial às próprias mulheres ?

Written By Beraká - o blog da família on quarta-feira, 4 de abril de 2012 | 17:38


A sociedade moderna está mergulhada no equivocado conceito de igualdade, confundido com dignidade.

"Deus criou as coisas  desiguais, porém todas com sua dignidade equivalente."
 
 
Cada vez mais luta-se para equiparar o homem à mulher e vice-versa. Se a igualdade pretendida fosse em relação aos direitos civis, cuja necessidade é inegável, não seria, de fato, um problema.

Porém, o que acontece é que esta sociedade moderna, eivada do relativismo cultural, quer é transformar a mulher no novo homem e o homem na nova mulher, invertendo e pervertendo os valores mais elementares.
Deus criou o homem e a mulher em igual dignidade, mas quis que houvesse uma diferença entre os dois gêneros. Esta diferença em “ser homem” e “ser mulher” faz com que exista uma complementariedade entre eles.

Foram criados por Deus para formarem um conjunto, não um se sobrepondo ao outro, mas em perfeita sintonia um com outro.

Lutar contra esse projeto, fazendo com que a mulher tente, por todos os meios, ocupar o lugar do homem é lutar diretamente contra o projeto de Deus, contra a natureza humana.

A liberação sexual promovida pelos métodos anticoncepcionais, longe de trazer a sensação de igualdade entre o homem e mulher, transformou a mulher numa máquina de prazer, pois agora ela sabe que pode ter uma vida sexual ativa sem a consequente gravidez. Não precisa ter compromisso com o parceiro, não precisa sentir-se segura ou amada. Ledo engano.

O que se vê são cada vez mais mulheres frustradas, depressivas, olhando para trás e percebendo que estão vazias, correndo contra o tempo para manterem-se jovens, pois nada mais têm a oferecer que não o invólucro.

A liberdade da mulher, na verdade, transformou-se numa prisão. Hoje, elas se vêem presas a estereótipos ditados pela agenda feminista, cujo maior objetivo é destruir a essência da mulher, igualando-a ao homem. Transformando seus úteros em lugares estéreis e varrendo para debaixo do tapete o instinto natural da espécie: a maternidade.

Portanto, urge que cada mulher, criada à semelhança de Deus, recupere o seu lugar na Criação.

Que a mulher seja mulher em toda sua plenitude, e não mera vanguarda ideológica e despersonalisante.



Por que o Feminismo é nocivo?



Feminismo, também conhecido como "movimento das mulheres", é uma causa voltada quase que exclusivamente dos problemas femininos. Uma sociedade é feita de homens e mulheres, então não podemos tentar consertá-la somente mexendo num dos lados.

Ao falarmos da opressão das mulheres e maus tratos, fica subentendido que o seu algoz é o homem. As feministas alegam que buscam a igualdade entre os sexos e a paz, mas como querem fazer isso colocando homens e mulheres de lados opostos, numa competição selvagem?


O feminismo envenena a cabeça de nossas mulheres com idéias de que todo homem é um opressor, que ele só quer abusar sexualmente de sua parceira, que é mulherengo e infiel.
Faz a mulher acreditar que é inferior por ser mulher e ainda acusam os homens de faze-las se sentirem assim.

Para mostrar que são tão boas quanto os homens, se metem a desafia-los. Invadem seus territórios e querem todos os direitos dos homens. Quando conseguem tudo isso, olham pra outras mulheres e as vêem como inferiores.
Inferiores porque mantiveram sua essência feminina.

O Feminismo quer uma revolução. Dizem as mais radicais que a vitória do feminismo só virá através de uma revolução. Elas querem guerra, guerra contra os homens. Há uma fobia doentia das feministas pelo sexo masculino e por tudo aquilo que caracteriza um homem como homem, macho, ser masculinizado. 


Inventam essa história de “desconstrução”, mas que na verdade eu chamo de DESTRUIÇÃO. É a destruição de todos os valores que cultivamos há séculos, das regras de conduta, de respeito às diferenças, do cavalheirismo, do mutualismo que havia entre homens e mulheres.

Eles se complementavam em suas diferenças. Hoje querem que os dois sejam cópias um do outro.


A família natural: O que as feministas mais odeiam !!!???

O "Howard Center for Family, Religion, and Society" defende que a família natural é a unidade fundamental da sociedade; é a base de todas as civilizações saudáveis e progressivas.
A definição de família natural vem dum grupo do Congresso Mundial de Famílias, redigido em Maio de 1998 (Roma). A mesma está de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) e com as descobertas das ciências sociais.

A definição é:

A família natural é a unidade social fundamental, impressa na natureza humana, centrada da união voluntária de um homem e uma mulher no convênio vitalício do casamento, com os seguintes propósitos:

1)- Satisfazer os anseios do coração humano de dar e receber amor.
2)- Receber e garantir o desenvolvimento físico e emocional de crianças.
3)-Partilhar a casa que serve de centro para a vida social, educacional, econômica, e espiritual.
4)- Construir fortes laços entre as gerações que transmitem o modo de vida que possui um significado transcendental.
5)-Estender a mão da compaixão a indivíduos e famílias cujas circunstâncias de vida pecam por não serem as ideais.


O uso da expressão "família natural" é significativo em muitos aspectos:

Primeiro, o termo significa uma ordem natural das estruturas familiares que não só é histórica e comum através das culturas, como é sobejamente evidente por si mesmo.

Segundo, o termo significa uma expressão perfeitamente defensível. "Natural" não é "nuclear", o que limitaria o seu alcance,nem é "tradicional" ,o que sobrecarregaria a sua utilidade na esfera pública. É o que é, uma expressão evidente em si mesmo.

Terceiro, o termo "natural" não só impede construções familiares incompatíveis, como impede também comportamentos incompatíveis entre os seus membros.

Quarto, "família natural" é uma expressão positiva. Não exige uma discussão das incompatibilidades negativas para se definir.

Ex-feminista confessa: "Se eu pudesse voltar o tempo atrás, deixaria o bebê viver"

Quando digo às pessoas que sou uma ex-feminista, recebo uma vasta gama de respostas. Algumas pessoas ficam chocadas e ofendidas - como se eu tivesse afirmado "duvido que o mundo seja redondo."

Outras há que ficam com um olhar de alegria nas suas faces como se estivessem a pensar "Que bom que outra pessoa sente o mesmo que eu sinto!".


Certamente que não me oponho a que as mulheres frequentem as faculdades nem penso que elas devam ser proibidas de perseguir os seus sonhos,quer seja a maternidade, a medicina ou a meteorologia.

No entanto, e como alguém que viveu a agenda feminista durante muitos anos, posso revelar que dar as mulheres acesso à educação e a carreiras é apenas a ponta do iceberg feminista. Se nós cavarmos suficientemente fundo, encontraremos uma vasta gama de mentiras.

Mentiras feministas:

Demorei muitos anos até ver a realidade da primeira mentira que me contaram. Embora tenha sido criada num  lar Católico, durante os meus primeiros anos na faculdade não só abandonei a minha fé Católica como também os meus princípios morais.

Quando cheguei à etapa da pós-graduação - durante os anos 70 - o movimento de libertação estava a caminho e uma das principais alegações era o do "amor livre".

Isto era um eufemismo uma vez que o mesmo nada tinha a ver com a realidade do comportamento - isto é, relacionamentos íntimos com estranhos como se isso fosse mais uma actividade casual.

Como uma feminista em crescimento, eu caí no erro de pensar que, uma vez que sexo casual não afeta os homens, também não afetaria as mulheres. Afinal de contas, uma vez que as feministas estavam determinadas que nivelar o campo de jogo entre os homens e as mulheres, isso envolveria destruir tradições como o casamento e o compromisso e, no processo, encorajar as mulheres a imitar o comportamento masculino.

Foi difícil tornar-me íntima com homens que mal conhecia ao mesmo tempo que fingia que não esperava qualquer tipo de compromisso da sua parte. Mas eu convenci-me de que, através do tempo, as minhas emoções mudariam.

Apesar do fato de eu e as minhas amigas feministas regularmente ficarmos de coração partido, nós não chegamos à conclusão óbvia:
“O feminismo estava errado; uma vez elas sabem no seu íntimo que o bebê é o propósito óbvio da intimidade sexual, as mulheres foram criadas por Deus para juntar o sexo ao compromisso e ao amor.

Uma vez que eu era demasiado ingênua para ver através da mentira, conclui que eu tinha que dar mais tempo à nova experiência até, eventualmente, atingir a "libertação".

Fui também apanhada na teia da segunda mentira feminista, que é consequência lógica da primeira:

As feministas estão bem cientes que o sexo casual pode levar a uma gravidez, mesmo que a mulher esteja a usar contraceptivos. Não há nenhum engenho ou químico que possa garantir a 100% que o ato sexual não terá como resultado uma gravidez.

As feministas, no entanto, não vêem este fato como uma razão válida para evitar o sexo fora do vínculo do casamento. Em vez disso, e na sua tentativa de cortar a ligação Divina entre sexo e bebês, elas propõem outra "solução" :Uma que levou e está levando à morte de milhões de bebês através do aborto.

Tragicamente, eu sou uma das mulheres que caiu nesta decepção. Eu realmente acreditei que a liberdade da mulher em prosseguir com os estudos e avançar com a sua carreira profissional estavam acima do direito do bebê de nascer. Devido a isto, quando me vi grávida e solteira, escolhi o que pensava que seria uma solução simples.Em todos os artigos feministas que li ,e foram alguns - nenhuma menção foi feita às repercussões que normalmente ocorrem quando uma mulher faz um aborto.Fiz a a marcação numa clínica feminista, entrei, e assinei os papéis. Na minha mente, o que eu estava em vias de fazer era, em termos factuais, idêntico a tirar um dente.

O que eu não me apercebi na altura é que eu estava em vias de abrir a primeira brecha na minha armadura feminista uma vez que, o "procedimento", como lhe chamei na altura, era horrivelmente doloroso, brutal, desumano com um ser inocente e indefeso (Realmente o útero materno com o feminismo, tornou-se infelizmente o lugar mais inseguro da vida humana)tanto fisicamente como emocionalmente.

Na verdade, quando deixei a clínica nesse dia, senti um vaga de alívio uma vez que o "problema" imediato, a gravidez indesejada, estava "resolvido".

O que eu não sabia era que eu haveria de encarar muitos anos de problemas, muito mais sérios, à medida que as minhas emoções femininas reagiam com horror e remorso em relação ao que tinha ocorrido nesse dia.

Comecei a experimentar flashbacks e pesadelos; via bebês no centro comercial e começava a chorar.

Pior de tudo, sentia-me terrivelmente sozinha uma vez que as minhas amigas feministas, que certamente tinha usado o mesmo "procedimento", cirurgicamente evitavam falar dos seus abortos.

Crescimento:

Enquanto os anos iam passando, eu ia ficando cheia de amargura e de remorsos sem fim. Não interessava o que as líderes feministas afirmavam em artigos eruditos; a verdade dos factos é que eu havia tirado uma vida e nunca iria ultrapassar esse fato.

Só quando regressei à Igreja Católica é que comecei a ver através das mentiras feministas. Vi que era impossível ser pró-mulher ao mesmo tempo que se era anti-bebê. Finalmente me apercebi que, dentro do plano feminista, os bebês são os grandes derrotados.

Foi só através do meu regresso ao Catolicismo que descobri, duma forma sã e bela, o que significa ser pró-mulher.
A figura de Maria olhando com amor para a Criança Jesus nos seus braços revela a verdade que pode triunfar, duma vez por todas, sobre as mentiras do feminismo.

Arrancar os bebês das suas mães leva a resultados devastadores na mãe e na criança.

Encontrei o perdão do meu pecado através do sacramento da confissão e fui finalmente capaz de encontrar a cura emocional através do grupo "PATH", um ministério de tratamento e cura pós-aborto.

No entanto as cicatrizes deixadas pelas mentiras feministas nunca estarão permanentemente curadas. Se pudesse voltar atrás a mão do tempo, eu deixaria o pequeno bebê viver.

Tal como milhões de outras mulheres que se arrependem do seu aborto, eu daria tudo se pudesse olhar para a pequena face do meu precioso filho que nunca chegou a ver a luz do dia.


(Testemunho pessoal da Lorraine V. Murray.)

Fonte: forum.antinovaordemmundial.com


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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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