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Berlusconi recusa tirar crucifixos das escolas

Written By Beraká - o blog da família on terça-feira, 4 de outubro de 2011 | 22:54



(DN GLOBO - ITÁLIA - por PEDRO CORREIA)
"Oito países da Europa têm cruzes nas suas bandeiras. Também deverão retirar de lá as cruzes?", questiona primeiro-ministro italiano, dizendo que não cumprirá decisão da justiça européia.


Silvio Berlusconi garantiu ontem que os crucifixos não sairão das salas de aulas italianas, deixando claro que nenhuma instituição da União Europeia obrigará o Estado italiano a proceder dessa maneira.

Uma reacção que contraria frontalamente o veredicto do Tribunal Europeu de Direitos Humanos, com sede em Estrasburgo, mas que agrada sem dúvida ao Vaticano e a uma parte significativa da população italiana, católica na sua esmagadora maioria.

"Trata-se de uma decisão não vinculativa, que não pode impedir a exibição dos crucifixos nas escolas do nosso país", declarou o chefe do Governo italiano, considerando "inaceitável" a decisão do órgão máximo da justiça comunitária.

Num veredicto tornado público na semana passada, o tribunal deu provimento à queixa de uma cidadã italiana, Soile Lautsi, que em 2002 exigiu a retirada dos crucifixos na escola pública de Vittorino da Feltre, em Abano Treme, onde os seus filhos estudavam. A imagem de Cristo na cruz, alegou, punha em causa os princípios do laicismo em que pretendia educar os filhos.

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos deu-lhe agora razão, também em nome do laicis- mo, que deve prevalecer no Velho Continente.

"Oito países da Europa têm cruzes nas suas bandeiras nacionais. Esta decisão do tribunal significa que esses países deverão retirar igualmente as cruzes das respectivas bandeiras só porque lá vivem alguns cidadãos que poderão sentir-se incomodados com tal símbolo?", questionou Berlusconi.

Entre os países da União Europeia que têm cruzes nas bandeiras incluem-se o Reino Unido, a Dinamarca, a Finlândia, a Grécia, a Suécia, a Eslováquia e Malta. Suécia, Islândia e Noruega, que não estão integradas na UE, são outras nações europeias igualmente com cruzes nas bandeiras.

"Quem caminha por qualquer cidade italiana não pode fazê-lo sem encontrar, a cada 300 metros, por qualquer direcção que vá, o símbolo que representa as raízes e tradições cristãs. Até mesmo um ateu, suponho, pode reconhecer o facto de que o crucifixo está profundamente ligado à nossa história", declarou Berlusconi.


O Governo de Roma contestou a decisão de Estrasburgo apelando ao Parlamento Europeu e ao Conselho Europeu para se pronunciarem sobre este polémico assunto.

Também o Tribunal Constitucional e o Conselho de Estado, em Itália, deverão emitir pareceres.

(DN GLOBO - ITÁLIA - por PEDRO CORREIA)

Cristianismo, condição obrigatória para entender a Europa e o Ocidente.


“ Em sua bandeiras vemos a presença Cristã, Nações surgidas sob o símbolo da Cruz .
Entre os países da União Europeia que têm cruzes nas bandeiras incluem-se: O Reino Unido, a Dinamarca, a Finlândia, a Grécia, a Suécia, a Eslováquia e Malta. Suécia, Islândia e Noruega, que não estão integradas na UE, são outras nações europeias igualmente com cruzes nas bandeiras.
 


Zenit - 04/10/2011


“O cristianismo é uma condição obrigatória para compreender com coerência a história e a atualidade dos nossos países.”
Dom Salvatore Fisichella, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, fez esta afirmação na última sexta-feira, em sua intervenção na Assembleia Plenária do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE), realizada em Tirana (Albânia), de 29 de setembro a 2 de outubro.

Em seu discurso, o prelado recordou os dois sínodos dedicados à Europa: o de 1991 e o de 1999, do qual surgiu a exortação apostólica Ecclesia in Europa, de 2003.


“O que se debateu e se escreveu lá não pode ser esquecido”, afirmou, indicando que no texto se encontram “indicações valiosas para nós”.


O documento diz que, na Europa, “é necessário um anúncio renovado, inclusive para os batizados”. E o prelado recorda que, se Deus perdeu a centralidade que possuía, a consequência disso é que “o próprio homem perdeu seu lugar”.


“O grande desafio que nos espera no futuro é fazer entender que silenciar o desejo de Deus, arraigado no mais íntimo, não pode contribuir para a verdadeira autonomia do homem.”


Europa 

Para o presidente do dicastério vaticano, na Europa está acontecendo “uma situação paradoxal evidente”. Neste sentido, recordou que, “na época em que esta vivia de valores compartilhados, possuía uma forte identidade, que a tornava facilmente reconhecível, apesar das fronteiras territoriais”.


“Nestes anos, no entanto, enquanto se eliminam as fronteiras e, portanto, se poderia favorecer um processo de unificação, assiste-se à multiplicação das diferenças e ao aumento dos extremismos”, continuou.


Segundo Dom Fisichella, isso ocorre porque “se pretende construir uma Europa independente do cristianismo e, em alguns casos, contra ele”.


“Inclusive – recordou – o cristianismo é uma condição obrigatória para compreender com coerência a história e a atualidade dos nossos países.” ( Basta uma simples olhada em suas bandeiras).


Nova evangelização

A nova evangelização, declarou o prelado, não deve se reduzir “a uma fórmula”, mas expressar realmente “o desejo de colocar-se em caminho rumo a uma pastoral que se encarregue dos problemas que estão presentes na sociedade e, portanto, que afetam a comunidade cristã”.


“É uma oportunidade que se oferece para ler e interpretar o atual momento histórico e para tornar extraordinária uma atividade ordinária da Igreja.”


O que se deve evitar, advertiu, “é cair na armadilha da fragmentação típica da nossa época”, que satisfaz o momento, mas esquece da projeção.


Dom Fisichella citou a “Missão metrópole”, que na próxima Quaresma envolverá 12 dioceses europeias, “para oferecer um sinal à Europa de que a Igreja vive em unidade e que apresenta momentos concretos de atuação”.


Compartilhando algumas iniciativas e a contemporaneidade do seu desenvolvimento, observou, pretende-se “dar à Europa um sinal real, que não pode passar inadvertido”.

Fonte: Zenit




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Neste Apostolado promovemos a “EVANGELIZAÇÃO ANÔNIMA", pois neste serviço somos apenas o Jumentinho que leva Jesus e sua verdade aos Povos. Portanto toda honra e Glória é para Ele.Cristo disse-nos:Eu sou o caminho, a verdade e a vida e “ NINGUEM” vem ao Pai senão por mim." ( João, 14, 6).Como Católicos,defendemos a verdade, contra os erros que, de fato, são sempre contra Deus.Cristo não tinha opiniões, tinha verdades, a qual confiou a sua Igreja, ( Coluna e sustentáculo da verdade – Conf. I Tim 3,15) que deve zelar por elas até que Cristo volte.Quem nos acusa de falta de caridade mostra sua total ignorância na Bíblia,e de Deus, pois é amor, e quem ama corrige, e a verdade é um exercício da caridade.Este Deus adocicado,meloso,ingênuo, e sentimentalóide,é invenção dos homens tementes da verdade, não é o Deus revelado por seu filho: Jesus Cristo.Por fim: “Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é nega-la” - ( Sto. Tomáz de Aquino)

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