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Ufa, sobrevivemos - Estudo revela que a humanidade escapou por pouco de ser extinta na Pré-História

Written By Beraká - o blog da família on quinta-feira, 1 de março de 2012 | 10:12


Houve um momento na história remota da humanidade em que quase fomos extintos. Cientistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, chegaram a essa dedução depois de analisar e comparar o material genético humano com o de várias espécies de primatas.

 

Descobriram que a diversidade genética das pessoas, mesmo entre populações distintas e de lugares muito distantes entre si, como Amazônia e Sibéria, é muito pequena em relação à dos macacos.

 

A conclusão é que os seres humanos descendem todos de um pequeno grupo de ancestrais. Para que isso tenha acontecido é bem provável que, em algum momento da Pré-História, uma mortandade em massa reduziu os nossos antepassados a um número tão pequeno que a espécie correu um sério risco de extinção.

 

A catástrofe teria ocorrido há, no máximo, 1 milhão de anos, num período em que os seres humanos já haviam deixado a África para colonizar outros continentes. Ninguém sabe exatamente o que aconteceu. As principais hipóteses incluem uma epidemia, alguma catástrofe natural ou uma cruel disputa territorial (veja quadro).

 

"A variedade genética da humanidade hoje é muito pequena para uma árvore evolucionária que tem tantos elementos e ramificações", afirmou a VEJA o coordenador da pesquisa, David Woodruff.

 

A comparação que ele e sua equipe fizeram do perfil genético dos macacos e dos homens é surpreendente:

 

1)- Num único grupo de 55 chimpanzés africanos, a variação genética encontrada foi maior do que a existente entre todos os quase 6 bilhões de seres humanos hoje vivos.

2)- "A diferença, em relação à diversidade genética dos chimpanzés, é impressionante", compara o biólogo. "É como se fôssemos todos clones de uma única matriz, como na experiência com a ovelha Dolly."

 

Eva africana

 

O caminho percorrido pelos pesquisadores de San Diego é bastante semelhante ao que levou os cientistas da Universidade de Berkeley a traçar, há doze anos, a hipótese da existência de uma Eva africana. Essa fêmea teria vivido entre 800.000 e 100.000 anos atrás e gerado o código genético básico da humanidade atual.

 

As duas equipes analisaram amostras de DNA das populações atuais retiradas da mitocôndria, a parte da estrutura celular passada por herança materna que não se recombina durante o processo de reprodução sexual.

 

Nas duas pesquisas, o histórico genético foi reconstituído com a ajuda de computadores. No estudo mais recente, esse método foi adotado tanto na análise do DNA humano quanto na do macaco.

 

O que pode ter acontecido ?

 

Algumas hipóteses para explicar o quase extinção dos ancestrais humanos

 

1)- Meteoro  - A queda de um cometa ou de um meteoro teria dizimado muitas espécies de vida, incluindo parte dos humanos

           

2)- Genocídio - Intolerância racial e disputa territorial teriam produzido uma faxina étnica radical entre nossos antepassados

           

3)- Clima - Longos períodos de glaciação e de secas teriam destruído populações inteiras, por falta de comida e de abrigo

           

4)- Epidemias - Doenças trazidas de outras regiões, por populações nômades, teriam exterminado vários grupos humanos

 

 

Os mais antigos

Tribo africana é descendente  - direta dos primeiros humanos

Depois de séculos de perseguição levada a cabo pelos colonizadores europeus e de dura competição com outras tribos africanas, os khoisans foram arrancados do ostracismo dos rincões da África austral.

 

Um estudo conduzido por geneticistas do Instituto Sul-Africano de Pesquisa Médica, na Cidade do Cabo, encontrou evidências de que eles podem ser os descendentes mais próximos dos primeiros homens que habitaram a Terra.

Os khoisans retêm em seu código genético elementos que remontam a ancestrais de mais de 100.000 anos, enquanto as populações modernas da Europa e da Ásia têm genes surgidos há, no máximo, 60.000 anos. "É mais uma prova de que o homem moderno nasceu na África e daqui se espalhou para o resto do mundo", disse a geneticista Himla Soodyall, uma das autoras do estudo.


Para chegar até genes tão remotos, os pesquisadores analisaram o conteúdo genético de uma parte da célula chamada mitocôndria, transmitida por linhagem materna.

 

Por meio dessa estrutura celular é possível calcular a idade da mais antiga antepassada comum de toda uma população. No caso dos khoisans, esses cálculos chegam a 120.000 anos.

 

A data obtida pelos geneticistas coincide com recentes pesquisas paleantropológicas. Esqueletos e marcas de pegadas presumivelmente de homens modernos de até 100.000 anos foram encontrados na África do Sul.

 

Os khoisans já foram intensamente estudados, mas em virtude de sua cultura. Eles são um dos derradeiros povos ainda a viver da coleta e da caça, como na Pré-História.

Judeus, sim senhor

Testes de DNA indicam que uma tribo de negros africanos tem origem judaica

(Pablo Nogueira)

 

Além de solucionar crimes e processos de paternidade, a pesquisa genética está reescrevendo algumas páginas da História de maneira surpreendente. Uma delas foi anunciada na semana passada: uma tribo de negros moradores da região norte da África do Sul e arredores tem ascendência judaica.

Os Lemba fazem a circuncisão, casam-se apenas entre si, guardam um dia da semana para orações e não comem carne de porco. A maior semelhança entre eles e os judeus, no entanto, está no código genético.

 

Testes feitos com a saliva dos habitantes dessa tribo revelaram que os Lemba possuem uma seqüência de DNA que é característica dos Cohanim, um dos três grupos em que se divide o povo judeu.

A origem da tribo africana começou a ser estudada nos anos 80 pelo historiador inglês Tudor Parfitt, diretor do Centro de Estudos Judaicos de Londres. Durante dez anos ele mergulhou no universo dos Lemba. Além dos costumes parecidos – como a proibição de comer carne de hipopótamo, considerado um parente do porco –, Parfitt ficou intrigado com os nomes dos doze clãs da tribo.

 

Com formação em lingüística, ele identificou uma raiz semita em nomes como Hamisi e Sadiki. A tradição oral da tribo diz que eles viviam num lugar chamado Senna, de onde partiram em grupo. Parfitt descobriu no sul do Iêmen uma pequena vila com esse nome. Segundo as lendas locais, até o século X ela ficava em um vale fértil, abastecido por um açude. Quando este secou, a maioria das pessoas partiu.

 

Filhos de Aarão – As desconfianças de Parfitt quanto ao parentesco entre judeus e os Lemba, no entanto, só ganharam força quando foram respaldadas pelas pesquisas de seqüência de genes. Esses estudos foram feitos nos últimos dois anos.

 

No ano passado, o geneticista inglês David Goldstein, da Universidade de Oxford, descobriu que 56% dos Cohanim estudados apresentavam certo tipo de assinatura genética que só se repetia entre 3% e 5% dos membros dos outros dois subgrupos judaicos, os Levi e os Israel. Entre não judeus, a seqüência praticamente inexistia. Quando a pesquisa foi aplicada aos Lemba, veio a surpresa. Entre o clã Buba, um dos que formam a tribo, a incidência da assinatura foi de 53%. Nos demais clãs, ficou em 9%.

Os Buba são o principal clã da tribo. Como os Cohanim, que no passado eram a elite dos judeus, de cuja linhagem saíam os sumos sacerdotes. O inglês Goldstein também conseguiu calcular uma data para a origem da assinatura genética.

 

Segundo o geneticista, ela teria pertencido a um ancestral que viveu entre 2.600 e 3.100 anos atrás. Pela tradição judaica, o período coincide com a vida de Aarão, o irmão de Moisés, de quem os Cohanim se dizem descendentes diretos. Provavelmente o grande pai também dos negros Lemba.

 

Não é parente

DNA descarta cruzamento do homem com neanderta

 

Havia tempos se sabia que o homem moderno e o homem de Neandertal pertenceram a ramos evolucionários distintos.

 

Mas cientistas especulavam sobre a possibilidade de o neandertal ter gerado filhos com seres humanos. Isso está descartado. Cientistas russos e suecos demonstraram de forma definitiva, com o auxílio de análises genéticas, que os neandertais não têm nenhum laço de parentesco próximo com os seres humanos.

 

O estudo publicado na revista Nature da semana passada confirmou os resultados de outra pesquisa realizada em 1997 pelo pesquisador Svante Pääbo. Na época, a conclusão foi questionada porque muitos especialistas não aceitavam a utilização de técnicas genéticas para estudos de toda uma população com base em amostras colhidas de um único fóssil. O resultado publicado na Nature definiu a questão ao tomar como base outros ossos, de 28.000 anos, encontrados na Rússia, na região do Cáucaso.

 

Em ambos os casos, a análise revelou que o DNA dos neandertais é 7% diferente da seqüência genética de qualquer humano moderno. Para os cientistas, é uma grande diferença genética. Considerando o ritmo que o DNA de uma espécie leva para se transformar ao longo das gerações, calcula-se que a separação entre as duas espécies tenha acontecido há cerca de 600.000 anos.

 

Os neandertais ainda são uma peça misteriosa na evolução dos hominídeos. Eles ocuparam a Europa há cerca de 300.000 anos e chegaram até o Oriente Médio. Seu corpo peludo e atarracado tinha ossos duros e pesados e grande massa muscular.

 

Com isso possuíam uma força descomunal e, supõe-se, eram bem adaptados ao frio da era glacial. Os neandertais moravam em cavernas, mas também construíam abrigos temporários e fabricavam ferramentas rudimentares.

 

Seu cérebro era um pouco maior que o nosso, mas se discute se tinham algum tipo de linguagem.

 

O desaparecimento da espécie, há cerca de 25.000 anos, é cercado de mistérios. A hipótese mais aceita é que tenham sido massacrados por nossos ancestrais, vindos da África.

 

O homem de 7 milhões de anos

 

 

Descoberta de fóssil na África Central revoluciona as teorias sobre a árvore genealógica da espécie humana

 

(Daniel Hessel Teich e Natasha Madov)

 

O estudo da evolução humana é um ramo da ciência cheio de armadilhas. De modo geral, vê-se a árvore genealógica do homem moderno como um tronco linear, com uns poucos galhos.

 

Na realidade, cada fóssil descoberto pode significar variações inesperadas, com o surgimento de novas espécies de hominídeos, como são chamados os membros da família humana. Na semana passada foi anunciada uma dessas espetaculares reviravoltas: a descoberta na África Central do crânio de um hominídeo de 7 milhões de anos, o que faz dele o mais antigo ancestral do homem já encontrado.

 

O crânio também muda radicalmente o conhecimento sobre a evolução humana, pois empurrou para trás o período em que teria ocorrido a separação entre o ramo humano e aquele que resultaria no chimpanzé, nosso parente mais próximo do ponto de vista da genética.

 

O fóssil foi encontrado há pouco mais de um ano pelos paleontólogos franceses Michel Brunet e Patrick Vignaud, da Universidade de Poitiers, nas bordas do Deserto do Saara, no Chade, e recebeu a denominação científica de Sahelanthropus tchadensis e o apelido de Toumai, nome dado na região às crianças nascidas perto do início da estação das secas.

 

A demora entre a descoberta e a divulgação decorreu da necessidade de o material ser estudado, até que os cientistas estivessem convictos de ter em mãos uma autêntica bomba evolucionária.

 

O crânio encontrado no Chade tem o dobro da idade de Lucy, o famoso hominídeo descoberto na Etiópia, em 1974, e que era, até agora, a caixa craniana mais antiga. Não é apenas na idade que Toumai surpreende.

 

O fóssil apresenta características só encontradas em ancestrais humanos muito mais recentes, como o Homo habilis, um hominídeo de 2,5 milhões de anos. Ao mesmo tempo, tem traços marcantes de chimpanzé. Na escavação no Chade, realizada no Deserto de Djourab, foram encontrados, além do crânio quase completo de Toumai, dois pedaços de mandíbula e três dentes, provenientes de cinco indivíduos diferentes.

 

Os caninos desses hominídeos são menores que os dos macacos contemporâneos e o esmalte de seus dentes é mais espesso, o que condiz mais com a dieta dos primeiros hominídeos do que com a dos chimpanzés. Vista por trás, a caixa craniana é quase idêntica à de um chimpanzé, no formato e no tamanho. Vista de frente, é radicalmente diferente.

 

A mandíbula superior não se projeta tanto para a frente quanto nos macacos, e sobrolhos bem marcados se pronunciam sobre a testa do animal, característica típica de espécies cerca de 5 milhões de anos mais recentes e ausente em outras espécies primitivas, como os australopitecos, como são chamados os hominídeos imediatamente anteriores ao surgimento do gênero Homo na escala evolucionária.

 

Do ponto de vista científico, Toumai é uma criatura paradoxal, que coloca em xeque o conceito de uma linha reta entre o macaco e o Homo sapiens, o homem moderno, que só existe na forma atual há 100 000 anos. Estimava-se que a separação entre as espécies dos ancestrais humanos e os que deram origem aos macacos modernos tivesse se dado quase 7 milhões de anos antes.

 

As características de Toumai indicam que isso deve ter ocorrido pelo menos 1 milhão de anos antes. O princípio básico da evolução das espécies é que toda a vida descende com modificações de ancestrais comuns. A lógica desse raciocínio é que quanto mais recente for o fóssil mais parecido com o homem moderno ele será.

 

Como se explica que Toumai tenha dentes mais modernos que muitos hominídeos que viveram milhões de anos depois dele? "Não há dúvida de que é um hominídeo, pois as características que encontramos não são comuns em ancestrais dos macacos", diz Michel Brunet, descobridor de Toumai.

 

A descoberta também é excepcional por se tratar de um crânio completo. Há um lapso de 3,5 milhões de anos no que diz respeito a crânios completos de hominídeos. O Homem do Milênio (Orrorin tugenensis), encontrado no Quênia em 2000, de 6 milhões de anos, ou o etíope Ardipithecus ramidus, de 4,4 milhões de anos, só são conhecidos por fragmentos da mandíbula, dentes ou ossos das pernas.

 

O crânio de 7 milhões de anos aponta para dois caminhos que a paleoantropologia moderna deve seguir a partir de agora:

 

1)- O primeiro é a reavaliação da importância de ramos inteiros da escala evolutiva, como o dos australopitecos, tidos como os mais prováveis antepassados humanos. Desse grupo de animais faz parte Lucy, o mais festejado fóssil já conhecido. Descoberta pelo paleoantropólogo americano Donald Johanson, Lucy é um esqueleto quase completo e mostrou que homens-macaco de 3,6 milhões de anos podiam andar eretos. O crânio de Toumai tem características mais avançadas que o dos australopitecos, que são 3,5 milhões de anos mais novos que ele. Com isso, Lucy corre o risco de ser despejada de nossa árvore genealógica.

 

2)- O segundo caminho é aquele que indica a existência não de uma árvore mas de um arbusto na origem dos hominídeos. Ou seja, a profusão de fósseis reflete a existência de diversas espécies que deram origem a vários ramos evolutivos paralelos de homens-macaco.

 

"O achado confirma a teoria de que a árvore genealógica humana é na verdade um arbusto, com tantos galhos que provavelmente vai ser impossível traçar um só ramo das raízes até o topo", diz Bernard Wood, professor de antropologia da Universidade George Washington, nos Estados Unidos.

 

"Será difícil provar que os humanos descendem diretamente dele. É possível que encontremos ainda mais criaturas com características humanas, de chimpanzé ou mesmo outras, tão misturadas quanto Toumai."

 

O mesmo poderia ter acontecido na base da evolução. Das dezenove espécies de hominídeo já descritas, alguns especialistas acreditam que pelo menos oito já estão fora de nossa linha de evolução.

 

"É uma evolução multilateral, em que a existência das espécies foi uma experiência de tentativa e erro", disse a VEJA Ian Tattersall, antropólogo do Museu Americano de História Natural, em Nova York. "Deve ter havido uma grande diversidade de espécies, e muita extinção também. Nós, Homo sapiens, os únicos que sobreviveram, fomos a exceção, e não a regra."

 

Atualmente, novas espécies descobertas não são mais automaticamente tratadas como ancestrais definitivos do homem, e sim como mais um ramo que se abre na árvore, uma "janela" que permite que os paleontólogos vejam um trecho da história da evolução do homem na Terra.

 

A primeira dessas janelas foi aberta em 1924, pelo anatomista sul-africano Raymond Dart, que descobriu o crânio fóssil de um bebê. Ele o apelidou de Menino de Taung, numa referência a uma mina de extração de calcário na região do Transvaal, na África do Sul.

O menino-macaco de Taung ganhou o nome científico de Australopithecus africanus. Estimou-se que a espécie tenha vivido 3 milhões de anos antes. A janela seguinte apareceu no leste da África, onde foi descoberta Lucy, o mais bem preservado esqueleto de um australopiteco, dessa vez da espécie afarensis.

 

 

Lucy provou que esses nossos ancestrais ainda muito próximos dos macacos e com pouco mais de 1 metro de altura eram bípedes e andavam eretos como nós. A região do Vale do Grande Rift, que vai da Tanzânia à Etiópia, passando pelo Quênia, é a que produziu a maior diversidade de espécies. "Agora é a vez do Chade", diz Wood.

 

O crânio de Toumai estava a mais de 2 500 quilômetros dos outros fósseis com que rivaliza em idade, o Orrorin tugenensis, ou o Homem do Milênio, de 6 milhões de anos, e o Ardipithecus ramidus, de 4,4 milhões de anos. A mesma equipe que encontrou Toumai já havia descoberto em 1995 outro hominídeo na região, o Australopithecus bahrelghazali, identificado apenas por uma arcada dentária e que não chega nem aos pés em importância do achado atual. Pelo que se pode saber, Toumai era um macho do tamanho de um chimpanzé.

 

Apesar de o encaixe de sua coluna no crânio indicar que ele era capaz de andar ereto, não se pode afirmar com certeza se ele era bípede. Na época em que Toumai viveu, o que hoje é um deserto era uma grande floresta com um lago de 400 000 quilômetros quadrados, quase do tamanho da França. Pelo que já se escavou da região, sabe-se que Toumai conviveu com pelo menos 42 espécies ancestrais de animais atuais.

 

Foram esses fósseis que permitiram estimar a idade de Toumai em 7 milhões de anos, já que, pelas condições geológicas em que foram encontrados, não é possível datá-los por meios mais sofisticados. A solução foi comparar os ossos de animais que estavam perto do crânio e, daí, estimar sua idade.

 

Como se não fosse suficiente mexer com a escala de tempo e sacudir a árvore genealógica da humanidade, Toumai também embaralha as teorias dos paleoantropólogos sobre as razões pelas quais o homem começou a andar sobre duas pernas.

 

Como a maioria das espécies anteriores foi encontrada em regiões de savana, imaginou-se que a falta de árvores para subir e a grama alta fizeram com que o homem se erguesse em suas pernas. Mesmo sem provas definitivas de que seja bípede, Toumai joga areia nessa tese, já que seu habitat misturava florestas, rios e pântanos.

 

O novo hominídeo chama a atenção para uma área desprezada pelos paleontólogos.

 

"Estamos baseando a linha evolucionária humana apenas no que achamos no leste e no sul da África. A descoberta nos fez ver que precisamos olhar em outros lugares", disse Daniel Lieberman, professor de antropologia de Harvard.

 

Só assim vai ser possível descobrir quais espécies definitivamente merecem um lugar no álbum da família da humanidade e quais são apenas ramos secos de uma árvore genealógica extremamente complexa.

 

 ATUAIS DESCOBERTAS:

 

1)- 1924 O primeiro homem-macaco - O anatomista Raymond Dart descobriu na África do Sul o crânio de um filhote em que se misturavam características de símios e de humanos. Ele o apelidou de Menino de Taung e mais tarde lhe deu o nome científico Australopithecus africanus. A espécie viveu há 3 milhões de anos

 

2)- 1974 Lucy, a mais famosa das ossadas - O americano Donald Johanson inspirou-se na música Lucy in the Sky with Diamonds, dos Beatles, para batizar o fóssil, descoberto na Etiópia. Pertencia a uma espécie de hominídeo, denominada Australopithecus afarensis, que já andava ereta há 3,5 milhões de anos. Mais tarde, encontraram-se pegadas desses hominídeos na Tanzânia

 

3)- 1984 O Menino de Turkana - Herdeiro de uma dinastia de paleontólogos, Richard Leakeyencontrou o mais completo esqueleto de um Homo erectus, de 1,6 milhão de anos. A ossada pertenceu a um menino de aproximadamente 12 anos

 

4)- 2000 O Homem do Milênio - Os pesquisadores Martin Pickford e Brigitte Senut descobriram o primeiro fóssil a ultrapassar a barreira dos 5 milhões de anos. Era o Homem do Milênio, ou Orrorin tugenensis, um hominídeo de 6 milhões de anos.

 

FONTE: http://veja.abril.com.br/050599/p_113.html

 

A busca dos ancestrais de Adão

*(Elaine Kennedy)

Biólogos evolucionistas estão convencidos de que os humanos descendentes de criaturas semelhantes a macacos.

 

A despeito de número de disputas sobre teorias de linhagens macaco-humanas, os paleoantropólogos são unânimes. A resposta cristã a estas asserções tem variado.

 

Algumas organizações cristãs concordam com a comunidade científica sobre a origem do homem, mas mantêm que em algum momento do passado seres humanos adquiriram uma alma imortal, discernimento moral, e/ou a habilidade de raciocinar. Outros, incluindo os adventistas do sétimo dia, aceitam o relato de Gênesis como a expressão de evento histórico.

 

De onde veio Adão?

 

Foi ele formado do pó da terra por um Criador inteligente, ou ele descendeu de um ser semelhante ao macaco? Sabemos o que a Bíblia diz. Concorda com isto o “livro da Natureza”?

 

Determinando o que é humano

 

Embora alguns donos de animais de estimação possam argumentar, traços tais como senso estético e moral, livre arbítrio e uma linguagem complexa distinguem os humanos dos animais.1

 

Fósseis semelhantes a humanos não podem fornecer este tipo de informação. Como os cientistas não podem falar com os organismos que se pretende sejam nossos ancestrais para averiguar quão humanos eles eram, pesquisadores dependem de características estruturais dos ossos dos fósseis e de informação genética de macacos e humanos modernos.

Os humanos de hoje se distinguem por diversas características do crânio. Três características podem ser facilmente reconhecidas:

 

(1) Na frente da maxila inferior, os humanos modernos têm uma parte maxilar que se salienta para formar o queixo.

 

(2) O ângulo da face é muito obtuso porque os humanos não têm focinho e têm uma testa não batida para trás.

 

(3) A porção superior do crânio nos humanos de hoje é mais larga do que a base do crânio. Determinar se um fóssil é um humano moderno não parece ser muito difícil.

 

Os homínidas

 

Homínida é o nome dado aos primatas bípedes, incluindo todas as espécies no gênero Australopithecus e Homo. Os australopitecinos incluem o gênero Australopithecus e, para alguns pesquisadores, o Paranthropus. Os homínidos têm que ver com os membros do gênero Homo.

Os australopitecinos são divididos em dois grupos, conforme seu tipo corporal:

 

(1) As formas parecidas com o macaco, porém mais delicadas, de ossos menores, mais frágeis incluem A. ramidus (o achado mais recente de um australopitecino, atualmente proposto como o fóssil mais próximo do “elo perdido” ou ancestral comum aos macacos e aos humanos); A. afarensis (um conjunto de fósseis foi achado; um esqueleto 40% completo é conhecido popularmente como “Lucy”); e A. africanus (a “Criança Taung”, assim chamada pela localidade onde foi encontrada).

 

(2) As formas robustas semelhantes ao macaco incluem A. aethiopicus (um esqueleto com alguns traços distintos achados no A. afarensis, conhecido como “Crânio Negro”), A. robustus e A. boisei. Alguns pesquisadores colocam todas as formas robustas no gênero Paranthropus.2

 

O gênero Homo, ao qual os humanos pertencem, inclui as espécies seguintes: H. habilis (material fragmentário de uma espécie pequena encontrado junto a alguns artefatos de pedra, conhecido como “Homem Hábil”); H. rudolfensis (crânio grácil e ossos notavelmente maiores do que H. habilis, embora anteriormente classificado naquela espécie); H. erectus (mais de 200 fósseis, incluindo o Homem de Java e o Homem de Pekim); H. ergaster (crânio e ossos atribuídos anteriormente aos erectinos e agora reconhecidos pela mandíbula inferior e a estrutura dos dentes como uma espécie distinta, conhecida como “Menino Turkana”); H. heidelbergensis (“Homem da Rodésia”, um H. sapiens arcaico previamente identificado como um erectino, por vezes classificado como H. sapiens heidelbergensis, uma sub-espécie de H. sapiens; a espécie tem capacidade craniana maior do que os erectinos); H. neanderthalensis (uma espécie robusta comumente representada como “Homem da Caverna”, cujos fósseis freqüentemente dão evidência de trauma, por vezes classificado como H. sapiens neanderthalensis); e finalmente, Homo sapiens ou Homo sapiens sapiens (humanos modernos).3

 

Métodos de pesquisa

 

Na busca das origens do homem, três grupos de cientistas — paleoantropólogos, filogeneticistas evolucionistas e antropólogos moleculares — abordam o problema de três perspectivas diferentes.

 

Paleoantropólogos enfocam características físicas dos esqueletos homínidas e o uso de artefatos. Filogeneticistas evolucionistas descrevem as semelhanças dos organismos e como são relacionados. Antropólogos moleculares acentuam as semelhanças de proteínas e DNA dos homínidas.

 

Caracteristicas físicas dos homínidas

 

Paleoantropólogos são cientistas que se especializam em origens humanas. Comparando esqueletos e traços morfológicos nos homínidas, eles crêem ter achado diversos traços homínidos e pitecinos nestes fósseis. Uma das espécies mais importantes dos australopitecinos, Australopithecus afarensis, exibe estas características.

 

Australopithecus afarensis, um homínida conhecido popularmente como “Lucy”, tem uma junta ilíaca, que não é nem bem pitecina nem bem humana. Embora pareça claro que os australopitecinos não andavam sobre o jarrete como os macacos de hoje, as juntas ilíacas eram bastante viradas para frente de modo a não se confundir com as juntas ilíacas humanas. (Um dos critérios que têm sido usados para identificar o gênero Homo é uma postura plenamente ereta ao andar.)

 

Outra estrutura que os paleoantropólogos salientam como evidência de um elo australopitecino entre macacos e humanos é a curvatura dos ossos dos dedos e dos artelhos. Os dedos dos australopitecinos não são tão retos como os dedos humanos, mas as articulações não são tão simples como as do chipanzé.4

 

Algumas destas características meio símias, meio humanas nos membros dos australopitecinos têm sido identificadas. Além disto, a diminuição do tamanho dos dentes da frente da boca para trás é um traço semelhante ao arranjo dos dentes nos homínidos.5

 

Características meio humanas, meio pitecinas têm sido descobertas também no gênero Homo. Homo habilis, ou “Homem hábil”, é incluído no gênero Homo primariamente porque o fóssil foi achado junto de “artefatos”. Além disto, H. habilis tem uma mandíbula muito parecida com a humana; não obstante, o esqueleto parecese com um australopitecino. Os espécimes atribuídos ao Homo rudolfensis são incluídos no gênero Homo porque a estrutura do esqueleto parece-se com a dos humanos; mas a face e os dentes parecemse com australopitecinos robustos.6

Os paleoantropólogos dividem os erectinos em duas espécies, conforme suas mandíbulas e seus dentes, localização na África e menor capacidade craniana do H. ergaster comparada com os erectinos da Ásia.7

Vários diagramas têm sido construídos para demonstrar a linhagem ancestral dos homínidas. Os diagramas diferem porque os paleoantropólogos não concordam quanto às características específicas que devem ser usadas para identificar relações ancestrais, o tempo quando se separaram e o local de novos achados.8

 

Relações entre homínidas

 

Filogeneticistas usam métodos cladísticos (cladogramas) para descrever relações entre organismos. Cladogramas são diagramas que arranjam os organismos em grupos que possuem características comuns, descrevendo os organismos em termos de relações fraternais em vez de ancestrais, de uma forma hierárquica. Ao criar cladogramas, os filogeneticistas assumem três primícias: (1)

 

As características que formam a base de dados podem ser arranjadas numa estrutura hierárquica; (2) os dados ou as características selecionados representam corretamente os organismos; e (3) houve bem pouca ou nenhuma perda de características.9 Um cladograma que descreve as relações possíveis entre os homínidas aparece na Figura 1.10

 

Algumas características usadas para criar o cladograma aparecem nas espécies numa ordem diferente da maioria das características que definem o cladograma. Os filogeneticistas escolhem o cladograma com o menor número de características fora de ordem para criar diagramas mais bem ajustados; conseqüentemente, há uma certa discordância sobre quais características melhor descrevem os organismos e como devem ser arranjadas na hierarquia.

Depois de usar o método cladístico para identificar relações hierárquicas, numerosos pesquisadores incorporam esta informação em hipóteses e desenvolvem esquemas filogenéticos que traçam as relações ancestrais para os homínidas.

 

Até 1993, pelo menos seis esquemas filogenéticos principais tinham sido propostos para os homínidas. Desde a descoberta de A. ramidus, um sétimo esquema foi proposto. Muito da transferência de espécies nestes diagramas representa disputas sobre a validade de atribuir à evolução humana os vários traços achados nos crânios e dentes dos espécimes.

 

As relações moleculares dos homínidas

 

Alguns antropólogos têm estudado as semelhanças moleculares entre macacos modernos e humanos para criar hipóteses sobre as linhagens dos homínidas. Alguns destes pesquisadores assumem que mutações e trocas ocorrem em ritmo constante na DNA. Estudos numerosos abrangendo mais de 30 anos, têm procurado determinar quando as várias espécies vivas divergiram de espécies afins, baseados na pressuposição de ritmos relativamente constantes de mudança da DNA, um “relógio molecular”. 11

 

Interpretações baseadas no “relógio molecular” dão a entender que a origem humana ocorreu há milhões de anos e assumem que há um elo entre macacos e humanos.

 

 

O tempo proposto para a divergência macaco-homem varia de 5 a 7 milhões de anos. Contudo, os ritmos de mutação assumidos para calcular estas datas foram disputados há mais de 30 anos por Morris Goodman e mais recentemente por Wen-Hsiung Li.12 Os argumentos levantados permitem questionar a validade do método.

Outros limitaram o campo de pesquisa e compararam a DNA do mitocôndrio entre as raças humanas, sugerindo que a linha humana pode ser traçada a uma única população africana.

 

A “linhagem” homínida

 

Australopitecinos. No grupo australopitecino, A. ramidus (o achado mais recente) e A. afarensis (Lucy) são ambos considerados ancestrais (Figura 2), ao passo que A. africanus (A Criança Taung), classificado mesmo em 1993 como ancestral (Figura 3), continua a ser contestado como parte da linha direta.13

 

Homínidos (ver Figura 2). No gênero Homo, H. habilis (Homem Hábil) continua problemático, mas é classificado fora da linha humana por Wood e dentro da linha humana por McHenry.14 A forma grácil de H. rudolfensis substituia outrora H. habilis na linhagem humana, mas é agora também excluída por vários estudiosos. H. erectus (Homem de Pekim, Homem de Java) devia no presente ser designado como “fora de linha” segundo Tattersall (ver Figura 3)15 devido ao fato que uma porção da estrutura craniana é demasiado robusta.16

 

Alguns pesquisadores designam H. ergaster como um dos “elos” preferidos, embora outros ainda considerem H. ergaster como uma espécie separada e continuam a incluir estes espécimes com os erectinos e na linha ancestral. Finalmente, H. heidelbergensis é considerado como um ancestral tanto dos humanos modernos como dos neandertalenses.17

 

Hipóteses evolucionistas falsificadas

 

A Figura 2 ilustra algumas das conclusões dos paleoantropólogos quanto à relação ancestral-descendente para os homínidas. O ancestral comum para homínidas e macacos ainda falta. A. ramidus, A. afarensis, erectinos e H. heilderbergensis são todos claramente designados como “elos” na linhagem.

 

Usando métodos científicos normativos, os pesquisadores testam suas hipóteses, e rejeitam as idéias que se demonstram falsas. Nos estudos da evolução humana, os pesquisadores nem sempre aderem a métodos científicos normativos. Por exemplo, A. afarensis tem traços únicos que efetivamente impedem que seja incluído entre nossos ancestrais. Um estudo cladístico identifica 69 traços que se expressam de modo diferente entre as espécies na “linhagem humana”. Destes, apenas 45 apóiam a hipótese evolucionista preferida.18

 

Os 24 caracteres restantes contradizem a hipótese evolucionista preferida. A hipótese preferida foi escolhida pelos pesquisadores como representando a linha provável da “evolução humana” por ter sido demonstrada falsa o menor número de vezes. Como resultado, e a seu crédito, outros pesquisadores têm posto em dúvida a validade de A. afarensis como um ancestral humano.19 A inversão na robustez que ocorre com a inclusão de H. erectus na “linhagem” é outro fator que é inconsistente com a hipótese evolucionista atual quanto aos homínidas.

 

Conclusão

 

Que nos diz o “livro da Natureza”?

 

1)- Todas as hipóteses evolucionistas dos homínidas têm sido demonstradas falsas. Para sermos justos, isto não elimina a teoria evolucionista (novos espécimes podem ser descobertos para resolver os conflitos); portanto, não é apropriado anunciar ao mundo que “A evolução foi refutada” na base da incongruência das hipóteses atuais.

 

2)- Se todas as hipóteses evolucionistas dos homínidas foram demonstradas falsas, como é que se interpreta o material fóssil? Comentários de Wood ilustram o que pode ser percebido como uma mistura de características: “Ao passo que H. habilis sensu stricto [no sentido estrito] é homínido com respeito à boca e mandíbulas, ele retém um esqueleto póscraniano [corpo] essencialmente australopitecino. Homo rudolfensis, por outro lado, aparentemente combina um esqueleto pós-craniano [corpo] com a face e dentição que são análogas às dos australopitecinos ‘robustos’, especialmente P. boisei.”

 

3)- Muitas características que ocorrem juntas nos australopitecinos e nos homínidos representam um mosaico de traços. Alguns cristãos interpretam estes organismos como tendo resultado da degeneração da forma humana devida à entrada do pecado.

 

4)- Uma outra interpretação restringe o termo humano a humanos anatomicamente modernos e atribuem o resto dos fósseis a espécies criadas não humanas. Uma interpretação mais ampla do termo humano aceitaria ao menos alguns dos fósseis como outras subespécies criadas de humanos.

 

5)- O que quer que estas criaturas fossem, é óbvio que há problemas com quase toda interpretação destes fósseis. Em vista dos dados disponíveis, prudência é recomendada. Com efeito, seria prematuro tirar quaisquer conclusões definitivas quanto à origem destes organismos e sua relação com o relato de Gênesis.20

 

Evolução e salvação

*(Richard Rimmer)

 

Quem foi a primeira pessoa a quem Deus prometeu a salvação?

Para a maior parte de cristãos que crêem na Bíblia, a resposta é bem simples.

 

Mas se você é um cristão que crê na evolução, você se encontra num dilema:

 

1)- Os evolucionistas dizem que as espécies evoluíram através das épocas e que mudanças progressivas finalmente produziram o homem moderno.

 

2)- Se a evolução realmente ocorreu e seres humanos evoluíram de formas inferiores, houve um momento na transição entre homínidas e humanos modernos em que Deus começou a considerá-los responsáveis por suas ações? Será que Deus salvou humanos primitivos há meio milhão de anos, mas não antropóides há um milhão de anos? Exatamente em que momento eles se tornaram pessoas e deixaram de ser animais?

 

Lembrem, Deus salva indivíduos, não grupos.

 

Se você fosse Deus, você teria de decidir quando começar a salvar indivíduos, e não seus pais e mães ?

 

Então há a questão de como, quando e por que o plano de salvação foi introduzido a estas criaturas em desenvolvimento ?

 

 

Há também a questão do pecado:

 

1)- Que relevância tem o pecado para pessoas se elas descenderam de animais inferiores e herdaram deficiências morais?

 

2)- Não faria isto Deus o responsável pelos nossos pecados?

 

3)- Não seria irrazoável para Ele pedir-nos que sejamos vencedores?

 

*Richard Rimmer é um escritor independente que reside em Madison, Tennessee, E.U.A.

 

*Elaine Kennedy (Ph.D., University of Southern California) é geóloga no Geoscience Research Institute. Ela é a autora de vários artigos, entre eles “Os Intrigantes Dinossáuros” (Diálogo 5:2). Seu endereço é: Geoscience Research Institute; Loma Linda University; Loma Linda, CA 92350; E.U.A.

Notas e referências

1.   Para uma discussão anterior do tópico nesta revista ver David Ekkens, “Animais e Seres Humanos: São Eles Iguais?” (Diálogo 6:3, págs. 5-8).

2.   F. E. Grine, “Australopithecine Taxonomy and Phylogeny: Historical Background and Recent Interpretation”, em The Human Evolution Source Book, R. L. Ciochon e J. G. Fleagle, eds. (Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice-Hall, 1993), págs. 198-210. Também, I. Tattersall, The Human Odyssey (New York: Prentice-Hall, 1993), pág. 191.

3.   Informação sobre os australopitecinos e homínidos foi obtida das fontes seguintes: Tattersall, pág. 191; M. H. Nitecki e D. V. Nitecki, Origins of Anatomically Modern Humans (New York: Plenum Press, 1994), pág. 341; M. L. Lubenow, Bones of Contention (Grand Rapids, Mich.: Baker Books, 1987), pág. 295.

4.   R. L. Susman, J. T. Stern, Jr. e W. L. Jungers, “Arboreality and Bipedality in the Hadar Hominids”, Folia Primatologica, 43 (1984), págs. 113-156.

5.   J. T. Robinson, “The Origin and Adaptive Radiation of the Australopithecines”, em Evolution and Hominization, G. Kurth, ed. (Stuttgart: Verlag, 1962), págs. 150-175.

6.   B. Wood, “Origin and Evolution of the Genus Homo”, Nature, 355 (1992), págs. 783-790.

7.   Ibidem.

8.   Grine, págs. 198-210.

9.   R. H. Brady, “Parsimony, Hierarchy and Biological Implications”, em Advances in Cladistics, vol. 2, Platnick e Funk, eds. (New York: Columbia University Press, 1983), págs. 49-60.

10. R. R. Skelton, H. M. McHenry e G. M. Drawhorn, “Phylogenetic Analysis of Early Hominids”, Current Anthropology, 27 (1986), págs. 21-35.

11. M. Hasegawa, H. Kishino e T. Yano, “Dating of the Human-Ape Splitting by a Molecular Clock of Mitochondrial DNA”, Journal of Molecular Evolution, 22 (1985), págs. 160- 174.

12. Ver A. Gibbons, “When It Comes to Evolution, Humans Are in the Slow Class”, Science, 267 (1995), págs. 1907-1908.

13. Wood, B. 1992. Reimpresso em The Human Evolution Source Book, R. L. Ciochon e J. L. Fleagle, eds. (Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice-Hall, 1993), págs. 319-331.

14. H. M. McHenry, Tempo and Mode in human evolution: Proceedings of the National Academy of Sciences, 91 (1994), págs. 6780- 6786.

15. Ver I. Tattersall, The Human Odyssey.

16. A inclusão de H. erectus na “linhagem” homínida representa uma inversão na robustez dos crânios, da forma grácil de A. afarensis à estrutura robusta do crânio de H. erectus e de volta à estrutura grácil do crânio de humanos.

17. T. White, G. Suwa e B. Asfaw, “Australopithecus ramidus, A New Species of Early Hominid from Aramis, Ethiopia”, Nature, 371 (1994), págs. 306-312. B. Wood, “Origin and Evolution of the Genus Homo”, Nature, 355 (1992), págs. 783-790. F. E. Grine, “Australopithecine Taxonomy and Phylogeny: Historical Background and Recent Interpretation”, em The Human Evolution Source Book, págs. 319-331, 198- 210. Ver também Tattersall, pág. 151.

18. Skelton, McHenry e Drawhorn, págs. 21-35.

19. Ibidem.

20. Desejo expressar minha apreciação ao Dr. Lee Spencer e à equipe do Geoscience Research Institute por seu conselho durante as etapas finais deste artigo.

Fonte: http://www.scb.org.br/artigos/DU-adao.asp

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